Nanopublicidade é tema de e-book


A editora Label 1 lança no Brasil o livro “Nanopublicidade – O novo rightsizing do marketing”, e-book que traz conceitos envolvendo tecnologia e publicidade, aplicados ao relacionamento de empresas com a concorrência.

Escrito por Roberto Guarnieri, CEO do A1.Group, o manual explicita os conceitos de precisão, escala de público e a integração com a publicidade clássica.

Evitar desperdícios de qualquer natureza é uma ideia sustentável, inclusive na publicidade”, cita Guarnieri, ao apontar o aspecto principal a ser compreendido pelo leitor.

São 76 páginas e o investimento é de R$ 17,25.

O download do e-book pode ser realizado por meio dos links relacionados abaixo:

Por Camila Freitas | Publicado originalmente por Baguete | quarta-feira, 24/11/2010 | 14:58

Portal incentiva a cultura e o conhecimento por meio dos livros


Lançado oficialmente, nesta segunda-feira, dia 22 de novembro, O Primeiro Capítulo & Outros Textos — http://www.oprimeirocapitulo.com, é um novo espaço editorial, no qual os internautas têm acesso ao primeiro capítulo de livros. No Site/Blog os apaixonados pela leitura podem conhecer obras de diversos autores e editoras, assim como temas para promover cada vez mais o hábito de ler bons textos.

O espaço, criado por duas jornalistas, Carina Gonçalves e Marilu Garcia do Amaral, atuantes na área de cultura, eventos e setor livreiro, tem sido recebido pelo setor do livro, de forma positiva, com adesão de grandes nomes.

Segundo as idealizadoras, quando acessar a página O Primeiro Capítulo & Outros Textos o leitor e internauta pode se sentir a vontade para ler e reler os capítulos quantas vezes quiser. O espaço é democrático e voltado, especialmente, a todos os apaixonados pela leitura.

Esperamos ampliar significativamente, num prazo de três meses, o conteúdo do O Primeiro Capítulo & Outros Textos. A recepção tem sido gratificante em nossa pequena prospecção, que a partir de dezembro de 2010, toma uma amplitude para atingir a todas as editoras brasileiras. Após este período, novos espaços para críticas, resenhas, textos sobre o livro e a leitura”, enfatizam Carina e Marilu.

O espaço para a divulgação editorial dos capítulos é totalmente gratuito; e os internautas tem acesso livre a eles.

EXPEDIENTE O PRIMEIRO CAPÍTULO & OUTROS TEXTOS

Carina Gonçalves — Coord. de Conteúdo / Repórter — carina@oprimeirocapitulo.com.br; carina.oprimeirocapitulo@gmail.com

Marilu Garcia do Amaral — Coord. de Conteúdo / Editora — marilu@oprimeirocapitulo.com; marilu@oprimeirocapitulo.com

Av. Santa Inês, 1969 – Torre C 33 – Horto Florestal
CEP 02415 – São Paulo/SP – 11 2991 934

Ascom | 24/11/2010

Curso Sobre Direito Autoral e Combate à Pirataria


Data: 09 de dezembro de 2010

Local: São Paulo /SP

Os direitos autorais, no Brasil, são um dos que mais protegem os direitos de autor e os que lhe são conexos no mundo, tendo sido sua Lei 9.610/98 amplamente elogiada. Não obstante tudo isto, contudo, reflete o choque entre os interesses privados do autor e demais titulares de um lado, e os interesses coletivos da sociedade em geral, principalmente no que se refere ao acesso ao conhecimento; a partir desta discussão, inúmeras propostas surgiram, situação pela qual passamos nos dias de hoje, com a Proposta de Reforma da LDA. Por outro lado, a liberalidade da internet trouxe uma situação positiva, de divulgação das obras ao mundo inteiro, em tempo real, mas também trouxe um fator extremamente negativo, ou seja, a questão da segurança frente ao crescente número de pirataria, com a colocação de obras disponíveis, por exemplo, para download, sem a autorização daquele que detém o Direito de Autor. Assim, nossa proposta será enfrentar a questão do Direito Autoral nos moldes de proteção que dispõem hoje com suas Leis, Tratados e Acordos Internacionais e tecermos uma pequena discussão dos pós e contras da Reforma da LDA de modo que possa proporcionar o acesso ao conhecimento e à cultura com segurança e combatendo a pirataria das obras artísticas, literárias ou científicas.

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Tópicos a serem discutidos

1 Direito Autoral
1.1 Definição
1.2 Proteção
1.3 O que não está protegido
1.4 Reprodução
1.5 Contrafação
1.6 Expiração
1.7 Domínio público

2 Conflitos atuais acerca da reprodução e dos limites á proteção das obras autorais

3 Prazo Prescricional

4 O acesso pela internet

5 Medidas a serem efetivadas e efetivas

6 Diferença entre pirataria e falsificação
6.1 Definição pirataria
6.2 Definição falsificação
6.3 Pirataria
6.4 Pirataria na internet

7 Copyrigths

8 Instituições importantes para o direito autoral
8.1 INPI
8.2 ECAD
8.3 EDA
8.4 ABDR
8.5 ABLF

9 Conclusão: Direito Autoral x Reprodução X Internet

10 Proposta da ABDR [Associação Brasileira de Direitos Reprográficos] para o combate a pirataria

11 A proposta da reforma da LDA

12 Notícias recentes

13 Bibliografia

Palestrante: Dra. Fernanda Marcial

Bacharel em Direito pela Universidade Estácio de Sá; Advogada, inscrita na OAB Seccional Rio de Janeiro; especialista em Legislação Cultural [Leis de Incentivo à Cultura] pelo Centro Cultural Cidade Viva; com capacitação a Assessoria Preventiva Jurídica a MPE?Ts pelo SEBRAE RJ; Técnica em Promoção e Marketing de Eventos Hoteleiros pelo SENAC RJ. Sócia e Consultora Jurídica da Empresa Marcial Energia Ltda, sendo responsável pela Assessoria Jurídica consultivo-contenciosa de Direito Cível, Direito do Consumidor, Propriedade Intelectual, Contratos, Responsabilidade Civil, Direito Empresarial, Meio Ambiente Sustentável nas questões de eficiência energética no setor hoteleiro e do Escritório Fernanda Marcial Assessoria Jurídica & Produção Cultural

Informações com Fernanda Alencar : info@maximatreinamento.com.br ou 11-2936-4389

Realização: http://www.maximatreinamento.com.br

Internautas pedem que Chico Buarque devolva Prêmio Jabuti


Petição on-line já acumulou oito mil assinaturas desde 13/11

Uma petição on-line pede que o escritor e compositor Chico Buarque devolva o Prêmio Jabuti de Livro do Ano de Ficção que ganhou pelo romance “Leite Derramado” [Companhia das Letras].

“Chico, devolve o Jabuti!” [www.petitiononline.com/1c2d3o4j/petition.html] foi criado no dia 13/11 e já reuniu, até ontem, 8.344 assinaturas.

O abaixo-assinado ganhou repercussão ao ser citado no blog de Reinaldo Azevedo, colunista da revista “Veja”. Azevedo foi o terceiro a assinar a lista.

A polêmica começou quando Chico Buarque, segundo colocado na categoria romance do Jabuti, faturou depois o principal troféu do prêmio, no dia 4/11.

O primeiro colocado entre os romances foi “Se Eu Fechar com os Olhos Agora” [Record], livro de estreia do jornalista Edney Silvestre.

Como pode o segundo lugar da subcategoria se transformar, depois, no primeiro lugar da categoria geral?“, diz o texto da petição.

O abaixo-assinado também afirma tratar-se de “uma lógica ou malandra ou “asinina”. Burros, eles não são. Então se trata mesmo de malandragem“.

Além dos erros de grafia, o site cita de forma incorreta o livro de Silvestre [“Se Eu Fechar os Olhos”].

Já em defesa do escritor surgiu uma outra petição on-line: “Chico Buarque, fique com seu Jabuti” [www.ipetitions.com/petition/o-jabuti-e-do-chico]. “Fique com seu Jabuti, Chico, porque você venceu dentro das regras“, argumenta o texto.

E só apela para o tapetão quem primeiro aceitou as regras e depois, ao ver que perdeu, denuncia essas mesmas regras que antes lhe pareciam suficientes para garantir a vitória.

O abaixo-assinado a favor de Chico acumulou até agora seis nomes.

Em protesto ao resultado do Jabuti, o Grupo Record, que edita Silvestre e Azevedo, anunciou que não participará mais do prêmio.

Publicado originalmente em Folha de S.Paulo | 24 de novembro de 2010

Atual mercado de livros vai falir, diz estudioso americano


"A internet mudou os modelos de negócio na indústria da música, na indústria do vídeo e não há razão para não mudar o modelo de negócio na venda de livros"

Ele diz que editoras são resistentes a inovações como os leitores eletrônicos. Já os leitores deverão ser beneficiados pela tecnologia

Durante os últimos 30 anos, o americano Bob Stein vem se dedicando a aproximar o livro em seu formato tradicional, o papel, das inovações tecnológicas. Ele foi, por exemplo, artífice da primeira publicação em CD-ROM e acompanhou a gestação e evolução do leitor de livros eletrônicos, o e-reader – caso do Kindle, da livraria virtual Amazon. De olho na ascensão do e-book e de novos leitores, como os tablets, ele faz uma previsão nada animadora para as engrenagens do atual mercado livreiro, apoiado na impressão e distribuição do papel: “Essa estrutura econômica atual irá falir“, diz Stein, que hoje dirige o Institute for the Future of the Book. Ao mesmo tempo, a previsão é animadora para os leitores. “Quando você estiver lendo uma obra on-line, por exemplo, poderá compartilhá-la via Twitter e Facebook. Os livros serão mais emocionantes e permitirão uma conversa muito mais social entre os leitores.” Pouco antes de vir ao Brasil, no recente Fórum da Cultura Digital, promovido pelo Ministério da Cultura e pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, ele concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA.

2010 é o ano do e-book?
Eu acho que 2010 será o começo, ou seja, o ano em que trocaremos a base impressa de leitura pela eletrônica. Essa transformação começou há dois anos. Mas se olharmos os números, especialmente em lugares como os Estados Unidos, onde o Kindle foi lançado, em 2007, perceberemos que somente neste ano estão sendo relatadas vendas elevadas de livros eletrônicos em espaços digitais – o contrário do que acontece com os livros tradicionais na internet.

O que mudou no setor editorial após a chegada do Kindle?
Infelizmente, não aconteceram mudanças suficientes.

Por quê?
As editoras são muito resistentes em mudar a interface de seus produtos. A internet mudou os modelos de negócio na indústria da música, na indústria do vídeo e não há razão para não mudar o modelo de negócio na venda de livros. As editoras ainda se mantêm porque há um número razoável de lojas físicas que vendem livros impressos, mas, quando esse número começar a cair, elas terão de reconhecer que as pessoas não estão dispostas a gastar muito dinheiro com livros eletrônicos, a exemplo do que acontece hoje com os livros tradicionais. Então, o preço dos livros eletrônicos, que ainda é alto, cairá.

As editoras não estão preparadas para a nova fase dos e-books?
Elas não estão preparadas para a popularização dos e-books e para a superação dos livros impressos pelos digitais. Elas falam que estão se adaptando, mas não pensam em novos modelos de negócio. Essa estrutura econômica atual irá falir.

O senhor acha que o Kindle é o melhor leitor eletrônico do mercado?
Não. Eu acho que o Kindle é, na verdade, o pior dispositivo. Suas páginas não são vivas como as de papel. Além disso, ler em uma tela como a do iPad, do iPod Touch ou do iPhone é mais satisfatório para muitas pessoas.

Por quê?
Os textos nas telas de LCD são mais vibrantes. Também não acho que seja necessário existir um dispositivo exclusivo para a leitura.

Afinal, qual será o futuro do livro como o conhecemos hoje?
O futuro do livro segue em duas direções. O livro impresso se transformará em um objeto de arte. Em outras palavras, pessoas abastadas poderão comprar lindas versões de livros impressos. Eles terão mais ilustrações e servirão como um souvenir. Já a maioria dos livros terá como padrão o formato digital. Você poderá imprimi-lo, se quiser, e a leitura se tornará muito mais social e dinâmica. Quando você estiver lendo uma obra on-line, por exemplo, poderá compartilhá-la via Twitter e Facebook. Os livros serão mais emocionantes e permitirão uma conversa muito mais social entre os leitores.

O que o Institute for the Future of the Book pode fazer por isso?
Meu objetivo é dar opções aos autores de se expressarem através de fotos e vídeos, como uma forma diferente e flexível de manifestar ideias complexas. Estou falando de vídeo, texto e áudio, que juntos permitem uma melhor assimilação. Então, essa mídia enriquecida possui um poder complexo e valioso e seu resultado é muito mais eficiente.

Por Renata Honorato | Publicado originalmente em Veja | 24/11/2010 | 13:13

Cofundador da Apple diz que Kindle está entre seus produtos favoritos


Poucos nerds têm o poder de transformar o mundo por meio da tecnologia. Steve Wozniak, 60, é um deles. O cofundador da Apple vem a São Paulo para o evento de cultura digital Campus Party, em janeiro próximo. Wozniak montou com Steve Jobs a Apple Computers em 1976. Tinham 25 e 21 anos, respectivamente.

Eu queria ser um grande engenheiro [da computação]“, revela à Folha. Já o parceiro Jobs tinha pendor para grandeza: “Ele queria ser um grande transformador do mundo“.

Fudadores da Apple Steve Jobs (esq) e Wozniak posam para foto nos anos 70; companhia foi fundada em uma garagem

Antes da Apple, Wozniak foi funcionário de baixo escalão da Hewlett-Packard e da Atari, assim como Jobs. Tornaram-se amigos quando descobriram, ainda adolescentes, que gostavam de pregar peças na vizinhança e de eletrônica.

Embora fossem tímidos e deslocados, chegaram a se fantasiar de personagens de “Alice no País das Maravilhas” para ganhar uns trocados em um shopping center. Não tinham a mais remota ideia de que, poucos anos depois, fundariam numa garagem a empresa que é hoje a segunda maior do mundo em valor de mercado.

Wozniak é o autor do cultuado Apple II. Quando a máquina foi lançada, o jovem “Woz” não tinha sequer diploma universitário –fez questão de consegui-lo anos depois, já bilionário. O produto forjou, em 1977, os moldes do que chamamos por décadas de computador pessoal.

A empresa foi responsável ainda por difundir os sistemas operacionais com visual gráfico, o mouse, os tocadores de MP3 e as telas sensíveis ao toque, num carrossel de inovação que não raro morde o próprio rabo ao sepultar suas apostas de anos anteriores.

Na entrevista abaixo, realizada por e-mail, Wozniak descreve sua relação com o executivo-chefe da Apple [apenas “cordial” hoje em dia] e conta quais são seus “gadgets” favoritos.

Folha – Qual é seu “gadget” favorito, excluindo os da Apple?

Amo meus óculos de prisma que me permitem assistir à TV deitado na cama. E o Game Boy original! Sempre gostei de games, quem não gosta? Hoje em dia, prefiro esses jogos mais antigos e simples, nos mais modernos não consigo acompanhar as crianças.

Também gosto de vários sistemas de navegação “stand-alone” [GPS independentes, com software pré-instalado], dos smartphones e do MiFi [microrroteador sem fio para acesso à internet em alta velocidade]. E o Kindle, ele é ótimo, pequeno e luminoso. Mas os produtos da Apple são os melhores.

E qual é seu “produto favorito” que ainda não inventado?

Um computador com o qual você possa conversar e que vá te responder à altura, que se saia muito bem em se comportar como um ser humano, que seja amigável. Como usuário, não gosto de pensar em todas as etapas que precisam ser realizadas para fazer coisas que podem ser ditas em um instante.

POR DIÓGENES MUNIZ, EDITOR DE MULTIMÍDIA | Publicado originalmente Folha.com | 24/11/2010 – 09h49