40 mil freeboks estão disponíveis na plataforma Kobo/Livraria Cultura


São tantas as novidades e inovações no campo tecnológico que cada vez mais nos encontramos ao alcance de apenas um clique de distância de nossas necessidades, desejos e curiosidades.

Sabendo disso, o aplicativo Kobo nos dá a oportunidade de ter fácil acesso ao conhecimento, cultura e diversão. Por que? O Kobo disponibilizou agora mais de 40 mil livros digitais totalmente grátis, além de todos os outros ebooks pagos. Incluindo na sua biblioteca digital best-sellers, histórias infantis, clássicos, lançamentos e muitas outras variedades.

Para os interessados em uma boa leitura, o app pode ser baixado para as plataformas iOS, Windows, Android, em dispositivos Blackberry, no Google Play para aparelhos móveis e também no seu Mac ou PC. E pode ser baixado gratuitamente.

Para completar toda a dedicação que o aplicativo tem com o cliente, pensando no seu conforto há recursos que te ajudam a ler onde estiver. Está indo dormir? Diminua o brilho da tela e acione o modo de leitura. A iluminação do ambiente está fraca? Basta aumentar o brilho. Você ainda pode optar por diferentes estilos de fontes para evitar que a vista fique cansada.

Saiba mais sobre o aplicativo Kobo.

Diário da Manhã – 27/02/2015

Iba é lançada com seis mil eBooks


O mercado de publicações digitais ganhou ontem um concorrente de peso com o lançamento da Iba, loja do grupo Abril para jornais, revistas e livros. A plataforma, que desde o ano passado funcionava em versão experimental, foi ao ar oficialmente com oferta de 25 títulos de revista do grupo, 19 jornais e seis mil e-books de 170 editoras brasileiras, o que a coloca entre as três maiores lojas de livros eletrônicos do país – a Gato Sabido tinha cerca de 7,3 mil títulos em janeiro e a Saraiva, em torno de seis mil.

A estreia acontece num momento em que a concorrência promete se acirrar – e muito – com os desembarques da Amazon e do Google eBooks no Brasil, previstos para este ano, e do surgimento de outras plataformas nacionais – Mundo Positivo, Buqui e Travessa são alguns dos concorrentes que surgiram nos últimos meses. “Queremos estar entre as grandes do mercado de e-books”, diz Ricardo Garrido, diretor de operações da Iba. A loja recebeu até agora investimento de R$ 10 milhões e, nos próximos cinco anos, deve consumir um total de R$ 60 milhões, segundo o executivo.

Estão disponíveis os aplicativos de leitura da Iba para PC e iPad e, em breve, será lançado um para Android. “Estamos apostando no crescimento dos tablets e também na base já instalada de PCs no Brasil”, afirma Garrido. Segundo ele, a Iba estima que haverá nove milhões de tablets em uso no país nos próximos cinco anos, contra menos de um milhão existente hoje. Foi fechada parceria para que os tablets da Motorola e da Samsung – o Xoom e o Galaxy Tab – já cheguem às mãos do consumidor brasileiro com o aplicativo da Iba instalado. O mesmo acordo com feito com a HP para PCs.

Para atrair usuários, a Iba oferece gratuitamente cinco revistas, um jornal diário e mais dez livros – todos em domínio público – para quem se cadastrar até o dia 16 de abril. Ontem, segundo Garrido, três mil usuários haviam se cadastrado em menos de 24 horas. Hoje pela manhã, o aplicativo da loja para iPad era o terceiro mais baixado na App Store. A Iba permite, além da compra avulsa de exemplares, a assinatura dos jornais e revistas.

Garrido afirma esperar para os próximos meses um forte crescimento na base de e-books nacionais. “As editoras aceleraram muito a produção de e-books e acreditamos que haverá um aumento gigantesco na oferta nos próximos meses”, afirma. A Iba também deve fechar em breve acordos para a venda de títulos estrangeiros, segundo ele.

Em relação aos acordos comerciais com as editoras, Garrido afirma que os contratos variam conforme o porte e o tipo de publicação das editoras. Eles também preveem certos níveis de desconto nos preços dos livros para o consumidor final. “Mas nossa postura não é de pressionar as editoras, acreditamos numa boa convivência, como sempre foi no mundo impresso”, diz o executivo.

É uma referência sutil à Amazon, conhecida por sua prática agressiva de descontos [especialmente nos Estados Unidos], que ao longo do tempo passou a ser vista como vilã pelo mercado editorial – mas, certamente, não pelos leitores, que conseguem comprar livros por preços menores. A companhia americana planeja iniciar operações no Brasil ainda neste primeiro semestre.

Ao contrário do que se imagina, a distribuição digital não é tão barata, porque os volumes de venda são baixos no Brasil”, diz Garrido. “À medida que o volume crescer, haverá espaço para reduções maiores de preço, mas não é algo que vai acontecer no curto prazo”, avalia.

Em tempo: iba, em tupi-guarani, significa árvore, uma referência ao símbolo da Abril.

Por Roberta Campassi | PublishNews | 07/03/2012

Copia faz primeira parceria no Brasil


Com essa parceria, clientes do Submarino vão poder interagir mais

Com representação em solo tupiniquim desde 2010, o Copia acaba de anunciar a sua primeira parceria brasileira: o Submarino Digital Club, prometida para entrar no ar no dia da abertura da Bienal do Rio de Janeiro, 1º de setembro. Com aplicativos de leitura já disponíveis para desktops, PC e Mac, para Android, Win7Touch, e em breve para iOs Ipad e iPhone, o Copia promete agregar ao líder de e-commerce no Brasil a possibilidade de que seus usuários maximizem a sua interação digital e aproveitem o seu conteúdo digital de forma variada – livros, revistas, jornais, música, filmes, jogos etc. “O princípio de negócio do Copia é estabelecer parcerias com empresas já estabelecidas e que desejem ampliar a sua abrangência e público. Para isso trabalhamos com o esquema de white label que garante que a marca do parceiro do Copia esteja em evidência”, explica Marcelo Gioia, diretor executivo do Copia no Brasil.

Por Ricardo Costa | PublishNews | 30/08/2011

A leitura no século 21


Desafios dos jornais e da literatura no meio digital foram tema de debate

Pesquisas sobre leitura e internet têm mostrado que o leitor de mídias digitais tem menos concentração e se recorda de menos detalhes após o término da leitura. Como fazer para prender a atenção desse leitor – seja de veículos de comunicação, seja de literatura – foi uma das questões centrais da conferência A Comunicação do Impresso ao Digital, realizada na noite de quinta na 14ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo, com participação dos jornalistas Roberto Dias, da Folha, Eduardo Diniz, de O Globo, Pedro Lopes, da Zero Hora, e Rinaldo Gama, editor do suplemento Sabático, do Estado.

O desafio, como mostrou Lopes ao apresentar no telão uma série de gráficos, é contínuo: calcula-se, por exemplo, que em um ano a venda de PCs seja superada pela de tablets, formato no qual tem sido mais explorada a interação. Outra pesquisa retratou um desafio dos jornais e revistas: a leitura destes aparece em 10° lugar entre os motivos mais comuns pelos quais os usuários recorrem aos aparelhos, enquanto o acesso de informações fica em segundo lugar. “Chama a atenção o fato de que as pessoas procuram informação nos tablets, mas não associam isso a jornais e revistas. Isso significa que ainda estamos tateando nesse cenário“, disse Lopes.

Diniz lembrou que, quando meios como a televisão e o rádio surgiram, acreditou-se que o impresso estava perto do fim, o que não aconteceu. “O caso é que a internet trouxe um cenário bem mais radical. Tempos atrás, você passeava pela ecologia da comunicação e via árvores frondosas, os grandes jornais. A internet trouxe uma densidade gigantesca a essa floresta: é muita gente produzindo informação. Isso trouxe de fato um problema para as empresas de jornalismo, que é como se adaptar.

Coube a Rinaldo Gama fazer uma conexão entre a literatura – um dos temas centrais da Jornada de Passo Fundo -, a comunicação e a era digital. “Entre a literatura e os meios de comunicação, há uma cumplicidade de códigos que faz com que ambos andem lado a lado. Não deve ser coincidência que o termo literatura só tenha se consolidado no século 19, no momento em que o jornal passou a influenciar a literatura, não só pela divulgação de folhetins mas também no formato“, disse, exemplificando com o poema Um Lance de Dados, de Stéphane Mallarmé, que “de certa forma inaugura no século 19 a literatura do século 20“, e cuja inspiração é muito próxima do jornal, como constatou Marshall McLuhan.

Gama destacou que, já naquela época, percebia-se uma vocação natural da literatura para uma multiplicidade de discursos que agora, no século 21, pode ser explorada com muito mais meios. Exemplificou com as maneiras como o caderno Sabático faz essa ponte, tanto com reportagens sobre possibilidades da literatura eletrônica quanto com a complementação de material on-line para o que é oferecido na versão impressa.

Por Raquel Cozer | O Estado de S.Paulo | 27 de agosto de 2011 – 00h00

Mais uma forma de ler livro digital


Nos últimos dois anos, a Amazon criou e aprimorou seus aplicativos de leitura e os consumidores puderam escolher entre ler seus livros digitais no Kindle, iPad, iPhone, iPod Touch, PC, Mac, telefone com sistema operacional Android, tablets ou no BlackBerry. Hoje, a empresa apresenta mais uma opção de leitura. Trata-se do Kindle Cloud Reader, um aplicativo desenvolvido em HTML5 que permite que se leia usando apenas o browser. A leitura pode ser on-line ou off-line, e não é necessário fazer downloads ou instalações de aplicativos.

Independentemente do meio escolhido pelo usuário para ler seu livro, essa obra estará disponível em todos os seus aplicativos e sincronizada com a biblioteca de livros digitais dele. A última página lida, os grifos e as anotações também aparecerão sempre o que o livro for aberto. A nova ferramenta está disponível para Safari [iPad e desktop] e Chrome no site www.amazon.com/cloudreader.

Dorothy Nicholls, diretor da Amazon Kindle, disse em comunicado que a empresa integrou sua Kindle Store ao Cloud Reader. Com apenas um clique o cliente pode fazer sua compra e já começar a ler. A Amazon disse que em breve o Kindle Cloud Reader também estará rodando no Internet Explorer, Firefox, browser do BlackBerry PlayBook e outros.

Por MariaFernanda Rodrigues | PublishNews | 10/08/2011

Aluguel de eBooks didáticos na Amazon


A Amazon anunciou nesta segunda-feira, dia 18, um novo negócio na sua Kindle Store: o aluguel de livros didáticos – o Kindle Textbooks. A partir de agora estudantes podem alugar e-books didáticos para Kindle por períodos de 30 a 360 dias, pagando até 80% menos do que custaria o livro impresso. Eles ainda podem estender o aluguel – até por apenas um dia – ou decidir pela compra do livro que estão lendo. Uma das vantagens é que o aluno guardará suas anotações. “Quando eles vendem um livro impresso usado no final do semestre perdem todas as suas anotações que fizeram no texto ou nas margens. Com o Kindle Textbooks isso não vai acontecer. As anotações ficarão guardadas na Amazon Cloud e o sistema de sincronização do Kindle e estarão disponíveis a qualquer momento, em qualquer lugar, mesmo depois do fim do aluguel. E se adquirir o livro no futuro, as anotações serão sincronizadas com o e-book comprado”, comentou Dave Limp, vice-presidente da Amazon Kindle. O serviço foi lançado com obras da John Wiley & Sons, Elsevier e Taylor & Francis, e estará disponível também em todas os aplicativos Kindle para PC, Mac, iPad, iPod touch, iPhone, BlackBerry, Windows Phone e equipamentos que rodam Android.

Por Ricardo Costa | PublishNews | 19/07/2011

Usuários do Kindle mais perto do acervo de 11 mil bibliotecas


Amazon vai permitir que usuários do Kindle ou de seus aplicativos emprestem livros de bibliotecas americanas

Usuários do Kindle vão poder pegar livros digitais emprestados de mais de 11 mil bibliotecas americanas ainda neste ano e ler no Kindle ou em seus aplicativos gratuitos para Android, iPad, iPod touch, iPhone, PC, Mac, BlackBerry ou Windows Phone. Se o usuário resolver pegar este mesmo livro emprestado uma segunda vez ou mesmo comprá-lo na Amazon, encontrará todas as anotações que fez na primeira vez. O projeto está sendo desenvolvido com a empresa OverDrive e não tem data certa para começar a funcionar.

PublishNews | 22/04/2011

Operadora de celular vai vender o Kindle nos EUA


Dispositivo chega às lojas americanas em março | Foto: Reprodução/Geek

A operadora norte-americana AT&T anunciou nesta segunda-feira que vai começar a vender o leitor de livros eletrônicos Kindle 3G, da Amazon, em suas lojas no varejo a partir de março. É a primeira vez que uma operadora de celular vai vender o e-book.

A Amazon já utiliza a rede 3G da AT&T para dar acesso à internet ao Kindle, permitindo o download direto de livros, revistas, jornais, blogs e outros documentos ao equipamento com tela de 6 polegadas. O Kindle oferece ainda conectividade Wi-Fi.

O leitor de e-books é vendido na cor grafite e, segundo a Amazon, sua tela de e-ink tem 50% melhor contraste que outros dispositivos similares, com páginas que viram mais rápido, seu armazenamento permite guardar até 3.500 títulos e sua bateria dura até um mês.

O acesso 3G no Kindle não é cobrado à parte pela operadora. A loja online do Kindle oferece mais de 810 mil livros para venda, além de 1,8 milhão de títulos gratuitos que podem ser lidos no próprio dispositivo da empresa, assim como em outras plataformas, como iPads, iPhones, BlackBerry, Android, Mac e PC. O Kindle 3G será vendido na AT&T pelo preço oficial de US$ 189.

Portal Terra | 28 de fevereiro de 2011 • 14h19

eBooks no Windows Phone 7


Kindle for Windows Phone 7Os e-books Kindle já podem ser lidos em aparelhos como o próprio Kindle, Kindle 3G e Kindle DX e também no iPad, iPod touch, iPhone, PC, Mac, BlackBerry e aparelhos Androide. Na quarta-feira [5], a Amazon expandiu seu aplicativo gratuito “Buy Once, Read Everywhere”, que pode ser agora usado também no Windows Phone 7.

PublishNews | 06/01/2011

Kindle passa a permitir empréstimo de livros


A terceira geração do Kindle foi o produto mais vendido em toda a história da Amazon.com

A Amazon lançou na última quinta [30] o recurso que permite aos usuários do Kindle emprestar livros que tenham adquirido. No entanto, apenas títulos permitidos pelas editoras e detentores dos direitos autorais poderão ser compartilhados e por um período restrito a 14 dias.

O sistema de empréstimo do Kindle é muito similar ao LendMe, recurso do seu concorrente, o e-reader Nook, da Barnes & Noble. Quem pegar um livro eletrônico emprestado não precisa necessariamente ter um e-reader da Amazon. A pessoa poderá acessá-lo de um aplicativo Kindle para Mac, PC, iOS, Android, BlackBerry, Windows Phone 7, além do próprio Kindle, informa o site “Mashable”.

Por enquanto, é possível realizar os empréstimos dos livros eletrônicos acessando a conta de usuário na Amazon.com em um navegador de internet. É possível que a empresa libere em breve atualizações do software dos leitores digitais para que o empréstimo seja feito direto do dispositivo.

Sucesso de vendas

A varejista online Amazon.com havia informado nesta semana que a terceira geração de seu aparelho de leitura digital Kindle foi o produto mais vendido em toda a história da empresa.

O Kindle ultrapassou a marca de vendas do último livro da série do bruxo Harry Potter, até então o item mais vendido na Amazon.com. A companhia não revelou números de vendas do Kindle.

A Amazon.com também informou que em 29 de novembro registrou recorde de encomendas em um único dia, com 13,7 milhões de pedidos em todo o mundo, ou o equivalente a 158 itens por segundo.

UOL Tecnologia | 31/12/2010 – 11h13 | Com informações da Reuters

Dono de livro eletrônico Kindle vai poder emprestar exemplar por 14 dias


A Amazon disse que os donos de Kindle vão poder emprestar seus livros para outros proprietários do leitor de livros eletrônicos ou quem tenha seus aplicativos grátis [disponíveis para PCs, iPads BlackBerries, entre outros].

A novidade, porém, vem com uma série de restrições: um livro pode ser emprestado uma única vez e esse empréstimo dura somente 14 dias. Além disso, enquanto a publicação estiver com outra pessoa, o dono original não poderá acessá-la.

Para terminar, não são todos os livros que poderão ser emprestados. “Isso cabe exclusivamente à editora ou aos proprietários dos direitos autorais, que vão determinar quais títulos poderão ser emprestados“, disse a Amazon em nota em seu blog oficial.

A decisão de restringir o empréstimo visa proteger os direitos autorais. Isso porque, se um livro pudesse ser emprestado sem limites [de prazo ou usuário], a venda das versões eletrônicas — uma das grandes apostas das editoras- provavelmente despencaria.

A Amazon não é, no entanto, a primeira empresa a liberar o empréstimo dos livros eletrônicos. O Nook, da americana Barnes & Noble, também permite a transferência entre donos do mesmo aparelho ou que tenham instalado seu aplicativo gratuito.

Porém, o impacto da decisão da Amazon é maior porque o Kindle é mais bem-sucedido. A empresa não divulga números, mas analistas acreditam que 5 milhões de unidades serão vendidas neste ano — e mais de 8 milhões no ano que vem.

No seu mais recente balanço trimestral, divulgado na semana passada, a Amazon disse que a nova geração do Kindle, lançada no fim de julho, é a que vendeu mais rápido entre todas as versões do aparelho (a primeira é de 2007) e que é o produto mais vendido do seu site.

O novo aparelho, que é vendido no mercado norte-americano por US$ 139 [R$ 237], chega ao Brasil por mais que o dobro do preço: US$ 312 [R$ 533], um dos mais caros do mundo.

Graças em grande parte ao Kindle, as ações da Amazon se valorizaram em 26% neste ano e estão no seu maior patamar histórico. Para ter uma ideia da alta, a Nasdaq (Bolsa de Valores onde os papéis são negociados) subiu 9% de janeiro para cá.

CAPA DURA

Em julho, a Amazon afirmou que a venda de livros para o Kindle já supera a comercialização de obras no formato tradicional.

De acordo com a empresa, foram comercializados no segundo trimestre 143 livros eletrônicos para cada 100 exemplares de capa dura no mercado norte-americano.

Publicado originalmente em Folha.com | TEC | 24/10/2010 – 08h15

Amazon permite ler livros do Kindle no navegador


A Amazon lançou nesta terça-feira [28] a versão beta do Kindle for the Web, um serviço que permite a leitura de amostras de livros da plataforma Kindle diretamente a partir de um navegador, sem a necessidade de download ou instalação. Como ainda está em fase de testes, o serviço só permite visualizar algumas poucas obras.

Na página de determinados produtos no site da Amazon já aparece um botão com a inscrição “Read first chapter FREE” [“Leia o primeiro capítulo gratuitamente”], que leva ao Kindle for the Web. Na ferramenta é possível alterar o tamanho da fonte, o espaçamento das linhas, a largura da página e a cor do fundo. O usuário ainda tem a opção de compartilhar o livro via Facebook, Twitter ou e-mail e de incorporar o serviço em outros sites ou blogs.

Segundo a Amazon, blogueiros e administradores de sites que inserirem amostras de livros em suas páginas receberão comissões sobre as vendas de obras indicadas por eles. Para ter acesso ao sistema de remuneração, é preciso ser participante do Amazon Associates Program.

Além do serviço de amostra para a web, a plataforma de livros digitais Kindle conta com aplicativos de leitura para os aparelhos Kindle, iPad, iPod touch, iPhone, Mac, PC, BlackBerry e Android – e a empresa já anunciou a criação de um aplicativo para o BlackBerry Playbook. Atualmente, a Kindle Store conta com mais de 700 mil obras à venda, além de outros 1,8 milhões gratuitos.

A empresa promete futuramente otimizar o Kindle for the Web para navegadores móveis e para outros recursos. Mais informações sobre como acessar e incorporar o serviço em sites externos podem ser encontradas no site oficial.

Por Célio Yano | Exame.com | 28/09/2010