Kobo, o Kindle do Canadá


Não é só a Amazon que quer trazer seu aparelho e sua loja virtual para cá. A canadense Kobo também tem planos para o Brasil, afirmou à Folha Pieter Swinkels, diretor de relações com a indústria editorial, que participa do 2º Congresso do Livro Digital em São Paulo, no final do mês, promovido pela CBL [Câmara Brasileira do Livro]. É quando Swinkels espera contar mais sobre a estratégia brasileira. Kobo, anagrama de “book” [livro], nasceu como concorrente direto da Amazon em 2010. Já ultrapassou o território do Canadá, chegou aos EUA e a países da Europa. Não é preciso ter o aparelho para comprar títulos na loja virtual. Assim como o Kindle, o Kobo possui aplicativos que podem ser rodados também em celulares ou tablets.

Por Josélia Aguiar | Folha de S. Paulo | 02/07/2011

Depois do digital, o papel


Depois do assédio [por ora] infrutífero da Amazon sobre editoras, chegou a vez das fabricantes de papel. As duas maiores fornecedoras para o mercado editorial preparam ações para a Flip com um mesmo objetivo: ampliar o interesse de editores pelo papel off-white [amarelado]. Segundo pesquisas, ele permite leitura mais agradável, embora seja um pouco mais caro que o branco.

A Suzano, detentora de ampla maioria desse segmento com a marca Pólen, estará na Flip pela segunda vez, com lounge para “degustação” de livros com os dois papéis. Já a International Paper estreia em ação com a Ediouro, no lançamento dos títulos de Rubem Fonseca e da Coleção Fronteira. Embora a IP lidere a venda do branco, o seu off-white, Chambril Avena, existe só há dois anos. O Pólen tem duas décadas e é usado em todos os livros da Companhia das Letras.

Raquel Cozer | O Estado de S.Paulo | 02/07/2011