Amazon fecha parceria com Nestlé para distribuir 30 milhões de eBooks


Vouchers para baixar e-books gratuitamente serão colcoados em caixas de bombons da Nestlé e Garoto

Alex Szapiro [Amazon] e Liberato Milo [Nestlè] comemoram parceria no projeto Bombom de Ler | © Divulgação

Alex Szapiro [Amazon] e Liberato Milo [Nestlè] comemoram parceria no projeto Bombom de Ler | © Divulgação

A Amazon brasileira acaba de fechar uma parceria com a Nestlé para uma ação chamada Bombom de ler. Com a iniciativa, serão distribuídos 30 milhões de e-books nas caixas de bombons da marca. O objetivo, segundo a varejista, é estimular à leitura e ao livro digital. Clientes que comprarem caixas de bombons Nestlé ou Garoto terão a possibilidade de escolher um dentre dez best-sellers da Amazon para baixar gratuitamente para ler nos apps de leitura digital da Amazon ou no Kindle.

A Nestlé e a Amazon estão unindo forças para promover a leitura para qualquer brasileiro que compre os bombons neste fim de ano. Chocolates e livros são sempre excelentes presentes e estamos oferecendo aos nossos clientes dois presentes em uma única caixa, bombons e livros digitais. Estamos muito felizes por ter a Nestlé como uma grande parceira para fomentar o hábito da leitura no Brasil”, disse, em comunicado, Alex Szapiro, country manager da Amazon no Brasil. “Os clientes que baixarem os livros também terão a opção de testar o serviço Kindle Unlimited gratuitamente por 30 dias. Esta é a união perfeita da doçura dos chocolates Nestlé com o prazer do ato de ler”.

Para participar é simples, após comprar as caixas de bombons das marcas Nestlé ou Garoto, o consumidor deverá entrar no site da ação, escolher um dos dez títulos selecionados e digitar o código impresso dentro das caixas. Os consumidores poderão ler os e-books participantes na família de dispositivos Kindle, nos aplicativos gratuitos Kindle para iOS, Android e outras plataformas, ou em qualquer navegador compatível com o Kindle Cloud Reader (ler.amazon.com.br). Os livros poderão ser baixados até 30 de abril de 2016.

Confira abaixo os títulos participantes da promoção:

• 1808, de Laurentino Gomes
• Scrum – a arte de fazer o dobro de trabalho na metade do tempo, de Jeff Sutherland
• 25 Anos do Menino Maluquinho, de Ziraldo
• As melhores receitas do ‘Que Marravilha!’, de Claude Troisgros
• Memórias da Emília, de Monteiro Lobato
• Guerra dos tronos – volume 1, de George R. R. Martin
• Guia politicamente incorreto do futebol, de Jones Rossi e Leonardo Mendes Jr
• Com Carinho, Lucy B. Parker: menina x superstar, de Robin Palmer
• Não pare! Você entregaria sua vida nas mãos da morte? – Edição 1, de FML Pepper
• Casei e agora? As aventuras do meu descasamento, de Tatiana Amaral

Por Leonardo Neto | PublishNews | 10/12/2015

Árvore de Livros cria índice de dificuldade para eBooks


A startup brasileira Árvore de Livros vai lançar uma ferramenta que define o índice de dificuldade de leitura para cada livro. Desenvolvido em parceria com o Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro [UFRJ], o algoritmo vai analisar todos os livros digitais disponíveis no serviço e gerar uma nota que mostra o nível de complexidade da leitura. O programa leva em consideração mais de 250 critérios, como comprimento médio das frases, significado das palavras e velocidade média de leitura das pessoas.

A partir da classificação dos livros, a plataforma vai oferecer sugestões de títulos personalizadas para cada usuário. “A ferramenta vai reduzir o risco de a pessoa se desmotivar caso comece por livros que ele não compreenda bem”, diz o cofundador da startup, João Leal. Para os professores, será possível identificar como está o nível de leitura em uma sala e em cada aluno individualmente.

Presente em mais de 800 escolas, a Árvore de Livros dá acesso a um acervo de mais de 14 mil títulos – o preço, pago pela escola, varia conforme o número de alunos.

O serviço funciona como uma biblioteca virtual, na qual os alunos pedem livros emprestados. Os livros podem ser lidos em smartphones e tablets com iOS e Android e também no navegador. Os alunos podem salvar livros para ler quando estiverem sem conexão com a internet. O serviço permite que professores façam atividades relacionadas à leitura com os alunos.

Os índices de leitura no Brasil são baixos. De acordo com pesquisa da Federação do Comércio do Rio de Janeiro, divulgada em abril, sete em cada dez brasileiros não leram um livro sequer no ano passado. O último levantamento do Instituto Pró-Livro, feito em 2012, revelou que o brasileiro lê, em média, apenas 2,1 livros até o fim por ano. Para estimular o hábito de leitura, a Árvore de Livros realiza competições em que os alunos que leem mais ganham pontos. Ao final a escola e os alunos mais bem colocados são premiados.

Modelo de negócio. Para ter acesso ao serviço, a instituição paga uma mensalidade com base na quantidade de usuários – atualmente, cerca de 53 mil pessoas utilizam a plataforma. A startup paga às editoras por cada livro oferecido e pode emprestá-lo até cem vezes para um aluno de cada vez. A estante virtual do usuário pode ter no máximo três livros emprestados. Caso ele queira um novo livro, é preciso devolver um dos títulos.

Thiago Sawada | O Estado de S. Paulo | 23/11/2015

Editora investe em aplicativo para interagir com os leitores


Com cliques, usuário terá acesso a todos os projetos da editora

Com o objetivo de oferecer acesso rápido ao conteúdo do portal Paulus, com maior praticidade, agilidade e conforto, a Paulus Editora acaba de lançar um aplicativo. Agora, o usuário terá acesso a todos os projetos da editora, valores, história e missão, além de informações sobre cursos, lançamentos, eventos, novidades editoriais e as principais notícias do momento. Também é possível encontrar a livraria mais próxima, por meio de um mapa de localização. O aplicativo também é um espaço de oração: nele é possível acompanhar todas as mensagens do dia, textos bíblicos presentes na liturgia dominical, solenidades e festas, além dos roteiros homiléticos e reflexões diárias do Santo Padre, o Papa Francisco. Clique aqui para baixar o aplicativo, disponível apenas para o sistema operacional Android.

PublishNews | 13/11/2015

Leituras no papel e também na tela


Como a tecnologia digital afeta o mundo literário

Por Mayara Zago e Vitória Hirata | Publicado originalmente em ACONTECE | Página 5

 Os e-books têm ganhado grande atenção na mídia por se tratarem de uma maneira mais prática de ler. Entretanto, segundo Ednei Procópio, criador do site “eBook Reader” e especialista em e-books, o mercado nacional de e-books não chegou a 3% se comparado ao mercado estagnado dos impressos. Apesar disso, os digitais continuam em ritmo de alta com um faturamento de cerca de 17 milhões só em 2014.

Observando a grande oferta no mercado nacional livreiro, percebe-se que o consumo está aquecido. Acredito que existe espaço para ambos os segmentos” comenta Milsa Maria Tassi Marques, assessora pedagógica em literatura da Editora Moderna.

A aparente aceitação do público se dá por diversos fatores, como a facilidade de acesso aos conteúdos digitais, que ultrapassa fronteiras e gera proximidade entre o leitor e o autor; a liberdade de modificar a formatação a gosto de quem o utiliza [margem, espaçamento e tamanho da fonte]; ajustes de brilho; caixa de atalho para pesquisa [find/search]; oportunidade de fazer anotações; possibilidade da reedição do livro pelo autor e a leveza do produto. “Você pode levar uma biblioteca para ler em qualquer lugar sem ter o excesso de peso em malas” diz César Rocha Lima, sociólogo, teólogo e autor de e-books.

Outro beneficio é a rapidez do envio sem qualquer taxa nas entregas. “Por causa da viabilidade e facilidade de compra, quando você quer um livro já faz o download para o seu aparelho. Esta acessibilidade é maravilhosa.” Diz Solange Lima, pedagoga e leitora de livros digitais. Com isso, as plataformas preferidas pelo público são IOS [iBooksStore], Android [Google Play], Kindle [Amazon] e Kobo [oferecido pela Livraria Cultura].

Há vantagens também para quem escreve. A tecnologia oferece um meio alternativo para escritores independentes ao dispensar o custo da taxa de entrega e distribuição. É o caso da renomada escritora independente australiana Jaymin Eve, autora da série Walker Saga, que por meio de seus livros publicados na plataforma digital conquista leitores de todos os lugares. “Autores independentes estão quebrando barreiras todos os dias” diz ela.

Jaymin acredita ainda que as grandes editoras monopolizam o mercado ao escolherem qual será a próxima “febre”. A publicação independente abriu um novo mundo de possibilidades ao atender todos os tipos de público, e por meio do contato com os leitores e a divulgação pelas redes sociais é estabelecido uma proximidade maior entre quem escreve e quem lê. “E daí que o livro é horrível? Se há pelo menos uma pessoa que goste da história, não há razão para o livro não estar disponível ao público.” completa Jaymin.

Aplicativo de eBooks infantis aproxima pais e filhos


Motivar pais e filhos a passar mais tempo juntos, brincando e aprendendo enquanto viajam pela literatura infantil em e-books interativos, divertidos e educativos. Esta é a proposta do Kidint [www.kidint.com], um clube de assinaturas de livros infantis para crianças até 7 anos que pode ser acessado em smartphones e tablets.

O Kidint é um aplicativo da família que aproxima pais e filhos incentivando a leitura na primeira infância. As crianças estão acostumadas a usar tecnologia e a acessar a Internet desde muito pequenos e acabam se afastando do convívio familiar ao passar horas em jogos e conteúdos que não trazem nenhum aprendizado. Com o Kidint elas não só irão cultivar o hábito da leitura, como também estarão mais próximas dos pais”, diz Bruno Sanovicz, co-fundador do Kidint.

Já disponível para Android e iOS, a biblioteca da primeira versão do Kidint inclui mais de 100 livros interativos, ilustrados e sonorizados com trilhas, em português, inglês e espanhol, incluindo contos e fábulas como Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho e A Formiga e a Cigarra. No lançamento, a empresa oferece aos assinantes um mês gratuito para que possam conhecer e testar o aplicativo. A assinatura mensal custará R$9,90 e a anual R$89,90.

Além dos clássicos, o acervo do Kidint já oferece e irá publicar e-books infantis de novos e também de consagrados autores. Os livros podem ser lidos ou ouvidos, já que todas as obras estão disponíveis em áudio, ajudando no desenvolvimento das habilidades de leitura, escrita e pronúncia.

Os pais também podem ser narradores gravando o texto com as próprias vozes, o que cria um vínculo mais afetivo da criança com o livro. O aplicativo também permite criar um perfil para cada filho para monitorar individualmente, através de gráficos, diversas estatísticas sobre o progresso das crianças, como tempo de leitura, número de livros lidos e quantidade de perguntas respondidas corretamente e erradas. Além disso, o Kidint envia diariamente aos pais dicas e sugestões de atividades para realizarem com seus filhos com base nos interesses que demonstram quando estão navegando no app.

A maioria das soluções voltadas para educação não leva em conta que, durante a primeira parte da infância, os mais capacitados para educar as crianças são os próprios pais. Nosso objetivo é incentivá-los a participar de maneira ativa no desenvolvimento de seus filhos e, quando chegarem em casa, perguntem como foi o dia na escola, coloquem os pequenos no colo e contem uma história antes de dormir. Crianças que têm maior vínculo afetivo com os pais se sentem mais seguras para enfrentar as dificuldades do dia a dia”, observa Bruno Sanovicz.

Queremos ser uma das empresas mais inovadoras no mundo que usam tecnologia para associar educação e diversão para crianças e pais. Os pais também podem participar, criando uma maior aproximação com os filhos através do despertar, desde os primeiros passos na alfabetização, do prazer da leitura e do aprendizado de línguas, já que os livros interativos estão disponíveis em três idiomas”, acrescenta.

Para motivar as crianças, o aplicativo oferece medalhas na medida em que avançam na leitura e na realização das atividades. A criança também é premiada ao trocar um fundo do perfil ou avatar e ao baixar, avaliar ou marcar o primeiro livro favorito.

Nunca comparamos uma criança com outra. Se ela errar, nada acontece, mas se acertar é parabenizada e recebe uma medalha. Os pais podem conhecer a evolução individual de cada criança, em quais inteligências têm mais ou menos facilidade, mas sem nunca estabelecer qualquer comparação, mesmo entre irmãos. Nosso objetivo é ajudá-los a conhecer melhor seus filhos”, diz o empreendedor Luis Loyola, sócio-fundador e CEO do Kidint.

O aplicativo segue o conceito do edutainment e foi desenvolvido a partir da teoria das inteligências múltiplas, do Doutor Howard Gardner, professor de Harvard, incluindo perguntas feitas no meio das obras e sugestões de atividades depois do término da leitura para o aprimoramento de diversas habilidades cognitivas – matemática, musical, visual-espacial e linguística, que podem ser aplicadas diretamente na leitura e intepretação de textos, além de interpessoal, intrapessoal, cinestésica e naturalista.

Os recursos multimídia, as atividades e as perguntas interativas para testar o conhecimento dos pequenos leitores sobre as obras tornam o aprendizado mais divertido e natural para esta geração de nativos digitais. São crianças que não conhecem e imaginam um mundo sem Internet e já mexem em celulares e tablets praticamente desde os primeiros dias de vida. Queremos ajudar a reduzir a dificuldade dos pais em acompanhar e participar da primeira fase da educação da criança, a da alfabetização, que é a mais importante”, assinala Luis Loyola.

Impacto Social – Recentemente, a aceleradora de negócios sociais Artemisia selecionou nove startups para integrar seu próximo programa de aceleração e a Kidint está entre as escolhidas. O critério da aceleradora foi identificar empresas que podem tornar o mundo um lugar melhor. O projeto da Kidint chamou a atenção por ter forte impacto social.

O reconhecimento da Artemisia nos deixa ainda mais motivados para disseminar o Kidint pelo Brasil e novos mercados que anunciaremos em breve”, diz Bruno Sanovicz.

História do Kidint – Luis Loyola teve a ideia de criar o Kidint há 3 anos. Ele trabalhou no Japão e na Alemanha durante mais de uma década em diversas empresas na área de pesquisa e desenvolvimento.

Com uma visão global e sempre muito interessado pelas grandes mudanças trazidas pelas novas tecnologias na educação, especialmente em países emergentes, convidou Bruno Sanovicz para ser co-fundador da empresa e comandar a área de marketing no Brasil, um dos primeiros países em que o Kidint inicia suas operações.

Para viabilizar o projeto, Luis Loyola buscou investidores e conseguiu o apoio financeiro da ALLM Japan, empresa pioneira em tecnologia para as áreas de saúde e educação, onde foi executivo durante seis anos.

Luis Loyola é formado em engenharia civil elétrica pela Universidade do Chile e realizou mestrado e doutorado no Japão na área de infocomunicação. Reúne numerosas publicações em revistas científicas e já expôs em importantes conferências internacionais na área das telecomunicações e informática. Trabalhou como pesquisador sênior do Research Laboratories NTT Docomo e NTT no Japão e na Alemanha e atuou por seis anos como diretor de pesquisa e desenvolvimento da ALLM Japan.

Bruno Sanovicz é um jovem empresário e entusiasta da tecnologia que sempre teve o desejo de dedicar-se a um projeto com grande potencial de gerar impacto social. Tem experiência na área de produtos e marketing, tendo trabalhado em grandes corporações, como a LG. Antes de trabalhar na Kidint, Bruno liderou a área de produtos de outra startup, chamada Broou.

Saraiva lança novo aplicativo de leitura e vende eBooks com 80% de desconto


Com versões para iOS e Android o aplicativo Lev Saraiva foi desenvolvido pela empresa ucraniana Obreey Products

Em comunicado ao mercado, a Saraiva divulgou o lançamento de um novo aplicativo para leitura de e-books: o Lev Saraiva, disponível tanto para o sistema iOS como para Android. Segundo a empresa, trata-se de um “novo aplicativo gratuito para a leitura de livros digitais, desenvolvido para proporcionar a melhor experiência com e-books em qualquer dispositivo, hora e lugar“.

Ainda segundo o comunicado, “o aplicativo permite continuar a leitura do ponto exato onde foi interrompida, seja no próprio app em tablets e smartphones ou no LEV, o leitor portátil [e-reader] de livros digitais da Saraiva, criando, assim, um ecossistema integrado de acesso ao conteúdo“. E importante ressaltar que o aplicativo permite o acesso à biblioteca do usuário no ecossistema da Saraiva, mas, assim como os aplicativos Kindle da Amazon, não permite que compras de livro sejam feitas por meio dele. O novo aplicativo foi desenvolvido pela empresa ucraniana Obreey Products, que também produz uma linha de tablets androids e outra de leitores dedicados chamados PocketBook eReaders.

A Saraiva disponibilizou uma página com informações sobre o Lev Saraiva, que pode ser baixado aqui para a plataforma iOS e aqui para a plataforma Android. A empresa informa que já possui um catálogo de 50 mil e-books em português disponibilizado em sua loja.

O Lev, o leitor dedicado da Saraiva, acaba de completar seu primeiro aniversário no dia 5/8. E para comemorar o primeiro aniversário do seu gadget proprietário, a Saraiva vem desde a semana passada promovendo um mês com descontos de até 80% em seus e-books. As ações podem ser tanto instantâneas, durando apenas 24 horas, ou se estender por mais tempo. A loja também vem promovendo promoções de um título especial por dia, o que é bastante similar aos “Daily Deals” da concorrente Amazon. Entre as editoras participantes destas promoções estão Ediouro, Geração Editorial, LeYa e a própria editora Saraiva.

Por Carlo Carrenho | Publicado originalmente em PublishNews | 31/08/2015

Distribuidora de livros lança app voltado para professores de idiomas


A revista New Routes, publicação quadrimestral, produzida pela Disal Distribuidora e direcionada a profissionais de ensino de idiomas, ganha um reforço. É que a Disal acaba de colocar nas appstores um aplicativo pelo qual os leitores da revista poderão acessar seus conteúdos gratuitamente. A revista traz entrevistas e artigos de autores reconhecidos mundialmente e professionais de ensino de inglês, espanhol, francês, italiano e alemão, além de abordar assuntos relacionados a o que há de mais novo em materiais de ensino. O aplicativo está disponível para os sistemas Android e iOS.

PublishNews | 05/08/2015

Startup oferece soluções digitais para a Educação Superior


Editora Viva já tem soluções para Direito e, em breve, entrará nas áreas de Saúde e Finanças

Durante um ano, três baianos se debruçaram sobre o desafio de criar uma multiplataforma de educação superior que reunisse e-books, audiolivros e videoaulas nas áreas de Direito, Finanças e Saúde. O resultado acaba de ganhar corpo: a agregadora de conteúdos educacionais Editora Viva. O acesso pode ser feito via site ou via aplicativos na App Store e no Google Play. Um dos aplicativos já disponíveis é o Viva Direito ] para Apple e para Android], uma livraria jurídica digital, com conteúdos para estudantes de direito e para quem está se preparando para concursos públicos. Para o consumidor, funciona como uma livraria digital: ao fazer seu login, pode comprar e-books e acessar os livros digitais já comprados. O diferencial está nos conteúdos extras: vídeo aulas, notícias sobre o universo jurídico. Para Rico Néry, um dos sócios, a multiplataforma é voltada para um público ávido por consumo de informações e cada vez mais dependente de seus gadgets. “É preciso oferecer educação de qualidade dentro do universo digital”, defende. “Aplicativos não servem apenas para jogar ou conversar com amigos nas redes sociais. Eles também devem educar”, completa.

Para dar peso ao seu catálogo, os baianos fecharam parceria com provedores de materiais especializados, como a JusPodivm [líder no setor de vendas de material jurídico, com mais de 200 títulos publicados em 2014], a LTr, a Múltipla, o Instituto Baiano de Direito Processual e Penal [IBADPP] e a Freitas Bastos. Estendeu-se ainda para a área das finanças, fechando contrato com a AZ FuturaInvest [Azimut Group] para o desenvolvimento da sua segunda plataforma, a ClickInvest, que em breve será lançada no mercado.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 21/07/2015

Brasileiro cria “Cosmic” para estimular HQs nacionais


Plataforma Cosmic disponibilizará acervo de HQs a 16 reais mensais e reverterá 70% da receita aos autores e editoras. Lançamento acontece em novembro

Uma nova plataforma promete revolucionar o mercado nacional de quadrinhos. Chamado de Cosmic, o aplicativo de leitura digital vai disponibilizar um acervo de HQs seguindo o modelo de assinatura de streaming, que busca oferecer facilidade de acesso e disponibilidade em diversos dispositivos. O serviço tem lançamento previsto para novembro, com mensalidade de 16 reais.

De acordo com seus idealizadores, o Cosmic quer incentivar a criação nacional, cortando os custos de impressão e distribuição dos quadrinhos, proibitivos à maioria dos artistas independentes, que são obrigados a recorrer a sites de financiamento coletivo para viabilizar suas publicações.

Nos últimos anos, o preço cada vez mais alto do papel tem dificultado a venda e o acesso aos quadrinhos. Reduzindo custos de distribuição, pretendemos potencializar o papel mais importante das editoras, que é encontrar grandes talentos, criar selos e editar material de qualidade”, afirma Ramon Cavalcante, criador das webcomics Até o Fim do Mundo e Barafunda e um dos idealizadores da plataforma. “Nosso objetivo é facilitar a publicação digital para criadores e oferecer ao público de quadrinhos uma plataforma digital com todas as funcionalidades indispensáveis”.

O Cosmic se baseia em um sistema de remuneração por volume de leitura, onde 30% do valor das assinaturas fica com a plataforma para cobrir os custos de servidores, manutenção e equipe. Os 70% restantes são encaminhados às editoras e autores independentes proporcionalmente ao número de páginas lidas de suas respectivas obras.

Acreditamos que esse sistema recompensa editoras e autores que realmente trazem leitores e sustentam rendimento. Ele permite que um público razoável, mas fiel, gere renda significativa para a publicação”, explica Cavalcante.

Para o idealizador, o Brasil tem uma cultura de quadrinhos tradicionalmente rica, com editoras de sucesso e autores que publicam fora do país. Estudos internos do Cosmic apontaram para o hábito nacional de ler quadrinhos em dispositivos digitais visando comodidade e facilidade de acesso.

O mercado digital de leitura é uma tendência mundial, e o Brasil não é diferente. O leitor de quadrinhos gosta de colecionar, de ter a obra física para preservar e guardar, mas também gosta de experimentar e de ler muitas obras com facilidade, até para poder escolher o que vai comprar no impresso. Acreditamos que nosso modelo se encaixa perfeitamente nessa demanda”, pontua.

O cronograma de lançamento da plataforma ainda está em fase inicial e a periodicidade das atualizações, as editoras envolvidas e o tamanho do acervo inicial ainda não foram divulgados. “Pretendemos disponibilizar quadrinhos com uma boa frequência, com uma periodicidade que nos permita ter acesso a obras de alta qualidade e diversidade. No caso de séries, dependerá muito do ritmo do autor e será alinhado individualmente com autores e editoras”, esclarece Cavalcante, antecipando que nomes de renome integrarão o projeto, que prevê dezenas de títulos para seu lançamento.

O aplicativo gratuito do Cosmic poderá ser utilizado como solução única para a leitura de HQs baixadas pelo usuário [sendo ou não assinante], organizando os arquivos em uma biblioteca pessoal. As funcionalidades do leitor estarão disponíveis ainda este mês para Windows, Mac OS X e Linux. Para o lançamento do serviço de assinatura, o app ganha versões para Android e iOS.

Por Maria Clara Moreira | Publicado originalmentem em IDG NOW | 16/07/2015, às 16:57

IDGNow! é marca registrada da International Data Group, licenciada exclusiva no Brasil pela DigitalNetwork!Brasileiros, divisão de mídia digital da Brasileiros Editora

Brasil: o país do tablet, smartphone e Android


Por Carlo Carrenho | Publicado originalmente em Tipos Digitais | 22/06/2015

A IDC divulgou recentemente os números de vendas de tablets e smarthphones no Brasil em 2014, assim como suas previsões para 2015. No que se refere aos tablets, as vendas em 2014 ficaram abaixo da previsão da empresa de pesquisas. Ainda assim, vendeu-se 9,5 milhões de aparelhos no ano passado, quando a expectativa da IDC no início do ano era de 10,7 milhões. Ainda assim foi um crescimento de 20,25%. Para 2015, a IDC projeta queda de 2,11% nas vendas de tablets.

Os smartphones, por sua vez, superaram as expectativas. As vendas alcançaram 54,5 milhões em 2014, ou seja, um crescimento de 55,71% em relação ao ano anterior e 15,96% acima das projeções da IDC feitas há cera de um ano.

Como se vê, apesar da previsão de quedas nas vendas de tablets para 2015, o mercado continua bastante aquecido tanto para tablets como para smartphones. Eu continuo acreditando que o Brasil não é o país do e-reader dedicado, mas sim do tablet e do smartphone, como já expus aqui.

Aliás, esta força do tablet e do smartphone em terras tupiniquins é o que explica o market share relativamente alto de Google e Apple nas vendas de e-books no Brasil. Juntas, as empresas devem responder por cerca de um terço do mercado brasileiro, o que é algo bem acima que a média mundial.

Aliás, vale lembrar que o Android, da Google, domina tanto o mercado de smartphones quanto de tablets no Brasil, com market shares próximas ou acima de 90%. O e-Marketer publicou recentemente um artigo sobre a evolução da participação de mercado dos sistemas operacionais de smartphones no Brasil. A tabela abaixo foi originalmente publicada no artigo.

E o gráfico a seguir apenas permite visualizar o poder absoluto do Android no Brasil.

Clube Leiturinha lança serviço de assinatura de eBooks


Leiturinha Digital oferece acervo de 500 títulos para crianças de 0 a 12 anos

A Leiturinha, que mantém um clube de assinatura de livros infantis, o Clube Leiturinha, expandiu suas operações e acaba de lançar a  Digital, um acervo de e-books infantis, disponíveis ilimitadamente por meio de assinatura mensal. Para ter acesso ao catálogo com mais de 500 títulos para crianças de 0 a 12 anos, o assinante realiza a sua inscrição e recebe um e-mail com o link para baixar o aplicativo, disponível para tablets com sistemas IOS e Android.  O valor da assinatura mensal é de R$ 12,90. A Leiturinha Digital já possui cerca de 10 mil usuários. A previsão é chegar até o final deste ano com 50 mil e triplicar o acervo atual de títulos. Para obter mais informações sobre o serviço, clique aqui.

PublishNews | 02/06/2015

O eBook cuja história viaja com o leitor


Imagine ler um eBook cuja história se passa na cidade onde você está. Rio de Janeiro, Bueno Aires, Nova Iorque, Paris, Roma e Liboa. Trip Book Smiles é o primeiro eBook que se adapta ao roteiro da viagem do leitor.

O leitor também pode ter a experiência do Trip Book Smiles quando quiser. Basta baixar o aplicativo para iOS ou Android e embarcar nesta aventura. O leitor baixa o aplicativo Trip Book Smiles. Viaja e leva o tablet com ele. O aplicativo reconhece a cidade onde ó leitor se encontra e a versão do eBook correspondente.

Confira o case!

Marcelo Rubens Paiva lança livro digital onde a história viaja junto com leitor


O escritor Marcelo Rubens Paiva escreveu uma história diferente, que vai viajar junto com seus leitores. É um romance que muda de locação de acordo com o lugar do mundo onde o leitor está. A história é sempre a mesma, a trama também, mas as referências culturais e geográficas [museus, praças, restaurantes, etc.] mudam de acordo com o roteiro de viagem do leitor.

Para criar o “Trip Book Smiles”, a FCB Brasil desenvolveu uma tecnologia especial que identifica onde o leitor está por geolocalização. Ele estará disponível em e-reader especial e também em um aplicativo, que poderá ser baixado gratuitamente para usuários de iOS e Android.

O “Trip Book” será lançado no dia 27 de abril e abre caminho para um novo jeito de contar histórias. É o primeiro do gênero no país e faz parte das comemorações de 20 anos do programa de fidelidade Smiles . As primeiras cidades disponíveis são Buenos Aires, São Paulo, Lisboa, Rio de Janeiro, Roma, Paris e Nova York.

PUBLICADO ORIGINALMENTE EM VIAGEM LIVRE | 16/04/2015, às 13:46

Biblioteca virtual E-volution ganha novo layout


Biblioteca virtual da Elsevier tem mais de 600 obras

A biblioteca digital e-volution, da Elsevier, ganha novo layout, funcionalidades e recursos. Com mais de 600 títulos no seu acervo, composto por obras acadêmicas e profissionais, a nova plataforma ganha versões mobile feitas para Android e iOS, que permite o acesso off-line aos e-books via smartphones e tablets. Além disso, os usuários passam a ter a possibilidade de fazer anotações e marcações no texto e os livros passam a ser enriquecidos com conteúdos multimídia [vídeos, animações, banco de imagens, testes online, casos clínicos, etc].

PublishNews | 12/03/2015

Mauricio de Sousa lança app com mais de 500 gibis da Mônica


Quadrinhos da Turma da Mônica publicados desde a década de 1980 ganham aplicativo que garante acesso a 50 edições por vez mediante assinatura

 

Primeiras edições de ‘Turma da Mônica’ surgiram na década de 1960. FOTO: Reprodução

Primeiras edições de ‘Turma da Mônica’ surgiram na década de 1960. FOTO: Reprodução

SÃO PAULO – Mauricio de Sousa acaba de dar o passo mais importante da história da sua franquia, a Turma da Mônica, no meio digital. O cartunista colocou no ar o aplicativo Caixa de Quadrinhos que oferecerá acesso a todo o acervo de revistas publicadas desde a década de 1980 mediante assinatura.

O usuário poderá optar por uma assinatura mensal [US$ 5 no iOS, e R$ 13,07 no Android] ou anual [US$ 40 no iOS, e R$ 104,96 no Android] e ter acesso a 50 edições por vez. As revistas escolhidas serão substituídas por outras quinzenalmente. Quem optar por não assinar, terá acesso apenas a algumas tirinhas [e não a revistas completas].

No total, temos mais de 500 revistas digitalizadas”, diz Marcos Saraiva, gerente comercial da área digital da Mauricio de Sousa Produções. “O Mauricio avalia todo roteiro já publicado entre bom e ótimo. Para as primeiras edições do aplicativo, a gente escolheu as mais bem cotadas.

No acervo disponível, é possível filtrar as histórias que se quer ler por personagens, como Magali, Cebolinha, Cascão ou Chico Bento. O aplicativo permite também que se baixem edições para serem lidas dentro do app mesmo quando o usuário não estiver conectado. Caso a assinatura seja cancelada, as edições deixam de estar acessíveis automaticamente.

Há alguns anos, já tínhamos claro a direção que o digital apontava. Por isso, começamos a investir e, assim, fizemos apps de games, começamos a trabalhar forte nas redes sociais e remodelamos o site”, disse. “Mas o objetivo sempre foi colocar o conteúdo onde as crianças estão, e há tempos a plataforma dos tablets vem se mostrando forte nesse sentido.

Além das edições históricas do acervo, a ideia é concentrar no aplicativo diversos produtos, inclusive uma espécie de banca virtual para a venda das versões digitalizadas dos gibis da marca conforme forem para as bancas [físicas]. Para o futuro, a ideia é traduzir o aplicativo [e as revistinhas] para outros idiomas.

‘Mauricio de Sousa nunca acreditou na canibalização do digital’. FOTO: Estadão

‘Mauricio de Sousa nunca acreditou na canibalização do digital’. FOTO: Estadão

A empresa de Mauricio de Sousa está otimista sobre a recepção que o aplicativo terá. “Acreditamos que entre seis meses e um ano vamos ter o investimento recuperado”, disse Saraiva, sem dar valores.

Tem uma demanda forte de gente que sempre pediu versões digitais dos gibis para o Mauricio. E ele sempre viu isso de forma positiva, nunca acreditou na canibalização da revista física pelo digital. Para ele, são produtos complementares.

A gente esperou o momento certo para apostar nesse modelo de assinatura”, diz Saraiva. “E, a nosso favor, temos essa maior maturidade gerada com a penetração de smartphones e tablets no Brasil.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente em celulares e tablets Android e iOS.

Por Murilo Roncolato | Publicado originalmente em O Estado de S. Paulo | 10/03/2015, às 19h04

40 mil freeboks estão disponíveis na plataforma Kobo/Livraria Cultura


São tantas as novidades e inovações no campo tecnológico que cada vez mais nos encontramos ao alcance de apenas um clique de distância de nossas necessidades, desejos e curiosidades.

Sabendo disso, o aplicativo Kobo nos dá a oportunidade de ter fácil acesso ao conhecimento, cultura e diversão. Por que? O Kobo disponibilizou agora mais de 40 mil livros digitais totalmente grátis, além de todos os outros ebooks pagos. Incluindo na sua biblioteca digital best-sellers, histórias infantis, clássicos, lançamentos e muitas outras variedades.

Para os interessados em uma boa leitura, o app pode ser baixado para as plataformas iOS, Windows, Android, em dispositivos Blackberry, no Google Play para aparelhos móveis e também no seu Mac ou PC. E pode ser baixado gratuitamente.

Para completar toda a dedicação que o aplicativo tem com o cliente, pensando no seu conforto há recursos que te ajudam a ler onde estiver. Está indo dormir? Diminua o brilho da tela e acione o modo de leitura. A iluminação do ambiente está fraca? Basta aumentar o brilho. Você ainda pode optar por diferentes estilos de fontes para evitar que a vista fique cansada.

Saiba mais sobre o aplicativo Kobo.

Diário da Manhã – 27/02/2015

Widbook permite acesse a conteúdo de 1.400 livros pelo celular


Nos tempos de compartilhamento de músicas e vídeos, em que a aprovação ou reprovação dos artistas vêm em tempo real, e até mesmo discos, filmes e séries de tevê saem do papel graças aos fãs, era de se imaginar que uma hora ou outra os livros entrariam nesse mesmo processo. Criada por um grupo de jovens empreendedores brasileiros, o  possibilita às pessoas do mundo todo, sozinhas ou em grupo, escreverem seus próprios livros ou enviarem colaborações para obras de outros autores, tornando-se coautores.

O Widbook lanç0u um aplicativo gratuito de leitura. Disponível inicialmente para Android, o app possibilita acesso grátis a mais de 1.400 livros da plataforma além da interação entre os usuários da rede, que poderão seguir seus autores favoritos, comentar as obras e postar no mural um dos outros.

No celular ou tablet, é possível montar uma estante com os seus livros favoritos, enviar comentários e feedbacks. O app ainda permite continuar a leitura de uma obra a qualquer momento e lugar, além de dar acesso a um livro antes mesmo de ser lançado.

Faça o download gratuito do aplicativo.

Canal do Ensino

Os melhores ‘apps’ para ler e estudar


unnamedFolhas de papel, agendas, cadernos, livros. Quilos e quilos de papel que até poucos anos atrás pesavam sobre as costas e ocupavam mochilas, bolsas e mesas. Estão desaparecendo, pouco a pouco, da vida dos estudantes. A digitalização dos alunos nas universidades caminha no mesmo ritmo que eles; segundo o último estudo do serviço de telefonia Tuenti Móvil e da empresa de pesquisa de mercado IPSOS, 84% dos jovens pesquisados se conecta à Internet a partir do telefone celular e 40% utiliza o aparelho para estudar, trocar anotações ou trabalhar em grupo.

Celulares e tablets foram banindo a caneta e o papel para melhorar, maximizar e otimizar as tarefas dos universitários; deixaram que ser um elemento de distração durante as aulas para se tornarem uma ferramenta de trabalho. Quase sempre. Álex Rayón é professor na Faculdade de Engenharia da Universidade de Deusto e responsável pela TI [Tecnologia da Informação] nesse centro universitário. É ele quem está colocando em funcionamento a maquinaria que habilita as tecnologias de informação e comunicação na universidade basca: “Todo o plano de formação em competências digitais. Acredito que com isso é preciso ser valente”.

Os alunos ainda sentem dificuldades no uso dos aplicativos durante as aulas, embora fora delas isso já se tornou um hábito. “Os professores demoram em se acostumar. O maior medo é que, com o telefone na mão, os alunos possam estar fazendo outras coisas que não sejam da disciplina”. Facebook, Twitter, Whatsapp. “O que acontece então? Os celulares são proibidos em sala de aula”, conta Rayón. “Mas o que devemos fazer, e o que eu tento a cada dia, é levar as aulas ao celular, monopolizar a atenção dos alunos”.

Rayón dá aulas de Inovação e empreendedorismo na Universidade de Deusto e de Estratégia digital na Deusto Business School. Uma parte delas navega na nuvem, no Youtube e no Google Drive. “Quando os alunos fazem seminários, peço que gravem; depois postamos o material em canais temáticos que criamos no Youtube e se faz uma revisão por grupos. É uma das formas de levar a aula ao ambiente dos dispositivos móveis”. Com a ajuda de aplicativos como o Evernote, para gestão de conteúdos, e o Mindomo, para criar mapas conceituais, Rayón consegue colocar a aula no celular. “E não ao contrário, para aproveitar ao máximo todos os recursos disponíveis”.

Para ajudar a atingir esse objetivo, apresentamos os melhores aplicativos de iOS, Android e Windows Phone para compactar o curso.

Com a mão levantada

Para não perder o hábito de mover o pulso e o cotovelo ao escrever, reunimos aplicativos com os quais você poderá continuar escrevendo de forma tradicional, mas sobre uma tela.

  • Penultimate: Um aplicativo simples, intuitivo, extremamente bem cuidado visualmente e com uma gestão impecável da tinta. Pode-se escrever com o dedo, mas para aproveitá-lo ao máximo um stylus é a melhor opção. Disponível para iPad e gratuito.
  • Papyrus: Clara e fácil de usar, essa ferramenta tem uma janela para os clientes do Google Play for Education, que podem instalar este app e o Papyrus Licence EDU 2014-2015 para desbloquear as vantagens da versão premium. Disponível para Android e gratuito.
  • OneNote: A ferramenta para tomar notas do pacote Office da Microsoft é uma plataforma agradável e limpa visualmente. Permite escrever à mão, embora seja recomendável um lápis adequado. Disponível para Windows Phone, iOS e Android de forma gratuita.

Organizado e a tempo

Para quem não se importa em prescindir de agendas, post-its e papeizinhos no meio de dezenas de cadernos, seis ferramentas que ajudam a organizar, lembrar e guardar.

  • Evernote: Para tomar notas, fazer fotos, criar listas, gravar voz, guardar links. Tem sincronização na nuvem e capacidade para fazer apresentações com um clique. Gratuito. Para iOS, Android e Windows Phone em versão gratuita, premium [5 euros por mês, cerca de 14,65 reais] e business [10 euros por mês como usuário].
  • iStudiez Pro: Combina agenda, lista de tarefas e anotações com uma interface fluída e visualmente bonita. Disponível para iOS e Windows Phone por 8,7 euros.
  • My Study Life: Agenda, lista de tarefas e avisos em um único aplicativo para iOS, Android e Windows Phone. Gratuito.
  • Any.do: Combina tudo, do calendário à lista de tarefas. Sincroniza e compartilha com outros dispositivos. Com cada nova mudança, seus desenvolvedores sempre repetiram o mesmo: “Há muitos apps para cada coisa, por que não usar um que sincronize tudo?”. Disponível para iOS e Android de forma gratuita.
  • FantastiCal 2: Um calendário intuitivo, completo e com aperfeiçoamentos contínuos. Só está disponível para iOS, por 4,99 euros.
  • Wunderlist: Um aplicativo simples e intuitivo para organizar e compartilhar tarefas. Para iOS e Android, tem uma versão gratuita e outra paga, por 4,20 euros.

Guardar e compartilhar

Antes, se tiravam fotocópias. Agora, sobem-se arquivos à nuvem. Três lugares virtuais onde armazenar qualquer tipo de arquivo e poder acessá-lo a partir de qualquer dispositivo, compartilhar com os colegas do grupo de trabalho ou com os professores.

  • Google Drive: Compartilha, edita e guarda de forma instantânea. Disponível para iOS, Android e Windows Phone e gratuito.
  • Dropbox: Tudo vai para a nuvem, para consultar e sincronizar de forma instantânea com outros dispositivos. Para iOS, Android e Windows Phone de forma gratuita.
  • OneDrive: É o serviço de armazenamento de arquivos da Microsoft, embora tenha aplicativos para iOS e Android. Gratuito até 15 GB.

Página a página

Para muitos, o romantismo de virar as páginas dos livros e sentir seu aroma não é motivo suficiente. Nos leitores digitais se podem armazenar milhares de títulos, todos disponíveis de forma imediata.

  • iBooks: É o aplicativo da Apple para baixar e ler livros, sublinhar e acrescentar notas. Tem acesso direto à biblioteca da empresa da maçã.
  • GoodReader: Para ler e tomar notas em arquivos; sincroniza com o Dropbox, OneDrive, SugarSync, e qualquer servidor SFTP, FTP, SMB, AFP ou WebDAV. Disponível apenas para iOS, por 4,2 euros.
  • Kindle: A experiência e a interface dos clássicos do Kindle transformados em um aplicativo disponível para iOS, Android e Windows Phone de forma gratuita.

Sempre útil

Para escanear, fazer cálculos ou desconectar a rede wifi, que às vezes se torna mais tentação do que ajuda, uma reunião de aplicativos que podem ser um auxílio pontual.

  • Quick Graph: Uma potente calculadora gráfica com versão premium por 1,7 euros. Disponível apenas para iOS, embora seus desenvolvedores estejam trabalhando em uma versão para Android.
  • Genius Scan e CamScanner: Dois aplicativos para escanear, digitalizar, editar e enviar documentos e fotografias. Ambos disponíveis para iOS, Android e Windows Phone de forma gratuita.
  • Ommwriter: Se você não é capaz de desconectar a rede wifi do tablet ou não consegue pôr o celular em modo avião, este aplicativo lhe ajudará a se concentrar para trabalhar. Enquanto estiver aberto, as notificações não o atrapalharão. Disponível apenas para iOS, por 4,99 euros.
  • Pocket: Bolso virtual que permite guardar artigos, vídeos ou fotografias a partir de qualquer Web ou aplicativo para vê-los mais tarde. Disponível para iOS e Android e é gratuito.

El País | 28/01/2015

“Nuvem de Livros” abre biblioteca virtual e “democrática” na Espanha


Democrática, plural e muito responsável. Assim define a “Nuvem de Livros” o criador do projeto, Jonas Suassuna, que após conseguir 2,5 milhões de assinantes para 14 mil títulos no Brasil, desembarca nesta quarta-feira na Espanha com uma biblioteca virtual “rigorosa e ampla” a 3,99 euros por assinatura, metade do valor habitual.

Suassuna, presidente de Grupo Gol, apresentou hoje em Madri junto com o executivo-chefe da plataforma, Roberto Bahiense, e o diretor-geral da Fundação Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, Manuel Bravo, um projeto que, afirmou, terá versões em francês e inglês, além de português e espanhol.

A ideia de Suassuna, segundo o próprio, é de que a plataforma, que oferece títulos de todos os gêneros, de romance a atlas, jogos educativos e notícias em tempo real, produzidas em mais de 160 países pelas agências Efe e France Press, seja neste mesmo ano uma realidade também em Portugal, México, Chile, Peru, Argentina “e a parte espanhola” dos Estados Unidos.

Ao contrário de outras bibliotecas digitais, a “Nuvem de livros” oferece um catálogo “rigoroso e amplo”, que inclui clássicos da literatura e conteúdos da Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, que por enquanto abriga 420.000 títulos.

Na Espanha, onde começará funcionando com suporte da operadora de telefonia móvel Orange, já oferece 3.000 referências bibliográficas, selecionadas “com rigor e critério” por editores e “curadores”, sem “aceitar conteúdos publicitários”, explicou o presidente do Grupo Gol.

Quando comecei com esta ideia, nem meu cachorro acreditava nela. É preciso dizer que o Brasil tem o mesmo número de livrarias que Buenos Aires, ou seja, um país com muito baixa capacidade de leitura. Me diziam que estava louco, e quando há três anos nos estabelecemos na Espanha, me perguntaram ‘como você vai para um país em crise?’. ‘Porque os brasileiros amamos as crises’, respondia“.

Suassuna optou pela Espanha – “onde estão os melhores editores do mundo” – como segunda nação de desenvolvimento de seu projeto porque o país “é encantador” e queria que fosse “a central de operações para a Europa”. Além disso, afirmou estar “muito satisfeito” com o trabalho desenvolvido até agora, com o “grande” apoio de empresas como a Agência Efe, ressaltou.

O criador do projeto reiterou que apesar de os internautas terem que pagar para acessar a Nuvem de Livros, o valor “é muito pequeno, a metade do que a concorrência cobra e em relação ao muito que oferece”, uma biblioteca “pertinente e próxima”.

Os conteúdos podem ser acessados por meio da Orange – com a possibilidade de pagar o serviço pela conta de telefone – pelo site “www.nubedelibros.com” ou um aplicativo próprio [disponível para Android e iOS no Google Play e na App Store], e durante os primeiros 30 dias poderão ser testados gratuitamente.

O Grupo Gol também tem o plano de expandir sua “Nuvem do Jornaleiro”, que no Brasil já oferece 300 publicações e as notícias de EFE, AP, AFP e BBC, que fazem de tablets e celulares o “suporte frenético da leitura de notícias”, uma ferramenta que começará a funcionar em seis meses na Espanha.

Já Roberto Bahiense lembrou que, como diz Umberto Eco, a internet é “perigosa para o ignorante e útil para o sábio”, “um mundo selvagem” que pode “fazer mal” se não for hierarquizado e organizado.

A Nuvem de Livros, disse, se insere na tradição que goza “do silêncio absoluto dos templos”, nos quais reinam “os deuses das palavras”, ou seja, as bibliotecas, “mas sem sua segunda parte”, “tecas”.

“É preciso deconstruir respeitosamente esse sufixo e deixar de considerar ‘teké’, em seu significado de depósito, de caixa. As bibliotecas físicas se transformarão em espaços simbólicos”, previu Bahiense, seguro de que o futuro passará por “uma assembleia de usuários do conhecimento estejam onde estiverem”.

Após sua experiência no Brasil, acrescentou, o desafio da Nuvem é “oferecer a uma sociedade culturalmente rica e exigente como a Espanha uma biblioteca responsável, contemporânea e atrativa que atenda as exigências de uma sociedade mais madura”.

Manuel Bravo, por sua vez, lembrou que a Fundação Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes começou a colaborar com o Grupo Gol em 2013 e que, desde então, as duas entidades desenvolveram “um projeto muito complementar” que terá, segundo ele, “um grande sucesso na Espanha e na região ibero-americana” por seu “excelente catálogo”.

Da Nuvem de Livros fazem parte índices das editoras Nowtilus, Siruela, Susaeta, DK, Nórdica, Roca Editorial, Internet Academi, UNED, Geointeractiva e Elesapiens, entre outras.

Por Agência EFE | Publicado originalmente por Info Online | 21/01/2015