Direitos Autorais e Livro Digital


Dra. Patricia Peck Pinheiro

Dra. Patricia Peck Pinheiro

O curso “Direitos Autorais e Livro Digital”, oferecido pela Escola do Livro, da CBL [Câmara Brasileira do Livro], acontece no dia 31 de outubro, das 9h às 13h. O curso tem como propósito mostrar a evolução dos direitos autorais na era digital e a proteção legal do livro eletrônico. Na sociedade do conhecimento, a quebra do paradigma do suporte físico, é um dos temas abordados por esse curso. Além disso, melhores práticas para criação, produção, distribuição e compra de livros eletrônicos – o que deve constar nos contratos.

As aulas serão ministradas pela Dra. Patricia Peck Pinheiro que é Advogada especialista em Direito Digital, formada na USP, com especialização em negócios pela Harvard Business School e MBA em marketing pela Madia Marketing School, com capacitação em inteligência e contra-inteligência pela Escola de Inteligência do Exército e Gestão de Riscos pela Fundação Dom Cabral. Sócia fundadora do Escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados, é autora do livro “Direito Digital” e co-autora dos audiolivros “Direito Digital no Dia-a-Dia”, “Direito Digital Corporativo” e “Eleições Digitais”, todos pela Editora Saraiva, além de participação nos livros “Direito e Internet II”, “e-Dicas” e “Internet Legal”. É colunista do Conta Corrente da Globonews, do IDG Now e articulista do Valor Econômico, Revista Visão Jurídica, Revista Partner Sales, entre outros. Possui experiência internacional nos EUA, Portugal, Coreia. Idealizadora do Movimento “Criança Mais Segura na Internet”.

O investimento para o associado CBL é de R$ 280. Associados de entidades congêneres, professores e estudantes – R$ 444. Não associados – R$ 560. Mais informações do curso podem ser obtidas pelo e-mail escoladolivro@cbl.org.br ou pelo telefone [11] 3069-1300.

CBL Informa | 3 de Outubro de 2012

Booktailors lança plataforma dedicada exclusivamente a autores e leitores


A Booktailors inaugura hoje o sítio Bookoffice, uma plataforma que pretende ser um espaço de comunhão entre autores e leitores. Diretamente ligado à agência literária Bookoffice, a primeira do género em Portugal, o sítio é mais do que uma montra para os seus autores. Será a via de ligação entre o ponto de partida e o ponto de chegada da literatura, um espaço para autores e leitores. Em constante atualização, disponibilizará informação diária sobre autores, contemporâneos e clássicos, novidades literárias, ferramentas e recursos direcionados para autores e novos cursos de formação. Aceda ao sítio Bookoffice aqui. Siga o Bookoffice no Facebook aqui e adicione-o no Google Reader.

Clipado de Blogtailors | 03/10/2012

IDPF irá lançar ferramenta para avaliar suporte de eReaders ao ePub3


O IDPF [International Digital Publishing Forum], entidade que organiza a padronização dos livros digitais, lançará em breve uma ferramenta de testes para avaliar o grau de compatibilidade de eReaders, apps e softwares, com o formato EPUB3.

Como paulatinamente as editoras estão descobrindo, é possível criar eBooks ricos e interativos sem tecnologia proprietária, usando o padrão EPUB3 e HTML5… só não é possível usá-los em todos os aparelhos, já que o suporte ao formato EPUB3 varia barbaramente conforme o fabricante/desenvolvedor do eReader.

A expectativa do IDPF com a nova ferramenta é revelar com mais clareza quem não dá suporte completo ao formato, quais recursos já são aceitos por algumas empresas e quais ainda não são. O exemplo dado por Bill McCoy, diretor executivo do IDPF, é o aplicativo iBooks da Apple: embora suporte vários recursos do EPUB3, o iBooks não suporta alguns elementos de Javascript e outros recursos. A ideia da nova ferramenta, portanto, é mostrar o que está faltando em cada eReader para o formato EPUB3 funcionar por completo.

Por Eduardo Melo | Revolução eBook | 03/10/2012 –

Ao encontro do que leitores preferem, ‘NYT’ adota HTML5


O “New York Times” lançou ontem um aplicativo para tablets baseado na web, no padrão HTML5. Descrito como “experimental” e com serviços restritos, o app vai na contramão da estratégia do jornal até então, de desenvolver versões específicas para iPhone e iPad, da Apple, Android, do Google, e Windows Phone, da Microsoft.

O aplicativo está disponível diretamente no endereço app.nytimes.com, desde ontem, só para assinantes.

O jornal nega, mas a decisão foi recebida como primeiro passo para seu afastamento das grandes empresas de tecnologia, que cobram até 30% para vender os apps em suas lojas on-line.

Mais precisamente, poderia levar ao rompimento com a Apple. “O ‘NYT’ não tem planos de remover” seu aplicativo da App Store, prometeu o jornal, em nota.

No ano passado, o “Financial Times” também lançou um web app e, logo em seguida, retirou da App Store seu aplicativo em iOS, o sistema da Apple. O jornal financeiro britânico vem servindo de modelo para o “NYT” em ações no ambiente on-line, como a adoção de um “paywall” [muro de pagamento] poroso, para as assinaturas on-line.

Além do “FT”, o “Boston Globe”, que é do próprio “NYT”, apostou num web app no ano passado. Também a Folha desenvolveu seu aplicativo no padrão HTML5, lançado no final de 2011.

De início limitado ao browser para tablets da própria Apple, o Safari, o web app do “NYT” vai ganhar uma versão para o Chrome, do Google, “brevemente”, segundo a editora de plataformas emergentes, Fiona Spruill.

PREFERÊNCIA PELA WEB

O analista de mídia Joshua Benton, diretor do Nieman Journalism Lab, da Universidade Harvard, anota que o anúncio vem no rastro de um distanciamento entre a Apple e o jornal -devido a uma série de reportagens sobre as más condições de trabalho nas fábricas dos aparelhos da empresa na China.

Benton também relaciona o lançamento do aplicativo baseado na web, que o próprio “NYT” admite ter corrido para lançar, com um estudo do instituto Pew que mostrou anteontem que os consumidores de notícias em aparelhos móveis usam mais o acesso direto pela internet do que os aplicativos, na proporção de dois para um.

E o movimento é crescente, segundo o levantamento, realizado junto com a revista “The Economist”. No caso de tablets, 60% dos 9.500 adultos americanos ouvidos pela pesquisa disseram usar browser para acessar notícias, ante 40% no ano passado.

O estudo também identificou uma mudança no perfil dos tablets no país. O iPad, da Apple, que respondia por 81% dos aparelhos um ano atrás, caiu para 52%. Os tablets no sistema Android atingem agora 48%, sendo que o Kindle Fire, da Amazon, responde por quase metade – e 21% do total.

POR NELSON DE SÁ, DE SÃO PAULO | Clipado de Folha de S.Paulo | 03/10/2012, às 05h30