Guia explica modelo de negócios de eBooks para bibliotecas


O pessoal da Publishing Perspectives se juntou com à agregadora digital Bookwire e à consultoria Dosdoce.com para produzir um guia de licenciamento de e-books para bibliotecas e editoras. O documento, que pode ser baixado gratuitamente clicando aqui, apresenta aos editores as diversas possibilidades de modelos de negócios envolvendo e-books [clube do livro, serviços de streaming, pagamento por consumo, etc…] que podem ser utilizadas por bibliotecas. O principal objetivo é promover as diversas oportunidades de utilização de e-books em bibliotecas. Além de apresentar essas possibilidades, o guia esclarece dúvidas sobre os diversos modelos.

PublishNews | 30/11/2015

Abong cria biblioteca digital para apoiar terceiro setor


A Biblioteca Digital Brasileira de Organizações da Sociedade Civil é uma iniciativa da Associação Brasileira das Organizações Não-Governamentais [ABONG], e compõe o Projeto Compartilhar Conhecimento: uma estratégia de fortalecimento das Organizações da Sociedade Civil [OSC]. Patrocinado pela Petrobras, o projeto visa contribuir com o campo das OSC de defesa de direitos e bens comuns com o objetivo de fortalecer sua atuação.

A Biblioteca Digital Brasileira de Organizações da Sociedade Civil é um espaço digital de armazenamento, preservação, divulgação, acesso e compartilhamento da produção do conhecimento das OSC.

Caracteriza-se como uma Biblioteca Digital Temática de acesso livre ao permitir que qualquer pessoa faça download, imprima, pesquise ou referencie o texto integral dos documentos. Cobre as principais temáticas de atuação das OSC do campo da defesa de direitos.

Inicialmente, a Biblioteca Digital Brasileira de Organizações da Sociedade Civil torna disponíveis os conteúdos que compõem o acervo da ABONG e conteúdos que foram coletados nos websites das organizações associadas. A partir desta iniciativa pretende-se ampliar, articular e fortalecer uma rede de coleta, armazenamento e compartilhamento de conhecimentos com vistas à fortalecer a atuação das Organizações em Defesa dos Direitos e Bens Comuns por meio do compartilhamento de conhecimentos.

A Biblioteca Digital de OSCs está organizada em coleções que correspondem aos principais temas de atuação das organizações do campo da defesa de direitos. Cada coleção temática pode reunir sua produção em diferentes tipos de documentos – incialmente os conteúdos disponíveis são: livros, relatórios de projetos, relatórios institucionais, artigos e materiais didáticos. Abaixo seguem as coleções temáticas:

Agricultura;
Arte e cultura;
Assistência social;
Comunicação;
Comércio;
Crianças e adolescentes;
DST/AIDS;
Discriminação racial;
Discriminação sexual;
Economia Solidária;
Educação;
Esporte;
Fortalecimento de outras ONGs/ Movimentos populares;
Justiça e promoção de direitos;
Meio Ambiente;
Organização popular/ Participação popular;
Orçamento público;
Questão indígena;
Questões agrárias;
Questões urbanas;
Relações de consumo;
Relações de gênero;
Saúde;
Segurança alimentar;
Segurança pública;
Trabalho e renda.

Objetivos

Reunir num único local virtual a Produção de conhecimentos das OSCs;
Disseminar as experiências inovadoras no âmbito das Organizações da Sociedade Civil brasileiras;
Publicar conteúdos que contribuam para a expansão do conhecimento da atuação das OSCs;
Aumentar o impacto dos trabalhos desenvolvidos pelas OSCs;
Preservar a memória de conhecimentos das OSCs; e
Maximizar a visibilidade das OSCs e de seus pesquisadores, bem como o impacto da ações e investigações no cenário nacional e internacional.

A Biblioteca Digital Brasileira de Organizações da Sociedade Civil está alinhada aos preceitos do Manifesto Brasileiro de Apoio ao Acesso Livre à Informação Científica promovido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia [Ibict], órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, visando promover a constituição de uma nova ética no acesso à produção do conhecimento com vista à democratização do acesso à informação pública.

A plataforma digital foi construída segundo recomendações internacionais para disseminação da informação, visando aumentar a visibilidade e o acesso da pesquisa e a interoperabilidade de toda a produção das OSCs associadas ABONG em Rede. O sistema faz a recuperação dos documentos pelo texto completo ou por meio de buscas simples e avançada e não há limite em relação ao tamanho e formato dos arquivos. Este modelo de gestão para documentos eletrônicos proporciona maior visibilidade à produção de conhecimentos das OSCs, disponibilizando para a sociedade o resultado de suas atividades de atuação, pesquisa, criação e inovação.

Foi implementada em conformidade com os padrões tecnológicos criados pelo Open Archive Iniciative [OAI], e utiliza a plataforma DSpace, software livre produzido pela fundação Duraspace e com assessoria da Digital Libraries, especializada em consultoria para Repostórios e Bibliotecas Digitais. Os metadados utilizados para descrição dos documentos digitais seguem o padrão Dublin Core e o sistema CNRI Handle é usado para designar identificadores permanentes para cada documento disponível no Repositório. Adota as licenças Creative Commons para proteger os direitos autorais e ao mesmo tempo garantir a democratização do acesso ao conhecimento. Permite o auto-arquivamento de conteúdos, isto é, um processo que possibilita a submissão de conteúdos na plataforma digital pelos próprios produtores, assim a partir desta iniciativa pretende-se ampliar e fortalecer uma rede difusora de informação temática junto às organizações associadas à ABONG.

A adoção desta iniciativa resulta nos seguintes benefícios para as Organizações da Sociedade Civil:

Promove o acesso público e gratuito para toda a sociedade ao conhecimento produzido no âmbito das OSCs associadas à ABONG;
Oferece um único ponto de referência para as pesquisas, acessíveis sem barreira de tempo e espaço;
Aumenta a capacidade de pesquisa, descoberta, recuperação e inovação de conhecimento em ambientes digitais;
Aumenta a visibilidade da atuação das OSCs e de autoria de diversos atores da sociedade civil brasileira;
Preserva a longo prazo a memória de conhecimentos das OSCs;
Inclui a produção de conhecimentos das OSCs no sistema formal de comunicação brasileira nacional e internacional; e
Facilita a pesquisa interdisciplinar da produção de conhecimento produzidas e acumulas no contexto de atuação das OSCs.

A biblioteca virtual ‘Nuvem de Livros’ e a contemporaneidade


Por Roberto Bahiense, CEO da Biblioteca Digital Nuvem de Livros | Publicado originalmente em São Paulo Review | 24 novembro 2015

A biblioteca virtual ‘Nuvem de Livros’ e a contemporaneidade

A biblioteca virtual ‘Nuvem de Livros’ e a contemporaneidade

Estive em Paris durante o Salão do Livro deste ano, a convite do Bief – Bureau International de l’Édition Française, juntamente com respeitados editores e players da cadeia produtiva do livro no Brasil.

Antes, portanto, do horror que se abateu sobre a cidade nos últimos dias.

Lembrei-me, lá, de um livro que havia lido há alguns anos, de autoria do norte-americano Edmund White, publicado pela Companhia das Letras. O livro chama-se O flâneur – um passeio pelos paradoxos de Paris.

Tratei, na ocasião, durante a palestra que proferi no Centre National du Livre, dos paradoxos do meu País, de modo a contextualizar, justificar e legitimar a Biblioteca Virtual Nuvem de Livros.

Ao longo da minha exposição, após apresentar o que fizemos no Brasil e estamos, agora, desenvolvendo em outros países – com início na Espanha, em parceria com uma destacada corporação francesa, a Orange, e em vários países da América Latina, a partir de janeiro de 2016 -, esbocei, como Edmund, a mesma visão estrangeira sobre a realidade francesa, no tocante ao mercado do livro digital, sobretudo a partir da decisão do governo francês, notadamente da ministra Fleur Pellerin, sustentada por análise do “Le médiateur du Livre”, que identifica a ilegalidade dos serviços de leitura via streaming e de outras soluções análogas na França.

Antes que eu provocasse possíveis reações por parte das áreas de decisão governamental daquele país, Edmund, novamente ele, com a sua narrativa envolvente, em O flâneur…, auxiliou-me ao afirmar, no seu livro, que “os franceses têm uma civilização tão atraente, plena de plácidos prazeres e de tolerância genérica, e seus gostos em todos os domínios são tão marcantes, tão firmes, que um estrangeiro – eu, no caso – é logo levado a acreditar que, caso se tornasse um parisiense, dominaria, finalmente, a arte de viver.”

Esta singela menção protegeu-me, creio, em relação aos comentários que fiz e das minhas tímidas reflexões sobre o tema.

Voltemos, contudo, aos acontecimentos protagonizados, pela ministra da cultura, Fleur Pellerin.

Voltemos, também, ao Edmund.

Diz ele que a França só poderá continuar a exercer a sua função de farol da civilização, e não apenas de guardiã de sua herança, se abraçar a cultura híbrida e internacional que floresce mundo afora, sobretudo nos países emergentes como o Brasil.

No documento produzido por “Le médiateur du Livre”, há menção explícita a “…um risco de transferência, com a possibilidade de os atuais compradores de livros impressos ou digitais migrarem maciçamente para as ofertas de assinatura com condições financeiras menos favoráveis para os detentores dos direitos…”.

Ao pressupor tal comportamento, limita-se o crescimento do mercado leitor.

Conter a inexorável mudança de comportamento dos indivíduos, diante da velocidade dos novos modelos de intercomunicação pessoal com o apps e as redes sociais, é como tentar reter água com as mãos.

O documento faz referência, ainda, “à queda das receitas dos autores que participaram da experimentação de modelos deste tipo nos Estados Unidos e que, recentemente, falaram sobre sua decepção na imprensa”.

Não é factual e não se aplica a uma plataforma com a Nuvem de Livros, única no mundo a remunerar os editores e autores pelo aluguel de leitura dos conteúdos em suporte digital.

Diz o documento: “O nível de tarifação aplicado gera críticas. Esse nível se alinha às tabelas praticadas na música e no audiovisual, ao passo que as tarifas de venda unitária são, no entanto, distintas em cada setor. Por outro lado, o montante da assinatura é equivalente ao preço médio de um livro digital. Consequentemente, o serviço somente se torna financeiramente interessante para o usuário desde que se leia pelo menos dois livros por mês, o que o coloca, de fato, entre os leitores regulares (mais de vinte livros por ano). O simples fato de procurar livros no catálogo, em vez de lê-los na sua totalidade, não pode justificar o custo do serviço para um leitor médio, até porque os sistemas de disponibilização de trechos se multiplicam nas plataformas de difusão de livros digitais.”

Ao contrário, pois a ideia envolve sobretudo portabilidade, em tempos de caos e cólera em relação à mobilidade urbana, o que envolve outros ativos da Nuvem de livros, como os audiobooks, por exemplo.

O parecer do “Le médiateur du Livre” reúne, ainda, dois outros ângulos de visão sobre o tema.

Uma primeira abordagem faz da assinatura um vetor de desenvolvimento de novos mercados, autorizando modos, até então inéditos, de exploração dos catálogos, mas também de editoração da oferta (uma resposta totalmente integrada à necessidade de prescrição que reforça a profusão e a dispersão dos bens culturais no universo digital).

Assim, a possibilidade de acessar um catálogo mais amplo por um custo controlado, em um contexto que favorece as descobertas fortuitas, teria por natureza a intensificação das práticas de leitura de um público já amplamente familiarizado com o livro.

Estudo da Nielsen Book argumenta que os assinantes de serviços de leitura digital continuam a gastar mais do que a média em compras de livros digitais e que eles estariam dispostos a investir uma quantia mensal em assinatura superior a fim de aumentar a oferta de livros.

Uma segunda concepção, não exclusiva da primeira, argumenta que esse modo de comercialização está em sintonia com os usos digitais: ele se dirige a gerações ou segmentos da população mais familiarizados com as telas que com o papel, que estão acostumados com ofertas que se curvam às suas exigências de mobilidade e busca de livros, tendo desenvolvido uma concepção de bens culturais que é oriunda mais do fluxo que da obra como unidade fechada. Além disso, a assinatura é totalmente integrada a seus hábitos e atende às suas exigências de acesso, o mais amplo e o mais fácil possível para a cultura.

Mesmo assim, o legislador cultural definiu, surpreendentemente, a meu ver, que tais serviços são ilegais na França porque o preço dos livros deve ser fixado pelos editores e não pelos vendedores.

Mas é assim que ocorre na Nuvem de Livros, com os editores sabendo, prévia e rigorosamente, por quanto estará sendo oferecido o acesso ilimitado ao acervo da plataforma.

Se vamos caminhar pelo mundo – e essa é a nossa intenção determinada -, oferecendo uma solução respeitável que traz um dinheiro novo e forma novos leitores para a cadeia produtiva do livro, interessa-nos discutir protocolos legais como este onde quer que sejam definidos e estabelecidos.

De forma ampla, sem preconceitos quaisquer.

Mais de 3 mil já acessaram biblioteca virtual da Fundação Dorina


No ar desde julho, a Dorinateca já computou mais de 1.200 downloads de conteúdos acessíveis a cegos e pessoas de baixa visão

Fundação Dorina NowillA Fundação Dorina Nowill para Cegos comemora o resultado alcançado pela sua biblioteca virtual, a Dorinateca. Desde que a plataforma foi lançada, em julho passado, mais de 3.400 pessoas conheceram a proposta e mais de 1.200 downloads foram feitos. No site, as pessoas com deficiência visual podem baixar mais de 4 mil títulos do acervo da instituição e as pessoas sem deficiência podem fazer downloads de títulos de domínio público. Os formatos acessíveis e que estão à disposição, gratuitamente, estão em arquivo para impressão em braille, digital acessível Daisy e em áudio.

PublishNews | 18/11/2015

Cidade de MT lança biblioteca digital


A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura e Turismo e Departamento de Cultura, realizaram na noite de quarta-feira [28], na Biblioteca Pública Municipal Evany Nery Varaschin, o lançamento do livro “Trova, Poesias e Cantigas” de autoria de Éder Jerônimo Fontana, o lançamento do Projeto da Biblioteca Digital “Árvore de Livros”, o lançamento da Gibiteca “Acervo Domingos Sávio” e a entrega dos certificados do curso “As Abordagens do Conto” promovido pelo Ponto de Cultura Ninho do Sol através do Teatro Ogan.

Estiveram presentes o Secretário de Cultura e Turismo, Vanderlei Cesár Guollo, a Secretária Municipal de Educação, Neusa Bernadete Costa, o Vereador Leandro Martins, o Diretor Geral do IFMT- Campus Campo Novo do Parecis Fábio, instrutor da Secretaria de Cultura e Turismo, Luís Bezerra, professores e diretores das escolas municipais e estaduais e comunidade em geral.

O Prefeito Mauro Valter Berft impossibilitado de estar presente na solenidade destacou a importância da data, e parabenizou a ação realizada pela secretaria, pois, o início das comemorações da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca é estabelecido dia 23 com término dia 29 de outubro, data esta, consagrada como Dia Nacional do Livro, pela Lei nº 5.191, de 18 de dezembro de 1966.

Com uma data que é sempre bem atual, o prefeito destacou ainda, que a escolha do Dia Nacional do Livro dá-se em razão da fundação da Real Biblioteca no Brasil, hoje Fundação Biblioteca Nacional, em 29 de outubro de 1810. O Dia do Bibliotecário é comemorado dia 12 de março em homenagem a data de nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre.

Para o Secretário de Cultura e Turismo, Vanderlei César Guolo, o momento é oportuno para lançamento de um livro, e o Éder, que em 2014 teve seu projeto de edição do livro: “Trova, Poesias e Cantigas”, aprovado por unanimidade, junto ao Conselho Municipal de Política Cultural, bem como o lançamento da biblioteca digital “Árvore de Livres”, foi bem oportuno.

O Secretário salienta que a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca é um momento de pensarmos o livro e a leitura no nosso município. A Biblioteca Pública Municipal “Evany Nery Varaschin” tem cumprido com sua função de divulgar, estimular e incentivar a leitura e a preservação da memória escrita em nosso município.

Duas indicações da Câmara Municipal, pelo vereador Leandro Martins, à Secretaria de Cultura e Turismo, uma delas era de montar um biblioteca digital e essa indicação foi entendida e aceita. A Árvore de Livros uma biblioteca digital que oferece inicialmente cerca de mil títulos nas mais diversas áreas, gratuitamente. O leitor pode acessar de qualquer lugar, tablet, celular, notbook. O usuário cadastra uma senha para ter acesso a Árvore de Livros.

“Sabemos que nossa juventude está mais antenada nas tecnologias como celulares, e os livros nesse cenário acabam sendo esquecidos. A biblioteca digital vem com esse intuito de ampliar a possibilidade de leitura do usuário. O livro digital vem para suprir essa demanda. Na fila do mercado pode se fazer a leitura do livro enquanto aguarda ser atendido”, destacou.

Na oportunidade, o vereador Leandro Martins falou sobre a Gibiteca “Acervo Domingo Sávio”, que foi doado, a “gibiteca” por ser um instrumento fantástico para estímulo à leitura, por ser uma leitura fácil, agradável e de fácil acesso. Sabemos que o Gibi já foi um livro que sofreu certa censura e até mesmo proibido nas escolas, mas que hoje é ferramenta de estímulo a leitura” destacou o vereador.

O vereador Leandro cedeu 500 gibis, que recebe o nome do “Acervo Domingos Sávio”, professor que os cedeu.  O acervo já se encontra disponível na Biblioteca Pública Municipal e a Secretaria de Cultura e Turismo, através do Departamento de Cultura e Biblioteca Pública Municipal fez a assinatura de mais gibis [coletâneas] que irão ser disponibilizados também à comunidade em geral.

O Secretário Vanderlei destacou ainda que a Gibiteca será móvel e acompanhará os mais diversos eventos do município, como exemplo o Sarau na Praça, o Exporock, em que o gibi também faz parte dessa cultura , Mutirões da Cidadania, Festival do Folclore. A proposta é que os gibis saiam também das prateleiras da Biblioteca Pública e circule outros espaços da cidade.

– Exemplares do livro “Trova, Poesias e Cantigas”, de Éder Jerônimo, foram entregues a todas as escolas de Campo Novo.

Duas oficinas as abordagens do conto, devolvendo a comunidade os investimentos na área do Teatro. Foram 45 professores, principalmente da área de Educação Infantil, que estão capacitadas para trabalharem a contação de histórias na sala de aula. Uma ferramenta muito importante para que o aluno adquira o hábito da leitura. As oficinas resultaram apresentações de contação de histórias durante a Semana Nacional do Livro Infantil e a segunda oficina resultou em apresentações na Escola Municipal Infantil Armando Jacinto Brólio.

Campo Novo do Parecis e o talentos na Literatura

O Secretário Vanderlei destacou ainda que o município está devedor em relação à literatura, mas que já há alguns livros já lançados, como “Revivendo Campo Novo”, “Cio da Criação” e “Antologia Poética”, lançado na noite de terça-feira [27], na Escola Estadual  Padre Arlindo, fruto do Recital de Poesias realizado pela própria Escola.

Éder Jerônimo Fontana, brasileiro, casado, radialista profissional atuando há 17 anos na área da comunicação. O livro “Trova, Poesias e Cantigas”, começou a ser escrito a cerca de dois anos, 2013, e recebeu o apoio de Manoel França Leal, músico e compositor.

A obra fala da cultura gaucha e do povo do Rio Grande do Sul, suas tradições. “Confesso que escrever livros é como aprender a caminhar, depois do primeiro passo sempre queremos seguir em frente. Meu primeiro livro foi lançado no ano de 2000, na minha adolescência, e se chamava Mulher Essência da Poesia, de poesias românticas e foi lançando no Estado de Santa Catarina”, diz.

O jovem escritor conta que a fonte de inspiração é o pai, que é declamador de poesias e  trovador. Éder diz que cresceu escutando-o declamar nas rodas de amigos, em família e também profissionalmente, e que a vontade de escrever poesias aumentou com o passar do tempo. Hoje, seu sonho é de poder  ver o pai, de 76 anos,  residente no Rio Grande do Sul  declamando uma poesia sua.

Seu próximo projeto já está em andamento. Éder prepara um livro de poemas infantis, e diz que fará uma parceria com as escolas do município para criação das ilustrações. “Em Campo Novo do Parecis há muita gente escrevendo e sugiro que essas pessoas procurem os órgãos competentes, a própria Secretaria de Cultura e Turismo, para receber orientações e auxílios para verificar a possibilidade de viabilizar e concretizar a obra pretendida”, orienta o escritor.

O Livro “Trova, Poesias e Cantigas” tem 80 páginas, texto de Éder Jeronimo Fontana e Manoel França Leal, Foto de Capa de Photographer Luciano L. Steffler, Diagramação de Arte de Capa de Gean Michel Lourenço Costa. Gráfica Diário da Serra, Tangará da Serra, 2015. O livro pode ser adquirido pelo valor de R$20,00 com o próprio escritor.

http://www.camponovodoparecis.mt.gov.br | 10/11/2015

Observatório da Língua cria biblioteca digital sobre cidadania


O Observatório da Língua Portuguesa criou uma biblioteca de livros digitais, sobre cidadania e direitos humanos, destinada sobretudo a crianças e jovens, capitalizando as competências deles no mundo digital.

A biblioteca digital, que está já online e é de acesso livre, foi apresentada hoje em Lisboa por Pedro Lourtie, daquele observatório, e pela escritora Isabel Alçada, na conferência internacional do Plano Nacional de Leitura.

Este projecto “pretende ir ao encontro da apetência natural que os mais novos têm por estes recursos [tecnológicos]. Uma das formas de tornar a leitura um prazer, mesmo para os mais avessos, é o recurso digital“, explicou Isabel Alçada na apresentação.

Por enquanto a biblioteca tem 15 livros, alguns álbuns ilustrados, em formato digital, repartidos para diferentes grupos etários, e cujas narrativas abordam temas como igualdade de género, tolerância, racismo e xenofobia.

Cada livro tem associado o respectivo audio-livro, a contracapa apresenta os temas abordados e são ainda sugeridas propostas de actividades para professores e educadores.

O portal inclui ainda depoimentos dos escritores que cederam os direitos das obras escolhidas para integrarem esta biblioteca digital.

Entre os livros já disponibilizados estão, por exemplo, “Meninos de todas as cores”, de Luísa Ducla Soares, “Os amores de Lelé e Capilé”, de Carlos Correia, “As rainhas magas”, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, “Campos de lágrimas”, de José Jorge Letria, e “Se só houvesse uma letra”, de Inês Pupo.

Isabel Alçada elogiou o trabalho que tem sido feito pelas bibliotecas públicas e pelas bibliotecas escolares na promoção do livro e da leitura entre os mais novos, aproveitando todos os recursos tecnológicos disponíveis.

Em contexto familiar, “os adultos também podem orientar as apetências digitais das crianças para domínios formativos e de leitura”, disse a escritora e ex-ministra da Educação.

De acordo com Pedro Lourtie, esta biblioteca digital foi desenvolvida com recursos públicos provenientes da Noruega, da Islândia e do Liechtenstein, através do Programa Cidadania Ativa.

A biblioteca está disponível na página bibliotecalivrosdigitais.observalinguaportuguesa.org, associada ao Observatório da Língua Portuguesa.

Em 2013, um estudo desenvolvido pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia, com base num inquérito feito em 16 países, incluindo Portugal, demonstrava que a leitura de livros em formato digital não substituiu a dos livros em papel, mas que existem mudanças por causa da Internet.

O estudo incidia sobre o que significa ler na actualidade e como é que os utilizadores de Internet leem em papel e em digital.

No caso de Portugal, apenas dez por cento dos inquiridos disseram ter lido mais de oito livros em formato digital ao longo do último ano, quando a amostra global do inquérito se situou nos 30 por cento.

O inquérito internacional permitiu concluir que a leitura em digital, em múltiplos suportes — telemóveis, ‘tablets’, computadores – coexiste com a leitura em papel e que o objecto de leitura inclui, além de livros e jornais, textos em blogues, correio eletrónico ou mensagens partilhadas em redes sociais.

dnoticias.pt | 06/11/2015

Biblioteca digital gratuita dá acesso a milhões de textos


Os estudantes e professores agora possuem acesso gratuito a milhões de publicações dos melhores centros de pesquisa do mundo.

Quem é estudante universitário ou inclusive do ensino médio sabe das constantes cobranças dos trabalhos e pesquisas pedidos pelos professores.

Quando chega o fim do curso, o famoso TCC [Trabalho de Conclusão de Curso] vira, muitas vezes, uma dor de cabeça.

Para auxiliar os estudantes, o Portal Bolsas de Estudo lançou uma ferramenta que permite acesso gratuito e em texto completo a bibliotecas digitais de mais de 5 mil instituições pelo mundo. A Biblioteca Digital Unificada, disponível no http://biblioteca.portalbolsasdeestudo.com.br, permite a busca de artigos, trabalhos, teses e dissertações de várias universidades em um só lugar da internet.

Isto é possível graças à entrada do Portal no consórcio acadêmico Open Archives Initiative, que permite o compartilhamento e unificação das publicações de todas as universidades participantes.

No acervo da Biblioteca Digital Unificada estão integrados os acervos digitais completos de universidades brasileiras como a USP, UNICAMP, UNESP, UNB, UFRJ, UFRGS, UFSC, Fundação Getúlio Vargas, entre outras. Repositórios institucionais da área de saúde, como o da FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde e UNASUS Universidade Aberta do SUS, também estão disponíveis para os usuários.

Na área legislativa destaca-se a integração com a Biblioteca Digital do Senado Federal e da Câmara dos Deputados. Na área jurídica, a Biblioteca unificada integra o acervo digital do Supremo Tribunal de Justiça, o BDJUR. Ainda, o maior repositório digital latino-americano, o SCIELO – Scientific Electronic Library Online, fica atualizado e disponibilizado integralmente na Biblioteca Unificada.

Das bibliotecas internacionais, destaca-se a integração dos acervos das universidades de Harvard, Oxford, Yale, Massachusetts Institute of Technology, entre outras. Com a biblioteca, os estudantes possuem ainda acesso ao PubMed, o maior e mais importante repositório internacional da área de saúde, com milhões de publicações da área médica, clínica e farmacológica.

Grandes acervos da cultura mundial, como o acervo digital da Biblioteca Nacional da França, da Biblioteca Nacional da Espanha e da Biblioteca do Congresso Americano, estão também integrados e disponíveis no site.

Com este serviço gratuito aos estudantes e professores, o Portal Bolsas de Estudos dá mais um passo na sua missão de facilitar o acesso ao ensino a toda a população e alcança um destaque cada vez maior na comunidade educacional do Brasil e exterior, consolidando o que já é a sua tradição de qualidade e excelência.

Acesse, divulgue e utilize a nova Biblioteca Digital Unificada.

Portal Bolsas de Estudo | 16/10/2015

Portugal vê versão em chinês da Biblioteca Digital sobre Macau


Lisboa | A UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, a Biblioteca Nacional de Portugal, a Fundação Macau e o Observatório da China organizam, nesta quarta-feira, dia 14, um encontro com jornalistas para apresentação da versão em chinês da Biblioteca Digital sobre Macau – China.

O evento terá lugar pelas 17 horas [hora de Lisboa], na Biblioteca Nacional de Portugal, no Campo Grande, na capital portuguesa.

Trata-se de um projeto do Observatório da China com o apoio das referidas instituições.

Na mesa estarão a presidente da Biblioteca Nacional de Portugal, Inês Cordeiro, o secretário-geral da UCCLA, Vitor Ramalho, o presidente da Fundação Macau, Wu Zhiliang, e o presidente do Observatório da China, Rui Lourido.

A Biblioteca Digital sobre Macau pretende divulgar de forma clara, simples e gratuita, mas rigorosa e científica, as descrições portuguesas [numa primeira fase] fundamentais para a História de Macau e do seu papel no Mundo, que foi pioneiro no relacionamento entre o Ocidente e a China.

“Será um instrumento pedagógico ao serviço da comunidade académica e população interessada. Permitirá o acesso direto, internacional e imediato a fontes históricas até agora só acessíveis nos arquivos portugueses ou em edições de difícil acesso”, lê-se no comunicado divulgado pela UCCLA.

A documentação histórica e respetivo conteúdo estará acessível através de quatro diferentes formas de consulta: pelo Nome dos autores das obras, pelo Título da obra, pela Data de edição da obra e, ainda, pelo campo das Novidades, ou seja, as últimas a darem entrada no portal na internet.

Publicado originalmente em Portugal Digital | 14/10/2015

13 bibliotecas digitais gratuitas


Quer consultar um livro ou documento sem precisar ir a uma biblioteca? Veja as principais bibliotecas digitais e tenha acesso gratuito

Photo Font | Shutterstock

Photo Font | Shutterstock

Para pessoas que desejam fazer trabalhos acadêmicos com fontes seguras, o melhor lugar para encontrar essas informações é nas bibliotecas. Porém, nem sempre ir a uma biblioteca é uma tarefa simples. Por isso, confira uma lista com as principais bibliotecas digitais e consulte gratuitamente seu acervo sem sair de casa:

1 – Domínio Público

Quer ler Machado de Assis, ou conhecer mais sobre as obras do romantismo? O site oficial do Domínio Público do governo conta com milhares de obras, vídeos, textos e sons totalmente gratuitos para download. Todas as obras já estão no domínio público, ou seja, você só encontrará criações de pessoas que morreram há 70 anos.

2 – Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

O site da biblioteca da Universidade de São Paulo [USP] contem livros, revistas, documentos, e outros tipos de arquivos livres para o download gratuito.

3 – Biblioteca Digital Paulo Freire

Voltada principalmente para a área de filosofia e pedagogia, a Biblioteca Digital Paulo Freire disponibiliza para download gratuito das obras do pedagogo e filósofo Paulo Freire.

4 – Biblioteca Nacional Digital Brasil

Com mais de 700 mil arquivos, a Biblioteca Nacional Digital Brasil conta artigos, trabalhos acadêmicos, livros, obras de arte, gravuras, fotografias e outros documentos para download grátis.

5 – Biblioteca Mundial Digital

Com objetivo de reunir documentos oficiais sobre a cultura de diversos países do mundo, a Biblioteca Mundial Digital disponibiliza gratuitamente fotos e arquivos para consulta.

6 – Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações [BDTD]

Coordenada pelo Ibict, a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações [BDTD] reúne centenas de teses e dissertações de universidades de todo o País. É uma ferramenta útil para quem está fazendo a sua monografia e precisa de fontes acadêmicas.

7 – Biblioteca Digital do Supremo Tribunal Federal

Para os estudantes e profissional da área de Direito, a Biblioteca Digital do Supremo Tribunal Federal é uma ótima fonte de pesquisa para documentos, livros, artigos e outros arquivos de interesse para a área.

8 – Biblioteca Digital da Unicamp

A Biblioteca Digital da Unicamp conta em seu acervo com dissertações, teses, pesquisas em andamento, revistas eletrônicas, etc., todos feitos pelos professores, pesquisadores e alunos da instituição.

9 – Biblioteca Digital da UNESP

Com um grande acervo de obras de artes, gravuras e desenhos, além de trabalhos acadêmicos, a Biblioteca Digital da UNESP contem os arquivos necessários para estudantes que precisam consultar fontes seguras.

10 – Biblioteca Digital do Museu Nacional

O site da Biblioteca do Museu Nacional tem como objetivo disponibilizar o acervo de obras raras nas áreas de ciências naturais e antropologia.

11 – Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ

Para estudiosos ou interessados na área de música, a Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ é uma ótima opção para consultar documentos da área. O acervo conta com obras raras dos séculos XVI a XVIII, além de partituras, manuscritos e periódicos para download gratuito.

12 – Biblioteca Digital e Sonora

Com acesso gratuito, mas exclusivo para pessoas com deficiência visual, aBiblioteca Digital e Sonora reúne diversos materiais no formato digital para facilitar o acesso dessas pessoas aos conteúdos.

13 – Project Gutenberg

O Project Gutenberg reúne livros e documentos que estejam no domínio público de todo o mundo. Lá, é possível encontrar as obras originais de grandes nomes da literatura mundial.

Publicado originalmente em Universia Brasil | 06/10/2015

Biblioteca digital para cegos na Argentina é premiada


Cerca de 50.000 livros em espanhol integram a primeira biblioteca digitalizada para cegos em Buenos Aires, que acaba de ser premiada pela OEA e cujo fundador, o argentino Pablo Lecuona, convida a ter um “olhar diferente” sobre sua deficiência.

Em entrevista num bar em frente à escola pública de Buenos Aires onde diariamente leva e busca suas duas filhas de 10 e 13 anos, Lecuona falou com entusiasmo sobre a TifloLibros, a biblioteca virtual para cegos que fundou em 1999, e que hoje alcançou reconhecimento internacional.

Ele começou sua aventura com a convicção de que “a cegueira não acaba o mundo“, disse à AFP o autor deste grande projeto cujo nome alude a Tiflos, uma ilha de onde os cegos eram banidos, segundo a mitologia grega.

Não se trata de que o mundo se adapte ao deficiente, mas que ele encontre as ferramentas para a inclusão“, argumentou o homem de 41 anos, que ficou cego ainda criança após ter nascido com pouca visão.

Ganhamos o primeiro prêmio entre 600 projetos que foram apresentados na Organização dos Estados Americanos [OEA] sobre contribuição para a redução da pobreza e da desigualdade na América Latina e no Caribe“, disse Lecuona.

Ele sente que agora é uma “responsabilidade pensar muito bem” em como investir estes 75.000 dólares que receberão em meados de novembro, verdadeira fortuna para a ONG, garantiu.

Desde o início precário com seu computador de casa ao lado do berço de sua primeira filha, a Tiflolibros passou para uma casa alugada onde trabalham 14 pessoas.

Dispõem de uma impressora em braile e um scanner digital, enquanto continuam sonhando com uma sede própria num centro cultural, promessa feita pela prefeitura de Buenos Aires.

Um prêmio internacional de apenas 2.500 dólares em 2003 foi o primeiro impulso concreto para este projeto sem financiamento oficial, que se diversificou em uma rede social, Tiflonexos.

Hoje, com seus 7.500 inscritos de forma gratuita e 300 instituições participantes, a biblioteca coloca na rede cerca de 500 títulos em espanhol.

Dois anos depois do nascimento da TifloLibros, saiu nos Estados Unidos a biblioteca virtual BookShare.

Mas eles começaram com um milhão de dólares, não um computador caseiro. E eles cobram 50 dólares anuais pela inscrição“, explicou Lecuona, rindo. Um tempo depois, na Índia, foi lançada a rede social Inclusive Planet, que tem sua própria biblioteca.

Até a década de 1990, os livros eram copiados à mão para o braile, era como na Idade Média“, lembrou Lecuona.

Na Biblioteca Argentina para Cegos, criada em 1927, “em quase 70 anos chegaram a ter 3.000 títulos”, revelou. “Hoje fazemos essa quantidade em um ano, graças à tecnologia e ao trabalho em rede“, contou animado.

A internet, os computadores adaptados ou o telefone celular com leitor de tela, abriram caminho para que as pessoas cegas tenham uma autonomia nunca antes imaginada.

Lecuona é um exemplo destes avanços. Se movimenta numa cidade pouco adaptada para os deficientes como é Buenos Aires e viajou por dezenas de países para transmitir sua experiência.

Em 2008, a União Mundial de Cegos convidou Lecuona para debater e incentivar um Tratado Internacional sobre direitos de autor para cegos, depois que uma lei foi sancionada na Argentina.

Foram cinco anos de árduas negociações, porque “o olhar dos países em desenvolvimento é diferente da Europa e dos Estados Unidos“, lembrou.

Em 2013, foi redigido o Tratado que obriga os países a incorporar em sua legislação as exceções para cegos ao direito de autor e estabelece o intercâmbio entre os países.

A Tiflolibros já é uma referência de leitura para cegos e exemplo como projeto de inclusão social, eixos centrais do trabalho de Lecuona como ativista de direitos humanos e superação das condições de pessoas com deficiência visual.

Na Europa a deficiência está muito amparada. O estado dá trabalho, as coisas estão garantidas. Está tudo dentro do sistema“, disse.

Mas “quando têm tudo resolvido, trabalho garantido, também têm menor iniciativa. Nem sempre isso se converte em desenvolvimento pessoal“, apontou, ao defender a capacidade de improviso das pessoas com deficiência da América Latina.

Istoedinheiro | 29/09/2015

Biblioteca Digital da UEL tem mais de 170 mil downloads


Ao completar 10 anos de existência a Biblioteca Digital da UEL, a Universidade Estadual de Londrina, contabiliza 175 mil downloads de teses e dissertações. As áreas campeãs neste quesito são Linguística, Letras e Artes, com quase 50 mil acessos. Criada em 2005, a biblioteca armazena 3 mil e 639 teses e dissertações de 66 cursos e programas de pós-graduação. Segundo o levantamento, logo atrás da área de Linguística, Letras e Artes aparece a área de Ciências Sociais Aplicadas com cerca de 37 mil acessos. Em terceiro lugar está a área de Ciências Humanas, que soma quase 31 mil downloads. Para a diretora do Sistema de Bibliotecas da UEL, Maria Aparecida dos Santos Letrari, o programa digital facilita o acesso aos trabalhos acadêmicos, que antes eram apenas volumes impressos. Para ela, o ambiente compartilhado da internet permite a expansão da oferta de teses e dissertações.

//SONORA MARIA APARECIDA DOS SANTOS LETRARI//

Outro dado que chama atenção é o total de downloads por instituição. A maioria deles é feita por pesquisadores, estudantes e professores da UEL e soma pouco mais de 55 mil acessos. O sistema integra a Rede Brasileira de Bibliotecas Digitais de Teses e Dissertações, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. A Biblioteca Digital da UEL ocupa a posição de número 17 do ranking do Instituto Brasileiro de Informação, em números de acessos de trabalhos.

Por Fernanda Nardo | Agência de Notícias do Paraná | 26/09/2015

Goethe-Institut apresenta sua biblioteca digital


Onleihe pode ser acessada gratuitamente. Estão disponíveis e-books, arquivos de áudio e de vídeo, jornais e revistas eletrônicas.

O Goethe-Institut no Brasil está divulgando sua biblioteca digital, a Onleihe, onde é possível baixar documentos digitais como e-books, arquivos de áudio e de vídeo, jornais e revistas eletrônicas diretamente para um computador ou e-reader pessoal, por um tempo limitado. Passado o prazo de empréstimo, os materiais são devolvidos automaticamente. Todos os interessados com residência fixa no Brasil e que tenham se registrado através da plataforma digital pode utilizar a biblioteca. Para isso, basta preencher o formulário de inscrição. A inscrição é gratuita.

PublishNews, Redação, 16/09/2015

Falta de investimento em digital afasta usuários de bibliotecas


Um relatório encomendado pela Society of Chief Librarians [SCL] da Inglaterra disse que 20 milhões de libras deveriam ser investidas em serviços digitais nos próximos três anos para evitar que as bibliotecas públicas se tornem obsoletas. O dossiê intitulado Infraestrutura Digital Essencial para Bibliotecas Públicas na Inglaterra e conduzida pela Bibliocommons diz que “a falta de investimento em tecnologia afastando os usuários das bibliotecas“. “Não é que nossos usuários estão deixando as bibliotecas quando eles se mudam para o on line. Nós é que estamos empurrando-os para longe ao deixar de atender aqueles que mais precisam de nós e fazendo com que os que têm o poder escolha deixem de nos achar interessantes”, diz o relatório. “Bibliotecas não devem se tornar espaços estigmatizados usados apenas por aqueles que não têm opções. Nossa pesquisa sugere que há uma ampla oportunidade para que bibliotecas públicas continuem sendo bibliotecas enriquecidas com ofertas digitais”, conclui. O relatório será publicado oficialmente em outubro.

Por Natasha Onwuemezi | The Bookseller | 16/09/2015

Biblioteca digital de livros para crianças lusófonas


A dica veio de Sam Cyrus, blogueiro que morava em Portugal e, mesmo sem ser pai, acompanha o nosso trabalho no Mãe com Filhos. Trata-se de uma Biblioteca digital de livros para crianças com títulos em português, mas de versão lusitana. Depois das discussões do Acordo Ortográfico, que tal apresentarmos às nossas crianças uma forma diferente de usar nossa língua?

Segundo Fátima André do Revisitar a Educação, o site Biblioteca de Livros Digitais é um espaço interessante e com bons recursos para trabalhar com crianças, especialmente as que estão em fase pré-escolar e no ensino fundamental. Como ela mesma sugere, “excelentes viagens pelo mundo do imaginário e do conhecimento“.

A leitura e a descoberta de novos títulos é uma viagem que pode ser feita em família, aproveitando o final de semana ou mesmo os momentos do final do dia, antes do beijo de boa noite, fortalecendo laços e aproximando pais e filhos neste cotidiano tão corrido que vivemos.

Pequenos Leitores | 08/09/2015

Dorina Nowill lança biblioteca digital para cegos


A Dorinateca é uma biblioteca digital para cegos do Instituto Dorina Nowill. A novidade proporciona uma biblioteca sem fronteiras, com acesso facilitado e amplo a um acervo de livros nos formatos áudio e digital acessível Daisy, além de arquivos para impressão de publicações em braille. No site, todos os títulos e formatos acessíveis estarão disponíveis para download para as pessoas com deficiência visual, protegidos por um finger print, evitando a pirataria.

O acervo acessível da Fundação Dorina, disponibilizado em livros impressos em braille, em áudio ou digitais acessíveis gravados em CDs, continuará a ser produzido. Porém, a plataforma digital deve ampliar de forma significativa o acesso deste público a livros acessíveis em qualquer lugar que estejam. Para acessar a e usufruir do acervo, os requisitos são o cadastro na Dorinateca e o acesso à internet.

O projeto foi viabilizado pelo Ministério da Cultura e contou com o patrocínio dos Parceiros de Visão Cielo, Sanofi e Carrefour. Estas empresas acreditam que é necessário estimular o conhecimento e minimizar os preconceitos quanto às limitações da pessoa cega e ampliar suas ferramentas de acesso à cultura e à educação. A plataforma foi desenvolvida pela empresa Results.

Os livros poderão ser baixados, de forma autônoma e ágil, diretamente pela plataforma Dorinateca conforme o interesse e recurso desejado pelas pessoas com deficiência visual. É como ter uma prateleira de livros acessíveis em um ambiente virtual”, afirma Ana Paula Silva, coordenadora de acesso ao livro, da instituição. A profissional reforça que há ainda um acréscimo: “o acervo disponível apoiará na alfabetização por meio do braille, pois também disponibiliza arquivos apropriados para impressoras braille. Assim, reforçamos que os formatos de materiais acessíveis se somam e a tecnologia é utilizada como complemento e incentivo à leitura e à alfabetização”.

O projeto prevê que até o final de 2015, a biblioteca online conte com mais de 4400 títulos em formatos acessíveis. Além do acervo que a Fundação Dorina já possui, serão editados mais 100 novos títulos de literatura nacional, estrangeira e infanto-juvenil, best-sellers, conteúdos para concursos públicos e outros temas e, assim como todos os títulos que forem transcritos a partir de agora, serão adicionados à Dorinateca. Estes materiais poderão atender a milhares pessoas já cadastradas na instituição e poderão fazer a diferença na vida das mais de 6,5 milhões de pessoas que possuem alguma deficiência visual em todo o Brasil. As pessoas que enxergam terão acesso a títulos de domínio público e também poderão usufruir dessa ferramenta e ainda conhecer mais sobre os formatos acessíveis.

A Fundação Dorina acompanha o avanço tecnológico e busca atender as demandas das pessoas com deficiência visual. Este projeto é mais um recurso para facilitar que estes leitores possam seguir a tendência de consumo atual de conteúdo, que propõe que a informação esteja em qualquer lugar, a qualquer hora, e possa ser acessada rapidamente”, completa Ana Paula.

iMasters | 14/08/2015

Biblioteca Virtual da Fapesp completa 10 anos


Inaugurada em 2005, a Biblioteca Virtual do Centro de Documentação e Informação da FAPESP, reúne e torna disponível a informação referencial, de caráter público, sobre bolsas e auxílios à pesquisa concedidos pela Fundação, em todas as áreas do conhecimento.

A BV contribui para ampliar o acesso ao conhecimento científico e tecnológico, em nível nacional e internacional, por meio da divulgação das pesquisas financiadas pela Fundação, e para preservar e disseminar a memória institucional da FAPESP.
Para comemorar, um evento gratuito será realizado, com vagas limitadas. Veja no link abaixo.

Registre o seu interesse em participar do evento clicando aqui.

Blog do Galeno | Edição 409 – 31 de julho a 6 de agosto de 2015

CNJ abre sua Biblioteca Digital de Educação a Distância


A Biblioteca Digital de Educação a Distância do Conselho Nacional de Justiça é um espaço criado para compartilhar artigos, documentos acadêmicos [teses, dissertações e monografias], livros, manuais, notícias e palestras sobre temas de interesse dos órgãos do Poder Judiciário.

O objetivo da Biblioteca é ser mais um canal de disseminação do conhecimento, dando oportunidade para que os tribunais e escolas possam divulgar seus trabalhos e compartilhar suas experiências. No Portal da Biblioteca do CNJ [www.cnj.jus.br/sesap/ead/bibliotecadigital], é possível fazer o download dos arquivos e usá-los para colaborar com o aperfeiçoamento da educação a distância no Poder Judiciário.

A Biblioteca é construída de forma colaborativa; os interessados em participar deverão encaminhar os arquivos para o CNJ, em formato pdf, por e-mail ou gravado em CD e enviado pelo correio, endereçado à Seção de Seleção e Aperfeiçoamento, que fica no SEPN 514, Lote 7, Bloco B, em Brasília/DF – CEP: 70760-542.

O CNJ ficará responsável pela seleção e publicação dos arquivos, de acordo com critérios de relevância e oportunidade. As dúvidas poderão ser esclarecidas pelo endereço ead@cnj.jus.br.

JusBrasil | 14/07/2015

TJ de Alagoas terá biblioteca digital


Fonte: TJAL

Fonte: TJAL

O Tribunal de Justiça de Alagoas [TJ/AL] lança, no próximo dia 17, às 9h, biblioteca digital que vai possibilitar a magistrados e servidores o acesso a quase 350 livros, periódicos e vídeos da área jurídica, além de textos atualizados e integrais de todos os códigos brasileiros.

Será uma ferramenta totalmente web, que poderá ser acessada de qualquer lugar. O usuário não necessariamente precisa estar dentro da rede do Judiciário. Pode estar em casa, fora do Estado ou do país”, destacou o diretor de Tecnologia da Informação do TJ/AL, José Baptista Neto.

Ainda segundo o diretor, a biblioteca digital vai ampliar o acesso à informação e trazer mais segurança às pesquisas. “Atrás do conteúdo na internet é comum encontrar vírus e sites maliciosos que podem trazer insegurança ao computador ou mesmo ao sistema judicial do Tribunal. Com a centralização da biblioteca, se tornará desnecessária, muitas vezes, a consulta a sites que podem trazer esses problemas”, ressaltou.

Os conteúdos serão disponibilizados pela Editora Fórum Ltda., de Belo Horizonte/MG. O contrato com a empresa terá vigência de um ano e será assinado pelo presidente do TJ/AL, desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas, em solenidade no auditório do Pleno.

Logo depois, serão esclarecidas dúvidas e prestadas informações sobre o sistema. A forma de acesso se dará por login e senha, que serão enviados para os e-mails dos magistrados e servidores.

Alagoas 24 Horas | 07/07/2015

Faetec abre biblioteca virtual para os alunos do técnico


A Faetec [Fundação de Apoio à Escola Técnica] passou a oferecer aos seus alunos uma biblioteca virtual que permite acessar conteúdos acadêmicos e literários da instituição por meio de aparelhos celulares ou tablets. Para utilizar a plataforma – que necessita da instalação prévia de um aplicativo de leitor de QR Code [código de barras bidimensional] no equipamento eletrônico – basta aproximar o celular do conteúdo desejado que, em poucos segundos, o teor do material é transferido para o aparelho.

Todo o acervo da biblioteca virtual é exposto em um painel de QR Codes – localizado no espaço de convivência da unidade de Ensino Superior da Faetec, em Quintino –, que reúne as opções literárias de acordo com as áreas de conhecimento. São disponibilizadas obras de domínio público de diversos tipos, como artigos, best-sellers, revistas, documentários, material de Artes, Tecnologia da Informação e Computação Gráfica. “A biblioteca virtual é um meio facilitador de levar informação até a nova geração de alunos e também vai ganhando espaço na rotina de quem era acostumado ao modelo tradicional de pegar livro emprestado”, disse o presidente da Faetec, Wagner Victer.

O aluno João Marcus de Lemos Fernandes, de 18 anos, elogiou a acessibilidade na busca por conteúdos promovida pela plataforma. “A biblioteca virtual tem a vantagem de ser usada de qualquer lugar. E, diferente da física, não tem prazo para entrega de livro”.

Já o estudante Rômulo Tavares, de 21 anos, que colaborou na instalação do serviço, afirmou que, além de ajudar na complementação dos estudos, a iniciativa contribui para a preservação do ambiente. “É uma ideia pioneira, que deveria ser implantada em todas as unidades de ensino. A biblioteca virtual não impede o aluno de utilizar a biblioteca física. É um ganho a mais, servindo de complemento, e ainda com a função de reduzir o uso de papel”, disse Rômulo.

NetDiário | 29/06/2015

A um clique: sites possibilitam downloads gratuitos


Quando o assunto é livro, hoje não é mais preciso dar a desculpa de “não tenho mais espaço” ou “não tenho dinheiro”. Pela internet, não faltam portais que oferecem livros por meio de downloads gratuitos de maneira legal. São obras clássicas [que estão no domínio público] e livros acadêmicos, essenciais para pesquisadores e universitários.

Passeamos por alguns desses sites e montamos um roteiro de navegação, cheio de títulos interessantes. Que tal dar um upgrade em sua biblioteca virtual?

Por Cinthya Oliveira | Publicado originalmente em Hoje em Dia | 23/06/2015