Livro-jogo cria ambiente de aventura dentro do corpo humano


A popularização dos tablets e smartphones está contribuindo para que editoras como a LIVRUS possam experimentar novas interações para os livros de seu catálogo. Para se ter uma ideia da base instalada desses gadgets, somente as vendas de tablets no Brasil já computam [segundo dados da FGV] 18 milhões de unidades ativas. Com o uso das novas tecnologias, a ficção interativa [ou interactive fiction] possibilita caminhos que podem alterar o curso da leitura. Títulos como “The Novelist”. “Device 6”, “Gone Home”, “39 Steps” e “Owned – Um Novo Jogador” são exemplos de livros que exigem dos leitores a experiência de um jogo.

É o caso também do recém-lançado “Aventuras de Bactéria” [Editora Livrus, 2014, R$ 16,50], uma obra que permite ao leitor interferir na sequência da leitura. Não é portanto um livro comum, trata-se de um livro digital interativo em que o leitor se depara com questões cruciais na narrativa e é levado a optar por diferentes caminhos.

Ao abrir as páginas do livro, o leitor se torna bruscamente numa espécie de bactéria em busca de um objetivo. A proposta do escritor

Tio Ilmo Brandt é que o leitor participe ativamente de uma aventura. Nela, o leitor incorpora uma bactéria e as suas decisões, durante a leitura, é que vão definir seu destino, que pode ser, segundo o próprio autor, “bem melequento, se é que me entende”.

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