Amazon aluga livros-texto


Alunos agora podem alugar livros-texto impressos por um período de 130 dias

A gigante varejista americana, que aluga livros-texto digitais pelo Kindle desde o ano passado, lança um programa onde alunos podem alugar livros-textos impressos por 130 dias. A empresa envia, por uma taxa, o livro ao aluno, que deve depois retorná-lo após 130 dias, em boas condições e sem custo adicional.

Segundo o LA Times, as taxas que estão sendo cobradas representam uma economia de 70% para o aluno, comparado à compra dos livros. O jornal dá o exemplo do livro Intermediate Accountig de Donald E. Keiso, que custa $195.47 para compra no site, e $57 para alugar uma cópia impressa e $53.79 no formato digital.

Por Iona Teixeira Stevens | PublishNews | 10/08/2012

Copia e Submarino mostram as vantagens da leitura virtual


CEO do Copia faz apresentação hoje, na Bienal do Livro

A Submarino Digital Club apresenta, na Bienal do Livro, novas experiências de leitura virtual e colaborativa, utilizando-se da tecnologia da empresa Copia, integrante do Grupo internacional DMC, que desenvolveu uma plataforma de distribuição e comercialização de conteúdo digital. Funciona como um portal interativo, onde o cliente se cadastra e adquire livros através da compra on-line. O usuário pode ler, comentar e compartilhar conhecimentos e experiências com outros leitores que também estejam cadastrados na rede, tornando a leitura uma ação social.

Na Bienal, o Copia irá realizar a Promoção Ganhe sua Primeira Biblioteca Digital para que os visitantes conheçam e explorem as vantagens do serviço: o visitante se cadastra e recebe um código vip para que possa baixar gratuitamente, no período de realização da Feira, 8 títulos dos melhores best-sellers em versão de e-book. Em nota, o diretor-executivo do Copia no Brasil Marcelo Gioia afirma: “Acreditamos que um dos motivos do mercado de livro digital no Brasil ainda ser pequeno é o fato de os leitores ainda não conhecerem o que realmente é um livro digital de qualidade. O objetivo de presentear os visitantes com esses livros é fazer com que o novo leitor tenha uma experiência agradável e positiva de leitura digital,” explica o diretor-executivo do Copia no Brasil, Marcelo Gioia.

PublishNews | 10/08/2012

Nicholas Sparks vai para a DLD


Novo Conceito compra participação na Distribuidora de Livros Digitais

A editora ribeirão-pretana Novo Conceito anuncia hoje a compra de participação na Distribuidora de Livros Digitais, a DLD. Criada em 2010, a DLD é comandada desde o início por 6 grandes editoras, a Objetiva, Record, Sextante, Rocco, Planeta e L&PM.

O presidente da Novo Conceito, Fernando Baracchini, disse ao Publishnews “Entendemos que o projeto e o grupo de editores nesse negócio são interessantes para o nosso grupo também. Vamos entrar no mercado de e-book de uma maneira mais consistente”.

Com a expectativa da chegada da Amazon no Brasil, a entrada da Novo Conceito significa que DLD ganha mais um aliado. “O e-book é um negócio novo para todos nós, as ferramentas, custos etc. são diferentes. A editora entende que esses pioneiros vão acabar criando maneiras para que esses gigantes atuem de forma mais transparente. Vai ajudar as pequenas e médias editoras, e o mercado editorial em geral” afirmou Baracchini.

Por Iona Teixeira Stevens | PublishNews | 10/08/2012

“O futuro das editoras não me preocupa”, diz executivo da Amazon


O vice-presidente mundial de Kindle da Amazon, Russ Grandinetti, disse em palestra na Bienal do Livro que a companhia ainda não tem uma data para lançar seu leitor e sua loja de livros digitais no Brasil.

Em uma de suas raras aparições públicas, Grandinetti reconheceu, no entanto, que a Amazon perde a chance de apostar no mercado brasileiro.

O Kindle é uma experiência que revolucionou os hábitos de leitura das pessoas, queremos ampliá-la ainda mais“, disse.

Lançado em 2007, o Kindle é um leitor eletrônico que permite comprar, baixar, pesquisar e ler livros digitais, jornais, revistas.

Grandinetti acrescenta que é ótimo que os autores tenham mais opções para publicar seus livros, em vez de apenas submetê-lo a uma editora tradicional.

O FUTURO DIRÁ

Os e-books faturaram R$ 870 mil em 2011, mas ainda representam menos de 0,5% do mercado editorial brasileiro.

De janeiro a março de 2012, foram vendidos 370 mil tablets, 61% deles com sistema operacional Android. Existem hoje pouco mais de 1.500 títulos nacionais em versão eletrônica.

“Estamos vivendo um momento interessante para a indústria editorial. Talvez em alguns anos, depois que todas as leis de propriedade intelectual forem debatidas, teremos um horizonte mais promissor no Brasil”, disse Grandinetti.

Segundo dados da Nielsen BookScan, a queda nas vendas dos livros impressos nos Estados Unidos dobrou em dois anos. No Reino Unido, a venda de livros físicos foi de 12% no geral e de 26% apenas em ficção. O mesmo ocorre na Espanha.

O futuro da indústria editorial não nos preocupa, quero saber que papel poderemos ter no futuro“, disse.

DOUGLAS GAVRAS | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA | 10/08/2012 – 15h34