Cinco livros inspiradores para um novo ano


Ubook oferece sugestões que podem servir de incentivo para aqueles que veem na chegada do novo ano uma oportunidade de traçar planos de mudança de vida

Dezembro chegando, clima de festas, férias e, para muita gente, época de fazer um balanço e traçar planejamentos e estratégias para uma mudança de vida. Para quem quiser se motivar e fazer um projeto para o ano que está chegando, o Ubook, maior aplicativo de audiolivros por streaming da América Latina, tem em catálogo uma série de títulos que certamente vão servir de apoio a quem deseja iniciar o ano mais motivado. “E o melhor é que no meio da correria deste período, não é preciso separar um tempo exclusivo para ouvir estes livros, mas, sim, otimizar o período que estiver no carro viajando para o destino escolhido para as férias ou celebrações, ou mesmo enquanto pratica atividades para garantir o ânimo para encarar a maratona de festas, uma vez que os livros podem ser acessados pelo celular e não necessita de conexão com a internet”, aconselha Leonardo Sales, diretor de operações do Ubook.

Uma ótima opção para quem busca inspiração para novos rumos pessoais, profissionais ou mesmo uma nova abordagem de pontos de vistas são as biografias. Pois, além de conhecer curiosidades sobre a vida de pessoas que tiveram relevância na sociedade, pode trazer indicação sobre como agir diante de determinados situações cotidianas. E, para quem busca este tipo de conteúdo, o Ubook possui diversas opções em seu catálogo. Além deste tipo de literatura, há outros títulos interessantes que servem para incentivar a organização das finanças e da vida profissional no próximo ano. Para te auxiliar nesta jornada, listamos cinco obras que, certamente, irão te inspirar a por em práticas as promessas de mudanças para uma nova vida em 2017:

1.       A Arte da Guerra

A Arte da Guerra é originalmente um tratado militar elaborado pelo estrategista chinês Sun Tzu, e estima-se que tenha sido escrito em IV A.C.. Em seus 13 capítulos, aborda as melhores estratégias para se enfrentar um inimigo. Diz-se que ele foi livro de cabeceira de importantes líderes militares como Napoleão, Mao Tse Tung e Adolf Hitler. “Atualmente, seu conteúdo é utilizado por economistas e administradores para outro tipo de estratégia, como buscar a vitória nos negócios, pois a obra é um rico e verdadeiro tratado sobre planejamento, estratégia e liderança”, observa Sales.

Serviço:
Autor: Sun Tzu
Duração: 1:43:59
Narrador: Agnaldo Ribeiro

2.      A Menina do Vale: Como o Empreendedorismo Pode Mudar sua Vida

Em tempos em que a tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas e que as startups tornam-se grande exemplos e modelos de negócios, nada melhor do que ouvir a biografia de Bel Pesce, uma das representantes brasileiras neste setor. Na obra, ela explica como criar projetos está diretamente ligado a assumir responsabilidades e, dessa forma, como conseguir traçar uma jornada empreendedora de sucesso. No livro, Bel, que sempre foi obcecada por conhecimento, conta sua trajetória de quando se mudou para o Vale do Silício, na Califórnia, em 2009, e passou a se dedicar ao empreendedorismo. Desde então, sua energia está voltada para o mercado de startups. Para ela, “ser empreendedor é colocar a mão na massa” e o foco está sempre voltado em aprender cada vez mais sobre como se constrói uma empresa. “Em pouco mais de uma hora, o usuário pode escutar, narrada pela própria autoria, tudo o que ela aprendeu em sua jornada empreendedora, além de conhecer  diversos casos de sucesso citados por ela, que auxiliaram no planejamento de quem busca tornar-se empreendedor neste ano que se inicia”, recomenda o diretor.

Serviço:
Autor: Bel Pesce
Duração: 1:15:42
Narrador: Bel Pesce

3.      Silvio Santos – A História do Homem do Baú

Silvio Santos é, sem dúvida, uma das maiores lendas da televisão brasileira. Além de carismático, sua história de vida, de vendedor a um dos maiores empresários do país, desperta interesse e curiosidade e pode servir de exemplo para muitas pessoas. “Baseado em pesquisas independentes, o ouvinte pode se inspirar na vida e na carreira de Silvio Santos [considerado pelo público, pela imprensa e profissionais do ramo como um ícone da comunicação no Brasil] com o histórico de sua trajetória. Além disso, para quem estiver em São Paulo, é uma ótima opção de adquirir conhecimento rápido e tirar ainda mais proveito ao visitar a exposição sobre o apresentador que está acontecendo na capital”, recomenda Sales.

Serviço:
Autor: Independente
Duração: 0:25:27
Narrador: Audren de Azevedo

4.      Eficácia – Como Tornar Seu Trabalho Mais Produtivo

Organizar as finanças e ganhar mais dinheiro está entre as prioridades da maioria dos brasileiros para o próximo ano. Uma ótima alternativa para conseguir alcançar este objetivo é tornar o trabalho mais produtivo, organizando melhor o tempo e otimizando os afazeres. “A realização completa e a execução apaixonada daquilo que fazemos têm de ser nossa marca registrada. Para que isso aconteça, temos de nos tornar, antes de tudo, eficazes. Este é um pré-requisito para o desenvolvimento pessoal e profissional, e também para a sobrevivência das empresas modernas”, comenta Sales. “E, se a ideia é organizar melhor a vida no próximo ano, nada melhor do que iniciar estruturando melhor a vida profissional”, sugere.

Serviço:
Autor: Núcleo de Negócios O Fiel Carteiro
Duração: 0:27:54
Narrador: Rico Ribeiro

5.      A Grande Lição de Steve Jobs

Steve Jobs é um ícone mundial de empreendedor que conseguiu se reinventar, além de ser considerado por muitos um gênio visionário e criativo. Este audiolivro apresenta o discurso feito por ele aos formandos da Universidade de Stanford, no qual fala sobre as histórias que o motivaram a perseguir o sucesso em todas as etapas de sua brilhante carreira, motivando cada um dos jovens que o ouviam. “É um momento que ficou registrado por algumas das frases mais marcantes de Steve Jobs e é uma inspiração para quem deseja ter sucesso em sua trajetória profissional”, indica o diretor.

Serviço:
Autor: Steve Jobs
Duração: 0:27:00
Narrador: Flávio Carpes

Sobre o Ubook: Lançado no início de outubro de 2014, o Ubook é o primeiro serviço de assinatura de audiolivros por streaming do Brasil. Ele funciona como o Netflix para vídeos ou o Spotify ou Rdio para música: por um valor mensal ou semanal é possível ter acesso ilimitado a todo o catálogo através do aplicativo. A plataforma está disponível para Web, iOs, Android e Windows Phone. Para saber mais acesse: www.ubook.com

O Futuro da Livraria do Futuro


Que tal nos especializar em promover a venda dos livros?

Selexyz Bookstore | Photo: Mirage Books Mark

Uma civilização sem livreiros de varejo seria inimaginável… as livrarias são artefatos essenciais à natureza humana. A sensação de um livro retirado de uma prateleira e seguro nas mãos é uma experiência única, que une o escritor ao leitor. E para competir com a Internet as livrarias do futuro terão de ser diferentes das megalojas voltadas para a massa que ora dominam o mercado. As lojas do futuro terão de ser o que a Internet não pode ser: tangíveis, íntimas, locais, comunitárias; oferecendo prazer e sabedoria na companhia dos que querem compartilham dos nossos interesses; onde o livro que se procura sempre pode ser encontrado e as surpresas e as tentações saltam de todas as prateleiras.” — Jason Epstein, O Negócio do Livro, 2002

A livraria do futuro ainda não consegue existir porque em minha tese o presente mercado editorial ainda vive do seu passado. Afirmar que uma livraria do futuro deve obrigatoriamente ser um ponto cultural não resolve uma equação de solução para, por exemplo, os pequenos negócios. Não só em razão do espaço físico, muitas vezes indisponível e caro por causa do mercado imobiliário, ora aquecido, ora em crise, mas também por conta das questões orçamentárias, financeiras e de recursos humanos e materiais em geral.

Para equalizar questões complexas como a de tentar encontrar uma síntese para o que seria uma livraria no futuro, propomos, antes, responder a uma questão das mais básicas e fundamentais para o entendimento das partes interessadas:

Afinal, o que é uma livraria?

Simplicidade na resposta pode ajudar em muito a resolver uma série de questões em torno do assunto, principalmente para as chamadas livrarias independentes. Se os livros são digitais, a livraria também o seria; mas se os livros são impressos a livraria pode ser online ou física. Em minha tese, trato aqui das lojas físicas que vendem apenas livros impressos.

Assim, segundo um dicionário, livraria é um estabelecimento onde se vendem livros. Segundo a Wikipédia, as livrarias são lojas que vendem livros e outros itens relacionados a leitura.

Livraria, portanto, é um local onde se vendem livros. Mas, para não cair no risco da superficialidade, segundo o amigo Gerson Ramos [www.vivodelivro.com.br], citando uma fonte bastate segura:

A livraria é uma empresa, como todas as unidades econômicas ou organizacionais, cujo objetivo é a produção de riqueza. Em uma economia empresarial entende-se por empresa a organização cujas características são do tipo predominantemente econômico. A livraria é, portanto, uma organização econômica, cujo objetivo é prover serviços de distribuição. Seu papel é distribuir livros, fazendo uma transformação econômica, pois os dispõe dos momentos e locais mais adequados para satisfazer demanda e as necessidades do comprador-leitor.” — La Librería Como Negócio

Mais alguma coisa que uma livraria deveria ser?

DOS EXEMPLOS CONEXOS

Houve um momento na história da indústria automobilística em que a General Motors sentiu a necessidade de unificar o processo produtivo de muitas de suas unidades, antes mais separadas e independentes, para enfrentar a modernização dos meios de transporte. O modelo que a GM queria implantar era bem diferente daquele instaurado por Ford. Fazia-se necessário inovar na customização dos carros ante a concorrência dos tipos padrões oferecidos até aquele momento.

Por incrível que possa parecer, no entanto, um temor da GM naquela ocasião não eram aqueles carros todos iguais fabricados em série, mas os aviões. Sim, os aviões. O temor da gigante GM era que as pessoas parassem de andar de carro e começassem a andar de avião.

Deveria a GM, então, dada a percepção desfocada, fabricar aviões?

Antes de existirem os gigantescos centros de compras e, como consequência, os hipermercados, existiam os mercados de bairro, chamados hoje minimercados. Quando os hipermercados começaram a se popularizar e ganhar força de atração, o que se discutia, por volta da década de 1990, era o fim desses mercadinhos de bairro. Foi assim decretada sua morte em detrimento dos grandes centros de compras, os hipermercados, cujo modelo estava sendo importado de países de economias então mais consolidadas como os Estados Unidos.

O que ocorreu, no entanto, foi exatamente o contrário, os hipermercados deram ainda mais sobrevida aos minimercados. Players como Extra e Pão de Açúcar, em estado de vertiginosa expansão, tiveram de repensar os seus negócios e também optaram por abrir mercadinhos, menores, em locais improváveis, onde jamais se poderia imaginar que pudessem aquelas marcas um dia se alocarem. Nascia assim o businessexpress” e marcas como Minimercado Extra.

Da mesma forma que o avião [utilizado para percorrer as distâncias maiores] não acabou com a fabricação dos carros [utilizados por passageiros para percorrer as menores e maiores distâncias a custos acessíveis], o hipermercado não acabou com os mercadinhos de bairro [que continuam tendo um papel muito particular no abastecimento dos moradores locais com a venda daqueles produtos mais urgentes].

No caso de mídias como livro, poderíamos continuar a repetir os exemplos do cinema que não acabou com o teatro, da televisão que não acabou com o rádio e por aí vai. E embora o digital esteja em rota de colisão com as indústrias todas, existem questões ainda mais próximas.

A CONCORRÊNCIA INTERNA

Os exemplos nos dão uma dimensão mais acertada de como ver a questão das livrarias de um modo mais geral, amplo, globalizado. Precisaríamos, no entanto, para melhorar a nossa assertividade sobre o tema, perguntar ao próprio mercado editorial, e aqui incluímos as editoras, as gráficas, as distribuidoras, etc., se seria realmente interessante, comercialmente falando, que as livrarias menores, independentes, continuassem existindo. É importante para o mercado editorial a existência, e não a sobrevivência, dessas livrarias?

Parece que o mercado editorial talvez não considere uma realidade viável e, por diversas vezes, em várias circunstâncias, ajudou a canibalizar as livrarias menores, pequenas ou independentes. Subjugou o poder de venda das menores. Favoreceu o seu enfraquecimento, para não dizer o seu real desaparecimento, em detrimento de players maiores.

As pessoas em geral compram os livros porque eles estão ali, por perto, disponíveis. Mas as livrarias online, principalmente aquelas ligadas aos grandes grupos, com a sua política de precificação, enfraqueceram a livraria de rua, que permitia aquela situação corriqueira da compra por impulso. E temos que considerar que, como consequência, comprometeram também aquela rica bibliodiversidade antes existente no mundo livreiro.

Em sua obra “O Negócio do Livro”, Jason Epstein afirma que:

“[…] a função primordial da lista de lançamentos é fortalecer os catálogos, um princípio que a maioria das editoras, infelizmente, ignorou por completo ante a era digital; e que as redes de livrarias atuais, por sua vez, com sua dependência dos títulos efêmeros, fazem os editores terem dificuldade em obedecer.

Parte da equação da solução tem de considerar um problema com relação às livrarias físicas, aquelas que vendem os livros impressos, pois elas não só concorrem atualmente com as eBookStores e com as livrarias online que também vendem os títulos impressos, mas concorrem com as grandes redes, gráficas, as distribuidoras e as editoras que, pela desintermediação imposta pela revolução digital, resolveram vender, elas próprias, títulos diretamente para o público leitor.

E, nesse processo, em vez de haver uma diversificação sadia de pontos de venda, houve na verdade uma guerra pela precificação do produto livro, enfraquecendo ainda mais o próprio mercado; como consequência, aquele efeito dominó, sobre as livrarias menores, principalmente essas de rua que hoje desaparecem aos montes.

Embora o papel de uma livraria possa parecer, nessa minha tese, aparentemente simples, um problema apresentado é exatamente este papel ter, de certo modo, migrado para outros agentes da cadeia produtiva do livro, como as editoras, distribuidores e lojas online que não guardam compromisso com a leitura e a venda direta de livros tão bem quanto às livrarias.

Em conversa com o amigo Gerson Ramos ele me alertou sobre o seguinte:

Eddie, a questão mais urgente para o pequeno livreiro hoje é a sua sobrevivência. Isso em um primeiro momento. Mas, imediatamente em seguida, vem a questão da rentabilidade do varejista de livros; que passa primeiro por uma profissionalização de seu oficio no varejo, combinada com qualificação para ser um protagonista cultural na sua região de influência, assim como também numa visão mais abrangente do mundo, para que a livraria seja não só o ponto de encontro, mas um agente protagonista nas transformações da sociedade em que faz parte… Mas falta ao empreendedor livreiro ter a visão de que está tocando uma empresa; que exige competência administrativa, financeira, tecnológica e logística.”

Diante deste cenário, de necessidades e desafios, será que existe uma equação para se encontrar a solução para modelo de negócios sustentável para a tradicional livraria de rua? Será que as livrarias de rua, como os cinemas de rua, todas morrerão? Ou como uma fênix, que renasce das cinzas, algo poderia ser feito que revertesse uma triste morte?

Enfim, o que uma livraria tradicional de rua precisa fazer para continuar existindo?

CAFÉ COM LIVRO

Segundo outro amigo — envolvido com livreiros e a quem sempre recorro buscando conselhos sobre o tema —, mas que prefere não se identificar:

Como o pequeno livreiro vai sobreviver, perante a concorrência dos sites e dos grandes? As margens são pequenas, o giro de estoque baixo e só vão entrar na livraria física os amantes dos livros que, infelizmente, são poucos.

Há, no entanto, as possibilidades do entorno da livraria: atendimento a escolas, empresas, bibliotecas etc. Parece-me que as antigas locadoras de vídeo, hoje vendedoras de vídeos, ainda sobrevivem em cima de fundo de catálogo, que não são encontrados pra download na Web. Valeria a pena o livreiro pesquisar sobre isso.

Só está crescendo quem parte para a Web, e agrega sua expertise e renome ao site. Por exemplo, a […] está fechando várias lojas físicas e investindo pesado na construção de um site, que vai focar na bibliodiversidade de seu estoque.

Cresce também quem está atendendo o Governo, escolas etc.

E só.

Bem, para início ou final de conversa, o que uma tradicional livraria física de rua precisa fazer para continuar existindo é… vender os livros. Simples assim.

A melhor e mais eficiente maneira de promover a venda de livros é os colocando à disposição do público. A exposição por si só também já é uma promoção. Não resolve a questão maior, mais essencial, por exemplo, colocar à venda café para atrair os clientes. Sejamos óbvios, as tradicionais cafeterias, espalhadas pelas cidades, já o fazem de maneira mais eficiente. E ninguém vai a uma livraria para tomar café. As pessoas, por maior ou menor número em que se encontrem, vão às livrarias para comprar livros. Se o que se pretende é atrair clientes para uma livraria, não venda café, dê o café, de graça. Deixe as pessoas comprarem livros, não o café. O café é apenas o início de uma conversa, não é o objetivo final. O café dentro de uma livraria deve ser tratado como coadjuvante, não como o ator principal.

Cafeterias vendem café, livrarias vendem livros. Se não for assim, teremos que ponderar se não seria mais interessante então vender remédios e livros; ou talvez livros e tabaco; ou quem sabe comida e livros, em vez de livros e livros. Podemos fazer uma pesquisa do que mais as pessoas gostam. Por exemplo, de animais de estimação. Chegaríamos à conclusão de que a solução seria vender livros e produtos para pets.

Mas não é esse o caso porque o contrário nos pareceria mais óbvio, lucrativo e prudente, ou seja, vender livros em papelarias, pet shops, cafeterias, restaurante, etc. E por que os comerciantes em geral não fazem isso? Simplesmente porque não é comercialmente viável para os próprios pequenos livreiros. E a questão maior continua sendo a logística. Esta é uma das razões que levaria modelos mais verticais como uma livraria especializada em culinária, por exemplo, começarem a novamente ser testados.

Não resolve igualmente a questão fundamental, tão pouco, colocar itens de papelaria e informática nas livrarias porque as papelarias tradicionais espalhadas pelas cidades já o fazem de maneira mais digna. Só por conta de haver escolas por perto, uma livraria teria que obrigatoriamente estar atrelada a uma papelaria? Não seria mais lógico, e rentável, para afastar a contradição, a própria papelaria vender os livros escolares? E não é exatamente o que muitas delas já o fazem?

Esta é uma questão muito bem levantada por um amigo que me disse que a livraria, principalmente a independente, atualmente serve mais como vitrine para grandes grupos editorias, e sites canibais, do que como canal de vendas. E este seria um dos motivos que levaria livreiros a migrarem para a venda de outros produtos. E esta é mais razão pela qual o preço de capa do livro no Brasil deveria realmente ser fixado em uma tabela de preço único.

Indo um pouco além e já forçando ainda mais a barra. Teatro, cinema, eventos culturais, etc., podem se tornar inviáveis dentro da maioria dos negócios de livrarias físicas menores, se formos honestos, se pensarmos que se um determinado empreendedor não tem espaço físico para sequer colocar os livros; e concluirmos que os aparelhos de cultura também já têm os seus próprios desafios. Cinema, eventos culturais, etc. já têm os seus espaços devidamente ocupados nas cidades. Cada um com os seus problemas e concorrências próprios. Não faz sentido algum convencer o livreiro menor, aquele que deveria ser o especialista em livros, de que ele agora é obrigado a tornar-se um aparelho de cultura, como se apenas vender livros já não bastasse para tornar-se um.

E ainda que a iniciativa de uma livraria de pequeno porte vencesse estas questões dita culturais, não nos indicaria a segurança de um business sólido, uma vez a própria biblioteca, o museu, o ateliê, a galeria, o teatro, privados, também não conseguem apresentar modelos de negócios consistentes. Estes outros negócios culturais muitas vezes também não conseguem consolidar um modelo sustentável mais eficiente e perdem até os seus próprios papéis sociais.

Neste sentido, proponho voltarmos ao básico. Se você é um pequeno livreiro e pretende vender livro, então esqueça todo o resto e se concentre naquilo que deveria fazer uma verdadeira livraria: promover a venda de livros.

Quer saber mais como fazer isso? Comece lendo um bom livro, “La Libreria Como Negócio”, indicação que me foi sugerida por quem entende do assunto.

UMA MENTIRA QUE SE CONTA VÁRIAS VEZES

Temos de repetir diversas vezes para ficar bem claro: o futuro da livraria do futuro é ser dolorosamente simples, um ponto comercial que vende livros. Se não puder ser pelo menos isso, então nós realmente temos um problema.

Há um motivo para que eu seja tão repetitivo em defesa de minha tese. O ditado popular afirma que uma mentira contada várias vezes se torna uma verdade. Mas não é verdade que o brasileiro não lê. Embora seja verdade que não existem consumidores o bastante para comprar livros e manter alguns pontos de venda. No entanto, quatro títulos foram a média lida por pessoas em 2011. Não é verdade que o livro no Brasil é caro, embora ajustes no preço de capa sejam obviamente necessários. Há números que demonstram que os preços vêm se tornando mais populares nos últimos anos. Alguns podem discordar, mas talvez a verdade seja o fato de que o livro em nosso país não tenha o seu devido valor. De qualquer modo 5,26% foi quanto o faturamento do setor cresceu em 2011.

Sessenta e cinco por cento dos brasileiros compram livros em livrarias. Nossas fontes, o “Retrato da Leitura no Brasil” e o “Levantamento Anual do Segmento de Livrarias”, da Associação Nacional de Livrarias [ANL], nos mostram que há até cerca de 3.000 lojas em operação no Brasil. Meio milhões de obras foram vendidas em 2011. Sessenta mil títulos foram publicados no mesmo período. Trinta e três por cento das livrarias faturaram até 10 milhões. Vinte por cento faturaram de 10 a 20 milhões. Vinte por cento das livrarias faturaram acima dos 20 milhões.

Tenho consciência de que os números são velhos mas, acredite, nada mudou desde lá. Houve uma estagnação generalizada desde então e, nosso pior pesadelos, as coisas só estão piorando cada vez mais.

Neste cenário, façamos um exercício. Pense no seguinte, vamos supor que, eventualmente, para que o Governo enviasse incentivos fiscais, investimentos financeiros, às livrarias, para salvá-las do seu leito de morte, existisse paralelamente associada uma lei que obrigasse as livrarias a venderem essencialmente os livros. Apenas os livros. Faria sentido isso? Faria algum sentido hipoteticamente, como gostariam alguns, o Governo incentivar livrarias que lucrassem com a venda de cartões de créditos para celulares pré-pagos ou cigarros, por exemplo?

Pense um pouco mais, porque é assim com as bancas de jornal, e alguns governos locais até tentam mudar este cenário permitindo que estas bancas possam vender até macarrão instantâneo. Muitos ‘entendidos’ do mercado dirão, logo de cara, que não, que não faria sentido, em plena modernidade, que as livrarias vendessem apenas os livros. E estes são os mesmos que sempre foram contra o projeto de lei do preço único no Brasil, são os que, lá no fundo, também morriam de medo do livro eletrônico. Mas o livro eletrônico ainda pode dar certo, mas e as livrarias físicas?

QUITANDA DE LIVROS

Debater livro eletrônico aqui beiraria a covardia. Então voltamos ao básico, para não fugir do óbvio. As pessoas saem de casa para comprar as coisas. Elas passeiam e trafegam nas ruas. Não é verdade que toda a audiência de pessoas esteja somente dentro dos shoppings. Como se só as pessoas que andam nos shoppings tivessem dinheiro e estivessem dispostas a gastar. As pessoas, geralmente, com ou sem dinheiro, letradas ou não, não vão aos shoppings para comprar livros. Elas eventualmente compram livros porque os livros estão lá, como já dito, à venda. É isto, existem livros ali sendo ofertados. E não estão sós, estão rodeados por uma infinidade de outros produtos que inclusive dispersam a atenção dos chamados potenciais consumidores.

Vender outros tipos de produtos com a desculpa de que precisa desta muleta para vender os livros não resolve o problema. Ou se vendem os livros ou não se vendem os livros, não existe o meio termo, do tipo, “me vê um quarto de café e dois capítulos daquela obra ali”.

E se o modelo de uma livraria não suporta o custo de um shopping, uma alternativa poderia ser a daquele case que vende livros infantis nos corredores, uma livraria Express — modelo já testado por uma franquia que parece ter mudado de ramo; caso contrário, o projeto de uma livraria menor precisa estar alocado pelo menos em um local onde as pessoas estão passando, trafegando, passeando. Mas não necessariamente dentro dos shoppings.

Se as pessoas passeiam pelas ruas, e podem consumir livros tanto quanto os consumidores que passeiam pelos shoppings, e se o modelo das grandes redes é na verdade vender produtos de informática ou papelaria, então qual é o verdadeiro problema das livrarias de rua?

Segundo o mestre Epstein, em seu clássico “O Negócio do Livro”:

No comércio de livros, como em qualquer negócio de varejo, estoque e aluguel impõem o chamado trade-off. Ou seja, quanto mais se paga por um, menos se pode gastar com o outro. Os aluguéis nos shoppings impossibilitavam a estrutura varejista que se desenvolveu de mãos dadas com a indústria editorial por quase dois séculos… a ocupação de alto custo nos estabelecimentos dos shoppings exige alta rotatividade de produtos indiferenciados, taxas de giro incompatíveis com a longa, lenta e com frequência errática vida dos livros…”.

Parece-nos, portanto, que as editoras e as livrarias terão de optar por sentar em uma mesa para negociar planos futuros para as livrarias de rua, ou finalmente romper de uma vez por todas o cordão umbilical que possibilitava a ambas a venda casada dos livros. Mas em qual das tantas entidades do livro existentes neste país, estaria esta mesa de negociações? Na Associação Brasileira do Livro Eletrônico? Não. Portanto, já disse e repito, é preciso haver uma federalização das entidades. A solução é a criação da Federação Brasileira do Livro.

UM FOCO PARA FINALIZAR

O que aconteceria se a GM resolvesse apostar na fabricação de aviões?

Parece-me que perderia o foco.

E este é o maior problema do mercado brasileiro atual. Falta um ajuste de foco nas lentes dos óculos dos diretores das empresas editoriais.

Muitos estabelecimentos comerciais, por exemplo, vendem barras de chocolates. Desde padarias, restaurantes, aeroportos, cinemas, etc., até as farmácias, camelôs e ambulantes vendem os chocolates. Mas então por que cases como a CacauShow são um sucesso? Seria o foco? Afinal, não é porque vivemos em um país tropical que as pessoas não consomem chocolates. Assim como não é verdade que o fato de uma parcela da população ser analfabeta elimina a possibilidade da outra parcela, letrada, comprar os livros. E mesmo que alfabetizássemos todos os brasileiros que não sabem ler, não poderíamos garantir com segurança que todos eles comprariam os livros.

E os tais chocolates da CacauShow vendem porque são ofertados como presentes.

Portanto, voltamos novamente ao básico. Deixe que os mercados em geral que vendam fósforos, cigarros, bebidas, etc. Deixe que aquela grande rede online lucre mais com os televisores de alta definição, ou com venda de filmes, do que com os livros. Porque se uma determinada livraria vende mais outras coisas, literalmente, em detrimento do livro, cinquenta por cento a mais, por exemplo, trata-se então de qualquer outro ponto comercial, não de uma livraria. O livro, para estes grandes empreendimentos, é apenas um cartão de visita, uma isca, nada mais.

Mas, para o pequeno livreiro, não adianta usar de subterfúgios se o objetivo é vender livros. Caso contrário, fique com o outro tanto, lucre com o resto e esqueça os livros. Se os livros não se vendem, então abrir uma quitanda talvez seja a melhor saída. Pode parecer radical, mas o cinismo também é um artifício de convencimento, algum consultor poderia apostar na brilhante ideia de vender frutas, verduras, legumes… e livros de culinária. Mas não ia funcionar porque as donas de casa não vão aos supermercados ou a feiras livres, grandes ou pequenas, para comprar livros. O fato é que borracharias, mecânicas e autoshoppings não vendem livros sobre carros por uma razão muito simples, as pessoas que gostam de carros e querem comprar livros sobre os carros geralmente recorrem às livrarias mesmo sabendo poder encontrar livros em outros locais.

Podem até tentar, mas o melhor lugar para se comprar fisicamente os livros impressos continua sendo uma livraria. O melhor lugar para comprar pão é na padaria. Assim como o melhor lugar para se comprar vinho é na adega. O melhor lugar para se jantar é em um restaurante, dentro ou fora de um shopping, não importa. O melhor lugar para assistir a um filme, apesar da era do home theater, continua sendo a sala de cinema. Onde é o melhor lugar para se comprar perfumes? Assim como se torna legítimo afirmar que o melhor lugar para se tomar sol é na praia, na piscina, num clube ou num rio, mesmo que o sol esteja presente na maior parte do nosso planeta. Um escritor poderia demonstrar em uma cena de um best-seller como o sol também aquece as livrarias, mas nem por isso as pessoas iriam às livrarias para tomar sol.

Um amigo, bem mais radical que eu, um dia me disse: “Eddie, não confunda melancolia profunda, com melancia na bunda”. Pareceu-me bem desconfortável quando eu ouvi a sentença a primeira vez, mas ele tinha razão. Afinal, o livro impresso consegue estar fisicamente presente em todos os lugares, com um modelo de negócios sem um foco definido? Não. É claro que não. Assim mesmo, o papel social fundamental de uma livraria física, para que não pairem mais dúvidas sobre o assunto, é o de vender os livros.

Concessionárias geralmente vendem os carros, embora possam também vender as peças dos automóveis. Tabacarias vendem cigarros, cachimbos, etc., embora possam vender tabuleiros de xadrez. Borracharias geralmente cuidam dos pneus dos carros, embora possam também manter bons lava-jatos anexos logo ali do lado. Pequenos mercados de bairro geralmente vendem itens do lar, como comida, tempero, macarrão, embora também possam vender cobertores e edredons. E por que não o fazem? E por que as lojas especializadas em sapatos também não vendem matéria-prima como borracha e couro, ou consertam os sapatos, ou mantêm os engraxates por perto?

Desde o desenvolvimento do negócio livreiro, com o aprimoramento da máquina de tipos móveis pelo gênio copiador de ideias, o alemão Gutenberg, até o nascimento das livrarias online, o papel fundamental de uma livraria é um só. Se uma livraria não puder vender livros, essencialmente os livros, então chegamos à conclusão de que a livraria realmente morreu como negócio. O que nasce, depois disso, será qualquer outra coisa, menos uma livraria.

Por Ednei Procópio | Publicado originalmente em Blog do Galeno | Edição 313 – 30 de agosto a 07 de setembro de 2013

Ednei Procópio

Ednei Procópio

* Ednei Procópio é escritor e empresário. Especialista em livros eletrônicos desde 1998 e Editor Executivo da Livrus Negócios Editoriais [www.livrus.com.br].

Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida, Oficinas Culturais e Fábricas de Cultura têm horário especial para o final de ano


Confira o abre e fecha de alguns dos principais equipamentos culturais da cidade.

Se você vem para São Paulo ou quer aproveitar as férias para conhecer tudo o que a cidade tem para oferecer, programe-se! Os museus Casa das Rosas e Casa Guilherme de Almeida, as Oficinas Culturais e as Fábricas de Cultura da capital, funcionarão em horário especial durante o fim de ano. Os espaços pertencem a Secretaria da Cultura do Estado e são gerenciados pela Poiesis.

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos

O museu funcionará de 19 a 31 de dezembro em horário especial, de terça a domingo, das 10h às 18h, e fecha nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro. Quem passar pelo local, poderá conferir a exposição As Ideias Concretas – Poesia 60 Anos Adiante, com curadoria de Júlio Mendonça e Reynaldo Damazio.

Casa Guilherme de Almeida

O espaço dedicado à literatura e ao cinema funcionará de terça a domingo, das 10h às 18h00, e fecha nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro. Além de conhecer o espaço que abriga o acervo composto de objetos que pertenceram ao poeta, tradutor, jornalista e advogado paulista Guilherme de Almeida [1890-1969], o público também poderá conferir o espaço anexo e a exposição Tiarô Primavera, com curadoria de Aurora Bernardini.

Fábricas de Cultura

As unidades Brasilândia, Capão Redondo, Jaçanã, Jardim São Luís e Vila Nova Cachoeirinha, localizadas nas Zonas Norte e Sul, funcionarão de terça a sexta, de 9h às 20h, sábados e domingos de acordo com a programação. Nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro estarão fechadas.

Oficinas Culturais

As quatro unidades da capital paulista estarão fechadas nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro. Confira o horário de cada uma:

Oficina Cultural Casa Mário de Andrade: terça-feira a sábado das 10h às 18h. Fechada dia 2/1. Quem for ao espaço poderá conhecer a exposição Macunaíma: pinturas e desenhos de Martins de Porangaba, com curadoria de Martins de Porangaba.

Oficina Cultural Oswald de Andrade: segunda a sexta das 9h às 22h e aos sábados das 10h às 18h. Aberta dia 2/1. Destaque para a exposição Monumento Mínimo: arte com emergência, com curadoria de Néle Azevedo.

Oficina Cultural Alfredo Volpi: terça a quinta 13h às 22h; sexta-feira e sábado das 10h às 18h – fechada 2/1. E a Oficina Cultural Maestro Juan Serrano: segunda a sexta das 8h às 19h e sábado das 13h às 18h – aberta 2/1.

SOBRE A POIESIS

A instituição, que tem por objetivo o desenvolvimento sociocultural e educacional, com ênfase na preservação e difusão da língua portuguesa, desenvolve e gere programas e projetos, pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais voltados para o complemento da formação de estudantes e público em geral. A POIESIS trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.

Assessoria de Imprensa – POIESIS

Carla Regina | Coordenação [11] 4096-9827 e carlaregina@poiesis.org.br
Fernanda Galib: [11] 4096-9894 e fernandagalib@poiesis.org.br
Aline Oliveira: [11] 4096-9852 e alineoliveira@poiesis.org.br
Débora Nazari: [11] 4096-9848 e deboranazari@poiesis.org.br

Assessoria de Imprensa – Secretaria de Estado da Cultura
Gabriela Carvalho – [11] 3339-8070 e gabrielacarvalho@sp.gov.br
Gisele Turteltaub – [11] 3339-8162 e gisele@sp.gov.br

Serviço:

POIESIS – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura
Sede: Rua Lubavitch, 64 – Bom Retiro
Telefone: [11] 4096-9900
Site: http://www.poiesis.org.br

Os 5 principais prêmios literários do Brasil


Por Chris Donizete | Chris Donizete (Mtb 73545)

Os prêmios podem ser considerados uma retribuição em dinheiro ou objeto de valor, por serviço prestado, uma recompensa ou remuneração. Mas também é uma distinção conferida a alguém que se destaca por méritos, feitos ou trabalhos.

Autores já se preparam para os prêmios literários de 2017No mundo literário prêmios foram criados para estimular a escrita criativa e valorizar os melhores livros e autores. Nem sempre de forma justa aos olhos dos concorrentes mas, na maioria, as  premiações refletem os trabalhos relevantes de um determinado período ou ano, e um corpo de jurados trata, com imparcialidade, das avaliações dos inscritos.

Preparamos uma lista dos principais prêmios nacionais previstos para 2017, para que você possa já se preparar. E, mesmo para aqueles que ainda não publicaram sua obra, ainda dá tempo. Lembrando que as datas e prazos não são fixas, podendo ser alteradas e que não há também garantia de continuidade (exemplo do Prêmio Portugal Telecom, substituído em 2015 pelo Prêmio Oceanos).

Prêmio Sesc de Literatura | Promovido pelo Serviço Social do Comércio, premia anualmente obras inéditas nas categorias Conto e Romance, destinadas ao público adulto, escritas em língua portuguesa, por autores brasileiros ou estrangeiros, residentes no Brasil.

Prêmio São Paulo de Literatura | Criado em 2008 pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo difunde e valoriza a leitura. Seleciona anualmente os melhores livros de ficção, no gênero romance, escritos em língua portuguesa, originalmente editados e publicados no Brasil no ano anterior.

Prêmio Oceanos | A partir de 2015 o Prêmio Portugal Telecom de Literatura foi cancelado pelos antigos patrocinadores, passando a ser chamado de Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa (hoje patrocinado pelo Itaú Cultural). A premiação é focada nas obras de poesia, prosa e crônicas em língua portuguesa.

Prêmio Jabuti | Conhecido como o “oscar” da Literatura, o Jabuti (organizado pela Câmara Brasileira do Livro) lançará a sua 60ª edição e é, sem dúvida, o mais tradicional e antigo prêmio literário brasileiro, desde a sua primeira edição em 1959.

Prêmio Fundação Biblioteca Nacional | Também é anual e premia autores, tradutores e projetistas gráficos brasileiros em nove categorias: poesia, romance, conto, ensaio social, ensaio literário, tradução, projeto gráfico, literatura infantil e literatura juvenil.

Os prêmios literários são uma ótima oportunidade para divulgar a literatura, os temas pertinentes, conhecer novos escritores e obras. E para você, que sabe que tem um bom trabalho em mãos, “Mãos à Obra!”

Comece 2017 com grandes perspectivas. Prepare a sua obra para as premiações.

eBook gratuito ensina empreendedores a aumentar o faturamento da empresa


Diego Carmona

Diego Carmona

Desenvolvido por plataforma de ferramentas para negócios digitais, e-book ensina como melhorar resultados de vendas online

A plataforma de ferramentas para negócios digitais leadlovers lançou o e-book “Como aumentar o faturamento da sua empresa”. A publicação tem como objetivo ensinar aos empreendedores as melhores estratégias para ampliar o número de clientes, aumentando o número de vendas e, consequentemente, o faturamento do empreendimento. Segundo Diego Carmona, diretor executivo e CVO do leadlovers, o material foi criado para ajudar a comunidade de empreendedores que busca informações a respeito das melhores práticas para potencializar os negócios.

Ao longo dos capítulos do e-book, o leitor tem acesso a informações sobre como compreender melhor o empreendedorismo online, com alternativas e estratégias eficazes para fazer com que o negócio prospere mesmo em meio ao cenário de incertezas na economia. “Queremos que os empreendedores consigam se desenvolver, independentemente da etapa em que esteja o negócio, por isso trazemos dicas que servem desde o negócio que está engatinhando, até o que já está consolidado e precisa de mais resultados”, destaca Carmona. “Além de ser atraente pelas suas diversas possibilidades, o mercado digital corresponde a um segmento que cresce exponencialmente. É muito importante que os empreendedores entendam como trabalhar da forma mais assertiva com esse mercado”, explica.

O e-book “Como aumentar o faturamento da sua empresa” pode ser baixado aqui.

Casa das Rosas homenageia o escritor Boris Schnaiderman


Boris Schnaiderman | Photo Fernando Donasci / Agência O Globo © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

Boris Schnaiderman | Photo Fernando Donasci / Agência O Globo © 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

O mês de setembro se despede na Casa das Rosas com uma homenagem póstuma, dia 29, ao escritor, professor e tradutor Boris Schnaiderman. O encontro, coordenado por Nelson Ascher, traçará a trajetória do trabalho e da grande contribuição de Schnaiderman, principalmente para a tradução da literatura russa no Brasil. Na ocasião, será lançada a nova edição da revista online Circuladô, publicação do Centro de Referência Haroldo de Campos do museu, cujo dossiê especial trata do tema da tradução poética. A instituição pertence à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, e é gerenciada pela organização social POIESIS.

Schnaiderman fez marcantes parcerias com os irmãos Campos, realizou outras grandes contribuições na tradução, de Dostoiévski e Tolstói a Guenádi Aigui. Na crítica, destacam-se seus livros A Poética de Maiakóvski e Tradução-Ato Desmedido. Na sua extensa obra tem papel importante, também, seu trabalho de memorialista. Boris Schnaiderman foi um dos autores mais importantes para a cultura brasileira nos últimos 60 anos e seu legado ficará para as futuras gerações.

Serviço:

HOMENAGEM A BORIS SCHNAIDERMAN
Quinta-feira, 29 de setembro, às 19h30
Com: Nelson Ascher

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Avenida Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.
Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h;
Domingos e feriados, das 10h às 18h.
Convênio com o estacionamento Parkimetro: Alameda Santos, 74 [exceto domingos e feriados].
Tel.: [11] 3285-6986 / [11] 3288-9447.
Site: http://www.casadasrosas.org.br
Twitter: http://www.twitter.com/casadasrosas
Facebook: http://www.facebook.com/casadasrosas
Instagram: http://www.instagram.com/casadasrosas

Oficina de Criação Literária em Porto Alegre


Oficina de Criação Literária em Porto Alegre

inscrições abertas – vagas limitadas

A oficina de Criação Literária traz conceitos e técnicas de criação literária para aprimorar o texto de quem aprecia literatura ou quer ser escritor. O curso é indicado tanto para quem é escritor e quer aprimorar o seu ofício com técnicas e teorias quanto para quem quer se iniciar na vida literária, pois a troca de textos com o professor permitirá um olhar mais técnico e crítico de seu trabalho.

O material didático é o curso online de Marcelo Spalding, de reconhecida qualidade e com centenas de participantes de todo o Brasil e ao qual os inscritos terão acesso durante o curso. Formado por tópicos organizados e diversas atividades complementares, o material ainda traz exercícios e desafios de escrita que permitem o aprimoramento de técnicas de escrita fundamentais para a construção de um texto literário de qualidade.Duração:  8 encontros

Horário:  dois horários para você escolher

SEGUNDAS: das 14h às 16h (de 10 de outubro a 5 de dezembro)
ou
TERÇAS: das 19h às 21h (de 11 de outubro a 6 de dezembro)Local: Espaço Metamorfose (Av. Getúlio Vargas, 1691 – Menino Deus)

Investimento: 3 x R$ 150,00 ou R$ 395,00 à vista

Clique aqui para fazer sua inscrição e reservar sua vaga

Se você gostaria de fazer esse curso mas não nesses horários, clique aqui

Conteúdos do Curso

> O que é um bom texto literário?
> A estética do texto literário: pecados e virtudes
> Construindo o universo ficcional
> O narrador
> A personagem de ficção
> Criando cenas: mostrar e não dizer
> Escrevendo narrativas curtas – subtexto, concisão e efeito
> Conto x crônica x relato
> Conto de acontecimento x conto de atmosfera

Sobre o professor

Professor do curso William Moreno Boenavides é licenciado em Letras, mestre e doutorando em Literatura Brasileira pela UFRGS. Possui pós-graduação lato sensu em Revisão e Produção textual pela UniRitter, curso no qual atualmente é professor convidado. Atuou como revisor de texto literário para editoras de Porto Alegre, realiza leitura crítica para autores gaúchos e de outros estados do Brasil. Tem atuação como jurado do Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores (AGES), em todas as categorias, nos anos de 2012 e 2014. É professor da Metamorfose cursos e editor da wwlivros.

www.metamorfosecursos.com.br

Ficção fantástica aborda origem mítica dos jogos de tabuleiro


E se os jogos de tabuleiros, criados desde os tempos imemoriais, tivessem um ancestral em comum e partilhassem de uma única tábula? E se jogos como o xadrez, o ludo, o senet e diversos outros originados no Oriente, e que ganharam o mundo, fossem o resultado de um tabuleiro primordial artesanalmente pensado por magos de um conselho real?

Esse é o mote de QU4DRI — O Tabuleiro Mágico, primeira ficção fantástica, escrita por Ednei Procópio, nos intervalos de seu trabalho enquanto editor, e que traz ao público leitor uma visão inédita sobre a origem dos jogos de tabuleiro.

Criado por Ednei Procópio, um dos maiores editores especialistas em livros digitais do País e inspirado nos mais antigos passatempos da humanidade, QU4DRI — O Tabuleiro Mágico, não é só uma ode aos ancestrais boardgames, mas é antes de tudo, um convite à imersão em um universo místico.

Os mistérios que rondam o Reino dos Quatro Cantos do Mundo

O Rei dos Quatro Cantos do Mundo parece não só ter se ausentado do trono, mas deixado aos seus súditos uma herança de incertezas. Para complicar ainda mais a transição da regência, o concílio responsável por ungir um novo monarca, formado por uma quadríade de magos, entrou em desacordo sobre o processo de coroação de um sucessor.

QU4DRI — O Tabuleiro Mágico narra eventos de um mundo isolado, em um universo paralelo, por uma magia incomensurável. Forças ocultas instauraram o caos e batalhas sem precedentes desolarão um Reino que sempre viveu tranquilamente da fabricação artesanal e da exportação dos inocentes jogos de tabuleiro.

A busca por um artefato lendário

Uma influente professora da Escola de Jogos da Magia, situada na Província Real de Grimoire, foi convocada pelo então monarca do Reino dos Quatro Cantos do Mundo para integrar uma comitiva cujo destino e missão são cercados por mistérios.

Por motivos ainda desconhecidos, a professora não retorna de sua convocação e seu desaparecimento vira sofrimento para a família, em especial para seu companheiro, um súdito que trabalha a serviço do Reino e que ganha a vida como escriba na Biblioteca de Grimoire.

Em QU4DRI — O Tabuleiro Mágico é o próprio Escriba Real quem narra suas peregrinações na busca da verdade sobre o desaparecimento de sua amada esposa. O Escriba está se redescobrindo em uma jornada de esperança, aventuras e de novos aprendizados. Conhecimentos ancestrais, porém, mudarão dramaticamente seu modo de compreender o mundo.

A busca por um tabuleiro mágico

O Escriba da Biblioteca Real da Província de Grimoire aprendeu, com seu Mestre, que sempre que buscamos por algo, é algo que acaba por nos encontrar.

Na busca pela verdade sobre o desaparecimento de sua amada esposa, cujo paradeiro é um enigma, Escriba descobre uma sociedade secreta influente e destemida. Criada por Sábios da Antiguidade, a Ordem dos Magos Supremos está envolvida na manipulação de artefatos mitológicos, em especial um tabuleiro mágico, capaz de instaurar uma nova dinastia no Reino dos Quatro Cantos do Mundo.

Às sombras de uma revolução, cercado por questões existenciais, Escriba testemunhará o emergir de um novo mundo, sombrio e desumano, devastado por uma iminente guerra.

 

Agenda de lançamento do livro

Livraria Martins Fontes Paulista
Dia 1 de Outubro, sábado, das 16h às 18h
Avenida Paulista, 509
Estação Brigadeiro do Metrô

Sobre o Escritor Ednei Procópio

Ednei Procópio

Ednei Procópio

Ednei Procópio é editor, empresário e um dos maiores especialistas em livros digitais do País, pioneiro no tema desde 1998. Publicou as obras de não- ficção “Construindo uma Biblioteca Digital” (Edições Inteligentes, 2005) e “O Livro na Era Digital” (Giz Editorial, 2010). Sua última obra sobre livros digitais, indicado ao Prêmio Jabuti, é “A Revolução dos eBooks” (publicado em 2013 pela editora do Sesi-SP). E, sob o pseudônimo de Eddie Kerouac, Procópio publicou também o livro de memórias poéticas “Os Versos de James” (iEditora, 2000).

Além de administrar um escritório editorial em São Paulo, Ednei Procópio é o autor do projeto “Uma biblioteca digital na mão de cada aluno”, iniciativa inspirada nos ideais de inclusão digital.

Cardiologista lança livro gratuito com dicas médicas para viagens


A cardiologista e professora Dra. Marisa Campos Moraes Amato está lançando o livro Seleções de Dicas Médicas, com o objetivo de suprir a carência de seus pacientes em obter informações e orientações confiáveis sobre problemas de saúde, que podem ocorrer em suas viagens. “Ao longo de minha carreira detectei que são muitas questões que afligem o viajante leigo a respeito de como resolver alguns problemas. Às vezes são problemas banais e outras mais complicados, mas que são esquecidos durante o planejamento de uma viagem. E quando surgem, podem atrapalhar muito o passeio”, explica a Dra. Marisa.

Seleção de Dicas Médicas traz dicas de quais vacinas tomar antes de cada viagem, remédios que devem ser levados, sangramentos nasais, dores de ouvido e inchaço nos voos, o que comer, náuseas, tonturas e vômitos. Também aborda riscos do desenvolvimento de trombose e embolia pulmonar durante as viagens de avião e como lidar com o jet lag, entre tantas outras dúvidas, mais simples ou mais complexas, apresentadas pelos seus clientes

O livro está disponível gratuitamente na Apple Store. Para baixar é necessário espaço disponível no: iPad com iBooks 2 ou posterior, iOS 5 ou posterior; iPhone com o iOS 8.4 ou posterior; ou Mac com OS X 10.9 ou posterior. A versão impressa pode ser adquirida por US$ 9,99, no site LuLu.

Sobre o Autor

Prof. Dra. Marisa Campos Moraes Amato, doutorada pela Universidade de São Paulo em1988, é especializada em cardiologia pela Associação Médica Brasileira. Também tem Mestrado em Ciências, na área de Fisiologia Humana, pela Universidade de São Paulo. Foi bolsista de pós-doutorado, do governo alemão, pela Fundação Alexander von Humboldt, em Hamburg, 1992/1993. Professora Livre Docente de Cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, 1998.

Produziu vários artigos científicos com repercussão internacional. Um deles, publicado na Heart British Medical Journal, em 2001, é referência para o Consenso Europeu de Cardiopatias Valvares. Foi Presidente da Academia de Medicina de São Paulo, em 1997/1998 e Membro do Conselho de Cultura da Associação Paulista de Medicina, em 1999/2002; também foi Presidente do Clube Humboldt do Brasil entre 2008 e 2010. Desde 2008, é Membro do Conselho de Economia, Sociologia e Política da Federação do Comércio do Estado de São Paulo do Sesc e do Senac.

Serviço:

Livro versão Online na Apple Store
Seleção de Dicas Médicas
Autor: Prof. Dra. Marisa Campos Moraes Amato – cardiologista
Editor: Amato Instituto de Medicina Avançada
Idioma: Português
Valor: Gratuito
Local de venda: https://www.amato.com.br/selecao-dicas-medicas

Versão Impressa
Seleção de Dicas Médicas -1ª Edição
Autor: Prof. Dra. Marisa Campos Moraes Amato – cardiologista
Editor: Amato Instituto de Medicina Avançada
Número de páginas: 100
Idioma: Português
Valor: US$ 9,99
Local de venda: https://www.amato.com.br/selecao-dicas-medicas

Mario Sergio Cortella fala sobre ética e democracia no Roda Viva


O filósofo e escritor é o entrevistado do próximo programa, inédito, que vai ao ar na segunda-feira [12/9], às 22h, na TV Cultura

Mario Sergio Cortella fala sobre ética e democracia no Roda Viva

Mario Sergio Cortella fala sobre ética e democracia no Roda Viva

Autor de vários livros, o filósofo Mario Sergio Cortella está no centro da próxima edição do Roda Viva. O programa da TV Cultura, inédito, vai ao ar na segunda-feira [12/9], às 22h. A apresentação, excepcionalmente, é de Willian Corrêa.

Mario Sergio Cortella aborda, como foco principal, o tema de seu recém-lançado livro Verdades e Mentiras: Ética e Democracia no Brasil [em coautoria com Gilberto Dimenstein, Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé]. A obra coloca a tensa relação que há entre ética e democracia, e coloca em xeque as verdades e as mentiras que compõem o universo político nacional. Os quatro autores tratam de práticas e dilemas da vida pública e mostram que mesmo em época de crise, existem motivos para acreditar na democracia pensada no coletivo como bem maior.

Durante o programa com o intelectual, outros assuntos também entram em discussão, como religião e política.

Cortella é autor de diversos livros nas áreas de educação, filosofia, teologia e motivação e carreira. Estão entre seus títulos Por que Fazemos O Que Fazemos?; Qual É A Tua Oba?; Não Nascemos Prontos!; Pensar Bem Nos Faz Bem; Não Se Desespere! e Não Espere Pelo Epitáfio.

O paranaense Mario Sergio Cortella é filósofo e escritor. Possui mestrado e doutorado em Educação, tendo atuado como professor titular da PUC-SP [Pontifícia Universidade Católica] durante 35 anos. É também professor convidado da Fundação Dom Cabral desde 1997. Foi assessor especial e Chefe de Gabinete do professor Paulo Freire e, posteriormente, assumiu o cargo de Secretário Municipal de Educação de São Paulo [1991-1992]. Atualmente, compõe o time de comentaristas do Jornal da Cultura.

A bancada de entrevistadores desta edição do Roda Viva é formada por Priscila Cruz, fundadora e presidente executiva do movimento Todos Pela Educação; Fabíola Cidral, âncora da Rádio CBN; Gisele Vitória, colunista da revista Isto É; Flávio Galvão, ator; e Ernesto Martins Faria, gerente de projetos da Fundação Lemann.

O cartunista Paulo Caruso também integra a bancada como colaborador fixo.

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Ignácio de Loyola Brandão fala sobre crônica em episódio inédito da série “Super Libris”


O escritor e jornalista paulista discute o tema no dia 12/9, segunda, às 21h, no SescTV

Ignácio de Loyola Brandão fala sobre crônica em episódio inédito da série "Super Libris"

Ignácio de Loyola Brandão fala sobre crônica em episódio inédito da série “Super Libris”

No mês em que o Sesc completa 70 anos, o SescTV exibe episódio inédito da série Super Libris com um dos mais importantes cronistas brasileiros, Ignácio de Loyola Brandão [80]. No programa, o contista, romancista e jornalista fala sobre a crônica literária. Com direção do escritor e cineasta José Roberto Torero, o episódio vai ao ar no dia 12/9, segunda, às 21h [assista também em sesctv.org.br/avivo].

Nascido na cidade de Araraquara, interior de São Paulo, e morando há 57 anos na capital paulista, Loyola Brandão afirma que, para escrever suas crônicas, faz recorte de momentos da vida da metrópole onde vive. Os temas podem surgir a partir de diferentes situações, como uma história que alguém lhe conta, uma briga na padaria, um vaso na janela ou uma mulher olhando para o nada. “Essas coisas todas me impressionam e essas coisas todas são crônicas, são momentos”, diz.

Para o escritor, é preconceito mencionar a crônica como gênero literário menor. “Literatura menor é a má literatura”, explica e aponta nomes de relevantes escritores que fizeram crônicas, como Machado de Assis, Olavo Bilac, João do Rio, Lima Barreto, Clarice Lispector e Rachel de Queiroz. “Para não falar dos clássicos: Rubens Braga, Fernando Sabino, Otto Lara Rezende etc.”, completa. Para ele, o problema está na dificuldade de fazer bem este tipo de texto.

Loyola Brandão acredita que a crônica é a literatura brasileira mais lida atualmente. Ele comenta que faz jornalismo na crônica, relatando elementos como a cultura, a culinária e a linguagem local, como uma reportagem. Com relação à fala coloquial, ele expõe que não deixa de usá-la, apenas faz um trabalho com ela. O escritor, que completa neste mês 21 anos como jornalista do jornal O Estado de S.Paulo, confessa que se orgulha de nunca ter faltado assunto para escrever suas crônicas.

Loyola Brandão participa também dos quadros Pé de Página, no qual responde sobre onde, como e porque escreve, e do Primeira Impressão, em que sugere o livro A Descoberta do Mundo, de Clarice Lispector. O episódio traz ainda os quadros: Orelhas, sobre o escritor brasileiro Rubem Braga e o norte-americano Kurt Vonnegut Jr.; Prefácio, com Cristiane Tavares, que indica o livro Vizinho, Vizinho, de Roger Mello; Quarta Capa, com o vlogger Eduardo Cilto, que fala sobre o livro Nu, de Botas, de Antonio Prata; e Ptolomeus, sobre a Bibliotaxi, bibliotecas circulantes nos táxis.

Portal

Super Libris conta com um portal na internet, o superlibris.sesctv.org.br, que disponibiliza todos os episódios da série; as 52 entrevistas com autores; e todos os quadros, já editados separadamente para facilitar a consulta.

Sobre a série Super Libris:

Com o objetivo de mergulhar no mundo da literatura, a série, formada por 52 episódios de 26 minutos cada, entrevista 52 escritores e apresenta curiosidades presentes no processo de criação de livros. Cada programa é formado por pequenos quadros com diversos assuntos relativos ao universo literário, e traz narração do ator José Rubens Xaxá. Entre os escritores entrevistados estão Ruy Castro, Luis Fernando Verissimo, Ruth Rocha, Ignácio de Loyola Brandão, Ferréz, Antonio Prata, Thalita Rebouças e Xico Sá.

Sobre o SescTV:

SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com artistas da música e da dança. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.

SERVIÇO:

Super Libris
Crônica – uma Mania Nacional
Estreia: 12/9, segunda, às 21h
Reapresentações: 13/9, terça, às 9h e às 17h; 15/9, quinta, às 15h; 16/9, sexta, às 9h30 e às 17h30, 18/9, domingo, às 6h e às 14h30; e 19/9, segunda, às 16h.
Classificação indicativa: Livre
Direção Geral: José Roberto Torero
Produção: Padaria de Textos
Duração: 28’51’’

Para sintonizar o SescTV:

Canal 128, da Oi TV
Ou consulte sua operadora
Assista também online em sesctv.org.br/aovivo
Siga o SescTV no twitter: http://twitter.com/sesctv
E no facebook: https: facebook.com/sesctv

Informações para imprensa:

SescTV
Jô Santina –11- 2076-3587
josantina@sesctv.sescsp.org.br
Setembro/2016

eBooks já foram lidos por 26% dos brasileiros, diz pesquisa


Pesquisa foi feita pelo Ibope, sob encomenda do Instituto Pró-Livro. Levantamento mostra evolução do total de leitores no Brasil.

Os livros digitais já foram lidos por 26% dos entrevistados ouvidos pela 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Ibope sob encomenda do Instituto Pró-Livro.

A pesquisa apontou que o número de leitores no Brasil cresceu 6% entre 2011 e 2015 , e que o total de livros lidos nos três meses anteriores à pesquisa foi de 2,54 obras.

Entre os chamados “Leitores” o percentual de quem já leu livro digital é 34%. E já entre quem gosta muito de ler, 38%. A metodologia da pesquisa considera como leitor, aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro nos últimos três meses.

O celular foi o dispositivo de leitura mais comum, usado por 56% dos leitores de livros digitais. Na sequência aparecem: computador [49%], tablet [18%], leitores digitais, como Kindle, Kobo e Lev [4%].

Entre as formas de acesso, 88% afirmaram ter baixado gratuitamente na internet e 15% disseram ter pago o download. Livros de literatura, como contos, romances ou poesias são os preferidos, com 47, logo depois seguidos por livros técnicos, para formação profissional, com 33%.

Entre aqueles que leem livros digitais, 91% são considerados leitores pelos critérios da pesquisa, ou seja, leram pelo menos um livro inteiro ou em partes nos 3 meses anteriores à pesquisa. Em relação à edição de 2011, houve um crescimento significativo da proporção de pessoas que já ouviram falar em livros digitais, 11 pontos percentuais. Entre esses, cerca de um quarto já leu algum livro digital“, aponta o estudo.

Metodologia

A edição 2016 é a quarta edição da pesquisa, que teve também outras publicações referentes a dados coletados nos anos de 2000, 2007, 2011. A pesquisa teve abrangência nacional, com 5012 entrevistas pessoais, feitas nos domicílios dos entrevistados entre 23 de novembro e 14 de dezembro de 2015. Foram ouvidos brasileiros a partir de 5 anos, alfabetizados ou não.

Perfil da amostra

Entre os ouvidos pela pesquisa em 2015, 8% se declarou “não alfabetizado” ou que “não frequentou escola formal”. Outros 21% disseram ter ensino fundamental I [1º ao 5º ano], 25% declararam ter o fundamental II [6º ao 9º ano], 33% o ensino médio e 13% o ensino superior.

Responsável pela pesquisa, o Instituto Pró-Livro [IPL] foi criado em 2006 pelas entidades do setor do livro – Associação Brasileira de Livros Escolares [Abrelivros], Câmara Brasileira de Livros [CBL] e Sindicato dos Editores de Livros [SNEL]. É mantido por contribuições dessas entidades e de editoras, com o objetivo principal de fomento à leitura e à difusão do livro.

Desde a segunda edição o Instituto adotou metodologia que considera as orientações do Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe [Cerlalc], da Unesco, e pela Organização dos Estados Ibero-americanos [OEI]. O objetivo foi buscar um padrão internacional de medição que permita eventuais comparações e estudos sobre a questão da leitura nos países da região.

Fonte: Publicado originalmente no portal G1, em São Paulo | Por Mariana Nogueira | 19/05/2016 12h12

Acervo defasado diminui interesse por bibliotecas, diz pesquisa


Pesquisa foi feita pelo Ibope, sob encomenda do Instituto Pró-Livro. Levantamento mostra evolução do total de leitores no Brasil.

Locais de estudo e pesquisa, frequentados eventualmente por estudantes e com acervos defasados. Esse é um panorama que os números da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2016 traçam sobre as bibliotecas no Brasil. Os três pontos aparecem no levantamento feito pelo Ibope sob encomenda do Instituto Pró-Livro. Os dados foram divulgados na quarta-feira [18].
A pesquisa apontou que o número de leitores no Brasil cresceu 6% entre 2011 e 2015 , e que o total de livros lidos nos três meses anteriores à pesquisa foi de 2,54 obras.

De acordo com a pesquisa, 37% do público que frequenta as bibliotecas do Brasil não é estudante. E do seu público frequentador, 73% as consideram espaço para estudo e pesquisa. As bibliotecas escolares ou universitárias são as mais citadas. Quando questionado sobre o tipo de biblioteca que frequentava, 55% citaram esses espaços, enquanto 51% disseram frequentar bibliotecas públicas.

Apenas 19% dos leitores costumam ler livros em bibliotecas.

Outros usos e associações que esse espaço poderia ter, o que concorreria para a ampliação de seu público frequentador, tiveram percentuais baixos de menções“, aponta a análise dos especialistas que avaliaram os dados da pesquisa.

Quando questionados sobre a avaliação das bibliotecas que frequentam, 41% dos leitores disseram não encontrar os livros que gostariam. Para os entrevistados, o interesse aumentaria com a renovação das prateleiras: 32% afirmaram que teriam maior interesse pelas bibliotecas se elas tivessem mais livros ou título novos, e 22% disseram esperar títulos mais interessantes.

Considerando os dados nacionais, mais da metade [55%] dos entrevistados disse que havia biblioteca pública no bairro, outros 33% disseram que não e 9% não souberam responder.

Quarenta por cento dos entrevistados disseram não ir a bibliotecas por falta de tempo. Apenas 5% dos entrevistados disse ir sempre a uma biblioteca. Outros 66% responderam que não frequentavam, 14% disseram que visitavam raramente, 15% costumavam ir às vezes.

Metodologia

A edição 2016 é a quarta edição da pesquisa, que teve também outras publicações referentes a dados coletados nos anos de 2000, 2007, 2011. A pesquisa teve abrangência nacional, com 5012 entrevistas pessoais, feitas nos domicílios dos entrevistados entre 23 de novembro e 14 de dezembro de 2015. Foram ouvidos brasileiros a partir de 5 anos, alfabetizados ou não.

Perfil da amostra

Entre os ouvidos pela pesquisa em 2015, 8% se declarou “não alfabetizado” ou que “não frequentou escola formal”. Outros 21% disseram ter ensino fundamental I [1º ao 5º ano], 25% declararam ter o fundamental II [6º ao 9º ano], 33% o ensino médio e 13% o ensino superior.

Responsável pela pesquisa, o Instituto Pró-Livro [IPL] foi criado em 2006 pelas entidades do setor do livro – Associação Brasileira de Livros Escolares [Abrelivros], Câmara Brasileira de Livros [CBL] e Sindicato dos Editores de Livros [SNEL]. É mantido por contribuições dessas entidades e de editoras, com o objetivo principal de fomento à leitura e à difusão do livro.

Desde a segunda edição o Instituto adotou metodologia que considera as orientações do Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe [Cerlalc], da Unesco, e pela Organização dos Estados Ibero-americanos [OEI]. O objetivo foi buscar um padrão internacional de medição que permita eventuais comparações e estudos sobre a questão da leitura nos países da região.

Fonte: Publicado originalmente em G1, São Paulo | 19/05/2016 12h08

Inscreva seu Trabalho Científico no 6º Congresso Internacional CBL do Livro Digital


A 6ª edição do Congresso Internacional CBL do Livro Digital seguirá com a tradição de avaliar trabalhos científicos e acadêmicos relativos ao livro digital no intuito de promover trabalhos empíricos e conceituais inéditos. Os prêmios aos vencedores são R$ 1.500 reservados ao primeiro colocado, R$ 1.000 ao segundo e R$ 500 ao terceiro.

O evento acontecerá dia 25 de agosto de 2016, antecedendo a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Auditório Elis Regina, localizado na Av. Olavo Fontoura, 1209 – ao lado do Pavilhão do Parque Anhembi, em São Paulo. Mais informações: digital@cbl.org.br.

Biblioteca Digital Luso-Brasileira


O desenvolvimento de serviços digitais tem constituído uma prioridade estratégica nas bibliotecas de todo o mundo, transformando radicalmente o acesso à informação. Nas bibliotecas nacionais, com acervos históricos de grande significado e dimensão, essa transformação traz consigo o benefício inestimável de fazer desaparecer o dilema de séculos, entre preservar ou dar acesso. Hoje são os acervos mais valiosos e raros, outrora escassamente acessíveis, aqueles que mais rapidamente ficam disponíveis a qualquer pessoa, para qualquer fim, a qualquer dia e hora, em qualquer lugar do mundo.

Mas os desafios para realizar esse objetivo em grande escala são estruturais e assumem, em matéria de meios e de tempo, a proporção gigantesca das próprias coleções. Por isso, qualquer estratégia para otimizar meios, acelerar processos e alcançar massa crítica de resultados passa sempre pela cooperação. Isso é evidente no desenvolvimento recente de serviços coletivos para acesso a conteúdos digitais, de que são exemplo a Biblioteca Digtal Mundial, a Biblioteca Digital Europeia – Europeana, ou, ainda, portais de conteúdos culturais de perfil regional e linguístico, como a Biblioteca Digital do Património Iberoamericano.

É neste contexto que surge o projeto da Biblioteca Digital Luso-Brasileira [BDLB], iniciado em fevereiro de 2014 pelas bibliotecas nacionais do Brasil e Portugal, com o objetivo central de coordenar os esforços de digitalização e de colocar disponível num mesmo ponto de acesso todo o acervo digital das duas instituições. Será um primeiro passo dar nova dimensão, relevância e visibilidade na rede aos conteúdos culturais da uma história e língua comuns.

O projeto concretiza-se num portal que passará a agregar automaticamente a informação das bibliotecas nacionais digitais do Brasil e Portugal, cuja soma de conteúdos alcança já mais de 60 mil títulos correspondendo a cerca de 13 milhões de imagens de materiais bibliográficos em domínio público, de todas as épocas e gêneros.

Para além do objetivo de acesso público, o projeto visa igualmente outros aspectos não menos importantes, como:

Colaborar ativamente na transferência de conhecimento em áreas técnicas com acelerado ritmo de evolução, no que respeita a standards, metodologias e recursos tecnológicos de digitalização, gestão de informação e preservação digital;

Coordenar atividades para evitar a duplicação de digitalização dos mesmos conteúdos, no campo das publicações impressas, otimizando recursos; neste ponto, é altamente relevante para Portugal a colaboração oferecida pela Fundação Biblioteca Nacional para ajudar na digitalização em massa de microfilmes de jornais, de que a BNP tem mais de 15 milhões de imagens;

Estender os processos colaborativos a outras áreas de atividade, como a produção conjunta de exposições e eventos culturais ou técnicos, reforçando os laços institucionais. Neste âmbito, pode desde já destacar-se a digitalização de conteúdos visando um site temático para a celebração dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, em 2015.

A Biblioteca Digital Luso-Brasileira já é realidade desde o início de 2015.

Logo que o portal BDLB entre em operação regular, iniciar-se-á uma segunda fase, de expansão, alargando-se aos participantes da COLUSO [Comissão Luso-Brasileira para Salvaguarda e Divulgação do Patrimônio Documental] e a outras entidades e projetos de bibliotecas brasileiras [designadamente da Rede Memória, Projeto Resgate, Real Gabinete Português de Leitura, Biblioteca Mário de Andrade, entre outras] e portuguesas [entidades participantes do agregador RNOD].

Nesta fase prevê-se também a diversificação do portal BDLB em termos da tipologia de conteúdos, adicionando-lhe valências de contextualização das coleções digitais, numa área editorial em que, para além de notícias para divulgação de eventos, serão criados dossiês, exposições, ensaios, artigos, etc.

Para uma terceira fase, a partir de 2016-17, é intenção conjunta das duas bibliotecas nacionais alargar o perímetro da BDLB aos outros países de língua oficial portuguesa que queiram participar. Será uma fase em que se prevê um aprofundamento em termos de estrutura organizacional e técnica, e de alargamento a serviços de formação e apoio que viabilizem a cooperação dos novos países participantes.

Está disponível o eBook “Para entender as mídias sociais”


Vinte e seis artigos de 28 autores compõem o terceiro volume do e-book colaborativo de Para entender as mídias sociais, já disponível no blog do projeto, que leva o mesmo nome. A exemplo dos dois primeiros volumes, este também tem organização de Ana Brambilla [jornalista, doutoranda em comunicação, professora da Faculdade Cásper Líbero] e de Cristiano Santos [jornalista, palestrante e social media da Editora Globo].

As temáticas são variadas, embora sigam um eixo fundamental: a crítica sobre as redes sociais. Editado por Edições VNI, de Salvador, o trabalho de 243 páginas é publicado sob licença Creative Commons, que impede a comercialização, mas autoriza a reprodução e a distribuição do material sob menção de fonte.

O projeto gráfico foi criado e executado pelo designer Cássio Aguiar. A capa tem criação do designer Alexandre Zanardo. A escolha dos autores foi feita por chamada pública no blog e em redes sociais, em meados de 2013.

Foram mais de 90 propostas de artigos, tendo sido selecionadas aquelas que melhor se encaixavam na proposta de lançar um olhar crítico para o universo das mídias sociais. Assim, textos acadêmicos e ensaios livres passaram a compor um trabalho que objetiva ser um disparador de discussões.

Temas não recorrentes nos debates sobre redes sociais também mereceram lugar, atendendo à necessidade de ampliar a visão de públicos e usos que esses espaços têm.

Evento com autores

Para marcar o lançamento, os autores participarão de uma mesa redonda em 15/3, no auditório do Senac Lapa Scipião [rua Scipião, 67 – São Paulo], a partir das 19h30. Por causa dos vários autores que vivem em outras cidades, será armada uma videoconferência para garantir a participação do máximo possível de colaboradores, assim como dos designers, para atualização do debate e interação com o público.

Projeto e formato

O projeto Para Entender as Mídias Sociais é um desdobramento do flash book organizado pelo historiador Juliano Spyer, durante a Campus Party de 2009, intitulado Para entender a internet, que reuniu vários profissionais de comunicação digital em atividade no mercado para descrever, em textos curtos, os principais conceitos que atravessavam a internet naquele momento.

Fonte: Redação Jornalistas&Cia

Google lança seu eBook ‘experiment’


O Google acaba de lançar sua loja exclusivamente digital, “para livros que não podem ser impressos“. O “experimento” em livros digitais, chamado Editions at Play, foi criado pela editora londrina Visual Editions e o Creative Lab do Google em Sydney, e apresenta livros encomendados pela Visual Editions, incluindo uma série no Google Street View.

A ideia por trás do Editions at Play “não é desafiar a edição convencional” mas “abrir novos caminhos“, como afirmam seus criadores. O objetivo da iniciativa é “permitir que escritores criem livros que não podem ser impressos” e, como diz o Google “se encaixam melhor nas suscetibilidades do século XXI“.

The Bookseller | Katherine Cowdrey | 04/02/16