Startup oferece soluções digitais para a Educação Superior


Editora Viva já tem soluções para Direito e, em breve, entrará nas áreas de Saúde e Finanças

Durante um ano, três baianos se debruçaram sobre o desafio de criar uma multiplataforma de educação superior que reunisse e-books, audiolivros e videoaulas nas áreas de Direito, Finanças e Saúde. O resultado acaba de ganhar corpo: a agregadora de conteúdos educacionais Editora Viva. O acesso pode ser feito via site ou via aplicativos na App Store e no Google Play. Um dos aplicativos já disponíveis é o Viva Direito ] para Apple e para Android], uma livraria jurídica digital, com conteúdos para estudantes de direito e para quem está se preparando para concursos públicos. Para o consumidor, funciona como uma livraria digital: ao fazer seu login, pode comprar e-books e acessar os livros digitais já comprados. O diferencial está nos conteúdos extras: vídeo aulas, notícias sobre o universo jurídico. Para Rico Néry, um dos sócios, a multiplataforma é voltada para um público ávido por consumo de informações e cada vez mais dependente de seus gadgets. “É preciso oferecer educação de qualidade dentro do universo digital”, defende. “Aplicativos não servem apenas para jogar ou conversar com amigos nas redes sociais. Eles também devem educar”, completa.

Para dar peso ao seu catálogo, os baianos fecharam parceria com provedores de materiais especializados, como a JusPodivm [líder no setor de vendas de material jurídico, com mais de 200 títulos publicados em 2014], a LTr, a Múltipla, o Instituto Baiano de Direito Processual e Penal [IBADPP] e a Freitas Bastos. Estendeu-se ainda para a área das finanças, fechando contrato com a AZ FuturaInvest [Azimut Group] para o desenvolvimento da sua segunda plataforma, a ClickInvest, que em breve será lançada no mercado.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 21/07/2015

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Nuvem de Livros chega à Espanha


A biblioteca digital tem como objetivo repetir o sucesso alcançado no Brasil, onde conta com mais de 2,5 milhões de assinantes e mais de 14.000 títulos disponíveis.

Madri | Nube de Libros, a versão em língua espanhola da biblioteca digital Nuvem de Livros lançada há dois anos no Brasil com mais de 14.000 títulos disponíveis e que inclui todo tipo de conteúdo on-line, chega hoje à Espanha. Esta plataforma é uma iniciativa empresarial do Grupo Gol, líder em inovação e em tecnologia móvel no Brasil, onde conta com o incrível número de dois milhões e meio de assinantes.

A biblioteca digital que desde hoje está disponível na Espanha reúne livros de todos os gêneros literários, audiolivros, games educativos e notícias, em tempo real, sobre arte, cultura e economia produzidas em mais de 160 países pelas agências de notícias EFE e AFP [France Press].

Diferentemente das livrarias digitais já existentes, Nube de Libros se destaca por ser uma biblioteca de referência ao oferecer um catálogo rigoroso, amplo e plural. Portanto, inclui os clássicos da literatura, obras das mais relevantes editoras espanholas e do resto do mundo e importantes conteúdos da Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes.

Além de poder acessar a Nube de Libros através da sua web e do seu App –disponível em Android e iOS–, na Espanha o seu serviço está disponível para os clientes da Orange, uma das mais importantes operadoras de telefonia móvel da Europa, que poderão disfrutar da vantagem de pagar o serviço através da sua conta.

Títulos relevantes e pertinentes

A Nube de Libros nasce com a filosofia clara de oferecer aos usuários conteúdos pertinentes e de valor comprovado. Para tanto, o processo de seleção da plataforma, exigente e rigoroso, é liderado por uma equipe de prestigiados curadores que identificam e escolhem, com rigor, os melhores e mais relevantes conteúdos. Entre eles está Antônio Torres, ilustre escritor brasileiro, e Arnaldo Niskier, reconhecido educador; ambos são membros da Academia Brasileira de Letras. Para a versão em espanhol da Nube de Libros, o Grupo Gol conta com o apoio e colaboração da Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes.

Depois do sucesso alcançado no Brasil, a Nube de Libros chega à Espanha com 3.000 referências bibliográficas iniciais como primeiro passo da sua internacionalização e lançamento nos demais países de língua espanhola. A intenção, segundo Jonas Suassuna, presidente do Grupo Gol, é romper fronteiras e materializar, de maneira determinada, o compromisso de socializar o acesso ao conhecimento de forma responsável: “Nube de Libros chega à Espanha com o firme compromisso de romper fronteiras, universalizar o conhecimento e disponibilizar a todas as pessoas conteúdo ilimitado de qualidade selecionado com rigor e critério”.

Grande oportunidade para os editores espanhóis

Essa biblioteca digital oferece uma grande oportunidade para os editores, visto que desenvolve um novo modelo de negócio que se baseia na concessão de licenças de acesso através da cobrança mensal e que contempla a divisão da receita em regime pro-rata. O Grupo Gol constituiu há 3 anos a sua unidade de negócio na Espanha.

Alguns renomados editores espanhóis já fazem parte da versão brasileira da plataforma, como Nowtilus, Siruela, Susaeta, DK, Nórdica, Roca Editorial, Internet Academi, UNED, Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, Geointeractiva e Elesapiens, entre outras. Segundo Santos Rodríguez, fundador da Ediciones Nowtilus, “nossa empresa foi, com muito orgulho, a editora espanhola pioneira na Nuvem de Livros. Desde o começo, a Nuvem de Livros nos surpreendeu pela excepcional divulgação e o alto nível de aceitação dos livros da nossa editora. Sem dúvida, trata-se de um modelo de negócio muito bem-sucedido, que impressiona pelos resultados.”

Por sua vez, Manuel Bravo, diretor geral da Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, quis salientar: “Nube de Libros é uma biblioteca virtual fantástica que reúne o mundo do conhecimento em uma plataforma moderna e versátil”.

A nova biblioteca digital, Nube de Libros, pode ser acessada através da Orange, da sua página web www.nubedelibros.com e do seu App disponível no Google Play e App Store, e tem um custo de assinatura de 3,99 euros, IVA incluído, por mês.

Sobre o Grupo Gol e a Nube de Libros

O Grupo Gol é o editor da Nube de Libros, empresa brasileira fundada por Jonas Suassuna especializada em serviços e conteúdos móveis. A Nube de Libros no Brasil foi lançada em outubro de 2011 como Serviço de Valor Agregado da VIVO [Telefônica] e desde então conseguiu se situar como a biblioteca online líder da América Latina com 2,5 milhões de assinantes hoje.

A Nube de Libros oferece títulos para todas as idades, obras literárias clássicas, ensaios, atlas, enciclopédias, dicionários, materiais didáticos, livros em áudio, vídeos, cursos, notícias sobre arte e cultura e meio-ambiente, teleaulas e muito mais.

Alguns dos editores espanhóis que fazem parte da Nube de Libros são Nowtilus, Siruela, Susaeta, DK, Nórdica, Roca Editorial, Internet Academi, UNED, Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, Geointeractiva e Elesapiens, entre outras.

“Nuvem de Livros” abre biblioteca virtual e “democrática” na Espanha


Democrática, plural e muito responsável. Assim define a “Nuvem de Livros” o criador do projeto, Jonas Suassuna, que após conseguir 2,5 milhões de assinantes para 14 mil títulos no Brasil, desembarca nesta quarta-feira na Espanha com uma biblioteca virtual “rigorosa e ampla” a 3,99 euros por assinatura, metade do valor habitual.

Suassuna, presidente de Grupo Gol, apresentou hoje em Madri junto com o executivo-chefe da plataforma, Roberto Bahiense, e o diretor-geral da Fundação Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, Manuel Bravo, um projeto que, afirmou, terá versões em francês e inglês, além de português e espanhol.

A ideia de Suassuna, segundo o próprio, é de que a plataforma, que oferece títulos de todos os gêneros, de romance a atlas, jogos educativos e notícias em tempo real, produzidas em mais de 160 países pelas agências Efe e France Press, seja neste mesmo ano uma realidade também em Portugal, México, Chile, Peru, Argentina “e a parte espanhola” dos Estados Unidos.

Ao contrário de outras bibliotecas digitais, a “Nuvem de livros” oferece um catálogo “rigoroso e amplo”, que inclui clássicos da literatura e conteúdos da Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, que por enquanto abriga 420.000 títulos.

Na Espanha, onde começará funcionando com suporte da operadora de telefonia móvel Orange, já oferece 3.000 referências bibliográficas, selecionadas “com rigor e critério” por editores e “curadores”, sem “aceitar conteúdos publicitários”, explicou o presidente do Grupo Gol.

Quando comecei com esta ideia, nem meu cachorro acreditava nela. É preciso dizer que o Brasil tem o mesmo número de livrarias que Buenos Aires, ou seja, um país com muito baixa capacidade de leitura. Me diziam que estava louco, e quando há três anos nos estabelecemos na Espanha, me perguntaram ‘como você vai para um país em crise?’. ‘Porque os brasileiros amamos as crises’, respondia“.

Suassuna optou pela Espanha – “onde estão os melhores editores do mundo” – como segunda nação de desenvolvimento de seu projeto porque o país “é encantador” e queria que fosse “a central de operações para a Europa”. Além disso, afirmou estar “muito satisfeito” com o trabalho desenvolvido até agora, com o “grande” apoio de empresas como a Agência Efe, ressaltou.

O criador do projeto reiterou que apesar de os internautas terem que pagar para acessar a Nuvem de Livros, o valor “é muito pequeno, a metade do que a concorrência cobra e em relação ao muito que oferece”, uma biblioteca “pertinente e próxima”.

Os conteúdos podem ser acessados por meio da Orange – com a possibilidade de pagar o serviço pela conta de telefone – pelo site “www.nubedelibros.com” ou um aplicativo próprio [disponível para Android e iOS no Google Play e na App Store], e durante os primeiros 30 dias poderão ser testados gratuitamente.

O Grupo Gol também tem o plano de expandir sua “Nuvem do Jornaleiro”, que no Brasil já oferece 300 publicações e as notícias de EFE, AP, AFP e BBC, que fazem de tablets e celulares o “suporte frenético da leitura de notícias”, uma ferramenta que começará a funcionar em seis meses na Espanha.

Já Roberto Bahiense lembrou que, como diz Umberto Eco, a internet é “perigosa para o ignorante e útil para o sábio”, “um mundo selvagem” que pode “fazer mal” se não for hierarquizado e organizado.

A Nuvem de Livros, disse, se insere na tradição que goza “do silêncio absoluto dos templos”, nos quais reinam “os deuses das palavras”, ou seja, as bibliotecas, “mas sem sua segunda parte”, “tecas”.

“É preciso deconstruir respeitosamente esse sufixo e deixar de considerar ‘teké’, em seu significado de depósito, de caixa. As bibliotecas físicas se transformarão em espaços simbólicos”, previu Bahiense, seguro de que o futuro passará por “uma assembleia de usuários do conhecimento estejam onde estiverem”.

Após sua experiência no Brasil, acrescentou, o desafio da Nuvem é “oferecer a uma sociedade culturalmente rica e exigente como a Espanha uma biblioteca responsável, contemporânea e atrativa que atenda as exigências de uma sociedade mais madura”.

Manuel Bravo, por sua vez, lembrou que a Fundação Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes começou a colaborar com o Grupo Gol em 2013 e que, desde então, as duas entidades desenvolveram “um projeto muito complementar” que terá, segundo ele, “um grande sucesso na Espanha e na região ibero-americana” por seu “excelente catálogo”.

Da Nuvem de Livros fazem parte índices das editoras Nowtilus, Siruela, Susaeta, DK, Nórdica, Roca Editorial, Internet Academi, UNED, Geointeractiva e Elesapiens, entre outras.

Por Agência EFE | Publicado originalmente por Info Online | 21/01/2015

Pequenos editores e autores aprendem a desbravar terreno do livro digital


O paulistano Ricardo Lísias recentemente protagonizou um feito que ganhou grande repercussão no mundo dos livros. Sua ficção “Delegado Tobias”, publicada em quatro volumes, no formato e-book, conseguiu estar entre os mais vendidos em lojas virtuais como a Apple Store, Amazon, Livraria Cultura, figurando num ranking até então dominado pelos best-sellers internacionais.

Primeiro da série inaugurada dentro do selo Formas Breves, editado pelo escritor Carlos Henrique Schroeder, o caso se soma a outros que conquistaram projeção semelhante, como os contos “A Otária”, de Marcia Tiburi, e “Um Mistério nos Electric Lady Studios”, de Cadão Volpato, também localizados entre os dez mais adquiridos nas listas da Amazon.

Lançadas ao preço de R$ 1,99, as narrativas chamam atenção para as possibilidades de alcance de um formato que no Brasil ainda engatinha, mas vem sendo explorado de maneira criativa por autores e pequenas editoras.

Embora ainda represente algo entre 5% e 7% do mercado editorial brasileiro, o nicho tem mostrado o seu potencial de revelar o trabalho de novos autores, de facilitar o acesso aos escritos de nomes mais conhecidos, além de recolocar em circulação obras que se encontram fora de catálogo. Schroeder nota nesse aspecto uma contribuição para o fortalecimento da diversidade literária.

O e-book abre grande vantagem na democratização do acesso e da construção de uma cultura que luta pela defesa da bibliodiversidade. Com o Formas Breves, por exemplo, nós nos baseamos na dinâmica de apresentar contos de autores jovens e consagrados. Estamos buscando um caminho nessa mistura”, observa o editor.

Entusiasmado com o impacto de “Delegado Tobias”, Lísias ressalta a versatilidade do e-book, capaz de inaugurar formas contemporâneas de escrita. Na confecção dessa trama policial, ele incorporou o uso das redes socais não apenas como espaço de divulgação do que estava fazendo, mas como estratégia para criar uma espécie de narrativa expandida.

Esse projeto, especialmente, se tornou algo além de um título dividido em fascículos. Ele teve uma dimensão externa que se acoplou ao texto, mantendo interação constante com os leitores. Antes de fazer o primeiro volume, eu estudei um pouco sobre as vendas de e-books, sobre alguns defeitos comuns nesse produto e brinquei com isso, colocando, inclusive, algumas páginas que paravam na metade”, diz Lísias.

Para ele, essa foi uma forma de lidar com a própria linguagem do meio. “Eu joguei com algumas características, mas certamente ainda há muito o que experimentar, principalmente em relação aos aspectos formais do gênero”, acrescenta.

Schneider Carpeggiani, editor do “Suplemento Literário” de Pernambuco, também acredita no desenvolvimento dos e-books. Fundador da editora digital Cesárea, ao lado da designer Jaíne Cintra, desde o ano passado ele vem publicando textos difíceis de serem encontrados atualmente.

São exemplos o livro “Essa Angústia Louca de Partir”, o primeiro do chileno Pedro Lemebel a sair no país; “Aspades ETS etc”, de Fernando Monteiro”, e “Maçã Agreste”, de Raimundo Carrero. A versão impressa dos dois últimos, inclusive, não se acha nas livrarias. “Isso faz parte de um projeto de experimentação que nós estamos fazendo. Neste ano lançamos cinco livros e estamos já pensando nos que vamos produzir no próximo ano”, observa Schneider Carpeggiani, que frisa ser necessário entender melhor o papel do e-book.

Ele me parece um balão de ensaio, com vários resultados possíveis, mas alguns setores não parecem ainda saber lidar muito bem com esse formato. Um ponto que ainda merece ser analisado é a questão do preço que se pratica hoje aqui. Muitos acham que a diferença de cerca de 20% no valor do título impresso e do mesmo à venda em e-book é muito pouca pela economia com custos de impressão e distribuição que se consegue ao trabalhar com o digital”, comenta Carpeggiani.

Publicado originalmente em O Tempo | 16/11/2014

iOS 8 vai permitir o compartilhamento de eBooks 


iBookstoreA Apple apresentou na última segunda-feira [2] a sua maior novidade desde o lançamento da App Store. O iOS8 oferece uma interface mais simples, rápida e intuitiva, com mais facilidades por meio de seus dispositivos, novos recursos de compartilhamento de mensagens de voz, vídeo ou fotografia e até um novo aplicativo de saúde que dá uma visão clara sobre o estado de saúde do usuário. O iOS 8 apresenta ainda o Compartilhamento Familiar. Até seis membros da mesma família vão poder compartilhar compras e downloads feitos no iTunes, iBooks ou App Store.

Digital Book World | 02/06/2014

Dois hambúrgueres e um eBook, por favor


McDonald´s dá acesso gratuito a e-books a seus clientes

Depois de distribuir livros físicos aos seus clientes, o McDonalds inicia nova campanha, agora com e-books. Clientes – ou não – da rede podem acessar gratuitamente livros digitais interativos pelowww.happystudio.com, a plataforma de jogos e interação digital com os pequenos. Os livros – por enquanto três títulos – foram produzidos pela Dorling Kindersley, da Penguin Random House e trazem temas como as estrelas e os planetas, as maravilhas da natureza e as mais espetaculares cidades do mundo. Os pequenos podem ainda criar seus próprios livros com opções de selecionar, arrastar e inserir elementos como palavras e imagens. Os livros podem ser lidos direto no computador ou baixando os aplicativos para as versões mobile disponíveis na AppleStore e no Google Play.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 06/05/2014 |

Aplicativo de leitura Medium é lançado para iOS


O site de leitura Medium acabou de lançar um aplicativo na App Store onde reúne e facilita a integração do usuário com a proposta da empresa, que é exatamente fazer com que as pessoas se “escutem”. Basicamente, o que site faz é amplificar a visibilidade das suas histórias, aquelas que são publicadas no Tumblr ou no Wordpress?, as vezes.

O site reúne e concentra-se em histórias escritas por usuários comuns, a maioria delas como sendo apenas rascunhos ou histórias prontas, todas elas divididas por tópicos, para facilitar na busca e identidade do leitor. Você sabe que se passar a publicar algumas coisas no Tumblr ou no WordPress, por exemplo, possivelmente ninguém verá se você não souber administrar direito ou divulgar, já no Medium não, ele possui muitos usuários que leem e seguem outros.

O aplicativo, para quem gosta de ler textos caseiros e bem escritos – a grande maioria em inglês -, serve para aqueles que costumam sair da rotina e procurar algo mais relaxante, para ler, nada que o faça se sentir na obrigação. São apenas textos escritos por usuários que também leem outros textos dentro da rede social. Ponto.

Você pode escolher quais seções irá seguir e pode acompanhar os textos dela diariamente, mas o grande problema é que o aplicativo não tem um recurso de pesquisa e tampouco divisão por listas, para, por exemplo, eliminar alguns itens que você não quer ler. Mas isto eles podem adicionar nas próximas atualizações.

Você pode baixar o aplicativo Medium? gratuitamente na App Store.

Tudo Celular | 21/03/14

Aplicativo para iPhone oferece leitura de 100 mil livros com assinatura mensal


O aplicativo Oyster

O aplicativo Oyster

Um aplicativo chamado Oyster chegou nesta semana à App Store. Com uma assinatura de US$ 9,95 ao mês, o serviço oferece 100 mil livros para leitura. O programa funciona como uma biblioteca virtual nos moldes da Netflix, que faz isso com filme e série.

Criado em apenas um ano, o serviço oferece títulos das editoras HarperCollins, Houghton Mifflin Harcout, Workman e da gigante Smashwords. O uso é simples: basta pesquisar o livro que você busca, selecioná-lo e abri-lo. O Oyster pode ser configurado para compartilhar o que você está lendo e há sugestões de leituras baseadas no seu interesse, como acontece também com o Netflix.

Atualmente, as pessoas compram livros da mesma forma que compram lâmpadas, liquidificadores e facas de cozinha”, afirma a equipe da empresa em seu blog oficial. “O processo de encontrar o seu próximo livro é muito diferente do de comprar uma faca, e deve ser tratado dessa forma.

Nos testes do CanalTech, foi possível baixar o aplicativo usando uma conta Apple americana, no entanto, os livros estão disponíveis apenas em inglês. O Oyster ainda não tem uma versão para iPad, mas ela deve ser lançada em breve.

Os fundadores do Oyster. Eric Stromberg, Andrew Brown e Willem Van Lancker não quiseram revelar como a empresa paga as editoras pela disponibilização dos conteúdos. Por exemplo, o Netflix paga uma licença de uso, enquanto o serviço de música por streaming Spotify, que ainda não funciona no Brasil, paga os autores cada vez que uma faixa é tocada.

O lançamento do serviço é um reflexo do crescimento mundial do mercado de eBooks, devido ao lançamento de plataformas como Kindle e iPad. Segundo o jornal Washintong Post, o total de vendas de livros digitais chegou a US$ 3 bilhões em 2012. Com disso, no ano passado, esse setor teve um crescimento recorde de 134%.

A Forbes acredita que em breve as lojas que vendem livros digitais, como Amazon, iTunes Store e Google Play, irão adotar o modelo de assinatura mensal, em vez de vender produtos individualmente. Stromberg diz que isso está “fora de suas mãos”, mas enquanto as gigantes comercializam diversos conteúdos, Van Lancker indica o que parece ser sua vantagem nesse mercado: “Nosso foco é nos livros, nos dedicamos exclusivamente a eles“, afirma.

Stromberg diz ainda que optou pela plataforma móvel por que o smartphone está sempre com você. “Adoraríamos ver um mundo que quando você está 20 minutos adiantado para um café ou quando você está no metrô você encontra um ótimo livro e começa a lê-lo”, declarou.

Para abrir o negócio, a startup de Nova York arrecadou um investimento total de US$ 3 milhões no Founders Fund.

Canal Tech | 06/09/13

CURSO | A Revolução dos Livros Digitais


Escola do Escritor

Muito se tem estudado sobre a atuação de empresas como Google, Kobo, Apple e Amazon no Brasil. As plataformas que esses players oferecem podem estar mais próximas do alcance das editoras, e do autor, do que possa imaginar. Mas ainda é preciso preparar-se para um novo cenário no mercado editorial.

Pensando em desmistificar um tema aparentemente complicado, a Escola do Escritor desenvolveu um curso especialmente para autores e profissionais que desejam compreender mais sobre esse novo meio de edição e publicação dos livros.

Venha aprender como a sua obra pode estar ao mesmo tempo em diversas mídias e porque o livro se tornou alvo das maiores empresas de tecnologia do mundo e, portanto, o artefato cultural mais influente da História.

O CONTEÚDO

• O que é um Livro Digital
• A História dos Livros Digitais no Brasil e no Mundo
• A Cadeia Produtiva do Livro Antes e Depois dos eBooks
• A Questão dos Hardwares [smartphones, tablets, e-readers, etc.]
• A Questão dos Softwares [Android, iOS, Windows Phone, etc.]
• A Questão dos Formatos [PDF, ePub, HTML5 e o livro-aplicativo ou enhanced books]
• A Questão da Conversão, Digitalização e Produção dos eBooks
• A Gestão de Catálogo e Conteúdo [Publicação, comercialização e distribuição dos livros digitais.]
• A Gestão dos Direitos Autorais

QUEM PODE SE BENEFICIAR DO CURSO

O curso se destina a todos os interessados em livros eletrônicos; profissionais da cadeira produtiva da indústria editorial brasileira, desde os que atuam na produção e na área editorial quanto os profissionais que atuam nas vendas, comercialização e marketing dos livros. Incluindo profissionais que atuam dentro das editoras, das livrarias, distribuidoras, bibliotecas etc.

SOBRE O PROFESSOR

Ednei Procópio, um dos maiores especialista em livros digitais do País, junta arte e tecnologia em um curso inspirador, voltado para quem gosta das histórias por trás da História; mas também para quem pretende entrar na Era Digital através dos livros.

ANOTE NA SUA AGENDA

Dia: 13 de Julho de 2013, sábado
Carga horária: 6 horas
Horário: Das 9h00 às 15h00
20 vagas | Valor único: R$ 170,00

INSCRIÇÕES

Escola do Escritor
Rua Deputado Lacerda Franco, 253 | Pinheiros
Metrô Faria Lima – Saída Teodoro Sampaio
escoladoescritor@escoladoescritor.com.br
Telefone: [11] 3032-8300

Apple é multada na China por vender livros pirateados na App Store


XANGAI | Um tribunal chinês multou a Apple em 1 milhão de iuanes [160,4 mil dólares] por aplicativos na App Store venderem livros digitais [ebooks] pirateados, afirmou nesta sexta-feira a agência de notícias oficial Xinhua.

A Apple terá que indenizar oito escritores chineses e duas companhias por violar direitos autorais, segundo a Xinhua.

Um grupo de escritores chineses entrou com uma ação contra a Apple neste ano alegando que aplicativos na App Store vendiam ebooks sem autorização. Os oito autores exigiam 10 milhões de iuanes em indenização.

Estamos desapontados com a decisão. Alguns dos autores que mais vendem na China vão receber somente 7 mil iuanes. A decisão estimula a pirataria“, disse à Reuters o representante do grupo, Bei Zhicheng.

A Apple afirmou em comunicado que “leva muito a sério” a questão de infração de direitos autorais.

Estamos sempre refinando nosso serviço para ajudar os autores a proteger seus direitos“, afirmou a porta-voz da empresa norte-americana Carolyn Wu.

Por Melanie Lee | Reuters | 28/12/2012, às 08h00

Leitora não consegue ler eBook com aplicativo oferecido pela Saraiva


A advogada Renata Fanuchi Bastos afirma que não consegue ler um livro digital comprado na Saraiva utilizando o leitor que a empresa disponibiliza na sua App Store.

Ela conta que comprou o livro no dia 2 de março e que, a partir do dia 22 de setembro, não conseguiu mais acessá-lo.

Contatada por mensagem eletrônica, a empresa não se manifestou no prazo determinado. Passados alguns dias, pediu para que a cliente alterasse a sua senha no sistema.

Resultado: não consigo acessar nenhum dos meus livros arquivados. O que já estava ruim, piorou“, reclama.

RESPOSTA

A Saraiva informa que, para solucionar o problema, a cliente precisa excluir o e-book, atualizar a lista de títulos disponíveis para download e baixar novamente o livro.

Folha de S.Paulo | 08/10/2012 – 07h00

Ao encontro do que leitores preferem, ‘NYT’ adota HTML5


O “New York Times” lançou ontem um aplicativo para tablets baseado na web, no padrão HTML5. Descrito como “experimental” e com serviços restritos, o app vai na contramão da estratégia do jornal até então, de desenvolver versões específicas para iPhone e iPad, da Apple, Android, do Google, e Windows Phone, da Microsoft.

O aplicativo está disponível diretamente no endereço app.nytimes.com, desde ontem, só para assinantes.

O jornal nega, mas a decisão foi recebida como primeiro passo para seu afastamento das grandes empresas de tecnologia, que cobram até 30% para vender os apps em suas lojas on-line.

Mais precisamente, poderia levar ao rompimento com a Apple. “O ‘NYT’ não tem planos de remover” seu aplicativo da App Store, prometeu o jornal, em nota.

No ano passado, o “Financial Times” também lançou um web app e, logo em seguida, retirou da App Store seu aplicativo em iOS, o sistema da Apple. O jornal financeiro britânico vem servindo de modelo para o “NYT” em ações no ambiente on-line, como a adoção de um “paywall” [muro de pagamento] poroso, para as assinaturas on-line.

Além do “FT”, o “Boston Globe”, que é do próprio “NYT”, apostou num web app no ano passado. Também a Folha desenvolveu seu aplicativo no padrão HTML5, lançado no final de 2011.

De início limitado ao browser para tablets da própria Apple, o Safari, o web app do “NYT” vai ganhar uma versão para o Chrome, do Google, “brevemente”, segundo a editora de plataformas emergentes, Fiona Spruill.

PREFERÊNCIA PELA WEB

O analista de mídia Joshua Benton, diretor do Nieman Journalism Lab, da Universidade Harvard, anota que o anúncio vem no rastro de um distanciamento entre a Apple e o jornal -devido a uma série de reportagens sobre as más condições de trabalho nas fábricas dos aparelhos da empresa na China.

Benton também relaciona o lançamento do aplicativo baseado na web, que o próprio “NYT” admite ter corrido para lançar, com um estudo do instituto Pew que mostrou anteontem que os consumidores de notícias em aparelhos móveis usam mais o acesso direto pela internet do que os aplicativos, na proporção de dois para um.

E o movimento é crescente, segundo o levantamento, realizado junto com a revista “The Economist”. No caso de tablets, 60% dos 9.500 adultos americanos ouvidos pela pesquisa disseram usar browser para acessar notícias, ante 40% no ano passado.

O estudo também identificou uma mudança no perfil dos tablets no país. O iPad, da Apple, que respondia por 81% dos aparelhos um ano atrás, caiu para 52%. Os tablets no sistema Android atingem agora 48%, sendo que o Kindle Fire, da Amazon, responde por quase metade – e 21% do total.

POR NELSON DE SÁ, DE SÃO PAULO | Clipado de Folha de S.Paulo | 03/10/2012, às 05h30

Pai e filho lançam aplicativo para editoras


Ferramenta concentra promoções, informações sobre o catálogo e todo o conteúdo divulgado em redes sociais

Pai e filho uniram experiências profissionais para lançar uma nova ferramenta de marketing voltada a editoras. O consultor Gerson Ramos, da VivodeLivro, ex-diretor comercial da distribuidora Superpedido, e seu filho Vinicius Prado Ramos, diretor comercial da agência Stock Interativo, desenvolveram o iLeitor, aplicativo que cada editora pode customizar com seu conteúdo.

A ideia é que o “app” seja baixado pelos leitores e ofereça promoções, apresente informações sobre o catálogo e concentre todo o conteúdo produzido pelas editoras em redes sociais, blogs e sites. O primeiro aplicativo criado na parceria entre a Stock Interativo e a VivodeLivro é da Rai Editora, já disponível para donwload na Google Play e, em cerca de duas semanas, também na Apple Store.

Um dos pontos altos da ferramenta, segundo Gerson, é a possibilidade de a editora listar as livrarias parceiras e criar promoções específicas para os leitores que baixaram o aplicativo – o próprio iLeitor gera um cupom que garante um desconto nas lojas especificadas pela editora. Outra possibilidade é notificar os leitores sobre eventos, novidades e ofertas por meio de “pushs” enviados pelo aplicativo.

O lançamento da ferramenta visa a Bienal do Livro de São Paulo, que começa no dia 9. Até lá, Gerson e Vinicius projetam ter cerca de dez editoras usando o aplicativo. Segundo eles, livrarias e mesmo autores também podem adquirir a ferramenta, como forma de ter um canal centralizado de comunicação com o leitor.

Desenvolver um app próprio não sai por menos de R$ 20 mil. Nós conseguimos criar uma solução que custa uma fração desse valor”, afirma Gerson. Para cada cliente, a Stock Interativo customiza a ferramenta, e a VivodeLivro entra com uma espécie de consultoria sobre como potencializar o uso do app.

Há inúmeras possibilidades de uso do aplicativo, com o objetivo de criar uma interação com o leitor e também com os parceiros de varejo, estimulando o boca a boca e a visibilidade nas redes sociais”, afirma Vinicius. Os detalhes sobre as vantagens de ter um aplicativo estão em uma apresentação criada pela Stock Interativo – clique aqui para ver. Mais informações podem ser conseguidas pelo e-mail contato@stockinterativo.com.br.

PublishNews | 04/07/2012

Autêntica investe em tecnologia digital


Editoras do grupo estudam novos modelos de negócio para o mercado do livro

Próximo de completar 15 anos de atividades, o Grupo Editorial Autêntica decidiu investir em e-book. Integrado pelas editoras Autêntica, Gutenberg e Nemo, o grupo atua em diferentes áreas, como Ciências Humanas e de literatura infantil e juvenil, títulos diversificados e plurais, além de quadrinhos. Os primeiros passos foram ainda experimentais, ao disponibilizar títulos esgotados no formato e-book para download gratuito em seu site. Foram 13 títulos, que contabilizaram mais de 15 mil downloads em pouco mais de 24 meses. Também em caráter experimental, o grupo lançou livros infantis como aplicativo para iPhone, iTouch e iPad na AppStore, nos idiomas inglês, francês e espanhol, além do português.

Nessa busca por novos modelos de negócios, já está programada para este ano a conversão de pelo menos 50% do catálogo no formato PDF e EPUB, mais apropriado para leitores como celulares, tablets e outros. A expectativa é que o preço seja por volta de 20% menor que a versão impressa. Também está sendo estudado o desmembramento de livros para venda por capítulos, o que torna o livro mais acessível a estudantes e pesquisadores.

Mas a prioridade do grupo mesmo é a internacionalização do catálogo de autores nacionais, para comercialização em outros idiomas. Para tanto, estão sendo negociados e fechados contratos com os principais players que operam no Brasil, incluindo outros que ainda devem iniciar suas operações no país. Outros projetos incluem o enriquecimento do conteúdo de livros com vídeos e games, ou crossmedia, como é designado o processo de distribuição de serviços, produtos e experiências por meio das diversas mídias e plataformas de comunicação existentes no mundo digital e offline.

PublishNews | 18/04/2012

Apple rejeita acusação de fixação de preço em eBooks


A Apple rejeitou acusações do Departamento de Justiça dos EUA de que a empresa agiu com editoras na fixação de preços de e-books (livros eletrônicos). A companhia afirmou que as acusações “simplesmente não são verdadeiras“.

O governo americano processou a Apple e cinco editoras, afirmando que as empresas conspiraram para fixar preços dos e-books. O governo acertou acordos com três das editoras que podem levar a edições mais baratas para os consumidores.

Em email enviado à Reuters, o porta-voz da Apple Tom Neumayr confirmou a posição da companhia, publicada inicialmente pelo “Wall Street Journal”.

O lançamento da iBookstore em 2010 incentivou a inovação e a competição, quebrando o monopólio da Amazon sobre a indústria editorial“, disse Natalie Kerris, porta-voz da Apple, ao jornal.

Kerris defendeu a atual estrutura de definição de preços como um paralelo à lojas de software da Apple.

Assim como permitimos que os desenvolvedores definam preços na App Store, as editoras definiram seus preços na iBookstore“, afirmou.

DA REUTERS | 13/04/2012 – 10h48

CURSO | O Livro como Mídia Digital


Ednei Procópio

As emergentes mídias digitais estão influenciando diretamente no concorrido tempo dos consumidores modernos e transformando o hábito de leitura em todo o mundo. O livro não é mais lido apenas no papel. Ele está também onipresente em uma miríade de suportes suspensos e em uma diversidade de aparelhos tecnológicos, móveis e de comunicação.

E uma série de meios é o que está transformando definitivamente a realidade dos livros, jornais e revistas através de uma convergência digital e cultural sem precedentes.

O objetivo do curso “O Livro como Mídia Digital” é fazer um review de todo o mercado editorial convencional presente, frente às transformações das mídias digitais, do ponto de vista exclusivamente dos negócios ou da atualização enquanto profissional.

CONTEÚDO DO CURSO

  • O que é um livro digital
  • A questão os dos hardwares | Smartphones, netbooks, tablets [iPad, Xoom, Galaxy, etc.] e e-reader devices [Sony Reader, Kindle, Nook, etc.].
  • A questão os dos softwares | Sistemas Android, iOS, etc. | Digital Rights Management | Aplicativos
  • A questão do conteúdo | Formatos: PDF, ePub e HTML5 | Conversão, digitalização e produção
  • Plataformas e eBookStores | Modelos de negócios
  • Números do mercado e entraves
  • A cadeia produtiva do livro antes e depois dos eBooks

A QUEM SE DESTINA O CURSO

O curso se destina a todos os interessados em livros digitais; profissionais da cadeira produtiva da indústria editorial brasileira, desde os que atuam na produção e na área editorial quanto os profissionais que atuam nas vendas, comercialização e marketing dos livros. Isto inclui os profissionais que atuam dentro das editoras, das livrarias, distribuidoras, bibliotecas etc.

ANOTE NA SUA AGENDA A DATA DO CURSO

Dia: 3 de março de 2012, sábado.
Horário: 9h00 às 13h00
Valor único: R$ 130,00
Docente: Ednei Procópio, especialista em livros digitais.

ONDE

Escola do Escritor
Rua Mourato Coelho, 393 conjunto 1 |esquina com Rua Teodoro Sampaio
CEP 05417-010 – Bairro de Pinheiros, São Paulo, SP.
Telefone: [11] 3034.2981
www.escoladoescritor.com.br

Grandes empresas lançam aplicativos em HTML5


Na semana passada, a loja on-line Amazon, o serviço de música Grooveshark e a revista “The Economist” lançaram aplicativos para tablets e smartphones em HTML5, a nova versão da linguagem usada na construção de páginas da web.

Por esse caminho, mesmo com motivações diferentes, as três empresas almejam que seus programas funcionem da mesma forma em sistemas diferentes, tenham atualizações mais rápidas e evitem o processo de aprovação e as taxas cobradas pelas lojas virtuais de aplicativos.

Diferentemente dos programas nativos para Android e iOS, por exemplo, que precisam ser baixados e atualizados por meio das lojas virtuais do Google e da Apple, os web apps em HTML5 são acessados por meio do navegador, sem intermediários.

Para evitar a taxa de 30% cobrada pela Apple sobre conteúdo vendido na App Store, a Amazon inaugurou uma versão em HTML5 para iPad de sua loja de livros eletrônicos Kindle Store.

A “Economist”, que lançou o Electionism, app em HTML5 sobre as eleições presidenciais dos EUA, diz que a iniciativa não é um levante contra as lojas de aplicativos.

Não deixamos os apps nativos“, disse ao “Guardian” Ron Diorio, vice-presidente de desenvolvimento de negócios e inovação da “Economist” on-line. “O Electionism é só mais uma chance para explorarmos o que temos observado: que o uso de browsers em tablets é muito alto.

EM FINALIZAÇÃO

Embora uma das promessas do HTML5 seja a flexibilidade – com aplicativos funcionando da mesma forma em todos os navegadores, tanto de computadores tradicionais quanto de tablets ou celulares-, ainda há problemas de compatibilidade.

O novo app do Grooveshark, por exemplo, funciona no iOS e no Android, mas não no Windows Phone 7.

Isso ocorre porque a definição dos padrões do HTML5 está em fase de finalização – por isso, nem todos os navegadores implementaram a tecnologia de forma completa, explica Carlos Cecconi, analista de projetos do W3C [World Wide Web Consortium], consórcio que discute e desenvolve os padrões para as linguagens da web.

Ainda que neste momento haja esses problemas, há de fato um grande consenso da indústria em torno da definição da versão 5 do padrão HTML“, afirma o analista.

Isso significa que desenvolvedores de HTML não terão de fazer versões diferentes de uma aplicação para o browser A, B ou C. O mesmo código funcionará em todos.

FORA DA APP STORE

Um dos pioneiros na adoção da tecnologia foi o “Financial Times”, que em junho de 2011 tirou seu aplicativo da App Store em prol de uma versão em HTML5, que já chegou a 1 milhão de usuários.

Em dezembro, a Folha foi o primeiro grande jornal brasileiro a lançar um aplicativo para tablets e celulares em HTML5, que unifica a experiência do leitor em aparelhos diferentes.

POR RAFAEL CAPANEMA, DE SÃO PAULO | Publicado originalmente em Folha.com | TEC | 25/01/2012 – 07h51

‘The Guardian’ começa a cobrar por conteúdo no iPad


Jornal britânico tem 280 mil leitores do ‘News & Media’ que terão que 10 libras por mês

 

'The Guardian' começa a cobrar por conteúdo no iPad

RIO – Começa nesta sexta-feira a cobrança pela leitura de conteúdo do “The Guardian” no iPad. Um dos defensores do conteúdo gratuito na internet irá pôr à prova sua audiência e tentar sustentar seus mais de 280 mil leitores que usam o tablet da Apple, agora na sua versão paga.

O aplicativo, que roda em tablets com iOS 5, indica cobrança de 9,99 libras mensais [cerca de R$ 28] pela leitura da versão digital para iPad a partir de 13 janeiro. Quem quiser experimentar a leitura digital do jornal britânico no tablet da Maçã, poderá ter acesso a todas as reportagens gratuitamente, por uma semana.

Lançado em outubro de 2011, o ‘Guardian News & Media’ alcançou 500 mil downlods na App Store, mas o número real de usuários é a metade, 280 mil usuários ativos, revelou em dezembro a PaidContent.

Segundo o site, o aplicativo para iPad foi criado para veicular reportagens do jornal impresso diário, explorando recursos digitais como conectar artigos relacionados, galerias de fotos e vídeos, além de outras funções multimídia do aparelho que exploram a tecnologia de tela sensível ao toque.

O desafio é descobrir se seus leitores voltarão a usar o site Guardian.co.uk que é gratuito ou se irão continuar a acessar o conteúdo pago no iPad.

O “The Guardian” tem ainda um aplicativo para iPhone que dá aos usuários a leitura gratuita de três matérias todos os dias. Para ler mais do que isso, é preciso pagar uma assinatura de 2,99 libras para seis meses ou 4,99 libras para um ano.

Caso o jornal converta 17% do total de leitores gratuitos – que foi o total percentual de assinatura pagas por iPhone em situação semelhante – poderia alcançar 47.600 leitores pagantes no iPad. A fatia renderia cerca de 475 mil libras mensais [cerca de US$ 728 mil]. A Apple, dona da App Store, fica com 30% do que é arrecadado.

Publicado originalmente em O Globo Online | 13/01/12 | 14h51

Dez lições dos editores de livros infantis digitais


Assunto foi debatido na conferência PublishersLaunch Children’s Publishing Goes Digital

O debate sobre a criação de e-books, aplicativos e conteúdo multimídia para o público infantojuvenil levantou muitas perguntas e poucas respostas definitivas durante a conferência PublishersLaunch Children’s Publishing Goes Digital Children’s Publishing Goes Digital, que ocorreu na Feira de Frankfurt. Mas há pelo menos um consenso entre os editores e executivos que já mergulharam nesse universo: os produtos digitais para crianças são, ao mesmo tempo, os mais desafiadores e os que oferecem algumas das melhores oportunidades para inovar. Veja algumas das ideias e lições que diversos profissionais especializados no mercado infantojuvenil compartilharam no evento.

1] É hora de experimentar: Para Russell Hampton, presidente da Disney Publishing Worldwide, o braço editorial da Disney, ninguém encontrou ainda uma “estratégia vencedora” no mercado de livros infantojuvenis digitais, portanto este é o momento para as editoras fazerem experiências com relação aos conteúdos, preços, interatividade, distribuição e marketing de seus produtos.

2] Não-ficção também tem vez: ao invés de se concentrar exclusivamente em e-books de ficção, como boa parte das editoras, a Gallimard Jeunesse decidiu investir também em livros digitais de não-ficção, a partir de títulos que já fazem parte do catálogo impresso da editora francesa. A ideia é lançar separadamente vários títulos interativos que depois, juntos, podem funcionar como uma enciclopédia.

3] Menos é mais: e-books e aplicativos para crianças devem ser muito fáceis de navegar e intuitivos, com ícones óbvios e orientação visual, muito mais do que auditiva. Além disso, a boa história nunca pode faltar. Esses são os principais conselhos de Jennifer Perry, vice-presidente da Sesame Workshop, organização americana sem fins lucrativos que gerencia os produtos da Vila Sésamo e uma das empresas que vem emplacando e-books e aplicativos best-sellers no mercado infantil americano.

4] Produtos multimídia exigem novos contratos: muitos autores ainda têm receio de ver seu trabalho transformado em vídeo ou em aplicativos, segundo Paula Allen, vice-presidente da Nickelodeon Global Publishing. Por causa disso, alguns contratos estão incluindo uma cláusula que determina a revisão das condições envolvendo a venda de produtos eletrônicos a cada 18 meses, para que a negociação reflita as práticas de mercado e as tecnologias que estão sendo desenvolvidas.

5] Games como modelo: licenciar e-books e aplicativos para parceiros internacionais ou adaptar diretamente o conteúdo para outros idiomas? Essa é uma questão central para quem produz conteúdo digital. Para Michael Bower, da empresa espanhola Touchy Books, a segunda opção é mais interessante. “Das nossas vendas diretas, 70% são em inglês e 30% já são em outros idiomas“, afirma. Por que eu abriria mão desses 30% de receita?”. A indústria de games pode ser usada como modelo, já que os produtores criam seus conteúdos já em seis diferentes línguas e depois os distribuem para parceiros que cuidam principalmente das vendas em mercados locais.

6] Amostra grátis não faz mal a ninguém: oferecer trechos de livros ou alguns e-books gratuitamente faz parte da estratégia para ganhar consumidores no mundo digital. A Sesame Workshop se prepara para oferecer até o fim do mês os primeiros e-books gratuitos em seu site. Permitir que os livros digitais sejam visualizados nos sites das varejistas também é importante, especialmente porque os pais das crianças podem checar o conteúdo antes da compra.

7] Cuidado com a propaganda: a Touchy Books descobriu que lançando seus títulos individualmente na Apple Store eles ficavam perdidos, mas criando um aplicativo onde ela pode expor todos os seus produtos ela conseguia concentrar a atenção dos leitores e aparecia muito mais vezes entre os aplicativos mais baixados da Apple. Também descobriu que pode mandar informações sobre novos lançamentos a um milhão de pessoas que já baixaram a ferramenta. “Mas só enviamos uma vez a cada duas semanas, pois mais do que isso poderia irritar os leitores e aí…’game over’ para nós“.

8] Adolescentes são um mundo à parte: uma pesquisa extensa sobre o mercado de livros digitais infantojuvenis feita pela empresa americana Bowker revela que a maioria dos adolescentes gosta muito de livros digitais. Mas uma parte significativa dos jovens americanos prefere o exemplar físico. E por quê? Um: eles não podem emprestar livros digitais aos amigos. Dois: há coisas digitais demais e eles estão fatigados. Três: eles não querem carregar nada além do celular.

9] Nunca se esqueça dos pais: os pais ainda controlam a leitura dos filhos e fazem questão de olhar o livro todo antes de comprar. Segundo Gallagher, da Bowker, “eles têm medo de serem substituídos por máquinas e querem produtos que permitam interagir com os filhos”. Uma pesquisa feita pela companhia também mostra que pais, professores e amigos influenciam mais os filhos do que qualquer propaganda ou mídia.

10] E nunca se esqueça do público final: segundo Deborah Forte, presidente da Scholastic Media e vice-presidente executiva da Scholastic, uma pesquisa encomendada pela empresa mostra que as crianças lêem mais quando elas mesmas escolhem seus livros. Já segundo Gallagher, da Bowker, o público juvenil é mais influenciado pelas opiniões de pessoas da sua idade do que por anúncios no Facebook.

Por Roberta Campassi | Publicada originalmente em PublishNews | 13/10/2011

Gerenciamento de Catálogo e Conteúdo para Livros Digitais


Gerenciamento de Catálogo e Conteúdo para Livros Digitais

Livros aplicativos ampliam experiência dos leitores e exigem inovação das editoras


Por Giulliana Bianconi | Publicado originalmente no site Instituto Claro Em Pauta | 30 SETEMBRO 2011

Os personagens consagrados de títulos infantis precisaram sair dos livros para ganharem vida décadas atrás, na TV e nos cinemas. Agora, nas próprias páginas dos livros, eles não somente se tornaram personagens animados, com voz e movimento, como convidam os leitores a interagirem de maneiras diversas enquanto a narrativa avança. É a era dos livros digitais, cujo impacto para leitores – e também escritores e editoras- vai bem além da mudança do suporte de papel para digital.

Se os primeiros e-books eram arquivos em PDF e a diferença em relação ao livro de papel estava, basicamente, em serem acessados digitalmente, hoje a distância entre os dois formatos, forjada pela engenharia dos softwares, já é imensa. “Agora o céu é o limite, e o que a gente pensa a área de tecnologia faz”, conta a escritora carioca Bia Hetzel, também sócia da editora Manati.

Neste ano, a editora fez parceria com uma agência de tecnologia digital e publicou o clássico “Os Três Porquinhos” para tablets, um livro de imagens que oferece duas narrações em áudio – a do lobo e a da mãe dos porcos – e permite ainda que o leitor grave a sua própria narração. Com cara de aplicativo, o livro, que oferece atividades extras como pinturas digitais, é um dos mais baixados na Apple Store Brasil.

Ao logo das 25 telas, com desenhos caprichados da ilustradora Mariana Massarani, elementos e sons surpresas saltam à tela à medida que o usuário explora o ambiente. “Tudo é encantador”, diz Hetzel, que afirma não sentir falta de qualquer processo de criação que adotou para os mais de 15 livros impressos que escreveu anteriormente. “Você não imagina como é sensacional pensar um livro neste formato! Eu posso dizer que renasci, pois todo o processo é inovador.

Usuário e conteúdo ao centro

Ednei Procópio, 35, editor, especialista em livros digitais

Pesquisador de e-books desde 1998, autor de “O Livro na Era Digital” e editor na Livrus, Ednei Procópio observa que o mercado vive a euforia dos livros digitais, mas nem sempre leva em conta o usuário e o conteúdo. “Estes elementos devem estar no centro”, diz, antes de explicar: “Livros infantis ganham muito com as possibilidades dos softwares, que enriquecem a narrativa, assim como acontece com as narrativas policiais, afinal imagine poder acessar um mapa do local onde o crime da história aconteceu? Mas para outros gêneros pode não funcionar, e aí que sentido faz ter algo saltando ou algum barulho acompanhando a narrativa?”.

Softwares e hardwares fazem parte da discussão diária de quem trabalha no mercado editorial, mas Procópio diz que atrelada a isso está a reflexão sobre distribuição, pois na cultura digital os usuários são muito menos induzidos pelas editoras e livrarias. “Antes o leitor chegava à livraria, e a ‘conversa’ estava estabelecida nas vitrines e nas prateleiras. Se o mercado quisesse induzir os leitores a comprarem livros sobre anjos, por exemplo, eles estariam em destaque por toda a parte no ambiente.Agora não funciona mais assim.

Para acompanhar esse novo consumidor, Procópio trabalha em um projeto de distribuição que contará com uma biblioteca virtual com mais de 80 mil títulos, onde o usuário poderá encontrar o que lhe interessa por palavras-chave e escolher se quer ler na versão digital ou impressa. Os que optarem pelo digital poderão ainda selecionar em qual tipo de tela querem visualizar – smartphones, tablets, netbooks etc. Os que clicarem em impresso poderão imprimir o seu próprio livro. “As editoras precisam se adaptar. Não adianta ficar apenas tentando entender o rumo do mercado, é preciso fazer parte dele. Os recursos para isso já estão à disposição até mesmo para as pequenas editoras”, diz.

Por Giulliana Bianconi | Publicado originalmente no site Instituto Claro Em Pauta | 30 SETEMBRO 2011