Patente para o Kindle de tela dupla é concedida à Amazon


Parece que a batalha entre Amazon e Barnes & Noble pela liderança do mercado de e-readers poderá em breve superar a recente onda de queda de preços e ir parar nos tribunais: a United States Patent e Trade Office concedeu à Amazon uma patente para leitor de livros eletrônicos portátil com duas telas e muitas das reivindicações são amplas o suficiente para cobrir o Nook e muitos outros devices com papel eletrônico ou tela de LCD. E mais: a Amazon concordou em não requerer nenhuma patente correspondente no mercado internacional durante os quatro anos em que o processo de aprovação correu e não foi obrigada a publicar o pedido de patente, o que surpreendeu toda a indústria.

PublishNews | 08/07/2010 | Com informações do site Engadget.

Borders inaugura e-bookstore


A e-bookstore da Borders Group Inc nasceu nesta quarta-feira [7] e a previsão é de que rapidamente ela alcançará seus rivais e ganhará uma fatia desse mercado de e-books que cresce vertiginosamente. A inauguração acontece nove meses depois que Barnes & Noble lançou o Nook e três meses depois da aparição do iPad, o que permitiu com que elas e a Amazon saíssem na frente. Mas Mike Edwards, presidente da Borders Inc, disse que a empresa não está em desvantagem. “Nós vamos conquistar o mercado apenas por nos lançarmos nele”. Edwards disse que a Borders, a segunda rede em vendas, tem um mailing de 38 milhões de clients em seu programa de fidelidade e tem cerca de 700 lojas onde vai poder divulgar sua loja virtual. A Borders vai oferecer 1,5 mi de títulos, incluindo livros gratuitos. “Muitas pessoas me disseram: Você está atrasado para o jogo. E eu disse: o jogo acabou de começar”.

Reuters | 08/07/2010 | Por Phil Wahba

E-books: saiba mais sobre vantagens, incertezas e o mercado


Diversos dispositivos estão no mercado - e outros mais devem chegar

Quem quer mesmo ler um livro em formato digital pode hoje escolher entre uma série de diferentes dispositivos que permitem sua leitura. Alguns são bastante especializados e se concentram na experiência de leitura, como o Kindle, da Amazon e o Nook,da Barnes & Noble, com tela de e-Ink, que não emite luz e traz mais conforto visual.

Há ainda outros dispositivos que, não sendo nativamente e-readers, foram adaptados à leitura dada a sua portabilidade, como por exemplo celulares de tela ampla, como o iPhone, players como o iPod Touch ou até mesmo games portáteis, como o Nintendo DS.

Por fim, também existem os tablets, grandes estrelas da tecnologia de consumo em 2010. Com o iPad como carro-chefe, os tablet, entre suas centenas de funções, também servem ao propósito da leitura. E não esqueçamos do bom e velho computador pessoal, seja ele desktop, laptop ou netbook, que pode ter a tela ajustada para um brilho mínimo de modo a permitir a leitura por um longo período evitando o cansaço visual.

Quem possui netbooks também pode seguir uma dica do Lifehacker [pelo atalho http://tinyurl.com/ycjryuv%5D e inverter a posição da tela, permitindo a leitura de e-books com o dispositivo na vertical, o que pode ser um pouco mais confortável, já que evita o excesso de rolagem.

As vantagens da leitura em livros digitais
O mais bacana de tudo isso é que o leitor jamais será surpreendido com um “estoque esgotado” numa loja de e-books. Não tem essa: os livros estarão sempre disponíveis, até nos momentos mais inconvenientes – como quando você lembra de madrugada que precisa entregar aquele trabalho no dia seguinte.

Eles podem ser levados para quase qualquer lugar sem pesar na sua bolsa ou mochila, permitem anotações e marcações de página e o melhor: eles têm mecanismos de busca internos, recurso indispensável para qualquer pesquisador ou estudante. Ou seja, nada de gastar horas folheando livros, artigos e páginas e mais páginas de anotações em busca daquele trecho que você gostaria de citar em sua pesquisa.

Os e-books ainda podem ser mais baratos que as publicações impressas, já que a sua distribuição é feita pela internet e não há necessidade de gasto de matéria prima e mão-de-obra para cada uma das suas unidades. Há quem diga também que os e-books são mais ecológicos, já que economizam a enorme quantidade de papel utilizada para imprimir os diversos títulos produzidos anualmente.

No entanto, isso ainda é um assunto espinhoso, já que não há contabilização da energia gasta em todo o processo e muito menos do impacto ambiental da fabricação e posterior descarte dos aparelhos.

Os ambientalistas ainda são um tanto descrentes em relação à sustentabilidade dos e-books. Isso porque, apesar de preservarem diversas árvores ao não fazerem uso de papel, os livros eletrônicos são responsáveis por uma senhora pegada de carbono na sua produção, e ainda têm o inconveniente de o descarte dos aparelhos não ser suficientemente eficiente. Assim, para alguns, o uso de papel feito de madeira de reflorestamento, ou aquele desenvolvido a partir de materiais reciclados, seria ainda uma alternativa mais ecologicamente correta.

Além disso, os mais céticos em relação às tecnologias temem pela durabilidade das obras disponibilizadas em formato digital, já que as mudanças de tecnologia e/ou bugs nos aparelhos podem facilmente colocar a perder grandes contribuições da literatura por um simples procedimento equivocado. Para as editoras, um dos grandes empecilhos na implementação em larga escala dos e-books é a questão da pirataria, e elas também enfrentam o dilema do valor a ser cobrado por um livro digital.

Caso as editoras escolham baratear muito o preço de capa de seu catálogo de e-books, podem acabar desvalorizando as obras, que passam a ser desinteressantes na percepção do próprio leitor. Se elevarem demais o valor dos e-books, correm o risco de serem largamente pirateadas, vendo seu material sendo distribuído de forma ilegal rede afora. É o caso, por exemplo, de J. K. Rowling, autora da série Harry Potter, que recentemente se viu compelida pelas circunstâncias a editar versões digitais da famosa série do bruxinho, sob pena de ver o seu conteúdo largamente pirateado – há cinco anos, ela se recusava a permitir a difusão dos livros de Harry Potter em formato e-book.

Afinal de contas, como destaca o site TechDirt, oferecer uma versão oficial não acaba com as cópias ilegais, mas não oferecê-la impede a obtenção de renda advinda de uma versão oficial. O site lembra que os fãs da série acabaram construindo uma versão digitalizada de um dos livros a partir de um esforço comunitário para escanear o texto com a tecnologia OCR, e o e-book pirata estava online cerca de 12 horas depois do lançamento oficial do livro físico.

Entre os defensores da privacidade também há receio, já que ainda existe um controle muito grande por parte das empresas fabricantes de e-readers e das lojas distribuidoras de e-books sobre os dados de leitura dos clientes e seus livros. Há pouco tempo, a própria Amazon removeu dos Kindles de seus usuários, de forma remota e sem aviso prévio, cópias do livro 1984, de George Orwell, que tinham sido adquiridas pelos leitores.

No Brasil, os passos ainda são lentos
O mercado brasileiro ainda é bastante incipiente. Ele começa, aos poucos, a dar seus primeiros passos, com alguns projetos em andamento, mas ainda sem sucesso editorial. Entre as livrarias e editoras que se propõem a publicar ebooks, a Cultura, a Saraiva e Editora Gato Sabido são alguns exemplos.

Mais recentemente, seis grandes conglomerados editoriais – Objetiva, Record, Rocco, Sextante, Planeta e Intrínseca – se reuniram para formar a Distribuidora de Livros Digitais [DLD], uma plataforma de armazenamento e comercialização de e-books, primeira iniciativa do gênero em terras tupiniquins. Apesar da DLD não oferecer os livros diretamente ao consumidor final – trata-se de uma empresa B2B – ela pode sinalizar um amadurecimento do mercado em relação aos livros digitais.

Mesmo sendo a primeira, essa não é a única iniciativa no país: a Jorge Zahar tem planos para uma plataforma própria de livros digitais, a Xeriph, e além dela, existem no Brasil editoras especializadas no desenvolvimento de e-books, bem como em sua conversão para o ePub, o formato agora universal.

Outra proposta estimulante é da Editora Plus [Projeto para o Livre Uso do Saber], que tem como propósito derrubar as barreiras que separam as pessoas do conhecimento. O projeto publica e-books e artigos em formato digital, sempre gratuitos. Desde 2008, quando foi fundada, a Editora Plus já publicou mais de 40 títulos, entre artigos científicos e clássicos literários, e em seu curto tempo de vida foi a primeira editora do Brasil a publicar livros em ePub e em formato para celulares, quando tudo era ainda novidade no país.

A iniciativa da DLD é interessante por dar a cara a tapa. O mercado editorial estava muito ressabiado em apostar em uma iniciativa que pode, de repente, perder força, e as editoras todas estavam esperando que alguém desse o primeiro passo. Com a junção de grandes grupos editoriais, todas vão dar o mesmo passo, juntas, o que pode ser uma boa notícia para o mercado brazuca.

No entanto, ainda há muito chão até que esse mercado se consolide e para que tenhamos uma boa variedade de e-books no país. Ednei Procópio, membro da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro [CBL] e especialista em livros eletrônicos, acredita que ainda é necessário fixar um formato de arquivo convergente – apesar do ePub ser oficial, muitos leitores têm seus próprios formatos -, incentivar a vinda e a criação de aparelhos leitores de e-books para o Brasil, além de oferecer uma maior quantidade [e qualidade] de “livrarias e bibliotecas eletrônicas”.

“A oferta de conteúdo pago, de qualidade, ainda é pequena, embora haja bibliotecas digitais oferecendo ‘frebooks’ [e-books gratuitos], mas sem a qualidade editorial necessária”, explica ele.

Para que o mercado editorial digital no Brasil ganhe força, será preciso que as editoras topem o desafio de encarar um modelo de negócio completamente diferente do que já conhecem. “Falta um modelo de negócio que visualize principalmente o leitor final, o consumidor, o usuário. Falta trocar o ‘achismo’ por profissionalismo. E falta a convergência entre hardware, software e conteúdo, três itens essenciais, sem os quais o mercado de livro digital não poderá trafegar”, pontua Procópio.

E o mercado internacional?
Como é sabido e notório, fora do Brasil o acesso a leitores eletrônicos como Kindle, da Amazon, e o Nook, da Barnes & Noble [e tablets que podem ser usados para esse fim, como o iPad, da Apple] é mais fácil: são muito mais baratos de adquirir.

Recentemente, para acirrar a competição com o iPad [que é multifunção], Kindle e Nook [praticamente mono-função] baixaram seus preços – US$ 189 e US$ 149 respectivamente. Mas não chegam ao Brasil por menos de R$ 500 [quando chegam].

Durante a apresentação do iPhone 4 na WWDC, no início de junho, Steve Jobs fez questão de ressaltar alguns números da iBookStore, loja de ebooks para iPad, que surpreenderam muita gente: foram 5 milhões de downloads de e-books em apenas 65 dias. A nota de Jobs, que empolgou muita gente, não entrou em muitos detalhes sobre que tipos de e-books teriam feito mais sucesso entre os usuários. “Existem diversos livros grátis dentro da plataforma, então a gente precisa verificar se foram 5 milhões de livros digitais baixados, incluindo [ou não] freebooks “, ressalta Procópio.

Ainda assim vale lembrar que esse frenesi todo por edições eletrônicas pode ser, na verdade, momentâneo. “A vontade das pessoas de experimentarem o ‘novo’ e a curiosidade para ler um livro no iPad certamente contribuíram para esse número”, diz Eduardo Melo, um dos sócios da Simplíssimo, empresa brasileira com experiência internacional em vendas de e-books, sobre os números apresentados por Steve Jobs.

Estatisticamente, o sucesso da literatura eletrônica no mercado internacional tem se mostrado grande – no último Natal, a Amazon vendeu mais e-books para Kindle do que livros físicos. Uma pesquisa recente da Association of American Publishers revelou que as vendas de livros digitais teve um crescimento de 251,9% em relação ao ano anterior, enquanto a taxa de crescimento das vendas de livros físicos ficou em meros 8%.

A tendência é de que nos próximos anos os e-books se tornem ainda mais populares. Acadêmicos e estudiosos em geral veem nos leitores eletrônicos a possibilidade de adquirir, sem frete e sem espera, títulos que não estão disponíveis no local onde residem fisicamente. Novos leitores de e-books, mais modernos, potentes e, quem sabe, mais baratos, devem ser desenvolvidos, com mais usabilidade e portabilidade.

“Este ano os editores e os leitores estão aprendendo sobre o e-book. Algumas editoras estão começando a entrar no mercado, mas converter o próprio catálogo [para o meio eletrônico] requer tempo e isto indica que teremos uma boa quantidade de conteúdo no início do próximo ano”, prevê José Fernando Tavares, sócio da Simplíssimo. “2011 vai ser o ano”, emenda Eduardo Melo. “Teremos um mercado partindo para a consolidação, com modelos mais claros e definidos, tanto para as empresas como para os leitores”, palpita.

A movimentação que estamos vendo hoje parece ser apenas a ponta do iceberg de toda uma nova indústria editorial digital. Que as editoras nos ouçam! Queremos e-books!

Terra | Tecnologia | 08 de julho de 2010 | 17h26 | PorJACQUELINE LAFLOUFA

E-books estão se tornando cada vez mais populares


O eReader quadradão Libriè, da Sony, foi lançado em 2004

Eles já existem há um tempo, mas foi agora, nos últimos anos, que ganharam destaque. Os e-books [ou ebooks ou ainda eBooks, dependendo de quem escreve], do inglês “eletronic books”, são edições digitais de livros que podem ser acessados a partir de computadores e, mais recentemente, a partir de uma grande variedade de dispositivos.

Um dos mais antigos e-books, a versão digitalizada da Declaração de Independência dos Estados Unidos, foi feito por Michael Hart em 1971. Talvez você não o reconheça pelo nome, mas provavelmente conhece o trabalho iniciado por ele no mesmo ano, o Projeto Gutemberg, iniciativa voluntária para a digitalização de trabalhos culturais, em especial os literários, e que encoraja a criação e distribuição de e-books. Uma idéia simples [bem, talvez nem tanto].

Hart recebera de um amigo o privilégio de ter acesso por horas ilimitadas a um computador mainframe Xerox Sigma V na Universidade de Illinois, onde ele estudava. Para retribuir o favor do amigo, ele resolveu fazer algo que pudesse ser considerado grandioso: seu objetivo inicial era catalogar e disponibilizar de forma digital, sem ou com pouquíssimo custo para o leitor, os 10 mil livros mais consultados pelo público até o final do século XX. Apesar de não ter alcançado a sua meta, Hart alavancou o Projeto Gutemberg, que hoje conta com mais de 30 mil títulos digitalizados e disponíveis gratuitamente a partir do site.

Mas apesar de estarem por aí há décadas [tanto os legais quanto os mal-acabados e distribuídos de forma ilegal por sites de compartilhamento e redes peer-to-peer, que não são poucos], os e-books começaram a ganhar destaque mesmo há pouco tempo, com a popularização de alguns leitores eletrônicos como o Kindle, da Amazon e o Nook, da Barnes & Noble e, mais recentemente, o tablet iPad, da Apple.

Um dos grandes problemas dos leitores de e-books anteriores era a falta de conteúdo para ser consumido a partir desses dispositivos – a Sony já fabrica modelos mais “quadradões” de e-readers há anos -, demanda essa que acabou sendo suprida com uma loja inteira da Amazon, uma seção da livraria Barnes & Noble e com a chegada da iBookStore, da Apple.

Como funciona a tinta eletrônica

O desenvolvimento e a constante evolução da tecnologia e-Ink, ou “tinta eletrônica”, também foi algo que capitaneou essa recente popularização dos dispositivos de leitura. Isso porque ler em telas comuns de LCD incomoda muito os olhos: os tradicionais displays emitem luz e portanto precisam de um ambiente escuro para sua leitura.

Mesmo sendo uma luz infinitamente mais fraca que a luz do sol [ou mesmo que a de uma lâmpada], a penumbra necessária para sua leitura acaba por ferir os olhos. Some-se a isso o fato de que a tela de LCD é naturalmente brilhante e reflexiva, mesmo desligada, o que dificulta ainda mais a leitura em ambientes superiluminados.

Já a página de papel de um livro apenas reflete a luz do ambiente, de forma difusa e nada agressiva ao olho. Na tentativa de reproduzir essa sensação, foi criada a tecnologia e-Ink, um tipo de “papel eletrônico com tinta mágica”, que permite uma leitura confortável em tons de cinza.

O principal componente das telas de e-Ink são microcápsulas que contém partículas de pigmento branco ionizadas positivamente e partículas pretas ionizadas negativamente. Quando um campo elétrico negativo é ativado, as partículas brancas movem-se para o topo da microcápsula, de forma a tornarem-se visíveis, e as pretas são empurradas para baixo, ficando escondidas – isso mostra o “papel” branco.

O processo invertido, com campo elétrico positivo, faz com que as partículas pretas venham para a superfície da cápsula, tornando-se visíveis na tela e mostrando a “tinta” preta. Com esse expediente, é possível até mesmo levar um leitor de livros eletrônicos para a praia, por exemplo, sem o desconforto do reflexo das telas tradicionais.

Além disso, as telas de e-Ink utilizam pouca energia [praticamente apenas o necessário para ‘virar’ a página], o que faz os dispositivos que a utilizam serem funcionais por um longo período de tempo entre uma recarga e outra, e extremamente ecológicos.

Junto com a popularização dos e-readers e das telas de e-Ink, o ePub foi escolhido pelo Fórum Internacional de Publicações Digitais [IDPF, na sigla em inglês] como formato oficial de arquivo para a distribuição de e-books, por tratar-se de um formato aberto, gratuito, que permite o ajuste do tamanho das fontes, o uso de CSS e a inserção de licenças DRM.

Apesar do aparente constrassenso [e que já gerou alguma polêmica no mundo do software livre], o DRM é desejável por parte das editoras porque impede que o seu conteúdo seja pirateado ou compartilhado de forma não autorizada.

A grande vantagem do formato ePub é, na verdade, ser uma espécie de ‘container’. Em uma analogia com formatos de vídeo, o ePub seria como o AVI – com ele, é possível a utilização de diferentes tecnologias de DRM, por exemplo, assim como no formato AVI é possível utilizar uma série de diferentes codecs e formatos de vídeos.

No entanto, a conversão dos livros para o formato digital ainda tem um custo muito elevado. Hoje, a conversão de um livro para o formato ePub custa mais de R$ 1 por página, valor relativamente caro. Na Índia, esse custo pode chegar à metade, mas a qualidade acaba sendo prejudicada – com falta de acentos ou cedilhas, característicos do idioma português, por exemplo.

JACQUELINE LAFLOUFA | 08 de julho de 2010 | 16h38

Autor James Patterson vende primeiro milhão de livros digitais


O americano James Patterson se tornou o primeiro escritor a vender um milhão de livros digitais, informou a editora Hachette Book Group, filial da francesa Hachette Livres.

O criador do detetive Alex Cross já vendeu 1,14 milhão de livros digitais.

Com cada vez mais pessoas lendo seus iPads […] criar edições digitais que sejam interessantes, agradáveis para o leitor e com características adicionais é cada vez mais importante“, disse Patterson.

Se os livros eletrônicos fazem ler quem não compraria um livro, fico alegre com isto.

Segundo Hachette, Patterson vendeu mais de 205 milhões de livros em papel por todo o mundo.

Folha.com | Tec | 08/07/2010 | 12h57 | DA FRANCE PRESSE, EM WASHINGTON