As plataformas de autopublicação deveriam censurar livros condenáveis?


Uma investigação do site britânico The Kernel afirmou que “centenas de e-books que celebram sexo explícito, incesto e ‘sexo forçado’ com garotas jovens” estão disponíveis para venda na Amazon. Os e-books são vendidos como edições Kindle. A polêmica afetou a Kobo também que, em resposta, tirou todos os livros autopublicados do site. Mas qual é a responsabilidade da Amazon pelo o que é vendido em seu site? Jack Rivlin, do Telegraph, argumenta que o problema não é a existência dos livros, é o fato de que a Amazon está ganhando com isso.

Por Dennis Abrams | Publishing Perspectives | 18/10/2013