Copia faz primeira parceria no Brasil


Com essa parceria, clientes do Submarino vão poder interagir mais

Com representação em solo tupiniquim desde 2010, o Copia acaba de anunciar a sua primeira parceria brasileira: o Submarino Digital Club, prometida para entrar no ar no dia da abertura da Bienal do Rio de Janeiro, 1º de setembro. Com aplicativos de leitura já disponíveis para desktops, PC e Mac, para Android, Win7Touch, e em breve para iOs Ipad e iPhone, o Copia promete agregar ao líder de e-commerce no Brasil a possibilidade de que seus usuários maximizem a sua interação digital e aproveitem o seu conteúdo digital de forma variada – livros, revistas, jornais, música, filmes, jogos etc. “O princípio de negócio do Copia é estabelecer parcerias com empresas já estabelecidas e que desejem ampliar a sua abrangência e público. Para isso trabalhamos com o esquema de white label que garante que a marca do parceiro do Copia esteja em evidência”, explica Marcelo Gioia, diretor executivo do Copia no Brasil.

Por Ricardo Costa | PublishNews | 30/08/2011

Um pensamento sobre “Copia faz primeira parceria no Brasil

  1. A Submarino também, hein, pelo amor de Deus, atira pra tudo que é lado! Fazer uma plataforma decente, do zero e própria nada, né? Inovação zero. Será que a Submarino não percebe que a Copia concorre com a Gato Sabido/Xeriph? Seus outros parceiros. Aposto que quando lançarmos a plataforma de livros digitais da Livrus, baseado em HTML5, os caras vão procurar a gente. Apesar que, lá atrás, a Submarino chegou até ser inovadora, quando lançou a versão digital de um livro do João Ubadldo Ribeiro. Quantas cópias foram vendidas mesmo? Ah, não me lembro porque logo depois o livro saiu impresso porque o projeto não vingou.

    Me lembro quando a Copia ainda se apresentava como ‘The Copia’ e era um harware que pretendia, internamente, integrar uma rede social de leitores. Isto antes do sucesso do iPad e o Facebook, plataformas complementares e ao mesmo tempo independentes. Agora, com as mudanças no jogo de hardware e das mídias sociais, a Copia tenta se reinventar com esta história de white label. Só falta dizer que é uma distribuidora.

    O bacana é perceber que os negócios vão se configurando conforme o mercado se ajusta. É o famoso dançar conforme a música.

    E por falar em white label, cadê o projeto iSuply? Será que é assim que se escreve?

    Ednei

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