Pasta do Professor atinge a marca de meio bilhão de páginas


“Isso significa que meio bilhão de páginas de conteúdo não foram pirateadas”comemora Bruno de Carli

O projeto Pasta do Professor, nascido dentro da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos, ABDR, e que reúne 34 editoras e mais de 70 selos editoriais voltados ao ensino universitário, alcançou na última semana a marca de meio bilhão de páginas de conteúdo entregues aos alunos das instituições de ensino filiadas à iniciativa. O projeto cria uma alternativa legal viável contra a pirataria de livros, em especial no meio universitário – a famosa xerox da pasta do professor. “O aluno tira cópia porque é barato e é fácil. Se o livro tem 100 páginas, ele usa apenas 30, por isso que, independentemente do preço do livro, ele sai caro para o aluno”, explica Bruno de Carli, diretor do projeto. Frente a essa realidade, a Pasta do Professor buscou replicar o modelo de tirar cópias dos livros universitários, e viram que a internet seria a ferramenta mais adequada para isso, devido a sua capilaridade.

Para viabilizar a Pasta do Professor e torná-la o mais acessível possível aos alunos, o projeto acabou criando também um enorme acervo de metadados: “Todos os livros estão fracionados em capítulos, colocados pelo nome. Na época nem se sabia que no futuro isso seria o famoso metadado” comenta Bruno.

O projeto é pioneiro no mundo, e evoluiu ao longo do tempo nos formatos e tecnologia, começando com o sistema de folhas soltas impressas nas parcerias com universidades como PUC-Minas, PUC-Rio, Mackenzie e ESPM, para o formato de fascículos impressos na Universidade Estácio, e por fim disponibilizando os conteúdos das editoras afiliadas em tablets e sistemas de leitura online através de browser na internet.

Por Iona Teixeira Stevens | PublishNews | 23/08/2012

3 pensamentos sobre “Pasta do Professor atinge a marca de meio bilhão de páginas

  1. O novo processo não libera o arquivo em PDF dos capítulos para os alunos, nem para leitura na tela do computador. Carli explica que isso permitiria que o arquivo pudesse ser repassado por e-mail ou mesmo impresso indiscriminadamente. O aluno pode encomendar seu texto pela internet a partir de pastas organizadas pelos próprios professores, que também terão acesso à ferramenta, mas receberão o texto impresso no ponto de venda.

  2. O projeto Pasta do Professor , nascido dentro da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos, ABDR, e que reúne 34 editoras e mais de 70 selos editoriais voltados ao ensino universitário, alcançou na última semana a marca de meio bilhão de páginas de conteúdo entregues aos alunos das instituições de ensino filiadas à iniciativa. O projeto cria uma alternativa legal viável contra a pirataria de livros, em especial no meio universitário – a famosa xerox da pasta do professor. “O aluno tira cópia porque é barato e é fácil. Se o livro tem 100 páginas, ele usa apenas 30, por isso que, independentemente do preço do livro, ele sai caro para o aluno”, explica Bruno de Carli, diretor do projeto. Frente a essa realidade, a Pasta do Professor buscou replicar o modelo de tirar cópias dos livros universitários, e viram que a internet seria a ferramenta mais adequada para isso, devido a sua capilaridade.

  3. Pelo meu entendimento a lei é clara todo produto sendo comprado ,tem o direito de ter uma cópia do original,se o arquivo é via internet ,mas não posso te-lo em outro formato então meu direito esta sendo ferido,já que posso copiar meu livro na integra com nota fiscal,ter uma cópia de meus softwares originais como back-up,qual a justificativa de não poder copiar,já que o estudo é pago,e não quero ter que ler em papel ,quero em formato digital que possa ler off line,e não apenas quando existir quando existir apenas internet

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