Nintendo pode estar trabalhando em tablet com características educacionais


Engenheiro de software da empresa afirmou que já estão sendo feitos testes com o ambiente de comunicação do aparelho que terá o Android como sistema-bas

Photo: VentureBeat

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Bastante criticada por alguns analistas de mercado pela maneira restritiva como trata suas propriedades intelectuais, a Nintendo pode estar prestes a entrar no mercado de tablets, seguindo termos bastante próprios. Segundo Nando Monterazo, engenheiro de software, a companhia está trabalhando em um dispositivo próprio baseado em Android que terá objetivos educacionais.

A revelação foi feita através do Twitter de Monterazo, no qual ele afirmou estar testando o ambiente de comunicação de games que crianças vão jogar no novo produto da empresa japonesa. Ou seja, em vez de apostar no lançamento de aplicativos para produtos já estabelecidos, a organização pretende lucrar tanto no hardware quanto através da venda de softwares proprietários — estratégia já utilizada com o Wii U e com o Nintendo 3DS.

Embora seja certo que a empresa está trabalhando nesse tablet, não há qualquer indício de sua data de lançamento, e tampouco há a confirmação de que ele realmente deve ser lançado algum dia. No entanto, caso isso aconteça, a Nintendo terá uma dura competição pela frente, especialmente quando se leva em consideração o fato de ela não estar acostumada com as regras que regem os games voltados para o mercado mobile.

Por Felipe Gugelmin | Publicado originalmente em Techmundo | em 20 de Novembro de 2013

Amazon traz loja de aplicativos ao Brasil


Um ano depois de colocar no ar sua livraria virtual, a Amazon traz para o Brasil sua loja de aplicativos para smartphones. Com 100 mil programas – dentre eles vários nacionais -, a Appstore entrou no ar hoje de madrugada para concorrer diretamente com a Google Play, loja para smartphones e tablets com o sistema operacional Android do Google. Isso porque a Appstore da Amazon pode ser usada nos dispositivos que usam Android. Basta instalá-la, da mesma forma como é feito com outros aplicativos. A ideia é aproveitar a crescente popularidade do Android para dar mais visibilidade à marca da varejista virtual no Brasil. Segundo a empresa de pesquisa Nielsen, de cada dez smartphones e tablets vendidos no país, nove têm o Android instalado. Assim como o Google, a Amazon recebe um percentual sobre os aplicativos comprados e também sobre os itens que são vendidos dentro desses programas, como assinaturas de serviços e acessórios em jogos.

Por Gustavo Brigatto | Valor Econômico | 20/11/2013