Venda de tablets mais que triplica no Brasil


O que mais contribuiu para esse crescimento foi a combinação da demanda dos usuários com o surgimento de modelos com preços mais baixos que o iPad, o precursor do mercado

Levantamento de consultoria indica que 2,6 milhões de tablets serão vendidos no Brasil até o fim deste ano | Photo Mathew Sumner Getty Images

Levantamento de consultoria indica que 2,6 milhões de tablets serão vendidos no Brasil até o fim deste ano | Photo Mathew Sumner Getty Images

São Paulo | Os tablets ganham mercado em ritmo acelerado no Brasil. Uma pesquisa divulgada pela consultoria GfK mostra que entre janeiro e agosto de 2012 houve um aumento de 267% nas vendas do produto na comparação com o mesmo período do ano passado.

O que mais contribuiu para esse crescimento foi a combinação da demanda dos usuários – cada vez mais atraídos pela portabilidade da prancheta eletrônica – com o surgimento de modelos com preços mais baixos que o iPad, o precursor do mercado.

Hoje, a versão mais básica do iPad 2 [16 gigabytes, Wi-Fi] é vendida no site da Apple por R$ 1.299. Mas, quase dois anos após o lançamento do primeiro tablet da empresa de Steve Jobs, há várias opções abaixo dos mil reais no Brasil.

O Samsung Galaxy Tab 2, de 8 gigabytes e Wi-Fi, tem o preço sugerido de R$ 699. Com especificações iguais, o Ypy, da Positivo, tem o mesmo preço. A média de preços hoje, segundo levantamento da GfK feito em agosto, é de R$ 968. Em dezembro de 2010, esse valor ultrapassava os R$ 2 mil. “Isso ilustra bem o quanto os tablets estão mais acessíveis“, diz Cláudia Bindo, gerente de telecomunicações da GFK.

Ela explica que os tablets apenas com Wi-Fi são os mais vendidos. “Mas isso não significa que os aparelhos 3G não são importantes. O uso dos produtos é que difere.” Há os usuários iniciantes que optam pelo Wi-Fi [geralmente os mais baratos] e há os que precisam da conexão de internet móvel a todo momento, segundo ela. São os usuários mais avançados.

Também são parte significativa do mercado os aparelhos de tamanho próximo a 7 polegadas. Segundo a consultoria IDC, esse modelo responde por metade das vendas no País. Com o lançamento do iPad mini, a Apple deve começar a concorrer nesse mercado, observa o analista de mercado da IDC Attila Belavary.

O último levantamento da consultoria indica que 2,6 milhões de tablets serão vendidos até o fim deste ano. Para 2013, a empresa espera que o mercado brasileiro alcance a marca de 5,4 milhões de unidades. Estão incluídos nessa estimativa os tablets adotados em empresas, universidades públicas e privadas e as cerca de 900 mil unidades que o Ministério da Educação deve entregar a escolas públicas entre o fim de 2012 e meados de 2013.

Publicado originalmente em EXAME.COM | 14/11/2012, às 11:07

E por falar em tablets


POR EDNEI PROCÓPIO

Esses números aqui vão para o pessoal que assistiu ao meu último curso lá na Escola do Livro [CBL]. Um aluno me pediu os números atualizados e eu perdi o e-mail dele.

Microsoft Surface

Microsoft Surface

Segundo dados da IDC Brasil [International Data Corporation], publicados no final em setembro, mais de 600 mil tablets foram comercializados no país durante o segundo trimestre de 2012. Em percentuais, o número apresentado é de 275% superior ao registrado pela indústria no primeiro trimestre.

Samsung e Positivo devem estar sorrindo à toa, pois embora novidades como Kindle Fire, Google Nexus, Microsoft Surface e iPad Mini demorem para chegar aqui, ainda segundo o estudo da IDC Brasil, atualmente são vendidos cerca de cinco tablets por minuto no Brasil.

Já faz um tempo, se não eu ia perguntar para o pessoal da IDC se nestes números estão computados os ‘xinglings’. É um número realmente impressionante e talvez seja até um dos responsáveis pelo faturamento do mio milhão de reais, no último mês, registrado pela livraria Saraiva na venda de eBooks. Conversando com uma fonte da empresa, me foi dito que o aplicativo Saraiva Digital Reader alcançou a marca de 1 milhão de downloads. Outro dado que impressiona.

E aí vem aquela minha ideia de convergência em hardware, software e conteúdo. É claro que os aplicativos da Saraiva precisam melhorar um pouquinho, né, mas o principal mesmo é o conteúdo. Tanto que nós aqui da LIVRUS já subimos um ePub novo na loja dos caras [antes que a Amazon compre eles!].

Brincadeira, Deric!

Mas, voltando aos tablets, a expectativa é que a venda dos aparelhos chegue a 2,6 milhões de unidades até o fim de 2012. O estudo aponta ainda que metade dos dispositivos comercializados no Brasil tem tela de 7 polegadas; desses, porém, apenas 20% possuem conectividade 3G. Para 2013, o estima-se que o número de tablets comercializados chegue a 5,4 milhões de unidades.

Enfim, agora a gente entende porque empresas como Kobo, Google e Amazon estão de olho em nosso país. É que o crescimento apresentado na comercialização dos portáteis fez o Brasil saltar do 17º para o 11º lugar no ranking mundial das nações que mais vendem tablets.

POR EDNEI PROCÓPIO

Iba é lançada com seis mil eBooks


O mercado de publicações digitais ganhou ontem um concorrente de peso com o lançamento da Iba, loja do grupo Abril para jornais, revistas e livros. A plataforma, que desde o ano passado funcionava em versão experimental, foi ao ar oficialmente com oferta de 25 títulos de revista do grupo, 19 jornais e seis mil e-books de 170 editoras brasileiras, o que a coloca entre as três maiores lojas de livros eletrônicos do país – a Gato Sabido tinha cerca de 7,3 mil títulos em janeiro e a Saraiva, em torno de seis mil.

A estreia acontece num momento em que a concorrência promete se acirrar – e muito – com os desembarques da Amazon e do Google eBooks no Brasil, previstos para este ano, e do surgimento de outras plataformas nacionais – Mundo Positivo, Buqui e Travessa são alguns dos concorrentes que surgiram nos últimos meses. “Queremos estar entre as grandes do mercado de e-books”, diz Ricardo Garrido, diretor de operações da Iba. A loja recebeu até agora investimento de R$ 10 milhões e, nos próximos cinco anos, deve consumir um total de R$ 60 milhões, segundo o executivo.

Estão disponíveis os aplicativos de leitura da Iba para PC e iPad e, em breve, será lançado um para Android. “Estamos apostando no crescimento dos tablets e também na base já instalada de PCs no Brasil”, afirma Garrido. Segundo ele, a Iba estima que haverá nove milhões de tablets em uso no país nos próximos cinco anos, contra menos de um milhão existente hoje. Foi fechada parceria para que os tablets da Motorola e da Samsung – o Xoom e o Galaxy Tab – já cheguem às mãos do consumidor brasileiro com o aplicativo da Iba instalado. O mesmo acordo com feito com a HP para PCs.

Para atrair usuários, a Iba oferece gratuitamente cinco revistas, um jornal diário e mais dez livros – todos em domínio público – para quem se cadastrar até o dia 16 de abril. Ontem, segundo Garrido, três mil usuários haviam se cadastrado em menos de 24 horas. Hoje pela manhã, o aplicativo da loja para iPad era o terceiro mais baixado na App Store. A Iba permite, além da compra avulsa de exemplares, a assinatura dos jornais e revistas.

Garrido afirma esperar para os próximos meses um forte crescimento na base de e-books nacionais. “As editoras aceleraram muito a produção de e-books e acreditamos que haverá um aumento gigantesco na oferta nos próximos meses”, afirma. A Iba também deve fechar em breve acordos para a venda de títulos estrangeiros, segundo ele.

Em relação aos acordos comerciais com as editoras, Garrido afirma que os contratos variam conforme o porte e o tipo de publicação das editoras. Eles também preveem certos níveis de desconto nos preços dos livros para o consumidor final. “Mas nossa postura não é de pressionar as editoras, acreditamos numa boa convivência, como sempre foi no mundo impresso”, diz o executivo.

É uma referência sutil à Amazon, conhecida por sua prática agressiva de descontos [especialmente nos Estados Unidos], que ao longo do tempo passou a ser vista como vilã pelo mercado editorial – mas, certamente, não pelos leitores, que conseguem comprar livros por preços menores. A companhia americana planeja iniciar operações no Brasil ainda neste primeiro semestre.

Ao contrário do que se imagina, a distribuição digital não é tão barata, porque os volumes de venda são baixos no Brasil”, diz Garrido. “À medida que o volume crescer, haverá espaço para reduções maiores de preço, mas não é algo que vai acontecer no curto prazo”, avalia.

Em tempo: iba, em tupi-guarani, significa árvore, uma referência ao símbolo da Abril.

Por Roberta Campassi | PublishNews | 07/03/2012

Preço de tablet feito no país cai menos que o esperado


Galaxy Tab 10.1 produzido no Brasil custa quase o mesmo que iPad importado

Ao conceder isenção fiscal, governo contava com valor até 40% menor em relação a modelos vindos de fora

Tablets “top de linha” produzidos no Brasil ainda não tiveram a queda de preço anunciada pelo governo federal ao conceder benefícios fiscais para a fabricação dos aparelhos no país, em maio do ano passado.

À época, o governo federal dizia estimar, com a produção nacional, uma queda de 30% a 40% no preço dos tablets na comparação com similares importados.

Mas quem compra, por exemplo, um Samsung Galaxy Tab 10.1, produzido no Brasil com incentivos fiscais paga quase o mesmo preço do importado iPad 2, da Apple.

A economia com o produto nacional é de apenas R$ 20 a R$ 30 [1% a 2%], dependendo do modelo.

Outro concorrente do iPad produzido no Brasil, o Motorola Xoom, custa até 21% a menos que o iPad 2, que paga impostos de importação.

A comparação feita pela Folha verificou produtos com tela, memória e opções de conexão semelhantes.

A concessão de benefícios fiscais para tablets ocorreu para estimular a produção no Brasil de iPads pela taiwanesa Foxconn.

No entanto, ainda não há previsão de início da produção nem de preços.

No Brasil, o modelo de tablet mais barato da Apple -16 GB e conexão Wi-Fi- é vendido por R$ 1.629. Nos Estados Unidos, o mesmo modelo sai por US$ 499 -cerca de R$ 848.

ESCALA DE PRODUÇÃO

O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida, afirmou que os tablets irão atingir os percentuais estimados de queda de preços à medida que cresçam a escala de produção -o que dilui custos- e o emprego de peças nacionais.

O secretário afirmou, contudo, que a formação de preços é decisão das empresas.

O diretor de produto da Samsung, Roberto Soboll, diz que produzir no Brasil envolve custos maiores com mão de obra e impostos para importar peças.

De acordo com Soboll, é provável que a popularização dos tablets provoque queda nos preços, assim como aconteceu com os smartphones.

A Motorola afirmou que a empresa repassou ao consumidor parte do desconto que obteve com as isenções fiscais. Lopo após o benefício, segundo a empresa, o Xoom 3G teve redução de 13% no preço, e o modelo com Wi-Fi, de 15%.

Até agora, 28 empresas pediram autorização para produzir tablets no país -11 já conseguiram e oito já estão produzindo, de acordo com o governo.

POR LUIZA BANDEIRA e SÍLVIA FREIRE | Folha de S. Paulo | 29/02/2012

Samsung anuncia Galaxy Tab 2


Ao mesmo tempo, rumores sobre lançamento do iPad 3 aumentam

A Samsung apresentou ontem, 13, o Galaxy Tab 2 de 7 polegadas, que conta com sistema Android 4.0 e terá, da mesma forma que a versão anterior do aparelho, acesso a internet via 3G e Wi-Fi. O produto deve ser lançado em março nos Estados Unidos, segundoinformações do IDG Now, e deve ter serviços da empresa integrados, como o Music Hub, que disponibiliza uma biblioteca de 17 milhões de músicas, o Reading Hub, para a aquisição de e-books, e também o Video Hub, que permite o aluguel de filmes. Informações sobre preços e o lançamento do produto no Brasil não foram divulgadas, segundo o site. Ao mesmo tempo, aumentam os rumores de que a Apple prepara o lançamento do iPad 3 para março. Fotos do suposto novo dispositivo da companhia americana vêm sendo divulgadas na internet e a expectativa é que ele chegue às lojas com uma tela de resolução maior do que suas versões anteriores.

PublishNews | 14/02/2012

Conheça alguns e-Readers com Ednei Procópio


Entrevista concedida ao curador do CBLD, Rafael Martins Trombetta, no evento preparatório ocorrido na Fnac da Paulista em agosto de 2011.

Nele o editor Ednei Procópio explica alguns detalhes e da sua opinião sobre os e-Readers a venda na referida loja. Logo após aconteceu o bate-papo com o editor do portal Yahoo Brasil, Michel Blanco.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Intrínseca começa a publicar eBooks


Nesta quinta-feira, editora lança 20% do catálogo em formato digital e espera chegar a 95% até março de 2012

A Intrínseca começa a vender seus primeiros e-books na quinta-feira, dia 15, por meio das livrarias Cultura, Saraiva e Gato Sabido. Serão 30 títulos na primeira leva, que representam 20% do catálogo e que já venderam, segundo informações da própria editora, 17,5 milhões de exemplares. Até o fim do ano, a Intrínseca lança mais dez e-books e, até março de 2012, o plano é oferecer 95% do catálogo digitalizado.

Entre os primeiros e-books que serão lançados estão os livros das séries best-seller Crepúsculo ePercy Jackson e os olimpianos, e outros títulos de sucesso como Um diaA menina que roubava livros eBilionários por acaso: a criação do Facebook.

A editora começará a fazer lançamento simultâneo das versões impressa e digital, em formato ePub, em janeiro. Serão publicados A visita cruel do tempo, romance de Jennifer Egan vencedor do Pulitzer de ficção em 2011, e Silêncio, continuação da série Hush, Hush de Becca Fitzpatrick.

Segundo a Intrínseca, os e-books terão mais de 30% de desconto em relação ao preço de capa dos exemplares físicos e custarão, em média, entre R$ 19,90 e R$ 24,90. As obras digitais são compatíveis com os sistemas operacionais iOS [para produtos da Apple] e Android [presente em dispositivos de várias fabricantes, como a Samsung], além de poderem ser lidos nos e-readers da Sony e da Positivo.

Neste semestre, outras editoras, como a LeYa e a Editora 34, também lançaram seus primeiros e-books.

E-books da Intrínseca disponíveis a partir de 15/12:
 
Saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer
– Crepúsculo

– Lua nova
– Eclipse
– Amanhecer
– A breve segunda vida de Bree Tanner

Série Percy Jackson e os olimpianos, de Rick Riordan
– O ladrão de raios
– O Mar de monstros
– A maldição do Titã
– A batalha do Labirinto
– O último olimpiano
– Os arquivos do semideus

Série As crônicas dos Kane,de Rick Riordan
– A pirâmide vermelha
– O trono de fogo

Série Os heróis do Olimpo, de Rick Riordan
– O herói perdido

Série Os imortais, de Alyson Noël
– Para sempre
– Lua azul
– Terra das sombras

– Chama negra
– Estrela da noite
– Infinito

Série Riley Bloom, de Alyson Noël
– Radiante

Série Os Legados de Lorien
– Eu sou o Número Quatro, de Pittacus Lore

Outros títulos
– A hospedeira, de Stephenie Meyer
– A menina que roubava livros, Markus Zusak
– Bilionários por acaso, de Ben Mezrich
– Hell, de Lolita Pille
– O efeito Facebook, de David Kirkpatrick
– Pequena Abelha, de Chris Cleave
– Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver
– Um dia, de  David Nicholls

E-books disponíveis até o fim de 2011:
– A lebre com olhos de âmbar, de Edmund de Waal
– Como Proust pode mudar sua vida, de Alain de Botton
– Crescendo, de Becca Fitzpatrick [Série Hush, Hush]
– Dupla falta, de Lionel Shriver
– Nuvem da morte, de Andrew Lane [Série O jovem Sherlock Holmes]
– O hipnotista, de Lars Kepler
– O mundo pós-aniversário, de Lionel Shriver
– O poder dos seis, de Pittacus Lore [Série Os Legados de Lorien]
– Religião para ateus, de Alain de Botton
– Silêncio, de Becca Fitzpatrick [Série Hush, Hush]

PublishNews | 13/12/2011

Custo de produção de tablet da Amazon é quase igual a seu preço


Para cada tablet Kindle Fire que vende, a Amazon recebe praticamente o mesmo valor que gastou para produzi-lo, estimou a consultoria IHS iSuppli, ressaltando a agressividade com a qual a empresa tenta controlar o custo de um dispositivo que encabeça a sua incursão no mercado de tablets.

O Fire, de US$ 199, é vendido por menos da metade do preço do iPad mais barato da Apple e tem o objetivo de ser uma “máquina de vendas” para músicas, vídeos e livros vendidos pela Amazon na internet.

O custo total de componentes do aparelho totaliza US$ 185,60. Somado ao custo de montagem, o preço sobe para US$ 201,70, estimou a IHS iSuppli.

Kindle Fire, tablet da Amazon, exibido em coletiva de imprensa em Nova York | Mark Lennihan - 28.set.2011/Associated Press

O aparelho da Amazon obteve análises positivas por seu preço atrativo e pela conexão com a bem-sucedida rede da companhia de varejo. Mas o aparelho não tem grandes recursos -faltam-lhe uma câmera, um microfone e outros atrativos típicos– e é considerado menos versátil que o iPad e que tablets rivais como o Galaxy Tab, da Samsung.

Analistas esperam que de 4 milhões a 6 milhões de aparelhos sejam vendidos durante o trimestre dos feriados de fim de ano.

DA REUTERS | Publicado originalmente por FOLHA.COM, TEC | 18/11/2011 – 20h55

iPad traz mais opções para público infantil


Falta de aplicativos específicos para crianças é o principal entrave para os tablets com Android Honeycomb

Oferta de apps para o aparelho da Apple é maior, mas grande parte do conteúdo está disponível só em inglês

Apesar de haver diversas opções de tablets nas lojas brasileiras, poucos aparelhos desempenham bem essa função de primeiro computador infantil. O grande entrave é a falta de conteúdo específico.

O cenário esvaziado acontece pela escolha do sistema operacional: a maioria dos fabricantes opta pelo Android Honeycomb, a versão turbinada do sistema do

Google para tablets. O software mistura elementos de desktop -como a barra fixa na parte inferior- com recursos sensíveis ao toque.

Porém a loja de aplicativos para esses tablets ainda não deslanchou, e a oferta de programas para os mais pequenos é muito limitada. São apenas cerca de
500 apps para o Honeycomb -poucas dezenas dedicados às crianças.

Isso faz com que o navegador de web seja o principal canal de conteúdo desses aparelhos, algo que desktops e notebooks já oferecem, com preço menor.

Livros com vídeo e áudio, revistas especializadas e até os principais jogos voltados para o público infantil são encontrados em outro aparelho: o iPad 2, da Apple.

Por ter atraído grande parte dos desenvolvedores para a plataforma iOS, a loja de aplicativos da Apple traz centenas de apps criados para crianças e adolescentes.

Um exemplo é o livro “The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”. Citado em várias listas de melhores apps do ano, ele mistura animação, narração e interatividade e tem preço menor que o de um livro físico [US$ 5].

Há também soluções de pintura digital, música e aprendizado em digitação.

Mas há dois problemas para os pais: grande parte do conteúdo é em inglês -um impedimento para a maioria das crianças-, e a App Store brasileira não oferece todos os milhares de aplicativos para iPad -é preciso improvisar e criar uma conta americana para ter acesso a tudo.

DOIS EM UM

Apesar do marasmo da loja do Android, os concorrentes da Apple têm alguns trunfos na disputa com o iPad.

O Eee Pad Transformer, da Asus, por exemplo, oferece um teclado físico destacável que transforma o tablet em um netbook -facilitando o aprendizado da escrita em teclado físico e fazendo a função de dois aparelhos.

Já o Galaxy Tab 10.1, da Samsung, traz um sistema redesenhado, intuitivo e próximo ao de um notebook, e tem peso reduzido [565 gramas].

Quem quiser deixar a compra do aparelho para o futuro pode ter no Kindle Fire uma boa opção. O recém-anunciado tablet da Amazon está em pré-venda nos EUA e ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.

Mas, quando aterrissar por aqui, o Kindle Fire deve trazer todo o catálogo da loja on-line: mais de 17 milhões de músicas, 800 mil livros e milhares de apps. Com tela de sete polegadas e muito leve [414 gramas], tem potencial para agradar ao público infantil.

POR LEONARDO MARTINS | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA | 05/10/2011

Kindle pode forçar corte de preços em tablets Android


As companhias de tecnologia asiáticas sofreram pressão de corte de preços de seus computadores tablet depois que a Amazon.com lançou o Kindle Fire por US$ 199.

Empresas de Samsung Electronics à Sony, os grandes fabricantes asiáticos de tablets têm planos ambiciosos para enfrentar a Apple, cujo iPad é o aparelho de referência nesse mercado crescente.

Mas com produtos claramente parecidos e preços muito próximos aos US$ 499 dólares do iPad básico, nenhuma delas conseguiu capturar mercado significativo junto aos consumidores da Apple.

Até o momento, a Samsung vem sendo a candidata mais convincente a rival do iPad, e alguns analistas sugeriram que ela poderia perder sua segunda posição no mercado de tablets para o Fire.

A campanha de marketing dos tablets da companhia sul-coreana também vem enfrentando problemas nos últimos meses devido aos esforços judiciais da Apple para impedir a venda de tablets Samsung na Austrália, Estados Unidos e Alemanha, alegando violações de patentes e outras irregularidades.

O Kindle Fire, embora não disponha de muitos dos recursos mais avançados comuns em outros tablets, de câmeras a conexão 3G, pode representar o ponto final para muitos dos aparelhos concebidos em torno do sistema operacional Google Android.

“A escolha de preço é crucial para ganhar força no mercado de tablets. Os fabricantes rivais não conseguiram atrair consumidores porque acompanharam o preço do iPad sem acompanhar sua oferta de conteúdo”, disse Adam Leach, analista do grupo de pesquisa Ovum.

“O modelo de negócios da Amazon, que tem por base o varejo, permite que a companhia subsidie o aparelho sob a premissa de que seus usuários comprarão mais em seus sites, seja conteúdo digital, sejam produtos físicos.”

Galaxy Tab, da Samsung; Xoom, da Motorola Mobility; e muitos outros aparelhos da Acer e Asustek funcionam com o Android, que a Amazon também usa no Kindle Fire, combinado à sua loja on-line.

DA REUTERS, EM SEUL | Publicado por Folha.com | 29/09/2011 – 11h12

Samsung Readers Hub


Readers Hub é o aplicativo da Samsung customizado para livros, revistas e jornais. O conteúdo disponível é vindo principalmente da Austrália, mas também do resto mundo.

A ideia do aplicativo, que roda em Android, mas que foi customizado especialmente para os smarts e tablets da série Galaxy, é que o leitor possa levar conteúdo para qualquer lugar, e ler a qualquer hora em férias ou a trabalho.

O tamanho da tela de 7 polegadas do GALAXY Tab oferece uma experiência de leitura muito próxima de um livro tradicional de bolso. E é claro que muitos títulos disponíveis para o Readers Hub é pago e o download é customizado em cima do fantástico aplicativo Zinio.

Confira o vídeo.

O que esperar do tablet da Amazon


A Amazon irá além do Kindle. A empresa anunciou que lançará em breve um tablet com tela de 7 polegadas, que roda Android. E também se chamará Amazon Kindle, embora tenha uma tela touchscreen e se assemelhe mais ao Galaxy Tab, da Samsung, do que ao próprio Kindle.

TechCrunch diz já ter colocado as mãos nele [embora não haja fotos]. Eles dizem que dá para ter uma ideia do novo Kindle ao olhar um PlayBook, da Research In Motion, mesma fabricante dos BlackBerrys.

O aparelho da Amazon tem uma tela de 7 polegadas multitouch [mas sensível apenas ao toque de dois dedos, não a 10, como o iPad]. A tela é colorida, e não há mais o e-ink como no Kindle. O plano da Amazon é lançá-lo no fim de novembro. Ele custará US$ 250.

Segundo o TechCrunch, o Android que roda no tablet da Amazon não tem a mesma cara dos outros. O Kindle roda uma versão customizada do sistesma operacional, com interface é preta, azul-escura e tem um pouco de laranja. A tela principal é um carrossel que apresenta todo o conteúdo do aparelho — livros, filmes, apps. Não há botões físicos.

O principal do aparelho é a integração completa com os outos serviços da Apple. É possível acessar a loja em apenas um clique, e o leitos de e-books é um app do Kindle [parecido com o que já roda no Android e iOS]. E a appstore é a Android Appstore própria da Amazon. Não há o Android Market — é impossível acessar a outros apps.

A versão inicial será apenas Wi-Fi. A empresa também planeja lançar outro tablet, com tela 10 polegadas, no ano que vem.

Por Tatiana de Mello Dias | Publicado originalmente em LINK do Estadão | 6 de setembro de 2011| 18h46

Samsung Galaxy Tab


Por Ednei Procópio

Eddie + Samsung Galaxy Tab

Testei o hardware Samsung Galaxy Tab duas vezes, mas não tive tempo, até agora, de postar algo por aqui sobre o que eu achei do equipamento.

Logo de cara eu gostei.

Mas depois de testar o hardware iPad 2, eu fiquei com uma sensação terrível: a de que nenhum outro tablet poderia superar o sensacional hardware da Apple.

Testando o Samsung Galaxy Tab, porém, eu pensei em uma coisa. A única, confesso. O iPad 2, se o comparássemos com um livro impresso, estaria mais próximo de um livro no formato 16×23, ou do formato de uma revista impressa, ou seja, um pouco menos compacto que os livros mais tradicionalmente publicados pelo mercado editorial. O Samsung Galaxy Tab, se comparado com um livro de papel, estaria mais próximo de uma uma obra impressa no formato 14×21.

Sempre ando de metrô e não de carro [com isso, preservo o único tempo que tenho de ler a quantidade gigantesca de originais para o meu trabalho de editor na minha nova editora, a Livrus], e o Samsung Galaxy Tab me pareceu muito mais portátil, em termos de tamanho, que o iPad 2, embora mais expesso e pesado, para a realização do meu ofício.

A plataforma LIVRUS.com.br apresentou um bom desempenho no Samsung Galaxy Tab.

Fora que o Samsung Galaxy Tab chama bem menos a atenção das pessoas que estão afim de nos roubar num ponto de ônibus, por exemplo.

Sempre dá para melhorar, então, em termos de hardware eu ainda sonho com um tablet tão leve e fino quanto o iPad 2, porém, um pouco menor, em tamanho, como o Samsung Galaxy Tab. Afinal, ele cabe na palma da mão.

Quando valer à pena, e rolar um tempo, eu falo sobre o software do Samsung Galaxy Tab. Por enquanto, a usabilidade, rapidez e tempo de resposta do sistema iOS, usado no iPad 2, ainda dá de dez a zero nos demais. Levando em conta que o bom desempenho de um hardware depende do seu sistema operacional, o combo software + hardware da Apple ainda é melhor que o do Samsung Galaxy Tab.

A vantagem do último é ainda o conceito open do sistema Google Android, mas este também é assunto para um outro post.

Por Ednei Procópio

e-Pílulas sobre o mundo digital


Por Camila Cabete | Texto publicado originalmente em PublishNews | 07/04/2011

Com algumas coisas para escrever e sem encontrar uma argamassa para juntar e misturar tudo em um texto só, resolvi escrever em pílulas:

Pirataria – Muita gente, ao ingressar como profissional do livro no mercado digital, vem com esta pergunta para mim: “Camila, e a pirataria, hein?!” E eu, como a estraga prazer, venho com um sorriso, e falo: “Sinto muito, mas continuará.” Digo que continuará porque pirataria sempre existirá. O dito cujo que pirateia até a foto da mãe vai continuar pirateando tudo, digital ou não. Mas afirmo que o digital é mais complicado do que tirar uma fotocópia na copiadora da faculdade. Tirar DRM é possível, mas é chatinho. Piratear e copiar livro impresso é muito mais fácil. A minha briga toda com o mercado editorial é tentar mostrar aos editores que o leitor precisa chegar ao livro da forma mais fácil e mais barata possível. E o meio digital é o único “suporte” que consegue esta proeza. Se um livro está na loja virtual, por menos da metade do preço do impresso e você pode comprar por vários meios de pagamento e começar a lê-lo em menos de dois minutos, só aquele dito cujo que citei é que vai piratear. Conclusão: pirataria se resolve com educação e não com invenções miraculosas proibitivas.

Tablet x eReader – Que confusão que está isso… E, no meio das conversões, estamos sofrendo. O mercado ainda não se resolveu. Ao fechar um arquivo para eReader [aquele da tecnologia e-Ink sem luz de fundo e PB], você tem de fazer de um jeito. Já o arquivo para o Tablet [aqueles como o iPad e o Galaxy, onde temos que baixar aplicativos para ler, que também servem de netbook e são coloridos com luz de fundo] temos que fechar de outro jeito… Cada leitor lê o PDF de um jeito diferente. Solução para este momento: relaxa e fecha o mais simples que for possível. Sabe aqueles super projetos gráficos? Deixem eles no papel. O leitor do digital quer as coisas arrumadas, mas se ele busca por algo que se mexe e canta e dança, ele comprará um aplicativo e não um livro. O livro continua o mesmo, mas com facilidades como links e boa navegação. Esqueçam a perfeição, a não ser que tenha muita grana sobrando para o projeto… Com o tempo, os aplicativos vão se atualizando [isso acontece semanalmente], e o problema de antes, se resolve com um passe de mágica [ou seria de um desenvolvedor? – olha eles aqui de novo]. Os e-readers estão melhorando, assim como os celulares, fogões e microondas. Se o livro é o mega super lançamento da lista do New York Times, invista um pouco mais. Se não, invista também, mas progressivamente. Editores, isso vai passar e todo mundo vai se entender… [lentes rosas?!]

Coronelismo e afins [papo de cariocas vizinhas que amam o mercado editorial e livros] – Cindy, ‘bora comer torta de chocolate com cupuaçu? Ok, ok, você pede o seu milk-shake. Mas voltando ao assunto do coronelismo: as críticas que fiz foram superbem recebidas por todos… Bom, ninguém mandou me calar – ;o] – e as editoras que eu gosto e respeito me deram muito apoio. E esta era minha preocupação. Quando escrevo sobre minhas opiniões, não pondero, como você fez, e isto pode ser uma falha minha… Mas sempre trabalho para quem precisa desta sinceridade apaixonada. Assumo minhas opiniões calorosas. Quando falei em coronelismo, falei mencionando um momento transitório. Não acho que tenha como prevalecer essa forma centralizada, por isso critiquei e continuo criticando o ostracismo e a estagnação do mercado. Você foi a primeira editora que vi, que dá tanto valor ao controle de projetos na produção do livro quanto eu. Foi a primeira a escrever sobre o assunto e nos identificamos nestas coisas de melhorar a produção e profissionalizar o setor de produção editorial, que ficava sob o comando obscuro do conhecimento tácito e da figura mítica do editor – mas que na verdade sabíamos o quanto caótico era.

Só não concordo a respeito do público elitizado, pois, há uns 20 anos, um usuário de celular era considerado elite… Viu como as coisas mudam? Então acho que este leitor que “se sente” por ter um tablet ou e-reader daqui a pouco tempo, coitado, será mais um na multidão. E entramos de novo no que falamos… a mudança do suporte do conteúdo é inevitável… No balanço final, quem está ganhando com isso tudo é o leitor. Ah vai! É um sonho comprar um livro na madrugada por falta de sono e começar a ler, em menos de um minuto… Os leitores que aproveitem! E sim! Acho que acontecerá a democratização da leitura por meio do e-book. Ruim para as empresas de logística que movimentam milhões para fazer o transporte do livro de papel do Oiapoque ao Chuí.

‘Bora no Cafeína?

Por Camila Cabete | Texto publicado originalmente em PublishNews | 07/04/2011 | Ilustração Cris Alhadeff [www.crisalhadeff.com]

Camila Cabete [@camilacabete] tem formação clássica em História, mas foi responsável pelo setor editorial de uma tradicional editora técnica por alguns anos [Ciência Moderna]. Hoje, é responsável pelo setor editorial da primeira livraria digital do Brasil, a Gato Sabido [@gatosabido]. É ainda consultora comercial da Xeriph, a primeira distribuidora de conteúdo digital do Brasil e sócia fundadora da Caki Books [@cakibooks], uma editora cross-mídia que publica livros em todos os formatos possíveis e imagináveis. Vive em Copacabana e tem uma gata preta chamada Lilica.

A coluna Ensaios digitais é um diário de bordo de quem vive 100% do digital no mercado editorial brasileiro. Quinzenalmente, às quintas-feiras, serão publicadas novidades, explicações e informações sobre tecnologias ligadas a área literária.

Saraiva encara Android


Usuários do Galaxy ganham aplicativo para ler e-books vendidos na Livraria Saraiva

A Livraria Saraiva acaba de lançar o aplicativo de seu e-reader para o sistema Android. A partir de agora, proprietários de tablets como o Glaxay da Samsung ou celulares como CLIQ, da Motorola, poderão ler os e-books que se encontram à venda na loja digital da Saraiva. Segundo a empresa, são mais de 200 mil títulos estrangeiros à disposição, mas apenas cerca de 2 mil títulos na língua de Machado de Assis. No acervo, há 200 obras gratuitas. A app para Android permitirá que o leitor faça anotações, marcações de página e selecione o tamanho da tipologia dos livros em formato ePub. Clique aqui para saber mais.

PublishNews | 06/04/2011

Isenção de imposto para livro digital em pauta


A notícia foi veiculada hoje no Jornal do Senado: O projeto de Lei 144/10 que altera a Política Nacional do Livro [PNL – Lei 10.753/03] para atualizar a definição e ampliar a lista de produtos equiparados a livro estará na pauta de votações hoje na Comissão de Assuntos Econômicos. Se aprovado, o projeto, que recebeu o parecer favorável do relator Francisco Dornelles [PP-RJ], seguirá para votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte em caráter terminativo.

A proposta do senador Acir Gurgacz [PDT-RO] amplia o rol dos produtos isentos de impostos para incluir qualquer livro em formato digital, magnético ou ótico. Atualmente, o PNL atribui a isenção apenas a esses produtos quando destinados a pessoas com deficiência visual. O projeto também equipara aos livros os equipamentos cuja função exclusiva ou primordial seja a leitura de textos em formato digital ou a audição de textos em formato magnético ou ótico, como o Kindle ou até mesmo aparelhos como o iPad e o Galaxy Tab.

PublishNews | 15/03/2011

Universidade Estácio compra 6 mil tablets


Empresas brasileiras estão descobrindo nos tablets uma alternativa para reduzir os gastos com material impresso, como catálogos, folhetos e mesmo apostilas.

O laboratório farmacêutico EMS encomendou nada menos do que 1.500 iPads para os representantes de vendas da área de prescrição.

A intenção é cortar ao máximo as 50 toneladas de folhetos e catálogos impressos para promoção distribuídos pelos vendedores a mais de 400 mil médicos no país.

Os médicos que se interessarem pelo material poderão recebê-lo por e-mail.

Era um sonho antigo acabar com o papel na promoção médica, principalmente diante dos R$ 4,2 milhões gastos por ano com a impressão de folhetos“, diz Waldir Eschberger Junior, da EMS.

Até agora, 300 profissionais usam o aparelho, número que será quintuplicado até maio. O investimento foi de R$ 2,5 milhões.

A EMS chegou a avaliar outros fabricantes, mas optou pelo iPad principalmente pelo tamanho da tela -9,7 polegadas, ante 7 polegadas do Samsung Galaxy Tab, também disponível no país.

A decisão da companhia está em linha com boa parte das empresas no mundo.

Segundo estudo da consultoria americana ChangeWave com 1.650 executivos, 82% apontaram benefícios corporativos com o iPad.

Cresce também o número de empresas que buscam a flexibilidade do Android, sistema operacional do Google, para seus tablets com a missão de eliminar o papel.

Foi o caso da Universidade Estácio, que acaba de fechar a compra de 6.000 tablets da Semp Toshiba para distribuir aos alunos dos cursos de direito [do Rio e Espírito Santo], gastronomia e hotelaria [ambos de Rio e São Paulo] a partir de agosto.

A intenção do tablet de 10,1 polegadas com conexão à internet -via rede sem fio e 3G- é cortar parte dos 240 milhões de cópias de livros universitários licenciados pela Estácio para distribuição aos alunos.

Queríamos um aparelho que rodasse sistema Flash [para animações], sobre o qual está baseado todo o conteúdo de aulas, simulações e bibliotecas virtuais, por isso a escolha pelo tablet da Semp Toshiba [o iPad não roda Flash]“, antecipou à Folha o diretor de marketing, Pedro Graça.

A universidade finaliza a adaptação de conteúdo das apostilas para o tablet e o treinamento dos professores.

Também negocia com operadoras de celular descontos para os planos de acesso 3G.

Em quatro anos, até o fim da expansão dos tablets para mais alunos – são 220 mil hoje no país-, serão investidos R$ 40 milhões em conteúdo digital.

Por Camila Fusco | Publicado originalmente em Folha de S.Paulo | 02/03/2011

Tablet de menos de 1kg vira caderno, livro e apostila de alunos no Brasil


Instituições de ensino no país substituem as apostilas por tablets.
Professores e alunos também trocam livros por equipamento próprio.

Texto escrito por Laura Brentano | Matéria publicada originalmente no Portal G1, em São Paulo | 09/02/2011 15h52

”]A extensa lista de material escolar no início do ano letivo está sendo substituída por um único item. No lugar da mochila abarrotada de livros, cadernos e lápis, um computador portátil de menos de 1 kg reúne todas as necessidades do aluno e começa a fazer parte do ambiente escolar. É uma das mudanças proporcionadas pela revolução dos tablets, formato que promete substituir a maioria dos notebooks e desktops nos próximos anos.

 

A minha ideia é usar o iPad para fazer anotações e substituir o caderno. Acho a minha letra muito feia, nem eu entendo, às vezes”, conta Samuel Silva, de 15 anos, que está no 2º ano do Ensino Médio do Colégio Batista Mineiro, em Belo Horizonte [MG]. “Para as aulas de Física e Matemática, vou comprar um caderno tradicional, já que fica muito ruim fazer gráficos usando o dedo“, disse Samuel, que comprou o iPad no dia do lançamento do tablet da Apple no Brasil, em dezembro.

Em 2010, eu já usava o iPhone para a minha organização escolar. Não uso agenda há dois anos. Pretendo substituir os livros de literatura pelo iPad também”, conta o estudante, que está lendo “1984”, de George Orwell, no tablet. Samuel já conseguiu autorização da coordenadora da escola para usar o equipamento em aula. “Descobri outros dois alunos do colégio que também estão usando iPad“.

Apostila em forma de tablet

A iniciativa de trocar os pesados livros pelo equipamento não nasce apenas dos estudantes. Instituições no Brasil estão buscando adaptar os seus padrões de ensino com as novas tecnologias. A partir de agosto, o grupo Estácio vai distribuir aos alunos do curso de Direito do Rio de Janeiro e do Espírito Santos tablets que rodam o sistema operacional Android. Cerca de 5,5 mil estudantes irão trocar as apostilas e o material didático pelo aparelho, que poderá ficar com o aluno depois que ele se formar.

Estamos trocando um custo pelo outro. Trocaremos a despesa de impressão e despacho, pelo tablet. Por isso, não haverá aumento na mensalidade. A ideia é que isso chegue a todos os cursos. O Direito será um projeto-piloto”, explica Pedro Graça, diretor de mercado da Estácio.

Como o tablet será emprestado ao aluno, a instituição está negociando um seguro para o aparelho, caso ele seja roubado. “Se o aluno perder o tablet, ele terá que restituir a Estácio, mas o preço será o mesmo que usamos para comprar o aparelho”, disse Graça.

Em Campinas, todos os alunos do curso pré-vestibular do Colégio Integral serão presenteados com um iPad no início das aulas em março. A instituição está trocando as apostilas do curso pelo tablet da Apple. “No final, os alunos poderão ficar com o aparelho para usá-lo na faculdade”, conta Ricardo Falco, diretor do Colégio Integral na unidade de Cambuí.

O tablet facilita o acesso à informação e vai tornar as aulas mais dinâmicas. Todo o material didático, livros, jornais e revistas poderão ser encontrados no tablet”, completa Falco. As apostilas do cursinho serão disponibilizadas aos alunos em formato PDF. “Vamos restringir o acesso a rede sociais e a sites que não estejam relacionados às aulas. Por isso, optamos pela versão apenas com conexão wi-fi“.

No caso do Colégio Integral, a mensalidade do curso vai aumentar de R$ 1 mil mensais para R$ 1,5 mil. Mas Falco explica que o iPad não foi a única razão para o aumento. “Estamos lançando um novo formato de curso pré-vestibular, com atendimento mais personalizado e turmas menores”.

Conteúdo adaptado

”]O custo do equipamento, a conexão de rede e a formação do professor são os três principais desafios do projeto digital como um todo”, explica Tadeu Terra, diretor-geral de material digital da Pearson, que levará, em parceria com o SEB [Sistema Educacional Brasileiro], 15 mil tablets a adolescentes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio de 18 escolas do Brasil a partir de abril. “Desde 2009, desenvolvemos um projeto que possa atender essas três prioridades”, completou. Os colégios beneficiados com os tablets reúnem os sistemas COC, Pueri Domus e Dom Bosco.

Segundo Tadeu, não adianta levar o tablet ao aluno se todas as funções do equipamento não são aproveitadas. “No projeto da Pearson, tentamos integrar toda a parte digital, como vídeos, infográficos, interatividade, animações e exercícios colaborativos, para que o aluno use o computador de forma plena, e não apenas lendo em PDF”.

O material já era utilizado por alunos no notebook e, a partir de abril, chegará aos estudantes por meio do tablet. “Esse sistema visa potencializar as funções do equipamento em sala de aula”. Em 2012, a Pearson planeja oferecer os tablets para todas as séries dos colégios parceiros.

”]As escolas terem tablet é um processo irreversível, pois ele é a mídia do futuro”, disse Chaim Zaher, diretor-presidente do SEB. “Em três anos, em torno de 65 mil alunos do SEB terão o equipamento“, prevê. Em 2010, Zaher viajou à China para avaliar o melhor aparelho a ser adquirido pelos colégios. Alunos do ensino à distância da Universidade do SEB também receberão os tablets em abril para ajudar nos estudos em casa.

Professor também usa

Se o tablet ainda não chegou às instituições, professores levam o próprio aparelho para modernizar as explicações em aula. É o caso do professor Carlos Alberto Goebel Pegolo, da Universidade São Judas Tadeu. “Eu fiz algumas experiências com o meu iPad durante 2010. O tablet oferece uma maior mobilidade ao professor em aula”, conta.

Pegolo usou o aparelho durante as aulas no laboratório de automação. “Quando eu passava de mesa em mesa para ver as experiências dos alunos, o iPad me ajudava para complementar e corrigir os trabalhos ao puxar um vídeo da internet ou mostrar uma figura. Em vez de usar um caderno para rabiscar, eu usava o tablet”, explica.

”]Antes de chegar ao Brasil

Em 2010, um brasileiro experimentou ter a apostila disponibilizada em forma de iPad em uma universidade na Suíça. Em junho, Alexandre Franca Lima, executivo da Petrobras, participou de um curso de uma semana que, tradicionalmente, oferecia uma pasta enorme com todo o material em papel.

Minha mulher participou do mesmo curso em 2008 e ela tinha que carregar uma apostila enorme, que acumulava o conteúdo de toda a semana”, conta Alexandre. A turma de cerca de 400 pessoas fez o primeiro teste com o iPad no ano passado. “Eu achei fantástico. Eu nunca tinha usado um e, para mim, foi facílimo”, conta.

Além de eliminar o peso das apostilas, o campus da universidade tinha quatro prédios e cada aula era em uma sala diferente. A gente usava o Google Maps do tablet para buscar onde seria o próximo seminário. E, enquanto o professor nos mostrava o conteúdo no datashow, podíamos acessá-lo pelo iPad”. Como as turmas do curso não eram fixas, Alexandre também conta que o iPad facilitou a comunicação entre os alunos, que vinham de diversas partes do mundo.

”]Aplicativos feitos para a aula

A loja de aplicativos da Apple disponibiliza ferramentas desenvolvidas especialmente para a sala de aula, como o “The Elements”, uma tabela periódica animada. “Esse é um dos aplicativos que planejo usar para a aula de Química”, conta Samuel. O app pode ser comprado por US$ 14 e possui versão apenas em inglês.

Outra opção é o “Humman Body Encyclopedia D”, que custa US$ 1. O aplicativo ajuda os alunos a memorizar as partes do corpo humano e o nome dos órgãos. Como está disponível apenas em inglês, o app também pode ser usado para praticar o idioma.

O “iStudiez Pro”, aplicativo para organizar tarefas e horários das aulas, tem versão em português e é vendido por US$ 3. E o “Flashcards Deluxe” auxilia na criação de cartões de estudo que ajudam na memorização de aulas. Também só está disponível em inglês e custa US$ 4.

A loja de aplicativos para o sistema operacional do Google, Android, que roda no Galaxy Tab, da Samsung, também possui ferramentas para a educação. Confira no site Android Market.

Texto escrito por Laura Brentano | Matéria publicada originalmente no Portal G1, em São Paulo | 09/02/2011 15h52

Campus/Elsevier: US$ 1,9 mi em e-books


A editora Campus/Elsevier vai investir US$ 1,9 milhão na digitalização de seu acervo, que reúne aproximadamente 1 mil títulos.

A meta é deixar todos os livros disponíveis em qualquer plataforma eletrônica nos próximos dois anos.

Para tanto, os títulos serão transformados em e-books e poderão ser consumidos em tablets como o iPad, o Samsung Galaxy TAB e outros e-readers, informa o Meio&Mensagem.

A previsão da Campus/Elsevier é que até meados deste ano metade do catálogo esteja ativo no formato eletrônico, inclusive os lançamentos e títulos já esgotados no formato impresso.

A empresa, que já mantém parcerias com as livrarias Cultura e Saraiva para a comercialização de e-books, acabou de fechar acordo também com a livraria Gato Sabido para vender seus títulos.

Até agora, já são mais de 200 e-books em PDF, incluindo obras como Marketing 3.0, A Classe Média no Brasil, Brasil Globalizado e Lições de Guerra, entre outros.

O investimento na digitalização de livros, porém, não está só na esfera privada: a Universidade Gama Filho, por exemplo, criou a Biblioteca Digital de sua central de cursos.

O projeto é concebido como serviço de extensão universitária, é gratuito e aberto a toda a população.

Pioneira, a iniciativa integra o consórcio internacional OAI [Open Archives Initiative], dentro do qual cerca de 1,2 mil bibliotecas digitais de universidades, centros de pesquisa e órgãos governamentais de 59 países concordaram em abrir e compartilhar acervos de textos completos para a difusão e integração da produção científica.

Outras ações também incentivam o crescimento da adoção do e-book no país. Uma delas, o Congresso Brasileiro do Livro Digital, que a Atreb Brasil, agência especializada na organização de eventos, organiza de 05 a 07 de maio de 2011, no Hotel Serrano, em Gramado.

O congresso tem apoio da Câmara Rio-Grandense do Livro [CRL] e é o primeiro de uma série de eventos promovidos pela Atreb com base na literatura digital.

A programação do evento contará com paineis sobre as novidades tecnológicas na área, debates, palestras e espaços para negociações entre os participantes.

Mais informações sobre o congresso e inscrições podem ser conferidas pelo endereço abaixo.

Por Gláucia Civa | Publicado originalmente no site Baguete | quarta-feira, 19/01/2011 – 14:09

Preços ameaçam adoção dos e-readers no Brasil


Aparelhos podem custar até mais de R$ 1.000; tributação é problema

Chegada de tablets ao mercado nacional também assombra a categoria, que peca por ser monofuncional

Pouco mais de um ano após a Amazon começar a vender o Kindle para o país, o brasileiro passou a ter opções “nacionais” de leitores de livros eletrônicos. Os altos preços, porém, podem fazer com que essa categoria de aparelhos não emplaque.

Além do dispositivo da Amazon, existem quatro leitores no mercado brasileiro: o Alfa, o ER-7001, iRiver Story e o Cool-er.

Todos, porém, têm o mesmo problema: preço de produto importado, que varia de R$ 599,90 [Cool-er] a R$ 1.099 [iRiver]. O Kindle com 3G, Wi-Fi e tela de seis polegadas , por exemplo, é vendido para o mercado brasileiro por US$ 409 [cerca de R$ 707]. Desse valor, quase US$ 200 são impostos.

Essa é, de fato, uma das grandes reclamações e preocupações de fabricantes e lojas. Mesmo os leitores que levam marcas nacionais são importados e, por isso, tributados como o concorrente americano.

Uma das armas da Amazon para manter a popularidade do Kindle é o preço. Em julho, a loja virtual abaixou para US$ 139 o valor do modelo mais simples. Ele não está à venda para o Brasil, mas tem especificações comparáveis às dos dispositivos encontrados por aqui.

Isso significa, por exemplo, que esse modelo do Kindle vale, com impostos, aproximadamente 12% de um salário mínimo da Califórnia [cada Estado especifica um valor mínimo; na Califórnia é US$ 8 a hora trabalhada]. No Brasil, o Cool-er, o e-reader mais barato do mercado, sai por R$ 89,90 a mais que um salário mínimo.

Marcílio D’Amico Pousada, diretor-presidente da Livraria Saraiva, fala que as vendas do Alfa na loja foram um sucesso, mas vê o preço ainda como problema. “A maior plataforma de livros eletrônicos no Brasil ainda são os PCs“, diz ele.

Porém, Isar Mazer, da Positivo, acredita que os preços cairão no futuro.

A vida dos leitores de livros eletrônicos deverá ficar ainda mais difìcil com a chegada de tablets ao país.

Além do Galaxy Tab, o iPad também terá venda oficial por aqui -nesta sexta-feira, o modelo mais simples estará nas lojas por R$ 1.649.

MAIS RECURSOS

Claro, os tablets são mais caros, mas também oferecem mais funções, como conectividade sem fio [coisa que só o Alfa tem], navegação pela internet, e-mail, maior espaço de armazenamento e tela com boa resolução.

Além disso, os tablets permitem a leitura não apenas de livros, mas também de jornais e revistas -algo que não ocorre tão bem nos e-readers.

Eu não acredito em aparelhos que sejam monofuncionais. Dessa forma, eles serão produtos de nicho“, diz Sergio Herz, presidente-executivo da Livraria Cultura.


POR BRUNO ROMANI | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA |
Folha de S. Paulo
| 01/12/2010

Samsung GalaxyTAB terá aplicativo da Livraria Cultura integrado


O novo tablet lançado pela Samsung, o GalaxyTAB, começa a ser vendido no mercado brasileiro com uma novidade: o aparelho já vem integrado com um aplicativo da Livraria Cultura. Nele, encontram-se disponíveis gratuitamente 16 e-books no espaço reservado às obras de sua preferência, que leva o nome de Minha Biblioteca. Os títulos foram selecionados e oferecidos pelas editoras Companhia das Letras, Gouvêa de Souza, Imprensa Oficial, Penguin-Companhia, Publifolha e William Morrow. A partir de janeiro de 2011, todo o catálogo de livros digitais da Livraria Cultura estará disponível para compra no próprio aplicativo. O tablet pode ser encontrado nas lojas de celular e de eletrônicos e por enquanto não será vendido na rede de livrarias.

PublishNews | 23/11/2010

Tablet da Samsung chega ao Brasil antes do iPad


Samsung Galaxy Tablet terá Reader hub com 2 milhões de ebooks

Embora tenha entrado no mercado só em setembro, o Samsung Galaxy Tab conseguiu chegar ao Brasil antes do iPad. Com conector USB, câmera de 3 megapixel e TV digital e analógica, o Tab funciona com o Android, o sistema operacional do Google que mais tem incomodado o iOS da Apple.

A Vivo, a TIM e a Claro vão oferecer o dispositivo; na Claro, ele pode ser comprado por R$ 1,1 mil no plano Banda Larga 10GB, que tem mensalidade de R$ 200. Sem contrato e desbloqueado, o preço é de R$ 2,7 mil.

O tablet da Samsung é todo produzido no Brasil e permite a realização chamadas telefônicas – fone Bluetooth acompanha o dispositivo. Ele tem uma tela de 7 de polegadas [contra 9,7 do iPad] e pesa 380 gramas [680 a 730 gramas do iPad, sendo o modelo 3G, já incluso no Galaxy Tab, o mais pesado]. A memória interna é de 16GB e pode ser expandida com um cartão microSD.

A Samsung e as operadoras enfatizam as dimensões do Tab, que são menores que o iPad e permitem colocá-lo “no bolso do paletó”.

O aparelho oferece acesso a livros, filmes e música, e vem com vários livros pré-instalados, além de um link que permite o download de obras em domínio público. No campo de multimídia, o tablet ainda possui suporte aos principais formatos de áudio e vídeo, bem como rádio FM.

Domínio no mercado

Mesmo a Samsung tendo muita experiência no consumo de eletrônicos, a empresa de pesquisa iSuppli disse, em agosto, que o iPad dificilmente enfrentará um concorrente forte até 2011, permitindo que a Apple se mantenha dominante no mercado de tablet, pelo menos, até 2012.

Porém, o sucesso do Android nos smartphones, que concorre com o iPhone, está competindo com eficiência contra a Apple, mesmo não atingindo o domínio do sistema IOS.

Steve Jobs, comentando sobre os tablets com telas de 7 polegadas e explicando por que a empresaria não faria um iPad com tela menor, disse que testes internos da Apple indicaram que algo menor, como o Tab e o PlayBook, da RIM, seria pequenas demais. “Telas de 7 polegadas são muito pequenas para expressar o software”, afirmou Jobs. “Como uma empresa de software, pensamos na estratégia de software primeiro”.

Por Altieres Rohr | Publicado originalmente no Portal G1 | 17/11/2010

Samsung Galaxy Tablet terá Reader Hub com 2 milhões de ebooks


Samsung Galaxy Tablet terá Reader hub com 2 milhões de ebooks

A Samsung deu a conhecer a Galaxy Tablet na IFA Tradeshow que decorre em Berlim.

A tablet tem um ecrã de 7” polegadas, um processador ARM Cortex A8 de 1 GHz e o sistema operativo adoptado será o Android 2.2 Froyo. A resolução de imagem é de 1024×600 pixel, terá 16 ou 32 GB de memória e uma câmara com 3.2 megapixel. Utiliza WiFi e 3G e a bateria tem um alcance de sete horas de vídeo.

A Samsung Galaxy estará ligada a um “Reader Hub”. Esta loja dispõem de 2 milhões de livros digitais, afirma a marca.

A tablet será lançada na Europa e Coreia do Sul em Setembro chegando a outros mercados em Outubro.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

 

Por Sérgio Bastos | 03 Setembro 2010 | Publicado originalmente em eBook Portugal