Parceria inédita


Em 2010, as editoras Ática e Scipione e o sistema Ser vão usar conteúdos digitais e vídeos de educação da Discovery Education

A Abril Educação assinou contrato de parceria com a Discovery Education. A partir deste ano, as editoras Ática e Scipione, além do sistema de ensino Ser, passam a contar com conteúdos digitais e vídeos com o selo Discovery. “Nosso objetivo é fortalecer a presença da Abril Educação em segmentos cruciais para o desenvolvimento do ensino no Brasil, com destaque para a produção de conteúdo digital e preparação de profissionais de educação”, afirma David Saad, diretor de Formação de Educadores e Tecnologia de Ensino. O acordo com a Discovery Education é apenas o início de uma série de ações para tornar a Abril Educação uma referência em produtos, serviços e conteúdos digitais na área de ensino. “Essa parceria é mais um passo no sentido de tornar mais rica e efetiva a experiência de educação nas salas de aulas brasileiras”, diz Marcelo Martins, diretor de Marketing da Abril Educação.

A Discovery Education é uma divisão da Discovery Communications, que inclui ainda em sua rede o Discovery Channel e o Animal Planet. O portfólio de conteúdos digitais do Discovery Education atinge mais de 35 milhões de estudantes em todo o mundo e permite que os educadores melhorem o desempenho acadêmico dos estudantes. A Abril Educação é responsável pela produção de conteúdo educacional. Atualmente, 60% dos alunos de todo o País estudam com, pelo menos, um livro da Ática, da Scipione ou do sistema de ensino SER. Recentemente, a Abril Educação anunciou que Tecnologia de Ensino e Formação de Professores serão áreas prioritárias, para onde serão canalizados os investimentos e esforços nos próximos anos.

PublishNews – 01/02/2010 – Por Redação

Romance virtual


Douglas, 16, está escrevendo o último livro de sua trilogia. Maria Eugênia, 14, acaba de terminar o seu primeiro romance e já começou a redigir o segundo. Nilsen, 18, está revisando o seu livro de estreia e, enquanto não o publica, abastece seus leitores com contos. Integrantes de uma geração que parecia fadada a trocar a leitura pelo bate-papo no computador, os três adolescentes fazem parte de uma turma que decidiu unir tecnologia e literatura e hoje escreve mais que muito autor profissional. Enquanto não caem nas graças de uma editora, eles colocam os textos em uma comunidade no Orkut que já tem mais de 3.000 participantes. Criada há dois anos, a comunidade Nossos Romances Adolescentes tornou-se quase uma incubadora de jovens autores. No site de relacionamentos, eles publicam os livros em capítulos, que são lidos e comentados pelos outros participantes, quase todos escritores. Estudante de jornalismo, Nilsen Silva é a dona da comunidade e, com a ajuda de outros mediadores, decide o que será publicado. Douglas Marques é um dos escritores mais festejados. Ele afirma que Nebulosa, o primeiro livro da trilogia, já foi baixado umas 600 vezes.

Folha de São Paulo – 01/02/2010 – Por Fabiana Rewald

Digitalização é o futuro da pesquisa histórica


Os documentos digitalizados no Arquivo Público do Estado de São Paulo são “essenciais para a preservação da memória pública“, na opinião do historiador Lauro Ávila Pereira, diretor do Departamento de Preservação e Difusão da instituição. Mesmo que modismos historiográficos menosprezem o documento escrito, por considerá-lo irremediavelmente intoxicado pelo poder de sua época, é esse papel o registro fiel dos conflitos daquele instante histórico – que, como diz Marc Bloch, mestre dos historiadores, não surge “aqui ou acolá por artes mágicas“: são produtos das relações humanas, ainda que expressem inverdades ou testemunhos enviesados. Sua conservação, portanto, é mais que um luxo: é tarefa de qualquer sociedade que pretenda conhecer as tensões do passado que cooperaram com a elaboração da mentalidade presente.

O problema da preservação é ainda mais significativo quando se considera que a resistência do documento à ação do tempo é muito limitada. Jornais, por exemplo, costumam se desfazer em algumas décadas se o arquivamento não for adequado. Por essa razão, a possibilidade de preservar os documentos por meio da digitalização é um avanço cujo alcance para a reconstituição da história ainda está por ser dimensionado.

A iniciativa do Arquivo do Estado, embora com algum atraso e de forma ainda bastante limitada, aparece em linha com a tendência mundial de preservação de documentos aproveitando os recursos da internet. Sites públicos dos Estados Unidos, como o National Archives [ www.archives.gov ], são a vanguarda desse processo acelerado de transformação de papéis em bits com vista a protegê-los da degradação e facilitar sua consulta em qualquer lugar, a qualquer tempo.

Universidades e arquivos ao redor do mundo, principalmente na Europa, também já têm seus acervos digitalizados. “Não cabe ao Estado definir o que é memória”, diz Ávila. Para ele, é a sociedade que reconstrói seu passado de acordo com os elementos políticos, sociais e ideológicos do presente, o que é um contexto dinâmico. Cabe a instituições públicas como o Arquivo tornar amplamente disponível a maior quantidade de pistas históricas necessárias para essa reconstrução, num processo de democratização da memória pública. “Preservar só por preservar não faz sentido“, diz o historiador.

Como sabe todo pesquisador, nada substitui a emoção do ritual de vestir luvas e manipular um documento original antigo. Mas os historiadores terão de se habituar com links e caixinhas de busca nos sites de documentação, em nome da manutenção da memória – na dimensão sonhada por Santo Isidoro de Sevilha, que desejava compendiar todo o conhecimento existente, razão pela qual é o padroeiro da internet.

O Estado de S. Paulo – 01/02/2010 – Por Redação

Arquivo do Estado põe acervo na internet


O Arquivo Público do Estado de São Paulo lançou um site no qual é possível consultar mais de 250 mil páginas de seus documentos. As imagens incluem jornais e revistas dos séculos 19 e 20, anuários estatísticos, cartas e até um alentado censo paulistano dos séculos 18 e 19. A ideia, segundo a direção do Arquivo, é ampliar o acesso público a esse material, para que não fique restrito apenas a pesquisadores profissionais, através do www.arquivoestado.sp.gov.br.

O resultado ainda é incipiente – falta, por exemplo, um sistema de busca mais preciso para facilitar a consulta. A digitalização atingiu por enquanto somente uma pequena fração dos mais de 50 milhões de documentos do acervo. Mas a iniciativa é promissora.

O processamento dessa primeira parte da coleção envolveu uma equipe de 70 pessoas, entre junho e novembro do ano passado. Custou cerca de R$ 400 mil, bancados parcialmente pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social [BNDES] e em parceria com diversas entidades, entre as quais a Imprensa Oficial e o Ministério da Justiça. “O trabalho só foi possível com apoio externo”, diz Lauro Ávila, diretor do Departamento de Preservação e Difusão do Arquivo.

A parte mais vistosa do trabalho aparece no site em três páginas temáticas. Em Memória da Imprensa é possível ler, numa edição de 1867 do jornal Correio Paulistano, a grave notícia sobre um acidente na novíssima ferrovia Santos-Jundiaí e um anúncio de recompensa para quem encontrasse uma “besta fugida”, “grande e nova, ferrada nos quatro pés”, que atende pelo nome de Boneca e que é “muito mansa”.

Há também revistas como A Vida Moderna, que em 1914 registrava a entusiasmada visita de militares alemães a São Paulo pouco antes da 1ª Guerra Mundial – e atestava que “não há em São Paulo um rapaz elegante que não conheça a casa Hat Store”.

Na divisão Imigração em São Paulo, há dados sobre os núcleos coloniais que receberam grandes levas de trabalhadores estrangeiros a partir de meados do século 19, além de imagens de imigrantes e informações estatísticas. Uma das raridades é a lista original dos passageiros do Kasato Maru, o primeiro navio a trazer trabalhadores japoneses ao Brasil, em 1908. Outra são os documentos pessoais de alguns imigrantes, como certidões de casamento e passaportes, que em certos casos integram prontuários dos estrangeiros considerados perigosos pelo governo, reunidos no Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo [Deops], criado em 1924.

Por fim, na divisão Viver em São Paulo, há documentos sobre o cotidiano da região entre os séculos 18 e 20. Um dos mais significativos são os Maços de População de São Paulo, levantamento censitário realizado de 1765 a 1850 e que revela dados úteis para compreender as relações econômicas e sociais básicas na então província. É um dos registros mais consultados pelos historiadores.

Ávila diz que a intenção do Arquivo agora é obter recursos para digitalizar mais 1,5 milhão de imagens. O projeto foi encaminhado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo [Fapesp]. “Com isso, teremos o maior site de pesquisa do Brasil“, diz o diretor. Ele adianta que fontes pouco conhecidas dos pesquisadores, como o jornal anarquista O Combate, vão se tornar disponíveis, e tesouros como a coleção completa do Correio Paulistano estarão no ar. Segundo Ávila, o que está no site agora é “só um aperitivo”.

DEOPS ONLINE

Um outro investimento desejado pelo Arquivo é abrir para consulta online o acervo do Deops, iniciativa que é objeto de projeto no Congresso. Hoje, por força da lei, o pesquisador que quiser ter acesso aos documentos produzidos pela polícia política brasileira precisa fazer um cadastro, responsabilizando-se pelo uso que fizer das informações, e tem de consultá-los pessoalmente. Ávila diz que a ideia é fazer com que o pesquisador, uma vez cadastrado, receba uma senha para pesquisar os documentos na internet. São mais de 7 milhões de imagens.

O Estado de S. Paulo – 01/02/2010 – Por Marcos Guterman

Ação da Amazon cai por medo de preço de e-book mais alto


As ações da Amazon.com exibiam forte baixa nesta segunda-feira pelo temor de que a maior varejista online do mundo eleve os preços dos livros digitais [eBooks] por pressões de editoras que querem manter suas margens.

A companhia alertou clientes no domingo que se curvou à pressão da editora Macmillan, que queria cobrar de 12,99 dólares a 14,99 dólares pelos livros vendidos na loja virtual do dispositivo para leitura digital Kindle, da Amazon.

O valor está acima dos 9,99 dólares que a Amazon geralmente cobra pela maior parte de livros digitais, levando muitos a acreditar que os preços dos e-books no site da companhia irão eventualmente aumentar.

O estrategista de derivativos Joe Kinahan, da TD Ameritrade, chamou a situação de “muito negativa para a Amazon“.

O raciocínio é: outras editoras agora podem refazer suas ofertas na Amazon.com, o que pode afetar todo o seu modelo de negócio“, disse Kinahan.

Editoras estão preocupadas com os baixos preços de livros digitais, que podem prejudicar o mercado de livros convencionais.

Um porta-voz da Amazon afirmou que a política da companhia é de não comentar o desempenho das ações no mercado. As ações da Amazon recuavam 6 por cento às 17h59 [horário de Brasília], para 118 dólares, na Nasdaq.

Alexandria Sage e Doris Frankel – Reuters – 01/02/2010

Por um domínio público saudável


O livro, como um livro, pertence ao autor, mas como um pensamento, ele pertence – a palavra não é tão vasta – à humanidade como um todo. Todas as pessoas possuem este direito. Se um desses dois direitos, o direito do escritor e o direito do espírito humano, tiver que ser sacrificado, certamente o direito do escritor seria o escolhido porque o interesse público é a nossa única preocupação, e todos, eu vos digo, devem vir antes de nós.” [Victor Hugo, Discurso de Abertura do Congresso Literário Internacional de 1878].

Em 1986, Octavio Paz refletia em seu texto A outra voz que, se por um lado as utopias do século 18 teriam desencadeado uma série de monstruosidades efetuadas em seu nome nos séculos seguintes; por outro, foram responsáveis “por quase todas as ações e os sonhos generosos da Idade Moderna”. Para o escritor mexicano, o século 20 viveu o ruir das utopias. Pois bem, anos depois da publicação e também da morte do autor, vemos a internet romper o limiar do século 21 com novas indagações que trazem consigo uma retomada dos cursos das utopias e, porque não, até de uma certa dose de anarquia.

O universo digital cria novos desafios ao homem contemporâneo, que acompanham sua própria história evolutiva. Para começar, não há nenhuma outra invenção em vigência com maior liquidez do que a internet, o que segue o fluxo da economia, das identidades, da cultura e das políticas. No entanto, ao mesmo tempo que fascina, a tamanha maleabilidade de fronteiras parece assustar e, com isso, muito tem se discutido sobre a criação de limites para a web. A Communia, rede temática da União Européia sobre Domínio Público, estimulada, justamente, por esses debates em torno da acessibilidade aos conteúdos, acaba de lançar o Manifesto do Domínio Público, um documento que pretende “definir o termo domínio público e delinear os princípios e as orientações necessárias para a concretização de um domínio público saudável no início do século 21”.

A principal intenção do Manifesto seria mostrar o domínio público como um sistema cultural livre, de grande importância para a geração de novos conhecimentos e obras culturais, principalmente nas áreas de educação, ciência, patrimônio cultural e de informação do setor público. Segundo o documento, um domínio público saudável significaria uma maneira de garantir o cumprimento dos princípios do artigo 27 [1] da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz que “todos tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir das artes e de participar no progresso científico e de seus benefícios”.

O documento também revela e ressalta uma faceta do domínio público para além das obras antigas, libertas dos direitos autorais; ele mostra como o domínio público pode acontecer em outras esferas, em um compartilhamento voluntário de informação entre os indivíduos. “O Manifesto está fortemente ligado às questões da internet, embora não se restrinja a elas. A ideia, na verdade, é trabalhar as possibilidades de usos das novas tecnologias para ampliar o acesso, a distribuição e a criação baseadas em obras de domínio público”, diz Carlos Affonso Pereira de Souza, vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas [CTS-FGV], uma das poucas instituições não-europeias integrantes do Communia.

Para os brasileiros, o Manifesto chega em uma hora bastante apropriada, já que o país está em vias de reformular sua Lei de Direito Autoral. Em novembro de 2009, o Ministério da Cultura apresentou os primeiros esboços das alterações que poderão ser efetivadas. Entre as possibilidades levantadas está a criação do Instituto Brasileiro de Direito Autoral [IBDA], órgão que deverá ser responsável por “supervisionar, regular e promover a gestão coletiva de direitos autorais”. Para Carlos Affonso, a tradução do Manifesto para o português, além de permitir o acesso do público falante da língua, mostra que o domínio público não se restringe a um conjunto de obras que só chega às mãos do público quando se torna obsoleto. “Existe um movimento para fortalecer o fato de que existem diversas formas de divulgar, distribuir e licenciar que se assemelham ao domínio público, mas que têm a vantagem de disponibilizar o conteúdo no mesmo momento em que este é produzido. O Creative Commons, por exemplo, dá autonomia ao autor de decidir os termos de liberação da sua obra. Só para se ter uma ideia, existem, hoje, de 40 a 60 milhões de obras licenciadas em Commons na internet, sendo aproximadamente 2/3 desse conteúdo licenciado sob a forma Não Comercial. Para o Brasil, a adoção de mecanismos inovadores como este seria um avanço em termos de democratização do acesso à cultura”, diz o vice-coordenador do CTS-FGV.

Leia o Manifesto na íntegra: www.publicdomainmanifesto.org/portuguese

Onde acessar obras que caíram em domínio público no Brasil:

Livros e Afins

Domínio Público

Instituto Ecofuturo

Por Blog Acesso – 02.10

Revistas digitais em expansão


Na Rússia do século 19, quem quisesse debater, refletir ou divulgar informações no meio cultural deveria, necessariamente, adotar a correspondência como veículo de disseminação. Tanto que nomes como Tchekhov e Gorki escreviam cartas, sem um destinatário específico, que circulavam entre os intelectuais de sua época, como uma espécie de informativo. Nesse caso, existia um aparelho de censura muito forte, reprimindo qualquer tentativa de publicação. No Brasil do mesmo século, José Veríssimo lança a Revista Amazonica, ciente de que enfrentaria um grande desafio: a falta de público leitor. “É uma tentativa, talvez utópica, mas, em todo caso, bem intencionada”, diz Veríssimo em carta a Machado de Assis, datada de março de 1883. Na verdade, se formos olhar para trás, em busca de veículos de difusão da informação cultural, constataremos que, independente da localidade e da cultura, aconteceram inúmeras empreitadas como as dos círculos russo e brasileiro, na tentativa de potencializar o debate sobre a cultura.

Mudam os séculos, mudam os desafios, mudam os veículos de disseminação da informação nos meio culturais, adaptados à realidade vigente. O resultado direto dessa, digamos, “evolução” pode ser visto no século 21, quando, ao contrário, das épocas anteriores, abundam as notícias e veículos de comunicação especializados na área cultural. A própria existência do blogAcesso, como uma continuidadee do Boletim da Democratização Cultural, atesta essa tendência de produção de conteúdos específicos. Acesso tem a missão de promover o diálogo entre os diversos setores da sociedade, mapear tendências e tecnologias sociais, divulgar iniciativas e gerar reflexões a respeito da ampliação do acesso à cultura. “Como a intenção é tratar do tema da democratização cultural, acreditamos que faz todo sentido democratizar o próprio debate, fazendo com que ele atinja um público mais amplo e tenha mão dupla na comunicação. Isso qualifica a discussão”, explica Lárcio Benedetti, gerente de desenvolvimento sociocultural do Instituto Votorantim.

Outro exemplo é a Revista Continuum Itaú Cultural que, a partir da segunda quinzena de fevereiro, será disseminada também em formato blog, oContinuando, com a intenção de “ampliar as discussões que se iniciam na revista”, como revela o editorial da edição 24. Como parte da tentativa de incentivar a participação do público, a Revista está recebendo até o próximo dia 10, projetos de reportagem [ seção Deadline ], trabalhos artísticos e reflexivos [ seção Área Livre ], sobre o tema “A arte e a vida…”, que serão selecionados e publicados na edição 25, equivalente aos meses de março e abril de 2010.

E a lista de veículos de comunicação voltados para o meio cultural não para de crescer. A tal ponto que é muito difícil conseguir rastrear e acompanhar todos. Justamente, para facilitar a sua pesquisa, mapeamos o meio digital em busca de conteúdos culturais qualificados que você confere a seguir.

*Boletim PNLL
Foco:  literatura, políticas para o livro e a leitura
Iniciativa: Ministério da Educação+Ministério da Cultura

*Publicações Online
Foco: notícias, artigos, acervos e pesquisas sobre cultura.

Livre Acesso
Foco: conteúdos do Programa da acessibilidade do Centro Cultural São Paulo
Iniciativa: Centro Cultural São Paulo (CCSP)

*Cronópios
Foco: notícias e artigos sobre literatura e arte
Iniciativa: Bitnik Comunicação Onlibe

*Cultura e mercado
Foco: notícias e artigos sobre acontecimentos relevantes para a atividade cultural
Iniciativa: Brant Associados

*Cultura em pauta
Foco: notícias e artigos sobre acontecimentos relevantes para a atividade cultural
Iniciativa: André Fonseca – Projecta

*Digestivo Cultural
Foco: jornalismo cultural – crítica de livros, discos, filmes, peças, programas, exposições, publicações, sites e até restaurantes.
Iniciativa: Julio Daio Borges

*e-online
Foco: notícias, artigos, pesquisas e programação cultural
Iniciativa: SESCSP

*Fundação Joaquim Nabuco
Foco: notícias, pesquisas e reflexões sobre  a cultura nacional
Iniciativa: Ministério da Educação

*Revista Continuum Itaú Cultural
Foco: mapeamento, difusão e reflexão a respeito de manifestações artístico-intelectuais.
Iniciativa: Itaú Cultural

*Revista Raiz
Foco: mapeamento, difusão e reflexão a respeito de manifestações culturais.
Iniciativa: Edgard Steffen Jr

Por Blog Acesso – 02.10