Quatro aplicativos que tornarão suas leituras mais legais


As notícias estão em todos os lugares: na televisão, na internet, nas redes sociais, nos jornais, etc. Entretanto, a leitura dos últimos acontecimentos do mundo pode ser algo chato e sem novidades. Se você quer mudar isso, veja 4 aplicativos que podem deixar o hábito de ler as notícias muito mais agradável e diferente:

1 | XKCD Substitutions

Essa extensão do Chrome substitui palavras formais em termos mais engraçados, como “new study” em “tumblr post”. Muito útil para notícias em inglês e quando você está lendo um texto muito chato.

2 | Rather

Se você simplesmente não agüenta mais ouvir falar sobre os últimos capítulos da novela, o aplicativo Rather pode ajudá-lo. Ao invés de ler sobre as novas notícias dos famosos, ele irá trocar certos termos por palavras aleatórias.

3 | Twivo

Não conseguiu assistir o último episódio de sua série favorita e está com medo de ver spoiler? O Twivo é uma extensão para o Chrome que silencia alguns termos pré-selecionar no Twitter. Então se você ainda não viu o final da novela, silencie qualquer postagem no microblog sobre o assunto.

4 | Magic Story Factory

O Magic Story Factory é um aplicativo que permite transformar as últimas notícias em histórias infantis. Ele disponibiliza desenhos e falas que fazem com que uma criança entenda a notícia. Que tal ler sobre a última crise no mundo antes do seu filho dormir?

Universia Brasil | 19/11/13

Ao encontro do que leitores preferem, ‘NYT’ adota HTML5


O “New York Times” lançou ontem um aplicativo para tablets baseado na web, no padrão HTML5. Descrito como “experimental” e com serviços restritos, o app vai na contramão da estratégia do jornal até então, de desenvolver versões específicas para iPhone e iPad, da Apple, Android, do Google, e Windows Phone, da Microsoft.

O aplicativo está disponível diretamente no endereço app.nytimes.com, desde ontem, só para assinantes.

O jornal nega, mas a decisão foi recebida como primeiro passo para seu afastamento das grandes empresas de tecnologia, que cobram até 30% para vender os apps em suas lojas on-line.

Mais precisamente, poderia levar ao rompimento com a Apple. “O ‘NYT’ não tem planos de remover” seu aplicativo da App Store, prometeu o jornal, em nota.

No ano passado, o “Financial Times” também lançou um web app e, logo em seguida, retirou da App Store seu aplicativo em iOS, o sistema da Apple. O jornal financeiro britânico vem servindo de modelo para o “NYT” em ações no ambiente on-line, como a adoção de um “paywall” [muro de pagamento] poroso, para as assinaturas on-line.

Além do “FT”, o “Boston Globe”, que é do próprio “NYT”, apostou num web app no ano passado. Também a Folha desenvolveu seu aplicativo no padrão HTML5, lançado no final de 2011.

De início limitado ao browser para tablets da própria Apple, o Safari, o web app do “NYT” vai ganhar uma versão para o Chrome, do Google, “brevemente”, segundo a editora de plataformas emergentes, Fiona Spruill.

PREFERÊNCIA PELA WEB

O analista de mídia Joshua Benton, diretor do Nieman Journalism Lab, da Universidade Harvard, anota que o anúncio vem no rastro de um distanciamento entre a Apple e o jornal -devido a uma série de reportagens sobre as más condições de trabalho nas fábricas dos aparelhos da empresa na China.

Benton também relaciona o lançamento do aplicativo baseado na web, que o próprio “NYT” admite ter corrido para lançar, com um estudo do instituto Pew que mostrou anteontem que os consumidores de notícias em aparelhos móveis usam mais o acesso direto pela internet do que os aplicativos, na proporção de dois para um.

E o movimento é crescente, segundo o levantamento, realizado junto com a revista “The Economist”. No caso de tablets, 60% dos 9.500 adultos americanos ouvidos pela pesquisa disseram usar browser para acessar notícias, ante 40% no ano passado.

O estudo também identificou uma mudança no perfil dos tablets no país. O iPad, da Apple, que respondia por 81% dos aparelhos um ano atrás, caiu para 52%. Os tablets no sistema Android atingem agora 48%, sendo que o Kindle Fire, da Amazon, responde por quase metade – e 21% do total.

POR NELSON DE SÁ, DE SÃO PAULO | Clipado de Folha de S.Paulo | 03/10/2012, às 05h30

Amazon lança aplicativo que permite ler livros na nuvem


EUA: A Amazon lançou nesta quarta-feira o Kindle Cloud Reader, um aplicativo que permite ler livros eletrônicos desde o navegador web de diferentes dispositivos, tanto online como sem conexão à internet e sem necessidade de downloads nem instalações.

O aplicativo, baseado na linguagem HTML5, permite aos usuários acessar mediante seu navegador instantaneamente os catálogos de literatura eletrônica da Amazon, que disponibiliza 950 mil livros.

A ferramenta já está disponível a partir desta quarta-feira para Safari – com uma versão especial para o tablet iPad – e para Chrome, enquanto os usuários de Internet Explorer, Firefox, BlackBerry Playbook e outros navegadores de dispositivos móveis terão que esperar mais alguns meses para utilizar o aplicativo.

O Kindle Cloud Reader se sincroniza automaticamente com a livraria do Kindle, mostra a última página lida em outro dispositivo e as notas do leitor e permite também destacar os livros favoritos.

A Amazon informou em uma nota de imprensa que com a ferramenta será possível acessar de forma automática e sem necessidade de se conectar à internet o último livro que o leitor tenha consultado, assim como escolher aqueles volumes que queira ler ‘offline’.

O Kindle Cloud Reader também permite ao leitor personalizar o aspecto do texto e integra uma versão melhorada de acesso à loja do Kindle.

Agencia EFE | 10/08/2011

Mais uma forma de ler livro digital


Nos últimos dois anos, a Amazon criou e aprimorou seus aplicativos de leitura e os consumidores puderam escolher entre ler seus livros digitais no Kindle, iPad, iPhone, iPod Touch, PC, Mac, telefone com sistema operacional Android, tablets ou no BlackBerry. Hoje, a empresa apresenta mais uma opção de leitura. Trata-se do Kindle Cloud Reader, um aplicativo desenvolvido em HTML5 que permite que se leia usando apenas o browser. A leitura pode ser on-line ou off-line, e não é necessário fazer downloads ou instalações de aplicativos.

Independentemente do meio escolhido pelo usuário para ler seu livro, essa obra estará disponível em todos os seus aplicativos e sincronizada com a biblioteca de livros digitais dele. A última página lida, os grifos e as anotações também aparecerão sempre o que o livro for aberto. A nova ferramenta está disponível para Safari [iPad e desktop] e Chrome no site www.amazon.com/cloudreader.

Dorothy Nicholls, diretor da Amazon Kindle, disse em comunicado que a empresa integrou sua Kindle Store ao Cloud Reader. Com apenas um clique o cliente pode fazer sua compra e já começar a ler. A Amazon disse que em breve o Kindle Cloud Reader também estará rodando no Internet Explorer, Firefox, browser do BlackBerry PlayBook e outros.

Por MariaFernanda Rodrigues | PublishNews | 10/08/2011