BitLit permite a compra de edições digitais de livros adquiridos em forma física, e já tem mais de 300 editores


Macmillan adere ao serviço BitLit nos EUA

A BitLit é uma start-up que permite seus cliente usuários que adquiram, normalmente por um preço inferior, edições de digitais de livros já adquiridos em forma física. Para isto, o usuário tem de utilizar o aplicativo da empresa para fotografar a página de direitos do livro com seu nome escrito no alto da mesma. Uma vez estabelecida a “propriedade” da edição física, o leitor pode então adquirir versões digitais a preços especiais. A empresa já possui contratos com mais de 300 editores, mas até agora apenas uma das parrudas editoras Big Five norte-americanas havia assinado com o serviço: a HarperCollins. A Macmillan, no entanto, acaba de fazer o mesmo e a BitLit agora possui livros de duas das cinco maiores editoras dos EUA em seu catálogo. Wiley e Elsevier também marcam presença na BitLit.

PublishNews | 05/05/2015

Congresso Mundial de Editores discute como sobreviver ao digital


O 30º Congresso Internacional de Editores abriu hoje em Bangkok, na Tailândia, com a presença de líderes do mercado editorial de todo o mundo. Durante três dias serão debatidos e analisados os desafios que o setor enfrenta. Sua Alteza Real, Princesa Maha Chakri Sirindhorn abriu o Congresso, que conta com a presença de 500 participantes de 38 países. Em seguida, a Princesa Maha Chakri Sirindhorn reuniu-se com Richard Charkin, presidente do International Publishers Association [IPA] e com Youngsuk Chi, ex-presidente do IPA.

Palestrantes da HarperCollins, Google, Bloomsbury, Elsevier, Grupo Anaya e outras empresas líderes mundiais, apresentaram informações aos editores sobre como construir negócios sustentáveis no século 21. Houve também discussões sobre novos modelos de negócios, a evolução da distribuição do digital e como incentivar jovens leitores. O objetivo é mostrar aos editores como o mercado pode se adaptar de forma eficiente na era da internet. O Congresso segue até quinta-feira, 26 de março.

Mais informações: http://ipa2014bangkok.com.

CBL

Biblioteca virtual E-volution ganha novo layout


Biblioteca virtual da Elsevier tem mais de 600 obras

A biblioteca digital e-volution, da Elsevier, ganha novo layout, funcionalidades e recursos. Com mais de 600 títulos no seu acervo, composto por obras acadêmicas e profissionais, a nova plataforma ganha versões mobile feitas para Android e iOS, que permite o acesso off-line aos e-books via smartphones e tablets. Além disso, os usuários passam a ter a possibilidade de fazer anotações e marcações no texto e os livros passam a ser enriquecidos com conteúdos multimídia [vídeos, animações, banco de imagens, testes online, casos clínicos, etc].

PublishNews | 12/03/2015

Editora investe na digitalização de seu catálogo da área médica


Pelo menos 200 obras da Elsevier já estão disponíveis em formato digital

A editora Elsevier está ampliando o seu catálogo de e-books das áreas médica e veterinária. Dos mais de 880 títulos em formato digital à venda nos parceiros online, 219 já estão disponíveis em formato digital. Dentre as obras disponíveis em formato digital estão os clássicos Guyton e Hall, Gray’s Anatomia, Cecil Medicina, e Netter Atlas de Anatomia.

PublishNews | 03/03/2015

Universidade do MT testa biblioteca virtual de saúde


A Universidade do Estado de Mato Grosso [Unemat] oferece aos alunos e professores dos cursos da Faculdade de Ciências da Saúde o acesso ao E-volution desde o último dia 6 em caráter de teste, que terá duração de 45 dias.

Esta é a única biblioteca virtual com conteúdo multimídia disponível no Brasil nas áreas da saúde e inteiramente em português.

São centenas de livros disponíveis e as mais recentes edições dos livros adotados como referência no Brasil e em todo o mundo, como Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Básica, Netter Atlas de Anatomia Humana, Rang & Dale Farmacologia, entre outros.

Com esta nova opção de acesso ao conhecimento, a Unemat permite que sua comunidade acadêmica utilize um novo recurso para o aprendizado inteiramente online e de forma moderna e interativa.

A Universidade, através do E-volution, permite que todos os estudantes acessem os livros da Editora Elsevier, ao mesmo tempo e sempre que desejarem.

Assim a Unemat disponibiliza aos acadêmicos da Faculdade de Ciências da Saúde a possibilidade de aprender, estudar e se preparar melhor para suas carreiras ao acessar centenas de e-books em qualquer lugar que tenham acesso à internet, como na sala de aula, em casa ou no transporte.

De acordo com diretora-executiva da Editora Elsevier, Lutiani Guimarães, “o usuário pode fazer suas próprias anotações nas páginas, marcar os textos com adesivos virtuais nas páginas que são mais importantes para seu estudo e consultar tudo isto rapidamente na hora em que precisar. Basta fazer a busca e localizar rapidamente”, explica a diretora.

Todas as anotações, marcadores de páginas ou de texto serão vistos apenas pelo usuário que os fizer. Vídeos, animações, bancos de imagens, testes online com perguntas e respostas e muitos outros recursos ajudam a compreender mais rápido e fixar melhor o que está estudando”, disse Lutiani.

Para acessar, basta entrar no site http://www.evolution.com.br em qualquer computador institucional da Unemat; clicar em ‘Cadastre-se’, preencher o cadastro e clicar em ‘Enviar’.

Para usar o E-volution, após o registro, basta entrar no site em qualquer computador, preencher usuário e senha cadastrados e clicar em Login.

Midia News | 21/10/2014 | DA UNEMAT

Editora investe pesado no livro digital


Editora investe no livro digital e só no mês de abril comercializou seis mil exemplares

A Elsevier começou a investir pesado em digital de um ano para cá e já comemora os resultados. Em abril, de acordo com a própria editora, foram comercializados mais de seis mil e-books, o que representa aumento de 736% no volume de vendas se comparado com o mesmo período de 2013. Esses números refletem o investimento que a Elsevier está fazendo no digital, nos últimos anos. Em 2012, a produção de e-books da representava 0,54% do faturamento da empresa e em 2014 esse número saltou para de 8,6%. O campeão de vendas da casa é Complacência, de Fabio Giambiagi e Alexandre Schwartsman.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 10/06/2014

O Iba completa dois anos no mercado


Para marcar a data, plataforma coloca mais de 100 obras em promoção

iba, plataforma brasileira de venda, distribuição e consumo de conteúdo digital, completa dois anos de lançamento em março e, para comemorar, oferece aos leitores descontos que alcançam até 88% em mais de 100 publicações, entre e-books e revistas. “Para conseguirmos oferecer os descontos agressivos, fechamos parcerias com as principais editoras do país, como Ediouro, Arqueiro, Record, Elsevier, Planeta, Novo Conceito, Companhia das Letras, Universo dos Livros, Cosac Naify e Rocco”, afirma Michelle Ramos, gerente de marketing do iba. A promoção vale só até hoje.

PublishNews | 12/03/2014

Livro digital: revolução ou evolução?


Por Maria Fernanda Rodrigues | Publicado originalmente em PublishNews | 14/04/2011

CEOs falaram sobre o presente e o futuro do mercado em Londres

O que está acontecendo neste momento com a indústria do livro é uma evolução, com editores se adaptando às mudanças naturais, ou é uma revolução, que acontece quando você é tirado repentinamente do poder? Para responder a essa pergunta e analisar o presente e o futuro da edição, a Feira do Livro de Londres convidou os CEOs da Penguin, Elsevier, China Education Publishing and Media Group e HarperCollins. As respostas foram divididas, mas todos concordaram que se o mercado editorial não acordar vai acabar perdendo espaço para outras indústrias.

Todas as empresas de TI estão tentando entender a relação entre conteúdo e veículo. Temos que ser indispensáveis para o processo para não sermos aniquilados”, disse John Makinson, chairman and CEO do grupo Penguin. Para ele, não se trata de uma evolução e essa mudança na forma de trabalho é vista em cada um dos espaços da edição. “O trabalho do editor está mudando. Temos que apender outras habilidades para continuarmos fazendo o nosso trabalho. E temos, sobretudo, que saber o que os clientes querem e o quanto eles estão dispostos a pagar, coisa com a qual nunca nos preocupamos”, comentou Makinson.

Ele disse também que é hora de tentar entender se os leitores vão continuar lendo com a mesma voracidade, se o consumidor digital vai querer ter a posse do livro e se – quando – as livrarias vão entrar em colapso. Por fim, deixou um aviso: “Quanto mais conteúdo estiver disponível, mais vamos vender. Isso se ouvirmos os consumidores”.

Li Pengyi, presidente da China Education Publishnig and Media Group, acredita que o momento está mais para evolução do que para revolução e que apesar de existirem mais de 400 e-readers diferentes na China, o mercado, em queda, ainda é reticente. “O mercado editorial chinês está caindo por causa da internet e de outras formas de diversão”, comentou. Quando à passagem para a era digital, quem está liderando o movimento são empresas de TI e de entretenimento. “A tecnologia digital permitiu que muitas outras empresas de tecnologia entrassem na indústria do livro. Elas se beneficiam de seu conhecimento tecnológico. Na China, tem empresa de jogo que já é editora“, disse.

Quanto aos editores, acredita que eles terão de aprender a coletar e processar conteúdo e desenvolver novos negócios. “Se não fizermos isso alguém vai fazer”. Mas ele ainda acredita na superioridade do mercado editorial: “o Google pode ser comparado a uma biblioteca. Já as editoras são experientes bibliotecários“.

O CEO da Elsevier e presidente da International Publishers Association [IPA], Y.S. Chi, falou sobre o momento a partir da perspectiva de quem está no segmento de CTP, que segundo ele está mais avançado do que os outros nessa questão digital. O que ainda falta para o CTP fechar o ciclo é analisar como o conteúdo pode ser melhor aproveitado e que tipo de serviço ainda podem oferecer aos seus consumidores. Pra ele, trata-se de uma evolução do mercado e brincou: “Todos preferimos que seja revolução porque é mais sexy. Pensem que é uma revolução, mas ajam como se fosse uma evolução”. Ele, no entanto, tem medo de ser substituído por alguém mais experiente em tecnologia e que vai se adaptar ao “mundo das palavras escritas”.

Quanto mais perto você chega dos consumidores, então é uma revolução. Há muitos impactos nos nossos negócios quando você pensa na mudança de consumo”, comentou Brian Murray, presidente e CEO da HarperCollins. Para aproveitar esse momento, o diretor pensa que é hora de levar pessoas com características diferentes para o dia a dia das editoras. “Esta é uma grande oportunidade para reinventar o negócio, procurar novos formatos e novas plataformas de leitura, sejam elas telas de 2 ou 10 polegadas. É a oportunidade de sermos mais criativos”. Murray se disse impressionado com a velocidade que os leitores aceitaram esse novo jeito de ler. De acordo com ele, há um ano existiam 15 milhões de e-readers no mundo. Hoje, são 40 milhões. “Isso me parece muito revolucionário e participar desta fase da história é incrível”.

Por Maria Fernanda Rodrigues | Publicado originalmente em PublishNews | 14/04/2011

E-books da Elsevier: para ler ou ouvir


Quem comprar um e-book da holandesa Elsevier vai poder escolher entre ler o livro ou ouvi-lo. Isso, nos títulos no formato ePub. A iniciativa facilita o acesso de pessoas com deficiência visual, dislexia ou dificuldade motora aos conteúdos.

A Elsevier e a indústria do livro estão trabalhando duro para tornar suas publicações mais acessíveis. Ainda há muito o que fazer em parceria com pesquisadores, desenvolvedores de software e produtores de devices. Por exemplo, há muitos desafios relacionados à acessibilidade de livros didáticos ilustrados, fórmulas matemáticas e banco de dados especializado e interativo”, disse Alicia Wise, diretora da Elsevier, em comunicado da empresa.

PublishNews | 09/12/2010