Autores terão retorno de 70% do valor de capa da venda de ebooks para Kindle


Após o anuncio da expansão da plataforma Kindle Digital Text para autores residentes fora dos Estados Unidos, a Amazon apresenta uma interessante opção para escritores e editores: um retorno de até 70% do valor de capa dos ebooks vendidos.

Segundo a Amazon, tradicionalmente os autores recebem de 7 a 15% do valor de capa de livros físicos, e cerca de 25% sobre livros digitais. Assim, a proposta da Amazon é bastante atrativa, mas possui algumas restrições: o valor dos ebooks deve ser pelo menos 20% menor do que o mais barato equivalente físico.

Também é preciso concordar em permitir o uso do ebook em algumas funções da Kindle Store, como a conversão do texto para áudio, informa o site TechCrunch. A opção de 70% de retorno estará disponível a partir de 30 de junho, e a princípio será restrita a livros vendidos para Kindles do território norte-americano.

iTechnicality Blog | 20 de janeiro de 2010

Velha mídia é o alvo da Apple para novo tablet


Tablet Apple

Com o lançamento na semana que vem de um novo computador em formato “tablet”, o diretor-presidente da Apple Inc., Steve Jobs, segue uma rota que vai contra o senso comum: apostar em mídias tradicionais como livros escolares, jornais e televisão. Para desenvolver o novo aparelho, a Apple se concentrou principalmente no papel que o produto pode ter nos lares e nas salas de aula. A visão da empresa é que o “tablet” poderá ser compartilhado por vários familiares para ler notícias e checar email em casa. Na sala de aula, a Apple está explorando a tecnologia de livros escolares eletrônicos. A Apple está estudando como o conteúdo de jornais e revistas pode ser apresentado de maneira diferente no “tablet”.

Valor Econômico – 20/01/2010 – Por Yukari Iwatani Kane e Ethan Smith, The Wall Street Journal

Amazon eleva royalty de livros


Kindle da Amazon

O site de varejo Amazon lançou um plano nesta quarta-feira para oferecer a escritores e editoras uma parcela maior dos ganhos obtidos com livros baratos vendidos para seu aparelho de leitura Kindle. Sob o novo programa, que entra em vigor em 30 de junho, autores e editoras terão direito a receber 70% do preço de um livro, líquido dos custos com entregas. O plano é limitado aos livros cujos preços de tabela estejam entre US$ 3 e US$ 10. O programa maior de royalties também é restrito a livros cujos preços de lista estejam pelo menos 20% abaixo do menor preço de um livro de papel, afirmou a Amazon. Escritores normalmente recebem entre 7% e 15% do preço de lista de livros tradicionais, de papel, ou 25% das receitas que editores recebem por seus livros digitais, afirmou o vice-presidente para conteúdo do Kindle, Russ Grandinetti.

Portal G1 – 20/01/2010 – Por Redação

Kindle users revolt against delays to ebook editions


Angry users of Amazon’s e-reader have been dishing out one-star reviews of Game Change in revenge for the unavailability of an electronic edition

The Kindle. Photograph: Mario Tama/Getty Images

Angry Kindle fans have sabotaged the Amazon rating of a bestselling new book, Game Change, an exposé of the 2008 US presidential elections, to punish its publisher for delaying the digital edition of the book until February.

The New York Times called Game Change, by political reporters Mark Halperin and John Heilemann, “a spicy smorgasbord of observations, revelations and allegations” and the Washington Post said it was “engaging and readable [with] some real reporting”, but the book has been punished with one-star reviews at Amazon.com from frustrated Kindle users.

“I’m very disappointed there is no Kindle version available for this book. By the time it comes out, this book will be outdated and I will have forgotten about it. Shame on you publishers for excluding and alienating a huge market, that would have bought your book if you weren’t so short-sighted,” wrote H Watson yesterday, one of 142 reviewers to give the book one star. Fellow protester Mugdha Bendre agreed, writing “we want to read topical books like this one right away. Not wait a month for the ebook version to be available. I’m afraid I won’t be buying this book after all and will have to subsist on the excerpts published in newspapers.”

Some reviewers have questioned the fairness of the one-star reviews, which have brought Game Change’s overall rating down to 2.5 stars, saying they have nothing to do with the book’s content and calling on Amazon to delete them. “This is a terrific, insightful look at the 2008 campaign. Why are all the Kindle owners punishing the authors with lousy ratings because of the publisher’s and amazon’s marketing ploy? It’s mean-spirited and unseemly,” wrote Laurence R Bachmann, giving it five stars. “You can’t review a book unless you’ve read it for heaven’s sake.”

HarperCollins published Game Change – subtitled Obama and the Clintons, McCain and Palin, and the Race of a Lifetime and billed as “the real story behind the headlines” – in hardback on 11 January, but the Kindle version is not out until 23 February. Despite the negative reviews, it is currently the online bookseller’s bestselling title.

HarperCollins is not the only publisher delaying release of its ebooks. Last year, leading publishers Simon & Schuster and Hachette Book Group both told the Wall Street Journal that they would delay ebook editions – which are generally priced significantly lower than the hardback – by up to four months for some titles in 2010. “We believe some people will be disappointed. But with new [electronic] readers coming and sales booming, we need to do this now, before the installed base of ebook reading devices gets to a size where doing it would be impossible,” Simon & Schuster chief executive Carolyn Reidy told the WSJ.

Amazon.com pointed out at the time that “authors get the most publicity at launch and need to strike while the iron is hot. If readers can’t get their preferred format at that moment, they may buy a different book or just not buy a book at all.”

Alison Floodguardian.co.uk, Tuesday 19 January 2010 11.35 GMT – Article history

Amazon eleva a 70% o royalty pago sobre livros vendidos para o Kindle


O site de varejo Amazon lançou um plano nesta quarta-feira [20] para oferecer a escritores e editoras uma parcela maior dos ganhos obtidos com livros baratos vendidos para seu popular aparelho de leitura Kindle.

Sob o novo programa, que entra em vigor em 30 de junho, autores e editoras terão direito a receber 70% do preço de um livro, líquido dos custos com entregas. O plano é limitado aos livros cujos preços de tabela estejam entre US$ 2,99 e US$ 9,99

Amazon lançou um plano nesta quarta-feira (20) para oferecer a escritores e editoras parcela maior de ganhos obtidos com livros. Photo: Ben Margot -6.out.09/AP

O programa maior de royalties também é restrito a livros cujos preços de lista estejam pelo menos 20% abaixo do menor preço de um livro de papel, afirmou a Amazon.

O Kindle, lançado em 2007, é um dos produtos mais vendidos da Amazon. Mas, mais recentemente, o aparelho passou a sofrer concorrência de rivais desenvolvidos por empresas como Barnes & Noble e Sony.

Escritores normalmente recebem entre 7% e 15% do preço de lista de livros tradicionais, de papel, ou 25% das receitas que editores recebem por seus livros digitais, afirmou o vice-presidente para conteúdo do Kindle, Russ Grandinetti, em comunicado.

A nota não especificou qual é o nível atual de pagamento de royalties dos livros que são alvo do novo programa da Amazon.

Para o site especializado em mídias sociais Marshable, a razão pela qual a Amazon fez um acordo generoso é simples: uma semana antes do tablet da Apple ser anunciado, a companhia do Kindle dá aos parceiros um acordo melhor, que os faz pensar em caso de estarem planejando em desmanchar a parceria.

Folha Online – Com Reuters – 20/01/2010 – 14h34

Manuscrito sobre Newton está na internet


O manuscrito que relatou originalmente a história de como o cientista britânico Isaac Newton teve inspiração para suas teorias físicas a partir da queda de uma maçã foi exposto no domingo, pela primeira vez, nos arquivos da Royal Society de Londres. Os detalhes do “eureka” de Newton [1643-1727], quando formulou sua famosa teoria da gravidade, fazem parte de uma biografia do cientista, escrita por William Stukeley em 1752. Até agora, o manuscrito tinha permanecido escondido nos fundos da Royal Society, que comemora em 2010 seu 350º aniversário e quer marcar a data com a publicação do manuscrito através do site.

Estado.com – 20/01/2010 – Por Redação

Espanha baixa IVA aplicado aos livros eletrônicos



De acordo com nota publicada no jornal “A Bola”, a ministra da Cultura da Espanha anunciou nesta terça-feira a redução do IVA aplicado aos livros eletrônicos. Até agora, eram pagos 16%, mas o Governo decidiu equipará-los aos livros convencionais, em papel, e reduzir o imposto para 4%. Esse nível é aplicado na Espanha à habitação social, ao material escolar e aos alimentos de primeira necessidade. A decisão foi divulgada na Biblioteca Nacional, em Madri, durante a apresentação da Biblioteca Digital Hispânica, a partir da qual se podem comprar livros eletrônicos com direitos autorais (a venda limitava-se ao domínio público), informa nota publicada no jornal “A Bola” de Portugal.

PublishNews – 20/01/2010 – Por Redação

Uma narrativa em mídias sociais


Imagine por um momento que os livros, especialmente os digitais, poderiam ser mais bem definidos como serviços, em vez de produtos. Na verdade, essa maneira diferente de pensar pode trazer novas e interessantes formas de criar, produzir e fazer marketing de uma história. À medida que as histórias se tornam cada vez integradas com a tecnologia, o cenário se torna ainda mais plausível, o que é a força motivadora por trás do projeto Santos Dumont Número 8, um romance que vem sendo publicado online [depois de ter sido publicado impresso em 2006] e através de mídias sociais [primeiramente o Twitter] desde abril de 2009.

PublishNews – 20/01/2010 – Por C. S. Soares, para o jawbone.tv

Amazon propõe novo sistema de pagamentos a autores


A livraria on-line Amazon vai propor um novo modo de remuneração aos autores e editoras pela publicação de seus livros no leitor digital Kindle, podendo então aumentar sua parcela no preço de venda, informou o grupo na quarta-feira.

Esse modo de pagamento, que estará disponível a partir de 30 de junho, será uma opção. As editoras e os autores poderão escolher entre esse sistema de pagamento de direitos autorais ou o pagamento antecipado, indica ainda a Amazon.

A Amazon pagará aos autores e às editoras que escolherem a nova opção 70% do preço de venda do livro, com exceção dos gastos da edição impressa do livro.

Para ter esse direito, os livros publicados deverão cumprir algumas condições: o exemplar eletrônico deverá custar entre 2,99 e 9,99 dólares e ser 20% mais barato que o preço do livro impresso.

Em 5 de janeiro, o grupo norte-americano Kindle anunciou o lançamento do Kindle DX, versão em grande formato de seu leitor eletrônico, particularmente adaptado para a leitura de jornais e livros de cursos universitários.

France Presse – 20/01/2010

Usuários enfurecidos do Kindle sabotam resenhas de livro na Amazon


O leitor digital nos modelos Kindle e Kindle DX: atraso de lançamentos irrita usuários

Os usuários do leitor digital Kindle, da livraria virtual Amazon, já haviam demonstrado sua insatisfação com o lançamento tardio de best-sellers para o aparelho. Livros como “O Símbolo Perdido”, de Dan Brown, e o bestseller de Stephen King “Under the Dome”, ainda sem versão nacional, foram disponibilizados em formato e-book meses após o lançamento do livro físico.King afirmou que atrasou o lançamento propositalmente para ajudar livrarias independentes.

Os donos do aparelho, que fechou 2009 com boas vendas, estão colocando diversas resenhas negativas do livro “Game Change”, sobre a eleição de 2008 que levou Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, levando a classificação do livro para duas estrelas e meia, porque a obra não está disponível para o leitor digital.

Até o momento da publicação da reportagem, 146 pessoas haviam colocado classificações de apenas uma estrela para um livro que recebeu resenhas positivas em veículos como “New York Times” e “Washington Post” e a única reclamação é a obra não estar disponível no Kindle. O livro, que está recebendo grande atenção da mídia em talkshows e em comerciais, deve chegar ao leitor digital apenas no dia 23 de fevereiro.

Livro de Rubem Fonseca também chegou com atraso ao leitor

A estratégia da Harper Collins, que editou “Game Change”, está sendo adotada por outras editoras como forma de manter a venda de livros físicos, que são mais caros do que os livros virtuais. Algumas prometem atrasar em até quatro meses os lançamentos digitais, época na qual a publicidade em torno do lançamento já se extinguiu.

Essa política pode trazer problemas para a Amazon, que tenta emplacar Kindle também em outros países, principalmente com as previsões de que os leitores digitais estarão em baixa em 2010devido em parte à concorrência de novos aparelhos, como os tablets de empresas como Apple e Sony.

No Brasil, poucos livros foram lançados no formato, mas apresentam o mesmo atraso das versões nacionais. O livro “O Seminarista”, de Rubens Fonseca, primeiro livro nacional no Kindle, chegou ao formato digitais mais de um mês após o seu lançamento.

da Livraria da Folha – 20/01/2010 – 10h31