Brasil já pode comercializar didáticos interativos pela loja virtual da Apple


Brasil e outros 50 países já podem comercializar didáticos interativos pela loja virtual da Apple

Em comunicado enviado pela Apple à imprensa na tarde de ontem, a companhia criada por Steve Jobs informou que o Brasil [e outros 50 países da América Latina, Ásia e Europa] está na linha de expansão da iBooks, a livraria digital da Apple. A partir de agora, editores e autores independentes poderão comercializar livros didáticos pela plataforma. Não só isso. A iBooks permite criar livros digitais dinâmicos, com gráficos interativos, diagramas com rotação em 3D, além de possibilitar a atualização de conteúdos a qualquer momento.

Ainda de acordo com o comunicado, existem hoje cerca de 25 mil títulos educacionais, incluindo alguns criados pelas universidades de Cambridge, Oxford e pela editora britânica Hodder Education. Nos EUA e no Reino Unido, os didáticos vendidos pela iBook já cobrem 100% do currículo escolar do ensino médio.

Para Eddy Cue, vice-presidente de Software e Serviços de Internet da Apple, o serviço, agora ampliado para outros países, pode dar início a uma revolução. “Os incríveis conteúdos e ferramentas disponíveis para iPad permitem que professores personalizem o aprendizado de uma forma como nunca foi vista antes. Não podíamos mais esperar para ver professores em mais países criando planos de aulas com livros didáticos interativos, aplicativos e conteúdo digitais dessa qualidade”, afirmou no comunicado.

Por Leonardo Neto | PublishNews | 23/01/2014

Nova versão de seu tablet educacional é lançado pela Intel


Intel Education Tablet

Intel Education Tablet

A nova versão do tablet educacional foi anunciada ontem no evento educacional Bett 2014, que ocorre em Londres. A configuração do novo dispositivo é interessante, mas os grandes destaques são os acessórios e o a suíte de software educacional.

O Intel Education Tablet aparece em duas configurações, a melhor delas tem os seguintes detalhes:

  • Android 4.2;
  • Tela de 10 polegadas (resolução não informada);
  • Intel Atom Z2520 com dois núcleos rodando no máximo a 1,2 GHz;
  • Memória RAM de 1 GB LPDDR2;
  • Armazenamento que varia de 8 GB até 32 GB;
  • Chip de segurança TPM;
  • Câmera frontal de 1,26 megapixels e traseira de 5 megapixels;
  • Rede sem fio 802.11 a/b/g/n com Bluetooth 2.1;
  • Micro USB, micro SD e micro HDMI.

3G e NFC são opcionais a esta configuração. O tablet é robustecido e suporta quedas de até 70 centímetros. Tem também proteção no padrão IP 52, que dá resistência a poeira e a água.

Entre os acessórios está uma lente de aumento que, em conjunto com um software, permite aumento de até 30 vezes. Uma caneta para operar a tela do tablet e um interessante sensor de temperatura que vai conectado na porta de som. Imagine uma criança experimentando medir a temperatura de uma reação química ou vendo detalhes de algum inseto. O ganho em experiência é sem dúvidas desejável, notavelmente porque é difícil prender a atenção dos jovens dado a quantidade de informação que temos disponível hoje.

O tablet vem recheado com aplicativos da suíte Intel education software, que incluem desde aplicativos para ensinar matemática até ferramentas de desenho e anotações. Por enquanto não há preço sugerido e nem informações se ele será comercializado por aqui.

Por Luiz Cruz | Publicado originalmente e clipado à partir de InfoExame | quinta-feira, 23 de janeiro de 2014