Amazon abre Kindle para autores e editoras em espanhol, português e italiano


O leitor digital nos modelos Kindle e Kindle DX

A Amazon anunciou que vai ampliar a oferta de livros nos idiomas espanhol, português e italiano para o seu dispositivo de leitura eletrônica Kindle. O anúncio foi feito nesta sexta-feira [19]. Com a manobra, o e-reader da Amazon fica com um total de seis idiomas – os já disponíveis são inglês, francês e alemão.

Russ Grandinetti, vice-presidente de conteúdo do Kindle, disse que a ampliação é boa para a empresa. “Estamos animados para oferecer ainda mais línguas para que proprietários de conteúdo possam oferecer os seus livros para o público, dentro da rápida expansão dos proprietários Kindle no mundo.

Folha Online – 19/02/2010 – 18h39

O futuro do livro


Jason Epstein escreve sobre o futuro digital dos livros no New York Review of Books:

O custo de entrada para futuras editoras será mínimo, exigindo somente o cuidado de um grupo editorial e seus serviços imediatos de apoio, mas sem as despesas da estrutura tradicional de distribuição com seus vários níveis de gerenciamento. Pequenas editoras já contam com serviços externos como administração, consultoria legal, contabilidade, design, revisão, publicidade e outros, enquanto a internet irá oferecer oportunidades de publicidade viral das quais o YouTube e o Facebook são os precursores. O financiamento dos adiantamentos aos autores virão de investidores externos em busca de lucro, como acontece hoje com filmes e peças de teatro. A mudança da administração complexa e centralizada para unidades editorias semi-autônomas já é evidente nos conglomerados [por exemplo, Nan A. Talese na Random House e Jonathan Karp na Hachette], uma tendência que irá se fortalecer enquanto a companhia controladora desaparece. Com a resistência dos conglomerados às exigências exorbitantes dos autores de best-sellers, cujos livros previsivelmente dominam as listas de mais vendidos, esses autores, com a ajuda de agentes e administradores, irão se tornar seus próprios editores, ficando com todo o resultado líquido do meio digital e das vendas tradicionais. Com a Expresso Book Machine, varejistas de livros poderão se tornar editores, com seus antecessores do século 18.

Epstein sabe do que fala. Ele lançou as edições de baixo custo [trade paperback] no mercado americano em 1952, criou o New York Review of Books em 1963 e fundou em 1979 a Library of America, editora sem fins lucrativos que lança clássicos americanos. Há três anos, Epstein criou a On Demand Books, empresa responsável pela Expresso Book Machine, citada no texto, que imprime na hora o livro que o consumidor quer comprar.

O autor enxerga perigos na transição para o mundo digital. Um deles é a questão do direito autoral, pois autores de livros não podem viver de shows e vendas de outros produtos como fazem os músicos. Outro é a fantasia de que todos os livros vão se fundir em um único, coletivo, no ambiente digital. Ele acredita, no entanto, que os livros de papel continuarão a ser impressos, mesmo com o crescimento do digital. Eu tenho dúvidas sérias a esse respeito.

Por Renato Cruz para o LINK | 19 de fevereiro de 2010| 17h19

Mais uma etapa


Ontem, durante mais de quatro horas, o juiz Denny Chin ouviu argumentos favoráveis e contrários à ideia do Google de escanear livros e disponibilizá-los em sua biblioteca digital. No entanto, ele disse que não tomaria sua decisão naquele momento porque era “muito para digerir”. Entre os entusiastas da biblioteca, que acreditam que o acordo permitirá acesso a milhões de livros difíceis de serem encontrados, estavam o presidente da Federação Nacional dos Cegos, o bibliotecário da Universidade de Michigan e o advogado da Sony Eletronics. Do outro lado, pensando na competição, privacidade e direitos autorais, estavam os advogados das rivais Amazon e Microsoft, além de representantes de vários autores, agentes literários e porta-vozes da Pensilvânia e da Alemanha. As informações são de Motoko Rich para o The New York Times e a matéria pode ser lida na íntegra aqui.

PublishNews – 19/02/2010 – Por Redação

Pesquisa investigará o leitor do livro digital


O que brasileiros acham de ler nos diversos suportes do livro digital? Os que não o conhecem querem ou não migrar para ele? O que poderia levar a esse tipo de leitura? Mas, afinal, o que os leitores pensam de verdade sobre isso?! Essas e outras questões estão animando o Observatório do Livro e da Leitura a realizar o primeiro estudo sobre o tema no País. A iniciativa da pesquisa é da Imprensa Oficial de SP e da Câmara Brasileira do Livro e os resultados serão anunciados em fins de março, no Congresso Internacional do Livro Digital, que acontece dentro do 36º Encontro de Editores e Livreiros.

Revista do Observatório do Livro e da Leitura | 19/02/2010

Kindle para BlackBerry


Como tudo o que acontece nos mundo da tecnologia, os EUA sempre serão os principais atores, ou seja, sempre serão beneficiados pelo grande mercado que possuem. E isso não é uma reclamação, mas sim uma afirmação.

Não seria diferente com a primeira versão do Kindle, da Amazon, para BlackBerry. Como sempre, a Amazon disponibilizou para download, mas somente para usuários dos Estados Unidos.

Mas se você tem uma conta na Amazon.com e está acostumado a comprar por lá, pode fazer o download do Kindle para BlackBerry e comprar sem problemas.

Eu já fiz um teste e comprei um livro que aqui no Brasil não sairia por menos de R$ 50,00 [nem sei se temos traduzido]. Veja telas abaixo:

Infelizmente, não consegui tirar uma foto da tela de como fica o livro, estou testando em um BlackBerry Storm, que tem a tela melhor para leitura.

É uma ótima dica, para aqueles momentos em que você fica sem fazer nada no saguão do aeroporto, aguardando seu dentista, ou na recepção aguardando para alguma reunião.

Até agora, o ponto falho que observei, e que seria o principal motivo da minha total adesão ao Kindle, é a ausência da possibilidade de ler jornais e revistas. Fora isso, vale a pena.

Se você, assim como eu tem uma conta na Amazon, baixe agora seu aplicativo Kindle para BlackBerry: www.amazon.com/kindlebb.

Sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 às 09h00
Por Luciano Alves de Oliveira, criador do Blog BlackBerry World Brasil e Carrier Relationship Manager para América Latina da Navita Tecnologia. Lukemobile@uol.com.br. http://www.portalbbw.uol.com.br