Versão do Aurélio para o iPhone e iPod Touch é sucesso de vendas


Novo aplicativo conquista usuários do iTunes pela comodidade de ter sempre à mão o dicionário mais importante e popular da língua portuguesa

Que tal poder consultar a partir do seu iPhone ou iPod Touch, de qualquer lugar e sem necessidade de conexão à Internet, todo o conteúdo das mais 2 mil páginas do Novo Dicionário Aurélio? Os usuários dos dispositivos da Apple já têm essa opção. À venda no site iTunes, o aplicativo da Divisão de Tecnologia Educacional da Positivo informática, desenvolvido pela FingerTips, já ficou em destaque no ranking dos aplicativos pagos mais vendidos [Top Paid App] e vem recebendo ótima avaliação dos consumidores – nota 4+.

O Aurélio para iPhone e iPod Touch traz a versão completa do dicionário, com mais de 435 mil verbetes, definições e locuções, classe gramatical, etimologia e conjugação completa dos verbos. Com acesso total offline, sem necessidade de conexão à Internet, o aplicativo é atualizado para a nova ortografia e permite, além de consultar os verbetes, conhecer as regras que regem as mudanças. O usuário pode fazer consultas rápidas e pesquisa inteligente, buscando a palavra desejada inclusive em suas formas flexionadas, e ter acesso ao histórico recente de suas pesquisas, além da possibilidade de marcar os verbetes que deseja consultar outras vezes, em uma lista de Favoritos.

Além do Aurélio para iPhone e iPod Touch, a Positivo Informática, empresa do Grupo Positivo licenciada para editar a obra do Professor Aurélio Buarque de Holanda em versões eletrônicas, oferece também o CD-ROM do Novo Dicionário Aurélio versão 6.0 e o Corretor Aurélio, ambos já de acordo com a nova ortografia. O Aurélio – Dicionário de Língua Portuguesa para iPhone e iPod Touch está a venda no iTunes Apple Store por U$ 29,99. Para baixar o iTunes acesse http://www.apple.com/br/itunes/.

POSITIVO INFORMÁTICA | 13/7/2010

A realidade da Estante Virtual


Criada por André Garcia por necessidade própria, a Estante Virtual dei tão certo que já conta com 1.753 sebos em 313 cidades que oferecem quase 7 milhões de livros on-line

Você viu os livros mais vendidos da semana? Em primeiro lugar, já há algum tempo, Vidas secas, de Graciliano Ramos. Em segundo e quarto lugares, George Orwell, com A revolução dos bichos e 1984. Na terceira posição, Gabriel García Márquez com o seu clássico Cem anos de solidão. A lista segue com Paulo Freire [Pedagogia da autonomia], Jorge Amado [Capitães da areia], Aldous Huxley [Admirável mundo novo] e Clarice Lispector [A hora da estrela]. Se, claro, não estamos tratando dos mais vendidos nas livrarias país afora, ao menos, é um alento ver que, para além de vampiros, cabanas e auto-ajuda, o leitor brasileiro opta, sim, pela bibliodiversidade oferecida pelos sebos Brasil afora. A lista acima mencionada é a do site Estante Virtual, que reúne 1.753 sebos em 313 cidades país adentro e oferece quase 7 milhões de livros on-line, que podem ser comprados por meio de depósito, transferência, boleto bancário e cartão de crédito e em poucos dias chegam à sua casa. Destes, 5,8 milhões custam menos de R$ 30. Confira a entrevista em vídeo com André Garcia, criador da Estante Virtual [Parte 1 e Parte 2] ou leia diretamente no Portal Literal.

Portal Literal | 13/07/2010 | Bruno Dorigatti e Felipe Pontes

Bienal de SP terá fórum internacional sobre livro digital


A 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo terá uma programação exclusivamente voltada para profissionais da cadeia produtiva do livro. E um dos principais temas discutidos será o livro digital.

O Fórum Internacional do Livro Digital se realizará no auditório Elis Regina, no Parque Anhembi, nos dias 10 e 11 de agosto, integrando a programação oficial da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Além do Fórum, compõem ainda a programação voltada aos profissionais antecedendo a Bienal do Livro, as convenções anuais da ANL [Associação Nacional de Livrarias] e ABDL [Associação Brasileira de Difusão do Livro]. Referidas convenções também acontecem nos dias 10 e 11 de agosto no Complexo Parque Anhembi.
O Fórum Internacional do Livro Digital será composto por três palestras apresentadas por especialistas renomados na área. Um deles é o americano Mike Shatzkin, fundador e CEO da The Idea Logical Company. Presta consultoria com vasta experiência em toda cadeia produtiva do livro – redação, edição, agenciamento, venda, marketing, produção e gestão. Seu blog, The Shatzkin Files [http://idealog.com/blog] é um dos mais consultados no mundo sobre o impacto da mudança digital no mercado de livros. Na vanguarda da discussão em torno do tema, Shatzkin realiza anualmente inúmeras conferências – recentemente participou da Digital Book World. No Brasil, assina coluna no Publishnews, um dos mais influentes veículos da cadeia produtiva do livro.

O palestrante inglês John B. Thompson, autor de Books in the Digital Age [Livros na Era Digital] – ainda não traduzido para o português -, também participa do Fórum. Há duas décadas Thompson analisa a transformação da indústria editorial do livro. É professor de sociologia da Universidade de Cambridge [Inglaterra].

A teoria social e política contemporânea, sociologia da mídia e da cultura moderna, a organização social das indústrias da mídia, o impacto social e político de tecnologias de informação e comunicação e as formas de comunicação política são seus temas de investigação. Outras obras publicadas: Ideologia e Cultura Moderna [1990], The Media and Modernity [1995] e Political Scandal [2000].

O outro palestrante é Jean Paul Jacob, engenheiro eletrônico brasileiro, considerado guru do mundo digital. Citado como um dos 50 Campeões de Inovação pela revista Info, profetizou o fim do livro, a exemplo do que já havia feito na década de 1980, quando decretou o fim do vinil diante do aparecimento de CDs e DVDs. É pesquisador emérito da IBM e cientista consultor residente na Universidade da Califórnia, em Berkeley [EUA]. Despojado e comunicativo, Jean Paul leva sempre para suas entrevistas e palestras uma sacola barata, repleta de novas tecnologias que apresenta ao público.

A programação do Fórum Internacional do Livro Digital, que acontece no auditório Elis Regina, no Complexo Parque Anhembi, em São Paulo, é a seguinte:

Dia 10 de agosto
19h – Coquetel de abertura.
20h20 – Abertura oficial do Fórum Internacional do Livro Digital.
20h30 – 22h – Palestra – O futuro do livro impresso num mundo digital, de Mike Shatzikin.

Dia 11 de agosto
08h30 – 10h – Palestra Os livros na Era Digital, de John B. Thompson.

18h00 – 19h30 – Palestra O Futuro já não é mais o que era!, de Jean Paul Jacob.

A Bienal do Livro 2010
Uma programação cultural rica e diversificada, composta por mais de 700 atividades distribuídas por pelo menos 400 horas durante 11 dias é o que encontrará quem for à 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, de 12 a 22 de agosto de 2010, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, Zona Norte da capital paulista.

Nesta edição, novos formatos, grande interatividade e a presença de conceituados escritores brasileiros e autores internacionais vão formar a grade mais pluralista dos 40 anos de evento. Para enriquecer a programação, a organização da Bienal do Livro convidou conceituados profissionais para serem curadores das atividades culturais. Em 2010, a programação focará quatro temas principais: Monteiro Lobato; Clarice Lispector; Lusofonia; e Livro Digital.

Realizada pela Câmara Brasileira do Livro [CBL] e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo tem o objetivo de ampliar a base de leitores e democratizar o acesso ao livro ? com reflexos imediatos à cidadania.

A Bienal do Livro ocupará uma área de 60 mil metros quadrados [o equivalente a quase oito campos de futebol] do Pavilhão de Exposições do Anhembi e a expectativa é reunir 350 expositores do Brasil e de fora, que representam mais de 900 selos editoriais.

Terceiro maior evento do gênero do mundo – os dois maiores são a Feira do Livro de Frankfurt e a Feira Internacional do Livro de Turim, a Bienal do Livro chega em 2010 a sua 21ª edição, sendo um grande ambiente cultural onde se apresentam, juntas, as principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, que destacam seus lançamentos nesse período. Assim, além da diversificada oferta de livros de qualidade e de todos os segmentos, vale enfatizar que a feira oferece uma programação cultural ampla e variada desenvolvida especialmente para despertar o gosto pela leitura em todas as faixas etárias e classes sociais.

Associados da CBL poderão inscrever-se para o Fórum Internacional do Livro Digital pelo site  www.cbl.org.br, onde constam maiores informações. Os demais interessados deverão entrar em contato através do e-mail   atendimento@cbl.org.br.

Assessoria de imprensa do Fórum Internacional do Livro Digital: Jornalista Gloriete Treviso- tel 9174-9174.

Gloriete Treviso | Ascom | 13/07/2010

Leitores de livros eletrônicos dão força à digitalização de obras e podem aumentar a pirataria


Os e-readers resolveram se modernizar e enfrentar a concorrência dos tablets e dos livros tradicionais. Com telas e peso semelhantes às publicações de papel, conectividade 3G e Wi-fi e compartilhamento das opiniões com outros leitores pelas redes sociais, os leitores de livros digitais conseguiram conquistar milhares de adeptos. De abril a maio de 2010, foram vendidas 740 mil unidades no mundo, sendo a liderança atingida pelo Nook — um e-reader da Barnes & Nobles, a livraria norte-americana. No primeiro quadrimestre, o acumulado chega a 1,4 milhão de aparelhos vendidos, de acordo com dados da Digitimes Research.

Não são apenas as empresas que fabricam os leitores de livros digitais que estão comemorando os resultados. As editoras também encontraram um novo segmento para faturar. Uma pesquisa da comScore apontou uma alta tendência entre os consumidores de e-readers — principalmente o público jovem — de pagar por jornais e revistas formatadas para esse aparelhos. Entre os usuários de 25 a 34 anos, 59% disseram que pagariam por um conteúdo virtual. O interesse se reflete nos lucros. De acordo com a consultoria norte-americana PricewaterhouseCoopers, o mercado de e-books vai passar de US$ 1,1 bilhão, índice atingido em 2009, para US$ 4,1 bilhões até 2013.

As editoras de livros e revistas há alguns anos já se preparavam para esse mercado. A Editora Matrix, com 10 anos de mercado, foi pioneira em fechar contratos para publicação de livros tanto no formato digital como em papel. “Somos uma das poucas editoras que, desde que surgimos, estamos nesse mercado. Fomos um dos primeiros a lançar um livro virtual há 5 anos, mas foi algo que não pegou porque o mercado ainda não estava pronto. Hoje, estamos mais preparados, há aparelhos e leitores para isso, além da disseminação mais segura e organizada”, explica Paulo Tadeu, da Matrix.

Ele acredita que o mercado de e-books é novo e não será algo que vai acabar com os livros de papel. “Eles vão conviver, não posso falar em proporção, ou quanto um vai tirar de vendas do outro. Mas aposto que é uma nova forma de se ver os livros”, ressalta Tadeu. A forma de leitura também deve mudar, assim como a revista Wired fez ao lançar a publicação para iPad com recursos interativos e multimídia. “O livro ter apenas letrinhas é questão de tempo para mudar. Uma série de ferramentas de interação, como vídeos e gráficos, vão começar a surgir a partir de agora”, acredita.

Os e-books também devem ser responsáveis por criar uma nova legião de leitores. “O livro virtual vai dar acesso à leitura para um novo público e a tendência é que haja mais leitores. No fim das contas, todos vão sair ganhando”, afirma Tadeu. Para os autores, os livros digitais serão uma nova forma de ganhar dinheiro com as vendas das publicações. “A próxima briga agora vai ser em relação ao preço. Os autores vão querer ganhar mais e os autores exigindo pagar menos. As editoras terão que balancear os dois lados”, explica.

A Companhia da Letras promete uma parceria com a norte-americana Penguin. “Todos os títulos dessa parceria serão lançados simultaneamente como livros impressos e e-books. A partir do final de julho, os leitores poderão escolher entre clássicos de papel ou digitais”, dizem os representantes da empresa.

As livrarias virtuais brasileiras também já começam a aderir o sistema de compras de e-books. A Livraria Saraiva disponibiliza no seu site uma loja exclusiva para a venda de livros digitais, inclusive com títulos gratuitos[1], como Cidade dos Homens, de Elena Soárez, e Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. A Cultura também põe à disposição o programa Adobe Digital Editions, para leitura no computador.

Prateleira pirata
Com a popularização dos e-books, outra questão também é levantada pelas editoras: a distribuição ilegal das publicações na internet. A Associação Brasileira de Direitos Reprográficos [ABDR] retirou do ar de agosto do ano passado até janeiro deste ano 15,7 mil links para download piratas de livros. Cerca de 80% dos pedidos para remoção do material foram acatados sem o acionamento da Justiça. “A maioria das pessoas que disponibilizam esse material na rede não sabe o crime que está cometendo e aceita retirá-lo”, afirma Dalízio Barros, consultor jurídico da ABDR.

A fiscalização na internet é feita diariamente pela Associação. A equipe desenvolve pesquisas para descobrir os sites no qual estão sendo feito o maior número de downloads ilegais. “Alguns associados também denunciam quando veem o conteúdo em alguma página”, diz.

A Matrix trabalha comuma empresa de segurança que impede a distribuição de livros entre usuários. “No entanto, ainda há a possibilidade de alguém digitalizar um livro e distribuí-lo É uma forma mais difícil de repreensão, mas possível. A pirataria deve ocorrer dessa forma no campo dos e-books”, acredita Paulo Tadeu, da Matrix.

Na Europa, dados apontam um efeito contrário com a chegada dos leitores de livros, principalmente no âmbito universitário, com a diminuição do download pirata. “O conteúdo do livro digital é mais barato. Quando você precisa de uma visualização rápida ou uma simples consulta, o formato digital é mais rápido. Se o preço do produto é melhor que em uma livraria, ele vai adquirir a publicação”, explica Barros.

A ABDR possui um projeto voltado aos estudantes para evitar a propagação de livros digitais sem autorização. O portal Pasta do Professor foi criado para atender a demanda dos alunos em adquirir conteúdo de suas bibliografias de forma fracionada — pode-se baixar apenas os trechos pedidos por professores nas salas de aula. Grandes editoras já fazem parte da iniciativa. “O maior problema para ampliar esse projeto nas universidades públicas é a burocracia. Instituições particulares, como a Estácio de Sá, já abandonaram as fotocópias e o adotaram”, ressalta Barros.

Google Books
» A empresa conhecida pelo sistema de busca fechou um acordo com a Associação de Editoras Americanas e mais 20 mil outras editoras no mundo para trabalhar em conjunto e montar um grande acervo de livros on-line. No momento, é possível pesquisar o texto completo de cerca de sete milhões de publicações. Há ainda o Projeto Biblioteca, que conta com a parceria de bibliotecas, como a da Universidade de Harvard, para disponibilizar o acervo no site. Os livros que possuem direitos autorais têm apenas trechos exibidos.

EPUB OU PDF
» A maior parte dos leitores de livros digitais e também dos tablets adotam o ePub e o PDF como principais formatos para leitura. O ePub é um formato criado pela união de várias empresas ligadas à área de produção e comercialização dos livros e representado pela International Digital Publishing Forum [IDPF]. O formato permite que as obras sejam produzidas e enviadas em apenas um arquivo e com proteção à edição. Já o PDF é o formato mais conhecido. Criado pela Adobe, os e-books ganham uma aparência original no formato e preservam as informações dos arquivos de origem. No entanto, a edição pode ser feita pelo programa Acrobat.

LEITURA MAIS LENTA
» A falta de concentração na leitura dos livros ainda é um problema para os e-readers. Um estudo da Nielsen Norman Group feito com 24 participantes mostrou que a velocidade de leitura cai 6,2% no iPad e 10,7% no Kindle se comparado à versão impressa. De acordo com a Nielsen, é esperado que as empresas invistam em telas de qualidade melhor para melhorar o tempo de leitura.

Por Ataide de Almeida Jr. | Publicado originalmente no Correio Braziliense | 13/07/2010 13:51

Positivo Informática entra no mercado de leitores de livros eletrônicos


A briga por espaço no mercado de leitores de livros eletrônicos ganha mais um participante no mês que vem. A Positivo Informática lançará em agosto o Alfa, com tela sensível ao toque de 6 polegadas e 2 Gbytes de espaço para armazenamento de cerca de 1.500 livros. O aparelho mede 8,9 milímetros de espessura e pesa 240 gramas. Inicialmente, o leitor será importado da China.

O Dicionário Aurélio digital, que é vendido pela Positivo, já vem instalado no Alfa e é integrado totalmente à leitura. O Alfa rodará Linux e será capaz de ler os formatos txt, pdf e ePub.

Positivo Alfa, leitor de livros eletrônicos que será lançado em agosto, com tela de 6 polegadas 2 Gbytes de espaço livre

Um ponto negativo do aparelho é a falta de conectividade Wi-Fi, ou seja, para abastecer o dispositivo com livros e textos será preciso ligá-lo no computador por um cabo USB.

As vendas de livros eletrônicos em todo o mundo devem superar 5 milhões de unidades em 2010 e ultrapassar os 6 milhões em 2011, segundo a consultoria IDC.

A Positivo Informática lidera o mercado brasileiro de desktops há cinco anos consecutivos, ainda segundo a consultoria. A empresa terminou 2009 com 16,1% de participação no mercado de PCs e faturamento de R$ 2,513 bilhões – 12,7% superior ao resultado obtido em 2008.

Folha Online | Tec | 13/07/2010 – 13h00

Mochilas mais leves: Barnes & Noble apresenta o NOOKstudy


Mochilas mais leves: Barnes & Noble apresenta o NOOKstudy

A Barnes & Noble, Inc. anunciou nesta segunda-feira [12] que desenvolveu uma solução integrada para a educação superior, que vai funcionar tanto para PC quanto para Mac. O NOOKstudy é uma ferramenta de estudo que permite aos estudantes o gerenciamento de seus conteúdos digitais – e-books, material de aulas e anotações. Com ele, vão poder ver vários livros ao mesmo tempo e ter acesso a conteúdo extra. Além disso, vão poder marcar textos e fazer anotações. “O NOOKstudy será de uma grande ajuda aos estudantes porque além de aliviar o peso das mochilas vai fazer o aluno economizar mais”, disse Tracey Weber, vice-presidente executive da B&N para didáticos. O lançamento será em agosto.

PublishNews | 13/07/2010

Positivo Informática lança e-reader em agosto


Leitor pesa 240g e pode armazenar até 1,5 mil livros

De olho no crescente mercado de e-books, a Positivo Informática lança, em agosto, o Positivo Alfa, seu primeiro modelo de e-reader. Com tela touchscreen de 6 polegadas, o leitor pesa 240 g e tem 8,9 mm de espessura, 170 mm de altura e 124 mm de largura. Seu poder de armazenamento, no entanto, é de uma espaçosa biblioteca: com 2 GB de memória, ele armazena até 1,5 mil livros e ainda permite expansão da memória com cartão Micro SD. A bateria é recarregável e tem longa duração: é possível folhear até 10 mil páginas. Outro destaque é o Dicionário Aurélio que já vem instalado no Positivo Alfa e pode ser consultado simultaneamente à leitura. Fundada há 21 anos, a Positivo Informática é a maior fabricante de computadores do país. Líder há mais de cinco anos ininterruptos, já produziu mais de 6 milhões de computadores. Emprega 5,8 mil colaboradores em suas três fábricas, localizadas em Curitiba [PR], Manaus [AM] e Ilhéus [BA], com faturamento de R$ 2,513 bilhões em 2009. De acordo com matéria publicada hoje no Valor Econômico, o e-reader será importado da China.

PublishNews | 13/07/2010