Pesquisa mostra como estudantes usam smartphones para estudar


Pesquisa realizada pela rede colaborativa para estudantes universitários Passei Direto traz levantamento sobre comportamento de estudantes em relação ao uso de smartphones. Segundo o estudo, 94,5% deles têm acesso à internet pelo celular, e somente 5,2% deles não possuem smartphone. A pesquisa apontou também que os jovens têm preferência pelo sistema Android, com 68% de usuários; em seguida vem o iPhone com 17%. A maioria, 64%, prefere acessar aplicativos pelo smartphone, e apenas 24,5% acessam sites também.

A enquete foi realizada entre junho e agosto deste ano com 2.143 universitários do norte ao sul do país. Os dados foram coletados pela SurveyMonkey, principal fornecedor mundial de soluções de questionário pela web e que permite análises estatísticas das respostas coletadas. De acordo com Rodrigo Salvador, gestor e criador da rede Passei Direto, o assunto é atual e relevante. “Decidimos fazer a pesquisa devido à importância que os celulares ganharam na vida das pessoas, por sua versatilidade como veículo de informação e interação coletiva. Além disso, faltam fontes de dados secundários sobre este tema“, explica.

A pesquisa confirmou que o uso da internet para estudar e a formação de grupos on-line para ajudar nas tarefas acadêmicas é um hábito consolidado entre os estudantes. 87% dos universitários afirmaram que fazem pesquisa on-line e 61,5% não fazem anotações das matérias em sala de aula. 22% estudam em grupo e 13% trocam informações por WhatsApp. Antes de uma prova, 58% acessam seus aparelhos inteligentes. Veja mais dados da pesquisa no infográfico abaixo.

A Passei Direto é uma rede social de estudos para universitários, que apresenta uma nova maneira de estudar. No ar há 1 ano, tem mais de 2 milhões de usuários de todas as universidades do Brasil. Por meio da rede, os usuários podem trocar dicas, compartilhar materiais de estudo, mensagens e oportunidades de estágios, além de tirar dúvidas e debater assuntos de todas as disciplinas, cursos e universidades.

Publicado originalmente em Correio Braziliense | 07/10/2014