Biblioteca Digital Mundial


A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura [Unesco] lançou na Internet a primeira “Biblioteca Digital Mundial”.

Nela estão disponíveis para o público de forma gratuita mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos.

Biblioteca Digital MundialDe acordo com o jornal La Nacion, o coordenador do projeto, Abdelaziz Abid, disse que “todos os documentos disponibilizados na Biblioteca Digital Mundial têm caráter patrimonial, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português”.

Acessibilidade e Navegabilidade

Para ter acesso a todo esse conteúdo, basta acessar o site www.wdl.org/pt. Os documentos estão disponibilizados divididos por grupos culturais. É possível viajar na história através de uma linha do tempo, basta mover o marcador.

A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravações, mapas, fotografias e ilustrações.

O Povo Online | 07/03/14

Criada pela Unesco, Biblioteca Digital Mundial disponibiliza documentos antigos na web


Na última segunda-feira [15/7], a ONU [Organização das Nações Unidas] anunciou que milhares de documentos em árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português já estão à disposição do público por meio da Biblioteca Digital Mundial (WDL, na sigla em inglês).

De acordo com a entidade, o projeto foi criado pela Unesco em parceria com outras 32 instituições. “Nosso acervo tem valor patrimonial, para ajudar a compreender melhor as culturas do mundo”, explica Abdelaziz Abid, coordenador da iniciativa.

A biblioteca inclui o Hyakumanto Darani (um documento japonês considerado o primeiro texto impresso da história), a Bíblia de Gutenberg e fotos antigas da América Latina. Cada um dos itens é acompanhado por uma breve explicação de seu conteúdo.

É possível realizar buscas por períodos históricos, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. Com 1.200 documentos, o acervo pode ser acessado gratuitamente.

Por Danubia Guimarães | Portal Imprensa | 16/07/2013

Biblioteca Digital Mundial reúne acervo histórico em sete idiomas


Biblioteca Digital MundialO primeiro texto impresso da história, trabalhos científicos árabes sobre o universo da álgebra, a Bíblia de Gutemberg e fotos antigas da América Latina. Esses são apenas alguns dos mais de mil documentos divulgados na Biblioteca Digital Mundial, um projeto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura [Unesco] e outras 32 instituições.

Através da página virtual, os internautas têm acesso a textos, fotos, mapas e gravuras em sete línguas: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. O acervo não tem publicações atuais. “Nosso acervo tem valor patrimonial, para ajudar a compreender melhor as culturas do mundo”, afirma o coordenador da ação, Abdelaziz Abid.

O acesso é gratuito. Entre os filtros disponíveis, é possível pesquisar por períodos, zonas geográficas, instituições e tipo de documento.

Visite o site: http://www.wdl.org/pt.

Portal EBC | 16/07/13

Biblioteca fica ao alcance de um clique


Se você nasceu antes da década de 90, suas pesquisas escolares não devem ter fugido muito desta rotina: o professor anunciava o tema – podia ser mitocôndrias, guerras púnicas ou triângulos equiláteros, não importava muito – e imediatamente tinha início uma corrida à biblioteca da escola. Se você não era o felizardo a chegar primeiro – e você nunca era -, o caminho era buscar as bibliotecas públicas. Era preciso procurar o título nas fichinhas em papel datilografadas, pedir o livro ao bibliotecário, torcer para a obra estar disponível e em bom estado, para só então começar a pesquisar para valer. Aí era encarar a fila para tirar “xerox” da parte que mais importava, ou copiar os trechos à mão.

A internet mudou tudo isso. Hoje, com um clique e sem sair de casa, é possível ter acesso a informações que antes levava dias para obter. A oferta de livros eletrônicos para computadores, tablets e smartphones cresce rapidamente, e na internet não faltam links para arquivos gratuitos de títulos de domínio público, que podem ser copiados ou impressos livremente. O que não mudou é o desejo humano de guardar todo o conhecimento disponível – ou, pelo menos, o que for possível disso – em um único lugar: a biblioteca.

A Unesco, braço de educação e cultura das Nações Unidas, uniu-se à Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para criar a Biblioteca Digital Mundial. A proposta é criar uma espécie de biblioteca das bibliotecas, juntando os acervos digitais das principais coleções ao redor do mundo.

A iniciativa é apenas uma das muitas em andamento. A Open Library, de origem americana, já tem 20 milhões de itens digitalizados, entre livros, textos etc. Outra fonte conhecida é o Projeto Gutenberg, cujo nome homenageia o criador da imprensa. A iniciativa reúne 40 mil livros em formato eletrônico em diversos idiomas.

No Brasil, a Biblioteca Nacional começou a digitalizar seu acervo em 2001. Hoje estão disponíveis em formato eletrônico 6 milhões de páginas. O projeto mais recente da Biblioteca Nacional é a Hemeroteca Digital, que reúne jornais, revistas e periódicos desde 1808, quando a imprensa foi criada no Brasil, até 2010.

O apelo crescente do texto digital, que pode ser visto em qualquer tela, coloca em dúvida qual será o papel da biblioteca tradicional no futuro. O receio é que elas sejam abandonadas em troca da conveniência das versões digitais.

Há, no entanto, visões mais otimistas desse fenômeno, pelas quais as coleções digitais são consideradas uma extensão e não um substituto dos acervos físicos. “A biblioteca tradicional ganha visibilidade com a digitalização“, diz Angela Bittencourt, coordenadora da Biblioteca Nacional Digital. “Uma pessoa que mora longe pode acessar o acervo a qualquer momento.

Há um antagonismo característico no conceito de biblioteca, que tem de cumprir a função de preservar uma obra e, ao mesmo tempo, colocá-la nas mãos dos leitores. O dilema é que quanto mais a obra é manuseada, mais difícil fica conservá-la, diz Angela. A digitalização ajuda a resolver esse problema ao manter a integridade da obra física – em especial livros raros – sem restringir o acesso do público.

Como toda técnica, no entanto, a digitalização também tem limites. Os direitos autorais são um dos principais fatores que restringem o processo. As bibliotecas podem até digitalizar seus acervos integralmente, mas só podem dar acesso eletrônico aos livros de domínio público ou obras das quais tenham obtido permissão prévia dos autores.

A questão dos direitos autorais levantou uma onda de críticas ao Google, anos atrás, quando a empresa iniciou uma campanha maciça para obter a aprovação de autores ao redor do mundo para digitalizar seus livros. O receio era que a companhia passasse a exercer uma importância exagerada no universo literário.

Uma alternativa para evitar esse tipo de problema, usada atualmente pelo Google Books Library Project, é dar acesso parcial a obras protegidas por direitos autorais.

A digitalização ajudou a reavivar até a Biblioteca de Alexandria, a mais célebre coleção de livros da história. Não se tem certeza de quando a biblioteca foi destruída, mas uma das teses é que navios incendiados da frota de Júlio Cesar atingiram o prédio acidentalmente. A rainha Cleópatra, que teria chorado ao ver a coleção em chamas, provavelmente aprovaria a nova versão digital, menos vulnerável a incêndios.

Por Gustavo Brigatto e João Luiz Rosa | Publicado originalmente em Valor Econômico | 18/09/2012 | Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A.

FBN tem mais 140 itens na Biblioteca Digital Mundial


A Fundação Biblioteca Nacional teve mais 140 itens de seu acervo digitalizados e incorporados à Biblioteca Digital Mundial, a World Digital Library, maior e mais ambiciosa biblioteca virtual do mundo. Todos os itens – fotografias de uma expedição científica e comercial russa à China, entre 1874 e 1875 – fazem parte de um álbum que integra a Coleção Thereza Christina Maia, doada à Biblioteca Nacional pelo imperador D. Pedro II. A Biblioteca Digital Mundial é formada por raridades de várias partes do mundo, englobando quase todas as civilizações e culturas. A FBN é uma das parceiras mais importantes do projeto, lançado em 2009. As fotos podem ser acessadas aqui.

Ascom FBN | 26/06/2012

Biblioteca Digital Mundial tem rico acervo de origem brasileira


Ciências Sociais, engenharia, tecnologia, costumes, etiqueta e folclore. Estas são apenas alguns das dos acervos da Biblioteca Nacional que estão disponíveis na Biblioteca Digital Mundial. A BN brasileira é uma das fundadoras e atual membro do Conselho Executivo do projeto, que é encabeçado pela Biblioteca do Congresso dos EUA e Unesco. São centenas de peças com detalhamento em português e outras seis línguas. Clique aqui para conhecer o acervo da BN Digital no site da Biblioteca Digital Mundial.

Boletim Fundação Biblioteca Nacional | 30/9/2011 20:31

Autoridades se reúnem para planejar ‘‘biblioteca mundial’’


Algumas das principais autoridades norte-americanas se reúnem a fim de elaborar uma biblioteca que seja totalmente gratuita, com todo o acervo digitalizado e abrangendo a maior parte do conhecimento produzido pela humanidade.

As universidades Harvard, Yale, a Biblioteca do Congresso Americano, Apple, Microsoft, Google participam do projeto, que dará origem a chamada Biblioteca Mundial. Ela deverá funcionar nos moldes da inciativa europeia “Europeana”, que possui 4,6 milhões de livros e obras de arte no acervo.

Para ouvir mais sobre o assunto, no programa Capital Humano, com Gilberto Dimenstein, clique aqui.

Portal Aprendiz / CBN | 11/04/2011

O Brasil na Biblioteca Mundial


Documento mais acessado do site que entrou no ar em abril de 2009 é da Fundação Biblioteca Nacional

É da Fundação Biblioteca Nacional o arquivo mais acessado na World Digital Library, projeto de digitalização de livros, manuscritos e acervos visuais e sonoros de bibliotecas de 55 países, relata a coluna Babel. Trata-se de um mapa da Espanha e de Portugal de 1810. Juntos, todos os documentos disponíveis tiveram 67 milhões de visualizações desde abril de 2009, quando o site entrou no ar.

O Estado de S. Paulo | 26/06/2010 | Raquel Cozer