TRE-PB lança sua biblioteca digital


O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba [TRE-PB], desembargador João Alves da Silva, fez o lançamento, na sessão plenária da última quinta-feira, dia 20, da ferramenta denominada Biblioteca Digital.

Trata-se de importante serviço que, atendendo a antigo pleito das Zonas Eleitorais, proporcionará o acesso remoto a extensa lista de livros e periódicos de diversos temas, enriquecendo e complementando o acervo da biblioteca física do Tribunal.

O presidente ressaltou que, neste primeiro momento da biblioteca digital, além de todos os códigos e Constituição Federal diariamente atualizados, estarão colocados à disposição dos interessados 16 periódicos – nas áreas: jurídico, gestão de pessoas, administração e tecnologia da informação, e mais 200 livros de escritores renomados.

Para ter acesso a essa plataforma digital, basta que os usuários – Membros da Corte, Juízes, Promotores, servidores, advogados e estudantes -, estejam logados na rede de computadores da Justiça Eleitoral, de modo que para estes últimos já estão disponíveis duas máquinas na sede do Tribunal: uma na sala da OAB, e outra na sala da biblioteca, ambas localizadas no 1º andar.

Em sua fala, o desembargador João Alves lembrou que o TRE da Paraíba é o terceiro dos Eleitorais a utilizar e disponibilizar esse serviço: “Somos o terceiro Regional a utilizar essa biblioteca; esse serviço vai contribuir de forma decisiva para a disseminação do conhecimento a todos os interessados”, afirmou.

A Biblioteca Digital pode ser acessada através da Intranet do Tribunal, pela aba “Acesso Rápido”, devendo ser utilizado o navegador Mozilla Firefox.

Fonte: http://www.pbagora.com.br | 25/08/2015

Arquivo do Instituto Leo Baeck tem versão online


Por Cornelia Rabitz | Revisão: Roselaine Wandscheer | Publicado originalmente em Deutsche Welle, Alemanha | 13/02/2013

Agora com acesso pela internet, o acervo singular do Instituto Leo Baeck documenta a vida dos judeus de língua alemã desde o século 18 até os dias de hoje.

O Instituto Leo Baeck [LBI, na sigla original] documenta a história e a cultura do judaísmo alemão, sendo considerado o arquivo mais importante sobre este tema. De seu acervo fazem parte aproximadamente 3,5 milhões de páginas de documentos escritos, 40 mil fotografias, diversas coleções de arte, 2 mil manuscritos de memórias não publicadas, além de objetos pessoais como cartas, diários e até mesmo receitas. E tudo isso não apenas em alemão, mas em diversas línguas.

No arquivo do Instituto estão guardadas referências a 500 anos de história judaico-alemã, acessíveis a pesquisadores. Trata-se, como diz Aubrey Pomerance, do escritório do LBI em Berlim, de “um lugar de memória coletiva“, que mostra mais do que apenas o judaísmo religioso. Uma enorme quantidade de documentos contém informações sobre professores, assistentes sociais, artesãos e mulheres de diversas origens, diz Pomerance.

No acervo: o diário de Felix Mendelssohn Bartholdy

No acervo: o diário de Felix Mendelssohn Bartholdy

Memória digital coletiva

A digitalização do acervo começou em 2008 e ainda não foi concluída, embora 75% do material já estejam prontos. Pomerance acentua que os principais usuários deste projeto de digitalização são “a comunidade científica”, embora haja um interesse geral da sociedade sobre o assunto. Além de ser procurado por pesquisadores , o LBI é fonte para aqueles que pesquisam sobre a história da própria família – um procedimento que se torna agora também mais fácil através do digibaeck. O projeto custou 2,5 milhões de dólares, tendo sido custeado principalmente por um patrocinador privado norte-americano.

Livro de convidados de Einstein

O banco de dados tem naturalmente seus destaques. Não apenas especialistas, mas também leigos em geral, interessados pelo assunto, podem, por exemplo, ver na internet o livro de convidados da residência de verão do físico Albert Einstein, que ficava em Caputh, no estado alemão de Brandemburgo. A correspondência entre o filósofo e teólogo Franz Rosenzweig também está disponível, bem como manuscritos originais do escritor Joseph Roth e cartas do filósofo Moses Mendelssohn a seu neto, o compositor Felix Mendelssohn-Bartholdy.

Um grande volume de memórias escritas aborda temas históricos, como por exemplo a participação dos judeus na Revolução de 1848, nos movimentos norte-americanos pelos direitos civis, ou a emigração de judeus perseguidos pelo nazismo para Xangai. “O interessante é que aqui é possível mergulhar realmente no assunto e descobrir tanta coisa. Quem visita o digibaeck, inicia uma viagem pela história judaico-alemã“, fala Pomerance.

Instituto com história

O Instituto Leo Baeck foi fundado em Jerusalém no ano de 1955 por intelectuais judeus conhecidos, como Hannah Arendt, Martin Buber e Gerschom Scholem. O Instituto leva o nome do último rabino da comunidade judaica na Alemanha durante o período nazista. Baeck sobreviveu ao campo de concentração Theresienstadt, emigrou para os EUA e foi o primeiro presidente da instituição, sediada em Nova York, que viria a se desenvolver como a mais importante do gênero.

Carta de Albert Einstein, leiloada pela eBay

Carta de Albert Einstein, leiloada pela eBay

Desde 1956, o Instituto publica um anuário com as pesquisas mais recentes, sendo ainda paralelamente responsável por diversas publicações na área de história e cultura judaicas. Partes do LBI ficam em Jerusalém e Londres. No Museu Judaico de Berlim encontra-se um departamento do arquivo do Instituto.

Na Alemanha, é concedida em intervalos irregulares a Medalha Leo Baeck àqueles que contribuem para a reconciliação entre alemães e judeus. O Conselho Central dos Judeus na Alemanha concede anualmente o Prêmio Leo Baeck. O conhecido rabino e sobrevivente do terror nazista continua, desta forma, presente de diversas maneiras na memória coletiva das gerações posteriores. E agora também no mundo digital.

Por Cornelia Rabitz | Revisão: Roselaine Wandscheer | Publicado originalmente em Deutsche Welle, Alemanha | 13/02/2013

PUC-RS realiza VI Simpósio Internacional de Bibliotecas Digitais


Será realizado em Porto Alegre, na PUCRS, de 17 a 19 de maio de 2011, o 6º Simpósio Internacional de Bibliotecas Digitais, organizado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul [PUCRS] e pelo Consórcio Ibero-americano de Educação em Ciência e Tecnologia [Ibero American Science & Technology Education Consortium, ISTEC].

O Simpósio pretende ser um fórum de apresentação e debate sobre as últimas novidades e tendências em bibliotecas digitais, com especial destaque às bibliotecas universitárias na sua função de suporte ao ensino e à pesquisa em suas instituições e pela sua contribuição ao desenvolvimento da sociedade.

O tema Central “TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO DIGITAL PARA A MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO” abrange os eixos temáticos da gestão da informação digital, assim como os serviços e a sua mediação em bibliotecas. Assuntos como cibercultura e o pensamento contemporâneo, gestão e as perspectivas de futuro em bibliotecas digitais, a cultura digital e o seu impacto na comunicação científica e serviços para ambientes virtuais serão amplamente debatidos no Evento.

SERVIÇO

Data: de 17 a 19 de maio
Horário: das 8h às 19h
Local: PUC-RS
Endereço: Av. Ipiranga, 6681, Partenon, Porto Alegre [RS]
Organizador: PUC-RS e Consórcio Ibero-americano de Educação em Ciência e Tecnologia
Investimento: R$100 e R$80 [estudantes]
Mais informações no site http://www.pucrs.br/istec/sibd

ASCOM | 04/05/2011