Trechos literários enviados por WhatsApp no DF


Paulo Santos | Criador do ‘Leitura de Bolso’

Um projeto criado no Distrito Federal busca incentivar o consumo de literatura nos minutos livres do dia a dia por meio da tela do celular. O “Leitura de Bolso” envia todos os dias, via WhatsApp, textos curtos que podem ser lidos no transporte público, no sinal vermelho ou na fila do banco. O serviço é gratuito, e o cadastro pode ser feito pela internet.

A ideia surgiu após uma pesquisa da Fecomércio que revelou que, no ano passado, 7 em cada 10 brasileiros não leram um livro sequer. “Vimos essa notícia e ficamos espantados, nos perguntando qual era o motivo disso. Tentamos achar algum jeito de trazer a literatura para mais perto das pessoas“, diz o publicitário Paulo Santos, de 28 anos.

Depois de algumas semanas quebrando a cabeça, ele e o amigo Julian Vilela acharam a solução: textos curtos e de fácil acesso. “São textos rápidos, para ler em até cinco minutos. É um tempinho que a gente sempre tem disponível. Acho que os livros ‘assustam’ muita gente pelo tamanho“, diz o publicitário.

Temporadas

O conteúdo da “primeira temporada” do Leitura de Bolso fica a cargo do engenheiro e cronista brasiliense Roberto Klotz. O autor ofereceu, sem custos, as 46 crônicas do livro “Quase pisei”, suficientes para dois meses de projeto – os textos serão enviados apenas em dias úteis.

A cada manhã, os inscritos vão receber uma das crônicas e algumas imagens relacionadas ao tema. No início, pensamos em narrar os textos, mas o consumo ficaria condicionado ao fone de ouvido. Por enquanto, vamos com texto e imagem“, diz Santos.

Para as próximas temporadas, a dupla estuda parcerias com ilustradores, fotógrafos e outros artistas.
Vimos essa notícia e ficamos espantados, nos perguntando qual era o motivo disso. Tentamos achar algum jeito de trazer a literatura para mais perto das pessoas”

Com a promessa de manter o serviço gratuito e sem propagandas, a dupla reduziu ao máximo os custos do projeto, que entra no ar com “investimento zero”. O site foi produzido pelos próprios publicitários, e as primeiras mensagens serão enviadas de um aparelho celular que estava “encostado”.

Até agora, gastamos mais tempo que dinheiro. Patrocínio, propaganda, spam estão fora de cogitação“, diz Santos.

Sem barreiras

Antes mesmo do lançamento, o projeto dá sinais de sucesso. “A gente escolheu o WhatsApp porque é um dos meios mais democráticos, e parece que deu certo. Esperávamos entrar no ar com 200, 300 pessoas, mas até esta terça [24] já temos 1,3 mil inscritos.

O envio pelo aplicativo de mensagens também evitou a barreira geográfica. O cadastro pode ser feito de qualquer lugar do mundo, desde que o número de telefone esteja vinculado a uma conta do WhatsApp. O texto é enviado pelo número oficial do projeto, que pode ser armazenado nos contatos do celular: [61] 9619-6842.

G1 | 27/11/2015

WhatsApp para incentivar leitura


Por Debora Schilling Machry | Publicado originalmente em Porvir | 19/08/2015

Eu sou muito insistente na questão da escrita e da leitura. Como professora de ciências, eu mostro aos meus alunos que, assim como os músculos do corpo, o cérebro também precisa se exercitar e que lendo, ele se exercita. Apesar disso, a maioria deles não gosta de ler e tem dificuldades de concentração, precisando de motivação contínua para estudar. Além disso, eu tinha muita dificuldade na correção das atividades, devido aos inúmeros erros ortográficos feitos por eles. Então, decidi trabalhar a leitura de uma forma que envolvesse os estudantes. O problema é que a ideia era utilizar o celular para isso e, apesar de ser uma ferramenta incrível, seu uso é proibido em sala de aula. A diretoria recolhe os aparelhos no começo do dia.

Sendo assim, eu resolvi a questão de outra forma. Comecei a escrever artigos para a seção de opinião dos jornais de São Leopoldo, do Rio Grande do Sul, sobre os conteúdos trabalhados em sala de aula com os 6ºs, 7ºs e 8ºs anos. Depois, eu tiro foto da página do jornal com o artigo publicado e mando para meus alunos pelo grupo do WhatsApp, para que eles leiam em casa pelo celular.

A partir dessa atividade, eu peço que eles respondam o que o artigo pode mudar ou alterar na aprendizagem em casa. Eles relatam as aplicações do que leram, mas também podem mandar fotos de animais que acham curiosos para trabalharmos em aula ou denunciar entulhos de lixo para que eu ligue para a prefeitura. A participação no grupo é também um trabalho social. Dessa forma, eu sei que estão aplicando o conhecimento passado presencialmente.

Depois de tudo isso, eu faço a hora do conto científico em sala. Para ler o artigo e discuti-lo com os alunos, eu crio um clima no ambiente: apago as luzes, levo uma vela ou vamos ler na rua, o que acaba envolvendo os estudantes.

É um projeto bem diferente na escola porque, de um modo geral, os professores têm medo do celular, porque é uma ferramenta nova e nem todo mundo se adapta. Eu mesma não tinha um smartphone, ganhei um esse ano. Foram os alunos que me ensinaram a usar o aparelho. Algumas coisas eu ainda não sei fazer, mas vou aprender. Eu perdi o medo.

O grupo do WhatsApp é mais um recurso didático. É uma prática que estamos desenvolvendo e aprendendo com ela. Eu nunca usei a tecnologia desse jeito, então eu estou achando ótimo. Os alunos estão aderindo aos pouco, mas todos que fazem parte dos grupos participam bem. Eles estão mais concentrados e conseguem entender melhor o que eu falo nas aulas. A leitura facilitou muito a aprendizagem.

Eu sei que a minha vocação é essa. É na escola que eu consigo fazer meu trabalho socioambiental. Sou respeitada pela minha profissão. Tudo isso me motiva a não desistir e me faz acreditar que a educação ainda vai ser valorizada.

Debora Cristina Schilling Machry

Debora Cristina Schilling Machry

Debora Cristina Schilling Machry é bióloga formada pela Unisinos, especialista em Microbiologia. É professora de Ciências da rede pública e privada. Já foi Supervisora da Educação Ambiental do município de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, Conselheira no Conselho do Meio Ambiente e interlocutora na Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos. Atualmente, escreve artigos de opinião para jornais regionais e coordena projetos socioambientais.

Os melhores ‘apps’ para ler e estudar


unnamedFolhas de papel, agendas, cadernos, livros. Quilos e quilos de papel que até poucos anos atrás pesavam sobre as costas e ocupavam mochilas, bolsas e mesas. Estão desaparecendo, pouco a pouco, da vida dos estudantes. A digitalização dos alunos nas universidades caminha no mesmo ritmo que eles; segundo o último estudo do serviço de telefonia Tuenti Móvil e da empresa de pesquisa de mercado IPSOS, 84% dos jovens pesquisados se conecta à Internet a partir do telefone celular e 40% utiliza o aparelho para estudar, trocar anotações ou trabalhar em grupo.

Celulares e tablets foram banindo a caneta e o papel para melhorar, maximizar e otimizar as tarefas dos universitários; deixaram que ser um elemento de distração durante as aulas para se tornarem uma ferramenta de trabalho. Quase sempre. Álex Rayón é professor na Faculdade de Engenharia da Universidade de Deusto e responsável pela TI [Tecnologia da Informação] nesse centro universitário. É ele quem está colocando em funcionamento a maquinaria que habilita as tecnologias de informação e comunicação na universidade basca: “Todo o plano de formação em competências digitais. Acredito que com isso é preciso ser valente”.

Os alunos ainda sentem dificuldades no uso dos aplicativos durante as aulas, embora fora delas isso já se tornou um hábito. “Os professores demoram em se acostumar. O maior medo é que, com o telefone na mão, os alunos possam estar fazendo outras coisas que não sejam da disciplina”. Facebook, Twitter, Whatsapp. “O que acontece então? Os celulares são proibidos em sala de aula”, conta Rayón. “Mas o que devemos fazer, e o que eu tento a cada dia, é levar as aulas ao celular, monopolizar a atenção dos alunos”.

Rayón dá aulas de Inovação e empreendedorismo na Universidade de Deusto e de Estratégia digital na Deusto Business School. Uma parte delas navega na nuvem, no Youtube e no Google Drive. “Quando os alunos fazem seminários, peço que gravem; depois postamos o material em canais temáticos que criamos no Youtube e se faz uma revisão por grupos. É uma das formas de levar a aula ao ambiente dos dispositivos móveis”. Com a ajuda de aplicativos como o Evernote, para gestão de conteúdos, e o Mindomo, para criar mapas conceituais, Rayón consegue colocar a aula no celular. “E não ao contrário, para aproveitar ao máximo todos os recursos disponíveis”.

Para ajudar a atingir esse objetivo, apresentamos os melhores aplicativos de iOS, Android e Windows Phone para compactar o curso.

Com a mão levantada

Para não perder o hábito de mover o pulso e o cotovelo ao escrever, reunimos aplicativos com os quais você poderá continuar escrevendo de forma tradicional, mas sobre uma tela.

  • Penultimate: Um aplicativo simples, intuitivo, extremamente bem cuidado visualmente e com uma gestão impecável da tinta. Pode-se escrever com o dedo, mas para aproveitá-lo ao máximo um stylus é a melhor opção. Disponível para iPad e gratuito.
  • Papyrus: Clara e fácil de usar, essa ferramenta tem uma janela para os clientes do Google Play for Education, que podem instalar este app e o Papyrus Licence EDU 2014-2015 para desbloquear as vantagens da versão premium. Disponível para Android e gratuito.
  • OneNote: A ferramenta para tomar notas do pacote Office da Microsoft é uma plataforma agradável e limpa visualmente. Permite escrever à mão, embora seja recomendável um lápis adequado. Disponível para Windows Phone, iOS e Android de forma gratuita.

Organizado e a tempo

Para quem não se importa em prescindir de agendas, post-its e papeizinhos no meio de dezenas de cadernos, seis ferramentas que ajudam a organizar, lembrar e guardar.

  • Evernote: Para tomar notas, fazer fotos, criar listas, gravar voz, guardar links. Tem sincronização na nuvem e capacidade para fazer apresentações com um clique. Gratuito. Para iOS, Android e Windows Phone em versão gratuita, premium [5 euros por mês, cerca de 14,65 reais] e business [10 euros por mês como usuário].
  • iStudiez Pro: Combina agenda, lista de tarefas e anotações com uma interface fluída e visualmente bonita. Disponível para iOS e Windows Phone por 8,7 euros.
  • My Study Life: Agenda, lista de tarefas e avisos em um único aplicativo para iOS, Android e Windows Phone. Gratuito.
  • Any.do: Combina tudo, do calendário à lista de tarefas. Sincroniza e compartilha com outros dispositivos. Com cada nova mudança, seus desenvolvedores sempre repetiram o mesmo: “Há muitos apps para cada coisa, por que não usar um que sincronize tudo?”. Disponível para iOS e Android de forma gratuita.
  • FantastiCal 2: Um calendário intuitivo, completo e com aperfeiçoamentos contínuos. Só está disponível para iOS, por 4,99 euros.
  • Wunderlist: Um aplicativo simples e intuitivo para organizar e compartilhar tarefas. Para iOS e Android, tem uma versão gratuita e outra paga, por 4,20 euros.

Guardar e compartilhar

Antes, se tiravam fotocópias. Agora, sobem-se arquivos à nuvem. Três lugares virtuais onde armazenar qualquer tipo de arquivo e poder acessá-lo a partir de qualquer dispositivo, compartilhar com os colegas do grupo de trabalho ou com os professores.

  • Google Drive: Compartilha, edita e guarda de forma instantânea. Disponível para iOS, Android e Windows Phone e gratuito.
  • Dropbox: Tudo vai para a nuvem, para consultar e sincronizar de forma instantânea com outros dispositivos. Para iOS, Android e Windows Phone de forma gratuita.
  • OneDrive: É o serviço de armazenamento de arquivos da Microsoft, embora tenha aplicativos para iOS e Android. Gratuito até 15 GB.

Página a página

Para muitos, o romantismo de virar as páginas dos livros e sentir seu aroma não é motivo suficiente. Nos leitores digitais se podem armazenar milhares de títulos, todos disponíveis de forma imediata.

  • iBooks: É o aplicativo da Apple para baixar e ler livros, sublinhar e acrescentar notas. Tem acesso direto à biblioteca da empresa da maçã.
  • GoodReader: Para ler e tomar notas em arquivos; sincroniza com o Dropbox, OneDrive, SugarSync, e qualquer servidor SFTP, FTP, SMB, AFP ou WebDAV. Disponível apenas para iOS, por 4,2 euros.
  • Kindle: A experiência e a interface dos clássicos do Kindle transformados em um aplicativo disponível para iOS, Android e Windows Phone de forma gratuita.

Sempre útil

Para escanear, fazer cálculos ou desconectar a rede wifi, que às vezes se torna mais tentação do que ajuda, uma reunião de aplicativos que podem ser um auxílio pontual.

  • Quick Graph: Uma potente calculadora gráfica com versão premium por 1,7 euros. Disponível apenas para iOS, embora seus desenvolvedores estejam trabalhando em uma versão para Android.
  • Genius Scan e CamScanner: Dois aplicativos para escanear, digitalizar, editar e enviar documentos e fotografias. Ambos disponíveis para iOS, Android e Windows Phone de forma gratuita.
  • Ommwriter: Se você não é capaz de desconectar a rede wifi do tablet ou não consegue pôr o celular em modo avião, este aplicativo lhe ajudará a se concentrar para trabalhar. Enquanto estiver aberto, as notificações não o atrapalharão. Disponível apenas para iOS, por 4,99 euros.
  • Pocket: Bolso virtual que permite guardar artigos, vídeos ou fotografias a partir de qualquer Web ou aplicativo para vê-los mais tarde. Disponível para iOS e Android e é gratuito.

El País | 28/01/2015

De onde vêm os gênios da tecnologia?


Reinaldo Normand

Reinaldo Normand

O brasileiro Reinaldo Normand lançou o livro Vale do Silício, no qual revela como funciona a famosa região onde estão os maiores gênios do mundo – e onde foram criadas empresas como Google, Youtube, Whatsapp e Instagram. Ele, que fundou cinco empresas no Brasil, EUA e China, dentre elas o site sobre games Outer Space, viveu um tempo no Vale, localizado no Norte da Califórnia, nos Estados Unidos.

Deparei-me com algo fascinante e inesperado. É a cultura a grande mola propulsora da inovação no Vale do Silício. Ela é a grande responsável por criar o ecossistema de inovação que gera tantas empresas e produtos que mudaram o mundo“, diz Normand na introdução do livro, dividido em duas partes.

A primeira parte, Normand fala sobre a cultura do local. “Esse é um lugar onde se respeitam empreendedores e startups mais do que outros participantes do ecossistema, como consultores, executivos, pesquisadores e grandes empresas. Há um senso de otimismo no ar, como se tudo fosse possível, e as startups simbolizam a materialização do intangível“, diz.

Na segunda parte do livro, Normand ilustra como utilizar essa cultura. “Não tenho a pretensão de oferecer soluções mágicas, mas de mostrar com exemplos reais como pensar diferente“, diz Normand.

O livro está disponível para download clicando aqui.

A Tarde | 29/10/2014

Pesquisa mostra como estudantes usam smartphones para estudar


Pesquisa realizada pela rede colaborativa para estudantes universitários Passei Direto traz levantamento sobre comportamento de estudantes em relação ao uso de smartphones. Segundo o estudo, 94,5% deles têm acesso à internet pelo celular, e somente 5,2% deles não possuem smartphone. A pesquisa apontou também que os jovens têm preferência pelo sistema Android, com 68% de usuários; em seguida vem o iPhone com 17%. A maioria, 64%, prefere acessar aplicativos pelo smartphone, e apenas 24,5% acessam sites também.

A enquete foi realizada entre junho e agosto deste ano com 2.143 universitários do norte ao sul do país. Os dados foram coletados pela SurveyMonkey, principal fornecedor mundial de soluções de questionário pela web e que permite análises estatísticas das respostas coletadas. De acordo com Rodrigo Salvador, gestor e criador da rede Passei Direto, o assunto é atual e relevante. “Decidimos fazer a pesquisa devido à importância que os celulares ganharam na vida das pessoas, por sua versatilidade como veículo de informação e interação coletiva. Além disso, faltam fontes de dados secundários sobre este tema“, explica.

A pesquisa confirmou que o uso da internet para estudar e a formação de grupos on-line para ajudar nas tarefas acadêmicas é um hábito consolidado entre os estudantes. 87% dos universitários afirmaram que fazem pesquisa on-line e 61,5% não fazem anotações das matérias em sala de aula. 22% estudam em grupo e 13% trocam informações por WhatsApp. Antes de uma prova, 58% acessam seus aparelhos inteligentes. Veja mais dados da pesquisa no infográfico abaixo.

A Passei Direto é uma rede social de estudos para universitários, que apresenta uma nova maneira de estudar. No ar há 1 ano, tem mais de 2 milhões de usuários de todas as universidades do Brasil. Por meio da rede, os usuários podem trocar dicas, compartilhar materiais de estudo, mensagens e oportunidades de estágios, além de tirar dúvidas e debater assuntos de todas as disciplinas, cursos e universidades.

Publicado originalmente em Correio Braziliense | 07/10/2014

Amazon brasileira tenta popularizar loja de apps


Mais conhecida pela venda de livros, empresa faz promoção que oferece de graça títulos que normalmente são pagos

SÃO PAULO | Apesar de mais conhecida por seu negócio de venda de livros, a Amazon no Brasil vem procurando reforçar sua presença também através de sua loja de aplicativos.

Já há um bom tempo, a Amazon App Store oferece todos os dias um aplicativo pago de graça, através do programa App Grátis do Dia. Como parte desta ação, a loja disponibilizará 24 apps e jogos pagos gratuitamente. Segundo a empresa, os apps e jogos somados valem mais de R$ 330. A promoção é válida de hoje até sábado.

Considerando que os aplicativos mais populares já são gratuitos [como WhatsApp e Facebook], quais seriam os benefícios da promoção para o usuário? “Os apps que estamos oferecendo são ‘premium’”, explica Milton Neto, diretor da Amazon App Store no Brasil. Entre os títulos oferecidos na promoção estão o Genius Scan+, que custa originalmente R$ 15,49, e o dicionário de língua inglesa Merriam-Webster’s Third New International, que, de acordo com a empresa, custa R$ 131,27.

A loja da Amazon distribui apenas aplicativos compatíveis com o sistema operacional Android. De acordo com a empresa, o consumidor tem como vantagem procurar títulos em sua loja em vez de ir na Play Store, do Google, porque sua curadoria seria mais rigorosa. A empresa também procura parcerias para lançar apps em primeira mão em sua loja.

Neto afirmou também que a empresa procura apoiar desenvolvedores brasileiros de aplicativos, inclusive promovendo suas criações em filiais da loja no exterior. O executivos citou como exemplo o jogo Coelhadas da Mônica, que traz a personagem de Mauricio de Sousa e que ganhou o nome de Monica’s Bunny Bashings no exterior.

Por Camilo Rocha | Publicado originalmente em O Estado de S. Paulo | 25/09/2014