Mario Sergio Cortella fala sobre ética e democracia no Roda Viva


O filósofo e escritor é o entrevistado do próximo programa, inédito, que vai ao ar na segunda-feira [12/9], às 22h, na TV Cultura

Mario Sergio Cortella fala sobre ética e democracia no Roda Viva

Mario Sergio Cortella fala sobre ética e democracia no Roda Viva

Autor de vários livros, o filósofo Mario Sergio Cortella está no centro da próxima edição do Roda Viva. O programa da TV Cultura, inédito, vai ao ar na segunda-feira [12/9], às 22h. A apresentação, excepcionalmente, é de Willian Corrêa.

Mario Sergio Cortella aborda, como foco principal, o tema de seu recém-lançado livro Verdades e Mentiras: Ética e Democracia no Brasil [em coautoria com Gilberto Dimenstein, Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé]. A obra coloca a tensa relação que há entre ética e democracia, e coloca em xeque as verdades e as mentiras que compõem o universo político nacional. Os quatro autores tratam de práticas e dilemas da vida pública e mostram que mesmo em época de crise, existem motivos para acreditar na democracia pensada no coletivo como bem maior.

Durante o programa com o intelectual, outros assuntos também entram em discussão, como religião e política.

Cortella é autor de diversos livros nas áreas de educação, filosofia, teologia e motivação e carreira. Estão entre seus títulos Por que Fazemos O Que Fazemos?; Qual É A Tua Oba?; Não Nascemos Prontos!; Pensar Bem Nos Faz Bem; Não Se Desespere! e Não Espere Pelo Epitáfio.

O paranaense Mario Sergio Cortella é filósofo e escritor. Possui mestrado e doutorado em Educação, tendo atuado como professor titular da PUC-SP [Pontifícia Universidade Católica] durante 35 anos. É também professor convidado da Fundação Dom Cabral desde 1997. Foi assessor especial e Chefe de Gabinete do professor Paulo Freire e, posteriormente, assumiu o cargo de Secretário Municipal de Educação de São Paulo [1991-1992]. Atualmente, compõe o time de comentaristas do Jornal da Cultura.

A bancada de entrevistadores desta edição do Roda Viva é formada por Priscila Cruz, fundadora e presidente executiva do movimento Todos Pela Educação; Fabíola Cidral, âncora da Rádio CBN; Gisele Vitória, colunista da revista Isto É; Flávio Galvão, ator; e Ernesto Martins Faria, gerente de projetos da Fundação Lemann.

O cartunista Paulo Caruso também integra a bancada como colaborador fixo.

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Ignácio de Loyola Brandão fala sobre crônica em episódio inédito da série “Super Libris”


O escritor e jornalista paulista discute o tema no dia 12/9, segunda, às 21h, no SescTV

Ignácio de Loyola Brandão fala sobre crônica em episódio inédito da série "Super Libris"

Ignácio de Loyola Brandão fala sobre crônica em episódio inédito da série “Super Libris”

No mês em que o Sesc completa 70 anos, o SescTV exibe episódio inédito da série Super Libris com um dos mais importantes cronistas brasileiros, Ignácio de Loyola Brandão [80]. No programa, o contista, romancista e jornalista fala sobre a crônica literária. Com direção do escritor e cineasta José Roberto Torero, o episódio vai ao ar no dia 12/9, segunda, às 21h [assista também em sesctv.org.br/avivo].

Nascido na cidade de Araraquara, interior de São Paulo, e morando há 57 anos na capital paulista, Loyola Brandão afirma que, para escrever suas crônicas, faz recorte de momentos da vida da metrópole onde vive. Os temas podem surgir a partir de diferentes situações, como uma história que alguém lhe conta, uma briga na padaria, um vaso na janela ou uma mulher olhando para o nada. “Essas coisas todas me impressionam e essas coisas todas são crônicas, são momentos”, diz.

Para o escritor, é preconceito mencionar a crônica como gênero literário menor. “Literatura menor é a má literatura”, explica e aponta nomes de relevantes escritores que fizeram crônicas, como Machado de Assis, Olavo Bilac, João do Rio, Lima Barreto, Clarice Lispector e Rachel de Queiroz. “Para não falar dos clássicos: Rubens Braga, Fernando Sabino, Otto Lara Rezende etc.”, completa. Para ele, o problema está na dificuldade de fazer bem este tipo de texto.

Loyola Brandão acredita que a crônica é a literatura brasileira mais lida atualmente. Ele comenta que faz jornalismo na crônica, relatando elementos como a cultura, a culinária e a linguagem local, como uma reportagem. Com relação à fala coloquial, ele expõe que não deixa de usá-la, apenas faz um trabalho com ela. O escritor, que completa neste mês 21 anos como jornalista do jornal O Estado de S.Paulo, confessa que se orgulha de nunca ter faltado assunto para escrever suas crônicas.

Loyola Brandão participa também dos quadros Pé de Página, no qual responde sobre onde, como e porque escreve, e do Primeira Impressão, em que sugere o livro A Descoberta do Mundo, de Clarice Lispector. O episódio traz ainda os quadros: Orelhas, sobre o escritor brasileiro Rubem Braga e o norte-americano Kurt Vonnegut Jr.; Prefácio, com Cristiane Tavares, que indica o livro Vizinho, Vizinho, de Roger Mello; Quarta Capa, com o vlogger Eduardo Cilto, que fala sobre o livro Nu, de Botas, de Antonio Prata; e Ptolomeus, sobre a Bibliotaxi, bibliotecas circulantes nos táxis.

Portal

Super Libris conta com um portal na internet, o superlibris.sesctv.org.br, que disponibiliza todos os episódios da série; as 52 entrevistas com autores; e todos os quadros, já editados separadamente para facilitar a consulta.

Sobre a série Super Libris:

Com o objetivo de mergulhar no mundo da literatura, a série, formada por 52 episódios de 26 minutos cada, entrevista 52 escritores e apresenta curiosidades presentes no processo de criação de livros. Cada programa é formado por pequenos quadros com diversos assuntos relativos ao universo literário, e traz narração do ator José Rubens Xaxá. Entre os escritores entrevistados estão Ruy Castro, Luis Fernando Verissimo, Ruth Rocha, Ignácio de Loyola Brandão, Ferréz, Antonio Prata, Thalita Rebouças e Xico Sá.

Sobre o SescTV:

SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com artistas da música e da dança. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.

SERVIÇO:

Super Libris
Crônica – uma Mania Nacional
Estreia: 12/9, segunda, às 21h
Reapresentações: 13/9, terça, às 9h e às 17h; 15/9, quinta, às 15h; 16/9, sexta, às 9h30 e às 17h30, 18/9, domingo, às 6h e às 14h30; e 19/9, segunda, às 16h.
Classificação indicativa: Livre
Direção Geral: José Roberto Torero
Produção: Padaria de Textos
Duração: 28’51’’

Para sintonizar o SescTV:

Canal 128, da Oi TV
Ou consulte sua operadora
Assista também online em sesctv.org.br/aovivo
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Informações para imprensa:

SescTV
Jô Santina –11- 2076-3587
josantina@sesctv.sescsp.org.br
Setembro/2016

eBooks já foram lidos por 26% dos brasileiros, diz pesquisa


Pesquisa foi feita pelo Ibope, sob encomenda do Instituto Pró-Livro. Levantamento mostra evolução do total de leitores no Brasil.

Os livros digitais já foram lidos por 26% dos entrevistados ouvidos pela 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Ibope sob encomenda do Instituto Pró-Livro.

A pesquisa apontou que o número de leitores no Brasil cresceu 6% entre 2011 e 2015 , e que o total de livros lidos nos três meses anteriores à pesquisa foi de 2,54 obras.

Entre os chamados “Leitores” o percentual de quem já leu livro digital é 34%. E já entre quem gosta muito de ler, 38%. A metodologia da pesquisa considera como leitor, aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro nos últimos três meses.

O celular foi o dispositivo de leitura mais comum, usado por 56% dos leitores de livros digitais. Na sequência aparecem: computador [49%], tablet [18%], leitores digitais, como Kindle, Kobo e Lev [4%].

Entre as formas de acesso, 88% afirmaram ter baixado gratuitamente na internet e 15% disseram ter pago o download. Livros de literatura, como contos, romances ou poesias são os preferidos, com 47, logo depois seguidos por livros técnicos, para formação profissional, com 33%.

Entre aqueles que leem livros digitais, 91% são considerados leitores pelos critérios da pesquisa, ou seja, leram pelo menos um livro inteiro ou em partes nos 3 meses anteriores à pesquisa. Em relação à edição de 2011, houve um crescimento significativo da proporção de pessoas que já ouviram falar em livros digitais, 11 pontos percentuais. Entre esses, cerca de um quarto já leu algum livro digital“, aponta o estudo.

Metodologia

A edição 2016 é a quarta edição da pesquisa, que teve também outras publicações referentes a dados coletados nos anos de 2000, 2007, 2011. A pesquisa teve abrangência nacional, com 5012 entrevistas pessoais, feitas nos domicílios dos entrevistados entre 23 de novembro e 14 de dezembro de 2015. Foram ouvidos brasileiros a partir de 5 anos, alfabetizados ou não.

Perfil da amostra

Entre os ouvidos pela pesquisa em 2015, 8% se declarou “não alfabetizado” ou que “não frequentou escola formal”. Outros 21% disseram ter ensino fundamental I [1º ao 5º ano], 25% declararam ter o fundamental II [6º ao 9º ano], 33% o ensino médio e 13% o ensino superior.

Responsável pela pesquisa, o Instituto Pró-Livro [IPL] foi criado em 2006 pelas entidades do setor do livro – Associação Brasileira de Livros Escolares [Abrelivros], Câmara Brasileira de Livros [CBL] e Sindicato dos Editores de Livros [SNEL]. É mantido por contribuições dessas entidades e de editoras, com o objetivo principal de fomento à leitura e à difusão do livro.

Desde a segunda edição o Instituto adotou metodologia que considera as orientações do Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe [Cerlalc], da Unesco, e pela Organização dos Estados Ibero-americanos [OEI]. O objetivo foi buscar um padrão internacional de medição que permita eventuais comparações e estudos sobre a questão da leitura nos países da região.

Fonte: Publicado originalmente no portal G1, em São Paulo | Por Mariana Nogueira | 19/05/2016 12h12

Acervo defasado diminui interesse por bibliotecas, diz pesquisa


Pesquisa foi feita pelo Ibope, sob encomenda do Instituto Pró-Livro. Levantamento mostra evolução do total de leitores no Brasil.

Locais de estudo e pesquisa, frequentados eventualmente por estudantes e com acervos defasados. Esse é um panorama que os números da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2016 traçam sobre as bibliotecas no Brasil. Os três pontos aparecem no levantamento feito pelo Ibope sob encomenda do Instituto Pró-Livro. Os dados foram divulgados na quarta-feira [18].
A pesquisa apontou que o número de leitores no Brasil cresceu 6% entre 2011 e 2015 , e que o total de livros lidos nos três meses anteriores à pesquisa foi de 2,54 obras.

De acordo com a pesquisa, 37% do público que frequenta as bibliotecas do Brasil não é estudante. E do seu público frequentador, 73% as consideram espaço para estudo e pesquisa. As bibliotecas escolares ou universitárias são as mais citadas. Quando questionado sobre o tipo de biblioteca que frequentava, 55% citaram esses espaços, enquanto 51% disseram frequentar bibliotecas públicas.

Apenas 19% dos leitores costumam ler livros em bibliotecas.

Outros usos e associações que esse espaço poderia ter, o que concorreria para a ampliação de seu público frequentador, tiveram percentuais baixos de menções“, aponta a análise dos especialistas que avaliaram os dados da pesquisa.

Quando questionados sobre a avaliação das bibliotecas que frequentam, 41% dos leitores disseram não encontrar os livros que gostariam. Para os entrevistados, o interesse aumentaria com a renovação das prateleiras: 32% afirmaram que teriam maior interesse pelas bibliotecas se elas tivessem mais livros ou título novos, e 22% disseram esperar títulos mais interessantes.

Considerando os dados nacionais, mais da metade [55%] dos entrevistados disse que havia biblioteca pública no bairro, outros 33% disseram que não e 9% não souberam responder.

Quarenta por cento dos entrevistados disseram não ir a bibliotecas por falta de tempo. Apenas 5% dos entrevistados disse ir sempre a uma biblioteca. Outros 66% responderam que não frequentavam, 14% disseram que visitavam raramente, 15% costumavam ir às vezes.

Metodologia

A edição 2016 é a quarta edição da pesquisa, que teve também outras publicações referentes a dados coletados nos anos de 2000, 2007, 2011. A pesquisa teve abrangência nacional, com 5012 entrevistas pessoais, feitas nos domicílios dos entrevistados entre 23 de novembro e 14 de dezembro de 2015. Foram ouvidos brasileiros a partir de 5 anos, alfabetizados ou não.

Perfil da amostra

Entre os ouvidos pela pesquisa em 2015, 8% se declarou “não alfabetizado” ou que “não frequentou escola formal”. Outros 21% disseram ter ensino fundamental I [1º ao 5º ano], 25% declararam ter o fundamental II [6º ao 9º ano], 33% o ensino médio e 13% o ensino superior.

Responsável pela pesquisa, o Instituto Pró-Livro [IPL] foi criado em 2006 pelas entidades do setor do livro – Associação Brasileira de Livros Escolares [Abrelivros], Câmara Brasileira de Livros [CBL] e Sindicato dos Editores de Livros [SNEL]. É mantido por contribuições dessas entidades e de editoras, com o objetivo principal de fomento à leitura e à difusão do livro.

Desde a segunda edição o Instituto adotou metodologia que considera as orientações do Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe [Cerlalc], da Unesco, e pela Organização dos Estados Ibero-americanos [OEI]. O objetivo foi buscar um padrão internacional de medição que permita eventuais comparações e estudos sobre a questão da leitura nos países da região.

Fonte: Publicado originalmente em G1, São Paulo | 19/05/2016 12h08

Inscreva seu Trabalho Científico no 6º Congresso Internacional CBL do Livro Digital


A 6ª edição do Congresso Internacional CBL do Livro Digital seguirá com a tradição de avaliar trabalhos científicos e acadêmicos relativos ao livro digital no intuito de promover trabalhos empíricos e conceituais inéditos. Os prêmios aos vencedores são R$ 1.500 reservados ao primeiro colocado, R$ 1.000 ao segundo e R$ 500 ao terceiro.

O evento acontecerá dia 25 de agosto de 2016, antecedendo a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Auditório Elis Regina, localizado na Av. Olavo Fontoura, 1209 – ao lado do Pavilhão do Parque Anhembi, em São Paulo. Mais informações: digital@cbl.org.br.

Biblioteca Digital Luso-Brasileira


O desenvolvimento de serviços digitais tem constituído uma prioridade estratégica nas bibliotecas de todo o mundo, transformando radicalmente o acesso à informação. Nas bibliotecas nacionais, com acervos históricos de grande significado e dimensão, essa transformação traz consigo o benefício inestimável de fazer desaparecer o dilema de séculos, entre preservar ou dar acesso. Hoje são os acervos mais valiosos e raros, outrora escassamente acessíveis, aqueles que mais rapidamente ficam disponíveis a qualquer pessoa, para qualquer fim, a qualquer dia e hora, em qualquer lugar do mundo.

Mas os desafios para realizar esse objetivo em grande escala são estruturais e assumem, em matéria de meios e de tempo, a proporção gigantesca das próprias coleções. Por isso, qualquer estratégia para otimizar meios, acelerar processos e alcançar massa crítica de resultados passa sempre pela cooperação. Isso é evidente no desenvolvimento recente de serviços coletivos para acesso a conteúdos digitais, de que são exemplo a Biblioteca Digtal Mundial, a Biblioteca Digital Europeia – Europeana, ou, ainda, portais de conteúdos culturais de perfil regional e linguístico, como a Biblioteca Digital do Património Iberoamericano.

É neste contexto que surge o projeto da Biblioteca Digital Luso-Brasileira [BDLB], iniciado em fevereiro de 2014 pelas bibliotecas nacionais do Brasil e Portugal, com o objetivo central de coordenar os esforços de digitalização e de colocar disponível num mesmo ponto de acesso todo o acervo digital das duas instituições. Será um primeiro passo dar nova dimensão, relevância e visibilidade na rede aos conteúdos culturais da uma história e língua comuns.

O projeto concretiza-se num portal que passará a agregar automaticamente a informação das bibliotecas nacionais digitais do Brasil e Portugal, cuja soma de conteúdos alcança já mais de 60 mil títulos correspondendo a cerca de 13 milhões de imagens de materiais bibliográficos em domínio público, de todas as épocas e gêneros.

Para além do objetivo de acesso público, o projeto visa igualmente outros aspectos não menos importantes, como:

Colaborar ativamente na transferência de conhecimento em áreas técnicas com acelerado ritmo de evolução, no que respeita a standards, metodologias e recursos tecnológicos de digitalização, gestão de informação e preservação digital;

Coordenar atividades para evitar a duplicação de digitalização dos mesmos conteúdos, no campo das publicações impressas, otimizando recursos; neste ponto, é altamente relevante para Portugal a colaboração oferecida pela Fundação Biblioteca Nacional para ajudar na digitalização em massa de microfilmes de jornais, de que a BNP tem mais de 15 milhões de imagens;

Estender os processos colaborativos a outras áreas de atividade, como a produção conjunta de exposições e eventos culturais ou técnicos, reforçando os laços institucionais. Neste âmbito, pode desde já destacar-se a digitalização de conteúdos visando um site temático para a celebração dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, em 2015.

A Biblioteca Digital Luso-Brasileira já é realidade desde o início de 2015.

Logo que o portal BDLB entre em operação regular, iniciar-se-á uma segunda fase, de expansão, alargando-se aos participantes da COLUSO [Comissão Luso-Brasileira para Salvaguarda e Divulgação do Patrimônio Documental] e a outras entidades e projetos de bibliotecas brasileiras [designadamente da Rede Memória, Projeto Resgate, Real Gabinete Português de Leitura, Biblioteca Mário de Andrade, entre outras] e portuguesas [entidades participantes do agregador RNOD].

Nesta fase prevê-se também a diversificação do portal BDLB em termos da tipologia de conteúdos, adicionando-lhe valências de contextualização das coleções digitais, numa área editorial em que, para além de notícias para divulgação de eventos, serão criados dossiês, exposições, ensaios, artigos, etc.

Para uma terceira fase, a partir de 2016-17, é intenção conjunta das duas bibliotecas nacionais alargar o perímetro da BDLB aos outros países de língua oficial portuguesa que queiram participar. Será uma fase em que se prevê um aprofundamento em termos de estrutura organizacional e técnica, e de alargamento a serviços de formação e apoio que viabilizem a cooperação dos novos países participantes.