E por falar em tablets


POR EDNEI PROCÓPIO

Esses números aqui vão para o pessoal que assistiu ao meu último curso lá na Escola do Livro [CBL]. Um aluno me pediu os números atualizados e eu perdi o e-mail dele.

Microsoft Surface

Microsoft Surface

Segundo dados da IDC Brasil [International Data Corporation], publicados no final em setembro, mais de 600 mil tablets foram comercializados no país durante o segundo trimestre de 2012. Em percentuais, o número apresentado é de 275% superior ao registrado pela indústria no primeiro trimestre.

Samsung e Positivo devem estar sorrindo à toa, pois embora novidades como Kindle Fire, Google Nexus, Microsoft Surface e iPad Mini demorem para chegar aqui, ainda segundo o estudo da IDC Brasil, atualmente são vendidos cerca de cinco tablets por minuto no Brasil.

Já faz um tempo, se não eu ia perguntar para o pessoal da IDC se nestes números estão computados os ‘xinglings’. É um número realmente impressionante e talvez seja até um dos responsáveis pelo faturamento do mio milhão de reais, no último mês, registrado pela livraria Saraiva na venda de eBooks. Conversando com uma fonte da empresa, me foi dito que o aplicativo Saraiva Digital Reader alcançou a marca de 1 milhão de downloads. Outro dado que impressiona.

E aí vem aquela minha ideia de convergência em hardware, software e conteúdo. É claro que os aplicativos da Saraiva precisam melhorar um pouquinho, né, mas o principal mesmo é o conteúdo. Tanto que nós aqui da LIVRUS já subimos um ePub novo na loja dos caras [antes que a Amazon compre eles!].

Brincadeira, Deric!

Mas, voltando aos tablets, a expectativa é que a venda dos aparelhos chegue a 2,6 milhões de unidades até o fim de 2012. O estudo aponta ainda que metade dos dispositivos comercializados no Brasil tem tela de 7 polegadas; desses, porém, apenas 20% possuem conectividade 3G. Para 2013, o estima-se que o número de tablets comercializados chegue a 5,4 milhões de unidades.

Enfim, agora a gente entende porque empresas como Kobo, Google e Amazon estão de olho em nosso país. É que o crescimento apresentado na comercialização dos portáteis fez o Brasil saltar do 17º para o 11º lugar no ranking mundial das nações que mais vendem tablets.

POR EDNEI PROCÓPIO

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