Curso prático de produção de ePUB


Profissionais podem participar da atividade nos dias 25 e 26 deste mês

Universidade do LivroA Universidade do Livro está com as inscrições abertas para o curso prático de produção de ePUB para profissionais. As aulas acontecem dias 25 e 26 de março, das 9h às 18h. O objetivo é capacitar o participante para a produção de ePUBs de qualidade, com fechamento de arquivo em duas formas: PDF para impressão e ePUB para digital. Serão abordadas questões como características dos principais formatos de e-books; as vantagens do formato ePUB; como formatar para papel e para digital num único arquivo; truques para melhorar o layout; ferramentas de criação, entre outras. A atividade acontece no Laboratório do Núcleo de Computação Científica da UNESP [Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz 271 – Bloco II – Térreo – São Paulo/SP], sob o comando de Luciano Carneiro Holanda, graduado em Design de Interfaces pela Faculdade Brasília e profissional de Designer Editorial há mais de 15 anos. O investimento é de R$1.375. Informações, acesse aqui.

PublishNews | 07/03/2014

Biblioteca Digital Mundial


A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura [Unesco] lançou na Internet a primeira “Biblioteca Digital Mundial”.

Nela estão disponíveis para o público de forma gratuita mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos.

Biblioteca Digital MundialDe acordo com o jornal La Nacion, o coordenador do projeto, Abdelaziz Abid, disse que “todos os documentos disponibilizados na Biblioteca Digital Mundial têm caráter patrimonial, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português”.

Acessibilidade e Navegabilidade

Para ter acesso a todo esse conteúdo, basta acessar o site www.wdl.org/pt. Os documentos estão disponibilizados divididos por grupos culturais. É possível viajar na história através de uma linha do tempo, basta mover o marcador.

A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravações, mapas, fotografias e ilustrações.

O Povo Online | 07/03/14

Acordos para o PNLD 2016


Por Greg Bateman | Publicado originalmente em Publishnews| 07/03/2014

Depois de enormes investimentos digitais de editoras educativas para o PNLD [Programa Nacional do Livro Didático] 2015, muitas pessoas da comunidade de e-books ficaram surpresas com a diretriz do MEC de voltar aos PDFs para as versões estudantis [o tema foi tratado em reportagem no PublishNews]. [As versões dos professores serão totalmente digitais, mas falaremos disso mais adiante]. Pessoalmente, não fiquei muito surpreso. Acredito que o MEC tomou um gole do coquetel de frutas de padrões que descrevi no meupost de novembro e talvez teve uma reação alérgica.

Na ausência de um único padrão para livros didáticos interativos para o PNLD 2015, as editoras ficaram livres para gerar soluções. O que vimos foi uma variedade de formatos de fazer inveja a um bar de sucos no Rio. Algumas poucas plataformas proprietárias estavam replicando a experiência de um PDF, mas com nomes de arquivos diferentes e proteção anticópia especial. Outras simplesmente mostravam cada “página” do livro como uma imagem [quer dizer, a captura do texto era impossível]. Algumas soluções foram implementadas como apps totalmente personalizadas.

Mas vamos parar para pensar como os e-books interativos seriam realmente usados. Um estudante aprendendo português precisa aprender como navegar por uma app personalizada enquanto um estudante praticando inglês precisa folhear uma “revista digital”? Ou um estudante de química precisa sincronizar suas experiências com a nuvem enquanto o estudante de física precisa inserir um DVD-Rom e instalar o mais recente plug-in de Java para que a app dela funcione? A ideia de suportar tantas soluções diferentes de tantas editoras faz com que minha cabeça gire e olha que adoro tecnologia. Imagine como se sentiria um estudante usando uma tablet pela primeira vez. Não é à toa que o MEC em 2016 parece preferir os PDFs – um padrão de arquivo desde 1993 que quase todo mundo conhece.

A grande vantagem do PDF? É um formato de arquivo usado para representar documentos impressos de uma maneira independente do software, hardware e sistema operacional. A interatividade está limitada a links básicos e navegação, mas qualquer computador com a versão mais recente do Adobe Acrobat pode abrir.

Então, qual é o problema? Não deveríamos ficar feliz com o PDF e tudo bem?

Bom, eu argumentaria que 20 anos depois do PDF, temos outros padrões – tão portáteis e compatíveis quanto o PDF – só que bem mais flexíveis e interativos. Padrões como HTML5 [e seus amigos JavaScript e CSS3]. Padrões abertos que não exigem uma licença nem um grau especial de programação para dominar. Padrões que rodam em qualquer aparelho, e sistema operacional, e não exigem nenhum aplicativo ou mesmo plug-ins [só um simples browser] para funcionar. Padrões que podem ser deixados abertos para que o mundo edite [usando um editor de texto] ou embrulhado em ePub3 para entrega segura em plataformas de leitura ou até embrulhados em uma estrutura básica para lojas de app.

Então, o que fazer?

Para as versões estudantis se precisamos voltar ao básico e aceitar o PDF, que seja. Para as versões dos professores, vamos escolher um padrão aberto moderno que facilite a educação. De qualquer forma, precisamos chegar a um acordo.

Editoras do PNLD, como vocês querem produzir para o edital de 2016? Vão com uma plataforma aberta ou licenciar uma comercial? Vocês veem os padrões abertos como uma forma de facilitar seu trabalho ou sentem que precisam continuar proprietários para se diferenciar? Quero ouvir suas opiniões: greg@hondana.com.br

Greg Bateman

Greg Bateman

Por Greg Bateman | Publicado originalmente em Publishnews| 07/03/2014

Greg Bateman, expert em tecnologia e empreendedor do negócio de e-books, é conhecido pelo seu envolvimento na criação de produtos extremamente bem-sucedidos, como os smartphones da Samsung e o Kindle, da Amazon. Na Vook, ele desenvolveu uma eficiente cadeia de produção de centenas de e-books por semana. Greg, que nasceu nos Estados Unidos, viveu nove anos no exterior, onde intermediou várias parcerias envolvendo Coreia, China, Japão e EUA. Hoje mora no Brasil, em São Paulo. Ele é pesquisador visitante da Universidade de Tóquio, tem duas graduações pela Universidade da Califórnia em Berkeley [engenharia elétrica/ciência da computação e literatura japonesa] e um MBA pela Columbia Business School.

A coluna E-Gringo discute a fundo o negócio e o lado técnico dos e-books a partir de uma perspectiva global. Às quartas-feiras, quinzenalmente, ela vai apresentar plataformas e tendências do mundo todo e, claro, do Brasil. Para enviar comentários, escreva para greg@hondana.com.br .

Veja como apagar livros no Kindle e liberar memória no e-reader


O Kindle tem espaço para centenas de livros eletrônicos, mas há quem consiga deixá-lo lotado. Se você quiser liberar memória ou mesmo manter sua biblioteca organizada, saiba que é possível excluir títulos do aparelho de forma muito simples. Confira como neste tutorial do TechTudo.

Excluindo direto do aparelho

O jeito mais fácil de excluir um livro é pelo próprio Kindle.

Passo 1. Selecione o livro que quer excluir na tela inicial. Se o livro estiver dentro de uma coleção, ele será apagado apenas daquela coleção, portanto selecione-o diretamente pela tela inicial, que é acessada pelo botão com o símbolo de uma casa;

Passo 2. Com o livro selecionado, pressione a seta para a esquerda no botão quadrado que fica no centro da parte inferior. Caso seu Kindle tenha tela sensível ao toque, basta pressionar longamente a capa do livro. A frase “remover do dispositivo” aparecerá. Confirme pressionando o botão central ou selecionando a opção na tela touch. Esse método apenas exclui os livros do aparelho, então você pode voltar a baixá-los a qualquer momento e sem custo pela Amazon, com suas anotações e destaques intactos.

Excluindo pelo site da Amazon

Para excluir um livro da sua coleção, acesse o site da Amazon e faça login na sua conta. Você verá uma lista com todos os seus livros, do mais recente ao mais antigo. Atenção: ao fazer esse processo, você apaga o livro permanentemente e precisará comprá-lo novamente caso queira reler a obra.

Passo 1. Encontre o livro que quer excluir e clique no botão “Ações” no lado direito. Um pequeno menu vai aparecer;

Passo 2. Selecione a opção “Exclua da Biblioteca”. Você verá uma mensagem alertando que a ação é irreversível e que, se você quiser baixar o livro de novo, terá que comprá-lo novamente. Portanto, certifique-se de que o livro selecionado realmente é aquele que você quer apagar. Uma cópia continuará no seu aparelho até ser excluída diretamente nele.

Seguindo estes passos simples você consegue manter seu Kindle sempre organizado e com bastante espaço para as suas leituras.

Techtudo | 07/03/14