Amazon apresenta Kindle para web


A Amazon planeja apresentar hoje [7], a nova versão do Kindle para a web. Segundo informações da Computerworld, recebidas por e-mail de um porta-voz da Amazon, a nova plataforma Kindle “permitirá que livrarias independentes vendam e-books para Kindle em seus próprios sites.” O porta-voz da Amazon não entrou em detalhes, mas o anúncio foi feito no mesmo dia em que o Google eBooks foi lançado nos Estados Unidos.

The Bookseller | 07/12/2010

Novo aplicativo para o Kindle para web deve trazer integração com sites


A Amazon deve lançar uma nova versão de aplicativo para internet do Kindle na quarta-feira [8], segundo informações do site de mídias sociais Mashable.

O lançamento vem logo após o Google lançar a sua própria plataforma, com mais de 3 milhões de títulos gratuitos e pagos.

O novo aplicativo deve “permitir que usuários leiam livros inteiros no navegador e que qualquer site venha a ser uma livraria virtual oferecendo livros do Kindle“, segundo informou um porta-voz da companhia.

A versão anterior do aplicativo para internet permitia a leitura de apenas alguns capítulos dos livros.

Folha.com | 07/12/2010, 17h51

O livro nas nuvens


O Google anunciou há tempos que entraria no mercado de livros digitais, adiou o lançamento do Google Editions por vezes e ontem, finalmente, tirou o projeto do papel e colocou os livros nas tão comentadas nuvens. Deu também outro nome a sua ebookstore. Agora, ela se chama Google eBooks e já tem cerca de 3 milhões de livros para venda ou download gratuito [mais para download, é certo] de 4 mil editoras. Segundo o Google, seus livros podem ser lidos em qualquer aparelho e em qualquer lugar, desde que o usuário esteja conectado à internet. Além disso, é possível começar a ler no computador e continuar, da mesma página, no iPhone, por exemplo.

Para que o leitor não se perca em meio a tanto conteúdo, a empresa fez algumas opções de busca e é possível selecionar as obras premiadas no ano, os best-sellers do New York Times e por aí vai. Seu banco de dados está disponível também para livrarias independentes, o que deixará o comprador mais livre para escolher quem vai ficar com o seu dinheiro, embora a empresa leve um percentual de cada venda. Essa parceria será boa para o Google, que não tem experiência com vendas, e para os livreiros, que começarão a vender e-books sem precisar de estrutura alguma e já contando com todo o conteúdo do Google. Por enquanto, a loja está restrita aos Estados Unidos, mas a partir de janeiro deve se expandir para outros países. Para ver o vídeo de apresentação, clique aqui.

Por Maria Fernanda Rodrigues | PublishNews | 07/12/2010