Brasileiros adiam planos por culpa de distrações da internet, revela pesquisa


Segunda-feira é dia de começar a dieta, de começar a fazer exercícios, de começar a mudar a vida. Mas uma pesquisa confirmou o que muita gente diz: o brasileiro deixa mesmo muita coisa para depois. Quais são os compromissos que mais deixamos para depois? O Bom Dia Brasil tem a resposta. Mais de quatro mil pessoas responderam oito questões pela internet.

Todo mundo reclama que não tem tempo hoje, mas porque você não tem tempo para fazer o que é importante para você? Acho que isso é uma coisa importante de se questionar para poder entender e mudar esse padrão”, aponta Christian Barbosa, consultor especialista em produtividade,

O levantamento constatou que os brasileiros adiam tanto compromissos profissionais quanto pessoais: 68% costumam adiar os exercícios físicos; mais de 64% dizem adiar a leitura de um livro; mais de 52% deixam para mais tarde compromissos relativos a própria saúde e quase 47% costumam adiar um planejamento financeiro.

Os principais motivos para tantos adiamentos são dois: falta de energia para começar a atividade [60%] e o que é mais comum – a pessoa entra na internet para trabalhar, mas se perde no e-mail, nos blogs, nas notícias, nas redes sociais [62%].

Eu perco aí umas 2 ou 3 horas a toa, cutucando e-mail, internet, até estudar, trabalhar eu perco tempo. Eu fico mexendo na internet”, admite a analista financeira Jaqueline Silveira Silva.

O brasileiro e a brasileira, em função até da nossa colonização ibérica-luso-espanhola, com uma formação católica, que a eternidade nos dá todo tempo do mundo e da história nos leva a não ter tanto senso de urgência. Isto é, para vários povos, a ideia é agora, já, imediatamente. Para nós, espera um pouco, vamos ver, isso ai quem sabe resolve sozinha”, comenta o filósofo Mario Sergio Cortella.

Sabe qual é o compromisso menos adiado, de acordo com a pesquisa? O casamento. Mas, isso deve ser depois que a data já está marcada.

Nota da redação: A pesquisa foi realizada pela empresa Triad PS.

Por Neide Duarte | Bom Dia Brasil | 16/07/2012

Japão se prepara para a era dos eBooks


Japão: O Japão está preparado para entrar de cabeça na era dos e-books, uma vez que quatro dispositivos de leitura serão lançados nos país nos próximos meses. A canadente Kobo, controlada pela japonesa Rakuten, lançará seu aparelho no dia 19 de julho, conforme já anunciado, com 30 mil títulos em japonês e mais de um milhão em inglês. Na semana passada, a Toppan, empresa japonesa, apresentou o seu próprio dispositivo que simula a leitura em papel. Também na semana passada, a Amazon.jp colocou no ar a página em que anuncia que o Kindle chegará ao país “em breve”. Já a Sony revisou os preços de seus aparelhos e apresentou o PRS-T2, nova geração do Sony reader. Os livros digitais têm demorado para decolar no Japão. Mas, de acordo com o Instituto de Pesquisa Yano, de Tóquio, o mercado de e-books está entrando em fase de grande mudança. Até 2015, as vendas no país devem dobrar, segundo o instituto – em 2011, livros digitais representaram 3% do mercado japonês de livros.

Por Michael Fitzpatrick | The Bookseller | 16/07/2012

Japão se prepara para a era dos eBooks


O Japão está preparado para entrar de cabeça na era dos e-books, uma vez que quatro dispositivos de leitura serão lançados nos país nos próximos meses. A canadente Kobo, controlada pela japonesa Rakuten, lançará seu aparelho no dia 19 de julho, conforme já anunciado, com 30 mil títulos em japonês e mais de um milhão em inglês. Na semana passada, a Toppan, empresa japonesa, apresentou o seu próprio dispositivo que simula a leitura em papel. Também na semana passada, a Amazon.jp colocou no ar a página em que anuncia que o Kindle chegará ao país “em breve”. Já a Sony revisou os preços de seus aparelhos e apresentou o PRS-T2, nova geração do Sony reader. Os livros digitais têm demorado para decolar no Japão. Mas, de acordo com o Instituto de Pesquisa Yano, de Tóquio, o mercado de e-books está entrando em fase de grande mudança. Até 2015, as vendas no país devem dobrar, segundo o instituto – em 2011, livros digitais representaram 3% do mercado japonês de livros.

Por Michael Fitzpatrick | The Bookseller | 16/07/2012