Workshop ANER de Redes Sociais


O ciclo de palestras sobre Redes Sociais acontece dia 13 de abril, no auditório da Editora Paulinas. O evento conta com seis palestrantes, entre eles Ricardo Pomeranz presidente da Rapp Digital Brasil, Rafael Sbarai jornalista responsável pela área de mídias sociais da Veja.com e Fernando Tassinari gerente geral da Razorfish Brasil. O programa consiste em atualizar profissionais para o crescimento cada vez maior das mídias sociais como meio de informação na empresa, a ANER [Associação Nacional de Editores de Revistas], organiza uma programação com foco na área comercial e publicidade. Mais informações [11] 3030 – 9390.

CBL Informa | 31/3/2011 19:12

Paulus lança nova página na internet


Tecnologia e modernidade a serviço da sociedade é a marca da nova ferramenta

Na próxima segunda-feira, dia 4, a Editora Paulus lançará sua nova página na internet. O site passará a disponibilizar informações sobre a editora, como a sua história, missão, a trajetória de seu fundador, Tiago Alberione, sua linha editorial, entre outras. Além disso, o usuário terá acesso a todos os serviços que a Paulus oferece, como a Bíblia On-line, o Salmo do Dia, as partituras de todos os CD’s lançados, o Santo do Dia, os periódicos da editora, entre outros. Na seção “Educação”, por exemplo, professores e educadores terão à sua disposição os projetos pedagógicos e o Guia de Visitação, com informações sobre o projeto Uma Visita Muito Especial, que permite às escolas levarem seus alunos para conhecer o parque gráfico da editora e o processo de produção dos livros.

PublishNews | 31/03/2011

Turma da Mônica em conteúdo digital


A Mauricio de Sousa Digital Productions lançará a Turma nos formatos mais inovadores do mercado

A Mauricio de Sousa Criações e Participações e a Digital 21 Entertainment se unem para a criação de uma nova empresa. A novidade será totalmente voltada para a produção de conteúdo e entretenimento que lançará os personagens de Mauricio de Sousa, conhecidos mundialmente, nos formatos mais atuais do mercado [animações em 3D, 2D, móbile, plataforma web, redes sociais e games].

PublishNews | 30/03/2011

Boitempo entra no mercado de livros digitais


Editora lançará os primeiros nove títulos da Coleção Marx e Engels no formato eletrônico

A Boitempo está entrando no mercado de livros digitais com o lançamento dos primeiros nove títulos da Coleção Marx e Engels no formato eletrônico. A ideologia alemã, O Manifesto Comunista, Sobre o suicídio e A situação da classe trabalhadora na Inglaterra são alguns dos títulos publicados pela editora em obras traduzidas diretamente do original em alemão, com textos complementares, biografias e cronologias comentadas. A iniciativa, realizada em parceria com a Livraria Saraiva [que venderá os produtos com exclusividade de um mês em sua loja virtual] marca também a disponibilização dos primeiros livros digitais em português da dupla de filósofos.

PublishNews | 30/03/2011

Escola do Livro oferece curso sobre conteúdo para eBooks


O curso “Gestão de Catálogo e Conteúdo para Livros Digitais”, oferecido pela Escola do Livro, da CBL [Câmara Brasileira do Livro], acontecerá no dia 6 de abril, das 9h30 às 13h30. A iniciativa tem como objetivo evidenciar o processo de criação de catálogos de livros digitais, bem como uma visão global sobre o assunto.

Plataformas, formatos e DRM [Digital Rights Management] fazem parte do conteúdo do curso, que conta ainda com a apresentação de cases na área. Também será apresentado aspectos do gerenciamento de conteúdo.

A aula será ministrada por Ednei Procópio, que é editor e sócio-fundador da Giz Editorial. Procópio atua há 10 anos no mercado de livros digitais. É ainda autor da obra “O livro na Era Digital” e coordenador Geral do Cadastro Nacional de Livros, desenvolvido pela CBL.

CBL | 30/03/2011

Marcelo Tas autografa audiolivro na Cultura


Jornalista fez a narração do livro “Engolido pelas labaredas”

O jornalista multimídia Marcelo Tas autografa hoje, 29, o audiolivro Engolido pelas labaredas [Nossa Cultura, 10h de duração, R$ 38,50]. De autoria do escritor e humorista norte-americano David Sedaris, o livro ganhou narração de Tas, que receberá o público na Livraria Cultura do Conjunto Nacional [Av. Paulista, 2073 – São Paulo/SP], a partir das 19h. Sedaris apresenta no livro sua habilidade de transformar a vida cotidiana – no caso, a sua própria – numa aventura com críticas apimentadas e bem-humoradas.

Tas  passou 20 horas em estúdio gravando e, ao todo, o trabalho de produção sonora consumiu cerca de 50 horas, entre gravação, edição, revisão e finalização. O audiolivro foi formatado em MP3, possibilitando que o ouvinte possa acompanhar o CD no player da sala ou no rádio do carro ou salvar o conteúdo em outro tocador.

PublishNews | 29/03/2011

Editora amplia ferramenta de busca para consultas jurídicas


Ferramenta existe desde 2007 e já está em sua terceira versão

Editora Fórum acaba de lançar a Biblioteca Digital 3.1, sistema de buscas inteligente focado no universo jurídico. A nova versão do site de pesquisas, baseada na Web Semântica [Web 3.0], oferece diferenciais como agilidade, relevância e interligação dos significados das palavras, sistema semelhante ao utilizado pelo Google.

A ferramenta possibilita a busca precisa de termos específicos em acórdãos, doutrinas, ementas, orientações práticas, pareceres, tendências jurisprudenciais e mais de 560 volumes atualizados de publicistas nacionais e internacionais no banco de dados reunido pela Editora. É preciso ser assinante para ter acesso ao material. Outras informações pelos telefones 31 2121-4949 ou através do 0800-704-3737.

Por PublishNews | 29/03/2011

Livro de psiquiatria ganha versão digital


Terceiro aplicativo do Grupo A pode ser acessado através dos leitores iPad, iPod e iPod Touch

O Grupo A está lançando o terceiro aplicado para iPad, iPod e iPod Touch e o primeiro na área de psiquiatria do Brasil. Trata-se do livro Psicofármacos – Consulta rápida [Artmed], escrito pelo médico psiquiatra Aristides Cordioli com a colaboração de diversos especialistas. O aplicativo vai oferecer ao usuário, além de conteúdo atualizado sobre os mais recentes medicamentos psiquiátricos no Brasil, várias opções de interatividade. Neste novo formato, as quatro seções do livro estão interrelacionadas de forma dinâmica devido aos mecanismos de referência rápida construídos para este formato. Entre os recursos, o usuário dispõe da possibilidade de visualização em uma mesma tela de drogas que possuem interação medicamentosa.

PublishNews | 29/03/2011

Editora inaugura página especial nas redes sociais


Conteúdo exclusivo multimídia pode ser conferido no Facebook e no YouTube

A Editora Cosac Naify acaba de inaugurar no Facebook uma página com conteúdo exclusivo multimídia sobre seus lançamentos e um canal customizado do YouTube, que apresenta entrevistas com autores e ilustradores, além de animações de livros infantojuvenis. A página reúne os recentes lançamentos, reimpressões e reedições, bem como entrevistas, notícias e destaques do blog da casa. Na estreia, fãs do artista Eloar Guazzelli podem assistir à entrevista que ele concedeu sobre a experiência de ilustrar o conto inédito de Eça de Queiroz, Um dia de chuva, recém-lançado pela editora.

Por PublishNews | 29/03/2011

Editora brazuca lança livro em inglês na Amazon


Marcelo Mirisola será um dos próximos a serem traduzidos

A editora brasileira KindleBookBr, focada em livros digitais distribuído pela Amazon para leitura em seu Kindle, acaba de publicar uma tradução própria para o inglês de um livro português que já possuía no catálogo. The Poetics of Epistem-Art, de Adão de Faria e Lílian Gomes, já se encontra à venda na loja virtual da gigante norte-americana desde segunda-feira, a US$ 2,99. A editora não deve para aí e planeja colocar mais traduções em inglês nas prateleiras virtuais. Entre elas estão Dança Ritual Urbana, de Erwin Maack;Domingo, o Jogo, de Cassia Cassitas, e Joana a contragosto de Marcelo Mirisola,cuja tradução será bancada por uma bolsa da Fundação Biblioteca Nacional.

PublishNews | 29/03/2011

Livro digital em discussão


Programação de abertura do Salão ocorre no dia 8 de junho

O livro digital foi o tema escolhido para a programação de abertura do 13º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, que ocorre de 8 a 19 de junho no Centro de Cultura Ação da Cidadania [Rua Barão de Tefé, 75 – Zona Portuária. Rio de Janeiro/RJ]. Na oportunidade serão apresentados os números do setor e uma reflexão sobre o espaço infantil nas livrarias, discutida a opinião de livreiros e editores sobre o mercado e relatada suas experiências bem sucedidas com livros digitais infantis e juvenis, além da opinião de especialistasnacionais e internacionais sobre a convivência com o livro digital, de papel e outros suportes.

O Salão FNLIJ do Livroé considerado o maior evento de livros da América Latina voltado para bebês, crianças, jovens, professores, bibliotecários e pais e recebe cerca de 40 mil visitantes. As inscrições para a programação de abertura custam R$ 80 por pessoa [almoço incluído]. Inscrições e mais informações através do e-mail comunicacaofnlij@fnlij.org.br ou pelo telefone 21 2262-9130.

PublishNews | 29/03/2011

Bologna 2011: Pesquisando o cenário digital ‘Generação Angry Birds’


Das observações de Joe Wikert, da O’Reilly Media, dizendo que “é tudo uma questão de contar histórias” ao comentário final de Laura Donnini, da Mondadori, “Nós vendemos sonhos”, a palavra conteúdo era uma constante no primeiro Tools of Change Bologna, evento que aconteceu na véspera da abertura da Feira de Bolonha. Uma platéia de 250 pessoas, de 27 países, participou do evento de um dia no domingo. Muitas das mesmas conversas das recentes conferências TOC e DBW surgiram ao longo do dia, assuntos como do ePub ao HTML5, complexidades dos direitos digitais, preço e DRM.

Kate Wilson, da Nosy Crow, lembrou aos participantes que a mudança digital trouxe novas oportunidades “para se conectar diretamente com os consumidores de forma barata e eficiente”. Citando estatísticas sobre crianças britânicas de 4 ou 5 anos que já estão online –14% delas conseguem amarrar os sapatos, mas 34% podem abrir um navegador – ela enfatizou: “É aí que seus consumidores estão.

Por Diane Roback | Publishers Weekly | 29/03/2011

New York Times passa a cobrar por acesso à edição digital


O jornal “The New York Times” começou a cobrar nesta segunda-feira pelo acesso ao conteúdo de sua edição digital, embora seus leitores ainda possam ler gratuitamente até 20 artigos por mês pelo site.

“‘The New York Times’ dá hoje um importante passo ao passar a trabalhar com assinantes de seus conteúdos digitais nos EUA e no resto do mundo. Desde que fizemos o anúncio, há 11 dias, escutamos muitas opiniões de nossos leitores. Agradecemos seus comentários e, sobretudo, seu compromisso com o ‘Times'”, disse o presidente da editora do jornal, Arthur Sulzberger, em comunicado.

O sistema de pagamento oferece três opções de assinatura: por US$ 15 ao mês os leitores terão acesso ilimitado ao conteúdo do “NYTimes.com” de computadores tradicionais e telefones celulares, por US$ 20 de computadores convencionais e iPads e por US$ 35 de qualquer dispositivo.

Aqueles que já assinam a versão impressa do jornal continuarão tendo acesso ilimitado e gratuito à edição digital por qualquer meio, com exceção de por leitores de livros eletrônicos Kindle e Nook.

Em uma tentativa de manter os mais de 31 milhões de leitores de seu site por mês, a companhia não conta em seu limite de 20 artigos mensais as visitas a partir das redes sociais Twitter e Facebook, enquanto os que chegarem ao “NYTimes.com” através do Google poderão ler até cinco artigos a mais por mês.

Os que chegarem aos artigos do ‘Times’ a partir de buscadores, blogs ou redes sociais poderão lê-los. Isto permitirá que novos leitores descubram nossos conteúdos“, disse Sulzberger, quem ressaltou que haverá um limite diário de links gratuitos nos buscadores mais utilizados.

Agencia EFE | 28/03/2011

Desacordo Google


FOTO: Carlos Osorio/AP

Os planos do Google de criar a maior biblioteca online do mundo, repleta de títulos raros, esgotados e órfãos [aqueles cujos detentores de direitos autorais são desconhecidos ou inacessíveis] sofreram duro golpe nesta semana, quando um juiz federal dos EUA rejeitou o acordo que previa que o Google pagasse US$ 125 milhões a autores e editoras pelo direito de colocar esses acervos na internet.

Para Denny Chin, o juiz, o acordo era “injusto, inadequado e irracional”. Ele sugeriu que o trato avançaria se valesse só para autores e donos de direitos autorais que aceitassem os termos. Isso não resolve, porém, casos de livros órfãos.

Por Redação Link | 27 de março de 2011 | 19h57

Com vendas pífias, editoras hesitam


É que nem festa de chefe, definiu certa vez um editor ao falar da entrada de sua empresa no mercado digital: você não morre de vontade de ir, mas também não pode faltar. Foi com essa sensação que as editoras nacionais deram, em 2009, os primeiros passos rumo ao eletrônico. De repente, todo mundo era novato. Ninguém sabia formatar um e-book, então os arquivos tinham de ser enviados para reformatação na Ásia, de onde voltavam sem acentos e sem pedaços do texto. Direitos autorais eram outros 500. Lançar velhas obras no novo formato? Só refazendo todos os contratos com os autores.

De lá para cá, parte razoável das editoras ganhou know-how, mas a comercialização de e-books segue pífia. Até o mês passado, por exemplo, a Sextante tinha vendido 100 mil cópias impressas de O Aleph, de Paulo Coelho, ante cerca de 100 digitais. Sem retorno, as casas hesitam em investir. Para se ter noção, na Livraria Saraiva estão à venda 2.500 e-books nacionais, ante 204 mil importados. A Companhia das Letras, que tem 20 títulos eletrônicos [de um catálogo de 5 mil obras], só apostou na área ao fechar acordo com a Penguin americana, pelo qual livros em parceria teriam de sair nos dois formatos. Um dos resultados dessa parceria, O Amante de Lady Chatterley, é o 10º e-book mais comprado na Cultura – que, como a Saraiva, não dá números dessas vendas [o motivo você pode imaginar]. Quase todo o resto da lista é de desanimar o leitor mais voraz: Como Lidar com Pessoas Difíceis, O Monge e o Executivo e por aí vai. Como acontece com os livros em papel, autoajuda e acadêmicos estão entre os mais procurados no País. E empresários, afinal, investem mesmo é no que vende.

Por Raquel Cozer | Redação Link | 27 de março de 2011 | Raquel é repórter e colunista do Sabático e assina o blog A biblioteca de Raquel no Estadão.com

Filosofia eletrônica


Os primeiros e-books nacionais de livros dos filósofos alemães Karl Marx e Friedrich Engels chegam ao mercado em abril. A Boitempo lançará nove títulos da Coleção Marx e Engels acrescidos de textos inéditos, como os primeiros estudos de Bruno Bauer [estes em A Questão Judaica]. Simultaneamente, sai em papel o volume O 18 de Brumário de Luis Bonaparte.

Por Raquel Cozer | O Estado de S. Paulo | 26/03/2011

FBN planeja biblioteca para empréstimo de e-books


A criação de uma biblioteca pública para empréstimo de livros digitais, nos moldes da desenvolvida pela New York Public Library, será uma das prioridades da Fundação Biblioteca Nacional na gestão de Galeno Amorim.

Para pilotar isso, o presidente da FBN convidou Carlo Carrenho, sócio fundador do Publishnews, ao cargo de coordenador-geral de pesquisa e editoração. Carrenho cuidará ainda do programa do livro popular, que inclui a criação de pontos de vendas de títulos com preços abaixo de R$ 10. Como permitem acordos com o mercado, esses projetos podem evoluir apesar da possível redução nas verbas da FBN, decorrente do corte no orçamento do MinC.

Por Raquel Cozer | O Estado de S. Paulo | 26/03/2011

Virando a página


Sérgio da Silva Santos, de 34 anos, é um autor desconhecido. Morador da Tijuca e funcionário da Petrobras, ele concluiu seu primeiro romance, O segredo de Carol, em 2007. Por dois anos, bateu na porta de grandes editoras. E perdeu tempo. Não houve interesse pela história de uma mulher que acordava no meio de uma floresta sem saber como havia chegado lá.

Recentemente, Sérgio encontrou uma solução para o impasse. Desde agosto, o livro está à venda no site da Amazon, a gigante americana do mercado de vendas online. O livro é comercializado apenas na versão virtual, o chamado ebook, e pode ser acessado em leitores digitais como o Kindle [produzido pela própria Amazon] ou no iPad, tablet da Apple. Em sete meses, 50 livros de Sérgio foram adquiridos via Amazon, por US$ 4,99, cada.

A discrepância entre os números retrata com exatidão o atual estágio do mercado nacional na venda de livros digitais. No caso da Amazon, são 810 mil ebooks no catálogo. No Brasil, há menos de dois mil títulos convertidos para o Kindle. Entre eles estão os livros de autores independentes que andam descobrindo as vantagens da autopublicação – uma ferramenta que promete mudanças significativas no mercado editorial.

Por Fábio Brisolla | O Globo | 26/03/2011

Principal uso do iPad é para ler notícias, indica pesquisa


O consumo de notícias é o principal uso dado pelos proprietários de iPad ao tablet da Apple, lançado no início do ano passado.

De acordo com pesquisa do Reynolds Journalism Institute [ligado à Universidade de Missouri], 84,4% dos donos de iPad dizem que utilizam o aparelho para se manter em dia sobre notícias e atualidades.

Logo a seguir, citada por 81,6% dos entrevistados, vem a leitura de jornais, revistas e livros.

O levantamento mostra ainda que os donos de iPad despendem mais tempo consumindo notícias do que os usuários de outros meios de comunicação.

Quase metade deles diz que usa mais de uma hora do seu dia para se manter informado por meio do tablet.

O segundo colocado são os donos de computadores PC, com 31% dizendo que leem notícias por mais de 60 minutos diários.

Mesmo na segunda faixa -entre os que consomem notícias por 30 minutos a 60 minutos-, os proprietários do tablet fabricado pela Apple continuam na liderança: 30%.

Já entre os que não consomem notícia de maneira regular, quem tem iPad fica em último lugar, com apenas 1% dizendo que não usa o aparelho para se informar.

Os líderes são leitores de livros eletrônicos [81%] e outros smartphones que não o iPhone [71%].

A pesquisa -feita majoritariamente com consumidores americanos- mostra ainda que, ao menos na primeira geração do tablet [a segunda acabou de chegar às lojas dos EUA], o dono de iPad é majoritariamente homem e tem mais de 45 anos.

Para o iPad 2, as primeiras pesquisas apontam que há um interesse maior para jogos e e-mail, mas que a prioridade permanece sendo a navegação na internet.

Outro levantamento, feito pelo Pew Research Center e divulgado na semana passada, também indica como os americanos estão consumindo notícias por meio de aparelhos portáteis, sejam tablets, sejam celulares.

A pesquisa mostra que 47% dos adultos nos EUA consomem algum tipo de notícia local por meio desses aparelhos, especialmente informações práticas e em tempo real, como meteorologia e informações sobre restaurantes da região onde está.

Esse interesse em consumir notícias justifica por que vários grupos jornalísticos estão investindo em aplicativos para os tablets.

A News Corp., gigante cujos interesses vão do estúdio de cinema Fox até jornais como o americano “Wall Street Journal”, lançou no mês passado o Daily, o primeiro jornal diário exclusivo para iPad.

A empresa ainda não divulgou dados de comercialização do Daily, mas a expectativa de Rupert Murdoch, presidente da News Corp., é que ele venda milhões.

Folha.com | DE NOVA YORK | Mercado | 24/03/2011 | 09h13

Jornada Cultural sobre Direito Autoral em Mídias Digitais


No dia 6 de abril, o Centro de Memória Bunge promove a primeira Jornada Cultural de 2011, das 9h às 17h, no Itaú Cultural. O tema abordado será o Direito Autoral em Mídias Digitais, com palestra da advogada Patrícia Peck Pinheiro. As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site da Fundação Bunge. Ao todo foram disponibilizadas 90 vagas.

Serão analisados vários aspectos relacionados ao direito autoral nas mídias digitais, como a discussão nas empresas sobre produção de conteúdo por meio de equipes integradas, as práticas de violação de direito autoral e a necessidade de definição de políticas adequadas aos direitos autorais envolvendo as novas situações causadas pela criação coletiva.

Jornada Cultural sobre Direito Autoral em Mídias Digitais
quarta, 6 de abril, das 9h às 17h

entrada franca – inscrições serão feitas no site da Fundação Bunge

Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 – Paraíso – São Paulo SP [próximo à estação Brigadeiro do metrô] informações: 11 2168 1777 | atendimento@itaucultural.org.brtwitter.com/itaucultural | http://www.youtube.com/itaucultural

iPad 2


Por Ednei Procópio

iPad 2 é testado e aprovado por Eddie. Conteúdo no iBooks é que ainda deixa a desejar.

Hoje eu tive a oportunidade de testar o iPad 2.

Então vamos direto ao final, o iPad, no quesito hardware e software, é simplesmente sensacional.

Design impecável! Usabilidade 100%.

É leve, extremamente portátil, nunca vi uma prancheta tão fina, com o processador rápido. O meu SoftBook, perto do iPad 2, parece um tijolão.

Mas os elogios param por aqui.

No quesito conteúdo, para nós escritores e editores a coisa complica um pouco. Para colocar um livro digital à venda na App Store [leia iTunes] é um Deus nos acuda!

O desenvolvedor individual precisa assinar um plano padrão anual de U$ 99 que expira automaticamente se o profissional por exemplo sem querer esquecer de renovar.

Quem quiser se aventurar, basta acessar o iOS Dev Center em developer.apple.com. Mas tenha em mente que você terá que trabalhar na plataforma Mac, e entender da linguagem de programação Objective C. Se para você isto não é problema, basta acessar o SDK que a Apple dispõe para isso.

Para o mercado editorial, o processo da plataforma Apple é lento, burocrático e caro. Apple exige a criação de um tax id americano com o nome de IRS. E o desenvolvedor precisa encaminhar um fax para a Apple e ter cartão crédito internacional.

Ah, e o aplicativo, que passa pela aprovação da Apple, pode ser rejeitado.

Solução mais rápida e barata para os escritores e editores brasileiros? Usar o aplicativo Saraiva Digital Reader.

Por Ednei Procópio

Por que os eBooks e e-readers são uma escolha verde


Vai 1 ebook em vez de de 1 livro de papel? O meio ambiente agradece – só a quantidade de e-readers comprados entre 2009 e 2012 vai fazer com que 10 milhões de toneladas de CO2 deixem de ser emitidos na atmosfera nesse período de 4 anos.

Veja abaixo esse e outros dados que explicam por que os livros eletrônicos são amigos da natureza.

Por Debora Schach | Blue Bus | 24/03/11 | Dica do TreeHugger

Casa de Guimarães Rosa tem visita virtual


Local onde autor morou em Cordisburgo é novidade em website que agrega museus

O novo passeio via web do projeto Era Virtual [www.eravirtual.org] é pelo Museu Casa Guimarães Rosa, em Cordisburgo [MG], onde o autor nasceu e passou parte da infância.

O Era Virtual reúne em um website visitas virtuais a alguns museus brasileiros e ruas das cidades onde eles ficam. No caso do museu de Rosa, o passeio pode começar pela casa em si ou por Cordisburgo e suas ruas pacatas de cidade do interior.

Por meio de comandos -e manejá-los não é exatamente uma tarefa fácil no início- é possível girar a imagem para qualquer lado, ampliar detalhes e abrir pop-ups com informações sobre os objetos em questão.

Já na entrada, um dos contadores de histórias Miguilim apresenta o museu- é só clicar no sinal de “mais” ao lado do contador para que ele comece a falar.

É o primeiro de vários Miguilins que acompanham a visita virtual pela casa simples com chão, portas e janelas de madeira. No quarto dos pais, uma cama coberta por uma colcha de crochê fica ao lado de um mostruário com gravatas borboleta.

Não deixe de passear também pelas ruas de Cordisburgo. Um clique e lá está a igreja Matriz, em uma pracinha típica do interior.

Outra nova atração do projeto é o Museu Casa Guignard, dedicado ao artista Alberto da Veiga Guignard, em Ouro Preto [MG]. O sobrado abriga um chafariz feito de pedra sabão atribuído a Aleijadinho. Também é possível visitar partes de Ouro Preto -o que é sempre um prazer.

Folha de S. Paulo | 24/03/2011

Juiz rejeita acordo do Google para biblioteca digital


Um juiz norte-americano rejeitou um acordo de 125 milhões de dólares entre o Google e uma associação de escritores que permitiria ao serviço de buscas publicar versões online de milhões de livros, criando a maior biblioteca digital do mundo.

Denny Chin, juiz federal em Nova York, afirmou que o acordo dava ao Google vantagem competitiva significativa e ‘simplesmente iria longe demais’ ao conceder à empresa o poder de ‘explorar’ trabalhos digitalizados sobre os quais existem direitos autorais, permitindo que vendesse assinaturas para acesso a eles sem permissão dos autores.

O Google digitalizou cerca de 12 milhões de livros do acervo de algumas das melhores bibliotecas norte-americanas, como parte de um esforço definido como tentativa de oferecer acesso mais fácil ao conhecimento humano.

Em 2005, a Authors Guild e a Association of American Publishers abriram processo contra o Google por violação das leis de direitos autorais, mas chegaram a um acordo com a empresa, que concordou em pagar 125 milhões de dólares às pessoas cujos livros foram digitalizados, e localizar os autores que ainda não haviam se apresentado, dividindo com eles as receitas auferidas com as obras digitalizadas.

Ainda assim, alguns críticos alegam que o acordo oferece ao Google vantagem competitiva desleal e representa violação das leis antitruste. Chin, juiz de segunda instância que presidiu o caso quando ainda era juiz de primeira instância, acatou as duas alegações.

O acordo conferiria ao Google vantagem significativa diante dos concorrentes, recompensando a empresa por ter realizado cópias em massa e não autorizadas de obras protegidas por direitos autorais‘, escreveu Chin em sua decisão que rejeita o acordo.

Ele mandou o Google e as organizações que representam autores e editoras a alterar o acordo de forma a incluir apenas obras cujos detentores de direitos autorais tenham aceitado explicitamente o acordo, em lugar do modelo atual, sob o qual os autores que não desejem que suas obras digitalizadas sejam comercializadas pelo Google teriam de optar explicitamente por isso.

Por Diane Bartz | Reuters | 23/03/2011

Justiça americana diz não aos planos da Google


No meio do caminho havia um juiz federal. Seu nome? Denny Chin. E ele precisou de 13 meses para avaliar e julgar o acordo que a Google tinha desenhado com representantes de autores e editoras, particularmente com a Associação de Editores Americanos e com a Authors Guild, que garantiria à gigante californiana o direito de escanear e utilizar obras que não estivessem em domínio público. Quando o juiz Chin deu sua canetada final, o resultado não foi nada bom para a Google. “Finalmente, eu concluo que o acordo não é justo, não é adequado e não é razoável”, escreveu o magistrado.

O Google Book Agreement permitiria que a empresa de buscas online pudesse alcançar seu objetivo de criar uma grande Biblioteca de Alexandria digital sem restrições legais. A empresa se comprometia a investir US$ 125 milhões para a criação de uma organização que funcionaria como uma espécie de “cartorio” com um banco de dados de obras e autores, permitindo que os proprietários de direitos autorais fossem remunerados conforme seus livros fossem utilizados pela Google para visualização em resultados de buscas. Vale lembrar que a Google não planejava vender os livros em si, mas apenas permitir os internautas os visualizassem. O modelo de negócio se fechava com anúncios que seriam exibidos nas páginas de web que mostrassem os textos dos livros. Os 125 milhões seriam usados justamente para remunerar autores que gerassem renda para a Google, e a empresa se comprometia a aportar mais dinheiro no “cartório de direitos autorais” se isto fosse necessário.

A grande questão, no entanto, é que a Google planejava escanear e utilizar os livros sem autorização prévia. Quem não quisesse, teria de pedir para que suas obras fossem excluídas da grande biblioteca. Quem não se manifestasse estaria lá. O pulo do gato se daria com o fato de que a Google conseguiria desta forma escanear e disponibilizar milhares de livros considerados “órfãos”, isto é, aquelas obras cujos direitos autorais têm propriedade desconhecida ou perdida.

O acordo foi inicialmente alcançado em outubro de 2008, mas uma série de discussões e ajustes foram necessários antes que o acordo fosse apresentado à Justiça Federal norte-americana em fevereiro do ano passado. No início da audiência de mais de quatro horas, o juiz Chin já avisara que não daria sua decisão na hora, pois “havia muito para digerir”. E havia mesmo. O acordo tinha 166 páginas, sem contar os anexos. E foram inúmeras as manifestações formais de entidades dos EUA e do exterior, especialmente contra o acordo. Depois de toda esta digestão, o juiz Chin escreveu: “Como os Estados Unidos e outros objetores observaram, muitas das questões levantadas nas objeções seriam amenizadas se o acordo fosse convertido em algo que se optasse para entrar em vez de algo que se optasse para sair. Eu proponho enfaticamente às partes que considerem uma revisão do acordo.

Além das próprias questões ligadas a copyright, a decisão do juiz Chin ainda levou em consideração a legislação anti-trust, questões de privacidade e mesmo a violação de leis internacionais. De fato, 5 das 48 páginas de sua sentença são dedicados ao aspecto internacional, particularmente à questão do escaneamento de obras estrangeiras que foi bastante criticada pelas comunidades editoriais de outros países. No final, o magistrado aproveitou as críticas internacionais para defender que talvez toda esta questão deveria ser tratada no Congresso e não em um tribunal: “O fato que outras nações têm objeções contra o acordo, afirmando que ele violaria tratados e princípios internacionais, é outra razão pela qual esta questão seria melhor tratada pelo Congresso.

A reação dos proponentes do Google Book Settlement frente à decisão do juiz foi de frustração, mas, ao que tudo indica, eles tentarão mais uma vez rever o acordo para apresentá-lo outra vez à justiça. John Sargent, CEO da Macmillan e um dos arquitetos do acordo, declarou à Publishers Weekly: “As editoras estão preparadas para modificar o acordo para que seja aprovado. Nosso plano é trabalhar junto com a Google, a Authors Guild e outros envolvidos para superar as objeções levantadas na Justiça e promover o princípio fundamental por trás deste processo, princípio este defende que conteúdos com copyright não podem ser usados sem a permissão do proprietário ou fora da lei.”

Por André de Lima | PublishNews | 23/03/2011

Fórum Permanente Desafios do Magistério Leitura e Convergência de Mídias


A ALB – Associação de Leitura do Brasil, a Faculdade de Educação da Unicamp e a Rede Anhanguera de Comunicação vão discutir os Desafios do Magistério Leitura e Convergência de Mídias, em seu Fórum Permanente.

O evento vai acontecer no próximo dia 20 de abril de 2011, de 9h00 às 17h00 no Auditório do Centro de Convenções da Unicamp. As inscrições são gratuitas, clique aqui.

Obras sobre educação e África foram acessadas 50 mil vezes


O portal Domínio Público, do Ministério da Educação, publicou na internet em 21 de fevereiro as coleções Educadores e História Geral da África. Desde então, até esta quarta-feira, 23 de março, as obras foram baixadas mais de 50 mil vezes. Os textos são dirigidos a professores e instituições que formam docentes, porém qualquer pessoa pode acessá-los pelo portal.

A Coleção Educadores conta com 62 títulos de autores importantes que refletiram sobre a educação, como Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Ortega y Gasset e Antonio Gramsci. Cada volume, de cerca de 150 páginas, tem uma seleção de textos do autor abordado, cronologia, referências biográficas e um ensaio sobre sua trajetória. A coleção é composta por 31 autores brasileiros, 30 estrangeiros e um livro contendo os manifestos Pioneiros da Educação Nova, escrito em 1932, e dos Educadores, de 1959.

A coleção História Geral da África foi criada por iniciativa da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura [Unesco], que a lançou em língua francesa em 1980. Aborda desde a pré-história do continente africano até os anos 1980. O conjunto tem cerca de 10 mil páginas, distribuídas em oito volumes, e é fruto do trabalho de cerca de 350 pesquisadores, a maioria deles africanos. O levantamento de dados e a produção da obra consumiram 30 anos. Agora, o MEC oferece a versão para uso no Brasil e nas nações que integram a Comunidade de Países de Língua Portuguesa [CPLP].

Por Diego Rocha | MEC | 23/03/2011

Guia do livro didático para ensino médio está disponível na web


Já está na página do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação [FNDE] na internet o Guia do Programa Nacional do Livro Didático 2012, que traz o resumo das obras selecionadas pelo Ministério da Educação para uso dos alunos das escolas públicas de ensino médio a partir do próximo ano.

Com o guia em mãos, professores e diretores podem conhecer os livros e debater quais são os títulos mais adequados ao seu sistema pedagógico.

A escolha do livro didático para o ensino médio estará aberta, também no portal do FNDE, de 23 de maio a 12 de junho. Nesse período, cerca de 18 mil escolas públicas de todo o país deverão selecionar as obras que querem receber. “A previsão é de comprar 75 milhões de livros didáticos para o ensino médio, em benefício de 8 milhões de alunos”, afirma Rafael Torino, diretor de ações educacionais do FNDE.

A escolha engloba todas as disciplinas do ensino médio, como português, matemática, física, química, biologia, geografia e história. A novidade deste ano para essa etapa de ensino é o fornecimento de livros de língua estrangeira [inglês e espanhol], filosofia e sociologia.

Além de livros didáticos para todos os alunos do ensino médio, o FNDE vai enviar às escolas públicas 65 milhões de exemplares de reposição para o ensino fundamental. Com isso, deverão ser comprados 140 milhões de exemplares em 2011.

Acesse a página do FNDE.

MEC | 22/03/2011

Como adicionar eBooks em PDF no iBooks para ler em seu iPad, iPod Touch ou iPhone


Este breve tutorial irá lhe mostrar como adicionar arquivos PDF para iBooks para que você possa lê-los em seu iPad, iPod Touch ou iPhone.

Há também uma maneira interessante para utilizar o software Dropbox para adicionar arquivos PDF no iBooks – mas se ele é um grande arquivo PDF, você provavelmente vai querer ficar com o método descrito a seguir.

1. Primeiro vamos fazer a suposição de que você tem instalado o aplicativo iBooks em seu iPad, iPod Touch ou iPhone. Se não, clique aqui para instalá-lo.

2. Agora abra o iTunes, que também deve estar devidamente instalado. Selecione ARQUIVO > ADICIONAR À BIBLIOTECA

3. No iTunes, navegue até o arquivo PDF que deseja adicionar ao aplicativo iBooks. Você pode selecionar mais de um arquivo, ou selecionar uma pasta inteira. Uma vez que você fizer sua seleção, clique em ESCOLHER.

4. Agora selecione LIVROS na biblioteca do iTunes. Você deverá ver o arquivo PDF que você acabou de adicionar, agora listado.

5. Clique com o botão direito do mouse [CTRL + clique botão para Mac] sobre o recém-adicionado PDF e selecione GET INFO.

6. Primeiro selecione a guia OPÇÕES. Certifique-se que o TIPO DE MÍDIA [Media Kind]: é definido como LIVRO [BOOK].

7. Agora, selecione a guia INFO. A partir daí você pode adicionar alguma informação que falta – o nome do autor, o ano, etc. Enfim, os metadados. Quando terminar, clique em OK.

8. Calma. Ainda não acabou. Agora selecione o iPad, iPod Touch ou iPhone a partir de DEVICES na lista do iTunes. Selecione a guia LIVROS da lista na parte superior. Certifique-se que a opção SYNC BOOKS está marcada. Se você deseja sincronizar todos os livros que você tenha adicionado ao iTunes, selecione a opção TODOS OS LIVROS e, em seguida, clique no botão SYNC. Se você quiser sincronizar apenas livros específicos, selecione LIVROS ESCOLHIDOS e, em seguida, coloque uma verificação ao lado de cada um dos livros que você deseja sincronizar [e, em seguida, clique no botão SYNC].

9. Agora, com o aplicativo iBooks aberto. Você verá um botão PDF na parte superior. Bastas clicar, ou tocar na opção.

10. Será apresentada uma lista com todos os PDFs que você adicionou através do iTunes. Toque em um deles.

11. E o eBook vai abrir no aplicativo iBooks. A qualquer momento você pode tocar na tela e um menu aparecerá no topo. A partir daí você pode alterar o brilho da tela, procurar por um novo PDF, usar a ferramenta de marcador de página, etc.

12. É isso aí, está pronto!

Publicado originalmente no site Simple Help | Outubro 2010

Comércio eletrônico cresce 40% no Brasil em 2010


SÃO PAULO – O e-commerce brasileiro teve um desempenho acima do esperado em 2010. O faturamento do setor apresentou um crescimento nominal de 40% alcançando R$ 14,8 bilhões frente aos R$ 10,6 bilhões em 2009.

O balanço divulgado hoje no 23º relatório WebShoppers, elaborado pela e-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico [camara-e.net], superou a previsão da consultoria que havia estimado um faturamento de R$ 14,5 bilhões para o setor em 2010.

O resultado é atribuído principalmente às vendas na Copa do Mundo e à entrada de pequenos e médios fornecedores novos no mercado, assim como à consolidação de grandes grupos de varejo e ao aumento da renda do consumidor.

O tíquete médio do ano foi de R$ 373 – alta de 11% em relação a 2009 quando o valor médio das compras online foi de R$ 335.

Em todo o ano passado foram feitos mais de 40 milhões de pedidos no varejo online por cerca de 23 milhões de consumidores.

Entre as categorias que mais se destacaram nas vendas via internet em 2010 o setor de Eletrodomésticos estreou no topo do ranking do e-commerce brasileiro com expansão de 14% em relação a 2009. Na sequência estão Livros, Revistas e Assinaturas de jornais, com crescimento de 12% no período, Saúde, Beleza e Medicamentos também com 12% de alta, Informática e Eletrônicos com 11% e 7% e crescimento, respectivamente.

O e-commerce passa por um período de maturação. Isso se deve à grande aceitação do comércio eletrônico entre os brasileiros, que estão comprando produtos de maior valor agregado como eletrodomésticos, itens informática, eletrônicos e telefonia – mais especificamente notebooks, desktops e televisores”, afirma o diretor-geral da e-bit Pedro Guasti.

Para 2011, a consultoria espera que o e-commerce mantenha o ritmo de crescimento e feche o ano com faturamento de R$ 20 bilhões – avanço de 30% em relação a 2010.

Segundo Guasti, o Brasil é a locomotiva que puxa o avanço do e-commerce na América Latina. “O Brasil é responsável por 60% do faturamento do comércio eletrônico na região”, destaca.

Por Tatiana Schnoor | Valor Econômico | 22/03/2011

Apple x Amazon; Microsoft x Barnes & Noble


As cortes norte-americanas devem ficar mais agitadas graças a processos envolvendo empresas ligadas ao mercado editorial. Pelo menos, é isso que uma breve leitura do Wall Street Journal de hoje permite concluir.

De um lado, a Apple está processando a Amazon, acusando a gigante do varejo virtual de utilização indevida do termo “App Store” que a empresa de Steve Jobs registrou em 2008. A Amazon, na verdade, chama sua loja de aplicativos Android de “Appstore”, sem espaço e com letra minúscula. A ação foi registrada na última sexta-feira, 18/3, em um tribunal federal da Califórnia.

Algumas centenas de milhas ao norte, em Seattle, a Microsoft registrou ontem um processo contra a Barnes & Noble, pois considera que o leitor digital Nook viola cinco patentes da empresa ao utilizar o sistema operacional Android. Este é apenas mais um processo da empresa de Bill Gates contra equipamentos que usam o sistema operacional da Google.

As empresas Foxconn International e Inventec Corp, fabricantes do Nook, também estão arroladas no processo.

Por André de Lima | PublishNews | 22/03/2011

DLD inicia operações até o dia 4 de abril


Por Maria Fernandes Rodrigues & André de Lima | Publicado originalmente em PublishNews | 22/03/2011

Roberto Feith, que além de comandar a Objetiva, é o presidente do conselho da DLD | Fotógrafo: Divulgação/Bruno Veiga

Anunciada em março e criada em agosto de 2010, a Distribuidora de Livros Digitais [DLD] está prestes a iniciar sua operação de distribuição de e-books. Os seis sócios são os mesmos desde sua criação – Objetiva, Record, Sextante, Rocco, Planeta e L&PM – e o início das operações se dará inicialmente com as lojas de e-books da Saraiva e Cultura. A empresa, dirigida por Roberto Vaz Moreira, vinha trabalhando discretamente e em silêncio, sendo comum ouvir no mercado comentários que duvidavam do desenvolvimento e mesmo do início das operações da DLD. Nesta entrevista exclusiva, Roberto Feith, que além de comandar a Objetiva é presidente do conselho da DLD, desmistifica esta visão e mostra que a DLD está a todo vapor ao falar abertamente dos planos, expectativas e cronograma de lançamento da distribuidora digital.

PublishNews: Quando a DLD começa a operar?
Roberto Feith: A DLD concluiu a customização do seu software e está na fase final dos testes operacionais com Saraiva e Cultura. Ela começa a operar com estes dois parceiros até o dia 4 de abril. Além disto, concluiu acordos com mais duas empresas de comércio virtual. Estes dois projetos, desenvolvidos por grupos empresariais nacionais, vão estrear até o final do primeiro semestre. Além disto, a distribuidora está em conversações com outros potenciais parceiros, brasileiros e internacionais.

PN: Quantos e-books ela vai oferecer quando começar sua operação?
RF: Estreamos com 350 títulos, sendo que a maioria deles, livros de grande giro. As editoras participantes da DLD estão comprometidas com o aumento contínuo deste acervo. Ele vai crescer semana a semana. A meta é chegar ao final de 2011 com 1500 títulos.

PN: Os livros distribuídos pela DLD terão DRM [Digital Rights Management]?
RF: Com DRM, para proteção dos autores, leitores e editores.

PN: Como a DLD hoje está estruturada? Qual o tamanho da equipe
RF:A DLD foi criada em agosto de 2010 e estruturada para utilizar de forma integrada a tecnologia mais avançada possível. As próprias editoras clientes realizam o upload dos livros digitas e dos respectivos metadados. Elas também podem acessar em tempo real, e com diversos recortes, as informações relativas às vendas. As livrarias podem fazer o mesmo. Deste modo, parte da operação fica a cargo dos próprios clientes, editoras e livrarias. O software da plataforma está integrado ao sistema de gestão, de modo que funções como o faturamento e prestações de conta também são automatizadas.

Para tocar esta estrutura, temos uma equipe enxuta, de quatro pessoas. Serviços como contabilidade e apoio jurídico são terceirizados. Outras pessoas trabalharam no projeto, prestando consultoria em diferentes etapas, como, por exemplo, na elaboração do Plano de Negócios, e este tipo de consultoria continuará a ser utilizada sempre que oportuno.

Foram também realizadas algumas sessões de treinamento para as equipes técnicas das editoras clientes, especialmente no que concerne a conversão de arquivos para o formato EPub, utilizado pela plataforma.

PN: Quais são as habilidades necessárias para se trabalhar com o livro digital?
RF: As habilidades necessárias para trabalhar com o livro digital são as mesmas do que nos outros formatos; conhecimento, visão e criatividade, tal como no livro impresso, falado, gravado, micro filmado ou em qualquer outro suporte.

PN: Como a DLD imagina o mercado dos livros digitais em 5 anos?
RF: Difícil prever com exatidão. Existem muitas variáveis e algumas delas provavelmente ainda não deram o ar da graça. Ainda assim, elaboramosum Plano de Negócios para a DLD com as informações disponíveis. Este plano prevê que até 2015 a venda de dispositivos de leitura no Brasil vai ultrapassar um milhão de aparelhos por ano; a venda de livros digitais vai superar oito milhões de exemplares por ano e isto vai representar cerca de 7% do mercado. Se estas previsões estiverem erradas, será porque foram conservadoras.

PN: Quais são os desafios?
RF: O maior desafio tem sido compreender todas as transformações em curso – em termos tecnológicos, nos hábitos do consumidor e na cadeia de valor do livro – e as suas respectivas implicações e, desta reflexão, elaborar uma estratégia eficaz de atuação. A DLD é um dos resultados desta reflexão.

Por Maria Fernandes Rodrigues & André de Lima | Publicado originalmente em PublishNews | 22/03/2011