Telefônica vai vender seu e-book em loja própria


Movistar ebook bq, o e-book reader da Telefónica

Espanha: Nos próximos dias, a Telefônica vai colocar no mercado seu próprio livro eletrônico, em uma loja online também própria que permitirá aos usuários ter sua biblioteca virtual hospedada em nuvem.

O dispositivo, batizado de e-book bq, começará a ser vendido em breve, mas o acesso aos conteúdos em nuvem através de diferentes dispositivos só estará acessível a partir de setembro.

Este anúncio representa uma mudança com relação à estratégia inicial, que agora opta pelos serviços virtuais hospedados em nuvem, e há um ano apostava no download de livros.

Rodrigo Pineda, diretor de serviços de internet da Telefônica, detalhou recentemente em um encontro de informática que a mudança levou à negociação de acordo com o Publidisa, o maior distribuidor de conteúdos digitais com 20 mil livros digitalizados, além de outras editoras.

Pinedo bate na tecla da dificuldade em obter conteúdos em espanhol devido à atitude protecionista dos autores temerosos que a digitalização de seus livros leve a downloads ilegais. Ele destacou a importância de os autores perceberem que quanto antes aderirem à era digital, mais cedo os leitores se acostumarão a ir às lojas digitais comprar os livros.

Ressaltou que o modelo em nuvem é mais seguro, já que não os arquivos não precisam ser movimentados e, portanto, os conteúdos têm maior segurança.

O dispositivo e-book bq da Movistar, foi criado e fabricado após uma parceria com a empresa espanhola Mundo Reader, pesa 244 gramas e uma tela de seis polegadas. O equipamento é feito com tinta eletrônica, por isso pode ser lido ao sol, tem bateria de grande duração e sai por 169 euros [US$ 248].

Por enquanto, o livro eletrônico foi desenvolvido com conexão wifi, mas existe previsão de receber conexão 3G.

Embora os livros eletrônicos sejam armazenados em “nuvem”, também será possível armazenar dados na memória do e-book, de modo que possa ser lido sem estar conectado à internet.

Com relação à plataforma de conteúdos multidispositivos que a Telefónica havia anunciado há um ano, ele explicou que primeiro optaram pelo lançamento do livro eletrônico. Depois, quando estiverem fechados os acordos com as editoras, a loja será aberta para os diferentes dispositivos, de modo que os usuários tenham os conteúdos em espaço virtual em nuvem e possam acessá-los a partir de onde quiserem.

O e-book bq que a Telefônica venderá em sua loja, atualmente com 1 mil livros de autores clássicos em espanhol, poderão ser acessados gratuitamente.

Pineda insistiu que se trata de uma aposta na loja de livros em nuvem e que comercializarão o livro independentemente dos serviços clássicos da operadora, com o objetivo que os autores vejam na oferta um sistema seguro para suas obras.

Complementaram que desta forma querem ter um papel fundamental no desenvolvimento do mercado digital em língua espanhola, ajudar na transformação do setor editorial e estender o acesso aos livros e, portanto, à cultura, a partir de qualquer lugar.

Agencia EFE – 08/06/2011

Telefônica lança seu próprio leitor de livros eletrônicos


Movistar ebook bq

Nos próximos dias, a Telefônica vai colocar no mercado seu próprio leitor de livros eletrônicos, em uma loja on-line que permitirá aos usuários ter sua biblioteca virtual hospedada em nuvem.

O dispositivo, batizado de e-book bq, começará a ser vendido em breve, mas o acesso aos conteúdos em nuvem através de diferentes dispositivos só estará acessível a partir de setembro.

Este anúncio representa uma mudança com relação à estratégia inicial, que agora opta pelos serviços virtuais hospedados em nuvem, e há um ano apostava no download de livros.

Rodrigo Pineda, diretor de serviços de internet da Telefônica, detalhou recentemente que a mudança levou à negociação de acordo com o Publidisa, o maior distribuidor de conteúdos digitais com 20 mil livros digitalizados, além de outras editoras.

Ressaltou que o modelo em nuvem é mais seguro, já que não os arquivos não precisam ser movimentados e, portanto, os conteúdos têm maior segurança.

O dispositivo e-book bq da Movistar, foi criado e fabricado após uma parceria com a empresa espanhola Mundo Reader, pesa 244 gramas e uma tela de seis polegadas. O equipamento é feito com tinta eletrônica, por isso pode ser lido ao sol, tem bateria de grande duração e sai por cerca de US$ 248.

Por enquanto, o livro eletrônico foi desenvolvido com conexão Wi-Fi, mas existe previsão de receber conexão 3G.

Embora os livros eletrônicos sejam armazenados em “nuvem”, também será possível armazenar dados na memória do e-book, de modo que possa ser lido sem estar conectado à internet.

O e-book bq atualmente conta, por enquanto, com mil livros de autores clássicos em espanhol, que poderão ser acessados gratuitamente.

DA EFE, EM MADRID | 07/06/2011 – 11h50

Loja de eBooks tem 700 editoras da Espanha e América Latina


A primeira loja de e-books da Movistar, que começará a operar no dia 20 de abril em Buenos Aires, será conectada a mais de 700 editoras independentes da Espanha e América Latina, segundo informou nesta sexta-feira a Publidisa, o maior distribuidor de conteúdos digitais em espanhol.

A empresa espanhola Publidisa fornecerá à Movistar Argentina os conteúdos para sua loja de livros eletrônicos, a primeira que uma companhia não pertencente ao setor editorial lança na América Latina, que será apresentada oficialmente no marco da Feira Internacional do Livro de Buenos Aires.

Trata-se da primeira grande aposta no livro eletrônico da Telefónica na Argentina, que responde ao crescente interesse na América Latina por este tipo de suportes digitais.

Everest, McGraw, Algaida, RBA e Ediciones B são algumas das editoras que oferecerão seu conteúdo, o que porá à disposição dos usuários desta loja virtual um catálogo de mais de 25 mil referências em diferentes formatos.

O diretor-geral da Publidisa afirmou em comunicado que “os consumidores de formato eletrônico estão buscando as novidades dos editores e por isso o sucesso dos projetos de comercialização de conteúdos digitais se baseia na incorporação rápida dos livros que são publicados em formato papel“.

DA EFE, EM MADRI | Publicado em Folha.com | 15/04/2011 – 15h37