LANÇAMENTO: “Senzala de Pedra”


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Pirataria na mira: editoras descobrem novo site com livros


Marcio Fernandes/Estadão

Marcio Fernandes/Estadão

Às vésperas do segundo aniversário [pelo que dizem na apresentação], só agora o site Le Livros começa a ser descoberto por editoras brasileiras. Ali, podem ser lidos ou baixados [epub, mobi e pdf] mais de 3 mil livros em português, incluindo os lançamentos O Irmão Alemão, de Chico Buarque; Eternidade Por Um Fio, de Ken Follett; e O Capital no Século 21, de Thomas Piketty. Sem pagar nada. É o site mais profissional já criado em português para esse fim polêmico – a discussão pirataria X acesso à cultura é antiga. Há dois meses, a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos recebeu a primeira denúncia de um autor. Uma ou outra editora também reclamou. A Record, por exemplo, só tomou conhecimento na quinta, pelo Estado. O passo agora é descobrir os responsáveis e tomar providencias jurídicas – para a tristeza dos mais de 400 mil seguidores no Facebook [muitos dos quais profissionais do mercado editorial e escritores].

Por Maria Fernanda Rodrigues | Publicado originalmente em O Estado de S. Paulo | 28 novembro 2014 | 21:18

Mais de 3 mil já acessaram biblioteca virtual da Fundação Dorina


No ar desde julho, a Dorinateca já computou mais de 1.200 downloads de conteúdos acessíveis a cegos e pessoas de baixa visão

Fundação Dorina NowillA Fundação Dorina Nowill para Cegos comemora o resultado alcançado pela sua biblioteca virtual, a Dorinateca. Desde que a plataforma foi lançada, em julho passado, mais de 3.400 pessoas conheceram a proposta e mais de 1.200 downloads foram feitos. No site, as pessoas com deficiência visual podem baixar mais de 4 mil títulos do acervo da instituição e as pessoas sem deficiência podem fazer downloads de títulos de domínio público. Os formatos acessíveis e que estão à disposição, gratuitamente, estão em arquivo para impressão em braille, digital acessível Daisy e em áudio.

PublishNews | 18/11/2015

Brasileiro não lê eBook?


Já ouvi essa pergunta um milhão de vezes. Dentro da faculdade, dentro das empresas e vinda de amigos que investem no digital. E já ouvi meia dúzia de respostas, umas muito boas, outras nem tanto, mas com certeza me ajudaram a formar minha perspectiva. Esses são meus dois trocados para a discussão:

Acho que, mais que consumir o conteúdo, nós consumimos o objeto livro [ou mensagem e meio, se você estiver com saudade de McLuhan]. Para o leitor brasileiro, tão importante quanto ler um livro é ter um livro. Gostamos de exibir nossos volumes e de orelhar os dos outros no transporte público, mostrar como marcamos as páginas [ou como somos capazes de manter o livro como novo], acumular dezenas de não lidos, pensar em como eles ficarão na casa. Esse último ponto é especialmente sensível para mim: sempre tenho calafrios quando reparo que estou numa casa que não tem qualquer livro visível. Mas precisamos convir que isso é uma bobagem imensa e que não faz qualquer sentido.

É possível que esse fetiche pelo livro em exibição seja um reflexo do período imenso em que letramento foi um luxo em nosso país, e o gosto pelas letras considerado um inegável traço de inteligência e sensibilidade superiores. Não é de se admirar que em novelas de época os poderosos cultos sempre tenham uma biblioteca particular em casa, cheia de volumes encadernados em capa dura. O que me faz pensar que talvez em nosso país seja tão difícil dissociar o conteúdo do livro de sua forma pelo fato de que dois meios de consumo mais comuns [mesmo que não estejam em destaque agora] em outros países nunca tenham se popularizado muito por aqui: as bibliotecas públicas e os paperbacks, aqueles livros super econômicos feitos com papel jornal.

Geralmente o hábito de usar bibliotecas para encontrar leituras fica restrito ao período escolar e acadêmico. Não lembro qual foi a última vez que ouvi um adulto comentar que pegou um livro por livre e espontânea vontade na biblioteca pública e precisa devolvê-lo. Confesso que não sei o que é: será que as bibliotecas são ambientes tão inóspitos que criamos resistência a elas? Será que suas localizações são tão ruins que é mais fácil encomendar pela internet? Ou será que não gostamos de ler um livro e devolvê-lo depois? Não duvido que seja uma soma esquisita dos três, mas manter o volume em casa é uma forma de deixar evidente que aquele conteúdo faz parte de você. Que você não só é letrado, mas se distingue porque aquelas obras expostas na prateleira foram consumidas por você [nem sempre, mas dá um desconto porque você entendeu o argumento]. Para o leitor brasileiro, manter uma biblioteca particular é muito interessante porque agrega status.

E os paperbacks? Não dá para comparar nada que temos no nosso mercado com eles, porque até nossos livros de bolso são lindos e buscam certo padrão de qualidade. Isso retorna a questão do armazenamento: no Brasil, não se produz/adquire um livro impresso pensando que as folhas podem amarelar rápido e que a capa não precisa ser lá tão resistente. Livros são feitos para serem guardados. Se possível, herdados. Não é incomum ouvir um “morro de ciúmes dos meus livros!”, ou ver caretas de reprovação ao se sugerir um livro impresso em papel jornal [tanto no lado dos editores quanto no dos leitores]. Na verdade, nem é preciso procurar muito para ver leitores revoltados com o uso de papel off-set, como se apenas o off-white fosse um sinal de qualidade gráfica. Na cultura letrada brasileira, não parece fazer sentido um livro que não vá durar na estante.

Assim, como podemos esperar que esse mesmo leitor abra mão da materialidade do seu livro e adquira um e-book? É claro, isso é uma generalização em muitos sentidos: há leitores vorazes que compram tanto impressos quanto eletrônicos, há cidades inteiras que só têm acesso a livros em bibliotecas, há leitores abnegados que leem e passam adiante, e há pessoas que não dão a mínima para a leitura, independente da plataforma. Mas sou levada a acreditar pela observação que é mais ou menos assim que se comporta o leitor médio [aquele que fica na média de leitura anual do brasileiro, uns 3 ou 4 livros por ano].

Mas há um bom exemplo de quando a dissociação do conteúdo e do objeto acontece: com o gênero erótico. Há quem teorize que o e-book vende mais porque as mulheres têm vergonha de serem vistas com esse tipo de livro. Honestamente, com a quantidade de Cinquenta tons e similares que andei vendo no transporte público nos últimos anos, acho essa teoria meio furada. Parece que a questão está mais próxima do fato dessa ser uma obra na qual se busca apenas o conteúdo, o objeto é irrelevante. Ninguém compra um livro desses esperando que uma visita, batendo o olho na estante da sua casa, declare: “Nossa, também amo esse livro! Me identifiquei tanto com a cena do absorvente…” Além de um comentário muito esquisito, fica claro que o livro erótico é consumido, por vezes discutido, e no geral “deixado de lado”, afinal, já cumpriu seu papel por ter sido lido. Ironicamente, não há muito fetiche pelo objeto/livro erótico.

[Fugindo um pouco do assunto: SIM, querido leitor de “literatura de verdade”, você tem o que aprender com o leitor de livros eróticos! Aquele monte de livros pegando poeira na sua prateleira e que nunca mais serão lidos são um imenso desperdício de dinheiro e espaço. Bote os benditos para circular e procure uma biblioteca ou um e-book da próxima vez que você quiser ler algo “só de curiosidade”.]

Uma ressalva: estou excluindo o clássico argumento “porque e-book é caro!” pelo simples fato de que esse é o mesmo motivo apresentado por muitas pessoas que não leem nem o impresso. No entanto, sabemos que “caro” é uma questão de perspectiva. Eu, por exemplo, acho que qualquer R$50 é muito caro para um salto alto de bico fino que vai destruir meu pé, embora entenda que essa quantia dificilmente cobre os custos de um produto de qualidade. É muito mais vinculado ao valor que agregamos ao produto.

Enfim, acredito que falta consciência sobre a questão da leitura. Não só precisamos aumentar o volume de leitura no nosso país, mas principalmente precisamos mudar a forma como essa atividade é encarada. Comprar um exemplar impresso não é a única forma de ler, nem uma biblioteca particular é um sinal de ilustração. O letramento é percebido e validado pela postura que o leitor adquire após ser impactado por um texto, e não por um conjunto de objetos.

* Explico: rolou uma social do pessoal que trabalha com livros eletrônicos em Niterói. A única foto da noite, cortesia da Camila Cabete, ilustra o post.

Mariana Calil

Mariana Calil

Por Mariana Calil | Publicado originalmente em Colofão | 18/11/2015

Mariana Calil é formada em Produção Editorial na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Passeou pela produção gráfica, fez uma breve visita ao comercial e hoje é assistente editorial. Vive a utopia de que dá para trazer para o mercado a teoria da faculdade e levar para a academia a prática do cotidiano.

Cidade de MT lança biblioteca digital


A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura e Turismo e Departamento de Cultura, realizaram na noite de quarta-feira [28], na Biblioteca Pública Municipal Evany Nery Varaschin, o lançamento do livro “Trova, Poesias e Cantigas” de autoria de Éder Jerônimo Fontana, o lançamento do Projeto da Biblioteca Digital “Árvore de Livros”, o lançamento da Gibiteca “Acervo Domingos Sávio” e a entrega dos certificados do curso “As Abordagens do Conto” promovido pelo Ponto de Cultura Ninho do Sol através do Teatro Ogan.

Estiveram presentes o Secretário de Cultura e Turismo, Vanderlei Cesár Guollo, a Secretária Municipal de Educação, Neusa Bernadete Costa, o Vereador Leandro Martins, o Diretor Geral do IFMT- Campus Campo Novo do Parecis Fábio, instrutor da Secretaria de Cultura e Turismo, Luís Bezerra, professores e diretores das escolas municipais e estaduais e comunidade em geral.

O Prefeito Mauro Valter Berft impossibilitado de estar presente na solenidade destacou a importância da data, e parabenizou a ação realizada pela secretaria, pois, o início das comemorações da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca é estabelecido dia 23 com término dia 29 de outubro, data esta, consagrada como Dia Nacional do Livro, pela Lei nº 5.191, de 18 de dezembro de 1966.

Com uma data que é sempre bem atual, o prefeito destacou ainda, que a escolha do Dia Nacional do Livro dá-se em razão da fundação da Real Biblioteca no Brasil, hoje Fundação Biblioteca Nacional, em 29 de outubro de 1810. O Dia do Bibliotecário é comemorado dia 12 de março em homenagem a data de nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre.

Para o Secretário de Cultura e Turismo, Vanderlei César Guolo, o momento é oportuno para lançamento de um livro, e o Éder, que em 2014 teve seu projeto de edição do livro: “Trova, Poesias e Cantigas”, aprovado por unanimidade, junto ao Conselho Municipal de Política Cultural, bem como o lançamento da biblioteca digital “Árvore de Livres”, foi bem oportuno.

O Secretário salienta que a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca é um momento de pensarmos o livro e a leitura no nosso município. A Biblioteca Pública Municipal “Evany Nery Varaschin” tem cumprido com sua função de divulgar, estimular e incentivar a leitura e a preservação da memória escrita em nosso município.

Duas indicações da Câmara Municipal, pelo vereador Leandro Martins, à Secretaria de Cultura e Turismo, uma delas era de montar um biblioteca digital e essa indicação foi entendida e aceita. A Árvore de Livros uma biblioteca digital que oferece inicialmente cerca de mil títulos nas mais diversas áreas, gratuitamente. O leitor pode acessar de qualquer lugar, tablet, celular, notbook. O usuário cadastra uma senha para ter acesso a Árvore de Livros.

“Sabemos que nossa juventude está mais antenada nas tecnologias como celulares, e os livros nesse cenário acabam sendo esquecidos. A biblioteca digital vem com esse intuito de ampliar a possibilidade de leitura do usuário. O livro digital vem para suprir essa demanda. Na fila do mercado pode se fazer a leitura do livro enquanto aguarda ser atendido”, destacou.

Na oportunidade, o vereador Leandro Martins falou sobre a Gibiteca “Acervo Domingo Sávio”, que foi doado, a “gibiteca” por ser um instrumento fantástico para estímulo à leitura, por ser uma leitura fácil, agradável e de fácil acesso. Sabemos que o Gibi já foi um livro que sofreu certa censura e até mesmo proibido nas escolas, mas que hoje é ferramenta de estímulo a leitura” destacou o vereador.

O vereador Leandro cedeu 500 gibis, que recebe o nome do “Acervo Domingos Sávio”, professor que os cedeu.  O acervo já se encontra disponível na Biblioteca Pública Municipal e a Secretaria de Cultura e Turismo, através do Departamento de Cultura e Biblioteca Pública Municipal fez a assinatura de mais gibis [coletâneas] que irão ser disponibilizados também à comunidade em geral.

O Secretário Vanderlei destacou ainda que a Gibiteca será móvel e acompanhará os mais diversos eventos do município, como exemplo o Sarau na Praça, o Exporock, em que o gibi também faz parte dessa cultura , Mutirões da Cidadania, Festival do Folclore. A proposta é que os gibis saiam também das prateleiras da Biblioteca Pública e circule outros espaços da cidade.

– Exemplares do livro “Trova, Poesias e Cantigas”, de Éder Jerônimo, foram entregues a todas as escolas de Campo Novo.

Duas oficinas as abordagens do conto, devolvendo a comunidade os investimentos na área do Teatro. Foram 45 professores, principalmente da área de Educação Infantil, que estão capacitadas para trabalharem a contação de histórias na sala de aula. Uma ferramenta muito importante para que o aluno adquira o hábito da leitura. As oficinas resultaram apresentações de contação de histórias durante a Semana Nacional do Livro Infantil e a segunda oficina resultou em apresentações na Escola Municipal Infantil Armando Jacinto Brólio.

Campo Novo do Parecis e o talentos na Literatura

O Secretário Vanderlei destacou ainda que o município está devedor em relação à literatura, mas que já há alguns livros já lançados, como “Revivendo Campo Novo”, “Cio da Criação” e “Antologia Poética”, lançado na noite de terça-feira [27], na Escola Estadual  Padre Arlindo, fruto do Recital de Poesias realizado pela própria Escola.

Éder Jerônimo Fontana, brasileiro, casado, radialista profissional atuando há 17 anos na área da comunicação. O livro “Trova, Poesias e Cantigas”, começou a ser escrito a cerca de dois anos, 2013, e recebeu o apoio de Manoel França Leal, músico e compositor.

A obra fala da cultura gaucha e do povo do Rio Grande do Sul, suas tradições. “Confesso que escrever livros é como aprender a caminhar, depois do primeiro passo sempre queremos seguir em frente. Meu primeiro livro foi lançado no ano de 2000, na minha adolescência, e se chamava Mulher Essência da Poesia, de poesias românticas e foi lançando no Estado de Santa Catarina”, diz.

O jovem escritor conta que a fonte de inspiração é o pai, que é declamador de poesias e  trovador. Éder diz que cresceu escutando-o declamar nas rodas de amigos, em família e também profissionalmente, e que a vontade de escrever poesias aumentou com o passar do tempo. Hoje, seu sonho é de poder  ver o pai, de 76 anos,  residente no Rio Grande do Sul  declamando uma poesia sua.

Seu próximo projeto já está em andamento. Éder prepara um livro de poemas infantis, e diz que fará uma parceria com as escolas do município para criação das ilustrações. “Em Campo Novo do Parecis há muita gente escrevendo e sugiro que essas pessoas procurem os órgãos competentes, a própria Secretaria de Cultura e Turismo, para receber orientações e auxílios para verificar a possibilidade de viabilizar e concretizar a obra pretendida”, orienta o escritor.

O Livro “Trova, Poesias e Cantigas” tem 80 páginas, texto de Éder Jeronimo Fontana e Manoel França Leal, Foto de Capa de Photographer Luciano L. Steffler, Diagramação de Arte de Capa de Gean Michel Lourenço Costa. Gráfica Diário da Serra, Tangará da Serra, 2015. O livro pode ser adquirido pelo valor de R$20,00 com o próprio escritor.

http://www.camponovodoparecis.mt.gov.br | 10/11/2015

Biblioteca Britânica disponibiliza 1 milhão de imagens para download


Está precisando de uma referência vintage para algum trabalho ou pegar algum elemento para sua ilustração? Então é só checar o Flickr da Biblioteca Britânica, que disponibilizou mais de um milhão de imagens para download. As imagens que foram divulgadas são de livros do acervo próprio da biblioteca e conta com ilustrações dos últimos três séculos, que estão divididas em seções como: capa de livro, quadrinho, ilustração, tipografia, livro infantil etc. Para conferir o acervo completo, clique aqui!

Glamurama | 03/11/2015

eBook sob pressão


Pelo segundo ano consecutivo, O Fiel Carteiro vai produzir livro digital da versão brasileira do Hell´s Kitchen

Começou, no último sábado [31], a terceira temporada do programa Hell´s Kitchen – Cozinha sob Pressão. Exibido pelo SBT e apresentado por Carlos Bertolazzi, o reality show vai ganhar, a cada episódio, um e-book, que poderá ser baixado pelos telespectadores. Ao todo, serão 14 títulos que trazem as receitas apresentadas em cada um dos capítulos. Pela segunda vez, o projeto é resultado da parceria do SBT com a e-editora O Fiel Carteiro. Nesse ano, no entanto, uma novidade: os e-books poderão ser baixados gratuitamente. Para André Palme, gestor executivo da editora “a continuidade desta parceria mostra o sucesso da iniciativa. Nesta nova temporada, ainda mais receitas e o conteúdo totalmente grátis tem por objetivo popularizar a leitura digital e levar ainda mais conteúdo para os fãs do programa. Contar com a parceria do SBT e o apoio de patrocinadores como a Friboi reforça a importância e inovação deste projeto transmedia”. Ao fim de cada episódio, o e-book fica disponível para download nas principais e-bookstores. O reality show vai ao ar sempre aos sábados, às 21h. No primeiro final de semana da atração, O Fiel Carteiro contabilizou mais de 700 downloads.

POR LEONARDO NETO | PUBLISHNEWS | 03/11/2015

eBook revela os novos talentos da literatura brasileira


Editora lança, em e-book, coletânea de novos autores descobertos por Adriana Lisboa em oficinas de criação literária

A escritora Adriana Lisboa realizou, via internet, uma série de oficinas de criação literária. Nesse período, observou e coletou uma série de textos que considerou bons. Agora, o resultado dessa “pesquisa de campo” na busca de novos talentos da literatura nacional está reunido no e-book 14 – novos autores brasileiros [R$ 12] que a Mombak Editora acaba de lançar. O e-book traz produções diversas desses novos talentos, como contos, mini-contos, poemas ou gravuras. Os 14 autores são: Alê Motta, Anna Monteiro, Fabiana Camargo, Ione Mattos, João Paulo Hergesel, José Roldão, José Ricardo Filho, Juliana Leite, Juliana Lessa, Luis Mangi, Márcia Hurtado, Mônica Mendes, Samuel Pinheiro e Thaïs Lips Guerreiro. O está livro pode ser comprado pelas principais e-book stores: Amazon, Apple e Kobo.

PublishNews | 22/10/2015

Biblioteca digital gratuita dá acesso a milhões de textos


Os estudantes e professores agora possuem acesso gratuito a milhões de publicações dos melhores centros de pesquisa do mundo.

Quem é estudante universitário ou inclusive do ensino médio sabe das constantes cobranças dos trabalhos e pesquisas pedidos pelos professores.

Quando chega o fim do curso, o famoso TCC [Trabalho de Conclusão de Curso] vira, muitas vezes, uma dor de cabeça.

Para auxiliar os estudantes, o Portal Bolsas de Estudo lançou uma ferramenta que permite acesso gratuito e em texto completo a bibliotecas digitais de mais de 5 mil instituições pelo mundo. A Biblioteca Digital Unificada, disponível no http://biblioteca.portalbolsasdeestudo.com.br, permite a busca de artigos, trabalhos, teses e dissertações de várias universidades em um só lugar da internet.

Isto é possível graças à entrada do Portal no consórcio acadêmico Open Archives Initiative, que permite o compartilhamento e unificação das publicações de todas as universidades participantes.

No acervo da Biblioteca Digital Unificada estão integrados os acervos digitais completos de universidades brasileiras como a USP, UNICAMP, UNESP, UNB, UFRJ, UFRGS, UFSC, Fundação Getúlio Vargas, entre outras. Repositórios institucionais da área de saúde, como o da FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde e UNASUS Universidade Aberta do SUS, também estão disponíveis para os usuários.

Na área legislativa destaca-se a integração com a Biblioteca Digital do Senado Federal e da Câmara dos Deputados. Na área jurídica, a Biblioteca unificada integra o acervo digital do Supremo Tribunal de Justiça, o BDJUR. Ainda, o maior repositório digital latino-americano, o SCIELO – Scientific Electronic Library Online, fica atualizado e disponibilizado integralmente na Biblioteca Unificada.

Das bibliotecas internacionais, destaca-se a integração dos acervos das universidades de Harvard, Oxford, Yale, Massachusetts Institute of Technology, entre outras. Com a biblioteca, os estudantes possuem ainda acesso ao PubMed, o maior e mais importante repositório internacional da área de saúde, com milhões de publicações da área médica, clínica e farmacológica.

Grandes acervos da cultura mundial, como o acervo digital da Biblioteca Nacional da França, da Biblioteca Nacional da Espanha e da Biblioteca do Congresso Americano, estão também integrados e disponíveis no site.

Com este serviço gratuito aos estudantes e professores, o Portal Bolsas de Estudos dá mais um passo na sua missão de facilitar o acesso ao ensino a toda a população e alcança um destaque cada vez maior na comunidade educacional do Brasil e exterior, consolidando o que já é a sua tradição de qualidade e excelência.

Acesse, divulgue e utilize a nova Biblioteca Digital Unificada.

Portal Bolsas de Estudo | 16/10/2015

Portugal vê versão em chinês da Biblioteca Digital sobre Macau


Lisboa | A UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, a Biblioteca Nacional de Portugal, a Fundação Macau e o Observatório da China organizam, nesta quarta-feira, dia 14, um encontro com jornalistas para apresentação da versão em chinês da Biblioteca Digital sobre Macau – China.

O evento terá lugar pelas 17 horas [hora de Lisboa], na Biblioteca Nacional de Portugal, no Campo Grande, na capital portuguesa.

Trata-se de um projeto do Observatório da China com o apoio das referidas instituições.

Na mesa estarão a presidente da Biblioteca Nacional de Portugal, Inês Cordeiro, o secretário-geral da UCCLA, Vitor Ramalho, o presidente da Fundação Macau, Wu Zhiliang, e o presidente do Observatório da China, Rui Lourido.

A Biblioteca Digital sobre Macau pretende divulgar de forma clara, simples e gratuita, mas rigorosa e científica, as descrições portuguesas [numa primeira fase] fundamentais para a História de Macau e do seu papel no Mundo, que foi pioneiro no relacionamento entre o Ocidente e a China.

“Será um instrumento pedagógico ao serviço da comunidade académica e população interessada. Permitirá o acesso direto, internacional e imediato a fontes históricas até agora só acessíveis nos arquivos portugueses ou em edições de difícil acesso”, lê-se no comunicado divulgado pela UCCLA.

A documentação histórica e respetivo conteúdo estará acessível através de quatro diferentes formas de consulta: pelo Nome dos autores das obras, pelo Título da obra, pela Data de edição da obra e, ainda, pelo campo das Novidades, ou seja, as últimas a darem entrada no portal na internet.

Publicado originalmente em Portugal Digital | 14/10/2015

13 bibliotecas digitais gratuitas


Quer consultar um livro ou documento sem precisar ir a uma biblioteca? Veja as principais bibliotecas digitais e tenha acesso gratuito

Photo Font | Shutterstock

Photo Font | Shutterstock

Para pessoas que desejam fazer trabalhos acadêmicos com fontes seguras, o melhor lugar para encontrar essas informações é nas bibliotecas. Porém, nem sempre ir a uma biblioteca é uma tarefa simples. Por isso, confira uma lista com as principais bibliotecas digitais e consulte gratuitamente seu acervo sem sair de casa:

1 – Domínio Público

Quer ler Machado de Assis, ou conhecer mais sobre as obras do romantismo? O site oficial do Domínio Público do governo conta com milhares de obras, vídeos, textos e sons totalmente gratuitos para download. Todas as obras já estão no domínio público, ou seja, você só encontrará criações de pessoas que morreram há 70 anos.

2 – Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

O site da biblioteca da Universidade de São Paulo [USP] contem livros, revistas, documentos, e outros tipos de arquivos livres para o download gratuito.

3 – Biblioteca Digital Paulo Freire

Voltada principalmente para a área de filosofia e pedagogia, a Biblioteca Digital Paulo Freire disponibiliza para download gratuito das obras do pedagogo e filósofo Paulo Freire.

4 – Biblioteca Nacional Digital Brasil

Com mais de 700 mil arquivos, a Biblioteca Nacional Digital Brasil conta artigos, trabalhos acadêmicos, livros, obras de arte, gravuras, fotografias e outros documentos para download grátis.

5 – Biblioteca Mundial Digital

Com objetivo de reunir documentos oficiais sobre a cultura de diversos países do mundo, a Biblioteca Mundial Digital disponibiliza gratuitamente fotos e arquivos para consulta.

6 – Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações [BDTD]

Coordenada pelo Ibict, a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações [BDTD] reúne centenas de teses e dissertações de universidades de todo o País. É uma ferramenta útil para quem está fazendo a sua monografia e precisa de fontes acadêmicas.

7 – Biblioteca Digital do Supremo Tribunal Federal

Para os estudantes e profissional da área de Direito, a Biblioteca Digital do Supremo Tribunal Federal é uma ótima fonte de pesquisa para documentos, livros, artigos e outros arquivos de interesse para a área.

8 – Biblioteca Digital da Unicamp

A Biblioteca Digital da Unicamp conta em seu acervo com dissertações, teses, pesquisas em andamento, revistas eletrônicas, etc., todos feitos pelos professores, pesquisadores e alunos da instituição.

9 – Biblioteca Digital da UNESP

Com um grande acervo de obras de artes, gravuras e desenhos, além de trabalhos acadêmicos, a Biblioteca Digital da UNESP contem os arquivos necessários para estudantes que precisam consultar fontes seguras.

10 – Biblioteca Digital do Museu Nacional

O site da Biblioteca do Museu Nacional tem como objetivo disponibilizar o acervo de obras raras nas áreas de ciências naturais e antropologia.

11 – Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ

Para estudiosos ou interessados na área de música, a Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ é uma ótima opção para consultar documentos da área. O acervo conta com obras raras dos séculos XVI a XVIII, além de partituras, manuscritos e periódicos para download gratuito.

12 – Biblioteca Digital e Sonora

Com acesso gratuito, mas exclusivo para pessoas com deficiência visual, aBiblioteca Digital e Sonora reúne diversos materiais no formato digital para facilitar o acesso dessas pessoas aos conteúdos.

13 – Project Gutenberg

O Project Gutenberg reúne livros e documentos que estejam no domínio público de todo o mundo. Lá, é possível encontrar as obras originais de grandes nomes da literatura mundial.

Publicado originalmente em Universia Brasil | 06/10/2015

Depois de videoarte, ‘gifs’ viram livro disponível na internet


‘A casa assombrada de Zac’ foi criada pelo escritor e performer americano Dennis Cooper

O escritor e performer americano Dennis Cooper | Photo: Divulgação

O escritor e performer americano Dennis Cooper | Photo: Divulgação

RIO | Que os gifs já adquiriram estado de arte é fato inconteste. Cada vez mais artistas visuais, músicos e até fotógrafos de moda absorvem a linguagem digital em seus trabalhos, com resultados surpreendentes. Mas o que o escritor, editor e performer americano Dennis Cooper [sem livros traduzidos no Brasil] fez agora é algo inédito: ele lançou, há alguns meses, o primeiro livro totalmente feito com o formato. Intitulado “Zac’s haunted house” [“A casa assombrada de Zac”, em tradução livre], é um romance de suspense, como o próprio nome sugere — e como os 15 capítulos de trama cheia de reviravoltas sustentam. A obra está disponível no site http://www.kiddiepunk.com/zacshauntedhouse. A ideia faz sucesso, e desde o lançamento, já foram mais de 40 mil downloads. Da França, onde vive atualmente, Dennis Cooper conversou com O GLOBO.

Como você teve a ideia de fazer um romance apenas com gifs?

Eu tenho um blog que alimento diariamente, no endereço http://www.denniscooper-theweaklings.blogspot.com.br. Ele inclui todo tipo de post e tem muitas imagens. Por algum tempo, fui separando o material por temas que se relacionavam. E comecei a incluir gifs animados entre um e outro. Quando fiz isso, comecei a perceber como os gifs se relacionavam de maneira interessante entre si, e separei-os por temas, por ritmo, pela cor ou pelo design. Aos poucos, os agrupamentos foram ficando complexos e ainda mais interessantes. E fui percebendo que já estava tentando fazer ficção com eles, usando os mesmos métodos da minha própria ficção. Era possível “escrever” ficção usando gifsanimados em vez de apenas a linguagem escrita. Então decidi tentar escrever um romance feito de gifs.

Como você pesquisa gifs na internet?

Às vezes eu já tenho uma história que quero ilustrar, e procuro gifs que possam dar conta disso. Outras vezes, encontro gifs que realmente me interessam por buscas aleatórias, temáticas, seja no Google, no Giphy, no Tumblr ou em outros sites que têm um monte deles.

Como o livro foi recebido?

“Zac’s haunted house” já foi baixado 40 mil vezes. Ele foi indicado para prêmios literários e foi selecionado para aparecer em festivais de cinema. Eu não pensei em inventar um novo formato, mas de fato é um novo formato, e as pessoas parecem animadas com o fato de o livro ser algo fresco, o primeiro deste tipo.

Você já disse que gifs são como um “deslize para o olho”. Que novas possibilidades você encontra nessa narrativa? E quais são suas limitações?

O que mais me anima ao fazer ficção com gifs animados é que as demandas naturais de uma ficção escrita — história, personagens e enredo imperiosos — não são necessárias ou talvez até mesmo possíveis de se fazer com gifs. Eu sempre experimentei muito em meus romances, e eu sempre fui mais interessado no que eles fazem formalmente, estruturalmente e estilisticamente do que nas histórias, personagens e enredos. Trabalhar com gifs me permite colocar essas convenções mais sob a superfície. Escrever ficção com gifs é muito libertador para mim. Ao mesmo tempo, há grandes limitações. Pelo menos quando você usa gifs por acaso, como eu faço. Por exemplo, gifs são quase sempre uma pequena comédia, e às vezes eu tenho que disfarçá-la, tentar escondê-la. Gifs são mais abertos do que a linguagem escrita, mas ao mesmo tempo são muito inflexíveis.

Que outras linguagens você gostaria de experimentar em uma narrativa?

Não sei, estou tão imerso no trabalho em gifs agora… Um romance com emoticons, por exemplo, é uma ideia engraçada e encantadora, mas eu acho que a leitura seria muito difícil e chata.

Qual é o futuro do romance?

Eu não faço ideia. Acredito que o romance é uma forma enorme, e que existem muitas, muitas, mas muitas maneiras de se fazer romances que ninguém tenha tentado antes ou tenha conseguido realizar ainda.

LEIA A CRÍTICA DO LIVRO [POR CARLOS ALBERTO TEIXEIRA]:

“Não vi qualquer mensagem no livro. É uma coleção de gif’s noir mal organizada, sem enredo, sem pé nem cabeça. Alguns gif’s são interessantes, mas nada de incrível. Trechos de vídeos e filmes convertidos para gif, só isso. É uma obra de arte, a partir do fato que gera uma emoção em quem a observa. Em mim gerou repulsa, asco e sensações desagradáveis. Meio underground, meio Deep Web. Pode entrar para a história como a primeira iniciativa do gênero. Mas não contribuiu em nada. Se tem alguma sacada mágica nesse “livro”, escapou-me. Não recomendaria a ninguém.”

Por Bolívar Torres | Publicado originalmente em O Globo | 25/09/2015, às 12:27 | Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

eBook “A Formação de Mediadores” grátis para download


Caro leitor,

É com enorme prazer que lançamos o livro  A formação de mediadores, Caderno Conversas ao Pé da Página I – 2011, dois anos depois do lançamento de Crianças e jovens no século XXI – leitores e leituras.

Dando continuidade à vocação de registrar e difundir os conteúdos produzidos em nosssos encontros, nós da Revista Emília e A Cor da Letra, com o apoio do Instituto C&A e da Editora Livros da Matriz, apresentamos em versão digital o resultado dos seminários Conversas ao Pé da Página I – 2011.

De acesso gratuito, este volume online resgata as origens dos seminários Conversas ao Pé da Página [realizados pelo Sesc SP], trazendo reflexões da mais alta importância para refletir sobre o papel dos mediadores de leitura. É uma referência imprescindível para todos os agentes e pensadores do mundo do livro e da leitura.

Boa Leitura!

Publicado originalmente na Revista Emília | Setembro/2015

Editora lança 40 livros em formato digital


Aleph, finalmente, digital

Orlando Prado, gerente comercial da Aleph, acredita que os e-books vão representar 8% do faturamento total da editora | © Divulgação

Orlando Prado, gerente comercial da Aleph, acredita que os e-books vão representar 8% do faturamento total da editora | © Divulgação

Em 1968, Arthur C. Clarke e Stanley Kubrick levaram para o cinema o que viria a ser, anos depois, um tablet. Em 1984, William Gibson criou o termo ciberespaço e imaginou um mundo todo interconectado pela internet. Mas foi só em 2015, que a Aleph, casa desses três autores no Brasil, decidiu comercializar livros digitais. A editora especializada em cultura pop e ficção científica começa, nesta quarta-feira [16], comercializar livros no formato digital. De cara, serão postos à venda 40 títulos entre os quais estão clássicos como 2001: uma odisseia no espaço [32,40], de Arthur C. Clarke; Eu, robô [R$ 23,90], de Isaac Asimov; Laranja Mecânica [R$ 21,60], de Anthony Burgess; O Planeta dos Macacos [R$ 21,60], de Pierre Boulle, e Jurassic Park [R$ 29,90], de Michael Crichton. O preço, segundo informou a editora, é 40% menor se comprado ao preço do livro em papel. O desconto é um pouco maior do que o praticado por outras casas. O cuidado da editora com o projeto gráfico e com o acabamento dos livros em papel explicam um pouco essa diferença.

Nosso público é muito consumidor de novas tecnologias. Por isso, estamos bastante empolgados com lançamento dos e-books da editora. De forma geral, os livros digitais não representam mais de 2% de participação nas vendas das editoras. Inicialmente, temos como objetivo que os e-books representem 8% do faturamento total da editora”, comenta o gerente comercial da Aleph, Orlando Prado.

Os livros, que são distribuídos pela Bookwire, estarão disponíveis nas principais lojas virtuais como a Amazon, Google Play, Livraria Cultura, e todas as obras estão disponíveis em formatos compatíveis com os principais e-readers.

Por Leonardo Neto | Publicado originalmente em PublishNews | 14/09/2015

O que você quer ser quando você crescer?


Por Eddie Procopio

Livros pop-up, com aqueles cenários que saltam das páginas, sempre foram encantadores. Peronio Pop-up Book, desenvolvido por um estúdio brazuza, fixado Florianópolis [SC], tenta levar a experiência física destes objetivos literários para dentro dos tablets e smartphones.

Peronio é um garoto ainda indeciso sobre o que quer ser quando crescer: não sabe se quer ser um dentista de dragões, “por causa dos seus enormes dentes pontudos“, ou um engenheiro de naves espaciais. E saí por aí, descobrindo o que fazer da vida. Mas é o leitor que, em Peronio Pop-up Book, interage com um universo onde as crianças estão tentando construir uma ideia da profissão que terão em sua fase adulta.

O restultado de Peronio Pop-up Book é um livro interativo [ou seria um jogo?] que impressiona pela experiência holográfica que combina tecnologias de Realidade Virtual e Aumentada e uso de óculos. Desde a primeira página o leitor descobre as aventuras de Peronio, que tenta decidir o que ele quer ser quando crescer e o segue em sua jornada de desafios emocionantes que inclui mini-contos jogáveis ao longo do caminho.

Segundo os desenvolvedores de Peronio Pop-up Book, a equipe de Renato Klieger Creations e a Ovni Studios, o segmento de livro-jogo para celular é um movimento ousado, onde a quantidade aplicativos disponíveis é ilimitada, mas “nenhuma oferece a notável experiência deste incrível pop-up book”.

Vale à pena conferir!

O eBook da discórdia


Editora que publicou ’50 Tons’ online deve pagar soma milionária a sócia

Primeiro livro da série '50 Tons' já foi adaptado para o cinema

Primeiro livro da série ’50 Tons’ já foi adaptado para o cinema

Uma americana que ajudou a publicar a série de livros 50 Tons mas ficou sem receber direitos autorais pode ter direito a ganhar milhões de dólares de indenização.

A Justiça dos Estados Unidos determinou que a australiana Amanda Hayward reservasse US$ 10,7 milhões [mais de R$ 38 milhões] para Jennifer Pedroza, que mora no Texas.

As duas foram sócias em uma pequena editora online que inicialmente lançou na forma de e-book a trilogia de livros eróticos – a qual acabou se transformando em sucesso mundial e filme hollywoodiano.

O e-book então se popularizou e atraiu a atenção da editora Random House, que acabou comprando os direitos autorais. Em fevereiro, um júri nos EUA decidiu que Pedroza foi ludibriada nessa transação efetuada por Hayward, por ter recebido um único pagamento de US$ 100 mil.

Agora, o juiz responsável pelo caso advertiu que a indenização a ser paga por Hayward será definido após um acordo entre as duas partes.

A decisão judicial afirma que Hayward, que assinou o acordo de venda em nome da empresa das duas, a The Writers Coffee Shop, enganou Pedroza de forma a fazer com que a americana assinasse um contrato que a excluía do recebimento dos direitos autorais.

A trilogia 50 Tons, de E.L. James, já vendeu mais de 100 milhões de cópias no mundo. Uma adaptação para o cinema do primeiro livro, 50 Tons de Cinza, foi lançada neste ano e arrecadou mais de US$ 570 milhões [mais de R$ 2 bilhões] no mundo todo.

Publicado originalmente por BBC BRASIL | 27/08/2015

IMS lança site com 100 cartas escritas e recebidas


Entra no ar na próxima terça-feira [11] o site Correio IMS, com 100 cartas escritas pelas mais diversas personalidades brasileiras, de pessoas comuns a escritores, poetas, pintores, músicos, arquitetos, figuras da história cultural e política do país. Inéditas ou não, o fundamental é que a carta seja interessante sob um determinado aspecto: seja pelo vigor de uma emoção expressa em palavras comuns, seja pelo valor literário ou por seu conteúdo histórico. O site prevê também a publicação de cartões-postais, bilhetes e telegramas. Será possível ler tanto a famosa carta em que d. Amélia de Leuchtenberg se despede de d. Pedro II ainda menino quanto um cartão-postal de Ziraldo a Carlos Drummond de Andrade. Com a intenção de situar o leitor, cada carta é precedida de um parágrafo em que o documento é contextualizado, indicando-se, assim, as circunstâncias em que foi escrito. Há ainda um pequeno perfil biográfico de cada remetente e destinatário, assim como fotos de cada um deles.

PublishNews | 07/08/2015