A lista com mais livros à venda na Amazon.com.br


No ranking do PublishNews, 64 de 100 livros mais vendidos estão à venda no site amazon.com.br

Cinquenta tons de cinza

Cinquenta tons de cinza

Se no mercado editorial a briga pelo primeiro lugar ainda está começando [Kobo, Google e Amazon], na lista de mais vendidos ele volta ao príncipe encantado de 2012, Mr Grey!

Nessa semana os três livros da trilogia Cinquenta tons de cinza [Intrínseca], ocupam as três primeiras posições na lista geral. Na mesma linha “só um tapinha não dói”, ainda temProfundamente sua Toda sua [Paralela], em 4º e 7º, e ainda o Box da trilogia em 8º. Com tanta posição a lista parece mais um Kama Sutra.

Outras novidades da semana foram: não ficção, Coragem para sonhar [Prumo]; infanto juvenil, Depois dos quinze [Gutenberg], e Terra de histórias [Benvirá]; autoajuda,Viver com fé [Casa da Palavra], Contos do dia a dia [Vida e Consciência], Kafka para sobrecarregados [Sextante] e Deus está no controle [Mundo Cristão]; ficção, A luz através da janela e Por um momento apenas [ambos Novo Conceito].

E não tem como não falar da chegada da Amazon ao Brasil, que trouxe agitação e provocou insônia no mercado editorial essa semana. Mais da metade dos livros da lista do PublishNews desta semana está disponível no site brasileiro da gigante americana. 64 livros [de 100] para ser exato.

No ranking das editoras, a Sextante emplacou 12 livros, mas logo atrás vem a Ediouro, com 10. Um dos destaques da semana foi a Companhia das Letras, que emplacou 7 livros e chegou ao terceiro lugar, junto com Record e Vergara&Riba. Dos 7 livros da Companhia, 5 são do selo Paralela.

Por Cassia Carrenho | PublishNews | 07/12/2012

Turma da Mônica tem tirinhas para celular


Mônica, Cebolinha e a turma foram parar no celular. Tirinhas curtas, sobre temas atuais, como o da Madonna [abaixo], ou atemporais estão disponíveis por meio de serviço que envia ao assinante uma história por dia.

O serviço começou a funcionar no dia 5/12 para celulares compatíveis com a tecnologia MMS, em todo o território nacional. Mas, por enquanto, a novidade está restrita às operadoras Claro e Vivo.

Para receber o serviço, clientes da Vivo devem enviar um SMS com o texto TM para o numero 4000. As tirinhas serão enviadas de segunda e sexta-feira por R$ 2,50 por semana.

Clientes da Claro devem enviar um SMS com o texto TM para o numero 407 e passarão a receber de segunda-feira a domingo), por R$ 0,50 por mensagem.

Divulgação

Publicado originalmente em Folha de S.Paulo | 07/12/2012, às 16h09

Programa Nacional do Livro Didático [PNLD] 2015 incluirá conteúdo digital


FNDE convoca instituições para discutir inovações tecnológicas

O Programa Nacional do Livro Didático [PNLD] 2015 incluirá conteúdo digital, e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, FNDE, convocou uma audiência pública para discutir as inovações do PNLD 2015, “considerando as possibilidades de transformação inerentes às novas tecnologias digitais no mercado de livros e a necessidade de integração curricular nas diversas áreas do conhecimento do ensino médio”. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação convocou na última quarta-feira instituições nacionais e internacionais para formar parcerias “para a estruturação e a operação de serviço virtual, para disponibilização de obras digitais e outros conteúdos educacionais digitais para professores, estudantes e outros usuários da rede pública de ensino brasileira, com ênfase nos títulos do Programa Nacional do Livro Didático [PNLD], do Programa Nacional Biblioteca da Escola [PNBE] e de outras ações governamentais na área de material escolar, por meio de tecnologia que assegure o atendimento em escala nacional e proteja aos direitos autorais digitais e a propriedade intelectual dos acervos”. Para ver, clique aqui.

Por Iona Teixeira Stevens | PublishNews | 07/12/2012

‘O plano da Amazon é vender milhões de Kindles no Brasil’ diz Naggar


David Naggar, executivo da gigante de Seattle, afirma que vai trabalhar duro para trazer preços promocionais e a níveis mais baixos para os consumidores brasileiros

Pedro Huerta

Pedro Huerta

Para o lançamento da loja da Amazon no Brasil, na madrugada da última quinta-feira, 6/12, a Amazon preferiu manter seu poliglota executivo peruano Pedro Huerta, responsável pelas operações do Kindle na América Latina, em sua sede em Seattle. Em vez de enviá-lo para mais uma missão por aqui, a megaempresa preferiu mandar seu chefe, David Naggar, que supervisiona os conteúdos para Kindle no mundo inteiro. Nova-iorquino e nascido praticamente dentro do mercado editorial, pois sua mãe é a conhecida agente literária Jean Naggar, David já havia vindo ao Brasil antes. Na Bienal do Livro do Rio de Janeiro de 2011, por exemplo, o executivo proferiu uma palestra sobre a Amazon e ainda aproveitou para saborear quitutes árabes à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, assistindo ao belo por do sol carioca. Desta vez, no entanto, não houve tempo para tais prazeres e entre uma entrevista e outra com os mais diversos órgãos de imprensa, David Naggar recebeu o PublishNews para uma conversa, digamos, ao pé do Kindle.

PublishNews | A Amazon está trazendo apenas um dos modelos do Kindle. E quanto aos outros aparelhos? Qual você acha que será o papel do e-reader dedicado no Brasil?

David Naggar | O objetivo é trazer todos eles ao Brasil rapidamente. Queremos todos os nossos aparelhos aqui. O que temos visto em outros países até agora é que quando as pessoas começam a ler livros digitais no ecossistema do Kindle, nos aplicativos ou aparelhos, elas passam a ler mais, em média quatro vez mais livros que antes. E como as pessoas começam a ler mais, adquirir um aparelho criado com o propósito específico da leitura se torna uma ideia interessante. Existe uma grande quantidade de tablets e smartphones no Brasil, mas acreditamos que um e-reader dedicado por R$ 299 é uma ótima oportunidade. Nossa filosofia é produzir aparelhos de alta qualidade, os melhores do mercado, mas vendê-los a preços acessíveis. Tentamos apenas recuperar nossos custos na venda dos Kindles, o objetivo é que as pessoas comprem mais conteúdo. Neste momento, aliás, este é o melhor preço para o melhor leitor que conseguimos trazer ao Brasil.

PN | E quanto ao governo brasileiro? Ele é um cliente em potencial também?

DN | Não revelamos planos futuros, mas posso dizer que estou muito impressionado com a dedicação do governo brasileiro à alfabetização e leitura do povo brasileiro. É um dos grandes focos do governo. E quanto ao mercado educacional, eu tenho cinco filhos, e quando os vejo indo para a escola com mochilas com 300 quilos de livros nas costas, eu percebo que existe uma solução digital para isto. Não temos muito o que dizer agora, mas isto é definitivamente algo que tem chamado nossa atenção.

PN | Se os leitores dedicados forem isentos de impostos no Brasil, como já se discute no congresso, qual seria o efeito no preço do Kindle?

DN | Vendemos os aparelhos a um preço próximo ao custo, portanto repassaremos aos consumidores qualquer redução de custos.

PN | Existe um programa em Gana, executado pela ONG Worldreader, que distribui Kindles gratuitamente para estudantes carentes. É algo que pode ser feito no Brasil?

DN | É um programa fantástico, é uma grande organização administrada por um ex-funcionário da Amazon. E temos ajudado na obtenção de conteúdo dos editores e com a doação de Kindles também. Uma coisa interessante sobre a leitura digital, particularmente em um país como o Brasil, onde dezenas de milhões de pessoas demorariam mais de duas horas para ir à livraria mais próxima, é que ter um aparelho no bolso que é uma livraria é algo bastante útil. É bom para a alfabetização, para a leitura e para criar o gosto por ela, algo que tem que começar cedo.

PN | Qual a importância da plataforma de self-publishing KDP [KindleDirect Publishing] no modelo de negócios de vocês?

DN | Nossa plataforma de KDP tem sido fundamental em todos os países em que estamos presentes. O que esta plataforma faz é permitir que qualquer proprietário de conteúdo, autor ou editor, consiga colocar seu livro em nossa loja do lado de um best-seller. Muitos editores brasileiros já usavam o KDP para disponibilizar seus catálogos nos EUA antes mesmo do nosso lançamento no Brasil.

PN | Vocês esperam que o Kindle alcance as massas ou seja apenas um produto para a elite econômica brasileira?

DN | Esperamos vender milhões de Kindles no Brasil. Entre o leitor de R$ 299 e os aplicativos gratuitos, acreditamos que temos uma loja fantástica e bastante acessível.

PN | E o preço dos e-books? Já há reclamações que estão alto? Eles devem baixar no futuro?

DN | A coisa mais importante é manter a diferença entre o preço do livro impresso e o do livro digital. Há duas coisas que não fazem nenhum sentido para o consumidor quando ele opta pela leitura digital. A primeira é o livro digital não estar disponível quando o livro impresso é lançado. Os editores fazem todo seu marketing no lançamento do livro e o consumidor digital diz: “Que legal, este novo lançamento chegou!” E então percebe que o livro não está disponível em e-book , fica p. da vida, e não compra. Nenhum editor que eu conheça faz mais ações de marketing quando o livro digital é lançado depois. Portanto, lançar os dois ao mesmo tempo faz todo sentido comercial porque o número de consumidores alcançados será maximizado. A segunda coisa que irrita o consumidor é quando o livro digital é mais caro ou tem o mesmo preço que o livro físico, é incoerente. Os clientes sabem que há custos de papel, de impressão, de frete, e nós recebemos um feedback bem negativo deles quando o livro digital e o impresso têm os mesmos preços.Vamos trabalhar duro para trazer preços promocionais e a níveis mais baixos para os consumidores brasileiros.

PN | A Amazon exige que os livros sejam comercializados com DRM, a proteção anti-pirataria?

DN | Nós oferecemos a possibilidade de se comercializar livros sem DRM neste momento. A editora O’Reilly é uma das poucas que faz isto neste momento nos EUA. A decisão fica a cargo do editor.

PN | Muito já se reclamou da dificuldade de se montar uma empresa no Brasil, especialmente por causa do sistema fiscal. Houve algo que foi mais fácil do que a Amazon esperava

DN | Não foi tão difícil assim. Nós só lançamos uma loja quando temos a oferta adequada para oferecer ao consumidor, então levamos o tempo que é necessário. Não demorou mais aqui que em outros lugares. As preocupações dos editores não foram inéditas ou diferentes do que já tínhamos ouvido antes. Era uma questão de sentar para discutir e deixar os editores confortáveis com o que pretendíamos fazer no Brasil. Sobre os impostos, foi uma questão de sentirmos conforto sobre como administrar a questão. Vários editores já tinham colocado o conteúdo em nossa loja americana por KDP, então sabíamos que havia conteúdo. Isto foi realmente mais fácil. Muitos editores estavam prontos para o digital e perguntavam quando chegaríamos no Brasil. Havia, portanto, uma abertura para o digital.

Por Carlo Carrenho | PublishNews | 07/12/2012

Com eBook exclusivo na Amazon, Paulo Coelho prefere o Nook


O autor de ‘Brida’ utiliza o aparelho da Barnes & Noble para suas leituras digitais

Fotógrafo: Marcos Borges

Fotógrafo: Marcos Borges

A recém-inaugurada loja brasileira da Amazon possui livros em caráter de exclusividade digital de quatro autores: Vinicius de Moraes, Nelson Rodrigues, Jeff Kinney e Paulo Coelho. Entre estes, apenas o autor de O Alquimista poderia ler seu próprio livro exclusivo em edição digital, uma vez que os dois primeiros já não estão entre nós – e a Amazon ainda não revelou planos de abrir uma loja para clientes post mortem, mas como eles nunca falam de planos futuros, vai saber… – e o terceiro autor, americano, não lê em português. Ainda assim, é provável que, enquanto O Livro dos Manuais permanecer exclusivo da Amazon, Paulo Coelho não vá lê-lo por uma simples razão: o escritor de maior sucesso comercial utiliza um leitor Nook, da Barnes & Noble, para suas leituras digitais.

Sobre a chegada das ebookstores estrangeiras ao Brasil e o crescimento local do mercado digital, Paulo Coelho mantém uma opinião bastante otimista. “É algo não só positivo, mas inevitável. O Brasil resistiu enquanto podia, já que os editores viam o livro digital como uma ameaça. Mas trata-se de algo que ajuda escritores e autores”, declarou Paulo Coelho em entrevista exclusiva ao PublishNews. “Vou dar um exemplo: imagine que uma pessoa no Gabão queira ler meu livro em português. Graças a plataformas digitais como a do Kindle, da iBookstore e de outros, ela terá acesso à minha obra.

Paulo Coelho dedicou-se ao longo dos últimos anos a comprar os direitos digitais de suas traduções em espanhol, francês e alemão. Além disso, ele tem mantido os direitos digitais de suas obras na língua pátria, e comercializa todos estes livros em acordos diretos com as grandes lojas e distribuidoras de livros digitais no mundo. “Não foi apenas uma experiência. Eu acreditava muito que os leitores em português fora do Brasil ou de outras línguas fora dos principais países que as falam devessem ter acesso aos livros”, disse Coelho para explicar a razão que o levou a distribuir ele mesmo seus livros digitais. Em um primeiro momento, poderia parecer que o escritor radicado na Suíça já não acredita no papel do editor nesta nova era do acesso digital, mas nada poderia estar mais longe da verdade. “Acredito no negócio e no sistema do livro. Os autores não têm condições de fazer tudo e vão deixar de ser escritores se abrirem mão do editor. Vão perder um tempo imenso para ganhar migalhas”, declarou. “Teoricamente, eu até poderia prescindir de uma editora no Brasil, mas isto seria uma besteira sem tamanho, que não levaria a lugar nenhum. O editor é fundamental”, continuou.

Paulo Coelho também lembrou a importância das livrarias. “[As lojas nos] tablets não são como livrarias físicas porque não se vê os livros, você não tem a sensação da visão”, explicou, lembrando o papel da descoberta das livrarias. “O tablet nunca substituirá a livraria física”, profetizou.

A exclusividade do Livro dos Manuais na Amazon foi negociada pelos agentes do autor, e o livro está sendo vendido com grande desconto por apenas R$ 2,99. Paulo Coelho lembra, no entanto, que apesar de controlar a publicação digital de várias de suas obras, ele mantém uma boa relação com seus editores e faz acordos de cavalheiro com eles. “A edição digital de Manuscrito Encontrado em Accra só foi lançada no Brasil em dezembro, bem depois dos outros países, pois eu tinha um acordo com a editora”, comentou – neste caso, a editora é a Sextante.

Sobre os aparelhos de leitura, Coelho só tem elogios ao Nook, da Barnes & Noble. “O Nook é mais eficiente, gosto demais, é leve, gostoso”, explicou. Recentemente, um iPad Mini também chegou às mãos do escritor. “Este novo iPad vai ser um e-reader. Agora é leve”, previu Coelho. Mas quando perguntado sobre seu leitor eletrônico preferido, Paulo Coelho não titubeou. “Quando viajo, gosto de ler no Nook, mas por uma razão bastante prática”, respondeu, deixando um suspense no ar. “Como moro na Europa e o catálogo do Nook não está disponível para compras por aqui, me deram um crédito de 600 dólares que ainda não terminei de gastar”, explicou, desfazendo o mistério. E talvez esta seja mais uma prova que o preço do leitor, que a Kobo já vende a R$ 399 e a Amazon venderá a R$ 299, seja de fato fundamental na disputa do mercado digital brasileiro.

Carlo Carrenho | PublishNews | 07/12/2012

Após rivais, Amazon estreia no Brasil sem o Kindle


Após dois anos de negociações, a Amazon estreou pouco depois da 0h de ontem sua loja nacional, com catálogo de 13 mil títulos em português, resultado de contratos com 90 editoras nacionais.

A estreia aconteceu no dia seguinte à entrada da loja canadense de livros digitais Kobo no mercado, em parceria com a Livraria Cultura, e menos de uma hora após a estreia da Google Play. A Apple começou a vender e-books em português em outubro.

O interesse da Amazon em se posicionar logo no mercado fez com que estreasse sem a venda de seu aparelho de leitura. O site informa que o Kindle estará disponível “nas próximas semanas” com “preço sugerido de R$ 299″.

A Folha apurou que a meta é vendê-lo não só pelo site mas em lojas físicas de outros varejistas, a exemplo do que acontece nos EUA.

O aparelho custará R$ 100 a menos que o da Kobo, este já disponível para venda. Mas o Kindle oferecido aqui será mais simples que o leitor da empresa canadense, que tem tela sensível ao toque.

Por ora, para ler os livros eletrônicos da Amazon, o consumidor terá de baixar o aplicativo gratuito do Kindle para dispositivos como tablets, smartphones ou PCs.

A Amazon diz que o início das operações não foi influenciado pela concorrência. “Não se decide em 12 horas algo grande como a estreia de uma loja“, afirmou David Naggar, vice-presidente de conteúdo do Kindle.

Segundo ele, o serviço foi lançado quando a “Amazon entendeu que estava pronta”. Disse ainda que terá “os preços mais baixos para e-books no Brasil” – a Folha apurou que, por contrato, editoras não podem vender e-books por menos a outras lojas.

Uma variação ao longo do dia no valor do e-book de “Cinquenta Tons de Cinza” dá a dimensão de como será acirrada a disputa.

Com preço sugerido de R$ 24,90 pela editora Intrínseca, o e-book chegou a ser oferecido por R$ 21,91 por Amazon, Saraiva e Google. No fim do dia, estava por R$ 22,41 nas lojas. Nenhuma empresa quis comentar.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS

1. Vou poder usar a Amazon brasileira com a minha conta da Amazon americana?
Sim. Mas o usuário terá que optar entre uma versão ou outra do site. Segundo a Amazon, a mudança é reversível –o usuário que migrar para o site brasileiro poderá voltar para o americano.

2. O preço dos livros no site brasileiro é vantajoso?
Tanto na Amazon como no Google Play o preço dos livros brasileiros é, no geral, mais alto que as versões em inglês dos títulos, mesmo levando em conta os tributos. Por exemplo: “Cinquenta Tons de Cinza” custa, na Amazon americana, US$ 8,55. Com a cotação a R$ 2,08 e a cobrança de IOF [6%], o livro em inglês sai por R$ 18,85. Na Amazon brasileira, o preço de capa do livro em português é R$ 22,41.

3. A cobrança no meu cartão de crédito virá em dólares ou em reais?
Depende. No Google Play do Brasil, a cobrança virá em dólares e terá incidência de IOF. Assim, o preço que o site mostra, em reais, é uma estimativa de quanto será cobrado no fim das contas. Na Amazon brasileira, os preços são mostrados e debitados em reais.

POR ALEXANDRE ARAGÃO, MARIANNA ARAGÃO E RAQUEL COZER | Publicado originalmente em Folha de S.Paulo | 07/12/2012 – 05h30