40 mil freeboks estão disponíveis na plataforma Kobo/Livraria Cultura


São tantas as novidades e inovações no campo tecnológico que cada vez mais nos encontramos ao alcance de apenas um clique de distância de nossas necessidades, desejos e curiosidades.

Sabendo disso, o aplicativo Kobo nos dá a oportunidade de ter fácil acesso ao conhecimento, cultura e diversão. Por que? O Kobo disponibilizou agora mais de 40 mil livros digitais totalmente grátis, além de todos os outros ebooks pagos. Incluindo na sua biblioteca digital best-sellers, histórias infantis, clássicos, lançamentos e muitas outras variedades.

Para os interessados em uma boa leitura, o app pode ser baixado para as plataformas iOS, Windows, Android, em dispositivos Blackberry, no Google Play para aparelhos móveis e também no seu Mac ou PC. E pode ser baixado gratuitamente.

Para completar toda a dedicação que o aplicativo tem com o cliente, pensando no seu conforto há recursos que te ajudam a ler onde estiver. Está indo dormir? Diminua o brilho da tela e acione o modo de leitura. A iluminação do ambiente está fraca? Basta aumentar o brilho. Você ainda pode optar por diferentes estilos de fontes para evitar que a vista fique cansada.

Saiba mais sobre o aplicativo Kobo.

Diário da Manhã – 27/02/2015

Programas para iPad ajudam estudantes a ler Shakespeare


"MacBeth" cover from WordPlay Shakespeare. ONE TIME USE ONLYPobres dos professores de inglês atuais, que precisam encarar salas lotadas de adolescentes que passam o tempo atualizando seus status no Facebook, usando o Snapchat ou fofocando via SMS sobre a mais recente perfídia de um falso amigo.

Tentar instilar nos estudantes um interesse apaixonado [ou mesmo passageiro] por Shakespeare jamais foi a tarefa mais fácil para os professores. Com todas as distrações digitais agora existentes, o desafio de despertar o interesse dos estudantes pelas peças do dramaturgo com certeza se tornou mais difícil.

O discurso abreviado estimulado pelas mensagens de texto e pelo Twitter fica muito distante dos densos monólogos shakespearianos. Um divertido cartum de Roz Chast, publicado anos atrás pela revista “New Yorker”, brincava com a distância entre as gerações atuais e Shakespeare. Na versão de Chast, Romeu e Julieta conversam por meio de mensagens de texto, e a cena da sacada termina assim:

Julieta: xoxoxoxo fui t vjo dpois
Romeu: xoxoxoxo xau

Um novo projeto chamado WordPlay Shakespeare tenta aproveitar a aptidão dos estudantes para as novas tecnologias, e seu apego a elas, para ajudá-los a se envolver mais facilmente com as peças. Criados pela New Book Press, os livros eletrônicos de US$ 9,99 podem ser baixados no iTunes e por enquanto estão disponíveis em diversos formatos para Mac e iPad.

Os livros combinam o texto integral das peças a versões em vídeo produzidas especificamente para a série. Quando você abre o “livro”, uma página de texto aparece na metade esquerda da tela, como aconteceria em um livro convencional. Na metade direita, basta clicar para assistir a um vídeo da cena em questão.

Retrato de William Shakespeare, maior dramaturgo de língua inglesa

Retrato de William Shakespeare, maior dramaturgo de língua inglesa

Alexander Parker, o editor chefe da New Book Press, disse que vê esse formato como maneira ideal de aumentar a capacidade dos estudantes para compreender a complexidade da linguagem de Shakespeare. “O tablet”, ele diz, “serve muito bem para combinar mídias que antes não se combinavam”, no caso texto e vídeo. “Se você tem o texto e uma cena um ao lado do outro, as duas experiências se reforçam mutuamente”.

Até o momento, a editora lançou apps para “Macbeth” e “Sonho de Uma Noite de Verão” —duas das peças de Shakespeare que costumam ser tema mais frequente de trabalhos escolares. Outra dupla de peças que muitas vezes serve como primeiro encontro entre estudantes e Shakespeare —”Romeu e Julieta” e “Júlio César” — estão em pré-produção.

Um teste breve me convenceu dos méritos do projeto, ainda que haja aspectos que requeiram alguma familiarização. O app é enxuto, bem produzido e fácil de operar. Se você clicar na metade direita da tela branca, verá atores vestidos em roupas modernas dando vida às palavras —no caso de “Macbeth”, com discretos toques visuais escoceses. [Coincidentemente, Francesca Faridany, que trabalha em uma remontagem de “Macbeth” em cartaz na Broadway, como a feiticeira Hécate, interpreta Lady Macbeth na versão WordPlay da peça.]

Mesmo para adultos, a linguagem de Shakespeare pode ser desafiadora, e as inúmeras notas de pé de página que algumas edições de seu trabalho apresentam podem intimidar. A cada vez que a pessoa encontra uma palavra ou frase que desconhece, ela deixa a peça de lado para que possa pesquisar o significado. Depois, é preciso retomar o texto do ponto em que a leitura foi suspensa. Para os estudantes, é claro, isso pode ser ainda mais incômodo, e faz de Shakespeare uma tarefa tão cansativa que trigonometria parece brincadeira de criança, em comparação.

Mas boa parte do sentido das falas de Shakespeare pode ser iluminado facilmente pela interpretação dos atores, ainda que parte da linguagem continue a ser remota. A sintaxe que parece confusa e impenetrável lida no papel, subitamente adquire significado ao ser interpretada por um ator, e o WordPlay Shakespeare oferece aos estudantes a oportunidade de assistir ao espetáculo movendo apenas um dedo. Muitas das obscuridades do discurso de Shakespeare podem ser esclarecidas quando a interpretação oferece contexto.

Ainda que seja muito fácil de usar, o WordPlay Shakespeare também pode frustrar. Se um monólogo ou cena se estende por mais de uma página [como é muito comum], e você estiver assistindo à cena, os atores subitamente desaparecem quando chegam à fala na qual a página se encerra. É preciso deslizar a tela para a próxima página e ativar o vídeo de novo para continuar a assistir.

Obviamente, isso é bem menos satisfatório dramaticamente do que assistir a um dos grandes monólogos de Macbeth na íntegra. Por enquanto, não há maneira de apertar o botão de “começar” e ver o texto correndo na íntegra automaticamente, sem que o usuário tenha de adiantá-lo página a página.

Como os livros foram projetados de forma a permitir que os estudantes leiam o texto e o ouçam, os atores muitas vezes declamam lentamente diálogos altamente dramáticos que, no palco, seriam feitos com mais urgência. Quando, em “Macbeth”, a notícia da morte do rei se espalha pelo castelo, não sentimos a sensação de caos, horror e medo que é possível ver em uma encenação teatral, para mencionar um exemplo.

Mas Parker enfatiza que o objetivo do projeto não é produzir entretenimento —afinal, existem inúmeras peças e filmes sobre as obras de Shakespeare já disponíveis—, mas sim ajudar os estudantes a compreender a linguagem que ele usa.

Não estávamos interessados em representações vistosas ou espetaculares“, ele diz. “Para o nosso interesse, em uma primeira aproximação com a obra de Shakespeare, a ênfase deve estar na linguagem. O objetivo do projeto é ter como foco a dicção, significado e clareza da linguagem, e creio que os nossos atores cuidem bem disso“.

Eu concordo com a avaliação: embora ninguém vá esquecer sua interpretação favorita de “Macbeth” ou “Sonho de Uma Noite de Verão” ao assistir aos vídeos, os atores [a maioria dos quais, mas não todos, norte-americanos] falam a linguagem das peças com a lucidez de atores clássicos bem treinados. Por mais vívida e quente que seja, uma interpretação como a de Al Pacino para o Shylock de “O Mercador de Veneza” provavelmente não ajudaria os estudantes que estão simplesmente tentando conectar linguagem e significado, em Shakespeare.

SHAKESPEARE DIGITAL

O trabalho da WordPlay Shakespeare não é a única tentativa de criar versões “vitaminadas” de suas peças para consumo em novas mídias. A Luminary Digital Media, em colaboração com a editora Simon & Schuster e com a biblioteca Folger Shakespeare Library, criou uma série de peças de Shakespeare para o iPad que combinam texto e gravações em áudio. Os títulos disponíveis incluem “Macbeth” e “Sonho de Uma Noite de Verão”, bem como “Otelo” e “Romeu e Julieta”. [“Hamlet” está em produção.]

As versões, vendidas a US$ 11,99, tem a vantagem de permitir que você leia [ou ouça] cenas inteiras, ou mesmo a peça inteira, de uma vez, sem interrupção. Elas também oferecem funções de redes sociais, permitindo que o leitor faça anotações e as compartilhe com seus amigos no Facebook. [Fico imaginando quantas pessoas apertarão o botão “like” para algo assim, mas deixemos para lá.]

Como no caso das peças do WordPlay Shakespeare, ouvir as palavras pode ajudar a esclarecer o significado, mas não gostei nada da barra cinzenta que mostra as palavras que estão sendo ditas. Ela mais distrai que ajuda, mas, se você está mais ouvindo que lendo, e quer começar e largar a leitura só nos trechos que lhe interessam, o indicador visual pode ser útil. Além disso, se você estiver só lendo e ouvindo em modo contínuo, fique atento à função sleep do iPad, que desativa a tela depois de certo tempo, já que você não estará virando páginas manualmente.

Com apenas dois títulos até o momento, o projeto WordPlay Shakespeare não está tão avançado quanto o concorrente, mas Parker diz que as reações foram positivas. “A resposta que encontramos é que nosso trabalho torna as peças muito mais compreensíveis, mas sem dilui-las”, ele diz.

E embora a inspiração do projeto seja pedagógica —antes de aceitar emprego na New Book Press, Parker foi “tecnólogo da educação” na Universidade Harvard por 12 anos—, o produto obviamente não tem rotulação de idade. Estudar as peças de Shakespeare é um esforço que dura a vida toda, e o WordPlay Shakespeare pode servir muito bem a pessoas que deixaram a escola há muito tempo. Os apps podem encontrar audiência maior nas salas de estar, ocupadas por pessoas cada vez mais familiarizadas com a tecnologia, do que nas salas de aula.

“Alguns adultos a quem mostrei o app tiveram reação parecida: ‘Como eu queria ter tido algo assim quando estava estudando Shakespeare'”, diz Parker, acrescentando que ele mesmo compartilha do sentimento.

Embora eu ocasionalmente me incline ao desânimo diante da influência cada vez mais pesada da tecnologia nova sobre a literatura, tenho de admitir que sinto a mesma coisa. A molecada de hoje, para quem datilografar em uma máquina de escrever seria provavelmente considerado um exercício fatigante, realmente não faz ideia de quanto as coisas são fáceis hoje em dia.

POR CHARLES ISHERWOOD | DO “NEW YORK TIMES” | TRADUÇÃO DE PAULO MIGLIACCI | Folha Online | 07/01/2014

Apple inicia novo capítulo na plataforma iBooks


O OS X Mavericks, o novo sistema operacional da Apple, é também o início de um novo capítulo na história do iBooks, a plicativo para eBooks da maçã. Agora, os livros digitais que o leitor já baixou nos dispositivos iPad, iPhone ou iPod touch aparecem automaticamente no iBooks do Mac.

De best-sellers e clássicos da literatura a livros didáticos, é fácil encontrar o que você procura na iBooks Store. Você pode pesquisar por título, autor ou gênero e clicar para ver os detalhes, as críticas ou ler uma amostra grátis.

De best-sellers e clássicos da literatura a livros didáticos, é fácil encontrar o que leitor procura na iBooksStore. O leitor pode pesquisar por título, autor ou gênero e clicar para ver os detalhes, as críticas ou ler uma amostra grátis.

Há mais de 1,8 milhões de livros na iBooksStore para serem baixados. Ler livros no Mac se mostra tão intuitivo quanto em um dispositivo portátil da linha iOS. O leitor vira as páginas deslizando, aumente imagens com um movimento de pinça ou role por todas as páginas.

Quando o leitor compra um livro em seu Mac, o iCloud envia automaticamente para todos os seus dispositivos com iOS. Se o leitor estiver lendo um livro no seu iPad e destacar um texto ou fizer anotações, encontrará tudo do jeito que deixou quando continuar a leitura no seu Mac ou iPhone. O iCloud até lembra em que página parou.

Quando o leitor compra um livro em seu Mac, o iCloud envia automaticamente para todos os seus dispositivos com iOS. Se o leitor estiver lendo um livro no seu iPad e destacar um texto ou fizer anotações, encontrará tudo do jeito que deixou quando continuar a leitura no seu Mac ou iPhone. O iCloud até lembra em que página parou.

Se o leitor estiver estudando, ele pode manter abertos quantos livros quiser enquanto pesquisa com facilidade. Quando o leitor copia uma parte de um livro em um trabalho, o iBooks adiciona a citação. E quando o leitor faz anotações, destaca trechos ou adiciona um marcador no Mac, o iCloud, serviço de armazenamento pessoal, envia tudo automaticamente para todos os seus dispositivos. Assim, o leitor pode ver as anotações no dispositivo que levar para a sala de aula.

Os diagramas, fotos e vídeos interativos dos livros do iBooks ganham vida com os movimentos do seu trackpad Multi-Touch. Suas anotações e destaques são exibidos no painel de Notas.

Os diagramas, fotos e vídeos interativos dos livros do iBooks ganham vida com os movimentos do seu trackpad Multi-Touch. Suas anotações e destaques são exibidos no painel de Notas.

O iCloud até lembra em que página o leitor parou. Então, se o leitor começar a ler no seu iPad, iPhone ou iPod touch, pode continuar no Mac, do ponto onde parou.

O leitor pode deixar abertos quantos livros quiser. Isso é perfeito para estudar, fazer pesquisas ou quando quiser ver mais de um livro ao mesmo tempo.

O leitor pode deixar abertos quantos livros quiser. Isso é perfeito para estudar, fazer pesquisas ou quando quiser ver mais de um livro ao mesmo tempo.

Copia faz primeira parceria no Brasil


Com essa parceria, clientes do Submarino vão poder interagir mais

Com representação em solo tupiniquim desde 2010, o Copia acaba de anunciar a sua primeira parceria brasileira: o Submarino Digital Club, prometida para entrar no ar no dia da abertura da Bienal do Rio de Janeiro, 1º de setembro. Com aplicativos de leitura já disponíveis para desktops, PC e Mac, para Android, Win7Touch, e em breve para iOs Ipad e iPhone, o Copia promete agregar ao líder de e-commerce no Brasil a possibilidade de que seus usuários maximizem a sua interação digital e aproveitem o seu conteúdo digital de forma variada – livros, revistas, jornais, música, filmes, jogos etc. “O princípio de negócio do Copia é estabelecer parcerias com empresas já estabelecidas e que desejem ampliar a sua abrangência e público. Para isso trabalhamos com o esquema de white label que garante que a marca do parceiro do Copia esteja em evidência”, explica Marcelo Gioia, diretor executivo do Copia no Brasil.

Por Ricardo Costa | PublishNews | 30/08/2011

Mais uma forma de ler livro digital


Nos últimos dois anos, a Amazon criou e aprimorou seus aplicativos de leitura e os consumidores puderam escolher entre ler seus livros digitais no Kindle, iPad, iPhone, iPod Touch, PC, Mac, telefone com sistema operacional Android, tablets ou no BlackBerry. Hoje, a empresa apresenta mais uma opção de leitura. Trata-se do Kindle Cloud Reader, um aplicativo desenvolvido em HTML5 que permite que se leia usando apenas o browser. A leitura pode ser on-line ou off-line, e não é necessário fazer downloads ou instalações de aplicativos.

Independentemente do meio escolhido pelo usuário para ler seu livro, essa obra estará disponível em todos os seus aplicativos e sincronizada com a biblioteca de livros digitais dele. A última página lida, os grifos e as anotações também aparecerão sempre o que o livro for aberto. A nova ferramenta está disponível para Safari [iPad e desktop] e Chrome no site www.amazon.com/cloudreader.

Dorothy Nicholls, diretor da Amazon Kindle, disse em comunicado que a empresa integrou sua Kindle Store ao Cloud Reader. Com apenas um clique o cliente pode fazer sua compra e já começar a ler. A Amazon disse que em breve o Kindle Cloud Reader também estará rodando no Internet Explorer, Firefox, browser do BlackBerry PlayBook e outros.

Por MariaFernanda Rodrigues | PublishNews | 10/08/2011

Aluguel de eBooks didáticos na Amazon


A Amazon anunciou nesta segunda-feira, dia 18, um novo negócio na sua Kindle Store: o aluguel de livros didáticos – o Kindle Textbooks. A partir de agora estudantes podem alugar e-books didáticos para Kindle por períodos de 30 a 360 dias, pagando até 80% menos do que custaria o livro impresso. Eles ainda podem estender o aluguel – até por apenas um dia – ou decidir pela compra do livro que estão lendo. Uma das vantagens é que o aluno guardará suas anotações. “Quando eles vendem um livro impresso usado no final do semestre perdem todas as suas anotações que fizeram no texto ou nas margens. Com o Kindle Textbooks isso não vai acontecer. As anotações ficarão guardadas na Amazon Cloud e o sistema de sincronização do Kindle e estarão disponíveis a qualquer momento, em qualquer lugar, mesmo depois do fim do aluguel. E se adquirir o livro no futuro, as anotações serão sincronizadas com o e-book comprado”, comentou Dave Limp, vice-presidente da Amazon Kindle. O serviço foi lançado com obras da John Wiley & Sons, Elsevier e Taylor & Francis, e estará disponível também em todas os aplicativos Kindle para PC, Mac, iPad, iPod touch, iPhone, BlackBerry, Windows Phone e equipamentos que rodam Android.

Por Ricardo Costa | PublishNews | 19/07/2011

Apple põe iPad e iPhone na nuvem, e cria ‘banca de revistas’ virtuais


Publicado originalmente em G1 | 06/06/2011 20h59

Aparelhos portáteis terão sincronização sem fio e integração com Twitter.
OS X Lion, iOS 5 e novo iCloud são destaque de evento da Apple nos EUA.

Steve Jobs, da Apple, durante apresentação em San Francisco na WWDC. Foto: Paul Sakuma/AP

Com a presença de Steve Jobs, afastado da presidência da companhia por motivos de saúde, a Apple apresentou nesta segunda-feira [6] o iCloud, sistema que permite sincronizar fotos, vídeos, músicas e informações entre diversos aparelhos pela internet, e seus novos sistemas operacionais, o OS X 10.7 Lion [para computadores Mac] e o iOS 5, para iPad e iPhone.

Com o iCloud, a Apple finalmente entra em um jogo que já tem em campo as rivais e gigantes Google e Microsoft, a chamada computação na nuvem. O sistema, gratuito, permite o armazenamento de arquivos como músicas compradas no iTunes, livros e documentos de texto diretamente em servidores da Apple. O usuário poderá, então, sincronizar estas informações com qualquer aparelho.

O iCloud será liberado com a chegada do iOS 5, e os usuários vão receber, gratuitamente, 5 GB para armazenamento de dados. Será possível ainda comprar mais espaço caso seja necessário.

Para os produtos da chamada “era pós-PC”, como iPhones, iPads e iPod Touches, a Apple vai disponibilizar novas funções no outono do hemisfério norte, entre setembro e dezembro. Destaque para a integração com o Twitter e o novo sistema de notificações, avisos instantânos que aparecem na tela do aparelho quando o usuário recebe mensagens de texto, e-mails ou contatos em redes sociais, por exemplo.

O iOS 5 traz ainda o iMessage, programa para troca de mensagens pela internet para usuários da plataforma. Trata-se da resposta da Apple ao BBM, o BlackBerry Messenger, que oferece funcionalidade semelhante para donos de telefones da fabricante canadense.

Também não será mais necessário ligar o aparelho a um computador para fazer upgrades no programa. Agora, eles serão feitos diretamente no iPhone ou iPad, basta estar conectado à internet. Já a sincronização com o PC ou Mac passará a ser feita sem fios, via wi-fi. O upgrade para o iOS 5 é gratuito.

Já o upgrade para Mac OS X Lion, compatível com Macbooks e iMacs, vai custar US$ 30 e será feito on-line, pela loja virtual de aplicativos da Apple. O novo sistema operacional estará disponível a partir de julho.

Scott Forstall, vice-presidente da Apple, mostra as novidades do iOS. Foto: Beck Diefenbach/Reuters

Nuvem carregada

Com o iCloud, aguardado sistema de armazenamento de informações na chamada “nuvem” da internet, a Apple permitirá salvar arquivos como fotos, vídeos e músicas do iTunes em seus servidores centrais. Estas informações poderão ser compartilhadas com os diversos aparelhos do usuário que rodem o sistema operacional iOS, como iPad e iPhone. Desenvolvedores poderão testar o sistema a partir desta segunda-feira [6]. Já os usuários comuns receberão o iCloud na atualização para o iOS 5, marcada para o outono do hemisfério norte, entre setembro de dezembro de 2011.

Steve Jobs e o iCloud: 10 anos de trabalho para chegar à 'nuvem'. Foto: Paul Sakuma/AP

Músicas compradas na loja iTunes estarão sempre disponíveis para download, armazenadas nos servidores da Apple. Por US$ 25 por ano, também será possível acessar na nuvem músicas que você tenha copiado diretamente de um CD ou baixado de outros serviços na rede. Pelo sistema “iTunes Match”, será possível relacionar os arquivos MP3 de seu computador com as músicas disponíveis nos servidores da Apple. Caso um disco ou uma música não sejam encontrados, o usuário poderá, então, fazer o upload do arquivo para o sistema na nuvem.

Será possível ainda manter sua biblioteca de livros do iBook sincronizada com a nuvem.

Documentos criados no iWork, suíte de aplicativos da Apple que concorre com o Microsoft Office, poderão também ser armazenados na rede. Desta forma, estarão sempre atualizados, não importa qual aparelho o usuário utilize para acessá-los. “Há dez anos trabalhamos neste sistema”, afirmou Steve Jobs durante a apresentação.

A companhia anunciou também o fim do MobileMe. A rede, que custava US$ 100 ao ano e permitia a sincronização virtual de contatos e calendários, passa a ter suas funções distribuídas gratuitamente e integradas ao novo iCloud.

O sistema servirá ainda como plataforma de armazenamento de dados para computadores, e será compatível com PCs e Macs. Nas máquinas da Apple, por exemplo, ele será integrado diretamente ao aplicativo iPhoto, permitindo que o usuário tenha acesso a todas as fotos tiradas nos últimos 30 dias. De novo, a função iguala a Apple a um serviço já oferecido pelo Google, dono do Picasa.

Tablets e portáteis

O sistema operacional para aparelhos portáteis chega à quinta versão com mais de 200 milhões de aparelhos compatíveis já vendidos. Em 3 anos, a Apple já repassou mais de US$ 2,5 bilhões aos desenvolvedores responsáveis pelos mais de 450 mil aplicativos disponíveis para download na loja virtual App Store. No total, usuários já baixaram mais de 14 bilhões de programas.

A maior novidade é que agora iPads, iPhones e iPod Touches poderão funcionar independentes de um computador tradicional. Até hoje, é necessário sincronizar o aparelho a um PC ou Mac para fazer atualizações do sistema operacional e de programas baixados pelo usuário. Agora, os aparelhos poderão fazer esse upgrade sozinhos.

Novo sistema de notificações para iPhone: Apple admitiu falhas no atual.Foto: Paul Sakuma/AP

O iOS 5 terá 200 novas funções para usuários e mais de 1.500 para programadores. O vice-presidente Scott Forstall, responsável pelo desenvolvimento do iOS, mostrou o novo sistema de notificações, que passa a ficar “empilhado” na tela até que o usuário as dispense. “O sistema atual era falho”, admitiu Forstall. O executivo mostrou um novo segmento da loja de aplicativos e conteúdo voltado apenas para publicações como jornais e revistas.

O “News Stand” servirá para reunir aplicativos de notícias que até agora estavam espalhados pela App Store. O programa funcionará como o iBooks, para livros eletrônicos, reunindo em uma “prateleira eletrônica” revistas e jornais comprados pelo usuário.

O novo sistema operacional também será integrado diretamente ao Twitter. Isso significa que agora é possível, por exemplo, tirar uma foto com o aplicativo básico da Apple e enviá-la para a rede social sem precisar trocar de programa. Até agora, era necessário baixar um software especial para integrar a câmera ao Twitter, ou tirar a foto e depois postá-la manualmente pelo programa da rede social.

Outra mudança na câmera é a possibilidade de usar botões físicos do aparelho para tirar fotos, sem a necessidade de tocar na tela. Usuários de iPhone, por exemplo, poderão usar o botão de aumentar o volume para acionar o “obturador” e fazer a foto. Cortar e girar imagens já feitas também será possível sem a necessidade de usar aplicativos especiais.

Usuários de iPads, iPhones e IPod Touches ganharão também um novo sistema de mensagens instantâneas, o iMessage. Com ele, é possível conversar com contatos que possuam aparelhos compatíveis com iOS pela internet. As conversas serão ligadas ao cadastro do usuário na rede da Apple, ou seja: é possível começar uma discussão no iPhone e passar depois para o iPad, e vice-versa.

Leão

O vice-presidente de marketing da Apple, Phil Schiller, foi o responsável pela apresentação das novas funções do OS X Lion. De acordo com Schiller, as vendas de Macbooks e iMacs, computadores da Apple, tiveram crescimento maior que a dos PCs – movidos a Windows e Linux – consistentemente nos últimos 5 anos. “A indústria do PC quer copiar a Apple”, brincou.

Phil Schiller mostra as novas funções do OS X Lion. Foto: Beck Diefenbach/Reuters

O Lion traz, segundo a Apple, 250 novas funcionalidades em relação à versão 10.6, batizada de Snow Leopard. Destaque para os novos comandos por gestos, a capacidade de mostrar aplicativos em tela cheia – uma das principais deficiências do Mac na comparação com o Windows – e uma nova interface para acessar programas que “empresta” elementos do sistema do iPhone e do iPad.

O Lion também muda a forma de lidar com o ato de salvar documentos. Agora, todo arquivo será salvo automaticamente a cada alteração, e será possível reverter a um estado anterior caso o usuário prefira cancelar as mudanças feitas no documento. O Mail, software para troca de mensagens, também foi refeito, e passará a exibir sequências de mensagens em forma de “conversas”, semelhante ao padrão já utilizado pelo Gmail.

O novo sistema trará ainda uma versão avançada da loja virtual de aplicativos Mac App Store, introduzida há 6 meses pela Apple. Ela funciona nos mesmos moldes da App Store para iPhone e iPad, permitindo baixar e instalar aplicativos mais facilmente, sem a necessidade de seguir processos de instalação. Agora, será possível comprar novas funcionalidades para os programas já instalados, modalidade que a Apple chama de “in-app purchases”.

Steve Jobs fala sobre o Mac OS X Lion durante encontro em San Francisco. Foto: Paul Sakuma/AP

Publicado originalmente em G1 | 06/06/2011 20h59

Usuários do Kindle mais perto do acervo de 11 mil bibliotecas


Amazon vai permitir que usuários do Kindle ou de seus aplicativos emprestem livros de bibliotecas americanas

Usuários do Kindle vão poder pegar livros digitais emprestados de mais de 11 mil bibliotecas americanas ainda neste ano e ler no Kindle ou em seus aplicativos gratuitos para Android, iPad, iPod touch, iPhone, PC, Mac, BlackBerry ou Windows Phone. Se o usuário resolver pegar este mesmo livro emprestado uma segunda vez ou mesmo comprá-lo na Amazon, encontrará todas as anotações que fez na primeira vez. O projeto está sendo desenvolvido com a empresa OverDrive e não tem data certa para começar a funcionar.

PublishNews | 22/04/2011

Operadora de celular vai vender o Kindle nos EUA


Dispositivo chega às lojas americanas em março | Foto: Reprodução/Geek

A operadora norte-americana AT&T anunciou nesta segunda-feira que vai começar a vender o leitor de livros eletrônicos Kindle 3G, da Amazon, em suas lojas no varejo a partir de março. É a primeira vez que uma operadora de celular vai vender o e-book.

A Amazon já utiliza a rede 3G da AT&T para dar acesso à internet ao Kindle, permitindo o download direto de livros, revistas, jornais, blogs e outros documentos ao equipamento com tela de 6 polegadas. O Kindle oferece ainda conectividade Wi-Fi.

O leitor de e-books é vendido na cor grafite e, segundo a Amazon, sua tela de e-ink tem 50% melhor contraste que outros dispositivos similares, com páginas que viram mais rápido, seu armazenamento permite guardar até 3.500 títulos e sua bateria dura até um mês.

O acesso 3G no Kindle não é cobrado à parte pela operadora. A loja online do Kindle oferece mais de 810 mil livros para venda, além de 1,8 milhão de títulos gratuitos que podem ser lidos no próprio dispositivo da empresa, assim como em outras plataformas, como iPads, iPhones, BlackBerry, Android, Mac e PC. O Kindle 3G será vendido na AT&T pelo preço oficial de US$ 189.

Portal Terra | 28 de fevereiro de 2011 • 14h19

eBooks no Windows Phone 7


Kindle for Windows Phone 7Os e-books Kindle já podem ser lidos em aparelhos como o próprio Kindle, Kindle 3G e Kindle DX e também no iPad, iPod touch, iPhone, PC, Mac, BlackBerry e aparelhos Androide. Na quarta-feira [5], a Amazon expandiu seu aplicativo gratuito “Buy Once, Read Everywhere”, que pode ser agora usado também no Windows Phone 7.

PublishNews | 06/01/2011

Kindle passa a permitir empréstimo de livros


A terceira geração do Kindle foi o produto mais vendido em toda a história da Amazon.com

A Amazon lançou na última quinta [30] o recurso que permite aos usuários do Kindle emprestar livros que tenham adquirido. No entanto, apenas títulos permitidos pelas editoras e detentores dos direitos autorais poderão ser compartilhados e por um período restrito a 14 dias.

O sistema de empréstimo do Kindle é muito similar ao LendMe, recurso do seu concorrente, o e-reader Nook, da Barnes & Noble. Quem pegar um livro eletrônico emprestado não precisa necessariamente ter um e-reader da Amazon. A pessoa poderá acessá-lo de um aplicativo Kindle para Mac, PC, iOS, Android, BlackBerry, Windows Phone 7, além do próprio Kindle, informa o site “Mashable”.

Por enquanto, é possível realizar os empréstimos dos livros eletrônicos acessando a conta de usuário na Amazon.com em um navegador de internet. É possível que a empresa libere em breve atualizações do software dos leitores digitais para que o empréstimo seja feito direto do dispositivo.

Sucesso de vendas

A varejista online Amazon.com havia informado nesta semana que a terceira geração de seu aparelho de leitura digital Kindle foi o produto mais vendido em toda a história da empresa.

O Kindle ultrapassou a marca de vendas do último livro da série do bruxo Harry Potter, até então o item mais vendido na Amazon.com. A companhia não revelou números de vendas do Kindle.

A Amazon.com também informou que em 29 de novembro registrou recorde de encomendas em um único dia, com 13,7 milhões de pedidos em todo o mundo, ou o equivalente a 158 itens por segundo.

UOL Tecnologia | 31/12/2010 – 11h13 | Com informações da Reuters

Sony lançará aplicativo de e-reader para outras plataformas


A Reader Store venderá livros direto nos dispositivos com Android e iOS, além do PC, que podem ser lidos na tela dos aparelhos

A Sony promete para dezembro o lançamento de um aplicativo para leitura de livros nas plataformas Android e iOS, de acordo com informações publicadas pela empresa em seu site. Desse modo, a Sony segue os passos da Amazon e Barnes and Noble ao oferecer um app complementar ao seu leitor de livros eletrônicos.

A Reader Store, da Sony, vai vender livros direto nos dispositivos com Android e iOS, além do PC, que podem ser lidos na tela dos aparelhos. Assim como os concorrentes, o Reader vai permitir fazer marcações, ajustar o tamanho da fonte e tomar notas nas páginas dos títulos.

O Amazon Kindle, principal concorrente da Reader Store, já está presente em outras plataformas, como Windows, Mac, iPhone/iPod touch, Android e BlackBerry, além dos leitores de e-books Kindle e Kindle DX. A loja de livros da Sony para as plataformas móveis deve estrear ainda em dezembro.

Por Zumo Notícias | Publicado por Portal Terra | 26 de novembro de 2010 • 12h39

Amazon permite ler livros do Kindle no navegador


A Amazon lançou nesta terça-feira [28] a versão beta do Kindle for the Web, um serviço que permite a leitura de amostras de livros da plataforma Kindle diretamente a partir de um navegador, sem a necessidade de download ou instalação. Como ainda está em fase de testes, o serviço só permite visualizar algumas poucas obras.

Na página de determinados produtos no site da Amazon já aparece um botão com a inscrição “Read first chapter FREE” [“Leia o primeiro capítulo gratuitamente”], que leva ao Kindle for the Web. Na ferramenta é possível alterar o tamanho da fonte, o espaçamento das linhas, a largura da página e a cor do fundo. O usuário ainda tem a opção de compartilhar o livro via Facebook, Twitter ou e-mail e de incorporar o serviço em outros sites ou blogs.

Segundo a Amazon, blogueiros e administradores de sites que inserirem amostras de livros em suas páginas receberão comissões sobre as vendas de obras indicadas por eles. Para ter acesso ao sistema de remuneração, é preciso ser participante do Amazon Associates Program.

Além do serviço de amostra para a web, a plataforma de livros digitais Kindle conta com aplicativos de leitura para os aparelhos Kindle, iPad, iPod touch, iPhone, Mac, PC, BlackBerry e Android – e a empresa já anunciou a criação de um aplicativo para o BlackBerry Playbook. Atualmente, a Kindle Store conta com mais de 700 mil obras à venda, além de outros 1,8 milhões gratuitos.

A empresa promete futuramente otimizar o Kindle for the Web para navegadores móveis e para outros recursos. Mais informações sobre como acessar e incorporar o serviço em sites externos podem ser encontradas no site oficial.

Por Célio Yano | Exame.com | 28/09/2010