Principal uso do iPad é para ler notícias, indica pesquisa


O consumo de notícias é o principal uso dado pelos proprietários de iPad ao tablet da Apple, lançado no início do ano passado.

De acordo com pesquisa do Reynolds Journalism Institute [ligado à Universidade de Missouri], 84,4% dos donos de iPad dizem que utilizam o aparelho para se manter em dia sobre notícias e atualidades.

Logo a seguir, citada por 81,6% dos entrevistados, vem a leitura de jornais, revistas e livros.

O levantamento mostra ainda que os donos de iPad despendem mais tempo consumindo notícias do que os usuários de outros meios de comunicação.

Quase metade deles diz que usa mais de uma hora do seu dia para se manter informado por meio do tablet.

O segundo colocado são os donos de computadores PC, com 31% dizendo que leem notícias por mais de 60 minutos diários.

Mesmo na segunda faixa -entre os que consomem notícias por 30 minutos a 60 minutos-, os proprietários do tablet fabricado pela Apple continuam na liderança: 30%.

Já entre os que não consomem notícia de maneira regular, quem tem iPad fica em último lugar, com apenas 1% dizendo que não usa o aparelho para se informar.

Os líderes são leitores de livros eletrônicos [81%] e outros smartphones que não o iPhone [71%].

A pesquisa -feita majoritariamente com consumidores americanos- mostra ainda que, ao menos na primeira geração do tablet [a segunda acabou de chegar às lojas dos EUA], o dono de iPad é majoritariamente homem e tem mais de 45 anos.

Para o iPad 2, as primeiras pesquisas apontam que há um interesse maior para jogos e e-mail, mas que a prioridade permanece sendo a navegação na internet.

Outro levantamento, feito pelo Pew Research Center e divulgado na semana passada, também indica como os americanos estão consumindo notícias por meio de aparelhos portáteis, sejam tablets, sejam celulares.

A pesquisa mostra que 47% dos adultos nos EUA consomem algum tipo de notícia local por meio desses aparelhos, especialmente informações práticas e em tempo real, como meteorologia e informações sobre restaurantes da região onde está.

Esse interesse em consumir notícias justifica por que vários grupos jornalísticos estão investindo em aplicativos para os tablets.

A News Corp., gigante cujos interesses vão do estúdio de cinema Fox até jornais como o americano “Wall Street Journal”, lançou no mês passado o Daily, o primeiro jornal diário exclusivo para iPad.

A empresa ainda não divulgou dados de comercialização do Daily, mas a expectativa de Rupert Murdoch, presidente da News Corp., é que ele venda milhões.

Folha.com | DE NOVA YORK | Mercado | 24/03/2011 | 09h13

Jornada Cultural sobre Direito Autoral em Mídias Digitais


No dia 6 de abril, o Centro de Memória Bunge promove a primeira Jornada Cultural de 2011, das 9h às 17h, no Itaú Cultural. O tema abordado será o Direito Autoral em Mídias Digitais, com palestra da advogada Patrícia Peck Pinheiro. As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site da Fundação Bunge. Ao todo foram disponibilizadas 90 vagas.

Serão analisados vários aspectos relacionados ao direito autoral nas mídias digitais, como a discussão nas empresas sobre produção de conteúdo por meio de equipes integradas, as práticas de violação de direito autoral e a necessidade de definição de políticas adequadas aos direitos autorais envolvendo as novas situações causadas pela criação coletiva.

Jornada Cultural sobre Direito Autoral em Mídias Digitais
quarta, 6 de abril, das 9h às 17h

entrada franca – inscrições serão feitas no site da Fundação Bunge

Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 – Paraíso – São Paulo SP [próximo à estação Brigadeiro do metrô] informações: 11 2168 1777 | atendimento@itaucultural.org.brtwitter.com/itaucultural | http://www.youtube.com/itaucultural

iPad 2


Por Ednei Procópio

iPad 2 é testado e aprovado por Eddie. Conteúdo no iBooks é que ainda deixa a desejar.

Hoje eu tive a oportunidade de testar o iPad 2.

Então vamos direto ao final, o iPad, no quesito hardware e software, é simplesmente sensacional.

Design impecável! Usabilidade 100%.

É leve, extremamente portátil, nunca vi uma prancheta tão fina, com o processador rápido. O meu SoftBook, perto do iPad 2, parece um tijolão.

Mas os elogios param por aqui.

No quesito conteúdo, para nós escritores e editores a coisa complica um pouco. Para colocar um livro digital à venda na App Store [leia iTunes] é um Deus nos acuda!

O desenvolvedor individual precisa assinar um plano padrão anual de U$ 99 que expira automaticamente se o profissional por exemplo sem querer esquecer de renovar.

Quem quiser se aventurar, basta acessar o iOS Dev Center em developer.apple.com. Mas tenha em mente que você terá que trabalhar na plataforma Mac, e entender da linguagem de programação Objective C. Se para você isto não é problema, basta acessar o SDK que a Apple dispõe para isso.

Para o mercado editorial, o processo da plataforma Apple é lento, burocrático e caro. Apple exige a criação de um tax id americano com o nome de IRS. E o desenvolvedor precisa encaminhar um fax para a Apple e ter cartão crédito internacional.

Ah, e o aplicativo, que passa pela aprovação da Apple, pode ser rejeitado.

Solução mais rápida e barata para os escritores e editores brasileiros? Usar o aplicativo Saraiva Digital Reader.

Por Ednei Procópio

Por que os eBooks e e-readers são uma escolha verde


Vai 1 ebook em vez de de 1 livro de papel? O meio ambiente agradece – só a quantidade de e-readers comprados entre 2009 e 2012 vai fazer com que 10 milhões de toneladas de CO2 deixem de ser emitidos na atmosfera nesse período de 4 anos.

Veja abaixo esse e outros dados que explicam por que os livros eletrônicos são amigos da natureza.

Por Debora Schach | Blue Bus | 24/03/11 | Dica do TreeHugger

Casa de Guimarães Rosa tem visita virtual


Local onde autor morou em Cordisburgo é novidade em website que agrega museus

O novo passeio via web do projeto Era Virtual [www.eravirtual.org] é pelo Museu Casa Guimarães Rosa, em Cordisburgo [MG], onde o autor nasceu e passou parte da infância.

O Era Virtual reúne em um website visitas virtuais a alguns museus brasileiros e ruas das cidades onde eles ficam. No caso do museu de Rosa, o passeio pode começar pela casa em si ou por Cordisburgo e suas ruas pacatas de cidade do interior.

Por meio de comandos -e manejá-los não é exatamente uma tarefa fácil no início- é possível girar a imagem para qualquer lado, ampliar detalhes e abrir pop-ups com informações sobre os objetos em questão.

Já na entrada, um dos contadores de histórias Miguilim apresenta o museu- é só clicar no sinal de “mais” ao lado do contador para que ele comece a falar.

É o primeiro de vários Miguilins que acompanham a visita virtual pela casa simples com chão, portas e janelas de madeira. No quarto dos pais, uma cama coberta por uma colcha de crochê fica ao lado de um mostruário com gravatas borboleta.

Não deixe de passear também pelas ruas de Cordisburgo. Um clique e lá está a igreja Matriz, em uma pracinha típica do interior.

Outra nova atração do projeto é o Museu Casa Guignard, dedicado ao artista Alberto da Veiga Guignard, em Ouro Preto [MG]. O sobrado abriga um chafariz feito de pedra sabão atribuído a Aleijadinho. Também é possível visitar partes de Ouro Preto -o que é sempre um prazer.

Folha de S. Paulo | 24/03/2011