Amazon pode lançar tablet para baratear livro eletrônico


Objetivo seria baratear o Kindle e fazer frente ao iPad 2, mirando levar o mercado de e-readers além da América do Norte e Europa

Foto ilustrativa: Tablet da Amazon poderá usar sistema operacional Android

A fabricante taiwanesa de notebooks Quanta Computer recebeu encomenda da Amazon para a produção de tablets, de acordo com o site DigiTimes. O objetivo seria baratear o Kindle e fazer frente ao iPad 2, explorando um novo mercado.

Os aparelhos começariam a ser vendidos no segundo semestre deste ano e a produção giraria em torno de 700 mil e 800 mil unidades, representando aporte de US$ 3,5 bilhões à receita da Quanta em 2011, informa o site asiático.

O tablet da Amazon seria equipado com tela sensível ao toque da E Ink, que fabrica o papel eletrônico usado no Kindle, e poderia usar o sistema operacional Android, já que em março a empresa abriu loja de aplicativos para esta plataforma.

Lançado em 2007, o kindle é o leitor de livros eletrônicos da Amazon que em janeiro deste ano ultrapassou as vendas de livros de capa dura pela primeira vez na história da livraria online.

Com a oferta de um tablet, a Amazon planejaria baratear o Kindle, mirando levar o mercado de livros eletrônicos além da América do Norte e Europa.

Por Pedro Sirna | MSN Tecnologia | Atualizado em 3/5/2011 – 19:15 | Fonte original: DigiTimes.

Amazon pode lançar tablet com Android no segundo semestre


A fabricante de notebooks Quanta recebeu encomendas da Amazon para a produção de tablets, diz o site DigiTimes. Eles começariam a ser vendidos no segundo semestre deste ano.

De acordo com fontes do DigiTimes, há uma expectativa de que a demanda mensal atinja algo por volta de 700 mil a 800 mil unidades por mês. O tablet da Amazon seria equipado com tela sensível ao toque da E Ink, que fabrica o papel eletrônico usado no Kindle.

O site informa que o mercado de leitores eletrônicos ainda engatinha em regiões fora da América do Norte e da Europa, o que leva a Amazon a planejar reduções de preços para o Kindle.

Muitos acreditam que o tablet da Amazon usará o sistema operacional Android, já que em março a empresa abriu uma loja de aplicativos para essa plataforma.

Folha.com | 03/05/2011 – 15h44

No Reino Unido, vendas digitais respondem por 6% das vendas


O mercado digital no Reino Unido responde atualmente por 6% das vendas totais, segundo informou a Publishers Association [PA]. Isso significa um aumento de mais de 300% em relação a 2009, chegando ao valor de R$ 43 milhões – e é o terceiro ano consecutivo com crescimento de três dígitos para as vendas de e-books. Os números foram revelados no relatório anual da associação sobre o mercado de livros, que também mostrou um aumento de 2% em termos de faturamento, ultrapassando os R$ 8,2 bilhões nas vendas totais de livros no país, mas uma queda de 3% no volume de títulos, com 739 milhões de exemplares vendidos. As exportações representam 40% do faturamento das editoras britânicas. Richard Mollet, CEO da PA, comentou o resultado: “a publicação digital está crescendo a taxas impressionantes em qualquer parte do setor que você olhe.” Dos R$ 43 milhões, R$ 16 milhões foram de ficção [três vezes mais do que 2009], R$ 2,5 milhões foram de não-ficção [também três vezes mais do que 2009] e outros R$ 2,5 milhões foram livros infantis [um aumento de cinco vezes em relação a 2009]. Os R$ 22 milhões restantes não foram especificados por categoria.

Por Philip Jones | The Bookseller | 03/05/2011

Papel eletrônico usado no Kindle não deve ganhar cores neste ano


A fabricante de telas E Ink prepara um papel eletrônico com capacidade para exibir múltiplas cores, mas ele não deve ser lançado neste ano, diz o blog Crave, que entrevistou Sri Peruvemba, vice-presidente de marketing e vendas globais da empresa.

O modelo mais atual de papel eletrônico da E Ink, conhecido como Pearl, é utilizado em leitores como Amazon Kindle e Sony Reader e pode exibir apenas imagens em preto e branco. O Triton, que poderá exibir cores, ainda está em fase de desenvolvimento.

Segundo Peruvemba, o ciclo da tecnologia usada nessas telas é de dois anos. “Leva algum tempo para desenvolver e testar a próxima geração.

Com isso, os próximos leitores eletrônicos devem investir em mais rapidez, diz o blog. Avanços em processadores e software devem possibilitar telas com taxas de atualização mais altas, permitindo trocas de página mais velozes, entre outras melhoras.

Folha.com | 03/05/2011 – 09h45