Aplicativo de leitura Medium é lançado para iOS


O site de leitura Medium acabou de lançar um aplicativo na App Store onde reúne e facilita a integração do usuário com a proposta da empresa, que é exatamente fazer com que as pessoas se “escutem”. Basicamente, o que site faz é amplificar a visibilidade das suas histórias, aquelas que são publicadas no Tumblr ou no Wordpress?, as vezes.

O site reúne e concentra-se em histórias escritas por usuários comuns, a maioria delas como sendo apenas rascunhos ou histórias prontas, todas elas divididas por tópicos, para facilitar na busca e identidade do leitor. Você sabe que se passar a publicar algumas coisas no Tumblr ou no WordPress, por exemplo, possivelmente ninguém verá se você não souber administrar direito ou divulgar, já no Medium não, ele possui muitos usuários que leem e seguem outros.

O aplicativo, para quem gosta de ler textos caseiros e bem escritos – a grande maioria em inglês -, serve para aqueles que costumam sair da rotina e procurar algo mais relaxante, para ler, nada que o faça se sentir na obrigação. São apenas textos escritos por usuários que também leem outros textos dentro da rede social. Ponto.

Você pode escolher quais seções irá seguir e pode acompanhar os textos dela diariamente, mas o grande problema é que o aplicativo não tem um recurso de pesquisa e tampouco divisão por listas, para, por exemplo, eliminar alguns itens que você não quer ler. Mas isto eles podem adicionar nas próximas atualizações.

Você pode baixar o aplicativo Medium? gratuitamente na App Store.

Tudo Celular | 21/03/14

Fundador do Blogger e Twitter investe no futuro da escrita on-line


Evan Williams lançou Medium, nova plataforma de publicação

Como fundador da Blogger e Twitter, Evan Williams ajudou a mudar a forma como as pessoas escrevem online. Agora, com a sua mais recente start-up, Medium, ele está tentando descobrir como vamos escrever no futuro.

Williams também ainda está tentando decidir como descrever seu empreendimento. Medium é para mensagens curtas e longas, por escritores amadores e profissionais. Ela enfatiza um design limpo e conta com uma rede de escritores e leitores para editar e descobrir novos posts.

Lançada em 2012 para um pequeno grupo de usuários, Medium agora recebe 13 milhões de visitantes únicos por mês, Williams disse quinta-feira em um jantar oferecido pela Fortune, em Menlo Park, na Califórnia. Na próxima semana, a start-up irá introduzir um aplicativo para iPhone para leitura de mensagens [mas ainda não para escrevê-los].

Depois que deixou as operações do dia-a-dia no Twitter, onde ainda é um membro do conselho, Williams voltou a pensar sobre a escrita e jornalismo. Quinze anos depois que co-fundou o Blogger, que foi vendido para o Google em 2003, parecia que as plataformas de blogs “consideravam que o trabalho já estava todo feito“, disse ele.

Mas há um monte de coisas blogs não fazem bem, acrescenta ele, como filtragem e promoção de mensagens de interesse para os leitores. E usá-los pode ser demorado, forçando escritores a escolher fundos e formatos e a atualizar seus blogs regularmente.

Na maior parte, ao que parece, ele tem procurado encontrar um equilíbrio entre o velho modo de edição, onde os editores profissionais eram os porteiros, e um novo, onde qualquer um pode postar qualquer coisa online.

A forma como a mídia está mudando não é totalmente positiva quando se trata de criar uma cidadania mais informada“, escreveu Williams em Medium. “Agora que nós transformamos o compartilhamento de informações em algo que praticamente não exige nenhum esforço, como podemos aumentar a profundidade da compreensão, além de criar condições de concorrência equitativas que incentivem idéias que vêm de qualquer lugar?”

Medium é diferente de blogar e twittar em certos aspectos, a prova de como Williams tem tentado lidar com este problema. Por exemplo, ele paga alguns escritores profissionais por posts, um esforço para semear o site com peças de alta qualidade. E não há comentários no final dos posts. Em vez disso, os leitores podem deixar notas vinculadas a palavras ou frases específicas. Escritores podem escolher se essas notas são públicas ou proibir as notas em tudo.Williams diz que isto permite um feedback mais construtivo e mais conversas sobre idéias.

Com uma mistura de curadoria algorítmica e humana, Medium sugere outros posts da plataforma que as pessoas devem gostar de ler. Williams disse na quinta-feira que teve como objetivo, eventualmente, oferecer sugestões mais personalizadas.

Isso significa que suas mensagens se ligam a dos outros, as suas ideias vão colidir com as dos outros, e, em vez de viver em uma ilha em algum lugar na web, você faz parte de um todo dinâmico, em que cada parte faz com que as outras sejam melhores“, escreveu ele em sua introdução da plataforma.

Algumas das funcionalidade do Medium reconhece o que as pessoas costumam ler mais em seus celulares do que nos computadores. Os posts têm uma estimativa de quantos minutos é preciso para serem lidos, e Medium formata automaticamente para telas pequenas.

The New York Times | Publicado e clipado à partir de O Globo | 11/03/2014

Biógrafo de Steve Jobs busca colaboradores online para seu novo livro


Walter Isaacson liberou trechos de obra na web em busca de feedback dos internautas. Livro é sobre surgimento da era digital.

Após publicar a biografia de Steve Jobs no final de 2011, o autor Walter Isaacson agora trabalha em um livro sobre as origens e o surgimento da era digital e, para mostrar que está em sintonia com o tema, publicou trechos da obra na web em busca de feedback dos internautas.

Como aponta o TechCrunch, Isaacson publicou trechos do seu novo livro em diversas plataformas digitais, como Medium e Scribd, e pediu para que os usuários leiam e contribuam com notas e/ou correções.

A colaboração online é a razão pela qual a Internet foi criada originalmente e estou interessado em todos os comentários ou correções que os leitores possam fazer anter de eu publicar o livro em um ano”, afirmou o autor, que também já publicou biografias sobre outras grandes nomes da história, como Benjamin Franklin e Albert Einstein.

IDG NOW | 30 de dezembro de 2013 | às 12h49