Brasil ganha aplicativo de HQs


Comix Trip já está disponível para leitura em tablets e smartphones

Já está disponível para download na AppStore o Comix Trip, aplicativo brasileiro dedicado exclusivamente aos quadrinhos nacionais. O aplicativo, que pode ser baixado para iPads e iPhones, apresenta dezenas de HQs produzidas por quadrinistas brasileiros e publicadas de forma independente ou por editoras nacionais, que podem enviar as obras gratuitamente. O preço da HQ selecionada varia entre US$ 0,99 e 5,99 [de R$ 3 a R$ 15]. À frente do negócio, estão Alexandre Montandon, sócio da Qualidade em Quadrinhos Editora, que atua há mais de 20 anos no mercado corporativo, e Ricardo Isidoro, proprietário da Business Intelligence, empresa da área de inteligência de mercado. O aplicativo ainda não está disponível para Android. Para fazer o download, clique aqui.

PublishNews | 30/04/2015

Tablets e livros para quem incentiva a leitura


Os melhores projetos que promoveram e incentivaram a leitura em 2014 serão premiados no dia 16 de dezembro, quando acontece a 4ª edição do Prêmio Elias José, em Casimiro de Abreu, no interior do Rio. O evento começa às 15 horas e acontecerá no Auditório Aline Carvalho da Costa.

A Secretaria de Educação dará um tablet 10 polegadas para o professor responsável pelo projeto ganhador. Já a escola ganha troféu, certificado e livros.

Antes de chegar aos dez finalistas, a comissão julgadora avaliou 23 projetos de 20 escolas públicas e privadas. Para escolher os melhores, foram analisados quesitos como estética, arquivos fotográficos, forma de abordagem, alcance do projeto, língua portuguesa na norma culta, entre outros.

Em 2014, o número de inscritos aumentou. Tem sido assim ano após ano. O nível dos projetos também melhorou bastante“, disse o promotor de leituras, Adilson Araújo .

De acordo com a secretária de Educação, Sonia Coêlho, a leitura preserva a identidade de um povo.

Este tem sido o principal objetivo do Prêmio Elias José. Temos colaborado para que isso aconteça por meio da oralidade“.

G1 | 08/12/2014

Novo edital do MEC para tablets


Está no forno do FNDE um novo edital para interessados em vender uma montanha de tablets para as escolas públicas. Será pelo sistema de registro de preços em ata. Ou seja, os selecionados poderão vender e entregar diretamente para qualquer prefeitura ou governo estadual sem a necessidade de novas licitações.

Após a entrega de 640 mil tablets para professores do Ensino Médio, desta vez serão contemplados os mestres do Ensino Fundamental, que é o dobro disso. Uma parte talvez fique para 2015.

Galeno Amorim

Oi lança biblioteca virtual, a Oi Bookstore


A Oi anunciou o lançamento do serviço de biblioteca virtual Oi Bookstore, que permite a leitura de livros no tablet, celular ou computador aos clientes da operadora. Com uma assinatura de R$ 3,90 por semana, o usuário pode baixar livros por meio de um aplicativo para Android e iOS.

A biblioteca tem cerca de 2.500 títulos, divididos em 11 categorias, como arte, literatura brasileira, medicina, filosofia e ciências sociais. O app oferece a opção de adicionar marcadores nas páginas, aumentar ou reduzir o brilho e a fonte do texto e compartilhar o que está lendo pelo Twitter ou Facebook.

A iniciativa está dentro da nossa plataforma de conteúdo de educação, que está sendo construída há algum tempo, e oferece cursos online para as pessoas, como de idiomas. Na Oi Bookstore, o cliente escolhe três livros para baixar simultaneamente e pode ler sem estar conectado à Internet. O assinante pode ficar com os livros o tempo que quiser, e quando acabar, pode trocar, como em uma biblioteca real”, diz Roberto Guenzburger, diretor de produtos e mobilidade da Oi.

O serviço é uma parceria em regime white label com a Verisoft. “Estamos com uma perspectiva bem positiva em relação ao serviço, que será aderido primeiro pelo público jovem, cujo interesse por novos serviços é maior. Mas o público mais velho pode se interessar mais para frente, porque o serviço traz uma conveniência muito grande: não é preciso carregar livros pesados e o celular está sempre conosco”, completa Guenzburger.

Para ser assinante da Oi Bookstore, o cliente pode enviar um SMS com a palavra ‘livros’ para o número 644 ou se cadastrar pelo site. Caso o dispositivo do usuário não seja compatível com o app, ele pode acessar os livros pelo site.

Por Marina Tsutsumi | MobileTime

Oi lança sua própria biblioteca virtual


Atenta ao fato de que cada vez mais gente lê em dispositivos móveis, como tablets e mesmo celulares, a operadora de telefonia Oi está lançando sua própria Bookstore. Na verdade, na Oi Bookstore os usuários não compram os livros, mas pagam uma espécie de “aluguel” (R$ 3,90 por semana), para ter acesso a até três obras simultaneamente.

São 2.500 títulos em acervo subdivididos nas categorias artes, auto-ajuda, biografia, direito, literatura brasileira, medicina & saúde, infanto-juvenil, religião, filosofia, obras gerais e ciências sociais.

Para assinar o serviço, o consumidor deve enviar um SMS com a palavra LIVROS para o número 644 ou acessar o site http://www.oibookstore.com.br. Neste caso, baixa gratuitamente um aplicativo e a partir daí escolhe o livro, ou livros, que poderá ser lido mesmo quando não estiver conectado à internet.

Funcionalidades de leitores eletrônicos, como a possibilidade de adicionar marcadores, aumentar ou diminuir tamanho da fonte ou intensidade de brilho, assim como comunicar a amigos nas redes sociais Facebook e Twitter dados sobre as leituras que têm feito estão também presentes na Oi Bookstore.

Meio & Mensagem | 15/08/13

O colapso da Barnes & Noble


Por Greg Bateman | Publicado originalmente em Publishnews| 24/07/2013

Em 2009, a Amazon e a Sony tinham um duopólio virtual no nascente mercado de e-books. A Barnes & Noble tinha que agir agressivamente, e de fato o fez – eles contrataram William Lycnh, CEO que tinha nenhuma experiência com livros, mas era craque em tecnologia e e-commerce. Ele lançou o Nook, e um ano depois a B&N tinha 20% do mercado – engolindo quase todo o negócio de e-book da Sony e chegando rapidamente perto da Amazon.

A B&N fez investimentos pesados em tecnologia, criou um centro de desenvolvimento digital no Vale do Silício, com mais de cem engenheiros treinados, que lançaram e-readers e tablets Nook que receberam resenhas calorosas. Esses aparelhos estavam em destaque nas livrarias físicas, e tinham o respaldo de um staff de vendas comprometido.

Aí vejo essa notícia:

CEO William Lynch resignou ao cargo, após perda trimestral de US$ 177 milhões na divisão digital

O que aconteceu com aquela luz no fim do túnel?

Primeiro de tudo, o DNA da empresa era o de uma livraria física, e apesar dos milhões de dólares investidos em desenvolvimento, um duelo com um mamute da tecnologia, a Amazon, mostrou-se ser uma batalha quixotesca.

Segundo, eles cometeram um erro crasso ao investir em tablets. Apesar do Nook Color e Tablet serem aparelhos muito inovadores, a B&N não percebeu que o seu ponto forte era conteúdo, não aparelhos (se fosse o caso, os tablets teriam preços de iPad). Sem uma oferta completa de músicas, vídeos e jogos pagos, que mantêm os consumidores nas lojas virtuais, a B&N estava simplesmente disponibilizando a compra de Angry Birds e assinatura de Netflix.

Por último, eles perderam a oportunidade de impulsionar seu maior ativo – a rede de lojas físicas. Os “Cantos do Nook” nas livrarias eram fantásticos, mas por que a B&N não fez algo que apenas um varejista físico conseguiria? Como ofertar pacotes impresso/digital? (por exemplo, compre o livro físico e leve o digital com 50% de desconto). Ou ofertas válidas apenas dentro das lojas? (Como 20% de desconto em todas as compras virtuais feitas na loja física). Ou ofertas de livros físicos na loja virtual? (Digamos, 10% de desconto nos livros físicos para leitores digitais). As possibilidades de marketing eram virtualmente ilimitadas.

O fim de William Lynch e companhia foi bem triste, mas estou animado para ver o que as ‘Barnes & Noble’s do Brasil nos trarão.

Greg Bateman

Greg Bateman

Por Greg Bateman | Publicado originalmente em Publishnews| 24/07/2013

Greg Bateman, expert em tecnologia e empreendedor do negócio de e-books, é conhecido pelo seu envolvimento na criação de produtos extremamente bem-sucedidos, como os smartphones da Samsung e o Kindle, da Amazon. Na Vook, ele desenvolveu uma eficiente cadeia de produção de centenas de e-books por semana. Greg, que nasceu nos Estados Unidos, viveu nove anos no exterior, onde intermediou várias parcerias envolvendo Coreia, China, Japão e EUA. Hoje mora no Brasil, em São Paulo. Ele é pesquisador visitante da Universidade de Tóquio, tem duas graduações pela Universidade da Califórnia em Berkeley [engenharia elétrica/ciência da computação e literatura japonesa] e um MBA pela Columbia Business School.

A coluna E-Gringo discute a fundo o negócio e o lado técnico dos e-books a partir de uma perspectiva global. Às quartas-feiras, quinzenalmente, ela vai apresentar plataformas e tendências do mundo todo e, claro, do Brasil. Para enviar comentários, escreva para greg@hondana.com.br .