Presidente da Barnes & Noble apresenta um ‘não plano’ para a empresa


Na primeira aparição pública desde que desistiu de comprar as lojas da rede Barnes & Noble, o presidente e fundador Len Riggio respondeu a perguntas sobre a estratégia da B&N face às perdas contínuas do Nook e de sua decisão de não comprar o lado varejista da B&N, na reunião anual dos acionários em Nova York. Mitch Klipper, chefe do varejo da B&N, contou ao Publishers Weekly que um site novo, mais competitivo e flexível, com nova tecnologia, será lançado em abril de 2014. Fora isso, nenhuma nova informação sobre a situação da empresa foi apresentada na reunião. O diretor financeiro Allen Lindstrom e o CEO da divisão do Nook Michael Huseby insistiram que o prejuízo do Nook foi causado por uma previsão excessivamente otimista de vendas de final de ano. Riggio comentou que está aberto a todas as opções: “estamos de olho em todas as saídas. Como iremos proceder depende das oportunidades que vamos encontrar”.

Por Calvin Reid | Publishers Weekly | 10/09/2013

ABDL aciona CONAR contra propaganda da VIVO


Campanha sobre a internet fixa da operadora mostra livros como assentos de cadeiras

Família Pereira protagoniza campanha

Família Pereira protagoniza campanha

O Conar [Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária] determinou por unanimidade a alteração do anúncio “Vivo-Internet Fixa”, criado pela DPZ. A instituição acatou o pedido da ABDL – Associação Brasileira de Difusão do Livro.

No filme, um pai traz três livros para o filho mais novo e sugere que ele os use como assento na cadeira que utiliza para manusear o computador. Segundo a ABDL, a ação indica que os livros serão somente utilizados como apoios, em detrimento do cérebro. Também reinvindica que de acordo com a propaganda, os livros fazem parte do passado.

“O menosprezo aos livros traduzidos na propaganda, além ferir as normas constitucionais dispostas, ferem a Declaração Universal dos Direito Humanos, a qual o Brasil é signatário”, defende o advogado da Entidade, Dr. Martim Sampaio.

A decisão pela alteração foi baseada nos artigos *37 e *50 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que discorrem sobre os anúncios dirigidos à criança e ao jovem, evidenciando o respeito à ingenuidade e a credulidade, a inexperiência e o sentimento de lealdade dos menores.

Publicado originalmente em Meio & Mensagem | 10 de Setembro de 2013, às 16:13

Estante Virtual tem o maior acervo em língua portuguesa do mundo


Criado há oito anos, site reúne 11 milhões de livros e 1.300 sebos em todo o Brasil

2013091012331287-1220118820A ideia de associar livros e internet pode resultar, quase sempre, na comercialização de e-books ou de ferramentas que contribuam para a popularização dos conteúdos digitais do mercado editorial. A Estante Virtual chegou ao mercado, oito anos atrás, com uma estratégia que une o tradicional e o digital na venda de livros no Brasil: usa os benefícios proporcionados pela web e mantém a tradição dos volumes em formato tradicional, conectando os apaixonados por literatura e os sebos de todo o país.

Atualmente, o site reúne mais de 1.300 sebos e livreiros que disponibilizam cerca de 11 milhões de exemplares e 1 milhão de títulos entre novos, seminovos e usados. Os números dão à Estante o título de maior acervo de língua portuguesa do mundo. “Nossa diversidade é a maior do mercado. E o grande público quer um universo de escolhas de leitura muito mais amplo que apenas os mais vendidos e os últimos lançamentos presentes nas livrarias convencionais”, afirma André Garcia, CEO e criador da Estante Virtual.

Nas buscas realizadas pelo site, é possível encontrar raridades como a curiosa 1ª edição de O Senhor dos Anéis, publicada em seis volumes, e não nos três habituais; e também Capitães de Areia, um dos campeões de venda. Além dessas publicações, quem se aventura em uma busca pelo extenso acervo da Estante Virtual encontra outra grata surpresa: os livros disponibilizados são vendidos, em média, 52% mais baratos do que nas livrarias tradicionais.

Os livreiros interessados em fazer parte da Estante Virtual preenchem um formulário no site e recebem um contato da área comercial. A partir daí, a equipe da Estante Virtual indica ao proprietário do sebo os planos que mais se encaixam no perfil de cada negócio. Com o acordo fechado, o livreiro cadastra os títulos disponíveis para venda. Quando a operação é concretizada, a Estante recebe 6% do valor da transação comercial, calculado apenas sobre o preço do livro.

À disposição deles, está o enorme sucesso que a Estante faz com o público. Só em agosto foram 11 mil livros vendidos, um recorde para a empresa, que registra cerca de 20 buscas por segundo. Para todos, público e mercado, uma enorme diversidade de livros, possibilitada pela grande rede de livreiros e pelas facilidades da internet.

PublishNews | 10/09/2013