Os 10 audiobooks mais pedidos


Best-sellers estão entre os títulos mais pedidos na Fundação Dorina

A Biblioteca Circulante da Fundação Dorina Nowill para Cegos fez um levantamento e relacionou os 10 títulos de audiobooks mais solicitados no ano passado. Os leitores são pessoas com deficiência visual de todo o Brasil que têm no formato em áudio maior acesso à cultura, informação e entretenimento. A biblioteca possui mais de 2.500 títulos de livros em áudio, de diferentes autores e gêneros, disponíveis para empréstimo gratuito às pessoas cegas ou com baixa visão. Os dez títulos mais pedidos foram a trilogia Cinquenta tons de cinza, E. L. James; Um amor para recordar, Nicholas Sparks; Ágape, Padre Marcelo Rossi; A cabana, William P. Young; Anjos e demônios, Dan Brown; Nunca desista de seus sonhos, Augusto Cury; A fantástica fabrica de chocolate, Roald Dahl; E eu venci assim mesmo, Dorina de Gouvea Nowill; Ninguém é de ninguém, Zibia de Gasparetto; e Refúgio, Harlan Coben.

PublishNews | 13/02/2014

Sony joga a toalha


Por Mike Shatzkin | Publicado originalmente em PublishNews | 13/02/2014

Sony jogou a toalha no negócio de e-book e entregou seus clientes para a Kobo. Isso iniciou muitas especulações de que a Nook vai fazer o mesmo. Se a B&N fosse realmente forçada a escolher entre os investimentos que precisam ser feitos em suas lojas e os investimentos exigidos para competir na entrega digital, seria difícil que não preferissem salvar as lojas. A ideia de que outro varejista, talvez o Walmart, comprasse toda a empresa parece bastante lógica, mas não dá para descartar que existe uma ligação sentimental do principal dono da B&N, Len Riggio, com as lojas.

Apesar das esperanças e expectativas de empresas iniciantes como a Zola Books [que fez uma aquisição recente, tirando a Bookish das mãos das três editoras que a abriram], o Blio da Baker & Taylor, o Copia ou o projeto txtr, que antes se baseava em telefone, parece que estamos vendo o começo da consolidação do negócio do e-book. A verticalização pode funcionar, como parece acontecer com Allromanceebooks, mas só ser “administrado de forma independente” não foi suficiente para a Books on Board, uma empresa que terminou no ano passado, depois de muito tempo funcionando. [Até o momento, a Diesel, uma independente comparável, está se aguentando.]

A Sony é uma grande empresa com um negócio de e-books muito pequeno. Eles também foram realmente “os primeiros” na era moderna dos aparelhos de e-book. O Sony Reader e-ink é mais parecido com o Kindle e o Nook do que qualquer outra coisa que apareceu antes. Mas se o e-book já se encaixou em algum momento como objetivo maior para a Sony, não é claro qual foi.

A Apple abriu sua e-book store porque acharam que tinham um aparelho perfeito para o consumo de livros [o iPad], mas também tinham experiência com venda de conteúdo [iTunes]. Eles também veem potencial para iPads nos mercado escolar e universitário, então desenvolveram tecnologia para permitir que livros mais complexos – o tipo que ainda não conseguiu ter sucesso comercial – fossem desenvolvidos para a plataforma deles. Estabelecer seus aparelhos e o ecossistema do iOS no mercado educacional seria uma grande vitória.

O Google reconheceu há uma década que livros, sendo repositórios de informação que continham a melhor resposta para muitas buscas, eram um mundo no qual eles queriam estar. Com sua crescente posição em aparelhos – o celular Nexus 7 e os computadores Chromebook — e como os desenvolvedores do Android que compete com o iOS no mercado de apps, há muitas formas através das quais estar no negócio de e-books complementa outros esforços, incluindo talvez, concorrer com a Apple e o iOS nas escolas.

Eu já afirmei [entre outras coisas] que a venda de e-books não funcionaria como uma operação exclusiva; precisa ser um complemento a outros objetivos e atividades para fazer sentido comercial. A Sony descobriu que não servia para ela, quase certamente porque não acrescenta valor a nenhum dos seus outros negócios.

Claro, e-books certamente complementam o negócio central da Barnes & Noble. Você tem uma deficiência bastante óbvia se dirige uma livraria e não vende e-books, então todo mundo faz isso de uma forma ou outra. Entre os erros que a Borders é acusada de ter cometido antes de desaparecerem foi entregar seu negócio de e-books para a Kobo. Dúvidas sobre o futuro da Waterstones no Reino Unido incluem se foi inteligente entregar seu negócio de e-books para a Amazon. Se a Barnes & Noble não tivesse o Nook, eles teriam que fazer um acordo com quem tivesse o Nook ou com algum outro.

Tenho certeza que a Apple, a Kobo ou a Google ficariam encantadas em ter seus livros integrados nas ofertas da Barnes & Noble, e provavelmente a Amazon também, apesar de que o mais provável é que eles nunca seriam convidados. Todos eles mostraram interesse em se afiliar a lojas independentes, com o Google começando e desistindo, a Kobo agora tentando fechar algo, e, até a Amazon, que não conseguiu penetrar bem nas independentes com seus livros próprios agora oferece a elas um programa de filiação para vender e-books Kindle chamado Amazon Source. Mas certamente todos eles aproveitariam a chance de expandir sua distribuição aos clientes da Barnes & Noble.

É provável que a B&N acredite que o negócio do Nook só pode ser realmente bem-sucedido se continuarem investindo em aparelhos melhores e criarem uma presença global. Isso pode ser verdade, mas também poderia ser que a Nook seja útil para seu negócio de livrarias sem acrescentar continuamente aparelhos ou criar uma presença fora dos EUA onde não existem lojas da B&N. Cada vez mais pessoas estão se sentindo confortáveis lendo em aparelhos multi-funcionais através de apps. Talvez a B&N pudesse manter um negócio lucrativo com sua audiência usuária de Nook enfatizando mais as sinergias com as lojas [unindo impressos e e-books, como a Amazon faz com sua iniciativa Matchbook e como já foi tentado em escala menor por algumas editoras, seria uma forma] e não se preocupar tanto com tornar o Nook competitivo com as outras livrarias de e-books como um negócio independente.

O imprevisível aqui é se alguma empresa grande – sendo o Walmart uma das mais mencionadas — visse benefícios em participar do negócio de e-books [ou até todo o negócio de livros] em seu portfólio. Isso acontece no Reino Unido, onde uma rede de supermercados, a Sainsbury’s, comprou a maioria das ações da Anobii [uma startup iniciada por editoras inglesas, análoga à Bookish nos EUA] e a Tesco comprou a Mobcastporque o negócio do livro aparentemente combinava bem com suas ofertas e a base de seus clientes. [Tanto a Sainsbury’s quanto a Tesco fizeram declarações sobre fortalecer seu “entretenimento digital” e as propostas de varejo online. A Tesco está investindo em aparelhos também.] A Kobo tem como pilar de sua estratégia encontrar parceiros em livrarias físicas ao redor do mundo.

Em base global, fora do mundo da língua inglesa, o negócio do e-books ainda está na infância. Mas é difícil ver como qualquer empresa sem uma presença em inglês poderia desenvolver a escala para competir com aqueles que têm. Toda nação e linguagem terá livrarias locais que seriam as “primeiras” para os leitores daquela localidade. Algumas poderiam até ter a ambição de também dominar o negócio local de e-books, especialmente quando fica cada vez mais claro que os e-books canibalizam o espaço em prateleira das livrarias. Mas o custo de tempo e dinheiro, combinado com a vantagem competitiva de ter livros em língua inglesa em oferta não importa qual idioma seu mercado alvo lê, vai fazer com que uma estratégia “crie tudo sozinho” seja muito pouco atraente. Então pareceria que a Amazon, Apple, Google e Kobo estão posicionadas para crescer organicamente e fazer parcerias em todos os lugares. E isso vai exigir algum evento sério, como o Walmart comprando a Barnes & Noble, para quebrar o poder que este quarteto tem sobre o mercado global de e-books na próxima década.

Um acontecimento potencialmente perturbador que este artigo ignora é a possibilidade de que os e-books se tornem um negócio de assinaturas na próxima década. Tenho dois pensamentos abrangentes sobre isso.

Um é que o hábito de compra de livro a livro está bastante arraigado e não será mudado drasticamente com os e-books nos próximos dez anos. Não tenho ideia de qual porcentagem do mercado de e-books agora funciona por meio de assinaturas, mas acho que é seguro dizer que “bem menos do que 1%”. Então meu instinto é que seria necessário um sucesso incrível para chegar aos 10% nos próximos dez anos.

A outra coisa que devemos lembrar é que qualquer livraria de e-books sempre pode desenvolver uma oferta de assinaturas. A Amazon realmente começou isso com o Kindle Owners Lending Library. Você pode ter certeza que se Oyster ou 24Symbols começarem a juntar uma quantidade importante de mercado, todos os Quatro Grandes, que vimos aqui, encontrarão uma forma de competir por este segmento. [É bastante mais difícil acontecer o contrário; é muito menos provável que a Oyster ou a 24Symbols abram lojas normais.]

Então se a assinatura crescer ou não, as gigantes de vendas de e-books vão continuar as mesmas.

Por Mike Shatzkin | Publicado originalmente em PublishNews | 13/02/2014

Mike Shatzkin

Mike Shatzkin

Mike Shatzkin tem mais de 40 anos de experiência no mercado editorial. É fundador e diretor-presidente da consultoria editorial The Idea Logical Co., com sede em Nova York, e acompanha e analisa diariamente os desafios e as oportunidades da indústria editorial nesta nova realidade digital. Oraganiza anualmente a Digital Book World, uma conferência em Nova York sobre o futuro digital do livro.

Nos Arquivos de Shatzkin, o consultor novaiorquino aborda os desafios e oportunidades apresentados pela nova era digital. O texto de sua coluna é publicado originalmente em seu blog, The Shatzkin Files [www.idealog.com/blog].

Iba terá serviço de assinatura de livros e revistas


Iba terá um ‘Netflix’ de revistas. A ideia é ampliar o serviço para e-books ainda nesse ano

O agradável Terraço Abril, no topo do prédio da editora Abril na Marginal Pinheiros, em São Paulo, serviu de cenário para um almoço com Ricardo Garrido, diretor de operações do Iba. Já de início, o assunto do dia: a vinda ou não da Barnes & Noble ao Brasil. “Isso de a B&N vir para o Brasil pelas mãos da Iba soa como música aos meus ouvidos, mas infelizmente, não é verdade”, afiança desmentindo os rumores que pairaram no ar na tarde da última quarta-feira.

Mas o almoço era mais para falar sobre os rumos do Iba e Ricardo conta que já no primeiro trimestre de 2014, o Iba promete colocar na praça um novo modelo de negócios. Vai vender assinatura de revista por assinatura. Não, não erramos ao repetir a palavra assinatura. É isso mesmo. “Essa é uma grande aposta do Iba para 2014. Vamos ter um ‘Netflix’ de revistas. O usuário paga um valor e poderá ler todas as revistas do nosso portfólio e, logo depois, queremos estender esse modelo de negócio aos livros também”, conta Garrido. Para isso, o Iba deve investir R$ 10 milhões em tecnologia ao longo de 2014.

Durante o almoço, Ricardo pega um de seus devices – à mesa, ele estava com um iPhone e um iPad – e diz orgulhoso: “Em média, temos 1.500 novos usuários por dia, mas ontem chegamos a 2.600”. Os números do Iba, a propósito são mesmo de deixar qualquer um retumbante de alegria. A plataforma fechou 2012 – ano de sua criação – com quase 315 mil usuários. Em 2013, um boom elevou esse número a 1,3 milhão. O crescimento de vendas também acompanhou a explosão e fechou 2013 com crescimento de 245% no número de itens vendidos em relação ao ano anterior.

O portfólio também se diversificou nesse período. Em 2012, estavam a venda 12 mil e-books. Esse número fermentou e chegou a 23 mil títulos em 2013. O mesmo aconteceu com as revistas. Se em 2012, o portfólio do Iba contava com apenas duas editoras (Mymag e Rickdan), em 2013, o número subiu para 21 editoras, 146 publicações (já contabilizadas 28 revistas da casa).

Ecossistema

O Iba quer ocupar novos espaços no mercado. “Uma das nossas grandes missões pro ano é ampliar a nossa participação no ecossistema”, aponta Garrido. O primeiro passo nesse sentido foi dado no apagar das luzes do ano passado, quando o Iba passou a ser responsável pela comercialização de e-books da varejista Extra.com. Foi ampliada a parceria com a Abril Educação para comercialização de didáticos. Além disso, o Iba fez parcerias com fabricantes de tablets que têm Android como sistema operacional e eles já saem de fábrica com os aplicativos do Iba instalados. Outro filão que o Iba pretende abocanhar em 2014 é o das vendas para o governo e já está em processo de qualificação junto ao FNDE.

Além disso, por meio de uma parceria com a distribuidora global de e-books OverDrive, o Iba já oferece 30 mil títulos em língua estrangeira. A meta para 2014 é chegar a 200 mil.

Engajamento

Do universo de 1,3 milhões de usuários, Ricardo estima que apenas 10% deles sejam realmente ativos, comprando e lendo pelos aplicativos do Iba. “Essa é uma métrica nova, ninguém nunca se preocupou em medir quantas pessoas entravam numa banca de revistas e folheava, sem comprar, uma revista”, pondera. Para isso, estão sendo pensadas ações para engajar os usuários do Iba. O primeiro passo foi a reestruturação completa dos 15 aplicativos Iba preparados para rodar nos mais diversos devices. “Remontamos completamente as nossas plataformas. Trocamos absolutamente todas as linhas de código dos nossos primeiros aplicativos feitos em 2012”, conta Garrido. Michelle Campos, gerente de marketing, que também participou do almoço, contou que a ideia é entrar com tudo com referências cruzadas para dinamizar e estimular a experiência de leitura pelo Iba. “Com isso, queremos aumentar a recorrência dos usuários, ampliar a escala e acelerar a curva de adoção”, explica Michelle.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 13/02/2014

2,5 mi de eBooks vendidos no Brasil em 2013


Por Carlo Carrenho | Publicado originalmente em Tipos Digitais | 13/02/2014

Desde janeiro de 2012, tenho tentado acompanhar o crescimento do mercado de e-books brasileiro. Baseado em números obtidos de players digitais que atuam no Brasil e extrapolando os mesmos, consegui criar estimativas para as vendas digitais mês a mês no Brasil. O gráfico abaixo reflete os resultados a que cheguei.

As vendas em dezembro de 2013 totalizaram aproximadamente 294 mil unidades de livros de digitais e as vendas de ebooks no ano passado somaram aproximadamente 2,53 milhões de unidades no Brasil.

Sem dúvida, as estimativas acima são bastante frágeis e são resultado de extrapolações bastante livres e com forte subjetividade. Mas ainda que sejam mais guesstimates que estimates, acredito que os números estejam bem próximos da realidade.

[As colunas vermelhas são os meses de chegada das empresas internacionais no Brasil. Clique no gráfico para melhor visualização]

Amantes de livros expõem suas viagens em vídeos na internet


Você abre um livro, se envolve com a história e depois que o fecha continua pensando nele. Então, precisa conversar com alguém sobre a leitura e até acha um ouvinte, mas o que gostaria de verdade era de encontrar outro leitor que compartilhe dos mesmos gostos. Agora, os amantes da literatura têm o seu espaço: o Youtube!

Vanessa Correa venceu a timidez para criar o canal “Moral da história”. Hoje, com 340 inscritos – quer dizer, 340 pessoas que assistem –, comentam e compartilham os vídeos onde a mestranda em biotecnologia opina sobre o que tem lido. “Os canais que resenhavam livros no Youtube chamaram minha atenção e me fizeram acessar o site com bastante frequência. Até que chegou a hora que também quis fazer meus vídeos”, explica a youtuber amazonense.

Fantasia é o gênero preferido de Vanessa. Entre os títulos que ela comenta no canal estão: “O chamado do cuco”, “Feita de fumaça e osso”, “Jogos Vorazes”, “Os Goonies” e outros. “Uma das intenções do canal também é falar dos autores amazonenses, como o Jan Santos. Uma das inspirações dele é o Tolkien, que é o meu escritor favorito. Acredito que o Jan tem potencial para fazer sucesso no Brasil e no mundo”, revela Vanessa.

Incentivo

Além de servir como um divulgador do trabalho dos escritores da terra, o canal de Vanessa incentiva os espectadores a ler e a produzir seus vídeos, como foi o caso do Luiz Filipi. “Gostei do que a Vanessa fez, comecei a acompanhar outros canais que falam de livros. O passo seguinte foi criar o ‘Entre linhas’”, explica o estudante de Economia.

“O circo mecânico”, “Psicose”, “Não conta lá em casa” são alguns livros que Luiz Filipi já resenhou. Segundo ele, o processo de gravação é simples. “Faço tudo sozinho. Posiciono a câmera na minha frente, ligo e começo a falar sobre o que é o livro e o que achei dele. Para não me perder, consulto um roteiro. Depois, basta editar e colocar no Youtube”. A única “vaidade” que ele tem antes de apertar o “rec” é fazer a barba. Já Vanessa diz que precisa de um pouco de maquiagem por causa da iluminação: “Se não usar, apareço muito pálida na imagem”.

Crie um canal

Os youtubers do Amazonas gostariam de ver mais produções de seus conterrâneos e enfatizam que todo mundo pode criar um canal gratuitamente. “A proposta é mostrar a crítica de um leitor, tanto que não somos profissionais do assunto, não estudamosLetras nem algo assim. É mesmo uma conversa entre leigos que têm a leitura como um hobby em comum”, esclarece Vanessa.

Além da participação dos internautas, o contato das editoras é outro reconhecimento do bom serviço que os youtubers prestam aos internautas. Enquanto Luiz Filipi foi selecionado para ser parceiro da Leya, editora dos livros de George R.R. Martin, Vanessa ganhou da editora Globo dois kits de “Lenny Cyrus, o supervírus”, de Joe Shreiber.

A Crítica | 13/02/14

A Jet eBooks faz parceria com a Editora FGV para venda de eBooks


Os programas de MBA da Fundação Getulio Vargas estão entre os melhores no ranking do MEC e são os preferidos pelos executivos do Brasil.

As prestigiadas séries das Publicações FGV Management, utilizadas como material didático nesses cursos, podem ser adquiridas não só por seus alunos, mas por muitos profissionais, gestores e estudantes interessados em administração de negócios.

A novidade é que a livraria digital brasileira Jet eBooks iniciou uma parceria com Editora FGV para a venda de suas publicações.

Com o acordo, a livraria Jet eBooks consolida-se como importante opção no mercado nacional, oferecendo milhares de títulos nas áreas de Administração e Negócios em seu catálogo.

As Séries CADEMP; Marketing; Direito do Estado e da Regulação; Gerenciamento de Projetos; Gestão de Pessoas; Gestão em Saúde; Gestão Estratégica e Econômica de Negócios; Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria e Gestão Empresarial, além de outros 300 títulos da Editora FGV já estão disponíveis em formato digital no site http://www.jetebooks.com.br.

Os livros digitais comercializados pela Jet eBooks podem ser lidos em qualquer dispositivo, como iPad, Tablets Android, eReaders, Computadores e Smartphones.

Adquirir as elogiadas Publicações da Editora FGV ficou ainda mais prático, fácil e acessível!

Sobre a Editora FGV | Desde 1945, a Editora FGV tem por missão divulgar obras das diversas áreas do conhecimento, sempre com a preocupação de contribuir para a melhoria do ensino e da educação no país, projetando a imagem da Fundação Getulio Vargas nos âmbitos nacional e internacional.

Sobre a Jet Soluções Educacionais | Empresa varejista de conteúdo digital voltado à Educação. Proprietária das marcas Jet eBooks – Livros Digitais e Jet Cursos – Educação Executiva Online.