Widbook e Kobo fazem hangout para selar parceria


Kobo passa a comercializar os livros criados na plataforma do Widbook

O Widbook fechou recentemente parceria com a Kobo, que passará a comercializar as obras publicadas na plataforma de escrita colaborativa. Para selar a parceria, as duas empresas preparam para a próxima segunda-feira [16], a partir das 16h, um hangout para tirar dúvidas e falar sobre a parceria. Participam do bate-papo ao vivo Joseph Bregeiro, fundador e CEO do Widbook e Camila Cabete, colunista do PublishNews e Brazil Senior Publisher Relations Manager da Kobo. Dúvidas e perguntas antecipadas podem ser enviadas para o e-mail me@widbook.com. Para participar do hangout, basta acessar este link no dia e hora marcados.

PublishNews | 13/03/2015

Plataforma funciona como GPS para escritores


Novidades na Widbook: usuários poderão optar por conta premium. Por R$ 7,99 por mês, usuário poderá ter acesso a detalhes da sua audiência

Rede de eBooks Widbook tem aplicativo para celulares que rodam Android lançado. [Foto: Divulgação]

Rede de eBooks Widbook tem aplicativo para celulares que rodam Android lançado. [Foto: Divulgação]

O Widbook, comunidade literária com mais de 250 mil escritores e leitores no mundo, acaba de lançar um serviço premium para seus usuários escritores. Por R$ 7,99 por mês, os usuários poderão ter detalhes da sua audiência e da interação de seus leitores com o livro como, por exemplo, saber onde o leitor abandonou a leitura e quais os capítulos mais lidos. Para os idealizadores do Widbook, estes dados podem ajudar o escritor a entender e nortear a sua história. “O escritor será capaz de entender sua audiência com mais profundidade e saber exatamente quem está lendo cada capítulo do seu livro, em que parte da história estão e de onde eles vêm. Tudo em tempo real. A Conta Premium traz ferramentas importantes para a construção da história, com detalhes completos e exclusivos que poderão dar à história novos rumos, além de oferecer uma experiência completamente nova entre escritor e audiência”, conta o co-fundador do Widbook Joseph Bregeiro. Para entender essas interações, os usuários terão acesso a gráficos com a visão geral da audiência.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 19/02/2015

Widbook permite acesse a conteúdo de 1.400 livros pelo celular


Nos tempos de compartilhamento de músicas e vídeos, em que a aprovação ou reprovação dos artistas vêm em tempo real, e até mesmo discos, filmes e séries de tevê saem do papel graças aos fãs, era de se imaginar que uma hora ou outra os livros entrariam nesse mesmo processo. Criada por um grupo de jovens empreendedores brasileiros, o  possibilita às pessoas do mundo todo, sozinhas ou em grupo, escreverem seus próprios livros ou enviarem colaborações para obras de outros autores, tornando-se coautores.

O Widbook lanç0u um aplicativo gratuito de leitura. Disponível inicialmente para Android, o app possibilita acesso grátis a mais de 1.400 livros da plataforma além da interação entre os usuários da rede, que poderão seguir seus autores favoritos, comentar as obras e postar no mural um dos outros.

No celular ou tablet, é possível montar uma estante com os seus livros favoritos, enviar comentários e feedbacks. O app ainda permite continuar a leitura de uma obra a qualquer momento e lugar, além de dar acesso a um livro antes mesmo de ser lançado.

Faça o download gratuito do aplicativo.

Canal do Ensino

Escritores vão poder receber doação de leitores em site


Não é venda e não é financiamento coletivo. O que a startup brasileira Widbook está propondo é que leitores deem uma ajudinha financeira aos autores caso tenham gostado do livro. O valor é escolhido pelo leitor e pago ao escritor via Pay Pal. É uma forma, acreditam os idealizadores da plataforma, de agradecer pelo livro escrito ou de incentivá-los a continuar. Desde 2012, quando foi criado, o Widbook nunca cobrou mensalidade dos escritores que usam seu ambiente para escrever e divulgar os livros, ou dos leitores, que têm à disposição e-books dos mais variados gêneros. São 250 mil usuários – a maioria no Brasil, Estados Unidos e Índia – e 40 mil obras sendo escritas. O serviço, como é oferecido hoje, segue gratuito. Mas por R$ 7,99 mensais será possível saber tudo sobre o seu leitor, algo até então um mistério: quem está lendo, quanto tempo gasta por capítulo, procedência, ranking dos mais ávidos, etc.

Por Maria Fernanda Rodrigues | O Estado de S. Paulo | 31/01/2015

Plataforma de livros, Widbook, participa da Feira do Livro de Frankfurt


Um dos fundadores do Widbook participa da Contec, conferência que antecede a abertura da Feira do Livro de Frankfurt

Joseph Bregeiro

Joseph Bregeiro

Em junho de 2012, três jovens empreendedores de Campinas, no interior de São Paulo, se juntaram para lançar a Widbook, uma plataforma social on line para pessoas lerem, escreverem e compartilharem histórias em formato de e-book. Sete meses depois do lançamento, a Widbook recebeu investimentos do W7 Brazil Capita, um fundo privado de investimentos em companhias focadas no mercado web. Hoje, a plataforma global tem 200 mil usuários em 100 países e 30 mil e-books em desenvolvimento. Joseph Bregeiro, um dos três empreendedores que gestaram o Widbook, é um dos convidados da Contec, conferência que antecede a abertura da Feira do Livro de Frankfurt, no dia 7 de outubro. Joseph participa da palestra Rebels of Publishing, marcada para começar ao meio dia e quinze, na Sala Europa (Hall 4.0). Leia abaixo entrevista que Joseph concedeu ao PublishNews:

PublishNews: O que levou você a abandonar a segurança de um emprego na Fnac para apostar todas as fichas na Widbook?
Joseph Bregeiro: A possibilidade de mudar a forma como um escritor se relaciona com o seu leitor foi o maior dos fatores de decisão. Na nossa visão, as mudanças deviam ir muito além do ato da compra que é praticado de forma eficiente mas fria pelos grandes portais de distribuição de conteúdo. Seria necessária a disposição de alguém que se colocasse como uma plataforma de escrita e que abraçasse escritores e leitores desde o início do processo de produção da obra. E disposição nós tínhamos de sobra.

PN: Entre os fundadores da Widbook, você é o único que tinha alguma experiência com o mercado de livros. Isto ajudou?
JB: Sim, me tornei especialista na venda dos livros e isso se uniu à minha paixão pela leitura. Isso ajudou sim, mas era necessário aliar este conhecimento à ciência das start-ups tecnológicas e ao complexo mundo do mercado editorial. Nós nos complementamos e procuramos um grupo de investimento e advisors que fortificassem ainda mais a nossa união.

PN: O Widbook quer criar rupturas no mercado editorial ou pretende se inserir nele?
JB: Temos muito a aprender ainda com o mercado editorial. A cadeia toda foi muito eficiente em todos estes anos de grandes escritores e obras de sucesso. O que buscamos é alcançar níveis de excelência ainda maiores e isso só se faz colaborando e conectando-se ao mercado editorial já estabelecido.

PN: Vocês se consideram editores?
JB: Não. Widbook e editoras se complementam. Somos especialistas no processo da escrita da obra e na relação que o escritor estabelece com seus leitores durante e após este processo. Nossa comunidade traz força às novas obras e isso garante o lançamento de novos autores. A prova disso é que diversas editoras já trabalham com o Widbook.

PN: Por que a plataforma foi lançada internacionalmente antes que fosse lançada no Brasil?
JB: Primeiro porque o Widbook é uma plataforma global e o inglês é o idioma que possibilita a conexão de escritores e leitores do mundo todo. Também tínhamos que testar a tração da ideia simultaneamente em diversos países e decidimos desenvolver EUA e Brasil de forma mais próxima. Depois destes dois países, aparecem Índia, Reino Unido, Filipinas e Paquistão no ranking de usuários. A falta de plataformas locais mais profissionais que aproximem o escritor de sua audiência é a maior causa do grande crescimento nestes países.

PN: Há tanto leitores como escritores entre os usuários. Fale um pouco do desafio de atingir estes dois públicos.
JB: De fato, a construção de uma plataforma eficiente para leitores envolve desafios completamente diferentes dos da de uma que seja eficiente para escritores. Optamos por aceitar o duplo desafio e trabalhamos constantemente tanto nas melhorias do editor de texto e de tudo que rodeia o universo do escritor quanto nas funcionalidades que muito claramente são destinadas aos leitores. Entendemos que a opção do escritor por uma plataforma para a escrita de um livro parte do princípio de que haja um bom ambiente para que seus leitores possam degustar sua obra.

PN: Quais foram as maiores surpresas?
JB: Talvez a maior das surpresas esteja relacionada à dúvida que tínhamos se haveria público interessado em ler livros ainda não finalizados. E há! Isso se provou ao longo do tempo na medida que observamos leitores pedindo os próximos capítulos. Estamos acostumados a consumir conteúdo de forma fracionada com novelas, séries de TV, etc. Isso vem fortalecendo muito a relação do escritor com seus leitores e talvez isso seja o que mais nos diferencia de uma plataforma self-publishing tradicional.

PN: Durante a Contec, você vai participar da sessão Rebels of Publishing. Você se considera um rebelde?
JB: Sempre que alguém sai do trilho tradicional das coisas, um certo grau de rebeldia lhe é atribuído. Entendemos isso e, neste sentido, aceitamos o título. Mas está muito claro com as nossas parcerias e nossa postura que iremos todos co-existir para alcançar um único objetivo, que é o de revelar novos autores e o de transformar a experiência da escrita e leitura de livros. Estamos dispostos a trilhar estes novos caminhos e abertos a nos conectar com todo o mercado editorial.

Por Carlo Carrenho | Publicado originalmente em PublishNews | 06/10/2014

Plataforma de eBooks lança nova funcionalidade


As coleções do Widbook já está no ar na home da plataforma

Já está na home da plataforma Widbook uma nova funcionalidade para tornar mais prática a navegação dos usuários. Trata-se da seção Coleções, onde é possível encontrar e-books selecionados e agrupados pela equipe do Widbook. Se antes eles eram adicionados para ler mais tarde em prateleiras, agora, farão parte das coleções temáticas. Ao passar o cursor em cima de qualquer e-book na comunidade, no símbolo reticências, você consegue adicionar o livro à coleção de sua escolha, ou colocar um bookmark para ler mais tarde. O usuário também pode criar quantas coleções quiser, públicas ou privadas, de acordo com seus próprios critérios. Confira as novas coleções aqui.

PublishNews | 02/10/2014

‘Crisálida’ gratuito


Campanha disponibilizou livro de contos para leitura pela internet

Widbook2.311. Esse foi o número de leitores que puderam ler gratuitamente o livro de contos Crisálida – Amores que transformam, livro organizado por Lycia Barros e Janaina Vieira. A ação fez parte da campanha do Widbook, lançada no Dia do Escritor, onde através do acesso ao portal todos os que desejaram tiveram acesso a publicação. No livro, trezes escritoras falam de amor. Na quarta-feira da próxima semana [06], três autoras do livro participarão de um hangout a partir das 19h30. Quem quiser participar pode enviar as perguntas antecipadamente para o e-mail me@widbook.com.

PublishNews | 29/07/2014

Widbook em português


Plataforma ganha versão brasileira

WidbookComo o PublishNews adiantou em fevereiro, a Widbook  – plataforma digital colaborativa de produção de conteúdos nascida em Campinas, no interior de São Paulo – atingiu a marca de 200 mil usuários em todo o mundo. Apesar de brasileira – com investimento norte-americano – a plataforma conquistou primeiro os EUA e, até recentemente, estava disponível apenas em inglês. Agora, a comunidade digital tem uma versão em português. Para isso, os usuários pode optar pelo idioma preferido. “O Widbook veio para facilitar o compartilhamento de histórias e favorecer as interações. O brasileiro tem um perfil expressivo, é engajado e sociável, o que, aliado ao crescimento do mercado editorial no país e ao crescimento de 15% ao mês de usuários e livros brasileiros na plataforma, nos fez optar por ficar mais próximos desse público”, afirma Flávio Aguiar, fundador e CEO da empresa. A ideia da Widbook é incentivar a leitura e a escrita no Brasil.

Nossa missão é melhorar a experiência literária no mundo, e queremos reforçar que as pessoas leiam e escrevam mais e com maior qualidade no Brasil, país onde a empresa foi fundada e de onde operamos também“, afirma Joseph Bregeiro, cofundador do Widbook. As novidades na plataforma incluem ainda um novo editor, que facilitará a escrita e publicação de e-books, e a abertura do conteúdo publicado no Widbook, o que significa que todos poderão ler livros sem a necessidade de se cadastrar na comunidade.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 14/05/2014

Mudanças no Widbook


WidbookWidbook, comunidade digital com mais de 200 mil escritores e leitores em todo o mundo, acaba de lançar um plano que transforma a forma como usuários encontram histórias. Páginas internas foram renovadas para que a plataforma se torne mais interativa. Agora, as recomendações de leitura aparecem em uma página personalizada e única para cada membro, baseada em interações sociais dentro da rede. O novo modelo começa a ser implantado com a tela “Activity”, com recomendações de e-books baseadas nas atividades de seus amigos do Widbook. A nova versão inclui ainda a tela “Goals”, com estatísticas de leitura em formato de gráfico.

PublishNews | 20/03/2014

O presente e o futuro da educação digital


Confira os principais destaques da Contec, conferência da Feira de Frankfurt que aconteceu ontem em São Paulo

Fotógrafo | Daniel Vorley

Fotógrafo | Daniel Vorley

A Contec – conferência realizada pela Feira de Frankfurt no Brasil – terminou ontem [18/02], em São Paulo, com uma certeza: a educação digital é uma necessidade e o caminho agora é aprender a lidar com ela. Nas palestras que ocuparam o SESC Vila Mariana durante todo o dia de ontem, foram discutidos temas aprendizado interativo, as ferramentas que estão revolucionando as formas de ensinar, as dificuldades para garantir e ampliar o acesso a este novo mundo digital, os diversos modelos de aprendizagem, a geração do compartilhamento, os jogos na escola e o acompanhamento dos alunos neste novo tempo.

Em sua avaliação final, Marifé Boix García, vice-presidente da Feira do Livro de Frankfurt, comentou: “Sabemos que os resultados na escola dependem da interação das crianças com os professores. A tecnologia poder facilitar o aprendizado e ajudar a ganhar maior atenção dos alunos, mas para estar pelo menos na mesma altura é indispensável que os educadores dominem as ferramentas tecnológicas”.

Um dos pontos altos da conferência foi o painel [R]Evolução do conteúdo: as últimas novidades em aprendizado interativo apresentado por Michael Ross, vice-presidente sênior e gerente geral da Britannica Digital Learning, divisão de educação de Encycloepaedia Britannica. Ele foi taxativo: “Estamos todos preocupados em ensinar e aprender, mas a forma e o meio estão mudando rapidamente. Todos queremos uma cidadania educativa e para isso é preciso estar aberto às mudanças. Os estudantes de hoje são os nativos digitais e todos os que têm mais de 25 anos podem ser considerados imigrantes nesse mundo. As editoras, as escolas, pais e professores precisam se adaptar a essas mudanças. De alguma maneira vamos manter o pé no passado, mas precisamos eliminar a exclusão digital”.

Com mediação do diretor do PublishNews, Carlo Carrenho, a mesa O “novo” sempre quer dizer “melhor”  discutiu o papel do livro digital e das novas tecnologias na educação. Heather Crossley, editora do selo Ladybird da editora britânica Penguin Heather explicou que a empresa quer fornecer conteúdos para todas as idades: “No coração de tudo o que a gente faz está a vontade de contar histórias. Se a criança não lê, não consegue aproveitar o seu potencial completo, não pode aproveitar o que a vida tem a lhe oferecer. Tanto o livro físico quanto o digital trazem experiências para as crianças”. Udi Chatow, gerente de desenvolvimento de negócios mundiais em educação da HP,  expôs o ponto de vista da divisão de educação da empresa, um modelo híbrido, que combina as melhores possibilidades do modelo impresso aos aplicativos e outras tecnologias digitais. “Muitas vezes imprimir ainda é a melhor solução. Sabemos que os leitores leem mais rapidamente e a compreensão é melhor através de materiais impressos, preferidos pela maioria dos estudantes”. Colin Lovrinovic, gerente internacional de vendas da editora alemã Bastei Lübbe, disse que estão tentando entender o que os leitores estão procurando hoje: “Pegamos o mesmo livro e fazemos versões em e-books, apps e áudio”. Para Dolores Prades, editora da revista nacional Emília, temos um longo caminho pela frente: “ainda não há bibliotecas em muitas cidades, mas é positivo que a tecnologia esteja sendo inserida nas escolas públicas”.

No painel Sinais do Futuro… Hoje: inovação em educação uma perspectiva internacional, a jornalista e empreendedora Ana Penido, da Inspirade, acredita no ensino híbrido: “Mas para isso é necessária a formação de professores, apostamos na mediação deles. A curadoria do professor ganha ainda mais importância em um mundo de grande oferta de informações”.  O  jornalista André Gravatá, coautor do livro A volta ao mundo em 13 escolas  ressaltou a importância da participação dos professores: “Percebi que a gente acaba preocupado com a curadoria e esquece a cuidadoria, que é melhor técnica para realmente transformar a educação

A mesa O acesso é tudo também teve a mediação de Carrenho e nela foram discutidos a importância de estar atento às transformações e de buscar conteúdos interessantes e novas formas de compartilhar o conteúdo. Participaram da palestra o editor argentino e colunista do PublishNews Octavio Kulesz, o espanhol David Sánchez, da 24symbols e o brasileiro Flavio Aguiar, da Widbook. Juntos, eles concluíram que essa parece ser a fórmula para que os editores e provedores de mídia consigam facilitar o acesso aos conteúdos digitais de qualidade na educação.

A diretora do Center for Teaching through Children’s Book, Junko Yokota e consultor internacional de projetos literários britânico Neil Hoskins participaram do painel Qual é o limite? Quando o acesso digital se torna uma distração. A partir de exemplos práticos interativos de livros digitais, Juno reforçou como as imagens, animações e possibilidades interativas dos livros digitais aprofundam a compreensão da informação. Já Neil sugeriu um modelo híbrido de livro impresso com um livreto que serve como guia anexo em forma de aplicativo.

O painel Que os jogos se iniciem: a Gamificação na educação teve participação de Carminha Branco, diretora editorial da Editora Saraiva. Para ela,  “hoje revisitamos as estratégias do lúdico, através de nova roupagem, com apelo maior. Nem salvação, nem placebo. Os jogos são importantes na aprendizagem, combinam força e o lado da emoção“.  Para o co-fundador do Kiduca, Jorge Proença, “os jogos desenvolvem habilidades e representam uma das atividades favoritas das crianças, com retorno entusiástico e positivo”.

A sessão interativa Alimento para o pensamento e modelos de aprendizado híbridos teve a participação de Udi Chatow, especialista em educação da HP,  e  Hamilton Terni Costa, diretor, AN Consulting, Brasil. Os dois concordaram que é importante escolher a tecnologia certa para cada situação para conseguir engajar os alunos no aprendizado. O modelo híbrido é o melhor dos mundos.

No painel Tendências na Educação. A sociedade muda rapidamente, e a educação?, a doutora  Lucia Dellagnelo, coordenadora da Educação do Tec Project, Brasil, enfatizou que, na verdade, estamos buscando novas soluções para velhos desafios intrínsecos ao processo de  aprendizagem Segundo ela, a Internet trouxe muitas transformações e desafios para o setor educacional, mas faz uma ressalva : “Se compararmos com outros instituições, a escola não sofreu tantas mudanças, mas temos que pensar em um novo ecossistema  em que pesquisadores, desenvolvedores de tecnologia e professores trabalhem dentro da escola. O acesso rápido à informação e à inovação mudaram, mas o  processo de aprendizagem pode ser realizado em qualquer momento e em qualquer lugar”.

Avaliando o sucesso do aluno – O que significa ser um estudante bem sucedido no século 21? Para responder essa pergunta e aprofundar o tema foram convidados a polonesa Jolanta Galecka, especialista em Marketing Online, Young Digital Planet; Sean Kilachand, co-fundador da startup brasileira EduSynch  e Claudio Sassaki, cofundador da Geekie, Brasil. Eles falaram sobre as novas plataformas que podem ajudar na avaliação dos alunos. Aprender é um processo bem complexo e que depende de diferentes sentidos. Testes de múltipla escolha não dão essas respostas”, disse Jolanta.

Encerrando a programação da Contec em São Paulo, o painel A geração do compartilhamento: aprendizado e mídia social contou com a participação do chefe de pesquisa da Edmodo, Vibhu Mittal, e de Brasiliana Passarelli, da Escola do Futuro da Universidade de São Paulo [USP].   Brasiliana discorreu sobre a revolução trazida pela internet, “com ambiente multimídia e narrativas não lineares, normais para os nativos digitais mas não para os imigrantes digitais. Quando criamos conteúdo para tablets em escolas, não basta apenas pensar no conteúdo, mas também em uma logística de por quanto tempo os alunos vão acessar o conteúdo e de que forma

A Contec terá uma nova edição na próxima quinta-feira [20/02], na cidade gaúcha de Canoas. Informações e inscrições pelo site da Contec.

PublishNews | 19/02/2014 | Com informações da assessoria de imprensa

Widbook comemora seu primeiro ano com 200 mil usuários


CEO da startup participa da Contec Brasil

Flávio Aguiar

Flávio Aguiar

Criado no início de 2013, o Widbook tem se consolidado como plataforma digital colaborativa para produção de conteúdo e leitura em nível global. Um dos indicativos disso é a dimensão da rede que se formou. Com sede em Campinas, no interior de São Paulo e nos EUA, a startup tem atualmente mais de 200 mil usuários de diversos países do mundo. Pela plataforma, eles podem escrever e publicar livros, além de receberem feedbacks e comentários de outros membros e profissionais e tudo isso de graça.

O fundador e atual CEO do Widbook, Flávio Aguiar é um dos confirmados para a Contec Brasil que terá edições em São Paulo [dia 18/02] e em Canoas-RS [no dia 20/02]. Ele adianta que, no evento, vai defender a necessidade de melhorar o acesso em escolas e em universidades. “O acesso sempre foi um problema na área de educação, pois muitos trabalhos acadêmicos acabam ficando dentro dos centros de educação, impossibilitando o acesso mais global e massivo”, argumenta. O Widbook, nesse aspecto, funciona como uma ferramenta poderosa de troca de informações entre diferentes instituições.

Flávio conta ainda que um dos aspectos mais interessantes do Widbook é a escrita colaborativa. “É uma tendência mundial e o Widbook está na linha de frente, trazendo inovações”, comenta o CEO. Além disso, ele defende o uso do Widbook em sala de aula: “diversos educadores já utilizam o Widbook para trabalhos experimentais com seus alunos”.

Flávio participa do painel Acesso é tudo ao lado do argentino e colunista do PublishNews Octavio Kulesz e do espanhol David Sánchez, da 24symbols.

Por Leonardo Net | PublishNews | 06/02/2014

Startup apelidada de “YouTube dos livros” lança eBook sobre o futuro do mercado editorial


A rede social literária Widbook acaba de lançar um livro sobre o futuro do mercado editorial no mundo. Batizada como “YouTube dos livros”, a startup brasileira apresentou o material no maior encontro literário do mundo, a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, na semana passada.

O livro digital é feito com a colaboração de escritores como Marçal Aquino, Zuenir Ventura e Fernando Palacios, além de empreendedores, cronistas e pesquisadores internacionais.

De acordo com a Widbook, o livro propõe uma reflexão sobre o futuro da indústria editorial no mundo e ainda reforça a missão de quebrar paradigmas do mercado por meio de sua plataforma de escrita e leitura.

Mas o lançamento do ebook em Frankfurt rendeu mais que leitores. No megaencontro, o YouTube dos livros chamou a atenção do cartunista Maurício de Sousa, e uma série especial de entrevistas foi feita para em breve ser postada no blog.widbook.com.

Como funciona

Como em qualquer rede social, o internauta é convidado a participar da Widbook. Depois de criar uma conta, ele já pode socializar. Na plataforma, o usuário também pode seguir seus inspiradores ou autores favoritos, “curtir” obras e convidar membros para escrever em parceria. Qualquer membro pode compartilhar conteúdos, criticar, revisar ou editar – tudo depende da aprovação ou não da intervenção no texto.

R7 | 16/10/13

Rede de eBooks do Brasil permite escrita colaborativa e pitaco de leitor


Com 8 meses de vida, Widbook já tem leitores e escritores em cem países.
Com 30 páginas escritas por hora, rede de e-books abriga 1,4 mil obras.

Rede de eBooks Widbook tem aplicativo para celulares que rodam Android lançado. [Foto: Divulgação]

Rede de eBooks Widbook tem aplicativo para celulares que rodam Android lançado. [Foto: Divulgação]

Se um autógrafo pode ser o mais próximo que alguns leitores chegarão de seus escritores favoritos, uma rede social brasileira permite que os leitores deem “pitacos” sobre o andamento das obras.

Diferentemente de outras plataformas similares de publicação on-line, como o Wattpad, é possível que os leitores não apenas acompanhem passo a passo a elaboração de livros no Widbook mas também possam sugerir parcerias aos autores. Os brasileiros já são acessados em mais de cem países.

O escritor precisa do leitor e o leitor quer ficar próximo do escritor. A experiência é essa: a possibilidade de participar da obra, de ler um livro antes mesmo de ele sair no mercado, de acompanhar um conversa, de ver um autor que está despontando e às vezes nem é no mundo tradicional das editoras”, diz o diretor executivo de operações e cofundador da plataforma, Joseph Bregeiro.

Publicar

A cada hora, em torno de 50 interações ocorrem na plataforma, sejam avaliações de obras ou leitores que começam a seguir autores.

A rede de publicação e exposição de e-books foi a vitrine para 1,4 mil livros desde o começo de 2013, quando entrou no ar. Mais de 6,5 mil histórias estão em construção. São obras que já foram inseridas no sistema, mas seus autores ainda não optaram por apertar o botão de “publicar”. Por hora, cerca de 30 páginas são escritas na rede.

Se um escritor já tiver algum material pronto, é possível subir o material no site. Mas, diz o executivo, “é a ferramenta menos utilizada”, pois a ideia é “começar um livro do zero, desde a primeira página”. A expectativa é ter 20 mil livros ao fim do ano.

Joseph Bregeiro, cofundador da rede de eBooks Widbook [Foto: Divulgação]

Joseph Bregeiro, cofundador da rede de eBooks Widbook [Foto: Divulgação]

Romance para celular

Com quase 40 mil usuários, a rede social agora chega aos smartphones e tablets, algo que o diretor executivo de operações e cofundador da plataforma acredita que pode mudar a cara das publicações. O aplicativo para Android já pode ser baixado e o para aparelhos da Apple será lançado em breve.

A gente acredita que siga a tendência oriental. Tem muita gente na coreia e japão ficando famoso escrevendo romance para celular. Talvez porque a opção seja mais fácil de leitura melhor para quem está se locomovendo. Então tende a baixar os títulos de não ficção dentro da plataforma. O cara vai querer explorar mais uma história para ser lido em mobile”, diz.

Atualmente, 30% dos acessos já são feitos por meio de aparelhos móveis, mas a tendência é a ultrapassagem, afirma Bregeiro. “Na Índia, o mobile já passou.

Com a força do celular, a empresa espera que os usuários na rede cheguem a 100 mil em 2013 e fiquem entre 1 milhão e 2 milhões em 2014.

A rede de e-books não deve implantar uma forma de rentabilização até o fim do ano que vem, para, primeiro, construir uma base de usuários e decidir antes as alternativas de negócio. Segundo Bregeiro, a geração de caixa pode girar em torno de “informações valiosas para o escritor a qual poderia ter acesso por um valor mensal”.

Como exemplo, o executivo cita o tempo em que um usuário passa com uma obra, em qual página abandona a obra e até informações para agentes literários.

O Widbook possui ferramentas para reprimir infrações aos direitos autorais. É possível denunciar um usuário que tenha publicado plágios e obras que contenham trechos de outros autores.

Por Helton Simões Gomes | Do Portal G1 | 15/08/2013