A HarperCollins adere Playster App


HarperCollins adere a plataforma de subscrição de conteúdos multimídia: livros, filmes, games e músicas

A HarperCollins já adereiu ao Playster App, uma plataforma de subscrição multimídia, que vai oferecer aos seus usuários acesso ilimitado a livros, filmes, games e música a um preço fixo de US$ 15,99. Só a HC vai colocar 14 mil títulos do seu catálogo no serviço. Atualmente, os usuários podem acessar a versão beta do serviço, mas o lançamento oficial está marcado para o início do verão no hemisfério Norte, quando os usuários passarão a ter acesso ilimitado aos conteúdos.

PublishNews | 31/03/2015

Quando o digital vira impresso


Conto ‘Elevador 16’ acaba de ser publicado pela Faro Editorial

Depois de mais de 65 mil downloads grátis, a Faro Editorial publica o conto Elevador 16, integrante de sua saga nacional de Rodrigo de Oliveira, em formato de livro impresso. A edição, com tiragem de cinco mil exemplares, sai ao junto com o lançamento de A senhora dos mortos, terceiro livro da saga. A venda do terceiro livro acompanhado da edição gratuita de Elevador 16 será feita prioritariamente por livrarias virtuais. A editora planeja também colocar a edição do conto à venda nas livrarias no futuro.

PublishNews | 31/03/2015

Acaiaca compra Xeriph?


Contatadas pelo PublishNews, Acaiaca e Xeriph não confirmaram ainda a transação

O mercado de distribuição digital no Brasil tem ganhado força em 2015. Depois da chegada da alemã BookWire, a Digitaliza resolveu mexer no seu modelo de negócios e agora, a notícia é a compra da Xeriph pela Acaiaca. Criada em 2010, a partir do know how adquirido com a Gato Sabido, uma dos primeiros e-commerce de livros no Brasil, a Xeriph foi vendida ao Grupo Abril em 2013. O negócio com a Abril foi desfeito em setembro de 2014. A Acaiaca, que há quase 50 anos faz a distribuição de livros no Brasil, passou a apostar no digital no final de 2011, quando criou o agregador Acaiaca Digital. Contatadas pelo PublishNews, Acaiaca e Xeriph não confirmaram ainda a transação.

PublishNews | 31/03/2015

Instagram para leitores


Instagram, a rede social de compartilhamento de fotos, já ultrapassou a marca dos 100 milhões de usuários. E, da mesma forma que aconteceram com os blogueiros e os vlogueiros, as editoras passaram a enxergar nos instagramers um novo nicho editorial. As editoras Terceiro Nome e Madalena se associaram e preparam para abril o lançamento do livro Rever, que reúne 211 imagens postadas pela artista plástica Gabriela Machado [@gabmachado] no seu perfil na rede social. Mas não é só isso. A Rocco acaba de comprar os direitos de dois livros da sensação Joe Wicks [@thebodycoach], que usa a rede social para dar dicas de emagrecimento. Com quase 200 mil seguidores, Wicks faz um plano de emagrecimento para ser cumprido em 90 dias. O seu perfil no Instagram é repleto de fotos de “antes e depois” de pessoas que aderiram ao seu método. O livro sai pelo selo Bicicleta Amarela, o novo selo de bem-estar da editora. Mas nem só de fotografias vive o mercado editorial. A Record, V&R e Intrínseca bateram o martelo e fecharam negócios na última semana. A Intrínseca comprou o juvenil Amy Chelsea Stacie Dee, previsto para ser publicado só em 2017. O livro conta a história de uma garota de 16 anos sequestrada junto com seu primo. Libertada depois de seis anos, ela está traumatizada, mas percebe que precisa encarar o passado para construir um futuro. Ainda dentro do universo infantojuvenil, a V&R comprou Every last promise, de Kristin Halbrook. O pano de fundo do livro também uma história de violência. Kayla, a protagonista, presencia uma agressão sexual contra uma colega e tem que decidir entre manter o silêncio e denunciar o agressor. No Goodreads, Every last promise, recebeu 31 reviews. Já a Record apostou forte no novo romance de Michelle Cuevas e comprou os direitos de Confessions of na imaginary friend em pre-empt. O negócio foi intermediado pela Agência Riff.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 30/03/2015

Ferramenta promete facilidades na conversão de eBooks para uso pessoal


Free Online Converter PDF promete facilidades ao converter PDF para o Word e criar um eBook

Você provavelmente está muito bem familiarizado com os PDFs onipresentes. O formato PDF é usado para todos os tipos de documentos e material de pesquisa: planos de aula, apresentações de palestras, ensaios dos estudantes e atribuições, ou eBooks e estudos de caso.

O conhecimento e as informações trancado em um PDF podem ser enviadas e compartilhadas eletronicamente, sem medo de que a formatação será desarranjado no processo de envio. Você também pode definir restrições e gerenciar como os outros usam seus PDFs. No entanto, a sua desvantagem é que não pode ser facilmente editada.

Felizmente, a internet permitiu-nos a encontrar soluções para todos os nossos problemas tecnológicos. A ferramenta online gratuita que pode ser usado para converter seus documentos PDF é o Free Online Converter PDF. Esta ferramenta é simples de usar porque sua aplicação é constituída por passos fáceis que só necessita de conexão com a internet.

A ferramenta Free Online Converter PDF também permite que você converta seus arquivos PDF para o Excel e PowerPoint, bem como permite criar novos PDFs. Você ainda pode usar essa ferramenta para converter seus relatórios de livros em um eBook para uso pessoal, seguindo estes passos:

1) Vá para o endereço http://www.pdfconverter.com/convert-to-pdf-online-free
2) Envie seu documento do Word ou um relatório do livro em um formato diferente
3) Digite seu endereço de e-mail
4) Clique em Iniciar! e aguarde alguns segundos para receber um novo e-mail; o e-mail contém um link que você precisa clicar para fazer o download do relatório do livro PDF.

Se você já teve que fazer uma edição para um arquivo PDF, agora você pode facilmente fazê-lo com a ajuda desta ferramenta online gratuita.

Congresso Mundial de Editores discute como sobreviver ao digital


O 30º Congresso Internacional de Editores abriu hoje em Bangkok, na Tailândia, com a presença de líderes do mercado editorial de todo o mundo. Durante três dias serão debatidos e analisados os desafios que o setor enfrenta. Sua Alteza Real, Princesa Maha Chakri Sirindhorn abriu o Congresso, que conta com a presença de 500 participantes de 38 países. Em seguida, a Princesa Maha Chakri Sirindhorn reuniu-se com Richard Charkin, presidente do International Publishers Association [IPA] e com Youngsuk Chi, ex-presidente do IPA.

Palestrantes da HarperCollins, Google, Bloomsbury, Elsevier, Grupo Anaya e outras empresas líderes mundiais, apresentaram informações aos editores sobre como construir negócios sustentáveis no século 21. Houve também discussões sobre novos modelos de negócios, a evolução da distribuição do digital e como incentivar jovens leitores. O objetivo é mostrar aos editores como o mercado pode se adaptar de forma eficiente na era da internet. O Congresso segue até quinta-feira, 26 de março.

Mais informações: http://ipa2014bangkok.com.

CBL

Anel eletrônico permite a leitura de livros a cegos sem o braile


Um aparelho eletrónico que permite a leitura de um livro comum a deficientes visuais, sem recorrer ao uso braille, através de um sistema que faz a leitura em voz alta e em tempo real dos textos. O utilizador pode ainda optar por um sistema de tradução.

Este é um produto desenvolvido por pesquisadores do MIT [Massachusetts Institute of Technology], que pretende revolucionar a forma como as pessoas que não conseguem ver, ou que têm visão reduzida, leem textos.

Basta seguir o texto com o dedo indicador [aconselhado para colocar o ‘fingereader’], para que o aparelho reproduza em voz alta cada palavra seguida. Sempre que inicia uma nova frase ou um novo parágrafo, o aparelho emite sinais de vibração, que alertam o utilizador. Caso este se afaste da linha de texto, é emitido um sinal para que o leitor volte atrás e se coloque novamente em linha com o que está a ler.

O aparelho tem uma pequena câmara que faz a análise dos elementos escritos do texto, fazendo a sua leitura em tempo real, sejam impressos ou em e-book, como o Kindle.

Uma das ferramentas adicionais do anel de leitura é a possibilidade de tradução de textos.

Dinheiro Vivo | 26/03/2015

Cinema, HQ, Games e… eBooks, por que não?


POR Antonio Hermida | Publicado originalmente em 25 de março de 2015

Uns poucos anos atrás, li um artigo1 contendo uma breve entrevista do Neil Gaiman. Nele, o autor – que, para quem não conhece, faz parte da santíssima trindade dos quadrinhos, ao lado de Frank Miller e Alan Moore – expõe suas opiniões sobre as adaptações de personagens de HQs para o cinema da década de 1980 para cá.

Em resumo, ele conta que até a década passada não se sentia confortável para permitir que suas obras fossem adaptadas para o cinema porque os cabeças dos estúdios não entendiam o que essas obras representam [vide Batman Forever, 1995], pensando ainda em gibis como histórias para crianças. Até certo ponto era coerente esse raciocínio, uma vez em que a geração de Gaiman [e o próprio] cresceu lendo quadrinhos e queria continuar lendo, modificando as HQs como produto e ampliando a faixa etária de seu público-alvo

Sandman – Casa de bonecas [parte 6 – Dentro da noite]

Sandman – Casa de bonecas [parte 6 – Dentro da noite]

Dessa demanda, podemos citar um dos maiores expoentes de quadrinhos para adultos, o selo Vertigo, da DC, isso só lá nos anos 1980.

Já no finalzinho da década de 1990 e início de 2000, o cenário começa a mudar com a produção de filmes como X-Men [2000] e Homem-aranha [2002], sucessos de bilheteria que agradaram não apenas o grande público como também os fãs. Embora estes filmes tenham sido bastante questionados pelos fãs mais “comprometidos”, há de se convir que abriram as portas para um mercado que não era atendido e possibilitaram, posteriormente, a existência das adaptações de Sin City [2005] e Batman Begins [idem], filmes mais fiéis, sombrios e maduros [e, ainda assim, muito lucrativos para os estúdios].

Segundo Gaiman, esse fenômeno de afirmação do quadrinho como algo não caricato e voltado para todos os públicos2 só foi possível porque os diretores e cabeças de ontem se aposentaram, deixando o comando nas mãos da geração seguinte, uma geração que, de fato, consumiu essa mídia e tem maior comprometimento e entendimento sobre o que ela fala e representa3.

Ok, mas como isso se relaciona com e-books, video games e com o mercado editorial?

A indústria cultural, como um todo, está cada vez mais interligada. Se, 15, 20 anos atrás, tínhamos, vez ou outra, belas e complexas narrativas em jogos de video game [vide Final Fantasy 3 e 5], hoje esse foco [na história a ser contada] é cada vez mais comum, e os temas, os mais variados.

This War of Mine is the first game that lets you experience war not as a soldier, but as a group of civilians in a besieged city, struggling with a constant threat of disease, starvation and death, either from hardship, a sniper’s bullet or at the hands of bandits. Do whatever it takes to survive – without destroying your souls, if possible.

Essa tendência gera então uma explosão da tal “convergência tecnológica”, expressão surgida, no início da década de 1990 na indústria de telecomunicações [mais especificamente relacionada à telefonia].
Alguns exemplos dessa integração multiplataforma aparecem nas inúmeras narrativas que, se iniciando num meio, continuam em outro[s].

Nos jogos, temos dois exemplos atuais: Watchdogs e Halo, que se tornaram, vejam só, livros.

O mesmo se dá com séries de TV como Castle e Californication, ambas protagonizadas por escritores ficcionais, porém, com livros “escritos” pelos personagens à venda4. No caso de Castle, um dos coadjuvantes tem um blog na série, o The Ryan Report, que de fato existe e nos leva a pensar não apenas na quebra entre meios midiáticos, mas da também da tensão ficção x realidade.

Mas… voltemos aos video games

Para mim, é visível tratar-se do mesmo fenômeno: o video game deixou de ser coisa de criança e vivemos hoje a primeira geração de video games para adultos, com jogos idealizados por aquela turma que, lá atrás, na infância, jogou Space Invaders, Enduro, Alex Kid, Legend of Zelda e Sonic. Uma geração que cresceu paralela ao amadurecimento dos consoles e computadores.

Tudo é software

Querendo ou não, hoje, tudo é software, desde nossa agenda telefônica à navegação de nossos carros. Como o livro escaparia disso?


A evolução da mesa de escritório.

Bem, o livro é um aparato tecnológico incrível, hermético, lapidado através de séculos. Apesar de já há mais de uma década ser feito através de softwares, do escrita à impressão, temos ainda, no meio editorial, uma mentalidade predominantemente analógica.

Concomitante a isso, uma demanda cada vez maior para que o livro seja mais do que um livro, para que seja mais software, para que a narrativa seja mais imersiva e, principalmente, para o que livro seja cada vez mais interativo e próximo aos jogos de video game.

Para tal, antes de tudo, está o autor: acredito no surgimento de autores cada vez mais ligados às possibilidades do digital. Isso, por si só, não é um processo simples, nem imediato; todavia, é um processo natural, uma vez que temos, a cada dia em maior proporção, nossas vidas intrinsecamente ligadas ao todo tecnológico. Se somarmos isso a uma demanda mercadológica e a uma tendência crescente, nos aproximamos mais de um ponto de ruptura, embora, não necessariamente, abrupto.

Já nas editoras, o processo não é tão indolor, já que depende de investimento, custo, análise, amadurecimento de mão de obra e aceitação de uma mentalidade menos romântica e mais empresarial. Esta última, creio, pode amadurecer ainda mais lentamente do que no caso dos autores mas, de todo jeito, acompanhando o mesmo movimento dos estúdios de cinema relatados por Gaiman, tratando-se, basicamente, de um movimento geracional, impulsionado pelos autores e editores de um futuro próximo [que antes de tudo, são leitores e demandam por certo tipo de conteúdo].

Por fim, pensemos no seguinte: em várias escolas ao redor do mundo já se ensina programação e lógica de programação para crianças no ciclo básico. Dentre essas crianças haverão designers, empreendedores e programadores com algo a narrar, ou com a visão de que existe algo a se narrar que não vem sendo narrado, estamos falando de um mundo cada vez mais interligado, de uma ponta à outra, nativamente, onde tudo é produto e muitos produtos já são idealizados para essa realidade multiplataforma contínua, diferente de hoje, onde a maior parte do conteúdo é apenas adaptado para tal.

Sobre isso, o que tenho a dizer pessoalmente é que queria ter nascido 50 anos atrás ou 50 anos no futuro.

1. *Acho* que referente a Comic-Com 2006 ou 2007.
2. Falando exclusivamente de adaptações para cinema.
3. As histórias em quadrinho são, entre outras coisas, reflexos do tempo em que nascem. Por exemplo, o conceito do Batman está intimamente ligado à Grande Depressão americana; por outro lado, o Homem-Aranha, com sua roupa chamativa e seu bom humor, ao movimento hippie. Ambos têm traumas análogos e lidam de maneira oposta com as mortes que os definiram.
4. http://www.richardcastle.net/books & http://store.sho.com/god-hates-us-all-paperback/detail.php?p=108183

Antonio Hermida

Antonio Hermida

Antonio Hermida cursou Análise de Sistemas [UNESA], Letras – Português-Latim [UFF] e Letras – Português-Literaturas [UFF]. Começou a trabalhar com e-books em 2009, na editora Zahar e, em 2011, passou a atuar como Gerente de Produção para Livros Digitais na Simplíssimo Livros, onde também ministrava cursos [Produzindo E-Books com Software Livre] e prestava consultorias para criação de departamentos digitais em editoras e agências. Atualmente, coordena o departamento de Mídias Digitais da editora Cosac Naify e escreve mensalmente para o blog da editora. Entre outras coisas, é entusiasta de Open Source e tem Kurt Vonnegut como guru.

Publicações digitais é tema de curso


Atividade gratuita está programada para o dia 13 de abril

Estão abertas as inscrições para o curso Boas práticas para produção e distribuição de publicações digitais‘. Promovido pela Árvore de Livros juntamente com a Dualpixel/Metabooks e pela Kobo, a atividade, que acontece no dia 13 de abril, das 19h às 22h, contará com a presença de especialistas e profissionais atuantes no mercado de livros digitais. Estão programados debates sobre temas técnicos, comerciais, e as tendências para o setor. A aula será na sede da Árvore de Livros [Rua Sacadura Cabral, 144, Porto Maravilha, Rio de Janeiro/RJ]. A entrada é franca. Mais informações, clique aqui.

PublishNews | 25/03/2015

SciELO comemora 34 milhões de downloads


Há três anos no ar, portal oferece 350 títulos para download gratuito em sua plataforma

SciELO LivrosNeste mês, o portal SciELO Livros, fruto da parceria entre as editoras universitárias Fiocruz, Unesp e a Edufba, completa três anos no ar. E comemora o bom desempenho. São cerca de 350 títulos disponíveis em acesso aberto na plataforma, que já contabilizam mais de 34 milhões de downloads. O número de livros baixados vem aumentando ano após ano: 856 mil, em 2012; 7,2 milhões, em 2013, e 11 milhões em 2014. Só nos dois primeiros meses de 2015 já foram contabilizados 950 mil downloads.

PublishNews | 24/03/2015

LIVRUS lança nova obra da jornalista Mônica Picavêa


Tarde de autógrafos acontece dia 21 de março, na Livraria Martins Fontes Paulista

A jornalista Mônica Picavêa – reconhecida por sua atuação em mais de 50 projetos nas áreas social, de geração de renda, desenvolvimento socioambiental e educação para a sustentabilidade – lança no próximo dia 21 de março, em São Paulo, o seu segundo livro infantil. O primeiro, “Simplesmente Diferente”, foi publicado em 2011, tendo sido pioneiro no Brasil em audiodescrição [destinado a crianças com deficiência visual].

Com ilustrações de Hugo Serra, “Como Dizia Minha Avó” é editado pela Editora Livrus e pela Oficina da Sustentabilidade. Trata-se de uma coletânea de sete historinhas rimadas, que contam algumas experiências que avós verdadeiros ensinaram aos seus netos, e que lhes trouxeram aprendizados preciosos para a vida.

O objetivo do trabalho é acender nas crianças a curiosidade de tais narrativas e o quanto esses entes queridos têm para lhes ensinar, promovendo a convivência entre eles. No final da publicação, a autora reserva um espaço especial para que o leitor mirim possa compartilhar de sua próxima história. Assim, o livro passa a ser também de sua autoria, podendo ainda ser enviado para ser publicado no Blog do Livro.

A tarde de autógrafos tem início às 15h30, na Livraria Martins Fontes, localizada na Avenida Paulista, 509, próxima à estação Brigadeiro do metrô.

Como Dizia Minha Avó é a nova obra da jornalista Mônica Picavêa

Sobre Mônica Picavêa

Graduada em Jornalismo, com pós-graduação em Marketing e MBA em Administração de Empresas, Mônica Picavêa tem mais de 18 anos de experiência e atuação em mais de 50 projetos em 13 estados nas áreas social, de geração de renda, desenvolvimento socioambiental e educação para a sustentabilidade. É pioneira no Brasil, junto com Marcelo Todescan e May East, na implantação da metodologia do Programa Cidades em Transição. Atuou como presidente da Fundação Alphaville, superintendente da Fundação Stickel e hoje comanda sua própria empresa: a Oficina da Sustentabilidade, que, além de desenvolver projetos nas áreas acima citadas, também fornece consultoria para empresas de grande porte.

Um eReader totalmente à prova de água, areia e poeira


O novo Kobo Aura H2O, primeiro eReader E Ink premium totalmente à prova d’água, poeira e areia do mundo, acaba de chegar ao Brasil. Especialmente criado para aqueles que adoram ler em qualquer lugar – na praia, na banheira ou piscina -, sem preocupação de danificar seu eReader, o modelo foi lançado na América do Norte, Europa e Oceania no fim do ano passado e agora está disponível também no site da Livraria Cultura e em todas as suas lojas.

Kobo Aura H2O e Aqualillies – Foto Stan Behal [1]A tela ampla, de 6,8 polegadas e alta definição, tem iluminação frontal, aquela que não agride os olhos e é perfeita para a leitura em qualquer situação, trazendo a melhor experiência para quem gosta de ler em diversos ambientes e em qualquer condição de luminosidade. Por meio dele é possível acessar mais de 4 milhões de livros, disponíveis em versão digital. Disponível na cor preta, o Kobo Aura H2O está sendo vendido por R$ 799.

Os brasileiros se preparam para levar suas histórias para todos os lugares.

A Kobo atendeu ao pedido dos leitores do mundo todo, que queriam ler em todos os lugares, sem preocupação. Desde que lançamos o Kobo Aura H2O em outros países, os elogios têm surpreendido”, diz Samuel Vissotto, Diretor Geral da Kobo no Brasil. “E com este lançamento, continuamos derrubando as barreiras da leitura digital aqui no Brasil, e nossos leitores poderão ler, verdadeiramente, onde quer que estejam.

O Kobo Aura H2O eleva a experiência de leitura a outro nível, dando mais liberdade aos leitores e estendendo as possibilidades de uso de seueReader para atividades relaxantes, como ler à beira da piscina ou do mar”, afirma Sergio Herz, CEO da Livraria Cultura.

À prova d’água, de poeira e areia, e tela antirreflexo

Agora a praia já pode ser recomendada como um ótimo lugar para ler com todo conforto e sem preocupação de danificar o eRedear: além de ser à prova d’água, o Kobo Aura H2O é à prova de objetos sólidos, como areia, e sua tela é antirreflexo. O dispositivo recebeu a certificação IP67, que quer dizer que seu nível de resistência à água ocupa a posição 7, em uma escala de 1 a 8, e que seu nível de proteção contra poeira está na posição 6, em uma escala de 1 a 6, segundo o sistema de classificação Ingress Protection [IP]. O eReader pode permanecer por até 30 minutos submerso na água, a 1m de profundidade, com as tampinhas de proteção fechadas.

Alta performance – tela responsiva, de alta definição e amplo armazenamento

O Kobo Aura H2O possui uma tela HD com tecnologia Carta E Ink, além de ter um tamanho privilegiado: 6,8 polegadas. Entre os eReaders disponíveis no Brasil, é a primeira tela touchscreen, com essas características e dimensões, permitindo que o texto seja lido como se fosse impresso no papel. Além disso, a alta resolução permite visualizar as imagens com incrível nitidez. Seu processador de 1GHz possibilita resposta rápida ao se virar as páginas e, graças a uma memoria interna de 4GB [expansível até 32GB por meio de um cartão de memória micro SD], é possível armazenar mais de 3 mil livros. A bateria dura até 2 meses, fazendo do Kobo Aura H2O o eReader perfeito para quem é apaixonado por leitura.

Reading life – fontes ajustáveis, recomendações de livros e estatísticas de leitura

O Kobo Aura H2O conta com funcionalidades e diferenciais que garantem a melhor experiência de leitura. Cada um dos 10 tipos de letra foi produzido para aparecer de forma perfeita, com a opção de 24 tamanhos, e outros ajustes como a espessura das letras. Os leitores podem personalizar a aparência do texto da maneira que desejar. O Kobo Aura H2O também torna fácil a descoberta de livros novos, por meio das recomendações online que são baseadas nas preferências pessoais dos próprios leitores. Desde romances, suspenses e biografias, a livros técnicos e acadêmicos, de ficção a não-ficção, a Kobo e a Livraria Cultura têm sempre um livro para satisfazer a cada leitor. Reading Life também possibilita aos leitores tomarem notas, fazer marcações no texto, salvarem páginas e acompanharem suas próprias estatísticas de leitura, descobrindo mais sobre seus hábitos. Os mais entusiasmados podem até compartilhar passagens, trechos e seus livros preferidos no Facebook.

Sobre a RakutenKobo Inc.

A RakutenKobo Inc. [Kobo] é uma das empresas de eReading que mais cresce no mundo, com mais de 4 milhões de eBooks e revistas disponíveis em seu serviço, oferecido a leitores de 190 países. A Kobo acredita que as pessoas que leem devem ser livres para ler o livro que quiserem, em qualquer dispositivo, portanto oferece opções. A Koboconta com eReaders E Ink e tabletsAndroid certificados pelo Google, atendendo aos diversos estilos de leitura de seus clientes, incluindo os aclamados KoboTouch™, Kobo Mini, KoboGlo, Kobo Aura, Kobo Aura HD, KoboArc, KoboArc 7, KoboArc 7HD, KoboArc 10HD e o mais recente lançamento, Kobo Aura H2O. A Kobo oferece, ainda, os melhores aplicativos para Apple®, BlackBerry®, Android® e Windows®, garantindo que a próxima leitura esteja apenas a uma “virada de página” de distância para os leitores. Sediada em Toronto, parte do Grupo Rakuten, a Kobo oferece seus dispositivos de leitura através dos maiores varejistas do mundo. Para obter mais informações, visite http://www.kobo.com

Sobre a Livraria Cultura

A Livraria Cultura foi fundada em 1947, por Eva Herz, que deixou Berlim por conta da perseguição nazista e, no Brasil, começou a alugar livros em sua própria casa. O serviço evoluiu para a venda, com um diferencial que permanece até hoje: o atendimento consultivo, com aconselhamento de leituras. Orientadas pelo conceito de diversidade e hub cultural, as lojas da Livraria dão vida à cultura por meio de seu extenso acervo e de seus teatros, auditórios, cafés e eventos, em sua maioria, gratuitos, incluindo inúmeras atividades infantis. Pioneira na venda de livros pela Internet no Brasil, possui um catálogo com aproximadamente 9 milhões de títulos em livros; 600 mil em música, filmes, games e revistas; 1,7 milhão de títulos de eBooks em inglês; e 30 mil eBooks em português. Presente em seis unidades da rede, o Teatro Eva Herz, com capacidade para até 200 pessoas, cada um, dedica-se a oferecer uma programação cultural de qualidade, com produções teatrais, debates e shows. Mensalmente, a Livraria Cultura publica a Revista da Cultura, distribuída gratuitamente em todas as suas 17 unidades, localizadas em São Paulo, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Campinas, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Curitiba e Ribeirão Preto, além de uma loja Geek.Etc.Br – voltadas ao universo geek e nerd – em São Paulo. A organização conta com cerca de 2,2 mil colaboradores dedicados a oferecer uma experiência para além da venda de livros. Para mais informações, visite http://www.livrariacultura.com.br

Notícias do Blog do Galeno | Edição 390 – 20 a 26 de março de 2015

Biblioteca digital, uma instituição sem paredes e limitações físicas


A implantação de um projeto de biblioteca digital representa uma nova forma de tratamento dos acervos das instituições. Organizar as informações de forma a permitir a consulta – independente de localização física ou geográfica dos pesquisadores e dos documentos – amplia o alcance da biblioteca e, consequentemente, da instituição mantenedora. A possibilidade de aliar a oferta de conteúdos com práticas de ensino representa um avanço tecnológico e educacional, consolidando a trajetória de instituições e preparando-as para atuar no ensino a distância, permitindo aos alunos e professores o acesso a mais variada gama de recursos até então inimagináveis pelas barreiras físicas e geográficas.

O modelo digital representa também um melhor investimento em acervos, evitando a duplicidade de documentos uma vez que eles estão disponíveis em seus locais de origem. Em suma, as bibliotecas digitais vieram para transformar a forma como são vistos os acervos, ampliando seu volume, alcance e comunidade atendida, permitindo acesso a conteúdos e serviços, contribuindo, desta forma, com a preservação de documentos, a disseminação das informações e a divulgação do conhecimento.

A biblioteca digital é uma evolução no tratamento dado à informação e aos documentos. Ela é formada por documentos eletrônicos – tanto os que já nasceram digitais como os que foram convertidos por meio de captura de imagem – em diversos formatos, armazenados em repositórios seguros que permitem a utilização simultânea por diversos usuários, com controle dos documentos por meio de políticas de acesso. Por este instrumento é possível disponibilizar íntegras aos usuários, ampliando o acesso aos registros e demolindo as paredes da biblioteca física, abrindo possibilidades de localização de informações em qualquer lugar do mundo, no horário desejado pelos usuários.

Para a construção de uma biblioteca digital é necessária a adoção de padrões de formatos de dados e protocolo de comunicação, sem os quais não é possível fazer o harvesting [colheita], ou seja, a coleta dos registros e documentos existentes em uma instituição e compartilhados com projetos colaborativos. Existem diversos projetos de bibliotecas digitais como a Europeana, Gallica, a Word Digital Library. No Brasil, destacamos o projeto da Biblioteca Nacional Digital [BND], a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações [BDTD], a Biblioteca Digital Jurídica [BDJur, do Superior Tribunal de Justiça] e o LexML [Rede de Informação Legislativa e Jurídica, do Senado Federal], estes últimos, projetos da área jurídica. O módulo Biblioteca Digital do SophiA Biblioteca permite a criação de diversos repositórios, além de realizar o harvesting com provedores de serviços, intensificando o alcance do acervo, da biblioteca e da instituição. Dentre as outras funcionalidades constam o streaming para arquivos de áudio e vídeo, não ocorrendo o download dos arquivos.

http://www.prima.com.br | 18/03/2015

Leitor digital à prova d’água pode só valer a pena se você lê na piscina


Um dos benefícios de um leitor de livros digitais é poder levar as suas leituras em um só dispositivo para todo lugar. Mas usar um aparelho assim na beira da piscina causa um certo receio por causa da água.

Lançado por R$ 799, o Aura H2O, da Kobo, tenta resolver isso e livra o usuário de preocupações com respingos ou mergulhos acidentais rasos. É o primeiro à prova d’água dessa categoria.

O aparelho pode ficar submerso por até 30 minutos numa profundidade de 1 m, desde que a tampa de vedação, na parte debaixo do aparelho, esteja fechada. Ela protege a entrada micro USB e o espaço para um cartão de memória microSD de até 32 Gbytes.

Aura H2O, que tem tela de 6,8 polegadas e boa resolução | Foto: Anderson Leonardo/Folhapress

Aura H2O, que tem tela de 6,8 polegadas e boa resolução | Foto: Anderson Leonardo/Folhapress

Ao detectar líquidos em sua tela, o aparelho exibe uma mensagem recomendando secá-la rapidamente. Isso porque a resposta do e-reader aos comandos por toque pode ficar comprometida, o que é normal enquanto ele está molhado

Mas a compra do e-reader, um dos mais caros vendidos no país, só se justifica se essa característica realmente influenciar forma como você lê seus livros.

O novo leitor eletrônico da canadense Kobo herda do modelo Aura HD a tela de 6,8 polegadas, que tem boa resolução. Mas o Aura H2O é ainda mais largo que a média e segurá-lo com uma só mão pode não ser confortável.

Apesar de não possuir ajuste automático de luz, presente no rival Kindle Voyage [e-reader “premium” da Amazon vendido nos EUA por US$ 199, ou cerca de R$650], o Aura H2O permite aumentar ou diminuir o brilho da tela deslizando o dedo pelo seu canto esquerdo, o que é prático.

Como usuário de Kindle, prefiro a interface mais informativa e elegante dos e-readers da Kobo. Opções mais avançadas de personalização tipográfica [como peso e nitidez] também são um atrativo dos modelos, que têm até uma fonte específica para disléxicos.

Não há versão com 3G: o Aura H2O só se conecta à internet por wi-fi. Em compensação, ele suporta uma gama de arquivos bem maior que os Kindles [veja na ficha técnica abaixo], e sua bateria pode durar até dois meses, segundo a Kobo.

Seu baixo poder de processamento, no entanto, pode dificultar a execução de alguns formatos de arquivos. Foi dificílimo, por exemplo, ler um arquivo em PDF durante os testes. Mas, se você usar o e-reader majoritariamente com os livros comprados na loja on-line, não terá problemas.

KOBO AURA H2O
TELA 6,8 polegadas, carta e-ink HD [1430 pixels x 1080 pixels]
PROCESSADOR 1 GHz
ARMAZENAMENTO 4 Gbytes [expansível com cartão microSD de até 32 Gbytes]
FORMATOS SUPORTADOS EPUB, EPUB3, PDF, MOBI, JPEG, GIF, PNG, TIFF, TXT, HTML, XHTML, RTF, CBZ e CRM
CONEXÕES Wi-fi e micro USB
DIMENSÕES 17,9 cm x 12,9 cm x 0,97 cm
PESO 233 g
ONDE ptbr.kobo.com/koboaurah2o
QUANTO R$ 799

POR ANDERSON LEONARDO | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA | 17/03/2015, às 02h00

Ministério Público do Paraná cria Biblioteca Digital Fórum


Membros, servidores e estagiários do Ministério Público do Paraná têm agora mais uma fonte de pesquisa a periódicos online: a Biblioteca Digital Fórum. Com mais de 30 títulos de periódicos, livros digitais, códigos e orientações práticas, a disponibilização do novo sistema foi uma iniciativa do CEAF e da Divisão de Biblioteca do MP-PR, com o objetivo de ampliar o sistema de consulta virtual aos integrantes da Instituição.

O novo sistema abrange todas as áreas do Direito, com ênfase em Direito Público. Os interessados podem acessar o novo serviço na página da Biblioteca e fazer downloads de livros digitais, consultar periódicos, códigos e informativos, assistir a palestras exclusivas e enviar perguntas sobre temas como licitações e contratos.

Para acessar a Biblioteca Digital Fórum a partir dos computadores do MP-PR, os integrantes também podem digitar o endereço http://bid.editoraforum.com.br. Existe ainda a possibilidade de acessar o site externamente, de qualquer computador, por meio do link http://www.bidforum.com.br. Neste caso, o usuário terá que informar login e senha específicos, que, em breve, serão enviados por e-mail pela Biblioteca.

O serviço tem por objetivo proporcionar aos integrantes do MP-PR atualização contínua de conhecimentos, somando-se, nesse sentido, à RT Online, outro importante sistema de consulta, também disponibilizado por meio do CEAF e da Divisão de Biblioteca.

RT OnlineRT Online – A revista jurídica RT Online foi o primeiro serviço de biblioteca digital oferecido aos integrantes do MP-PR. O periódico traz conteúdos jurídicos, como doutrina, jurisprudência e legislação, das mais diversas áreas do Direito.

Todos os membros, servidores e estagiários da instituição podem consultar o material, de qualquer computador, utilizando apenas o login e senha institucionais, com possibilidade de consulta, reprodução e cópia eletrônica. Também estão disponíveis códigos comentados e a evolução da jurisprudência em determinados temas, além de suporte e orientação técnica por telefone.

A RT Online pode ser acessada por meio do link rt-online.mp.pr.gov.br.

CBN Foz | 16/03/2015

A culpa é das estrelas


No meio do caminho

Metade dos leitores brasileiros de um dos maiores best-sellers de 2014, A culpa é das estrelas [Intrínseca], de John Green, não concluiu a leitura do romance, a julgar por um levantamento feito pela loja de e-books Kobo a pedido da coluna Painel das Letras. O número, relativo a 2014, pode ser medido porque as lojas de livros digitais têm acessos a dados como que e-books os leitores compraram, mas não chegaram a abrir, quais leram até o fim e quais leram mais rapidamente. A média de conclusão de leitura do romance de Green, de 50,9%, é até superior a de outros best-sellers.

No meio do caminho 2

As vendas pela Kobo, parceira da Livraria Cultura no Brasil, correspondem a cerca de 10% do mercado de livros digitais no país. A maior loja de livros digitais, a Amazon, que passa dos 40% desse mercado no Brasil, não informou seus dados de leitura. Embora a Kobo/Cultura represente uma fatia pequena desse mercado, seus dados permitem entender de forma inédita como os livros são lidos, já que não há esse controle para livros impressos. Um best-seller mais longo como Eternidade por um fio, de Ken Follet, com mais de mil páginas, foi completado por apenas 16,8% dos leitores, e um clássico como O triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, por apenas 13,3%. O livro mais completado por leitores da Kobo foi Perdendo-me, de Cora Carmack, com 86,5%.

Por Raquel Cozer | Folha de S. Paulo | 14/03/2015

Plataforma reúne autoras de literatura para meninas


Iniciativa visa maior proximidade entre autoras e leitores nacionais

Será no próximo dia 28 de março o lançamento da primeira etapa do projeto multiplataforma LitGirls, idealizado pela Punch! Comunicação. A iniciativa consiste na exibição de vídeos em formato jornalístico-documental, inéditos e desenvolvidos por dez autoras nacionais. A iniciativa quer estreitar o relacionamento e ampliar a troca de conteúdos entre autoras e seus fãs. Na oportunidade será lançado um site que reunirá informações sobre as escritoras, atualizações sobre suas carreiras e novidades do projeto, além de um aplicativo com conteúdos inéditos e exclusivos de curiosidades sobre as escritoras para iPhone e iPad e mídias sociais [YouTube, Twitter e Facebook]. Para marcar o lançamento, acontece um evento na Livraria Cultura Cine Vitória [Rua Senador Dantas, 45, Centro, Rio de Janeiro/RJ] e haverá duas mesas redondas, com todos os participantes, das 13h às 17h. Haverá distribuição de senhas uma hora antes do evento, sujeito à lotação.

PublishNews | 13/03/2015

Widbook e Kobo fazem hangout para selar parceria


Kobo passa a comercializar os livros criados na plataforma do Widbook

O Widbook fechou recentemente parceria com a Kobo, que passará a comercializar as obras publicadas na plataforma de escrita colaborativa. Para selar a parceria, as duas empresas preparam para a próxima segunda-feira [16], a partir das 16h, um hangout para tirar dúvidas e falar sobre a parceria. Participam do bate-papo ao vivo Joseph Bregeiro, fundador e CEO do Widbook e Camila Cabete, colunista do PublishNews e Brazil Senior Publisher Relations Manager da Kobo. Dúvidas e perguntas antecipadas podem ser enviadas para o e-mail me@widbook.com. Para participar do hangout, basta acessar este link no dia e hora marcados.

PublishNews | 13/03/2015

Centro Cultural São Paulo passa a emprestar eBooks


O Centro Cultural São Paulo, que possui uma das melhores e mais bem avaliadas bibliotecas públicas do País, agora também empresta eBooks virtualmente. A novidade foi anunciada na quinta-feira, 12 de março, durante as comemorações do Dia do Bibliotecário, e já começou a funcionar imediatamente, com o cadastro dos primeiros usuários que poderão ler os livros digitais em tablets, no computador ou no smartphone, mesmo com a internet desligada. A Biblioteca Digital do CCSP opera com a plataforma da Árvore.

Para celebrar a parceria com a Árvore de Livros, que inclui também ações em conjunto com a Associação Brasileira de Municípios, o Observatório do Livro e da Leitura e a Fundação Palavra Mágica, o CCSP promoveu uma palestra para seus funcionários e usuários da biblioteca, com transmissão online, com Galeno Amorim, ex-presidente da Biblioteca Nacional, que abordou o tema “Dos tabletes de argila aos eBooks, uma revolução na palma da mão”.

Palestra

Nada teve impacto tão grande ou deu tanta contribuição à edificação da civilização quanto os livros. Desde a pré-história até os dias atuais, eles armazenam e transmitem legados, o conhecimento acumulado pelas gerações e os valores de cada época. Dos tabletes de argila de seis mil anos atrás ao pergaminho, do papiro ao papel até os eBooks da atualidade, o que evoluiu mesmo, e de forma espetacular, foi o suporte no qual ele é impresso. Afinal, um livro é, essencialmente, o conteúdo que carrega. O digital começa a deflagrar uma profunda, embora silenciosa, revolução, em especial entre os mais jovens. E chega, enfim, ao Brasil. Mas será que nossas escolas e bibliotecas estão preparadas para isso?!

Esses foram assuntos abordados na quinta-feira [12 de março] por Galeno Amorim, professor, autor de 16 livros – entre os quais, Retratos da Leitura no Brasil – e consultor internacional em políticas públicas do livro e leitura, em palestra no Centro Cultural São Paulo.

Saiba mais sobre Galeno Amorim

Presidiu a Fundação Biblioteca Nacional e o Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe [Cerlalc/Unesco], único organismo internacional dedicado à questão da leitura. Foi o responsável pela criação do Plano Nacional do Livro e Leitura [PNLL], dos ministérios da Cultura e da Educação, e seu primeiro coordenador. Criou e dirigiu inúmeros programas e instituições de fomento à leitura no Brasil. Fundador do Blog do Galeno, especializado na questão da leitura, é presidente da Fundação Observatório do Livro e da Leitura e cofundador da Árvore de Livros.

Notícias do Blog do Galeno | Edição 389 | 13 a 19 de março de 2015

Biblioteca virtual E-volution ganha novo layout


Biblioteca virtual da Elsevier tem mais de 600 obras

A biblioteca digital e-volution, da Elsevier, ganha novo layout, funcionalidades e recursos. Com mais de 600 títulos no seu acervo, composto por obras acadêmicas e profissionais, a nova plataforma ganha versões mobile feitas para Android e iOS, que permite o acesso off-line aos e-books via smartphones e tablets. Além disso, os usuários passam a ter a possibilidade de fazer anotações e marcações no texto e os livros passam a ser enriquecidos com conteúdos multimídia [vídeos, animações, banco de imagens, testes online, casos clínicos, etc].

PublishNews | 12/03/2015

Editora brasileira lança livro em inglês, exclusivo em eBook


POR EDNEI PROCÓPIO

Em breve, pretendo parar de escrever sobre livros digitais, pelo menos sobre a teoria do que envolve o tema. Mas a decisão é por um motivo bom. A meu ver, já chegamos a um ponto de uma revolução em que somente os cases disponíveis já seriam suficientes para exemplificar e demonstrar, na prática, como este novo e crescente mercado poderia se estabelecer.

Um exemplo extraordinário de como fazer o uso das ferramentas, tecnologias, canais e plataformas de eBooks, hoje disponíveis, é o da editora Dufaux, sediada em Belo Horizonte [MG]. Conheci a editora da Dufaux durante a convenção de livreiros promovida pela Associação Nacional de Livrarias, quando fui convidado para falar do assunto em uma mesa. De lá par cá, a editora e eu temos tido ótimas conversas sobre o tema.

Ministrei há algum tempo uma palestra dentro da Dufaux para todos os colaboradores da casa e, logo em seguida, iniciamos um trabalho de consultoria para levar o catálogo deles para o formato digital. Após o entendimento de que nada neste país é de fácil execução, livros foram selecionados, contratos foram revistos, arquivos foram produzidos e convertidos. Títulos foram cadastrados. Bem, o resultado de um trabalho sério, pensado com estratégia, dedicação e amor ao ofício, sem pressa ou atropelos, pode ser conferido logo abaixo.

POR EDNEI PROCÓPIO

Mauricio de Sousa lança app com mais de 500 gibis da Mônica


Quadrinhos da Turma da Mônica publicados desde a década de 1980 ganham aplicativo que garante acesso a 50 edições por vez mediante assinatura

 

Primeiras edições de ‘Turma da Mônica’ surgiram na década de 1960. FOTO: Reprodução

Primeiras edições de ‘Turma da Mônica’ surgiram na década de 1960. FOTO: Reprodução

SÃO PAULO – Mauricio de Sousa acaba de dar o passo mais importante da história da sua franquia, a Turma da Mônica, no meio digital. O cartunista colocou no ar o aplicativo Caixa de Quadrinhos que oferecerá acesso a todo o acervo de revistas publicadas desde a década de 1980 mediante assinatura.

O usuário poderá optar por uma assinatura mensal [US$ 5 no iOS, e R$ 13,07 no Android] ou anual [US$ 40 no iOS, e R$ 104,96 no Android] e ter acesso a 50 edições por vez. As revistas escolhidas serão substituídas por outras quinzenalmente. Quem optar por não assinar, terá acesso apenas a algumas tirinhas [e não a revistas completas].

No total, temos mais de 500 revistas digitalizadas”, diz Marcos Saraiva, gerente comercial da área digital da Mauricio de Sousa Produções. “O Mauricio avalia todo roteiro já publicado entre bom e ótimo. Para as primeiras edições do aplicativo, a gente escolheu as mais bem cotadas.

No acervo disponível, é possível filtrar as histórias que se quer ler por personagens, como Magali, Cebolinha, Cascão ou Chico Bento. O aplicativo permite também que se baixem edições para serem lidas dentro do app mesmo quando o usuário não estiver conectado. Caso a assinatura seja cancelada, as edições deixam de estar acessíveis automaticamente.

Há alguns anos, já tínhamos claro a direção que o digital apontava. Por isso, começamos a investir e, assim, fizemos apps de games, começamos a trabalhar forte nas redes sociais e remodelamos o site”, disse. “Mas o objetivo sempre foi colocar o conteúdo onde as crianças estão, e há tempos a plataforma dos tablets vem se mostrando forte nesse sentido.

Além das edições históricas do acervo, a ideia é concentrar no aplicativo diversos produtos, inclusive uma espécie de banca virtual para a venda das versões digitalizadas dos gibis da marca conforme forem para as bancas [físicas]. Para o futuro, a ideia é traduzir o aplicativo [e as revistinhas] para outros idiomas.

‘Mauricio de Sousa nunca acreditou na canibalização do digital’. FOTO: Estadão

‘Mauricio de Sousa nunca acreditou na canibalização do digital’. FOTO: Estadão

A empresa de Mauricio de Sousa está otimista sobre a recepção que o aplicativo terá. “Acreditamos que entre seis meses e um ano vamos ter o investimento recuperado”, disse Saraiva, sem dar valores.

Tem uma demanda forte de gente que sempre pediu versões digitais dos gibis para o Mauricio. E ele sempre viu isso de forma positiva, nunca acreditou na canibalização da revista física pelo digital. Para ele, são produtos complementares.

A gente esperou o momento certo para apostar nesse modelo de assinatura”, diz Saraiva. “E, a nosso favor, temos essa maior maturidade gerada com a penetração de smartphones e tablets no Brasil.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente em celulares e tablets Android e iOS.

Por Murilo Roncolato | Publicado originalmente em O Estado de S. Paulo | 10/03/2015, às 19h04

Biblioteca Nacional da China oferece eBooks grátis no Metrô


A companhia que gerencia o metrô de Pequim [Beijing MTR Corporation] na China, lançou em 12 de janeiro de 2015, uma iniciativa junto com a Biblioteca Nacional da China [National Library of China – NLC] que permite aos passageiros que utilizam os smartphones para acessar a rede wifi/4G subterrânea e poderem descarregar ebooks gratuitos completos por meio de códigos QR espalhados nas estações.

A iniciativa conhecida como “M Subway Library” é um projeto sem fins lucrativos que pretende ampliar novas formas de cultura não-rentáveis. Em parceria com a Beijing MTR que desenvolve projetos de responsabilidade social a NLC pretende aumentar a conotação cultural dos equipamentos públicos oferecendo livros de ficção e literatura que ajudem a incentivar o gosto pela leitura nos vagões dos trens subterrâneos. Iniciativa semelhante a essa já existia, por exemplo no metrô de Bucareste, na Romênia, quando a companhia de telecomunicações Vodafone imprimiu nas paredes da estação de metro figuras com prateleiras de livros para divulgar um projeto de biblioteca digital da Vodafone onde é possível baixar gratuitamente por meio de código QR, parte de livros composto de 49 títulos de ebooks e 10 audiolivros da editora Humanitas.

Caso o leitor queira ler o livro completo a biblioteca digital da Vodafone possibilita que seja direcionado para o site da Humanitas para que ele possa comprar o ebook.

Bitbiblio | 10/03/2015

eBook ajuda a entender na prática o que é quadricromia e a encontrar as cores certas para seu layout


Ao consultar o GUIA PRÁTICO DE QUADRICROMIA, eBook criado pela Elmefaria, os designers vão encontrar uma escala de cores CMYK completa, interativa, em que todas as composições podem ser vistas em fundo branco ou fundo preto.

A primeira versão do guia foi lançada em pdf no final de 2001 para download, quando quase não se conheciam as vantagens desse formato de arquivo.

Desde então ele foi recomendado por várias revistas e blogs. Entre as muitas histórias que a publicação acumulou nesses 15 anos, está a satisfação de saber que ele foi adotado como material didático em algumas Universidades e conquistou milhares de usuários.

Com a recente possibilidade de editar o guia em EPUB interativo, decidimos criar um novo layout e lançar a edição bilingue [inglês/português] em 51 iBooks Stores em todo o mundo.

Nossa ideia ao editar a escala sempre foi oferecer aos profissionais envolvidos com projetos gráficos uma ferramenta para que façam um uso consistente das cores, gerando impressos de qualidade e que atendam as expectativas dos clientes.

Agora, a nova edição pode ser consultada em monitores, iPads e até smartphones.

França perde na luta pela igualdade entre livros impressos e eBooks


Tribunal de Justiça entendeu que e-books são ‘serviços eletrônicos’

Não adiantou a movimentação dos internautas franceses na tentativa de explicar à União Europeia o que é e o que não é um livro [lembre o caso relendo matéria publicada pelo PublishNews na última quarta-feira]. O Tribunal de Justiça do bloco entendeu que e-books são “serviços eletrônicos” e não versões digitais de livros físicos, não cabendo, dentro desse raciocínio, a equiparação de impostos. Então, ordenou à França e a Luxemburgo — países onde se praticava, desde 2012, o mesmo imposto [5,5% na França e 3% em Luxemburgo] sobre a venda de livros físicos ou digitais – que restaurem o imposto padrão [20% na França e 17% em Luxemburgo], aplicado a serviços nos respectivos países. Caso se recusem a aceitar a decisão, os países poderão sofrer sanções.

Em carta aberta destinada ao Parlamento Europeu, ao Conselho Europeu, e à Comissão Europeia, a Federação Europeia de Editores, a Federação Europeia e Internacional de Livreiros e a Associação Europeia de Escritores lamentam a decisão: “Nós, representantes da cadeia produtiva do livro, acreditamos fortemente que o valor do livro não depende do seu formato ou de como ele será acessado pelos seus leitores. Por isso, exortamos a Comissão a agir rapidamente para alterar a legislação, o que seria relevante para garantir que a lei reflita o progresso tecnológico em curso e remover um sério obstáculo para o desenvolvimento do mercado de e-books”. Dos 2Estados-Membros da União Europeia, 26 aplicam uma taxa reduzida de impostos para livros impressos. A ação do Tribunal Europeu não julgou o caso da Itália, que recentemente, seguiu França e Luxemburgo e baixou de 22% para 4% os impostos sobre a venda de e-books no país, conforme pulicou o PublishNews no final de fevereiro.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 06/03/2015

Coletivo Literário “Martelinho de Ouro” autografa livro no dia da Mulher


SERENDPT NO DIA DA MULHER

Acaso, imprevisto, acidente, surpresa, salto nas trevas, tiro cego, aventura, contratempo, sorte, sagacidade. Como é estar nesta fronteira inesperada?

No dia da mulher, doze escritoras do coletivo literário Martelinho de Ouro conversam com o escritor João Anzanello Carrascoza sobre serendipidades no processo da escrita e na vida.

O evento, que ocorre na Livraria da Vila da Lorena, destaca a publicação de Serendpt, segunda coletânea de contos do Martelinho, recentemente lançado pela Livrus. Serendpt conta descobertas [felizes ou não] que acontecem por acaso e nos surpreende pelos diferentes caminhos de suas histórias.

Após a conversa, as autoras autografam o livro e o encontro continua regado a vinho com literatura e celebração.

O coletivo literário Martelinho de Ouro é formado por Concha Celestino, Cris Gonzales, Deborah Dornellas, Eliana Castro, Fatima Oliveira, Flávia Helena, Gabriela Colombo, Gabriela Fonseca, Izilda Bichara, Lucimar Mutarelli, Paula Bajer Fernandes, Regina Junqueira, Silvia Camossa e Teresinha Theodoro.

SERENDPT NO DIA DA MULHER

O uso de eBooks em bibliotecas é tema de curso


Atividade inicia no dia 16 de março, em São Paulo

Está marcado para o próximo dia 16 de março, em São Paulo, o curso e-Books e Bibliotecas. No encontro, Liliana Giusti Serra, bibliotecária e especialista em gerência de sistemas de informação, vai apresentar aos participantes o universo dos e-books, analisando seu conceito, evolução tecnológica e introdução nas unidades de informação. Além disso, Liliana e os participantes vão analisar as atividades bibliotecárias que sofrem interferência com os e-books, destacando as questões relacionadas ao desenvolvimento de coleções, aquisição, processamento técnico e serviços aos usuários. O investimento é de R$ 370 e as aulas acontecem na Faculdade Belas Artes [Rua Dr. Álvaro Alvim, 90, São Paulo/SP]. As inscrições podem ser feitas até o próximo dia 10 pelo e-mail irene_btt@yahoo.com.br.

PublishNews | 05/03/2015

Kobo a prova d´água chega ao Brasil


O device já está em pré-venda na Livraria Cultura

Um e-reader que você pode ler até debaixo d´água. Essa é a promessa da Kobo ao lançar o Kobo Aura H2O, o primeiro leitor digital a prova d´água a ser comercializado no Brasil. O device já está em pré-venda na Livraria Cultura ao preço de R$ 799. O produto estará disponível a partir de 12 de março. Para conhecer mais o Kobo Aura H2O, releia matéria publicada pelo PublishNews quando o produto foi lançado em outros mercados, em agosto de 2014.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 05/03/2015

Ode ao colofão no eBook


Eu sei, isso tá com a maior cara de post institucional chapa-branca. Mas prometo que não é. Só que também não posso prometer que é um texto tão prático quanto os que costumam aparecer por aqui

Lembro que quando o Hermida me contou que os e-books da Cosac tinham colofão, eu tive que segurar uma risada [tinha acabado de conhecê-lo]. Mas que ideia ridícula! Colofão em um e-book? O leitor mal lê o do impresso… E o que tinha nele? A gráfica? A edição? O papel? No máximo, o ano em que o arquivo foi feito e, com muita boa vontade, a fonte, já que nem ela é fixa. Imaginei que fosse só algum capricho de editora cult. Só pensei em uma finalidade agora, quase dois anos depois.

Pausa para explicar de onde veio a epifania: tem gente que canta no banho. Que ganha prêmio no banho. Que limpa azulejo no banho. Eu, pedante como sou, dou palestras. No dia em que escrevi este texto, estava contando para uma plateia muito interessada [dois vidros de condicionador e uma saboneteira] a origem do nome do site para o qual eu contribuo¹. Fim da pausa.

Então. Estava refletindo sobre por que um e-book deveria conter um colofão, essa coisa arcaica. Pode haver outros motivos, mas foi justamente a fonte que me deu um lampejo: ele marca uma ausência.

Parece bobo a princípio, mas é uma rebeldia, ao mesmo tempo uma pichação de ônibus e um protesto silencioso na frente de um tanque. Mais uma informação irrelevante para não ser lida, mais duas ou três linhas de código para a loja passar por cima sem compreender o conteúdo. No entanto, para quem trabalha no mercado editorial ou tem um fascínio especial por seus produtos, deve ser um marco. Significa que não importa a configuração que o leitor final usou ou a predefinição que o e-reader descartou, aquilo ali não é só um texto. Você está diante de um livro. Não é só conteúdo, mas também uma intenção editorial. Você pode ler até em Comic Sans, se quiser, mas saiba que alguém gastou algum tempo escolhendo uma tipografia.

Um livro não é só um texto para ser vendido. Não pode ser. Séculos de desenvolvimento não foram uma extravagância, são reflexo da necessidade de uma linguagem não verbal com características próprias para construir um significado que extrapola as palavras. Nenhum espaço narrativo é arbitrário, nenhuma cor é só estética. Há uma intenção. Abandoná-la é empobrecer a leitura. Sinalizá-la é uma obrigação.

Confesso que posso estar viajando loucamente, mas posso garantir uma coisa: os shampoos já confirmaram presença na próxima palestra.

Por Mariana Calil | Publicado originalmente em COLOFÃO | 4/3/2015

Mariana Calil

Mariana Calil

Mariana Calil é formada em Produção Editorial na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Passeou pela produção gráfica, fez uma breve visita ao comercial e hoje é assistente editorial. Vive a utopia de que dá para trazer para o mercado a teoria da faculdade e levar para a academia a prática do cotidiano.

ONG distribui placas solares para carregar e-readers no Quênia


Worldreader distribui gratuitamente e-readers a comunidades desfavorecidas ao redor do mundo

Foto Divulgação: Wolrdreader

Foto Divulgação: Wolrdreader

Em pleno 2015 e ainda há países no mundo em que fontes de energia são escassas ou pouco confiáveis. Pensando nisso, a ONG Wolrdreader, que distribui e-readers e licenças de e-books a comunidades muito desfavorecidas ao redor do globo, buscou uma solução inovadora: colocar nessas localidades painéis de células fotovoltaicas que permitem recarregar os e-readers distribuídos pela organização. O projeto já foi testado e está em operação no Quênia. Além de permitir a recarga dos dispositivos, as placas permitem a iluminação para que crianças estudem a noite ou nos horários de sua conveniência. As placas são instaladas em escolas e bibliotecas a um custo de US$ 500 [incluindo o frete e a instalação]. Pessoas e empresas interessadas em apoiar o projeto e bancar a instalação de uma dessas placas podem escrever para iprograms@worldreader.org.

Por Leonardo Neto |PublishNews | 04/03/2015

e-Reader a energia solar? Em 2016 será realidade


Bookeen, mesmo fabricante do LEV, anunciou a novidade na última segunda-feira

Na última segunda-feira [2], a Bookeen, empresa francesa que fabrica e-readers, anunciou o lançamento de um leitor digital que poderá ser carregado com energia solar. Previsto para ser lançado em 2016, o novo device usa células fotovoltaicas que prometem deixar no passado as questões de recarga de bateria. e-Readers consomem muito menos energia do que outros dispositivos móveis. A tecnologia usada em suas telas permite consumo menor do que telas de LCD ou plasma, geralmente usadas em tablets ou smartphones. Com os componentes prometidos pela Bookeen [em parceria com a empresa de tecnologia Sunpartner], o disposto carregará suas próprias baterias através da luz [do sol ou artificial]. Sempre bom lembrar que o LEV, o e-reader da Saraiva, é fabricado pela Bookeeen, mas ainda é muito cedo para dizer quando o dispositivo chegará ao mercado brasileiro.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 04/03/2015

Essa pantufa de oncinha não é um livro


Campanha na França recorre ao humor para conscientizar sobre a equiparação de impostos de livros impressos e digitais

Na próxima quinta-feira [5], o Tribunal de Justiça da União Europeia se reúne para decidir sobre a equiparação dos impostos pagos a livros impressos e digitais. Na Europa, apenas França, Luxemburgo e, mais recentemente, a Itália, praticam a igualdade fiscal entre e-books e livros impressos. O Tribunal e a Comissão Europeia já se demonstraram contrários a essas iniciativas e a previsão é que julguem ilegal a equiparação. Caso o tribunal decida pela ilegalidade, o imposto de e-books passaria de 5,5%, o mesmo aplicado a livros, para 20%. Na tentativa de sensibilizar o tribunal, o Sindicato Nacional dos Editores da França [SNE, em francês] convocou os internautas para uma campanha nas redes sociais. A ideia é usar a hashtag #ThatIsNotABook [ou #CeciNEstPasUnLivre] em fotos de objetos que, de fato, não são livros. Aí vale de tudo: de martelo a um patinho de borracha. A ideia é usar a força do humor para influenciar a decisão do tribunal europeu, mostrando que, ao contrário das imagens, um e-book também é um livro. No Facebook, a campanha criou o Professor Livro que dá lições de o que é e o que não é um livro. De forma didática e bem humorada, explica, por exemplo, que uma pantufa de oncinha da foto que ilustra essa matéria não é um livro. “Isto não é um livro. É uma pantufa de oncinha. É da minha esposa, para ser exato. E, em minha defesa, adianto que não fui eu quem a presenteou“, brinca o professor no Facebook.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 04/03/2015