Kindle Touch tem 3G livre no mundo todo, mas só para baixar livros


Usuários do novo Kindle Touch 3G não poderão acessar seus sites preferidos pelo browser do aparelho, usando a conexão que a Amazon promete ser disponível em qualquer lugar e a custo zero. A conectividade do novo leitor de e-books é dedicada exclusivamente à aquisição e ao download de novos livros para a sua biblioteca virtual. A limitação de uso soa como banho de água fria para àqueles que apostaram no aparelho como sério concorrente ao iPad [como leitor de notícias, revistas e e-books].

A estratégia da Amazon em limitar a experiência de uso do seu novo aparelho pode se explicar no esforço da empresa em comercializar e-books e em popularizar o formato. Além disso, como a Amazon subsidia a conexão 3G dos aparelhos, os custos de uma navegação livre de seus usuários mundo à fora poderia ser proibitivos.

A atitude pode ser um tiro no pé. Tablets de concorrentes, que possibilitem experiência agradável de leitura e navegação livre pelo 3G, podem roubar o mercado da consolidada marca Kindle. Além disso, a opção da Amazon soa como aquele tipo de coisa que não resiste a alguns meses de criatividade geek. Limitações de software estão aí para serem dribladas, e o que não falta são usuários querendo fazer isso. Em todo caso, a Amazon confirmou no fórum oficial do Kindle que o 3G não permite navegação na internet, e que a conexão se destina unicamente às consultas ao Wikipedia e ao download de conteúdos da Kindle Store. Para poder navegar na internet livremente, o usuário terá que usar uma conexão Wi-Fi convencional. Via TNW.

Filipe Garrett | TechTudo | 03/10/2011

Perseus inaugura serviço de autopublicação de livro digital


A editora independente Perseus Books Group lançou um serviço de distribuição e marketing para autores que queiram autopublicar seus próprios e-books, oferecendo royalties de 70% ao autor. O serviço ganhou o nome de Argo Navis Author Services e será oferecido a autores representados por agências que assinaram acordo com a Perseus. Janklow & Nesbit Associates foi a primeira a aderir.

Por Charlotte Williams | The Bookseller | 03/10/201

eBooks do Harry Potter vão ficar para 2012


Organizadores querem, neste momento, levar mais gente para o site Pottermore

Prometido para este mês, o lançamento dos e-books da série de livros sobre o bruxo Harry Potter, que seriam vendidos pelo site Pottermore, ficou para o primeiro semestre de 2012. No blog, contam que adiamento foi decidido porque querem concentrar os esforços, neste momento, para atrair mais pessoas para o site.

PublishNews | 03/10/2011

Inédito de Saramago em eBook


Livro do Nobel já pode ser comprado na versão digital em Portugal; versão impressa será lançada em 17 de outubro

Livro escrito por José Saramago na juventude e nunca publicado, Claraboia ganha edição em e-book antes da versão impressa, que a Caminho manda para as livrarias portuguesas em 17 de outubro.

Do autor sobre o livro: “Claraboia é a história de um prédio com seis inquilinos sucessivamente envolvidos num enredo. Acho que o livro não está mal construído. Enfim, é um livro também ingênuo, mas que, tanto quanto me recordo, tem coisas que já têm que ver com o meu modo de ser.

PublishNews | 03/10/2011

Grupo A e GSI Online vão fundir suas operações


Parceria busca um melhor posicionamento no mercado de livros e soluções tecnológicas para a educação

O Grupo A Educação firmou protocolo de intenções para a aquisição da GSI Online, empresa especializada em e-learning nascida na Incubadora Tecnológica da Universidade Federal de Santa Maria [UFSM-RS]. Com a parceria será possível disponibilizar e customizar conteúdos do grupo editorial, além daqueles que resultarem da união com sua mais recente parceira na área de tecnologia para a educação, a empresa norte-americana Blackboard

Segundo Celso Kiperman, diretor-presidente do Grupo A, a empresa pretende unir forças para dar o melhor atendimento a seus clientes, além da ampliação do conteúdo já oferecido pela editora.

A ideia é agregar o expertise da empresa em desenvolvimento de conteúdo instrucional para o meio digital, no formato de jogos educacionais e cursos online. Isso serve tanto para o mercado corporativo quanto para instituições de ensino”, conta Bruno Weiblen, gerente de Novos Negócios do Grupo A. A GSI será responsável pela produção e adequação de conteúdos para públicos e meios digitais específicos.

Entre os serviços que serão oferecidos estão cursos online, desenvolvimento de enhanced e-books para intensificar a interação com o leitor através de animações e simulações, suporte para operação com a Blackboard em função da experiência da GSI na implementação e suporte de plataformas LMS, desenvolvimento da versão online do Programa de Desenvolvimento Gerencial CoachingOurselves e jogos educacionais para o ensino fundamental e médio.

A união das operações entre GSI e Grupo A nos permitirá entregar uma solução muito mais completa aos nossos clientes, nos valendo da robustez e da qualidade do variado portfólio de conteúdo do Grupo A e da sua recente conquista da distribuição exclusiva no Brasil da plataforma LMS da empresa americana Blackboard”, comenta Rodrigo Madeira, gerente de Vendas e sócio-proprietário da GSI.

PublishNews | 03/10/2011

Amazon ficaria bem em caso de leve recessão nos EUA


O modelo de baixo custo e o crescimento estável da Amazon.com garantiriam que a varejista online ficasse muito bem mesmo se houvesse uma leve recessão nos Estados Unidos, segundo analistas da Stifel Nicolaus, que elevaram a recomendação da ação da companhia para “compra”.

A maior varejista da Internet viu suas vendas saltarem nos últimos anos por conta de seu leitor digital Kindle e outros eletrônicos. Recentemente, a empresa lançou seu tablet por 199 dólares na esperança de competir com o iPad da líder de mercado Apple.

“Estamos mais seguros de que a Amazon pode continuar crescendo mais de 30 por cento organicamente nos próximos dois anos, mesmo em um cenário de baixo ou nenhum crescimento”, afirmaram os analistas da Stifel em relatório a clientes.

Eles também disseram que os negócios de computação na nuvem [“cloud computing”] e livros digitais da Amazon podem dar margens de crescimento ligeiramente mais altas nos próximos anos.

O novo tablet da Amazon – o Kindle Fire – custa 209,63 dólares para ser produzido, de acordo com estimativas da IHS iSuppli, o que sugere que a companhia de comércio eletrônico está disposta inicialmente a perder dinheiro para conquistar consumidores. O preço de venda do produto no site da Amazon é de 199 dólares.

A Stifel tem preço-alvo de 280 dólares para a ação da Amazon. O papel encerrou a última sexta-feira a 216,23 dólares na bolsa eletrônica Nasdaq.

Por Nivedita Bhattacharjee | Reuters | segunda-feira, 3 de outubro de 2011 12:01 BRT