Biblioteca do Vaticano é aberta a internautas


O Vaticano colocou nesta quarta-feira à disposição dos internautas os primeiros 256 manuscritos da Biblioteca dos Papas, graças a um projeto que pretende disponibilizar na internet mais de 80 mil documentos.

Até agora, os manuscritos tinham permanecido fechados na Biblioteca do Vaticano protegidos por rígidas medidas de segurança e conservação e só podiam ser consultados por 250 especialistas, informou nesta quinta-feira [31] o jornal “Il Corriere della Sera”.

O projeto pretende pôr à disposição de qualquer pessoa as páginas destes documentos, que serão digitalizados com o uso de uma tecnologia da Nasa, empregada para conservar as imagens de suas missões espaciais.

Um dos objetivos com a digitalização é evitar a deterioração dos manuscritos devido à prolongada consulta direta dos especialistas.

O projeto nasceu de um acordo entre a Biblioteca do Vaticano e a Biblioteca Bodleiana de Oxford, feito em abril de 2012, para disponibilizar seus textos na internet com consulta gratuita.

Os documentos incluem obras de Homero, Platão, Sófocles, Hipócrates, manuscritos judaicos e alguns dos primeiros livros italianos impressos durante o Renascimento.

A Biblioteca do Vaticano foi criada por volta do ano 1450 pelo papa Nicolás 5º, nos fundos de sua própria biblioteca pessoal.

Entre suas joias estão o “Codex Vaticanus”, um dos mais antigos manuscritos da Bíblia grega que se tem notícia.

Para acessar a biblioteca, vá em www.vaticanlibrary.va.

DA EFE, NA CIDADE DO VATICANO | 31/01/2013, às 16h55 | Clipado de TEC, Folha de S.Paulo

“No Brasil, livro é produto de elite”, diz entusiasta dos eBooks


Campus Party proporciona discussão sobre futuro do mercado editorial e como o digital se adapta a isso

Foto: Leonardo Pereira Olhar Digital

Foto: Leonardo Pereira Olhar Digital

A Campus Party criou uma situação curiosa ao promover um debate sobre livros digitais no palco que leva o nome de Johannes Gutenberg. Foi ele o inventor da impressão por tipos móveis, que possibilitou o desenvolvimento da imprensa e revolucionou o setor editorial no mundo. Nesta quarta-feira, 30, ao comentar a coincidência, o consultor editorial Carlo Carrenho, do Publishnews, disse que ela é mais do que oportuna, pois o alemão promoveu um momento de ruptura na história da humanidade – basicamente o que acontece hoje em relação ao mercado editorial.

Assim como a invenção de Gutenberg, o livro digital leva informação a quem tem dificuldade de obtê-la. Antes dos tipos [basicamente carimbos em formato de letras], a cultura escrita era extremamente restrita, mas passou a se abrir porque a reprodução foi facilitada; com os e-books é a mesma coisa: o consumidor não precisa esperar que a obra recém-lançada chegue à livraria mais próxima. Porque ele nem precisa da livraria.

Este cenário, obviamente, incomoda livrarias, distribuidoras e transportadoras, que veem uma clara ameaça aos negócios. “Nenhum dos principais players do mercado ganha dinheiro com livro digital, pelo contrário, tem muita gente perdendo”, disse Sergio Herz, CEO da Livraria Cultura, em que 3% das vendas de livros já correspondem a obras em formato digital.

Segundo Hubert Alquéres, vice-presidente de Comunicações da Câmara Brasileira do Livro [CBL], todos os envolvidos no setor editorial estão focados no digital, ainda mais depois da chegada de Amazon e Google e do lançamento do Kobo pela Livraria Cultura. “Se o Brasil estava ainda muito cauteloso de entrar nesse mundo, percebe-se que agora é um caminho sem volta.

Democratização da leitura

Os dados mais recentes da CBL dizem que o preço médio do livro no Brasil é de R$ 10 – em 2011, quando foram vendidos 470 milhões de exemplares, o mercado faturou R$ 4,8 bilhões. Sergio, então, fez as contas: um tablet bem básico pode ser comprado por R$ 400, portanto, 40 obras já valeriam o investimento. O problema, comentou, começa na questão da durabilidade: “O tablet, na mão do aluno, dura seis meses. O livro impresso dura dez.

Além disso, a banda larga brasileira não é das melhores e a penetração é muito baixa, sem contar o fato de que a parcela da população com acesso doméstico ao computador ainda é baixa. Mas nada disso convenceu Roberto Bahiense, diretor de Relações Institucionais do Grupo Gol.

Livro no Brasil é produto de elite. Há em Buenos Aires [Argentina] mais livrarias do que no Brasil inteiro, e sabe quanto vai custar um device daqui a alguns anos? R$ 100”, disse ele, lembrando que embora grupos como o comandado por Sergio façam “esforços legítimos” em prol da difusão da leitura, o ideal é o digital, que por não ter empecilhos físicos teoricamente chega a todos os cantos. “Vivemos um divisor de águas, estamos diante de um fato novo, inegociável.”

A briga do device

Há dois anos, antes que os gigantes olhassem para cá, a Vivo e o Grupo Gol lançaram a Nuvem de Livros, que disponibiliza obras a clientes da operadora por uma assinatura semanal. O modelo dispensa o uso de um Kobo ou Kindle e Roberto garante que o brasileiro pulará uma etapa ao adquirir o tablet, ao invés do e-reader, outra hipótese que desagrada livrarias.

Sergio, da Cultura, afirmou que aparelhos como iPad dificultam a concentração, deixam a leitura mais lenta e comprometem a absorção do conteúdo. Por outro lado, Roberto atacou que os e-readers servem, na realidade, para fidelizar o consumidor e fazer com que ele compre produtos ou serviços mais caros futuramente. A Amazon, por exemplo, poderia usar o cadastro de quem adquiriu livros para oferecer televisores.

Com o tablet você baixa o formato que quiser e pode comprar obras interativas, vídeos, jogos e outros tipos de aplicativos. “Para o brasileiro que lê dois livros por ano não faz sentido ter um leitor digital”, disse Carlo, do Publishnews. Mas um aparelho específico pode ajudar a prender o cliente por limitar os formatos de arquivo que podem ser lidos ali, criando um cenário parecido com o que instituiu o iTunes quando o MP3 foi popularizado.

Quando a Apple fez com que a música digital caísse no gosto das pessoas, a indústria fonográfica levou uma chacoalhada. As primeiras a sentirem o impacto foram as empresas maiores, o que deve ocorrer com o mercado editorial. Se o brasileiro pular direto para o tablet, não há como força-lo a comprar de uma loja específica.

Impresso tem futuro?

O livro impresso ainda vai durar um tempo; alguns tipos, como os de arte, existirão sempre – por outro lado, os digitais vão tomar cada vez mais espaço”, opinou Carlo.

Para ele, as editoras não serão impactadas, desde que façam apenas seu serviço original. ”O que acontece é que muitas editoras viraram distribuidoras, e como a ruptura é na distribuição, essa editora está com problema, porque o autor agora publica direto, sem passar por ninguém. As editoras que souberem fazer a transição estão salvas.

Hubert, da CBL, acredita que no futuro o mercado será reorganizado de forma que existam grandes empresas de conteúdo – “se vai ser para impresso ou digital, não importa”. O papel deve continuar forte, mas sem ser o principal meio de consumo; tanto que até o governo, principal comprador de livros do país, já está migrando para o digital [saiba mais aqui]. Segundo ele, como o brasileiro tende a se apegar rapidamente a novas tecnologias – como aconteceu com celular ou as eleições, hoje totalmente eletrônicas -, o e-book deve se consolidar rapidamente.

Mais leitores

Pesquisas dizem que pessoas que compraram e-readers ou passaram a consumir obras em formato digital começaram a ler mais por causa disso. Outras afirmam que quem não era leitor, se tornou um. Nada disso, porém, garante que essa novidade pode fazer com que o brasileiro leia mais.

Há, de acordo com Carlo, um fator determinante: a cultura. E ela só mudaria em corrente. “O que é mais determinante para criar um leitor é pai e mãe”, ressaltou. “Ter pais que leem forma leitores.

Por Leonardo Pereira | Olhar Digital | 30 de Janeiro de 2013 | 20:25h

Biblioteca do Vaticano libera manuscritos na internet


O Vaticano colocou nesta quarta-feira à disposição dos internautas os primeiros 256 manuscritos da Biblioteca dos Papas, graças a um projeto que pretende disponibilizar na internet mais de oitenta mil documentos. Até agora, os manuscritos tinham permanecido fechados na Biblioteca do Vaticano protegidos por rígidas medidas de segurança e conservação e só podiam ser consultados por 250 especialistas, informou hoje o jornal Corriere della Sera.

O projeto pretende pôr à disposição de qualquer pessoa as páginas destes documentos, que serão digitalizados com o uso de uma tecnologia da Nasa, empregada para conservar as imagens de suas missões espaciais. Um dos objetivos com a digitalização é evitar a deterioração dos manuscritos devido à prolongada consulta direta dos especialistas.

O projeto nasceu de um acordo entre a Biblioteca do Vaticano e a Biblioteca Bodleiana de Oxford, feito em abril de 2012, para disponibilizar seus textos na internet com consulta gratuita. Os documentos incluem obras de Homero, Platão, Sófocles, Hipócrates, manuscritos judaicos e alguns dos primeiros livros italianos impressos durante o Renascimento.

A Biblioteca do Vaticano foi criada por volta do ano 1450 pelo papa Nicolás V, nos fundos de sua própria biblioteca pessoal. Entre suas joias estão o “Codex Vaticanus”, um dos mais antigos manuscritos da Bíblia grega que se tem notícia.

Terra | 30/01/13

Menos de 40% dos leitores de eBooks nos EUA são homens


Pesquisa também revela que os livros eletrônicos são mais populares entre pessoas consideradas jovens, abaixo dos 45 anos

Um novo estudo feito pela equipe da Random House sobre leitura de e-books nos EUA acaba de ser divulgado. As informações são do blog The Digital Reader.

A partir de relatórios de empresas como Pew, Bowker e Forrester, o site tentou entender quem são os consumidores de e-books e quais são seus hábitos de leitura. O resultado está no infográfico abaixo:

Who Reads eBooks?

Publicado originalmente em IDG NOW | 29 de janeiro de 2013, às 12h00

O preço dos exclusivos digitais


Das 388 pessoas que compraram “e-Quintana” desde 20 de novembro, quando o livro saiu pelo selo digital Foglio, da Objetiva, quase três quartos o fizeram na última semana pela Amazon. Vendido só como e-book, o volume de poemas de Mário Quintana pulou para o topo da lista de mais vendidos da Amazon após o site indicá-lo num de seus boletins informativos via e-mail a clientes, no domingo. Foram 278 unidades até ontem, média de 56 por dia. O preço baixo [R$ 4,75] ajudou.

Outras editoras também vêm investindo em títulos só para o digital, com menos texto e mais baratos. A Companhia das Letras lançou ontem “Discursos de Lincoln”, a R$ 1,99, e começa a publicar em fevereiro, pelo selo Paralela, “Porque Você É Minha”, de Beth Key, em oito partes [R$ 2,99 cada uma]. A Globo vem oferecendo contos de Monteiro Lobato a R$ 1,99.

Por Raquel Cozer | Folha de S. Paulo | 26/01/2013

Empréstimo de livros digitais opõe bibliotecas e editoras


As primeiras querem oferecer e-books para seus leitores, mas enfrentam resistência das segundas.

Em meio à tendência de revitalização de bibliotecas e sua adequação às novas demandas dos leitores, muitas passaram a adquirir dispositivos [como Kindle] e livros digitais [e-books].

Na Biblioteca de São Paulo [zona Norte da cidade], por exemplo, Kindles estão disponíveis para os usuários, mas só podem ser usados dentro da própria biblioteca.

Nos EUA e em países da Europa e da Oceania, já existem empresas como a Public Library Online, que prestam serviço a bibliotecas, disponibilizando acervo digital para os usuários destas.

Com isso, usuários das bibliotecas que adquirem o serviço podem emprestar livros digitais pela internet, baixando-os para lê-los em seus próprios dispositivos eletrônicos.

Nesse modelo, o livro só pode ser baixado por um aparelho de cada vez e, passado o prazo de validade do aluguel, o arquivo se fecha.

Ainda assim, a questão envolve uma polêmica a respeito de direitos autorais das obras emprestadas online e coloca bibliotecas e editoras de livros em campos opostos nos EUA.

Em seu relatório mais recente, a Associação de Bibliotecas da América [ALA, na sigla em inglês] diz que “o crescimento dos e-books estimulou a demanda, mas as bibliotecas têm acesso limitado a eles por causa de restrições das editoras”.

Limitações

O relatório diz que grandes editoras, como Macmillan, Simon and Schuster e Hachette, têm se recusado a fornecer livros digitais às bibliotecas.

A editora Harper Collins, por sua vez, limita a 26 o número de vezes que um livro digital pode ser emprestado [ou baixado] pela biblioteca que o adquirir. E a editora Random House aumentou o preço dos e-books vendidos às bibliotecas, também segundo o relatório.

Em um momento de duras restrições orçamentárias, aumentos nos preços impedem na prática o acesso de muitas bibliotecas [ao e-book]“, diz o texto.

As editoras, por sua vez, dizem estar defendendo os direitos dos autores e argumentam que os limites de acesso levam em conta a vida útil que um livro em papel teria.

Maureen Sullivan, presidente da ALA, disse à BBC Brasil que há conversas com as editoras para chegar a um acordo e que algumas bibliotecas estão testando modelos alternativos.

Um exemplo ocorre no condado de Douglas, no Estado americano do Colorado, onde as bibliotecas firmaram contrato diretamente com as editoras, evitando as distribuidoras de livros e passando a ser donas dos arquivos dos e-books.

Segundo Sullivan, o setor bibliotecário está disposto a aceitar limites de downloads como os impostos pela Harper Collins, “desde que o preço seja razoável“.

No Brasil, onde o acervo nacional em e-books é menor, ainda não há portais como a Public Library Online provendo serviço de empréstimo às bibliotecas nem conversas avançadas entre o setor e as editoras, segundo Adriana Ferrari, coordenadora da unidade de bibliotecas da Secretaria da Cultura paulista.

O Estado de S. Paulo | 25 de janeiro de 2013, às 9h 33 | BBC Brasil – Todos os direitos reservados.

Workshop Produção de eBooks com inscrições abertas


Aulas ocorrerão no Rio de Janeiro e em São Paulo

Estão abertas as inscrições para as novas turmas do Workshop Produção de e-books em ePub, produzido pela Simplíssimo, no Rio de Janeiro, nos dias 4 e 5/03, e em São Paulo, nos dias 7 e 8/03. Dedicado a designers e profissionais do mercado editorial, o curso funciona em formato de laboratório, no qual os participantes levam seus notebooks e aprendem a fazer e-books de modo prático. Ministrado por José Fernando Tavares, sócio e diretor técnico da Simplíssimo, o Workshop ensina técnicas para a produção profissional de e-books em formato ePub, ensinando como produzir a partir do InDesign, além de dicas e truques para otimizar a produção. Inscrições podem ser feitas pelo email sac@simplissimo.com.br ou pelo site da Simplíssimo.

PublishNews | 24/01/2013

Biblioteca dos EUA vai arquivar tuítes de cidadãos


Biblioteca dos EUA vai arquivar tuítes de cidadãos

Biblioteca dos EUA vai arquivar tuítes de cidadãos

São Paulo | A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos anunciou que irá arquivar todos as mensagens enviadas pelos usuários americanos ao Twitter.

Uma das missões de nossa instituição é unir elementos que contam a história dos Estados Unidos. Portanto, essas mensagens possuem valor para pesquisa”, afirmou o diretor de comunicação da Biblioteca, Gayle Osterberg.

Localizada em Washington, a Biblioteca do Congresso abriga milhares de livros e documentos relacionados à história do país.

O acordo entre a instituição e o Twitter foi assinado em 2010 e permite o acesso a todo o arquivo do Twitter desde 2006.

Por Vinicius Aguiari | INFO Online | 22/01/2013, às 11h00

Os autores e os ambientes digitais | Como publicar no formato digital


Os Autores e os Ambientes Digitais: Como publicar no formato digital

Muito se tem falado sobre  tablets, e-readers, smartphones, aplicativos e plataformas de livros digitais, mas esses termos parecem estar distantes do alcance do autor. Pensando em desmistificar esse assunto aparentemente complicado, será ministrado, durante o “13º Encontro de Férias HUB/SBS | Tecnologia e Educação: desconstruindo mitos e receios“, o workshop OS AUTORES e OS AMBIENTES DIGITAIS: Como publicar no formato digital. O workshop especialmente criado para escritores que desejam saber mais desse novo meio de edição abordará a produção, a comercialização, os direitos autorais e outros temas ligados ao universo digital.

O workshop OS AUTORES e OS AMBIENTES DIGITAIS: Como publicar no formato digital será ministrado pelo editor Ednei Procópio, que é especialista em eBooks e autor de livros sobre o tema. Mantém o Blog eBook Reader [www.ebookreader.com.br]. É membro da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro [CBL] e CEO da startup Livrus Negócios Editorais, uma empresa especializada e com o objetivo levar autores e obras para a Era Digital.

ANOTE NA SUA AGENDA

Workshop: Os Autores e os ambientes Digitais: Como publicar no formato digital
Quando: 17 de janeiro, quinta-feira, às 14h
Onde: Instituto Cervantes
Avenida Paulista, 2.439 | Metrô Consolação
Inscrições gratuitas

Por que a descoberta dos livros online não funciona


E-reader in stack of books isolated on white background. Photo by Shutterstock

E-reader in stack of books isolated on white background. Photo by Shutterstock

ma nova pesquisa mostra que compradores frequentes visitam sites como Pinterest e Goodreads regularmente, mas essas visitas não levam à compra de livros. 61% das compras de livros por compradores frequentes acontecem online, mas somente 7% desses compradores disseram ter descoberto o livro online, enquanto lojas físicas de livros representam 39% das unidades vendidas e 20% da descoberta.

As estatísticas são de Peter Hildick-Smith, fundador e CEO do Codex Group. Ele afirma que descoberta e disponibilidade estão sendo dissociadas online. Em outras palavras, o leitor compra o livro após ter tido informações sobre ele em outro sítio. “Tem algo realmente, cronicamente, em falta na descoberta do varejo online”, disse Hildick-Smith. “Varejo em lojas físicas funciona se você o protege. (…) Produtores de vídeos o fazem [protegem cinemas]. Eu acho que editoras não estão fazendo o suficiente para ajudar as livrarias”.

Por Laura Hazard Owen | Paid Content | 17/01/2013

4º Congresso Internacional CBL do Livro Digital


Congresso CBL Internacional do Livro DigitalInscreva seu trabalho científico e acadêmico no 4º Congresso Internacional CBL do Livro Digital!

Os trabalhos devem focar o tema central do Congresso deste ano: O Livro Além do Livro. Os três primeiros colocados receberão fast track para publicação na REGE – Revista de Gestão da USP, além da premiação em dinheiro:

1º lugar: R$ 1500 [mil e quinhentos reais]
2º lugar: R$ 1000 [mil reais]
3º lugar: R$ 500 [quinhentos reais]

O primeiro colocado apresentará o trabalho vencedor em plenária, no Congresso. Inscrições até 12/04 sexta-feira, pelo site www.congressodolivrodigital.com.br. Conheça o regulamento completo clicando aqui.

Vendas aumentam no primeiro Natal digital


Resultado do final do ano sugere que o livro eletrônico deixa de ter valor simbólico nas contas de livrarias e editoras

Foi um longo período de preparação e especulação até que as empresas de tecnologia Amazon, Kobo e Google entrassem no mercado de livros do País. Mais desconhecida dos brasileiros, a Kobo fez uma parceria com a Livraria Cultura e foi a primeira. Momentos depois da festa de lançamento, em 5 de dezembro, a loja do Google entrava no ar. E minutos depois disso, a Amazon completava o novo cenário digital. Esse lançamento tardio não atrapalhou o que se esperava ser o primeiro Natal digital do Brasil.

A venda dos e-books distribuídos pela DLD cresceu exatamente dez vezes de dezembro de 2011 a dezembro de 2012. O crescimento de novembro para dezembro foi de 110%, fruto da entrada em operação da Amazon e do Google ao longo de dezembro“, analisa Roberto Feith, diretor da Objetiva e presidente do conselho da DLD, distribuidora de livros digitais que reúne editoras como a própria Objetiva, Record e Novo Conceito, entre outras.

Para Feith, os e-books deixaram de ter um peso simbólico nas contas das editoras. Só a DLD vendeu 50 mil unidades em dezembro. Ele espera um crescimento contínuo em 2013, mas não na velocidade observada neste final de ano [1000%]. Os índices devem ficar entre 200% e 300%. Isso, claro, dependendo da compra de e-readers pelos brasileiros.

Na Companhia das Letras, as cifras também foram comemoradas. Fabio Uehara, coordenador de Negócios Digitais, não acredita exatamente em um Natal digital, mas diz que dezembro, sim, foi um mês digital. Nesse período, a editora vendeu 400% mais e-books do que tinha vendido em dezembro de 2011. O crescimento anual também foi de 400%, e se somarmos as vendas de novembro e dezembro de 2012, ultrapasse-se com folga o total de e-books comercializados em todo o ano de 2011. As vendas no dia 26 de dezembro foram 20% maiores do que a média do mês. Segundo Uehara, elas flutuam muito, e ainda não dá para dizer se esse aumento tem a ver com o fato de as pessoas terem ganhado e-readers e tablets neste Natal.

Mas a Saraiva vendeu mais tablets neste fim de ano. “É um mercado fabuloso no momento. Foi neste Natal que comprovamos a força dessa categoria“, diz Frederico Indiani, diretor comercial da maior rede de livrarias do País. A empresa não fala em números nem em porcentual de crescimento. Diz apenas que foi um aumento de dois dígitos na venda dos aparelhos. Smartphones também têm um papel fundamental. “Foi uma outra categoria que vimos ascender neste final de ano. Tem bastante gente lendo em celular e o aplicativo de leitura da Saraiva tem mais de 1,2 milhão de usuários ativos“, conta.

Já na área de e-books, o crescimento foi de “três robustos dígitos, com curvas ascendentes verticais“.

O Natal foi um espetáculo, sem comparação com o de 2011. Os números mostram que há um caminho interessante pela frente a percorrer. É um mercado em franca descoberta e teremos muitas alegrias ainda“, diz Indiani. Hoje, em volume de vendas, o digital representa a 13.ª loja da rede. Em dezembro de 2011, ocupava a 64.ª posição. Cresce no digital, mas sem esquecer as lojas físicas. Com 102 livrarias espalhadas pelo Brasil, inaugura, em março, uma em Londrina e outra em abril, em Niterói.

Na Livraria Cultura, o crescimento também foi expressivo. Vendeu 250% mais e-books em dezembro de 2012 do que no mesmo período do ano anterior. Se o e-reader Kobo tivesse chegado um pouco antes, talvez os índices fossem ainda melhores. A primeira leva do leitor digital já está acabando, e outras remessas chegam para manter a Cultura na disputa com a Amazon.

Entre as editoras, a Zahar é pioneira na venda de e-books no País. Mariana Zahar, diretora executiva da casa carioca, conta que comparando a média do ano, dezembro foi muito bom. Só na Saraiva, vendeu 80% mais. “Mas o resultado da Amazon foi bastante animador e surpreendeu positivamente. Vendeu superbem, já com números muito mais significativos. E vendemos muito todos os livros. Giramos o catálogo, o que era uma preocupação nossa“, diz. Para a editora, a Amazon já tinha uma base de leitores Kindle no Brasil, o que pode ter ajudado a impulsionar os números.

MARIA FERNANDA RODRIGUES | O Estado de S.Paulo | 09 de janeiro de 2013, às 2h08

Harvard lança série de livros eletrônicos


your-brain-on-yogaO setor de publicações da Escola de Medicina Harvard lançou uma série de livros eletrônicos curtos e originais sobre trabalho, ioga e educação de crianças, entre outros temas. São oito livros que integram uma nova série [“Guia da Escola de Medicina Harvard”], distribuídos pela editora digital RosettaBooks e vendidos por US$ 5,99 cada um. Os títulos, já à venda na Amazon, na Apple, na Kobo e na Barnes & Noble, incluem “Your Brain on Yoga” [seu cérebro na ioga, em tradução livre], “Taming Your Child’s Temper Tantrums” [domando os ataques de raiva de seu filho] e “Sucessful Sleep Strategies for Women” [estratégias de sono bem-sucedidas para mulheres]. Essa é a primeira incursão da universidade na publicação de livros eletrônicos originais.

Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. | Com agências internacionais | Valor Econômico – 08/01/2013

Biblioteca Central da Ufam, no AM, disponibiliza cerca de 3,5 mil eBooks


Conteúdo pode ser acessado de qualquer lugar dentro da instituição.
Livros de Arquitetura, Design, Economia e outros podem ser visualizados.

Acesso pode ser feito a partir de qualquer computador da instituição | Foto: Carlos Eduardo Matos/G1 AM

Acesso pode ser feito a partir de qualquer computador da instituição | Foto: Carlos Eduardo Matos/G1 AM

O acervo da Biblioteca Central da Universidade Federal do Amazonas [Ufam] disponibiliza cerca de 3.500 e-books, conhecidos como livros eletrônicos, cujo acesso pode ser feito a partir de qualquer computador da instituição.

Segundo a diretora do Sistema de Bibliotecas da Universidade, Siméia Ale, a medida é um ganho no que se refere ao espaço físico das bibliotecas da instituição e representa um reforço no quantitativo já disponibilizado materialmente. “Uma característica importante dos e-books adquiridos é que podemos atualizar o acervo constantemente. O conteúdo é permanente, pode ser acessado de qualquer lugar dentro da instituição, sem a necessidade de registro do aluno. Além disso, é possível baixar os arquivos integral ou parcialmente“, explicou.

A comunidade universitária pode visualizar conteúdos das áreas de Arquitetura, Artes e Design, Ciências do Comportamento, Ciências Biomédicas e Biologia, Economia e Negócios, Química e Ciência dos Materiais, Ciências da Computação e Ciências Ambientais e da Terra, através do endereço ufam.dotlib.com.br.

De acordo com Siméia Ale, há também títulos nas áreas de Engenharia, Humanidades, Ciências Sociais e Direito, Matemática e Estatística, Medicina, Física e Astronomia, Computação Profissional e Webdesign.

A previsão é de que já nos próximos meses outros livros sejam adquiridos por meio de assinaturas junto às empresas que atuam no ramo da edição de conteúdo eletrônico. “A aquisição dos e-books partiu da necessidade em dispinibilizarmos novas modalidades de consulta para a comunidade universitária. A ideia é promover o sistema e torná-lo tao efetivo quanto a estrutura física“, completou a diretora.

Portal G1 | Do G1 AM | 05/01/2013, às 12h25

Dezembro digital


A Companhia das Letras vendeu 400% mais e-books em dezembro de 2012 do que em dezembro de 2011. 400% é o que também representa o crescimento das vendas de um ano para outro. Os meses de novembro e dezembro foram os melhores: somando as vendas, ultrapassa-se com folga o total de e-books vendidos durante todo 2011. Os campeões foram Toda Sua, o pornô de Sylvia Day, e a biografia de Steve Jobs, de Walter Isaacson, que já tinha sido o best-seller do ano anterior.

Na Livraria Cultura, o crescimento também foi expressivo. Comparando dezembro de 2012 com o de 2011, a rede vendeu 250% mais e-books. Se o e-reader Kobo tivesse chegado um pouco antes, talvez os índices fossem ainda melhores. A primeira leva do leitor digital já está acabando, e outras remessas chegam para manter a Cultura na disputa com a Amazon.

O Estado de S. Paulo | 05/01/2013

USP negociará com revistas científicas acesso aberto às suas pesquisas


Artigos que descrevem os estudos dos cientistas da Universidade de São Paulo serão publicados em biblioteca digital

'Quanto maior a presença da internet, maior a visibilidade', diz diretora das bibliotecas da USP | Foto: André Lessa/Estadão

‘Quanto maior a presença da internet, maior a visibilidade’, diz diretora das bibliotecas da USP | Foto: André Lessa/Estadão

Pesquisadores da Universidade de São Paulo [USP] que publicam artigos em revistas científicas devem passar a negociar com as editoras contratos que permitam que o material fique disponível gratuitamente em uma página da instituição. Hoje, muitas vezes instituições públicas financiam pesquisas e, quando os resultados são publicados, as próprias universidades têm de pagar para acessá-los.

A determinação do reitor João Grandino Rodas foi oficializada com a resolução n.º 6.444, publicada em 22 de outubro. As pesquisas serão publicadas na Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP [BDPI], recém-inaugurada [www.producao.usp.br]. A iniciativa faz parte de um movimento global pelo acesso aberto à ciência. Unesp e Unicamp planejam estratégia semelhante e outras, como a Universidade de Brasília [UnB] e as federais de Santa Catarina [UFSC] e do Rio Grande do Sul [UFRGS], já têm seus repositórios, como são chamadas essas bibliotecas online.

Segundo a diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP [Sibi], Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, a decisão já vinha sendo discutida havia alguns anos. “Dessa forma, a USP dá um retorno maior, trazendo para a sociedade o que ela investiu e, ao mesmo tempo, aumentando a visibilidade do que é produzido.”

Tudo o que é publicado na nova biblioteca digital, que já tem 30 mil registros, aparece no Google Acadêmico. “Quanto maior a presença na internet, maior a visibilidade da universidade e sua posição nos rankings. Com tanta tecnologia, há rankings que medem a presença dos estudos nas redes sociais, por exemplo“, diz Sueli. Entra na BDPI toda a produção acadêmica, exceto teses e dissertações, que já vinham sendo publicadas em acesso aberto em teses.usp.br.

O Instituto Brasileiro de Informação de Ciência e Tecnologia [IBICT] tem projeto para fornecer kits tecnológicos para universidades desenvolverem suas bibliotecas digitais. A USP foi uma das contempladas. Em três anos, foram implementados 39 repositórios institucionais. “Nossa ideia é estender essa ação para todas as universidades brasileiras“, diz Bianca Amaro, coordenadora do Laboratório de Tecnologia da Informação do IBICT.

Unesp e Unicamp começam o processo de abrir o acesso às suas pesquisas em projeto com a USP e com a Fapesp. A meta é que a publicação comece em 2014. “Temos responsabilidade de liderar esse movimento no Brasil“, diz o pró-reitor de Pesquisa da Unicamp, Ronaldo Aloise Pilli. “Pretendemos que gradativamente essa cultura se implemente e, quando o pesquisador for escolher uma revista, a recomendação seria optar por aquela que permita o acesso aberto.

Pilli pondera que os cientistas não deixarão de publicar em revistas importantes, caso não deem acesso aberto, “para que algo maior não seja sacrificado“.

Segundo Flávia Maria Bastos, coordenadora-geral das bibliotecas da Unesp, a instituição já começou o levantamento dos trabalhos científicos produzidos a partir de 2010 para a publicação em livre acesso. Ela observa que, na situação atual, “a universidade não tem direito de armazenar sua própria produção científica e depende da autorização das editoras para dar visibilidade à sua produção“.

A pesquisadora Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência [SBPC], observa que a pressão pelo acesso livre não deve ser feita por pesquisadores isolados, mas por grandes representações, como a própria SBPC e sua similar americana, a American Association for the Advancement of Science [AAAS].

Ela destaca que, no Brasil, o acesso às publicações internacionais já é privilegiado, graças à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior [Capes], que há 12 anos assina e libera as principais revistas científicas para os programas de pós-graduação.

Por Mariana Lenharo | Publicado originalmente em O Estado de S. Paulo | 05 de janeiro de 2013, às 2h 01

Smashwords, anote este nome na sua lista


SmashwordsSmashwords é uma empresa de auto-publicação de ebooks, com sede nos EUA. O serviço é basicamente o seguinte: o autor sobe seu livro no Smashwords, e a empresa coloca o livro à venda em inúmeras livrarias internacionais – a mais destacada delas é a Apple, e a lista também inclui Kobo, Barnes & Noble, entre outras menos conhecidas. Aberto desde maio de 2008, o Smashwords distribui hoje mais de 190 mil ebooks de autores e editoras independentes – 98 mil foram adicionados apenas em 2012. Esses números tornam a empresa uma das mais conhecidas e utilizadas pelos autores que publicam ebooks sem editoras. A empresa conta atualmente com 19 funcionários e registra lucro há mais de dois anos, sem interrupção.

Por que você deve anotar este nome na sua lista? É um concorrente da Amazon, que está ficando mais forte a cada dia que passa, literalmente. A empresa vem registrando números extraordinários com a venda de ebooks, especialmente através da Apple, onde distribui cerca de 125 mil títulos – nem todos os títulos do Smashwords vão para a Apple, pois os autores é que são responsáveis por providenciar arquivos de qualidade para seus eBooks, que passem pelo padrão de qualidade da Apple.

Evolução das unidades vendidas na Apple, de 2010 a 2012Há 27 meses, a empresa tem lucro de forma ininterruptacom a venda de ebooks – pagando aos autores entre 60% e 85% do valor líquido das vendas. E esses resultados aconteceram, sem que o Smashwords vendesse eBooks com a Amazon – a única grande livraria de ebooks com a qual o Smashwords não trabalha. A Amazon também oferece um serviço de auto-publicação próprio, bastante forte, e não tem interesse em dar fôlego para a concorrência do Smashwords.

Além disso, o Smashwords acaba de lançar oficialmente o seu novo canal de distribuição, diretamente em formato ePub. Até poucos dias atrás, um autor que desejasse publicar através do Smashwords precisava enviar um arquivo em Word, que era transformado em eBook através de um processo automático – com resultados pobres, geralmente. Desde o começo de 2013, autores e editores já podem fazer o upload de um arquivo ePub diretamente, com toda a qualidade possível.

Como a empresa opera somente nos EUA, não é tão interessante para os autores brasileiros, por conta dos impostos americanos descontados na remessa de pagamentos para o Brasil. Porém, conforme o Smashwords cresce e se consolida, cedo ou tarde conhecerá uma expansão internacional. Anote aí – este serviço ainda chegará ao Brasil.

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Por Eduardo Melo | Revolução eBook | 04/01/2013

Jornal Cândido disponibiliza edições online


Periódico do Paraná discute temas da literatura contemporânea

Jornal CândidoTodas as 17 edições do jornal Cândido já estão disponíveis no site da publicação. Desde sua estreia, o periódico procurou discutir temas pertinentes da literatura contemporânea e, principalmente, dar vazão à produção ficcional, crítica e poética do Paraná. O jornal tem tiragem de 10 mil exemplares e 40 páginas, por onde passaram alguns dos nomes mais destacados da literatura contemporânea do Paraná. Em 17 edições, foram mais de mais de 70 inéditos, entre poemas, contos e crônicas.

PublishNews | 04/01/2013

Gato Escritor oferece capas para eBooks autopublicados


Capas são vendidas a partir de R$ 89,00

Gato EscritorDe olho na crescente produção de e-books autopublicados e na criação de diversas plataformas voltadas para o setor, dois jovens editores, Thiago e João Lucas Schoba lançaram a Gato Escritor, que vende capas para e-books com preços a partir de R$ 89,00. A start-up aposta na agilidade do processo: basta se cadastrar no site, escolher o modelo de capa de sua escolha e efetuar pagamento. O autor recebe então um link para fazer o download do arquivo e fica livre para editar a capa conforme sua preferência. A Gato Escritor oferece também serviço de personalização com consultores de arte, em que o título, subtítulo e nome do autor serão devidamente encaixados no projeto. Para conhecer mais sobre a empresa, clique aqui.

PublishNews | 04/01/2013

Receita da varejista Barnes & Noble recua; vende menos Nooks


A rede de livrarias norte-americana Barnes & Noble apresentou nesta quinta-feira uma forte queda na receita nos negócios do Nook enquanto vendeu menos leitores digitais e tablets em suas próprias lojas.

A rede, que também viu menos consumidores em suas lojas, apostou fortemente em seu negócio de dispositivos Nook, que inclui leitores digitais e tablets, bem como livros digitais, como fonte de crescimento.

Mas a receita do segmento do Nook durante os nove meses encerrados em 29 de dezembro teve queda de 12,6 por cento ante o mesmo período do ano anterior, uma vez que cortou preços para competir com o Kindle da Amazon.com, e o iPad da Apple.

As vendas de conteúdos digitais aumentaram 13,1 por cento durante as festas de fim de ano, um ritmo muito mais lento do que os 38 por cento de alta no trimestre anterior e os ganhos de 113 por cento no fim de 2011, sugerindo que a Barnes & Noble está tendo problemas em manter sua participação de mercado nos EUA entre 25 e 30 por cento.

Estamos muito além do ponto onde se poderia ver as vendas de conteúdos acelerando“, disse Peter Wahlstrom, analista da Morningstar.

As vendas do Nook tiveram um forte início no fim de semana da Black Friday, que segue o feriado de Ação de Graças e dá início à temporada de fim de ano.

Mas para o resto do período elas foram fracas, e o presidente-executivo William Lynch disse em comunicado que a Barnes & Noble está “examinando a raiz da causa” do déficit e irá ajustar sua estratégia.

A varejista ainda espera que vendas de 3 bilhões de dólares do segmento Nook para o ano fiscal, mantendo a previsão dada em outubro.

Por Phil Wahba em New York | Reuters | 3 Janeiro de 2013