“O autor e o novo mercado editorial”, por Ednei Procópio


Estou pensando em publicar um novo sobre os livros digitais, desta vez com enfoque na educação. O título: “Os Livros Digitais e a Educação”. Na verdade, o texto já está pronto e até pensei em publicá-lo em 2016 mas percebi que qualquer ação que praticasse não ia surtir efeito, então resolvei deixar o texto guardado. E, bem, agora estou procrastinando mais uma vez.

A Revolução dos eBoks

A Revolução dos eBoks

Minha terceira e última obra, a mais recente sobre os livros digitais, foi lançada em março de 2014, pela Editora SENAI. O título que acabou agradando à editora foi “A Revolução dos eBooks”. Neste livro, falo dos motivos do título e quem, na verdade, antes de mim, cunhou o termo “[e]Book [R]evolution”.

O texto original da obra já estava pronto quando fui à convenção anual da Associação Nacional de Livrarias [ANL], durante a última Bienal do Livro do Rio de Janeiro, para ministrar uma palestra sobre o mercado livreiro. No evento, conversando com um diretor da Editora SENAI, meu livro foi selecionado por eles para publicação. Foi uma experiência muito interessante ser, ao mesmo tempo, o editor de uma editora [para quem não sabe, sou o fundador da Livrus Negócios Editoriais], e ter um livro meu publicado por outra casa editorial.

Me lembro que, enquanto meu livro estava no prelo, fiquei pensando na expectativa que a publicação de uma obra gera em nós escritores. Eu, que sempre estive do lado de cá da mesa, atuando como editor, tive que provar do meu próprio veneno. Recebi inúmeras recomendações da equipe editorial daquele selo com o objetivo de melhorar minha obra. Percebi que aquele processo todo estava gerando em mim uma ansiedade que há tempos não sentia. Naquela ocasião eu pensava, será que minha própria editora gera essa mesma expectativa em seus autores?

Autores de um novo ecossistema editorial

Em “A Revolução dos eBooks”, deixo claro que, quando falo em revolução dos eBooks Readers, estou me referindo mais aos leitores em si, os consumidores dos livros na era digital, do que as máquinas por eles utilizadas para leitura. A revolução digital permitiu, na outra ponta do ecossistema editorial, que os autores tivessem acesso a dezenas de plataformas de autopublicação que, pela primeira vez desde Gutenberg, oferecem ao autor a possibilidade real de ver seu texto publicado sem as barreiras existentes no antigo modelo.

Na autopublicação, por exemplo, existe a [inter]mediação de uma empresa que, geralmente, faz uso das tecnologias e das mídias digitais para oferecer uma plataforma de publicação. Nestes casos, a empresa que oferece tais ferramentas tem um papel menos atuante no que diz respeito à produção dos livros e exatamente por esta razão, pode haver contraindicações no mau uso destas ferramentas, principalmente se o usuário não se preparar para o processo que vai se desenrolar a partir dali.

A editora que publicou meu livro, do contrário, mantém uma equipe editorial já treinada que, por mais que eu tentasse acelerar a produção do meu livro, por pressa minha mesmo, por pura ansiedade, não me permitiria errar em itens tão importantes como texto de quarta capa, texto de orelhas, texto sobre o autor, prefácio, sumário, etc.

Por exemplo, sou um nerd assumido, guardo ‘de cabeça’ todas as referências bibliográficas sobre eBooks. Mas, e se eu não incluísse esses dados bibliográficos em meu livro? Tive que entregar à editora a referência completa [tal qual reza a cartilha da ABNT]. Foi item obrigatório para ter meu livro publicado por aquele selo. Também me pediram as notas de rodapé para todas as referências que eu estava fazendo nos capítulos.

Malditas notas de rodapé

Então estava eu lá, um domingo inteiro, buscando as tais notas para entregar na segunda-feira pela manhã, para que meu livro fosse publicado o mais breve possível. Eu pensava: para que raios serve uma nota de rodapé? Pensando bem, quem lê esse troço?

Um livro de não ficção, que é caso da obra “A Revolução dos eBooks”, não pode ser considerado um bom livro se não tiver o mínimo que a ABNT sugere para que o material seja efetivamente considerado publicável. Fora ter de cuidar do ISBN e da Ficha Catalográfica [itens considerados obrigatórios pela Lei do Livro, por sinal] nós, autores e editores [nos casos em que não sejamos ao mesmo tempo a mesma pessoa], precisamos observar outros itens para que um livro tenha uma qualidade aceitável. Não importa o formato: se eBook, audioBook ou paperBook.

Será que os autores que se autopublicam [e não são editores] estão preparados para admitir que, para ter um bom livro publicado, a obra terá que passar inevitavelmente por uma preparação de texto, revisão, diagramação, capa, ISBN, Ficha Catalográfica? E que será preciso observar tantos outros itens imprescindíveis como hifenização, viúvas, órfãs, resenhas, release de qualidade, que também fazem parte da publicação de uma obra?

Autor que não é livro que não é editora

Deixando de lado, pelo menos por enquanto, a questão dos custos e financiamento da produção, são três os modelos atuais mais comuns para a publicação de um livro:

O primeiro deles é aquele que chamaremos tradicional; nele, o autor envia o livro para uma editora e a seleção da obra fica a cargo de um conselho editorial, responsável pela curadoria de um determinado catálogo. Neste modelo, a equipe editorial está presente do início ao final da produção do material enviado. É o caso usado por aquela editora na publicação do meu livro.

O segundo modelo, o da autopublicação, é o próprio autor que assume a responsabilidade pela produção de sua obra usando as atuais ferramentas disponíveis nas plataformas de selfpublishing. Neste modelo, é raro a presença de uma equipe editorial, ela não está presente para assessorá-lo. As ferramentas de autopublicação acabam por oferecer uma opção interessante para a edição de livros, criam um ambiente democrático, aberto e acessível; mas estas plataformas não ofertam aos escritores uma equipe editorial que, antes de tudo, primem pela qualidade editorial de sua obra. E o custo zero oferecido por tais empresas é a razão para isto não ocorrer.

E o terceiro modelo são as casas que prestam os serviços necessários para a publicação de um livro, unindo a liberdade da publicação com a qualidade editorial processada por uma equipe. Este é o caso da Livrus. E, antes que me perguntem, sim, os custos e os profissionais estão todos lá, presentes no processo.

Autores que se autopublicam

É realmente fascinante as possibilidades que a Internet, e suas [con]sequências, estão trazendo para o mercado editorial. Mas sabemos que somente a tecnologia não dá o respaldo necessário para que uma determinada obra tenha um bom título, um bom subtítulo, uma boa revisão, etc. Escrever rapidamente um livro e colocá-lo de imediato no ar só porque as ferramentas digitais assim o permitem, pode ser um tiro no próprio pé, principalmente se o autor não dominar os meandros da publicação de um livro. O autor que tiver, por exemplo, um material em potencial em mãos pode perder uma oportunidade única de seu próprio trabalho.

Fora isso, com o tempo, os leitores [os únicos que realmente ‘mandam’ neste novo mercado], inevitavelmente perceberão que as obras que tiveram uma curadoria, uma equipe editorial, são aquelas de fato confiáveis para se ler. Por isso, antes de colocar seu próxima o livro no ar, nestas plataformas automatizadas, pense se você, autor, sozinho, realmente pode e é capaz de realizar o trabalho que uma equipe inteira precisaria fazer para se ter um bom livro. Se for o seu caso, e se assim o considerar, tente a sorte.

Em “A Revolução dos eBooks”, busco detalhar a questão atual do financiamento de obras, seja pelo Governo, patrocinadores, concursos culturais, editoras e até pelo próprio autor quando for o caso. Mas, por ser especialista em eBooks desde 1998, talvez parecesse um contra senso eu, agora, atacar, criticar ou mesmo defender as ferramentas digitais de autopublicação. Meu objetivo não é este. Longe disso. Pelo contrário, testei a maioria das ferramentas disponíveis pessoalmente. E afirmo: elas são acessíveis e funcionam, de verdade. São verdadeiramente democráticas se comparadas a qualquer um dos demais modelos.

O fato é que, exatamente por ter estudado a fundo este assunto, cheguei à conclusão de que, se eu quisesse que o meu próprio livro tivesse qualidade que eu desejava, e que não caísse na vala comum de centenas de outros de identificada precariedade, eu não deveria fazer o livro inteiro sozinho, eu necessitava de um corpo editorial.

Felizmente, sou editor e poderia fazê-lo usando a equipe da minha própria editora, a Livrus, se fosse o caso, como alternativa. Mas, felizmente também, o novo mercado editorial está repleto de portas abertas para aqueles que não têm pressa em publicar, mas primam antes de tudo pela qualidade de suas próprias obras. E, por essa razão, encontram alternativas inúmeras, entre as quais as tradicionais.

Nos demais casos, como alternativa, a necessidade nos aponta um ambiente de ferramentas digitais de autopublicação atrelado a uma equipe de curadoria. A primeira automatiza o processo e ajuda a reduzir custos por conta da escala. A segunda assegura a qualidade. Estas duas, digamos, entidades, unidas, ajudam a equalizar a questão do financiamento das publicações e podem oferecer uma resposta adequada aos novos tempos, aos novos livros, enfim, a um novo mercado editorial.

Por Ednei Procópio

Por Ednei Procópio

* Ednei Procópio, 40 anos, é empresário e um dos maiores especialistas em livros digitais no Brasil, atuando na área desde 1998.

Ficção fantástica aborda origem mítica dos jogos de tabuleiro


E se os jogos de tabuleiros, criados desde os tempos imemoriais, tivessem um ancestral em comum e partilhassem de uma única tábula? E se jogos como o xadrez, o ludo, o senet e diversos outros originados no Oriente, e que ganharam o mundo, fossem o resultado de um tabuleiro primordial artesanalmente pensado por magos de um conselho real?

Esse é o mote de QU4DRI — O Tabuleiro Mágico, primeira ficção fantástica, escrita por Ednei Procópio, nos intervalos de seu trabalho enquanto editor, e que traz ao público leitor uma visão inédita sobre a origem dos jogos de tabuleiro.

Criado por Ednei Procópio, um dos maiores editores especialistas em livros digitais do País e inspirado nos mais antigos passatempos da humanidade, QU4DRI — O Tabuleiro Mágico, não é só uma ode aos ancestrais boardgames, mas é antes de tudo, um convite à imersão em um universo místico.

Os mistérios que rondam o Reino dos Quatro Cantos do Mundo

O Rei dos Quatro Cantos do Mundo parece não só ter se ausentado do trono, mas deixado aos seus súditos uma herança de incertezas. Para complicar ainda mais a transição da regência, o concílio responsável por ungir um novo monarca, formado por uma quadríade de magos, entrou em desacordo sobre o processo de coroação de um sucessor.

QU4DRI — O Tabuleiro Mágico narra eventos de um mundo isolado, em um universo paralelo, por uma magia incomensurável. Forças ocultas instauraram o caos e batalhas sem precedentes desolarão um Reino que sempre viveu tranquilamente da fabricação artesanal e da exportação dos inocentes jogos de tabuleiro.

A busca por um artefato lendário

Uma influente professora da Escola de Jogos da Magia, situada na Província Real de Grimoire, foi convocada pelo então monarca do Reino dos Quatro Cantos do Mundo para integrar uma comitiva cujo destino e missão são cercados por mistérios.

Por motivos ainda desconhecidos, a professora não retorna de sua convocação e seu desaparecimento vira sofrimento para a família, em especial para seu companheiro, um súdito que trabalha a serviço do Reino e que ganha a vida como escriba na Biblioteca de Grimoire.

Em QU4DRI — O Tabuleiro Mágico é o próprio Escriba Real quem narra suas peregrinações na busca da verdade sobre o desaparecimento de sua amada esposa. O Escriba está se redescobrindo em uma jornada de esperança, aventuras e de novos aprendizados. Conhecimentos ancestrais, porém, mudarão dramaticamente seu modo de compreender o mundo.

A busca por um tabuleiro mágico

O Escriba da Biblioteca Real da Província de Grimoire aprendeu, com seu Mestre, que sempre que buscamos por algo, é algo que acaba por nos encontrar.

Na busca pela verdade sobre o desaparecimento de sua amada esposa, cujo paradeiro é um enigma, Escriba descobre uma sociedade secreta influente e destemida. Criada por Sábios da Antiguidade, a Ordem dos Magos Supremos está envolvida na manipulação de artefatos mitológicos, em especial um tabuleiro mágico, capaz de instaurar uma nova dinastia no Reino dos Quatro Cantos do Mundo.

Às sombras de uma revolução, cercado por questões existenciais, Escriba testemunhará o emergir de um novo mundo, sombrio e desumano, devastado por uma iminente guerra.

 

Agenda de lançamento do livro

Livraria Martins Fontes Paulista
Dia 1 de Outubro, sábado, das 16h às 18h
Avenida Paulista, 509
Estação Brigadeiro do Metrô

Sobre o Escritor Ednei Procópio

Ednei Procópio

Ednei Procópio

Ednei Procópio é editor, empresário e um dos maiores especialistas em livros digitais do País, pioneiro no tema desde 1998. Publicou as obras de não- ficção “Construindo uma Biblioteca Digital” (Edições Inteligentes, 2005) e “O Livro na Era Digital” (Giz Editorial, 2010). Sua última obra sobre livros digitais, indicado ao Prêmio Jabuti, é “A Revolução dos eBooks” (publicado em 2013 pela editora do Sesi-SP). E, sob o pseudônimo de Eddie Kerouac, Procópio publicou também o livro de memórias poéticas “Os Versos de James” (iEditora, 2000).

Além de administrar um escritório editorial em São Paulo, Ednei Procópio é o autor do projeto “Uma biblioteca digital na mão de cada aluno”, iniciativa inspirada nos ideais de inclusão digital.

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Programa Livrus Ao Vivo # 06


MELHOR DO JORNALISMO LITERÁRIO

Livrus ao Vivo é um programa semanal, com 30 minutos inteiramente dedicados à literatura. Produzido por profissionais do mercado editorial, que visam enriquecer o setor com programação de qualidade, mantém uma equipe sempre atenta às últimas novidades, levando a notícia sempre atualizada.

No programa Livrus ao Vivo, o ouvinte encontra originalidade e inovação, entrevistas com os autores em destaque, agenda cultural, resenhas e dicas de livros, obras que viraram filmes, lançamentos, além de músicas inspiradas em livros.

A primeira temporada do Livrus ao Vivo é apresentada sempre às quartas, às 21h30, por Ednei Procopio, editor especialista em livros digitais e Chris Donizete, publisher e jornalista literária; com comentários de Sandra Schamas, escritora e tradutora.

Para ouvir ao vivo, basta sintonizar a Rádio Mundial AM 660 ou FM 95,7, ou acessar o link www.radiomundial.com.br/radio-ao-vivo no momento do programa.

Para quem não ouviu as edições passadas, basta clicar em um dos links abaixo:

Programa Livrus Ao Vivo # 01


Ouça o Podcast do Programa Livrus Ao Vivo

A Livrus Negócios Editoriais já não é mais uma startup. Com seis anos de vida, a empresa iniciou suas atividades em 2009, durante a Bienal do Rio de Janeiro. Até 2011, quando ganhou vida própria, a Livrus era apenas um projeto em uma editora que o empreendedor Ednei Procopio havia fundado seis anos antes.

Hoje, somente o selo editorial da empresa soma mais de 130 escritores publicados, cada um deles com dois ou mais títulos. Os escritores representados pela Livrus não são autores de uma só obra, alguns já publicaram mais de 10 títulos, uma característica que a Livrus vem tentando manter ao somar um catálogo de mais de 300 obras.

A Livrus Negócios Editoriais dividiu seu ecossistema em três segmentos: PUBLICA, COMERCIALIZA e DIVULGA. O programa de jornalismo literário LIVRUS AO VIVO, que a empresa criou, e que estreou em outubro na Rádio Mundial, estação difusora em São Paulo, faz parte de sua estratégia dentro do seu plano de divulgação de obras e escritores.

A primeira temporada do LIVRUS AO VIVO é apresentado às quartas-feiras, das 21h30 às 22h. Para ouvir o programa ao vivo, basta o ouvinte sintonizar a Rádio Mundial FM 95,7 ou AM 660, ou acessar o link www.radiomundial.com.br/radio-ao-vivo no momento do programa.

Para quem não ouviu a estreia do programa, o link do podcast é este livrus.podomatic.com.

LIVRUS lança nova obra da jornalista Mônica Picavêa


Tarde de autógrafos acontece dia 21 de março, na Livraria Martins Fontes Paulista

A jornalista Mônica Picavêa – reconhecida por sua atuação em mais de 50 projetos nas áreas social, de geração de renda, desenvolvimento socioambiental e educação para a sustentabilidade – lança no próximo dia 21 de março, em São Paulo, o seu segundo livro infantil. O primeiro, “Simplesmente Diferente”, foi publicado em 2011, tendo sido pioneiro no Brasil em audiodescrição [destinado a crianças com deficiência visual].

Com ilustrações de Hugo Serra, “Como Dizia Minha Avó” é editado pela Editora Livrus e pela Oficina da Sustentabilidade. Trata-se de uma coletânea de sete historinhas rimadas, que contam algumas experiências que avós verdadeiros ensinaram aos seus netos, e que lhes trouxeram aprendizados preciosos para a vida.

O objetivo do trabalho é acender nas crianças a curiosidade de tais narrativas e o quanto esses entes queridos têm para lhes ensinar, promovendo a convivência entre eles. No final da publicação, a autora reserva um espaço especial para que o leitor mirim possa compartilhar de sua próxima história. Assim, o livro passa a ser também de sua autoria, podendo ainda ser enviado para ser publicado no Blog do Livro.

A tarde de autógrafos tem início às 15h30, na Livraria Martins Fontes, localizada na Avenida Paulista, 509, próxima à estação Brigadeiro do metrô.

Como Dizia Minha Avó é a nova obra da jornalista Mônica Picavêa

Sobre Mônica Picavêa

Graduada em Jornalismo, com pós-graduação em Marketing e MBA em Administração de Empresas, Mônica Picavêa tem mais de 18 anos de experiência e atuação em mais de 50 projetos em 13 estados nas áreas social, de geração de renda, desenvolvimento socioambiental e educação para a sustentabilidade. É pioneira no Brasil, junto com Marcelo Todescan e May East, na implantação da metodologia do Programa Cidades em Transição. Atuou como presidente da Fundação Alphaville, superintendente da Fundação Stickel e hoje comanda sua própria empresa: a Oficina da Sustentabilidade, que, além de desenvolver projetos nas áreas acima citadas, também fornece consultoria para empresas de grande porte.

LIVRUS Editorial lança novas edições de livros aplicativos


Aplicativos trazem ótimos recursos de interação para livros didáticos e infantis

O Centro do Universo

O Centro do Universo

Livro aplicativo é uma forma moderna de interação do leitor com o conteúdo. Além dos formatos tradicionais de livros digitais, como os já populares PDF e o ePUB, a Editora Livrus já vem testando a publicação desses livros. Obras como “O Jogo dos Papeletes Coloridos” e “O Centro do Universo”, ambos eBooks conceituais do escritor Paulo Santoro, foram publicadas utilizando o formato HTML5. Agora, com uma equipe maior de desenvolvedores, a Editora Livrus intensifica ainda mais sua produção de livros aplicativos utilizando as novas tecnologias disponíveis para apps. Os livros aplicativos desenvolvidos pela LIVRUS permitem recursos que criam uma experiência baseada na leitura para todos os leitores [desde usuários do sistema iOS até Android]. Ou seja, os livros aplicativos podem ser lidos tanto através de smartphones, quanto de tablets. Um exemplo clássico de livro aplicativo é “Alice no País das Maravilhas” que, ao ser lançado nos Estados Unidos, já apresentava todos os recursos que poderiam ser usados em tablets do modelo iPad, da Apple. Outro case interessante que pode nos servir de exemplo é “Grimm: The Essential Guide”, publicado pela NBC Entertainment, que também traz o conceito de livros com uma estética arrasadora. Aqui no Brasil, um case acompanhado de perto pela Livrus pode ser citado: “Aprendendo com Jesus” desenvolvido para o Sistema de Ensino Cristão do Colégio Princípios. O aplicativo possui versões para uma maior universalidade de dispositivos e usa tecnologia in-App Purchase que permite venda de novas edições, episódios, etc., através do próprio livro aplicativo. O livro aplicativo aproveita ao máximo as tecnologias disponíveis hoje no mercado. É customizado e adaptado para estimular a leitura e sai do convencional ao trazer as seguintes inovações:

  • Realça, suaviza ou esconde objetos;
  • Permite a navegação livre pelo conteúdo;
  • Busca, aproxima e movimenta objetos;
  • Permite maior engajamento dos leitores;
  • Animações e simulações para ilustrar o texto;
  • E total controle de velocidade, respeitando o ritmo de leitura de cada um.

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Escritor hipermídia é entrevistado no programa “Livros em Revista”


O jornalista Ralph Peter apresenta o programa “Livros em Revista” com o objetivo de trazer informações sobre o mundo da literatura e neste bloco, recebe o escritor hipermídia Paulo Santoro – autor dos livros “O Centro do Universo” e “O Jogo dos Papeletes Coloridos