Ministério Público do Paraná cria Biblioteca Digital Fórum


Membros, servidores e estagiários do Ministério Público do Paraná têm agora mais uma fonte de pesquisa a periódicos online: a Biblioteca Digital Fórum. Com mais de 30 títulos de periódicos, livros digitais, códigos e orientações práticas, a disponibilização do novo sistema foi uma iniciativa do CEAF e da Divisão de Biblioteca do MP-PR, com o objetivo de ampliar o sistema de consulta virtual aos integrantes da Instituição.

O novo sistema abrange todas as áreas do Direito, com ênfase em Direito Público. Os interessados podem acessar o novo serviço na página da Biblioteca e fazer downloads de livros digitais, consultar periódicos, códigos e informativos, assistir a palestras exclusivas e enviar perguntas sobre temas como licitações e contratos.

Para acessar a Biblioteca Digital Fórum a partir dos computadores do MP-PR, os integrantes também podem digitar o endereço http://bid.editoraforum.com.br. Existe ainda a possibilidade de acessar o site externamente, de qualquer computador, por meio do link http://www.bidforum.com.br. Neste caso, o usuário terá que informar login e senha específicos, que, em breve, serão enviados por e-mail pela Biblioteca.

O serviço tem por objetivo proporcionar aos integrantes do MP-PR atualização contínua de conhecimentos, somando-se, nesse sentido, à RT Online, outro importante sistema de consulta, também disponibilizado por meio do CEAF e da Divisão de Biblioteca.

RT OnlineRT Online – A revista jurídica RT Online foi o primeiro serviço de biblioteca digital oferecido aos integrantes do MP-PR. O periódico traz conteúdos jurídicos, como doutrina, jurisprudência e legislação, das mais diversas áreas do Direito.

Todos os membros, servidores e estagiários da instituição podem consultar o material, de qualquer computador, utilizando apenas o login e senha institucionais, com possibilidade de consulta, reprodução e cópia eletrônica. Também estão disponíveis códigos comentados e a evolução da jurisprudência em determinados temas, além de suporte e orientação técnica por telefone.

A RT Online pode ser acessada por meio do link rt-online.mp.pr.gov.br.

CBN Foz | 16/03/2015

A culpa é das estrelas


No meio do caminho

Metade dos leitores brasileiros de um dos maiores best-sellers de 2014, A culpa é das estrelas [Intrínseca], de John Green, não concluiu a leitura do romance, a julgar por um levantamento feito pela loja de e-books Kobo a pedido da coluna Painel das Letras. O número, relativo a 2014, pode ser medido porque as lojas de livros digitais têm acessos a dados como que e-books os leitores compraram, mas não chegaram a abrir, quais leram até o fim e quais leram mais rapidamente. A média de conclusão de leitura do romance de Green, de 50,9%, é até superior a de outros best-sellers.

No meio do caminho 2

As vendas pela Kobo, parceira da Livraria Cultura no Brasil, correspondem a cerca de 10% do mercado de livros digitais no país. A maior loja de livros digitais, a Amazon, que passa dos 40% desse mercado no Brasil, não informou seus dados de leitura. Embora a Kobo/Cultura represente uma fatia pequena desse mercado, seus dados permitem entender de forma inédita como os livros são lidos, já que não há esse controle para livros impressos. Um best-seller mais longo como Eternidade por um fio, de Ken Follet, com mais de mil páginas, foi completado por apenas 16,8% dos leitores, e um clássico como O triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, por apenas 13,3%. O livro mais completado por leitores da Kobo foi Perdendo-me, de Cora Carmack, com 86,5%.

Por Raquel Cozer | Folha de S. Paulo | 14/03/2015

Plataforma reúne autoras de literatura para meninas


Iniciativa visa maior proximidade entre autoras e leitores nacionais

Será no próximo dia 28 de março o lançamento da primeira etapa do projeto multiplataforma LitGirls, idealizado pela Punch! Comunicação. A iniciativa consiste na exibição de vídeos em formato jornalístico-documental, inéditos e desenvolvidos por dez autoras nacionais. A iniciativa quer estreitar o relacionamento e ampliar a troca de conteúdos entre autoras e seus fãs. Na oportunidade será lançado um site que reunirá informações sobre as escritoras, atualizações sobre suas carreiras e novidades do projeto, além de um aplicativo com conteúdos inéditos e exclusivos de curiosidades sobre as escritoras para iPhone e iPad e mídias sociais [YouTube, Twitter e Facebook]. Para marcar o lançamento, acontece um evento na Livraria Cultura Cine Vitória [Rua Senador Dantas, 45, Centro, Rio de Janeiro/RJ] e haverá duas mesas redondas, com todos os participantes, das 13h às 17h. Haverá distribuição de senhas uma hora antes do evento, sujeito à lotação.

PublishNews | 13/03/2015

Widbook e Kobo fazem hangout para selar parceria


Kobo passa a comercializar os livros criados na plataforma do Widbook

O Widbook fechou recentemente parceria com a Kobo, que passará a comercializar as obras publicadas na plataforma de escrita colaborativa. Para selar a parceria, as duas empresas preparam para a próxima segunda-feira [16], a partir das 16h, um hangout para tirar dúvidas e falar sobre a parceria. Participam do bate-papo ao vivo Joseph Bregeiro, fundador e CEO do Widbook e Camila Cabete, colunista do PublishNews e Brazil Senior Publisher Relations Manager da Kobo. Dúvidas e perguntas antecipadas podem ser enviadas para o e-mail me@widbook.com. Para participar do hangout, basta acessar este link no dia e hora marcados.

PublishNews | 13/03/2015

Centro Cultural São Paulo passa a emprestar eBooks


O Centro Cultural São Paulo, que possui uma das melhores e mais bem avaliadas bibliotecas públicas do País, agora também empresta eBooks virtualmente. A novidade foi anunciada na quinta-feira, 12 de março, durante as comemorações do Dia do Bibliotecário, e já começou a funcionar imediatamente, com o cadastro dos primeiros usuários que poderão ler os livros digitais em tablets, no computador ou no smartphone, mesmo com a internet desligada. A Biblioteca Digital do CCSP opera com a plataforma da Árvore.

Para celebrar a parceria com a Árvore de Livros, que inclui também ações em conjunto com a Associação Brasileira de Municípios, o Observatório do Livro e da Leitura e a Fundação Palavra Mágica, o CCSP promoveu uma palestra para seus funcionários e usuários da biblioteca, com transmissão online, com Galeno Amorim, ex-presidente da Biblioteca Nacional, que abordou o tema “Dos tabletes de argila aos eBooks, uma revolução na palma da mão”.

Palestra

Nada teve impacto tão grande ou deu tanta contribuição à edificação da civilização quanto os livros. Desde a pré-história até os dias atuais, eles armazenam e transmitem legados, o conhecimento acumulado pelas gerações e os valores de cada época. Dos tabletes de argila de seis mil anos atrás ao pergaminho, do papiro ao papel até os eBooks da atualidade, o que evoluiu mesmo, e de forma espetacular, foi o suporte no qual ele é impresso. Afinal, um livro é, essencialmente, o conteúdo que carrega. O digital começa a deflagrar uma profunda, embora silenciosa, revolução, em especial entre os mais jovens. E chega, enfim, ao Brasil. Mas será que nossas escolas e bibliotecas estão preparadas para isso?!

Esses foram assuntos abordados na quinta-feira [12 de março] por Galeno Amorim, professor, autor de 16 livros – entre os quais, Retratos da Leitura no Brasil – e consultor internacional em políticas públicas do livro e leitura, em palestra no Centro Cultural São Paulo.

Saiba mais sobre Galeno Amorim

Presidiu a Fundação Biblioteca Nacional e o Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe [Cerlalc/Unesco], único organismo internacional dedicado à questão da leitura. Foi o responsável pela criação do Plano Nacional do Livro e Leitura [PNLL], dos ministérios da Cultura e da Educação, e seu primeiro coordenador. Criou e dirigiu inúmeros programas e instituições de fomento à leitura no Brasil. Fundador do Blog do Galeno, especializado na questão da leitura, é presidente da Fundação Observatório do Livro e da Leitura e cofundador da Árvore de Livros.

Notícias do Blog do Galeno | Edição 389 | 13 a 19 de março de 2015

Biblioteca virtual E-volution ganha novo layout


Biblioteca virtual da Elsevier tem mais de 600 obras

A biblioteca digital e-volution, da Elsevier, ganha novo layout, funcionalidades e recursos. Com mais de 600 títulos no seu acervo, composto por obras acadêmicas e profissionais, a nova plataforma ganha versões mobile feitas para Android e iOS, que permite o acesso off-line aos e-books via smartphones e tablets. Além disso, os usuários passam a ter a possibilidade de fazer anotações e marcações no texto e os livros passam a ser enriquecidos com conteúdos multimídia [vídeos, animações, banco de imagens, testes online, casos clínicos, etc].

PublishNews | 12/03/2015

eBook aborda ufologia e espiritualidade no Século XXI


eBook aborda ufologia e espiritualidade no Século XXI

Editora brasileira lança livro em inglês, exclusivo em eBook


POR EDNEI PROCÓPIO

Em breve, pretendo parar de escrever sobre livros digitais, pelo menos sobre a teoria do que envolve o tema. Mas a decisão é por um motivo bom. A meu ver, já chegamos a um ponto de uma revolução em que somente os cases disponíveis já seriam suficientes para exemplificar e demonstrar, na prática, como este novo e crescente mercado poderia se estabelecer.

Um exemplo extraordinário de como fazer o uso das ferramentas, tecnologias, canais e plataformas de eBooks, hoje disponíveis, é o da editora Dufaux, sediada em Belo Horizonte [MG]. Conheci a editora da Dufaux durante a convenção de livreiros promovida pela Associação Nacional de Livrarias, quando fui convidado para falar do assunto em uma mesa. De lá par cá, a editora e eu temos tido ótimas conversas sobre o tema.

Ministrei há algum tempo uma palestra dentro da Dufaux para todos os colaboradores da casa e, logo em seguida, iniciamos um trabalho de consultoria para levar o catálogo deles para o formato digital. Após o entendimento de que nada neste país é de fácil execução, livros foram selecionados, contratos foram revistos, arquivos foram produzidos e convertidos. Títulos foram cadastrados. Bem, o resultado de um trabalho sério, pensado com estratégia, dedicação e amor ao ofício, sem pressa ou atropelos, pode ser conferido logo abaixo.

POR EDNEI PROCÓPIO

Mauricio de Sousa lança app com mais de 500 gibis da Mônica


Quadrinhos da Turma da Mônica publicados desde a década de 1980 ganham aplicativo que garante acesso a 50 edições por vez mediante assinatura

 

Primeiras edições de ‘Turma da Mônica’ surgiram na década de 1960. FOTO: Reprodução

Primeiras edições de ‘Turma da Mônica’ surgiram na década de 1960. FOTO: Reprodução

SÃO PAULO – Mauricio de Sousa acaba de dar o passo mais importante da história da sua franquia, a Turma da Mônica, no meio digital. O cartunista colocou no ar o aplicativo Caixa de Quadrinhos que oferecerá acesso a todo o acervo de revistas publicadas desde a década de 1980 mediante assinatura.

O usuário poderá optar por uma assinatura mensal [US$ 5 no iOS, e R$ 13,07 no Android] ou anual [US$ 40 no iOS, e R$ 104,96 no Android] e ter acesso a 50 edições por vez. As revistas escolhidas serão substituídas por outras quinzenalmente. Quem optar por não assinar, terá acesso apenas a algumas tirinhas [e não a revistas completas].

No total, temos mais de 500 revistas digitalizadas”, diz Marcos Saraiva, gerente comercial da área digital da Mauricio de Sousa Produções. “O Mauricio avalia todo roteiro já publicado entre bom e ótimo. Para as primeiras edições do aplicativo, a gente escolheu as mais bem cotadas.

No acervo disponível, é possível filtrar as histórias que se quer ler por personagens, como Magali, Cebolinha, Cascão ou Chico Bento. O aplicativo permite também que se baixem edições para serem lidas dentro do app mesmo quando o usuário não estiver conectado. Caso a assinatura seja cancelada, as edições deixam de estar acessíveis automaticamente.

Há alguns anos, já tínhamos claro a direção que o digital apontava. Por isso, começamos a investir e, assim, fizemos apps de games, começamos a trabalhar forte nas redes sociais e remodelamos o site”, disse. “Mas o objetivo sempre foi colocar o conteúdo onde as crianças estão, e há tempos a plataforma dos tablets vem se mostrando forte nesse sentido.

Além das edições históricas do acervo, a ideia é concentrar no aplicativo diversos produtos, inclusive uma espécie de banca virtual para a venda das versões digitalizadas dos gibis da marca conforme forem para as bancas [físicas]. Para o futuro, a ideia é traduzir o aplicativo [e as revistinhas] para outros idiomas.

‘Mauricio de Sousa nunca acreditou na canibalização do digital’. FOTO: Estadão

‘Mauricio de Sousa nunca acreditou na canibalização do digital’. FOTO: Estadão

A empresa de Mauricio de Sousa está otimista sobre a recepção que o aplicativo terá. “Acreditamos que entre seis meses e um ano vamos ter o investimento recuperado”, disse Saraiva, sem dar valores.

Tem uma demanda forte de gente que sempre pediu versões digitais dos gibis para o Mauricio. E ele sempre viu isso de forma positiva, nunca acreditou na canibalização da revista física pelo digital. Para ele, são produtos complementares.

A gente esperou o momento certo para apostar nesse modelo de assinatura”, diz Saraiva. “E, a nosso favor, temos essa maior maturidade gerada com a penetração de smartphones e tablets no Brasil.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente em celulares e tablets Android e iOS.

Por Murilo Roncolato | Publicado originalmente em O Estado de S. Paulo | 10/03/2015, às 19h04

Biblioteca Nacional da China oferece eBooks grátis no Metrô


A companhia que gerencia o metrô de Pequim [Beijing MTR Corporation] na China, lançou em 12 de janeiro de 2015, uma iniciativa junto com a Biblioteca Nacional da China [National Library of China – NLC] que permite aos passageiros que utilizam os smartphones para acessar a rede wifi/4G subterrânea e poderem descarregar ebooks gratuitos completos por meio de códigos QR espalhados nas estações.

A iniciativa conhecida como “M Subway Library” é um projeto sem fins lucrativos que pretende ampliar novas formas de cultura não-rentáveis. Em parceria com a Beijing MTR que desenvolve projetos de responsabilidade social a NLC pretende aumentar a conotação cultural dos equipamentos públicos oferecendo livros de ficção e literatura que ajudem a incentivar o gosto pela leitura nos vagões dos trens subterrâneos. Iniciativa semelhante a essa já existia, por exemplo no metrô de Bucareste, na Romênia, quando a companhia de telecomunicações Vodafone imprimiu nas paredes da estação de metro figuras com prateleiras de livros para divulgar um projeto de biblioteca digital da Vodafone onde é possível baixar gratuitamente por meio de código QR, parte de livros composto de 49 títulos de ebooks e 10 audiolivros da editora Humanitas.

Caso o leitor queira ler o livro completo a biblioteca digital da Vodafone possibilita que seja direcionado para o site da Humanitas para que ele possa comprar o ebook.

Bitbiblio | 10/03/2015

eBook ajuda a entender na prática o que é quadricromia e a encontrar as cores certas para seu layout


Ao consultar o GUIA PRÁTICO DE QUADRICROMIA, eBook criado pela Elmefaria, os designers vão encontrar uma escala de cores CMYK completa, interativa, em que todas as composições podem ser vistas em fundo branco ou fundo preto.

A primeira versão do guia foi lançada em pdf no final de 2001 para download, quando quase não se conheciam as vantagens desse formato de arquivo.

Desde então ele foi recomendado por várias revistas e blogs. Entre as muitas histórias que a publicação acumulou nesses 15 anos, está a satisfação de saber que ele foi adotado como material didático em algumas Universidades e conquistou milhares de usuários.

Com a recente possibilidade de editar o guia em EPUB interativo, decidimos criar um novo layout e lançar a edição bilingue [inglês/português] em 51 iBooks Stores em todo o mundo.

Nossa ideia ao editar a escala sempre foi oferecer aos profissionais envolvidos com projetos gráficos uma ferramenta para que façam um uso consistente das cores, gerando impressos de qualidade e que atendam as expectativas dos clientes.

Agora, a nova edição pode ser consultada em monitores, iPads e até smartphones.

França perde na luta pela igualdade entre livros impressos e eBooks


Tribunal de Justiça entendeu que e-books são ‘serviços eletrônicos’

Não adiantou a movimentação dos internautas franceses na tentativa de explicar à União Europeia o que é e o que não é um livro [lembre o caso relendo matéria publicada pelo PublishNews na última quarta-feira]. O Tribunal de Justiça do bloco entendeu que e-books são “serviços eletrônicos” e não versões digitais de livros físicos, não cabendo, dentro desse raciocínio, a equiparação de impostos. Então, ordenou à França e a Luxemburgo — países onde se praticava, desde 2012, o mesmo imposto [5,5% na França e 3% em Luxemburgo] sobre a venda de livros físicos ou digitais – que restaurem o imposto padrão [20% na França e 17% em Luxemburgo], aplicado a serviços nos respectivos países. Caso se recusem a aceitar a decisão, os países poderão sofrer sanções.

Em carta aberta destinada ao Parlamento Europeu, ao Conselho Europeu, e à Comissão Europeia, a Federação Europeia de Editores, a Federação Europeia e Internacional de Livreiros e a Associação Europeia de Escritores lamentam a decisão: “Nós, representantes da cadeia produtiva do livro, acreditamos fortemente que o valor do livro não depende do seu formato ou de como ele será acessado pelos seus leitores. Por isso, exortamos a Comissão a agir rapidamente para alterar a legislação, o que seria relevante para garantir que a lei reflita o progresso tecnológico em curso e remover um sério obstáculo para o desenvolvimento do mercado de e-books”. Dos 2Estados-Membros da União Europeia, 26 aplicam uma taxa reduzida de impostos para livros impressos. A ação do Tribunal Europeu não julgou o caso da Itália, que recentemente, seguiu França e Luxemburgo e baixou de 22% para 4% os impostos sobre a venda de e-books no país, conforme pulicou o PublishNews no final de fevereiro.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 06/03/2015

Coletivo Literário “Martelinho de Ouro” autografa livro no dia da Mulher


SERENDPT NO DIA DA MULHER

Acaso, imprevisto, acidente, surpresa, salto nas trevas, tiro cego, aventura, contratempo, sorte, sagacidade. Como é estar nesta fronteira inesperada?

No dia da mulher, doze escritoras do coletivo literário Martelinho de Ouro conversam com o escritor João Anzanello Carrascoza sobre serendipidades no processo da escrita e na vida.

O evento, que ocorre na Livraria da Vila da Lorena, destaca a publicação de Serendpt, segunda coletânea de contos do Martelinho, recentemente lançado pela Livrus. Serendpt conta descobertas [felizes ou não] que acontecem por acaso e nos surpreende pelos diferentes caminhos de suas histórias.

Após a conversa, as autoras autografam o livro e o encontro continua regado a vinho com literatura e celebração.

O coletivo literário Martelinho de Ouro é formado por Concha Celestino, Cris Gonzales, Deborah Dornellas, Eliana Castro, Fatima Oliveira, Flávia Helena, Gabriela Colombo, Gabriela Fonseca, Izilda Bichara, Lucimar Mutarelli, Paula Bajer Fernandes, Regina Junqueira, Silvia Camossa e Teresinha Theodoro.

SERENDPT NO DIA DA MULHER

O uso de eBooks em bibliotecas é tema de curso


Atividade inicia no dia 16 de março, em São Paulo

Está marcado para o próximo dia 16 de março, em São Paulo, o curso e-Books e Bibliotecas. No encontro, Liliana Giusti Serra, bibliotecária e especialista em gerência de sistemas de informação, vai apresentar aos participantes o universo dos e-books, analisando seu conceito, evolução tecnológica e introdução nas unidades de informação. Além disso, Liliana e os participantes vão analisar as atividades bibliotecárias que sofrem interferência com os e-books, destacando as questões relacionadas ao desenvolvimento de coleções, aquisição, processamento técnico e serviços aos usuários. O investimento é de R$ 370 e as aulas acontecem na Faculdade Belas Artes [Rua Dr. Álvaro Alvim, 90, São Paulo/SP]. As inscrições podem ser feitas até o próximo dia 10 pelo e-mail irene_btt@yahoo.com.br.

PublishNews | 05/03/2015

Kobo a prova d´água chega ao Brasil


O device já está em pré-venda na Livraria Cultura

Um e-reader que você pode ler até debaixo d´água. Essa é a promessa da Kobo ao lançar o Kobo Aura H2O, o primeiro leitor digital a prova d´água a ser comercializado no Brasil. O device já está em pré-venda na Livraria Cultura ao preço de R$ 799. O produto estará disponível a partir de 12 de março. Para conhecer mais o Kobo Aura H2O, releia matéria publicada pelo PublishNews quando o produto foi lançado em outros mercados, em agosto de 2014.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 05/03/2015

Ode ao colofão no eBook


Eu sei, isso tá com a maior cara de post institucional chapa-branca. Mas prometo que não é. Só que também não posso prometer que é um texto tão prático quanto os que costumam aparecer por aqui

Lembro que quando o Hermida me contou que os e-books da Cosac tinham colofão, eu tive que segurar uma risada [tinha acabado de conhecê-lo]. Mas que ideia ridícula! Colofão em um e-book? O leitor mal lê o do impresso… E o que tinha nele? A gráfica? A edição? O papel? No máximo, o ano em que o arquivo foi feito e, com muita boa vontade, a fonte, já que nem ela é fixa. Imaginei que fosse só algum capricho de editora cult. Só pensei em uma finalidade agora, quase dois anos depois.

Pausa para explicar de onde veio a epifania: tem gente que canta no banho. Que ganha prêmio no banho. Que limpa azulejo no banho. Eu, pedante como sou, dou palestras. No dia em que escrevi este texto, estava contando para uma plateia muito interessada [dois vidros de condicionador e uma saboneteira] a origem do nome do site para o qual eu contribuo¹. Fim da pausa.

Então. Estava refletindo sobre por que um e-book deveria conter um colofão, essa coisa arcaica. Pode haver outros motivos, mas foi justamente a fonte que me deu um lampejo: ele marca uma ausência.

Parece bobo a princípio, mas é uma rebeldia, ao mesmo tempo uma pichação de ônibus e um protesto silencioso na frente de um tanque. Mais uma informação irrelevante para não ser lida, mais duas ou três linhas de código para a loja passar por cima sem compreender o conteúdo. No entanto, para quem trabalha no mercado editorial ou tem um fascínio especial por seus produtos, deve ser um marco. Significa que não importa a configuração que o leitor final usou ou a predefinição que o e-reader descartou, aquilo ali não é só um texto. Você está diante de um livro. Não é só conteúdo, mas também uma intenção editorial. Você pode ler até em Comic Sans, se quiser, mas saiba que alguém gastou algum tempo escolhendo uma tipografia.

Um livro não é só um texto para ser vendido. Não pode ser. Séculos de desenvolvimento não foram uma extravagância, são reflexo da necessidade de uma linguagem não verbal com características próprias para construir um significado que extrapola as palavras. Nenhum espaço narrativo é arbitrário, nenhuma cor é só estética. Há uma intenção. Abandoná-la é empobrecer a leitura. Sinalizá-la é uma obrigação.

Confesso que posso estar viajando loucamente, mas posso garantir uma coisa: os shampoos já confirmaram presença na próxima palestra.

Por Mariana Calil | Publicado originalmente em COLOFÃO | 4/3/2015

Mariana Calil

Mariana Calil

Mariana Calil é formada em Produção Editorial na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Passeou pela produção gráfica, fez uma breve visita ao comercial e hoje é assistente editorial. Vive a utopia de que dá para trazer para o mercado a teoria da faculdade e levar para a academia a prática do cotidiano.

ONG distribui placas solares para carregar e-readers no Quênia


Worldreader distribui gratuitamente e-readers a comunidades desfavorecidas ao redor do mundo

Foto Divulgação: Wolrdreader

Foto Divulgação: Wolrdreader

Em pleno 2015 e ainda há países no mundo em que fontes de energia são escassas ou pouco confiáveis. Pensando nisso, a ONG Wolrdreader, que distribui e-readers e licenças de e-books a comunidades muito desfavorecidas ao redor do globo, buscou uma solução inovadora: colocar nessas localidades painéis de células fotovoltaicas que permitem recarregar os e-readers distribuídos pela organização. O projeto já foi testado e está em operação no Quênia. Além de permitir a recarga dos dispositivos, as placas permitem a iluminação para que crianças estudem a noite ou nos horários de sua conveniência. As placas são instaladas em escolas e bibliotecas a um custo de US$ 500 [incluindo o frete e a instalação]. Pessoas e empresas interessadas em apoiar o projeto e bancar a instalação de uma dessas placas podem escrever para iprograms@worldreader.org.

Por Leonardo Neto |PublishNews | 04/03/2015