Editora investe R$ 25 mi em plataforma digital de educação


Rafael Lopes, gerente digital do SmartLab

Fonte da Foto: SmartLab

A plataforma em nuvem do SmartLab reúne diversos parceiros que oferecem conteúdos interativos e plataformas de matemática, português, ciências, inglês, estímulo à leitura, entre outros temas que atingem estudantes dos ensinos fundamental e médio.

O sistema conta com ferramentas como Google Apps for Education, Britannica, Young Digital Planet, Xmile Learning, Elefante Letrado, Avalia Educacional, Guten News, Professores de Plantão, Árvore de Livros, 10monkeys, Tamboro e Aprendizagem Eficaz.

Mesmo com diferentes apps, os alunos e professores contam com uma senha única para o uso de todas as plataformas e conteúdos.

No laboratório, os alunos ainda tem acesso a simulados, conceitos de empreendedorismo e inovação, cidadania digital, robótica, espaço maker, programação e educação financeira.

Com o projeto de criação do espaço físico na escola, o Grupo Santillana oferece equipamentos como desktops da HP e chromebooks da Samsung.

As crianças, que são nativas digitais, absorvem a evolução tecnológica com mais facilidade, e as famílias estão exigindo das escolas processos mais modernos”, analisa Robson Lisboa, um dos idealizadores do projeto SmartLab.

O SmartLab ainda oferece coach pedagógico e tecnológico durante todo o ano letivo, com uma solução para adaptação de espaços colaborativos para as escolas, desenvolvida pelo renomado designer Kiko Sobrino, que já assinou projetos de marcas como Brastemp e Grupo Accor Hotéis.

Para utilizar a plataforma em nuvem com os diferentes apps, as escolas pagam uma mensalidade de R$ 39,90 por aluno.

Como a ferramenta é em nuvem, a medida em que novos parceiros se integrarem à plataforma, as escolas passam a contar com mais opções de apps sem a necessidade de mudanças no sistema”, explica Rafael Lopes, gerente digital do SmartLab.

O Grupo Santillana afirma que o SmartLab possui soluções para atender diferentes perfis de escolas, em todas as regiões do Brasil. Inicialmente, a empresa possui equipes dedicadas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Pernambuco e Ceará.

A empresa não divulgou uma meta relacionada ao número de escolas que pretendem atingir com o SmartLab no próximo ano.

Fundada na Espanha, em 1960, o Santillana é o braço editorial do Grupo Prisa, focado na oferta de conteúdos culturais, educativos, de informação e entretenimento nas línguas espanhola e portuguesa. O grupo é o responsável pelo jornal El País.

Presente em 22 países, a Santillana iniciou suas atividades no Brasil em 2001, ao adquirir as editoras Moderna e Salamandra.

O grupo opera nos segmentos de livros didáticos [Editora Moderna], literatura infantojuvenil [Moderna e Salamandra], materiais para ensino de idiomas [Richmond e Santillana Español], além de avaliação educacional [AVALIA] e sistema de ensino [UNO].

O negócio brasileiro da Santillana é o maior do grupo espanhol em termos de faturamento. O principal motivo é a editora Moderna, que alcançou receita de R$ 760 milhões no ano passado, com lucro líquido de R$ 66,3 milhões.

Por Júlia Merker | Publicado originalmentem em Baguete | 10/12/2015

Editora investe em aplicativo para interagir com os leitores


Com cliques, usuário terá acesso a todos os projetos da editora

Com o objetivo de oferecer acesso rápido ao conteúdo do portal Paulus, com maior praticidade, agilidade e conforto, a Paulus Editora acaba de lançar um aplicativo. Agora, o usuário terá acesso a todos os projetos da editora, valores, história e missão, além de informações sobre cursos, lançamentos, eventos, novidades editoriais e as principais notícias do momento. Também é possível encontrar a livraria mais próxima, por meio de um mapa de localização. O aplicativo também é um espaço de oração: nele é possível acompanhar todas as mensagens do dia, textos bíblicos presentes na liturgia dominical, solenidades e festas, além dos roteiros homiléticos e reflexões diárias do Santo Padre, o Papa Francisco. Clique aqui para baixar o aplicativo, disponível apenas para o sistema operacional Android.

PublishNews | 13/11/2015

Aplicativo para celular e laptops indica pontos da cidade citados em obras literárias


Mapa parte de livros clássicos para mostrar um Rio de histórias

A cena é conhecida: com um mapa nas mãos, o visitante procura ruas e pontos turísticos. Mas, agora, com um novo aplicativo para celular ou laptops, será possível conhecer o Rio de um jeito diferente: um mapa virtual mostrará curiosidades sobre clássicos da literatura ambientados na cidade. O diretor-executivo da editora Obliq, Claudio Soares, que teve a ideia de fazer a cartografia literária, explica que os usuários do Rio Cidade Livro vão ver na tela de seus aparelhos indicativos coloridos, com diferentes significados. O vermelho mostrará a localização de quem acessou o aplicativo. O verde indicará onde ocorreu alguma cena marcante de um livro. O azul mostrará alguma curiosidade das obras. E o laranja abordará personagens. Para acessar o aplicativo, basta entrar no site Rio de Livros.

POR RENAN FRANÇA | O Globo | 09/11/2015

Aplicativo de eBooks infantis aproxima pais e filhos


Motivar pais e filhos a passar mais tempo juntos, brincando e aprendendo enquanto viajam pela literatura infantil em e-books interativos, divertidos e educativos. Esta é a proposta do Kidint [www.kidint.com], um clube de assinaturas de livros infantis para crianças até 7 anos que pode ser acessado em smartphones e tablets.

O Kidint é um aplicativo da família que aproxima pais e filhos incentivando a leitura na primeira infância. As crianças estão acostumadas a usar tecnologia e a acessar a Internet desde muito pequenos e acabam se afastando do convívio familiar ao passar horas em jogos e conteúdos que não trazem nenhum aprendizado. Com o Kidint elas não só irão cultivar o hábito da leitura, como também estarão mais próximas dos pais”, diz Bruno Sanovicz, co-fundador do Kidint.

Já disponível para Android e iOS, a biblioteca da primeira versão do Kidint inclui mais de 100 livros interativos, ilustrados e sonorizados com trilhas, em português, inglês e espanhol, incluindo contos e fábulas como Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho e A Formiga e a Cigarra. No lançamento, a empresa oferece aos assinantes um mês gratuito para que possam conhecer e testar o aplicativo. A assinatura mensal custará R$9,90 e a anual R$89,90.

Além dos clássicos, o acervo do Kidint já oferece e irá publicar e-books infantis de novos e também de consagrados autores. Os livros podem ser lidos ou ouvidos, já que todas as obras estão disponíveis em áudio, ajudando no desenvolvimento das habilidades de leitura, escrita e pronúncia.

Os pais também podem ser narradores gravando o texto com as próprias vozes, o que cria um vínculo mais afetivo da criança com o livro. O aplicativo também permite criar um perfil para cada filho para monitorar individualmente, através de gráficos, diversas estatísticas sobre o progresso das crianças, como tempo de leitura, número de livros lidos e quantidade de perguntas respondidas corretamente e erradas. Além disso, o Kidint envia diariamente aos pais dicas e sugestões de atividades para realizarem com seus filhos com base nos interesses que demonstram quando estão navegando no app.

A maioria das soluções voltadas para educação não leva em conta que, durante a primeira parte da infância, os mais capacitados para educar as crianças são os próprios pais. Nosso objetivo é incentivá-los a participar de maneira ativa no desenvolvimento de seus filhos e, quando chegarem em casa, perguntem como foi o dia na escola, coloquem os pequenos no colo e contem uma história antes de dormir. Crianças que têm maior vínculo afetivo com os pais se sentem mais seguras para enfrentar as dificuldades do dia a dia”, observa Bruno Sanovicz.

Queremos ser uma das empresas mais inovadoras no mundo que usam tecnologia para associar educação e diversão para crianças e pais. Os pais também podem participar, criando uma maior aproximação com os filhos através do despertar, desde os primeiros passos na alfabetização, do prazer da leitura e do aprendizado de línguas, já que os livros interativos estão disponíveis em três idiomas”, acrescenta.

Para motivar as crianças, o aplicativo oferece medalhas na medida em que avançam na leitura e na realização das atividades. A criança também é premiada ao trocar um fundo do perfil ou avatar e ao baixar, avaliar ou marcar o primeiro livro favorito.

Nunca comparamos uma criança com outra. Se ela errar, nada acontece, mas se acertar é parabenizada e recebe uma medalha. Os pais podem conhecer a evolução individual de cada criança, em quais inteligências têm mais ou menos facilidade, mas sem nunca estabelecer qualquer comparação, mesmo entre irmãos. Nosso objetivo é ajudá-los a conhecer melhor seus filhos”, diz o empreendedor Luis Loyola, sócio-fundador e CEO do Kidint.

O aplicativo segue o conceito do edutainment e foi desenvolvido a partir da teoria das inteligências múltiplas, do Doutor Howard Gardner, professor de Harvard, incluindo perguntas feitas no meio das obras e sugestões de atividades depois do término da leitura para o aprimoramento de diversas habilidades cognitivas – matemática, musical, visual-espacial e linguística, que podem ser aplicadas diretamente na leitura e intepretação de textos, além de interpessoal, intrapessoal, cinestésica e naturalista.

Os recursos multimídia, as atividades e as perguntas interativas para testar o conhecimento dos pequenos leitores sobre as obras tornam o aprendizado mais divertido e natural para esta geração de nativos digitais. São crianças que não conhecem e imaginam um mundo sem Internet e já mexem em celulares e tablets praticamente desde os primeiros dias de vida. Queremos ajudar a reduzir a dificuldade dos pais em acompanhar e participar da primeira fase da educação da criança, a da alfabetização, que é a mais importante”, assinala Luis Loyola.

Impacto Social – Recentemente, a aceleradora de negócios sociais Artemisia selecionou nove startups para integrar seu próximo programa de aceleração e a Kidint está entre as escolhidas. O critério da aceleradora foi identificar empresas que podem tornar o mundo um lugar melhor. O projeto da Kidint chamou a atenção por ter forte impacto social.

O reconhecimento da Artemisia nos deixa ainda mais motivados para disseminar o Kidint pelo Brasil e novos mercados que anunciaremos em breve”, diz Bruno Sanovicz.

História do Kidint – Luis Loyola teve a ideia de criar o Kidint há 3 anos. Ele trabalhou no Japão e na Alemanha durante mais de uma década em diversas empresas na área de pesquisa e desenvolvimento.

Com uma visão global e sempre muito interessado pelas grandes mudanças trazidas pelas novas tecnologias na educação, especialmente em países emergentes, convidou Bruno Sanovicz para ser co-fundador da empresa e comandar a área de marketing no Brasil, um dos primeiros países em que o Kidint inicia suas operações.

Para viabilizar o projeto, Luis Loyola buscou investidores e conseguiu o apoio financeiro da ALLM Japan, empresa pioneira em tecnologia para as áreas de saúde e educação, onde foi executivo durante seis anos.

Luis Loyola é formado em engenharia civil elétrica pela Universidade do Chile e realizou mestrado e doutorado no Japão na área de infocomunicação. Reúne numerosas publicações em revistas científicas e já expôs em importantes conferências internacionais na área das telecomunicações e informática. Trabalhou como pesquisador sênior do Research Laboratories NTT Docomo e NTT no Japão e na Alemanha e atuou por seis anos como diretor de pesquisa e desenvolvimento da ALLM Japan.

Bruno Sanovicz é um jovem empresário e entusiasta da tecnologia que sempre teve o desejo de dedicar-se a um projeto com grande potencial de gerar impacto social. Tem experiência na área de produtos e marketing, tendo trabalhado em grandes corporações, como a LG. Antes de trabalhar na Kidint, Bruno liderou a área de produtos de outra startup, chamada Broou.

Aplicativo transforma livros em mensagens de texto


Um aplicativo criado por um casal de desenvolvedores quer usar a tecnologia para revolucionar a leitura de livros em dispositivos móveis. O Hooked é um app para iOS que usa o formato de mensagens de texto para contar uma história ao leitor. Em vez de páginas, os parágrafos são divididos em mensagens de texto. Para avançar até o próximo, basta tocar na tela. “Nós não achamos que a ficção está morrendo e sim que que há maneiras de melhorar a forma como ela é apresentada e produzida atualmente”, explica Prerna Gupta, um dos fundadores da Telepathic.

De acordo com os desenvolvedores, as vantagens em relação ao formato tradicional são três: maior proximidade com a interface de smartphones e a sensação natural de leitura nele, facilidade em acompanhar o texto em pequenos trechos ao esperar, por exemplo, um metrô e a agilidade, ajudando o leitor a se interessar na maneira de contar a história, querendo continuá-la.
O casal explica ainda que, no futuro, a ideia é adicionar abordagens interativas nas histórias. O app oferece um número ilimitado de histórias grátis, mas para se inscrever é preciso desembolsar US$ 2,99 por semana.

A empresa já arrecadou US$ 1,2 milhões em investimentos de 500 startups.

Publicado originalmente em Olhar Digital | 17/09/2015

O que você quer ser quando você crescer?


Por Eddie Procopio

Livros pop-up, com aqueles cenários que saltam das páginas, sempre foram encantadores. Peronio Pop-up Book, desenvolvido por um estúdio brazuza, fixado Florianópolis [SC], tenta levar a experiência física destes objetivos literários para dentro dos tablets e smartphones.

Peronio é um garoto ainda indeciso sobre o que quer ser quando crescer: não sabe se quer ser um dentista de dragões, “por causa dos seus enormes dentes pontudos“, ou um engenheiro de naves espaciais. E saí por aí, descobrindo o que fazer da vida. Mas é o leitor que, em Peronio Pop-up Book, interage com um universo onde as crianças estão tentando construir uma ideia da profissão que terão em sua fase adulta.

O restultado de Peronio Pop-up Book é um livro interativo [ou seria um jogo?] que impressiona pela experiência holográfica que combina tecnologias de Realidade Virtual e Aumentada e uso de óculos. Desde a primeira página o leitor descobre as aventuras de Peronio, que tenta decidir o que ele quer ser quando crescer e o segue em sua jornada de desafios emocionantes que inclui mini-contos jogáveis ao longo do caminho.

Segundo os desenvolvedores de Peronio Pop-up Book, a equipe de Renato Klieger Creations e a Ovni Studios, o segmento de livro-jogo para celular é um movimento ousado, onde a quantidade aplicativos disponíveis é ilimitada, mas “nenhuma oferece a notável experiência deste incrível pop-up book”.

Vale à pena conferir!

Saraiva lança novo aplicativo de leitura e vende eBooks com 80% de desconto


Com versões para iOS e Android o aplicativo Lev Saraiva foi desenvolvido pela empresa ucraniana Obreey Products

Em comunicado ao mercado, a Saraiva divulgou o lançamento de um novo aplicativo para leitura de e-books: o Lev Saraiva, disponível tanto para o sistema iOS como para Android. Segundo a empresa, trata-se de um “novo aplicativo gratuito para a leitura de livros digitais, desenvolvido para proporcionar a melhor experiência com e-books em qualquer dispositivo, hora e lugar“.

Ainda segundo o comunicado, “o aplicativo permite continuar a leitura do ponto exato onde foi interrompida, seja no próprio app em tablets e smartphones ou no LEV, o leitor portátil [e-reader] de livros digitais da Saraiva, criando, assim, um ecossistema integrado de acesso ao conteúdo“. E importante ressaltar que o aplicativo permite o acesso à biblioteca do usuário no ecossistema da Saraiva, mas, assim como os aplicativos Kindle da Amazon, não permite que compras de livro sejam feitas por meio dele. O novo aplicativo foi desenvolvido pela empresa ucraniana Obreey Products, que também produz uma linha de tablets androids e outra de leitores dedicados chamados PocketBook eReaders.

A Saraiva disponibilizou uma página com informações sobre o Lev Saraiva, que pode ser baixado aqui para a plataforma iOS e aqui para a plataforma Android. A empresa informa que já possui um catálogo de 50 mil e-books em português disponibilizado em sua loja.

O Lev, o leitor dedicado da Saraiva, acaba de completar seu primeiro aniversário no dia 5/8. E para comemorar o primeiro aniversário do seu gadget proprietário, a Saraiva vem desde a semana passada promovendo um mês com descontos de até 80% em seus e-books. As ações podem ser tanto instantâneas, durando apenas 24 horas, ou se estender por mais tempo. A loja também vem promovendo promoções de um título especial por dia, o que é bastante similar aos “Daily Deals” da concorrente Amazon. Entre as editoras participantes destas promoções estão Ediouro, Geração Editorial, LeYa e a própria editora Saraiva.

Por Carlo Carrenho | Publicado originalmente em PublishNews | 31/08/2015

Startup oferece soluções digitais para a Educação Superior


Editora Viva já tem soluções para Direito e, em breve, entrará nas áreas de Saúde e Finanças

Durante um ano, três baianos se debruçaram sobre o desafio de criar uma multiplataforma de educação superior que reunisse e-books, audiolivros e videoaulas nas áreas de Direito, Finanças e Saúde. O resultado acaba de ganhar corpo: a agregadora de conteúdos educacionais Editora Viva. O acesso pode ser feito via site ou via aplicativos na App Store e no Google Play. Um dos aplicativos já disponíveis é o Viva Direito ] para Apple e para Android], uma livraria jurídica digital, com conteúdos para estudantes de direito e para quem está se preparando para concursos públicos. Para o consumidor, funciona como uma livraria digital: ao fazer seu login, pode comprar e-books e acessar os livros digitais já comprados. O diferencial está nos conteúdos extras: vídeo aulas, notícias sobre o universo jurídico. Para Rico Néry, um dos sócios, a multiplataforma é voltada para um público ávido por consumo de informações e cada vez mais dependente de seus gadgets. “É preciso oferecer educação de qualidade dentro do universo digital”, defende. “Aplicativos não servem apenas para jogar ou conversar com amigos nas redes sociais. Eles também devem educar”, completa.

Para dar peso ao seu catálogo, os baianos fecharam parceria com provedores de materiais especializados, como a JusPodivm [líder no setor de vendas de material jurídico, com mais de 200 títulos publicados em 2014], a LTr, a Múltipla, o Instituto Baiano de Direito Processual e Penal [IBADPP] e a Freitas Bastos. Estendeu-se ainda para a área das finanças, fechando contrato com a AZ FuturaInvest [Azimut Group] para o desenvolvimento da sua segunda plataforma, a ClickInvest, que em breve será lançada no mercado.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 21/07/2015

Turma da Mônica ganha app


Usuário terá acesso a conteúdo exclusivo com histórias, tirinhas, músicas, vídeos e jogos

A Mauricio de Sousa Produções lança, em parceria com a Telefônica Vivo, o aplicativo Turma da Mônica Vivo, serviço que conecta os usuários da operadora com os personagens da Turminha. A novidade está disponível para os 80 milhões de clientes pré e pós-pagos da Vivo. O usuário encontra 100 histórias dos quatro principais personagens e mais de 2,5 mil tirinhas clássicas exclusivas. A área “Cinema” traz mais de vinte vídeos, enquanto a “Rádio Limoeiro” oferece mais de 170 músicas e audiobooks. Para adquirir, basta enviar SMS para 4848 com a mensagem MONICA ou acessar www.vivo.com.br. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente na App Store e, nos próximos meses, na Google Play. A assinatura para acesso aos conteúdos custa R$ 3,99 por semana.

PublishNews | 28/05/2015

Story Planner for Writers


Por Ednei Procópio

Uma nova geração de aplicativos mais úteis está nascendo. É quando, de vez em quando, o nosso mundo editorial dá um salto quântico. Escritores podem, agora, fazer uso da tecnologia para melhorar suas escritas. “Story Planner for Writers” é uma ferramenta útil para quem costuma andar por aí com ideias de livros na cabeça, como eu, e, de vez em quando, precisa parar para fazer anotações. Com a ajuda do Story Planner, o escritor pode separar seus projetos por contos, crônicas, poesias, romances, etc.

A ferramenta que ajuda no mapeamento e organizacional histórias, ainda permite que o autor:

  • Crie tantos projetos de escrita quanto desejar;
  • Crie personagens para as suas histórias;
  • Crie passo a passo os cenários para a sua história;
  • Organize suas cenas;
  • Organize personagens e localizações para as cenas;
  • Exporte seus projetos de escrita em arquivos de texto [.rtf e .txt]
  • Confira toda a sua história em um relance;
  • Escolha o esquema certo para suas histórias;
  • Escolha a melhor estrutura para as suas cenas;
  • Obtenha coesão e equilíbrio em seus romances, roteiros ou contos.

Uma das vantagens do Story Planner é que o aplicativo é acessível sem a necessidade de conexão à Internet, ou seja, o escritor pode organizar seus projetos, por exemplo, durante o trânsito e depois fazer uma cópia de segurança na nuvem.

Ainda estamos testando o aplicativo, mas já percebemos que a ferramenta ajuda na estruturação de cenários, cenas, lugares, personagens. Para escritores mais organizados, e que preza pela qualidade de seus escritos, a ferramenta é bastante útil para quem gosta de delinear suas histórias onde quer que esteja.

Marcelo Rubens Paiva lança livro digital onde a história viaja junto com leitor


O escritor Marcelo Rubens Paiva escreveu uma história diferente, que vai viajar junto com seus leitores. É um romance que muda de locação de acordo com o lugar do mundo onde o leitor está. A história é sempre a mesma, a trama também, mas as referências culturais e geográficas [museus, praças, restaurantes, etc.] mudam de acordo com o roteiro de viagem do leitor.

Para criar o “Trip Book Smiles”, a FCB Brasil desenvolveu uma tecnologia especial que identifica onde o leitor está por geolocalização. Ele estará disponível em e-reader especial e também em um aplicativo, que poderá ser baixado gratuitamente para usuários de iOS e Android.

O “Trip Book” será lançado no dia 27 de abril e abre caminho para um novo jeito de contar histórias. É o primeiro do gênero no país e faz parte das comemorações de 20 anos do programa de fidelidade Smiles . As primeiras cidades disponíveis são Buenos Aires, São Paulo, Lisboa, Rio de Janeiro, Roma, Paris e Nova York.

PUBLICADO ORIGINALMENTE EM VIAGEM LIVRE | 16/04/2015, às 13:46

Instagram para leitores


Instagram, a rede social de compartilhamento de fotos, já ultrapassou a marca dos 100 milhões de usuários. E, da mesma forma que aconteceram com os blogueiros e os vlogueiros, as editoras passaram a enxergar nos instagramers um novo nicho editorial. As editoras Terceiro Nome e Madalena se associaram e preparam para abril o lançamento do livro Rever, que reúne 211 imagens postadas pela artista plástica Gabriela Machado [@gabmachado] no seu perfil na rede social. Mas não é só isso. A Rocco acaba de comprar os direitos de dois livros da sensação Joe Wicks [@thebodycoach], que usa a rede social para dar dicas de emagrecimento. Com quase 200 mil seguidores, Wicks faz um plano de emagrecimento para ser cumprido em 90 dias. O seu perfil no Instagram é repleto de fotos de “antes e depois” de pessoas que aderiram ao seu método. O livro sai pelo selo Bicicleta Amarela, o novo selo de bem-estar da editora. Mas nem só de fotografias vive o mercado editorial. A Record, V&R e Intrínseca bateram o martelo e fecharam negócios na última semana. A Intrínseca comprou o juvenil Amy Chelsea Stacie Dee, previsto para ser publicado só em 2017. O livro conta a história de uma garota de 16 anos sequestrada junto com seu primo. Libertada depois de seis anos, ela está traumatizada, mas percebe que precisa encarar o passado para construir um futuro. Ainda dentro do universo infantojuvenil, a V&R comprou Every last promise, de Kristin Halbrook. O pano de fundo do livro também uma história de violência. Kayla, a protagonista, presencia uma agressão sexual contra uma colega e tem que decidir entre manter o silêncio e denunciar o agressor. No Goodreads, Every last promise, recebeu 31 reviews. Já a Record apostou forte no novo romance de Michelle Cuevas e comprou os direitos de Confessions of na imaginary friend em pre-empt. O negócio foi intermediado pela Agência Riff.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 30/03/2015

Mauricio de Sousa lança app com mais de 500 gibis da Mônica


Quadrinhos da Turma da Mônica publicados desde a década de 1980 ganham aplicativo que garante acesso a 50 edições por vez mediante assinatura

 

Primeiras edições de ‘Turma da Mônica’ surgiram na década de 1960. FOTO: Reprodução

Primeiras edições de ‘Turma da Mônica’ surgiram na década de 1960. FOTO: Reprodução

SÃO PAULO – Mauricio de Sousa acaba de dar o passo mais importante da história da sua franquia, a Turma da Mônica, no meio digital. O cartunista colocou no ar o aplicativo Caixa de Quadrinhos que oferecerá acesso a todo o acervo de revistas publicadas desde a década de 1980 mediante assinatura.

O usuário poderá optar por uma assinatura mensal [US$ 5 no iOS, e R$ 13,07 no Android] ou anual [US$ 40 no iOS, e R$ 104,96 no Android] e ter acesso a 50 edições por vez. As revistas escolhidas serão substituídas por outras quinzenalmente. Quem optar por não assinar, terá acesso apenas a algumas tirinhas [e não a revistas completas].

No total, temos mais de 500 revistas digitalizadas”, diz Marcos Saraiva, gerente comercial da área digital da Mauricio de Sousa Produções. “O Mauricio avalia todo roteiro já publicado entre bom e ótimo. Para as primeiras edições do aplicativo, a gente escolheu as mais bem cotadas.

No acervo disponível, é possível filtrar as histórias que se quer ler por personagens, como Magali, Cebolinha, Cascão ou Chico Bento. O aplicativo permite também que se baixem edições para serem lidas dentro do app mesmo quando o usuário não estiver conectado. Caso a assinatura seja cancelada, as edições deixam de estar acessíveis automaticamente.

Há alguns anos, já tínhamos claro a direção que o digital apontava. Por isso, começamos a investir e, assim, fizemos apps de games, começamos a trabalhar forte nas redes sociais e remodelamos o site”, disse. “Mas o objetivo sempre foi colocar o conteúdo onde as crianças estão, e há tempos a plataforma dos tablets vem se mostrando forte nesse sentido.

Além das edições históricas do acervo, a ideia é concentrar no aplicativo diversos produtos, inclusive uma espécie de banca virtual para a venda das versões digitalizadas dos gibis da marca conforme forem para as bancas [físicas]. Para o futuro, a ideia é traduzir o aplicativo [e as revistinhas] para outros idiomas.

‘Mauricio de Sousa nunca acreditou na canibalização do digital’. FOTO: Estadão

‘Mauricio de Sousa nunca acreditou na canibalização do digital’. FOTO: Estadão

A empresa de Mauricio de Sousa está otimista sobre a recepção que o aplicativo terá. “Acreditamos que entre seis meses e um ano vamos ter o investimento recuperado”, disse Saraiva, sem dar valores.

Tem uma demanda forte de gente que sempre pediu versões digitais dos gibis para o Mauricio. E ele sempre viu isso de forma positiva, nunca acreditou na canibalização da revista física pelo digital. Para ele, são produtos complementares.

A gente esperou o momento certo para apostar nesse modelo de assinatura”, diz Saraiva. “E, a nosso favor, temos essa maior maturidade gerada com a penetração de smartphones e tablets no Brasil.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente em celulares e tablets Android e iOS.

Por Murilo Roncolato | Publicado originalmente em O Estado de S. Paulo | 10/03/2015, às 19h04

40 mil freeboks estão disponíveis na plataforma Kobo/Livraria Cultura


São tantas as novidades e inovações no campo tecnológico que cada vez mais nos encontramos ao alcance de apenas um clique de distância de nossas necessidades, desejos e curiosidades.

Sabendo disso, o aplicativo Kobo nos dá a oportunidade de ter fácil acesso ao conhecimento, cultura e diversão. Por que? O Kobo disponibilizou agora mais de 40 mil livros digitais totalmente grátis, além de todos os outros ebooks pagos. Incluindo na sua biblioteca digital best-sellers, histórias infantis, clássicos, lançamentos e muitas outras variedades.

Para os interessados em uma boa leitura, o app pode ser baixado para as plataformas iOS, Windows, Android, em dispositivos Blackberry, no Google Play para aparelhos móveis e também no seu Mac ou PC. E pode ser baixado gratuitamente.

Para completar toda a dedicação que o aplicativo tem com o cliente, pensando no seu conforto há recursos que te ajudam a ler onde estiver. Está indo dormir? Diminua o brilho da tela e acione o modo de leitura. A iluminação do ambiente está fraca? Basta aumentar o brilho. Você ainda pode optar por diferentes estilos de fontes para evitar que a vista fique cansada.

Saiba mais sobre o aplicativo Kobo.

Diário da Manhã – 27/02/2015

Sete motivos para ligar o celular na sala de aula


“Liguem os telefones celulares.” Quando esta for a primeira frase que o professor disser a seus alunos ao entrar na classe, em vez de mandar que os desliguem, a mudança será real. No mundo atual, plenamente digitalizado, a entrada da tecnologia na educação não tem retorno.

Muitos lembraram que o mesmo aconteceu há décadas com as calculadoras. Antes proibidas em classe, passaram a ser usadas para aprender. Depois que a criança já sabe somar, sua utilidade para resolver problemas mais complexos é evidente.

O mesmo acontece com a tecnologia existente hoje. Todos os suportes [celulares, tablets, notebooks…] são úteis para aprender, e não só na classe. O aprendizado tornou-se onipresente, e a classe perdeu seu protagonismo. Esta é uma das teses de especialistas internacionais que estarão sobre a mesa durante a 29ª Semana Monográfica da Educação da Fundação Santillana, que começa nesta terça-feira [24] em Madri, com o título `Melhorar a educação: como a tecnologia pode contribuir?`.

Para esquentar os motores, expomos aqui as principais razões que estão levando todo o mundo a usar todo tipo de suporte em aula:

O celular é o prolongamento do braço

O aluno leva toda a informação consigo, a movimenta, intercambia, compartilha em rede, fora e dentro da classe. Desta forma, aprende de maneira intuitiva, mesmo sem estar consciente disso. O celular é a chave para os estudantes. `Chegará um dia em que o professor dirá aos alunos no início da aula: `Liguem os celulares`, em vez de mandar desligá-los`, explica o diretor de educação da Fundação Santillana, Mariano Jabonero. Há tempo já se dizia que o mouse do computador tinha se transformado no prolongamento do braço das novas gerações de crianças e jovens. Mas hoje seu celular o é ainda mais.

Aplicativos contribuem na educação

A classe não é mais o único lugar onde se aprende. O uso de aplicativos educacionais como complemento das disciplinas começa a ser uma realidade. E as iniciativas de empreendedores para criá-los são cada vez mais numerosas. O setor calcula que atualmente existam mais de 80 mil apps educativos. São gratuitos e ajudam a aumentar a motivação do aluno. Muitos professores e especialistas insistem em sua utilidade durante a aula. Os conteúdos vêm de fora da classe, na qual entram pela tecnologia através dos celulares e outros suportes.

Professores também estão familiarizados

O professor sabe usar a tecnologia como o aluno. `O tópico de que os alunos usam mais a tecnologia e estão mais familiarizados com ela do que os professores se rompeu`, lembra Jabonero. Essa premissa, que era repetida incansavelmente há anos, não é mais verdadeira. Todo mundo usa a tecnologia em sua vida cotidiana e profissional, seja para enviar mensagens, navegar, jogar, ouvir música ou alguns, inclusive, para ensinar. Sem mencionar que muitos professores que hoje atuam na educação não universitária já pertencem a gerações que nasceram na era tecnológica.

Recursos digitais já estão disponíveis

A transformação da educação pela tecnologia tem três pés: os recursos digitais com os quais se dotam a classe e os alunos [desde as lousas digitais aos computadores], o acompanhamento do professorado e um currículo digitalizado. E os recursos já não são a matéria pendente, ressaltam os especialistas. De fato, 85% dos centros secundários nos pa íses da OCDE [Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos] já em 2012 estavam dotados de computadores de mesa; 41% de portáteis e 11% de tablets, segundo dados da organização. Os passos seguintes são ampliar o currículo digital, assim como o acompanhamento e o apoio do professorado no ensino com esses materiais.

Professores aprendem diretamente com especialistas

Os professores não vão mais a cursinhos para aprender a usar a tecnologia. Não é esta a solução, está mais que comprovado. Hoje em dia o acompanhamento do docente é feito por especialistas em tecnologia nas próprias escolas, explica Jabonero. Eles recebem apoio em campo no uso de todas as ferramentas que integram o currículo digitalizado [que tem diversos recursos, como ilustrações animadas, vídeos, visitas virtuais, fóruns…]. Muitos especialistas citam o caso do Uruguai como exemplo da importância desse apoio. O país informatizou todas as escolas, mas não dotou os professores de ferramentas para usar esses novos recursos. A conclusão foi que diminuíram os resultados dos alunos, segundo se viu nas notas que obtiveram na avaliação internacional do programa Pisa, da OCDE.

`Coordenador tec` supervisiona os sistemas nas escolas

Nos últimos anos foi criada a figura do `coordenador tec` nos colégios, exatamente pela razão anterior: para facilitar sua boa utilização com o fim de que se traduza em um sistema melhor e mais eficaz de aprendizado para os alunos. Diversos colégios espanhóis já contam com eles. O coordenador tec é o responsável e supervisor do uso da tecnologia nas aulas. Faz o acompanhamento do professorado e de sua adaptação ao currículo do colégio.

Investimento geral em tecnologia é cada vez maior

O gasto público em tecnologia cresce nos países mais avançados, apesar de diminuir o gasto em educação. Países como EUA ou Inglaterra seguiram essa linha em plena crise. Mas nem sempre o investimento em tecnologia para a educação se traduziu em uma melhora dos resultados dos alunos. De fato, alguns países que menos investem nela [como Finlândia, Japão ou Coreia do Sul] saem nos primeiros lugares das provas Pisa, assim como outros que, pelo contrário, investem muito nela [como Cingapura, Países Baixos ou Estônia].

Por Susana Pérez de Pablos | UOL Educação | 24/02/2015 | Fonte: El País

Widbook permite acesse a conteúdo de 1.400 livros pelo celular


Nos tempos de compartilhamento de músicas e vídeos, em que a aprovação ou reprovação dos artistas vêm em tempo real, e até mesmo discos, filmes e séries de tevê saem do papel graças aos fãs, era de se imaginar que uma hora ou outra os livros entrariam nesse mesmo processo. Criada por um grupo de jovens empreendedores brasileiros, o  possibilita às pessoas do mundo todo, sozinhas ou em grupo, escreverem seus próprios livros ou enviarem colaborações para obras de outros autores, tornando-se coautores.

O Widbook lanç0u um aplicativo gratuito de leitura. Disponível inicialmente para Android, o app possibilita acesso grátis a mais de 1.400 livros da plataforma além da interação entre os usuários da rede, que poderão seguir seus autores favoritos, comentar as obras e postar no mural um dos outros.

No celular ou tablet, é possível montar uma estante com os seus livros favoritos, enviar comentários e feedbacks. O app ainda permite continuar a leitura de uma obra a qualquer momento e lugar, além de dar acesso a um livro antes mesmo de ser lançado.

Faça o download gratuito do aplicativo.

Canal do Ensino

LIVRUS lança solução para livros aplicativos


Aplicativos trazem ótimos recursos de interação para livros didáticos e infantis

Livro aplicativo é uma forma moderna de interação do leitor com o conteúdo. Além dos formatos tradicionais de livros digitais, como os já populares PDF e o ePUB, a LIVRUS já vem testando a publicação desses livros. Obras como “O Jogo dos Papeletes Coloridos” e “O Centro do Universo”, ambos eBooks conceituais do escritor Paulo Santoro, foram publicadas utilizando o formato HTML5.

Agora, com uma equipe maior de desenvolvedores, a LIVRUS intensifica ainda mais sua produção de livros aplicativos utilizando as novas tecnologias disponíveis para apps. Os livros aplicativos desenvolvidos pela LIVRUS permitem recursos que criam uma experiência baseada na leitura para todos os leitores [desde usuários do sistema iOS até Android]. Ou seja, os livros aplicativos podem ser lidos tanto através de smartphones, quanto de tablets.

Conheça o site da Editora Livrus

O livro aplicativo aproveita ao máximo as tecnologias disponíveis hoje no mercado. É customizado e adaptado para estimular a leitura e sai do convencional ao trazer as seguintes inovações:

  • Realça, suaviza ou esconde objetos;
  • Permite a navegação livre pelo conteúdo;
  • Busca, aproxima e movimenta objetos;
  • Permite maior engajamento dos leitores;
  • Animações e simulações para ilustrar o texto;
  • E total controle de velocidade, respeitando o ritmo de leitura de cada um.

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OS NOSSOS LIVROS APLICATIVOS

Professor cria APP para incentivar leitura e escrita


As inovações fazem parte do projeto “O Celular como Ferramenta de Leitura e de Aprendizagem”, iniciado há quatro anos com alunos do nono ano do ensino fundamental da Escola Estadual Luiz Salgado Lima, no município mineiro de Leopoldina [MG].

Em agosto do ano passado – até então, era usado apenas o telefone celular -, o professor criou o aplicativo Acrópole APP para facilitar o acesso dos alunos aos textos e conteúdos por ele postados no blogue.

Funcionamento

O Acrópole APP permite a postagem de textos de diversos gêneros, com notícias, mapas e pinturas. “Todo tipo de documento que sirva como fonte histórica de leitura e pesquisa em nossas aulas“, ressalta o professor. As novidades tornaram as aulas mais atrativas.

Os estudantes passaram a ler mais e a registrar reflexões sobre os textos. “Muitas dessas reflexões são postadas no blogue e tornam os alunos produtores do conhecimento, na medida em que se posicionam e têm seus trabalhos publicados“, explica Rodolfo.

Segundo ele, o projeto atende diretamente cerca de 90 estudantes, mas todos os alunos podem baixar o aplicativo e usá-lo em sala de aula.

Resultados

De acordo com o professor, o blogue tem apresentado resultados expressivos, quantitativa e qualitativamente. O trabalho deve ser intensificado este ano, a partir das propostas de manter o blogue atualizado com postagens de qualidade e de aumentar a participação dos alunos nas atividades de manutenção.

Vamos dar continuidade à metodologia aplicada, mesclando aulas tradicionais com o uso das tecnologias da informação no ensino-aprendizagem“, ressalta.

Premiação

O projeto foi um dos finalistas da sétima edição do Prêmio Vivaleitura, na categoria 2, destinada a escolas públicas e particulares, o que deixou o professor orgulhoso. “Ficar entre os finalistas significa um reconhecimento, a coroação de um ano de trabalho muito feliz e produtivo“, afirma.

Ele revela que pretende dar prioridade ao desenvolvimento de habilidades e competências fundamentais para formar alunos leitores, reflexivos e capazes de exercer a cidadania em uma sociedade democrática e plural. “Terei de fortalecer os planos de aula para que os alunos tenham objetivos e metas claras e exequíveis”, diz.

Graduado em história, com pós-graduado em ciências humanas, Rodolfo cursa especialização em cultura e história indígena na Universidade Federal de Juiz de Fora [UFJF].

Prêmio

O Prêmio Vivaleitura é uma iniciativa dos ministérios da Cultura [MinC] e da Educação [MEC], coordenada pela Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, Ciência e Cultura [OEI]. Pretende estimular, fomentar e reconhecer as melhores experiências que promovam a leitura.

São premiados trabalhos nas seguintes categorias: “Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias”; “Escolas Públicas e Privadas”; “Promotor de leitura [pessoa física] e “ONGs, universidades/faculdades e instituições sociais”.

Portal Brasil | Agrosoft Brasil | 19/01/2015

Tocalivros completa um mês de operação


Com apenas um mês de operação, a Tocalivros já está comemorando os resultados alcançados. Foram mais de 3.500 downloads do app da empresa, além de 15 audiolivros em produção com data de término prevista para o início de janeiro. A capacidade de produção está sendo ampliada, com a contratação de mais narradores e artistas, além de novos estúdios parceiros. Até março de 2015, a Tocalivros promete o lançamento de novas funcionalidades para o aplicativo.

PublishNews | 18/12/2014