Editora passa a oferecer seus títulos na plataforma digital de empréstimo de livros


Cengage entra na Minha Biblioteca

A Minha Biblioteca, consórcio formado pelas editoras Grupo A, Grupo Gen–Atlas, Manole e Saraiva para oferecer uma biblioteca digital a instituições de ensino superior, se associou, em janeiro à Pasta do Professor, que oferece conteúdos fracionados a esse mesmo público. Como consequência dessa união, a Minha Biblioteca passou a aceitar outras editoras fora do pool de sócios. A Cengage Learning é a primeira editora não sócia a fazer parte da Minha Biblioteca. Além dela, as outras 38 editoras participantes da Pasta do Professor poderão aderir à Minha Biblioteca. “Estamos dando prioridade às editoras que fazem parte da Pasta do Professor. A participação destas já está aprovada pelo conselho“, disse Richardt Rocha Feller, diretor executivo do consórcio, que não descarta que outras editoras poderão entrar na Minha Biblioteca. Com a chegada da Cengage, o catálogo da Minha Biblioteca alcança seis mil títulos.

POR LEONARDO NETO | PUBLISHNEWS | 22/09/2015

Minha Biblioteca vai à Bienal


Plataforma permite o acesso a conteúdos acadêmicos

A Minha Bibliotecaplataforma digital para acesso a conteúdos acadêmicos, estará exposta pela primeira vez na Bienal do Rio [03 a 13/09]. Ela permite a alunos e instituições de ensino o acesso rápido a milhares de títulos das principais editoras do segmento científico, técnico e profissional. A plataforma está presente em mais de 250 universidades e reúne mais de cinco mil obras e é uma alternativa legal e sustentável para combater a cópia ilegal de livros. O projeto tem como sócias o Grupo A, Grupo Gen-Atlas, Editora Manole e Editora Saraiva. Cada editora parceira levará cerca de 100 títulos para expor no estande no evento e também serão distribuídos cartões de acesso trial a professores universitários para a divulgação do projeto.

PublishNews | 1º/09/2015

Minha Biblioteca começa 2014 com serviço de aluguel de eBooks


A plataforma conta com 5 mil títulos e atende 50 instituições de ensino superior

Minha BibliotecaMinha Biblioteca, resultado da joint venture das editoras Saraiva, GEN, Altas e Grupo A, já completou três anos de estrada. A ideia era unificar os investimentos em uma plataforma única e oferecer a universidades os seus catálogos de e-books fortemente calcados nas áreas de ciências sociais aplicadas, exatas, biociências, jurídicas e humanas. O negócio tem dado certo. Atualmente, a Minha Biblioteca tem 5 mil títulos e 50 instituições de ensino como clientes. O negócio segue os mesmos modelos que outras bibliotecas digitais: a universidade pode montar o seu próprio acervo digital, pagando pelo preço de capa por uma cópia perpétua e ou o sistema de subscrição no qual a instituição paga um valor e seus alunos têm acesso ao catálogo. Mas na virada do ano, a Minha Biblioteca montou um terceiro modelo, este voltado direto para os alunos, sem a intermediação da universidade. Ele pode comprar ou alugar e-books acessando a loja virtual da Minha Biblioteca. “No final de dezembro, colocamos um piloto no ar e foram feitas 300 transações. Agora entramos na fase de consolidação do negócio”, explica Richardt Rocha Feller, diretor executivo do consórcio.

Os valores do aluguel vão de acordo com o preço de capa. “O preço varia muito, é vinculado ao preço de mercado, por isso ainda não temos uma média de preço”, explica o diretor. Além disso, há três faixas de preço para o aluguel. O cliente pode escolher ficar 30, 60 ou 180 dias com o e-book. O livro Tratado de otorrinolaringologia, (GEN) da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facil, custa R$ 937,00 na versão digital e o aluguel é de R$ 374,80 por um mês ou R$ 562,00 pelo semestre.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 14/02/2014

O que se ganha em um congresso?


Por Felipe Lindoso | Publicado originalmente em PublishNews | 02/08/2011

Nos dias 26 e 27 de julho passado aconteceu o 2º Congresso Internacional CBL do Livro Digital. Foram doze eventos, entre palestras e mesas-redondas, além da apresentação de trabalhos científicos em uma sala anexa. Boa frequência, apesar do preço salgado. Poucas perguntas e ainda menos discussões. A plateia permaneceu passiva depois da maior parte das palestras/mesas-redondas, e mesmo as perguntas feitas não provocaram grandes discussões.

Não pretendo comentar todas as palestras ou discussões. Quero apenas chamar atenção para alguns tópicos que me pareceram os mais interessantes.

O primeiro ponto a destacar é que esta segunda versão do Congresso do Livro Digital teve menos “vendedores de soluções” que o primeiro. Achei isso bem positivo. É um tanto abusivo pagar para ouvir um monte de gente querendo vender soluções desenhadas para outro ambiente de negócios e estágios tecnológicos muito diferentes dos que temos aqui.

Ainda assim, ausências se fizeram notar, principalmente a das empresas em desenvolvimento de distribuição e conversão de conteúdos digitais já presentes no Brasil. Não se teve notícias nem da empresa formada pelo consórcio que organizou a DLD – Distribuidora de Livros Digitais [Objetiva, Record, Sextante, Planeta, Rocco e L&PM], nem do “Minha Biblioteca”, a versão brasileira do programa iniciado pala Ingram nos EUA e que aqui inclui o GEN, Atlas, Grupo A e a Editora Saraiva. E também nada da Xeriph, distribuidora de conteúdo digital que não está vinculada a nenhum grupo editorial. Na minha opinião, faltou também outro tema relevante: o uso de conteúdo digital nas universidades públicas, já que há anos tanto a CAPES/CNPq quanto a FAPESP investem grandes somas na aquisição de revistas acadêmicas em formato digitalizado. Pode ser que em outro congresso os organizadores se lembrem disso.

Como acontece em qualquer evento do gênero, houve momentos interessantes e outros que chegaram a ser patéticos. Um deles, que vou me poupar de mencionar, me fez lembrar o movimento de criação de um partido anti-powerpoint que andou aparecendo na Europa, e “brindou” a plateia com uma dessas apresentações que às vezes aparecem na Internet, cheia de lugares comuns, fotos comovedoras e mensagens de autoajuda. Quase saí para entrar online e pedir filiação nesse partido…

Outra apresentação que chegou perto do patético foi a do representante da Digisign, empresa conceituada na certificação digital mas que, aparentemente, não sacou a dos e-books. Quer garantir a inviolabilidade do conteúdo com DRMs que funcionam com tokens ou somente online. Acabam inventando um e-book acoplado com jaca ou melancia. Imaginem se para ler um conteúdo for preciso fazer uma operação similar à de acessar a conta corrente bancária…

A palestra mais instigante e sensata, sem dúvida, foi a do Ed Nawotka, editor do Publishing Perspectives. Ed fugiu totalmente da futurologia e colocou de modo muito simples: os editores só podem – ou melhor, devem – se preparar para as contingências do futuro da edição digital com os mecanismos mais abrangentes de coleta de informações sobre seu público, com o uso amplo de metadados. Já comentei no meu blog que os editores brasileiros estão uns dez anos atrasados nisso.

Algo que perpassou várias palestras e mesas redondas foi a confusão – que acredito não deliberada, mas nem por isso menos daninha – entre os diferentes tipos de conteúdo digital que podem ser acessados pelo público leitor. Quando sabemos que o leitor de e-books mais popular no mundo é o Kindle, com sua tela sem cores e que privilegia totalmente a leitura de textos; quando sabemos que a iBookstore acoplada nos aparelhos da Apple perde feio para o iTunes, e que a venda de livros no iPad e nos iPhones está sendo muito menor que o esperado; quando sabemos que o Nook e o Kobo seguem pelo mesmo rumo do Kindle, eu me pergunto: a que vem tantas apresentações sobre “enhanced e-books” e sobre conteúdos compartilhados em redes digitais? Acredito que o conteúdo de livros didáticos e de livros infantis vá exigir telas coloridas [e a Amazon já prometeu seu tablet com essas características até o final do ano], mas, no momento e como tendência dominante, o que predomina é a leitura de texto. O resto, por enquanto, é jogo interativo online, o fenômeno “transmídia”, que ainda veremos no que vai dar.

Bob Stein, na palestra de abertura, se declarou muito feliz por ter sido pago durante anos para “pensar o futuro do livro” e veio com a ideia de que – no futuro, é claro – o conteúdo seria distribuído gratuitamente e que as pessoas pagariam para participar da “rede de leitores”. Nessa rede todos os leitores fariam anotações, comentários, glosas e o que mais lhes apetecessem acrescentar ao conteúdo original. Quem faz parte do Facebook [eu faço] sabe perfeitamente que a quantidade de comentários inanes que por ali circulam é enorme. Imaginem o sujeito ler um Balzac acompanhado de comentários mandando florzinhas ou sinaizinhos de “curti” a cada página? Se fosse um grupo fechado lendo um ensaio, vá lá. E mais, tanto o Kobo quando o próprio Kindle já permitem acesso – pelo menos parcial – a anotações de outros leitores. Se o Bob Stein ganhou para pensar isso, eu também quero me candidatar a pensador remunerado.

Uma palestra interessante foi a da Dominique Raccah – e mais como vice-presidente do BISG [Book Industry Study Group] que como CEO da Sourcebooks – por ter apresentado dados sobre a demografia comparada de leitores de livros em papel e e-books, mostrando que o fator preço é fundamental na adoção dos e-books. Os leitores do segmento trade – romances, ensaios, autoajuda, etc. – demandam sempre alguma espécie de conteúdo gratuito [download de capítulos, material adicional], além do preço substancialmente mais baixo. Esses leitores também são os que mais usam e-readers, enquanto os universitários acessam conteúdo digital principalmente através de laptops, notebooks e desktops.

A palestra de Joseph Craven [Sterling Publishing], sobre a construção de comunidades verticais desenvolvidas pelos editores em torno de livros ou coleções, também foi muito interessante. Tornou prática e consequente a conversa de uso das redes sociais no negócio de livros, chamando atenção para a interação entre o público leitor/consumidor e os editores, inclusive no que diz respeito ao conteúdo adicional aos livros.

Alguns dos palestrantes abordaram muito de leve uma questão que tem atraído bastante minha atenção. Atualmente, o segmento comercial/industrial que efetivamente está ganhando dinheiro com o conteúdo digital é o dos prestadores de serviço de acesso e as empresas de telecomunicação, que viabilizam esse acesso.

O fato é que uma parte dos custos de “logística” dos e-books é transferido para os consumidores de conteúdo digital que pagam pelo acesso à Internet. Esse é um negócio específico das empresas de telecomunicação e dos provedores de acesso. Essas empresas pressionam todos os produtores de conteúdo para receber um fluxo constante de conteúdo barato ou gratuito. Por sua vez, esse conteúdo gera mais tráfego na rede e agrega receita a essas empresas. Na discussão do conteúdo gratuito não podemos nos esquecer de que, como não existe almoço grátis, estamos pagando pelo acesso e também, com nossas contribuições blogueiras, no Facebook e no Twitter, para proporcionar conteúdo gratuito para essas gigantes que inexoravelmente apresentam suas contas.

Por Felipe Lindoso | Publicado originalmente em PublishNews | 02/08/2011

Felipe Lindoso

Felipe Lindoso é jornalista, tradutor, editor e consultor de políticas públicas para o livro e leitura. Foi sócio da Editora Marco Zero, diretor da Câmara Brasileira do Livro e consultor do CERLALC – Centro Regional para o Livro na América Latina e Caribe, órgão da UNESCO. Publicou, em 2004, O Brasil pode ser um país de leitores? Política para a cultura, política para o livro, pela Summus Editorial.

A coluna O X da questão traz reflexões sobre as peculiaridades e dificuldades da vida editorial nesse nosso país de dimensões continentais, sem bibliotecas e com uma rede de livrarias muito precária. Sob uma visão sociológica, este espaço analisa, entre outras coisas, as razões que impedem belos e substanciosos livros de chegarem às mãos dos leitores brasileiros na quantidade e preço que merecem.

200 mil downloads gratuitos, 2.500 livros vendidos


Formada por três profissionais de menos de 30 anos, equipe do Grupo A brinca com diferentes tecnologias para livro digital e comemora acertos

Bruno Weiblen tem 27 anos e é gerente de Novos Negócios do Grupo A, que congrega as editoras Artmed, Bookman, Artes Médicas, McGrawHill, Penso e Tekne. Em sua equipe estão dois Felipes – o Couto, de 28 anos [e há 13 na empresa!], e o Flesch, de 22 [que trocou a área de vendas da Colgate pelos e-books]. Juntos, os três são responsáveis pelos projetos digitais do grupo gaúcho.

Já experimentaram PDF, ePub e aplicativo para os diferentes sistemas operacionais. Vendem na AppStore, na Saraiva e no site da própria editora. Fazem parte do projeto Minha Biblioteca, de fornecimento de acervo digital para bibliotecas universitárias. Devem lançar em agosto o primeiro aplicativo para Android e em breve outro para o Windows Phone 7. E ainda querem fazer livros para serem lidos em desktop, em Mac e onde mais o leitor pedir.

A primeira brincadeira da equipe com aplicativos, apresentada em agosto de 2010, quando a empresa também anunciou o investimento de R$ 100 mil na digitalização de seu catálogo, custou caro [criar um aplicativo é quase como criar um software], mas deixou todos felizes. De cara, fizeram dois para um mesmo livro: um gratuito e outro pago. “A AppStore tem um volume alto de acessos, e para conteúdo gratuito esse número é ainda muito maior. Criamos o aplicativo grátis para fortalecer a marca e para levar as pessoas para a loja dos aplicativos pagos”, contou Felipe Flesch.

O resultado: 200 mil downloads gratuitos e 2.500 vendidos [a US$ 24,99] do Medicamentos de A a Z, e não só para o Brasil, mas também para os Estados Unidos, Argentina, China e Índia, entre outros. Lembrando que 2.500 é a tiragem média de um livro impresso, e ela nem sempre se esgota. A divulgação por aqui foi quase zero – mandaram apenas para o mailing. Foi a movimentação na própria AppStore que cuidou de manter o produto em destaque.

Mas este não é o único aplicativo do Grupo A. Há também o A psicanálise na terra do nunca, lançado em dezembro de 2010, e o Psicofármacos – Consulta rápida, de março deste ano. Outros devem ser criados sempre que um livro “pedir”, já que alguns funcionam melhor em PDF, outros em ePub. Na livraria digital de seu site, já são quase 250 títulos que custam 20% menos do que as versões impressas.

É uma iniciativa empreendedora do Grupo A e estamos dando a cara para bater”, comentou Felipe, que participou do 2º Congresso Internacional do Livro Digital nesta semana ao lado do colega Felipe Couto, convidado a integrar a equipe porque com sua experiência de 13 anos na empresa – começou como estagiário e passou por diversas áreas, inclusive a de diagramação, conhece de trás para a frente o catálogo das editoras do grupo e ajuda a pensar em quais formatos eles podem ser relançados.

Por Maria Fernanda Rodrigues | PublishNews | 29/07/2011

Um ano depois…


O que mudou no mercado editorial brasileiro entre o 1° Congresso Internacional do Livro Digital e a edição que se encerra agora

Em um ano, o brasileiro parou de discutir se a chegada do livro digital representaria o fim do livro físico e colocou a mão na massa. No longínquo março de 2010, a Câmara Brasileira do Livro [CBL] e a Feira do Livro de Frankfurt realizaram o 1º Congresso Internacional do Livro Digital e o clima era de incertezas, com a maioria dos editores ainda sem coragem de arriscar e de investir dinheiro em experimentos.

Mesmo com poucos títulos convertidos para e-books, as livrarias começaram a se mexer. Em abril, a Gato Sabido deixou de reinar sozinha e teve de dividir os clientes com a Livraria CulturaA eBookstore da Saraiva seria inaugurada um mês depois. Hoje, até Ponto Frio, Casas Bahia e Extra vendem livro digital. E Ricardo Eletro, que passou a vender livros este ano, tem planos de incluir as versões digitais em seu site. E tem mais: hoje, até editoras vendem e-books diretamente para o leitor final a partir de seus sites, como é o caso da pioneira Ciência Moderna e do Grupo A.

As distribuidoras Xeriph e DLD também chegaram em 2010 para ajudar as editoras, que já conseguiram produzir, no total, 4 mil títulos em português. O número é pequeno se comparado ao de títulos importados à venda por aqui. Na Saraiva, por exemplo, eles superam os 220 mil. Essas mesmas editoras mandaram seus funcionários estudar, e nisso quem se destacou foi a gaúcha [e italiana] Simplissimo. Ela levou seu curso de produção de e-books para São Paulo e para o Rio e pode continuar viajando se conseguir fechar turmas em outros estados.

Dados de vendas ainda são um mistério, mas boas surpresas aparecem pelo caminho. O Grupo A, por exemplo, produziu um aplicativo para o livro Medicamentos de A a Z e vendeu nada menos do que 2.500 unidades só na AppStore [ele custa US$ 24,99].

As bibliotecas não ficaram de fora do movimento. Neste ano, Saraiva, Atlas, Grupo A e Gen criaram a Minha Biblioteca, uma empresa que pretende vender catálogos digitais para bibliotecas universitárias e que acaba de assinar contrato com a Ingram para a parte tecnológica.

Isso sem contar o interesse da Amazon e da Google, que estão contratando profissionais para atuar no Brasil, e da Kobo, que está trazendo o holandês Pieter Swinkels para cuidar de suas operações na América Latina.

Agora só falta o e-reader ficar mais barato, as editoras encontrarem um ponto de equilíbrio entre o preço do livro físico e do digital, os contratos serem resolvidos e o governo lançar edital para compra de obras digitais.

Ilustração: Jonas Meirelles – http://www.jonasilustracao.blogspot.com

Por Maria Fernanda Rodrigues | PublishNews | 28/07/2011

Parceria de peso


Criada em maio pelo Grupo A, GEN, Saraiva e Atlas para fornecer livros digitais para bibliotecas de universidades de todo o país, a Minha Biblioteca terá agora a ajuda da maior distribuidora de livros do mundo para sair do papel. Ela usará o serviço Vital Source da Ingram, especializado no gerenciamento e na distribuição de livros didáticos digitais. Já são mais de 1,6 mi de usuários cadastrados em seis mil bibliotecas de 180 países. A parceria foi fechada na última terça-feira, dia 19, e prevê que a Minha Biblioteca disponibilizará, neste primeiro momento, cerca de quatro mil e-books que poderão acessados de três formas diferentes: por download, on-line ou remotamente. Na prática, o projeto funcionará assim: com base no interesse da universidade, no número de alunos, na perspectiva de acessos e no potencial de crescimento, a empresa vai customizar um catálogo e vendê-lo inteiramente à universidade. E o aluno escolherá onde vai ler o livro digital.

Por Maria Fernanda Rodrigues | Publicado originalmente por PublishNews | 21/07/2011

Grupo A já vende eBook direto ao leitor


E lança selo para obras destinadas a alunos de cursos técnicos profissionalizantes

O Grupo A lançou seu primeiro e-book em agosto do ano passado. Tratava-se doMedicamentos de A a Z, que em sua versão impressa tinha 680 páginas e na digital ganhou algumas facilidades como a possibilidade de pesquisar, por exemplo, determinado remédio no livro e também na Farmácia Popular. Nessa mesma época, anunciou o investimento de R$ 100 mil no mercado de livros digitais. Em maio deste ano, o grupo se juntou ao GEN, Saraiva e Atlas na criação de uma nova empresa, a Minha Biblioteca, interessada em oferecer e-books para empréstimos em bibliotecas universitárias. A novidade agora é que o Grupo A começou a vender esses livros digitais em seu site, coisa rara entre as editoras. Por enquanto, são cerca de 250 títulos que custam 20% menos do que suas versões impressas. Leitores digitais de primeira viagem ainda encontram no site uma espécie de FAQ. Ao mesmo tempo em que investe nesse novo mercado, o grupo gaúcho aproveita para lançar um novo selo para obras destinadas a alunos de cursos técnicos profissionalizantes, o Tekne. O primeiro título, Eletrônica: diodos, transistores e amplificadores, de Albert Malvino, será lançado ainda em julho.

Por Maria Fernanda Rodrigues | PublishNews | 20/07/2011

Grupo A lança novo site


O Grupo A inaugurou seu novo site reformulado e modernizado. A página oferece um mecanismo de busca de livros com reorganização de conteúdo das áreas de conhecimento e selos editoriais. Apresenta também as informações dos livros de forma ampla e completa com resumo, sumário, autores, nuvem de palavras e comentários de especialistas. Eventos, notícias, sala de imprensa e as revistas também estão disponíveis na nova página. Confira.

PublishNews | 16/06/2011

Editoras se unem e levam e-books para bibliotecas universitárias


Grupo A, GEN, Saraiva e Atlas criam a empresa Minha Biblioteca, que começa a operar em 1º de junho

Em 2010, Objetiva, Record, Sextante, Rocco, Planeta e L&PM fundaram a DLD para converter seus livros para o formato digital e distribuí-los. Ontem, pouco mais de um mês desde que a DLD começou a operar, outras quatro grandes editoras, mas com forte presença no segmento de livros universitários, também se uniram para uma entrada mais agressiva no mercado de livro digital. Só que dessa vez o foco sai das livrarias e vai para as bibliotecas das universidades brasileiras.

Grupo A, GEN, Saraiva e Atlas inauguram o projeto “Minha Biblioteca” em 1º de junho. Nele, será reunido o catálogo digital das quatro sócias, estimado, hoje, em quatro mil títulos. Funciona assim: com base no interesse da universidade, no número de alunos, na perspectiva de acessos e no potencial de crescimento, a empresa, que também se chama Minha Biblioteca, customiza um catálogo e o vende inteiramente à universidade. Aos alunos dessas instituições é permitido o acesso remoto a todo o conteúdo.

À primeira vista a ideia se parece com a da Pasta do Professor, mas o diretor executivo Richardt Feller, que trocou Curitiba por São Paulo e já está se instalando no escritório da empresa na Avenida Paulista, disse que elas são diferentes. “A Pasta é mais uma contribuição do mercado para evitar a pirataria e legalizar as cópias, mas não tem formato digital. Já o Minha Biblioteca, que também é uma alternativa à pirataria, prevê o ensino de plataforma, com acesso livre de qualquer lugar”. Enquanto no projeto mais antigo é possível comprar o livro fracionado, neste novo só serão vendidos livros inteiros.

Nesse momento, nosso objetivo é levar conteúdo digital a um maior número de alunos do Brasil”, disse. Mas este é só o começo, garante. Agora, as empresas estão concentradas em colocar o “Minha Biblioteca” na rua. A partir da publicação nesta segunda-feira, 23, do comunicado da Saraiva, a equipe – são quatro funcionários – está liberada para divulgar o serviço, apresentá-lo nas universidades, fechar negócios…

O site deve entrar no ar ainda hoje – http://www.minhabiblioteca.com.br

Conheça as editoras envolvidas no projeto

O Grupo A é uma holding formada pelos selos editoriais Artmed, Bookman, Artes Médicas, McGrawHill, Penso e Tekne. Responsável pela publicação de livros científicos, técnicos e profissionais nas áreas de biociências, de ciências humanas e de ciências exatas, sociais e aplicadas, o Grupo possui, entre títulos impressos e e-books, mais de 2 mil títulos em catálogo.

A Editora Atlas, fundada em 1944, conta com mais de 3 mil títulos publicados nas áreas de Contabilidade, Economia, Administração de Empresas, Direito, Ciências Humanas, Métodos Quantitativos e Informática. Suas publicações – livros-textos, livros de referência, dicionários e livros para concursos públicos – visam à melhoria do ensino e da Educação brasileira em sua totalidade.

Formado oficialmente no segundo semestre de 2007, o Grupo Editorial Nacional [GEN] reúne as editoras Guanabara Koogan, Santos, LTC, Forense, Método, Forense Universitária, AC Farmacêutica e EPU. O objetivo do grupo é prover o mais completo conteúdo educacional para as áreas científica, técnica e profissional [CTP]. O GEN oferece um catálogo com mais de 2.800 títulos, alguns dos quais publicados também em Espanhol e distribuídos em toda América Latina.

A Editora Saraiva é a maior editora brasileira no segmento de obras jurídicas e uma das mais importantes editoras de livros universitários nas áreas de administração, economia, contabilidade, marketing e negócios, além de editar obras de interesse geral. Hoje, seu catálogo reúne cerca de 3 mil títulos para o público universitário. É também uma das primeiras no ranking de livros didáticos e paradidáticos para ensino fundamental e médio.

Por Maria Fernanda Rodrigues | PublishNews | 24/05/2011

Livro de psiquiatria ganha versão digital


Terceiro aplicativo do Grupo A pode ser acessado através dos leitores iPad, iPod e iPod Touch

O Grupo A está lançando o terceiro aplicado para iPad, iPod e iPod Touch e o primeiro na área de psiquiatria do Brasil. Trata-se do livro Psicofármacos – Consulta rápida [Artmed], escrito pelo médico psiquiatra Aristides Cordioli com a colaboração de diversos especialistas. O aplicativo vai oferecer ao usuário, além de conteúdo atualizado sobre os mais recentes medicamentos psiquiátricos no Brasil, várias opções de interatividade. Neste novo formato, as quatro seções do livro estão interrelacionadas de forma dinâmica devido aos mecanismos de referência rápida construídos para este formato. Entre os recursos, o usuário dispõe da possibilidade de visualização em uma mesma tela de drogas que possuem interação medicamentosa.

PublishNews | 29/03/2011

Grupo A disponibiliza na Amazon versões em inglês e espanhol de clássicos de seu portfólio


Com vários títulos já disponíveis em formato digital, o Grupo A amplia em 2011 sua atuação no mercado de e-books. Neste ano, a holding – que congrega os selos Artmed, Artes Médicas, Bookman, McGrawHill e Penso – passa a oferecer nos catálogos das maiores e-book stores do mundo obras em língua inglesa e espanhola.

O primeiro entre os lançamentos em inglês é The innovation machine – minds and organizations in the struggle for differentation, de Charles Bezerra, que está disponível para compra na Amazon. A obra, editada pela Bookman, é a versão em inglês do bem-sucedido A máquina de inovação. Neste livro Bezerra, que é diretor do Gad Inovação, mostra que a mente é a principal ferramenta de trabalho e oferece ideias de como as organizações podem inovar.

Outro lançamento que pode ser adquirido na Amazon, Fundamentos psicoanalíticos: teoria, técnica y clínica, de David Zimerman, é a versão em espanhol do livro Fundamentos Psicanalíticos: Teoria, técnica, clínica – uma abordagem didática, publicado pelo selo Artmed. Na obra, o médico e psicanalista sintetiza os princípios fundamentais do método psicanalítico – teoria, psicopatologia, técnica e prática clínica – com uma abordagem didática sem, no entanto, perder uma necessária simplicidade e acessibilidade.

The innovation machine – minds and organizations in the struggle for differentation [Bookman] – Kindle Edition

Autor: Charles Bezerra

Preço: US$ 18,70

Sobre o autor

Charles Bezerra: Diretor do Gad Inovação – consultoria de inovação da holding de serviços de marcas GAD’ –, professor e palestrante.

Fundamentos psicoanalíticos: teoria, técnica y clínica [Artmed] – Kindle Edition

Autor: David Zimerman

Preço: US$ 61,11

Sobre o autor

David Zimerman: Médico, psicanalista e membro efetivo da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre, Zimerman é considerado um pensador original e estudioso sem preconceitos, capaz de uma posição pluralista, com base em distintas vertentes teóricas e técnicas, mas sempre dentro dos conceitos fundamentais da Psicanálise.

Quem é o Grupo A

O Grupo A é uma holding formada pelos selos Artmed, Bookman, Artes Médicas, McGrawHill e Penso. Responsável pela publicação em português de livros acadêmicos, técnicos e profissionais nas áreas de biociências, de ciências humanas e de ciências exatas, sociais e aplicadas, o Grupo A possui cerca de 1.800 títulos em catálogo. Conta com conteúdo referendado pelos mais renomados autores nacionais e internacionais, respeitando o mais alto padrão de qualidade editorial. Com sede em Porto Alegre, atua em todo o território nacional através de uma ampla rede de filiais e representantes localizados nos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, além do Distrito Federal e em Portugal.

Psicanálise na Terra do Nunca


Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Link no iTunes para a Psicanálise na Terra do Nunca — Mapa do Livro.

Este aplicativo é o mapa do livro “Psicanálise na Terra do Nunca: ensaios sobre fantasias”, onde você pode ver quais assuntos são cobertos no livro.

Dos mesmos autores de Fadas no divã, Psicanálise na Terra do Nunca: ensaios sobre fantasias é um livro que parte da premissa de que a ficção é muito mais do que uma forma de diversão, é também o veículo através do qual se estabelece um cânone, um padrão imaginário. Nossas histórias favoritas são decisivas para o que nos tornamos e acabam sendo fontes de inspiração e de identificação.

Sobre os autores

Diana Lichtenstein Corso: Diana nasceu em Montevidéu, em 1960. É psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre [APPOA].

http://twitter.com/DianaCorso

Mário Corso: Mário nasceu em Passo Fundo [RS], em 1959. Psicanalista, é professor e membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre [APPOA].

Este aplicativo baseado no livro apresenta a funcionalidade de Twitter, para conversar com pessoas que estão falando sobre o livro, além de publicar seus próprios comentários.

* Desenvolvido pela Touché|Mobile para a Editora Artmed SA.
* A Artmed detém todos os direitos sobre o conteúdo do aplicativo.

Fonte: touché|mobile