Positivo Alfa convence com versão Wi-Fi


O novo leitor de livros eletrônicos Positivo Alfa Wi-Fi, que tem memória interna de 2 Gbytes, expansível com cartão microSD

O Alfa, leitor de e-books da Positivo, ganhou no início de novembro uma versão Wi-Fi que o tornou mais atrativo para quem procura um leitor de livros eletrônicos.

Com seis polegadas e sensível ao toque, a tela de E Ink pode causar estranhamento, mas é ideal para leitura em locais com boa iluminação.

Porém, por não ter luz própria, o Alfa, como outros e-readers, não dispensa lâmpadas em ambientes escuros.

A memória interna de 2 Gbytes, expansível com cartão microSD, é suficiente para uma boa quantidade de livros -cerca de 1.500.

Mas o que diferencia o produto de sua primeira versão e o torna menos dependente dos PCs é a conectividade à internet por Wi-Fi, que torna possível a compra de e-books e o acesso a sites por meio do próprio aparelho.

A bateria não deixa a desejar e pode durar até 10 mil mudanças de página ou 25 dias em standby, mas é consumida bem mais rapidamente com o Wi-Fi ligado.

A grande ressalva é a resposta lenta da tela sensível ao toque. O único teclado disponível é virtual e requer certa paciência do usuário que deseja fazer anotações.
A lentidão também atrapalha recursos como a navegação na internet ou o uso do prático dicionário Aurélio integrado ao aparelho.

POSITIVO ALFA WI-FI

ONDE: positivoinformatica.com.br
QUANTO: R$ 799
PONTOS POSITIVOS: Autonomia gerada pela capacidade de conexão à internet e dicionário em português
PONTOS NEGATIVOS: Resposta lenta e não tão precisa da tela sensível ao toque, ausência de som
AVALIAÇÃO: 

POR LUIZ GUSTAVO CRISTINO | Folha de S. Paulo | 01/12/2010

No ano que vem, papel eletrônico vai ganhar cores


A partir do ano que vem, os leitores de livros eletrônicos poderão ganhar cores. A empresa detentora da tecnologia de papel eletrônico, conhecido em inglês como “E Ink”, anunciou que a sua nova geração de telas deixará de ser monocromática.

As telas, famosas por não serem tão agressivas aos olhos como as de LCD e LED, presentes em TVs, computadores e celulares, vão ganhar 4.096 cores.

A tecnologia, porém, continua a mesma: não há fonte de iluminação interna no aparelho e a luz ambiente refletida é que torna as imagens visíveis. As cores aparecerão através de um filtro.

O primeiro leitor com E Ink colorido será vendido na China, a partir de fevereiro do ano que vem.

Segundo a Hanvon, fabricante do dispositivo, ele custará o equivalente a R$ 907. O anuncio foi feito no mês passado em uma feira de eletrônicos no Japão.

Fabricantes e editoras esperam que as novas telas possam expandir o leque de conteúdo suportado nos aparelhos [como mapas, fotos e propagandas], mas uma revolução parece longe ainda.

Quem viu os aparelhos diz que as cores são pálidas, longe da vivacidade que os tablets apresentam.


POR BRUNO ROMANI | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA |
Folha de S. Paulo
| 01/12/2010

Preços ameaçam adoção dos e-readers no Brasil


Aparelhos podem custar até mais de R$ 1.000; tributação é problema

Chegada de tablets ao mercado nacional também assombra a categoria, que peca por ser monofuncional

Pouco mais de um ano após a Amazon começar a vender o Kindle para o país, o brasileiro passou a ter opções “nacionais” de leitores de livros eletrônicos. Os altos preços, porém, podem fazer com que essa categoria de aparelhos não emplaque.

Além do dispositivo da Amazon, existem quatro leitores no mercado brasileiro: o Alfa, o ER-7001, iRiver Story e o Cool-er.

Todos, porém, têm o mesmo problema: preço de produto importado, que varia de R$ 599,90 [Cool-er] a R$ 1.099 [iRiver]. O Kindle com 3G, Wi-Fi e tela de seis polegadas , por exemplo, é vendido para o mercado brasileiro por US$ 409 [cerca de R$ 707]. Desse valor, quase US$ 200 são impostos.

Essa é, de fato, uma das grandes reclamações e preocupações de fabricantes e lojas. Mesmo os leitores que levam marcas nacionais são importados e, por isso, tributados como o concorrente americano.

Uma das armas da Amazon para manter a popularidade do Kindle é o preço. Em julho, a loja virtual abaixou para US$ 139 o valor do modelo mais simples. Ele não está à venda para o Brasil, mas tem especificações comparáveis às dos dispositivos encontrados por aqui.

Isso significa, por exemplo, que esse modelo do Kindle vale, com impostos, aproximadamente 12% de um salário mínimo da Califórnia [cada Estado especifica um valor mínimo; na Califórnia é US$ 8 a hora trabalhada]. No Brasil, o Cool-er, o e-reader mais barato do mercado, sai por R$ 89,90 a mais que um salário mínimo.

Marcílio D’Amico Pousada, diretor-presidente da Livraria Saraiva, fala que as vendas do Alfa na loja foram um sucesso, mas vê o preço ainda como problema. “A maior plataforma de livros eletrônicos no Brasil ainda são os PCs“, diz ele.

Porém, Isar Mazer, da Positivo, acredita que os preços cairão no futuro.

A vida dos leitores de livros eletrônicos deverá ficar ainda mais difìcil com a chegada de tablets ao país.

Além do Galaxy Tab, o iPad também terá venda oficial por aqui -nesta sexta-feira, o modelo mais simples estará nas lojas por R$ 1.649.

MAIS RECURSOS

Claro, os tablets são mais caros, mas também oferecem mais funções, como conectividade sem fio [coisa que só o Alfa tem], navegação pela internet, e-mail, maior espaço de armazenamento e tela com boa resolução.

Além disso, os tablets permitem a leitura não apenas de livros, mas também de jornais e revistas -algo que não ocorre tão bem nos e-readers.

Eu não acredito em aparelhos que sejam monofuncionais. Dessa forma, eles serão produtos de nicho“, diz Sergio Herz, presidente-executivo da Livraria Cultura.


POR BRUNO ROMANI | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA |
Folha de S. Paulo
| 01/12/2010

Livro digital: ninguém sai perdendo


O que era pra ser uma conversa sobre contratos de e-books acabou sendo muito mais que isso. Apesar de todos os esforços de Joana Teixeira de Mello para se manter no assunto do curso que deu na Escola do Livro na última quinta-feira [23], intitulado “Contratos que envolvem os livros digitais – Da cessão de direitos autorais à venda on-line – a relação autor/editora/livraria”, parte do público, majoritariamente formado por funcionários de editoras, trazia outras questões. Perguntas que buscavam saber mais sobre as vendas de e-books versus livros impressos nos EUA apareciam junto a outras sobre o que é possível fazer no aplicativo “Alice” para iPad ou quais seriam os melhores e-redears/tablets. E isso mostrou que há diferentes graus de maturidade no mercado editorial.

No geral, percebe-se facilmente que os leitores são os que mais ganham: após o investimento em um e-reader, em um futuro próximo, o leitor terá a sua disposição mais títulos e estes serão bem mais baratos [podendo chegar ao “grátis” se considerarmos, como causa ou consequência, a pirataria]. Mas, apesar de estarmos bem mais próximos da, teoricamente tão sonhada, democratização da leitura, analisando os novos contratos podemos perceber que ninguém sai perdendo. Inclusive, com criatividade, pode-se ganhar bem mais com parcerias com outras empresas na criação de novos produtos digitais. Ainda com relação às pessoas que desejam passar a ler num dispositivo eletrônico, Joana sugere que eles fiquem atentos na hora da compra porque é muito comum encontrar e-readers e e-books incompatíveis [embora existam alguns aplicativos que tentam resolver esse problema.].

Ela comentou que produzir e-books de qualidade é caro e que existem infinitas possibilidades de parcerias entre editoras e outras empresas para usar o livro digital como um instrumento de publicidade. Aproveitou para apresentar os modelos existentes entre as editoras e livrarias [wholesale, agency ou hybrid] e disse que nos EUA o mais comum entre eles, entretanto, é o de agency.

Contratos

Na hora de fazer o contrato, é necessário especificar a obra contratada – se é digital, impressa ou se os dois formatos devem ser contemplados no texto. Além disso, o contrato deve prever novos produtos que poderão ser criados a partir dos e-books, como games, por exemplo. Para Joana, deve haver também uma cláusula de proteção [DRM]. Ela também considera importante ter um contrato para cada mídia adicionada à obra como vídeo e som e acha melhor que eles tenham uma duração menor, já que este mercado tem se mostrado bastante dinâmico. Uma outra sugestão feita pela advogada é a criação de uma cláusula de extinção de cessão dos direitos, caso a venda não ultrapasse 50 obras por ano.

Apesar de tornar viável a existência de escritores sem editoras, com todas as possibilidades de self-publishing e edições digitais, Joana ainda vê vantagens no modelo tradicional de edição. Adiantamento, credibilidade, publicidade e o fato de o livro impresso ainda ter a maior fatia do mercado foram alguns dos pontos ressaltados. Por outro lado, lembrou que neste mercado virtual não há barreiras. Os e-books podem ser vendidos em qualquer livraria do mundo e comprados por pessoas de qualquer nacionalidade pelo mesmo valor.

Escrito por Cindy Leopoldo | Especial para o PublishNews | 01/12/2010

ABCKids, um lugar para a criançada na web


Criado pela escritora e fonoaudióloga Christiane Angelotti, o site ABCKids é um espaço lúdico e criativo, que busca oferecer diversão e informação de qualidade para crianças de todas as idades.

Histórias ilustradas, sugestão de boas leituras, curiosidades, brincadeiras e muita liberdade para deixar a imaginação rolar.

Se você tem filhos, aproveite. Ou se ainda sabe encontrar a criança que existe dentro de você, entre lá e experimente essa gostosa aventura.

Por João Augusto | Para a Agência Brasil Que Lê | 01/12/2010

Google lançará loja de livros on-line ainda em 2010, afirma jornal


O jornal americano “Wall Street Journal” publicou nesta quarta-feira [1] uma reportagem em que afirma que a loja on-line de livros “Google Editions” está definida para ser lançada antes do final de 2010.

Segundo a matéria, a loja virtual de livros do Google seguirá um modelo diferente de seus competidores, como a Amazon, do leitor digital Kindle, e a iBookStore, da Apple.

Em vez de comprar livros por meio de uma única loja on-line, o Google permitirá que os usuários adquiram as publicações de livrarias independentes, podendo adicioná-las a uma biblioteca on-line vinculada a uma conta do Google, que permitirá que eles realizem a leitura em qualquer lugar e em qualquer dispositivo.

A princípio, a “Google Editions” seria lançada no início de 2010, mas o lançamento foi, em seguida, adiado para junho ou julho deste ano. Agora, o diretor de gerenciamento de produtos do Google Scott Dougall afirmou que o lançamento está definido para o final de 2010 nos Estados Unidos e no primeiro trimestre de 2011 em outros países.

G1 – 01/12/2010

‘Debates Uninove’ discute direitos autorais na internet


A internet revolucionou a comunicação, relacionamentos, negócios e a forma de compartilhar conhecimento, informação e cultura. Dentre as muitas polêmicas trazidas com estas mudanças está a do direito autoral, em uma época em que qualquer conteúdo pode ser publicado, baixado, enviado, remixado e redistribuído na rede. Se de um lado há quem diga que a web prejudica os autores de filmes, livros e músicas, de outro se diz que as novas possibilidades empoderam os produtores de conteúdo cultural, que passam a depender cada vez menos de intermediários para conquistar seu público.

Em 15 anos de web no Brasil, já assistimos à grandes batalhas jurídicas, como as do Napster e do Piratebay, ao mesmo tempo em que vimos novos talentos brotarem da web e bandas consagradas publicarem, por vontade própria, álbuns inteiros na internet – de graça.
Em meio a este cenário, a nona edição do Debates Uninove pergunta: a internet aumenta a pirataria?

Nossos debatedores

Dalton Spencer Morato Filho — advogado da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos
Ednei Procópio — membro da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro
Gustavo Anitelli — empresário da banda O Teatro Mágico
Marcel Leonardi — professor de Direito e Internet na FGV-SP
Roberto Mello — presidente da Associação Brasileira de Música e Artes [Abramus]
Sérgio Amadeu — sociólogo e ativista da comunidade Software Livre

Serviço

Quando: 01/12/2010 [quarta-feira], às 20h
Onde: Auditório do Campus Uninove Vergueiro [Rua Vergueiro, 235]
Transmissão ao vivo em http://www.jornaldedebates.uol.com.br

Google tenta reescrever o mercado de livros digitais


O Google Inc. está nos estágios finais para o lançamento de seu aguardado empreendimento no setor de livros eletrônicos, a Google Editions, que pode sacudir a forma como os e-books são vendidos.

A iniciativa, que está atrasada — executivos do Google haviam dito que esperavam fazer o lançamento em meados deste ano —, acaba de superar várias barreiras técnicas e legais, disseram pessoas próximas da empresa. O lançamento nos Estados Unidos está previsto para este ano ainda e, internacionalmente, para o primeiro trimestre de 2011, disse Scott Dougall, diretor de gerência de produtos do Google.

Nas útimas semanas, livreiros independentes, que devem ter papel importante na Google Editions, começaram a receber contratos de sua associação. Vários editores informaram que estavam trocando arquivos com o Google — um sinal de que o lançamento está próximo, dizem editores. “Por causa da complexidade desse projeto, nós não quisemos sair com algo que não estivesse completo“, disse Dougall.

A Google Editions espera transformar o mercado de livros eletrônicos oferecendo um modelo aberto, do tipo “leia em qualquer lugar”, que difere do dos concorrentes. Os usuários poderão comprar livros de vários varejistas on-line — inclusive livrarias independentes — e adicioná-los a uma biblioteca on-line ligada a uma conta do Google. Eles poderão acessar sua conta do Google em qualquer dispositivo com um navegador de internet, como computadores, smartphones e tablets.

É uma abordagem bem diferente da usada pela Amazon.com Inc., que tem uma participação estimada de até 65% do mercado. Os usuários de seu leitor Kindle só podem comprar livros da própria Amazon, apesar de poderem lê-los em dúzias de diferentes aparelhos que rodam o software do Kindle e também acessarem livros gratuitos de outras fontes.

Detalhes importantes do projeto do Google permanecem sem resposta. O principal é qual porcentagem da receita o Google dividirá com livrarias independentes e outros vendedores. Também não está claro quantos e quem são os parceiros para a venda dos livros. A expectativa é que mais de 200 livreiros independentes dos EUA participem, segundo a Associação de Livreiros Americanos.

Por causa do alcance do Google — a ferramenta de busca atrai 190 milhões de usuários de internet nos Estados Unidos por mês, quase 1 bilhão no mundo, segundo a comScore Inc. —, muitos acreditam que a Google Editions tem o potencial de transformar o incipiente mercado de e-books. Espera-se que a venda de livros digitais nos EUA mais do que triplique em relação a 2009, quando movimentou US$ 301 milhões, e atinja a marca de US$ 966 milhões este ano, de acordo com a Forrester Research.

O Google afirma que está numa missão de alcançar todos os usuários de internet, e não apenas aqueles com os tablets, por meio de um programa pelo qual os websites remeterão seus usuários para a Google Editions. Por exemplo: um blog relacionado a surfe poderia recomendar um livro sobre surfe, direcionar os leitores para a Google Editions para comprá-lo e dividir os lucros com o Google. Por meio de outro programa, as livrarias poderiam vender livros Google Editions a partir de seus websites e dividir a receita com o Google.

O Google irá transformar todo espaço da internet que fale sobre um livro num espaço em que você pode comprar aquele livro“, diz Dominique Raccah, editora e proprietária da Sourcebooks Inc., uma editora independente sediada a em Naperville, Estado do Illinois. “O modelo do Google vai provocar muitas vendas. Nós achamos que eles podem obter 20% do mercado de e-books muito rápido.

A estratégia de não ter o seu próprio aparelho para a leitura dos livros digitais poderia dar uma vantagem competitiva ao Google, diz Brian Murray, diretor-presidente da HarperCollins Publishers Inc., editora da News Corp. À medida que o número de aparelhos portáteis de leitura — incluindo tablets e smartphones — se proliferar, a Google Editions será beneficiada “porque a sua tecnologia pode ser a menos dependente de aparelhos específicos”, diz ele. A News Corp. é proprietária do Wall Street Journal.

O Google assinou acordos com muitos dos principais editores de livros e a expectativa é que ofereça centenas de milhares de títulos para compra e outros milhões de graça. A maioria dos títulos disponíveis atualmente em livrarias físicas estariam disponíveis na Google Editions “no lançamento ou logo depois”, disse James Crawford, um diretor de engenharia do Google. Os preços de venda serão parecidos com os da Amazon e Barnes & Noble Inc.

Mas o Google também está enfrentando obstáculos devido ao começo tardio e ao modelo diferente.

Muitos compradores de livros digitais estabeleceram uma lealdade com os vendedores baseada em experiências de compras bem-sucedidas. O Google tem um histórico fraco no varejo que não vai muito além da venda de anúncios.

A empresa já está enfrentando resistência de alguns dos maiores vendedores de livros. Eles dizem que não precisam do serviço. “Não vejo vantagem em promover o conteúdo deles, especialmente porque ele pode ser pequeno em termos de receitas totais“, diz Michael Edwards, diretor-presidente da unidade de venda de livros da Borders Group Inc., que vende e-books por meio de um acordo com a Kobo Inc., de Toronto.

Mesmo assim, alguns livreiros independentes que não podem pagar para abrir suas próprias livrarias virtuais acreditam que a Google Editions poderá ser o portal que permitirá a entrada deles no mercado digital. Os independentes instalarão tecnologia do Google em seus websites para que possam vender livros digitais e receber uma fatia da receita.

Se eu não acompanhar o que está acontecendo, ficarei para trás“, diz Liz Murphy, proprietária da The Learned Owl Book Shop, de Hudson, Ohio, que está ansiosa para ver o que o Google vai fazer. “As pessoas estão comprando e-books, mas elas não estão comprando de mim.

A loja de e-books é uma extensão do ambicioso — e por vezes controverso — plano do Google de digitalizar os 150 milhões de livros do mundo e torná-los acessíveis aos usuários da ferramenta de busca e pesquisa da empresa. Graças a vários centros de digitalização de livros localizados perto das principais bibliotecas, executivos do Google dizem que 10% do projeto, apelidado Google Books, já está completo.

O lançamento da Google Editions, que, alertam editores, foi atrasada antes e pode ser atrasada de novo, ocorre num momento crucial na transformação dos livros digitais.

Os aparelhos eletrônicos de leitura ficaram muito mais acessíveis. Quando a Amazon lançou o Kindle, em 2007, ele custava US$ 399. Hoje, é possível comprar um aparelho por US$ 150 ou menos. Com o lançamento do iPad da Apple Inc., em abril, mais de 15 milhões de e-readers e tablets serão vendidos até o fim de 2010, em comparação com os cerca de 2,8 milhões de leitores digitais de 2009, prevê a Forrester.

Por Jeffreu A. Trachtenberg, Jessica E. Vascellaro e Amir Efrati | Publicado originalmente em The Wall Street Journal